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12/03/2010

às 5:05

REPUDIAMOS TODAS AS SERVIDÕES! INCLUSIVE A SERVIDÃO AO “PARTIDO”

Recebo do poeta, tradutor e jornalista Nelson Ascher, que vocês conhecem muito bem, o artigo que segue. O que o despertou para o texto foi aquela incrível nota de “protesto” divulgada pelo Sindicato dos Jornalistas de São Paulo e pela Federação Nacional dos Jornalistas contra artigo publicado por Demétrio Magnoli na Folha. Devemos, pois, ser gratos àquela nota miserável, que fez com que Ascher homenageasse os leitores deste blog com esta belíssima profissão de fé na democracia e no estado de direito - com doses generosas de história e de filosofia da história. É isto: repudiamos todas as servidões - inclusive a servidão a um partido!

*
Caro Reinaldo,

Os ataques infames ao Demétrio Magnoli são uma afronta ao espírito democrático do debate, ao livre mercado de idéias no qual elas se impõem (provisoriamente) por seu conteúdo de verdade e coerência interna, e não na base do grito, da claque ou da torcida organizada; eles constituem, ademais, outra frente de batalha, aquela cujo objetivo é o de calar os dissidentes e quem discorde. Através de Demétrio, nós todos estamos sendo agredidos e/ou ameaçados.

É notório que Demétrio e eu temos discordâncias claras acerca do conflito no Oriente Médio, sobre suas causas e possíveis soluções; trocamos já palavras duras nas páginas da Folha quando éramos seus articulistas, e eu garanto que nunca nenhum de nós teve de consultar previamente qualquer instância do jornal ou de sua direção, submeter-se a qualquer censura antecipada ou cumprir determinações “superiores”: ambos expressamos abertamente e sem mediações nossas mútuas diferenças - e é assim que deve ser, pois ambos pensamos independentemente de ordens ou determinações de patrões, chefes, líderes, partidos, governos, grupos de pressão etc.

Não posso, ademais, deixar de observar que os próprios termos usados no ataque infame do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo e da Federação Nacional dos Jornalistas ao Demétrio seguem de muito perto aqueles usados contra mim num abaixo-assinado de 2003 que, capitaneado pela intelectualha esquerdofrênica USP-Unicampiana, pretendia tolher minha liberdade de expressão. Como aconteceu então comigo, estou certo de que os ataques ao Demétrio provam que ele está de fato fazendo seu trabalho honesto e competente de pensador independente e, com isso, tornando-se um empecilho para os que querem nos aprisionar num pensamento único, monocórdio, o dos atuais donos de um poder que toma características menos democráticas e legítimas a cada dia que passa, bem como dos asseclas, apaniguados e bajuladores (pagos ou não) desses.

Pilares da ordem democrática
O fato é que Demétrio está totalmente correto no debate a respeito das cotas raciais e da atual tentativa de racializar a cidadania brasileira, uma investida que carrega em si os germes da guerra civil e mesmo do genocídio, como vimos recentemente nos Bálcãs e em Ruanda. Esta é, hoje em dia e não só no Brasil, a nova frente de batalha daqueles que nunca desistiram de tentar derrubar pilares centrais da ordem democrática e moderna, como os direitos e responsabilidades individuais. Trata-se de uma loucura, mas, como se diz, de uma loucura com método. Sua proposta delirantemente utópica é a de fazer algum tipo de justiça histórica, só que uma justiça informada por uma historiografia enviesada e deturpada, bem como por recortes inviáveis e inaceitáveis da cidadania.

Nas mãos desses delinqüentes, a história, que é sempre uma hipótese em construção e ininterruptamente debatida a respeito do passado, converte-se em desculpa para dividir cidadãos constitucionalmente iguais em grupos artificiais aos quais, paralelamente, atribui-se uma vitimização ou uma culpabilidade ancestral. X% de melanina a mais na pele, e a pessoa deixa de ser um indivíduo igual aos demais em seus direitos e obrigações, um cidadão como qualquer outro, passando a se tornar sobretudo o representante de um grupo que, oficialmente tido como vitimizado, merece reparações; Y% a mais de melanina torna outro indivíduo o membro de um grupo marcado por culpas e crimes que ele pessoalmente jamais perpetrou, obrigando-o a pagar de alguma forma por isso.

Vale a pena lembrar que um dos objetivos centrais da democracia sempre foi o de acabar com a hierarquização social fundamentada em privilégios ou obrigações de nascença. Cria-se, assim, uma nova aristocracia de vítimas hereditárias e uma nova servidão cujas vítimas são indivíduos que, reduzidos apenas a membros de um grupo, carregam uma culpa igualmente hereditária, tudo isso fundamentado numa leitura parcial, mal-informada e delinqüente, de uma leitura altamente seletiva e anacrônica das hipóteses de alguns historiadores. Assim como, séculos a fio, os judeus foram considerados coletivamente culpados pela morte de Jesus Cristo, todos os doravante classificados como brancos serão eternamente culpados pela escravização de todos aqueles doravante classificados como negros em nosso país. Não haverá mais cidadãos nem haverá mais brasileiros, só os novos privilegiados e os novos responsáveis.

As escravidões
É preciso apontar a primeira falha, a falha central desse uso pseudojurídico da história: a escravidão foi, durante milênios e até há cerca de dois séculos, a regra, não a exceção, no mundo inteiro. Populações de todo o tipo foram escravizadas pelos mais variados agentes. A própria palavra “escravo” se refere originalmente aos eslavos cativos (ancestrais dos atuais russos, poloneses, iugoslavos etc.) que eram vendidos, na Idade Média, nos mercados de Bizâncio e do Oriente Médio muçulmano. Todas as civilizações antigas ou medievais se valeram do trabalho escravo, incluindo as pré-colombianas da Meso-América, que, antes da chegada dos europeus, faziam prisioneiros de guerra entre as demais tribos ou civilizações locais não apenas para submetê-los ao trabalho forçado, mas também para sacrificá-los no alto de suas pirâmides e, em seguida, consumir canibalisticamente sua carne.

Europeus escravizaram europeus, asiáticos escravizaram asiáticos, americanos pré-colombianos escravizaram americanos pré-colombianos e africanos escravizaram africanos. Ainda nos séculos 18 e 19, piratas do norte da África capturavam regularmente navios europeus ou americanos e vendiam suas tripulações e passageiros nos seus mercados de escravos. O tráfico transatlântico, do qual participaram membros das mais diversas etnias, línguas e confissões, foi, sem dúvida, uma das maiores empreitadas escravistas, mas o tráfico negreiro rumo às terras islâmicas não foi menor e perdurou por mais tempo. Hoje mesmo, em muitos pontos do planeta, ainda há milhões de escravos, inclusive na África, em países como o Sudão e a Mauritânia.

Nazismo e comunismo
E, se estamos falando de escravidão, não podemos deixar de mencionar os dois movimentos totalitários que a recriaram em partes do mundo que já haviam se livrado dessa instituição: o nazismo e o comunismo. Ambos escravizaram parcelas imensas das populações sobre as quais reinaram ou, em alguns casos, ainda reinam, como na Coréia do Norte e Cuba, país caribenho cuja população pertence ao estado ditatorial marxista e à família de capitães-de-mato que o chefia. É curioso, portanto, ver aqueles que ou fazem a apologia ou simplesmente fecham os olhos à escravização de toda a população cubana culparem pessoas inocentes pela escravização de gente morta há mais de um século. Acontece que não foi a esquerda que iniciou a campanha contra o trabalho escravo, mas sim europeus e americanos, em primeira lugar cristãos ingleses como William Wilbeforce.

De resto, é um anacronismo óbvio aplicar categorias normativas atuais (e, como podemos ver a respeito de Cuba, categorias nem sempre implementadas ou respeitadas mesmo hoje) a uma outra era histórica. Qualquer pessoa minimamente alfabetizada em história sabe disso, vale dizer, sabe que os homens e mulheres do passado pensavam, agiam e viviam de maneira diferente. Legislar retroativamente com vistas a compensar ações que não eram, nem tinham como ser consideradas criminosas no passado equivale, entre outras coisas, a um sentimento totalitário de prepotência, à idéia de que, de alguma maneira, o passado pode ser alterado, corrigido, punido ou compensado. Os escravos que existiram e morreram, bem como os senhores ou traficantes, fossem eles africanos, brasileiros, árabes, otomanos, bizantinos, chineses, mongóis, persas, aztecas etc., que também viveram e já morreram estão além e a salvo da justiça ou injustiça dos viventes.

Quem conheça a história e ame seu estudo sabe que ela é, em boa parte, uma procissão de horrores. Como queria Stephen Dedalus, o herói de James Joyce, ela é um pesadelo do qual nos cabe acordar. Ao contrário do que querem os que tentam nos entorpecer com estórias mal-contadas acerca do passado, a ação dos homens e mulheres vivos deve se dirigir a melhorar o presente e o futuro. A única - insatisfatória, mas nem por isso menos difícil ou urgente - forma de que dispomos de fazer não a inalcançável justiça histórica, mas, sim, uma espécie de justiça poética às inumeráveis vítimas do passado é garantindo a erradicação de qualquer forma de escravidão no nosso mundo atual e lutando para assegurar a plena igualdade de direitos (acompanhados de suas respectivas responsabilidades) a todos os indivíduos vivos ou por nascer.

A liberdade de expressão que os candidatos a censor fazem de tudo para tolher é uma das principais ferramentas desse esforço. Sem ela, que permitiu, por exemplo, todas as campanhas abolicionistas na Europa, Estados Unidos e Brasil, é bem provável que a escravidão teria perdurado por mais tempo. A bem dizer, uma das liberdades confiscadas ao escravo é a de se expressar.

Quem quer que tente impedir a livre expressão das opiniões alheias não está, de modo algum, compensando ou remediando a escravidão passada, mas, sim, instaurando a futura. A escravidão mais perigosa e perniciosa não é aquela abolida há um século ou mais, mas, antes, aquela que já existe e aquela que segue nos ameaçando com seu retorno iminente em cada ato ou ação que corrói e enfraquece a democracia. Por sorte, e ao contrário do que sucede com a escravidão do passado, esta é uma contra a qual todos os homens de bem podem  -e devem-lutar.

Por Reinaldo Azevedo
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201 Comentários

  1. AM

    -

    14/03/2010 às 18:04

    Não dá para não comentar! Perfeito! Não se julga a História. Ela simplesmente aconteceu.

    Se se quer fazer justiça no presente, deve-se dar educação decente a quem não pode pagar por uma melhor. Nem é por cotas de pobres ou estudantes de escola pública que o problema será RESOLVIDO, isso quando muito seria um paliativo para o problema principal. Paliativo, porque resolveria o problema de uma pequena fração que ingressaria numa universidade pública. E o restante dos alunos pobres, que perderam sua juventude numa escola de m**** e vão permanecer o resto de suas vidas na ignorância e semi-analfabetismo?

    E as cotas para negros serão preenchidas pelos negros de melhor situação econômica.

  2. Ronaldo

    -

    14/03/2010 às 11:51

    Como disse Carlos Drummond de Andrade, toda história é remorso. Para aplacar um certo sentimento de culpa pela escravidao, classificar a populaçao por critérios raciais, nomeando credores e devedores, trará mais males que benefícios. Deve-se privilegiar o pobre, que demonstrar que merece, que tem aptdão para o estudo. Cursar faculdade, que deveria destinada à pequisa, passou a ser um supletivo das falhas do ensino médio, que, este sim, deveria ser adequado para fornecer um preparo técnico suficiente para que a maioria exercesse uma atividade geradora de renda suficiente para uma vida digna.

  3. http://www.guilhermescalzilli.blogspot.com/

    -

    13/03/2010 às 17:53

    Racismos

    Critiquei o sistema de cotas raciais antes mesmo que fosse adotado no país. Sempre me pareceu que a questão era conduzida com autoritarismo e mistificações, por parte de defensores e adversários. Políticas compensatórias deveriam objetivar a diminuição das desigualdades, nada mais. Inserir um diferencial étnico destrói esse espírito, principalmente onde os afro-descendentes representam a maioria da população.
    É perigoso abraçar o revanchismo histórico: todo radical possui algo de justiceiro. Basta lembrar, por exemplo, como os nazistas usaram a derrota na I Guerra e como o expansionismo israelense usa o Holocausto para justificar seus respectivos abusos.

  4. cai0valle

    -

    13/03/2010 às 13:54

    Realmente um texto primoroso de Nelson Ascher. Foi cirurgicamente preciso no problema. Grande abraço.

  5. Abreu

    -

    13/03/2010 às 3:21

    Eu queria muito aprender a escrever assim, com essa clareza, com essa fluência, com essa sofisticação sem pernosticismo e com essa vistosa espontaneidade.

    Como sei que não consigo — resta-me ler e aplaudir a quem se expresse com tamanha naturalidade e honestidade de idéias, como Asher, sem fazer rodeios.

    Parabéns!

  6. Ricardo

    -

    13/03/2010 às 0:15

    Rei,

    O Ascher é um escritor que preza muito pela clareza de fatos históricos. Vale a pena trazer, sempre que possível, mais textos desse rigor lógico e intelectual.

    O que me pareceu que ele deu a entender, e se for isso mesmo concordo plenamente, é que as correntes ligadas ao marxismo (aqui prevalecem) costumam planejar o futuro sempre olhando para trás. Já vi um dos autores do manual do perfeito idiota analisando essa questão. Seria interessante uma abordagem sua sobre esse aspecto da nossa cultura, voltada a pensar o passado como historia que sempre se repete, a tal dialética marxista.

    Isso demonstraria com mais clareza, a meu ver, o modo marxista de pensar.

  7. flávio magalhães

    -

    12/03/2010 às 23:47

    Reinaldo, o que escreveu o leitor Miguel, às 11:58 foi o que mais me chamou a atenção (os outros comentários eram mais, com justiça, ovação ao artigo do Nelson). Este cidadão, porém, diz que lê o blog há mais de ano e só agora se anima a escrever por causa desse texto. Fiquei pensando na dimensão disso. Miguel é desses que leem, absorvem e logo, logo vão transformar o Brasil. Acredito muito nesse país, acredito muito na liberdade do indivíduo e esse “submundo” que lê tudo, quase não se manifesta, mas que é presente é nossa garantia (nossa????) de um futuro promissor…
    abraço.

  8. Martha

    -

    12/03/2010 às 23:16

    Excelente! Pena que a inteligência petralia não terá condição de apreciá-lo.

  9. David

    -

    12/03/2010 às 22:46

    Caro Rei,

    Perfeito. Mas o povão do Lula não tá nem aí. Eles querem é sopa.
    Para onde vamos? O jeito é deixar Recife e ir para Nova York, de novo?

  10. paulo gaúcho

    -

    12/03/2010 às 22:25

    Reinaldo, boa noite. Este belo texto acima pertence a uma categoria muito especial: Alimento para a Alma.

  11. Rex

    -

    12/03/2010 às 21:35

    Prezado Reinaldo:

    Excelente artigo. Parabéns ao Jornalista Nestor Ascher. Essa celeuma de cotas é coisa de petralha. Eles querem ser - pensam que são -, mais realistas do que o rei. Cotas sim; para os pobres. Negros pobres, brancos pobres, índios pobres. Todos somos iguais.

  12. Agrônomo

    -

    12/03/2010 às 21:28

    Pronto, já lavei a alma por hoje.
    Reinaldo, obrigado por publicar e parabéns ao Nelson Ascher!
    Abraço

  13. Lisete-BSB

    -

    12/03/2010 às 20:36

    Só o que tenho a dizer é :”obrigado Senhor”, por nos ter permitido ser contemporâneos de Nelson Ascher e recebermos gratuitamente esta aula de conhecimento, isenção e bom senso.

  14. Iconoclasta

    -

    12/03/2010 às 17:39

    Sensacional! Como faria o autodenominado Guia Genial do Povo Brasileiro se fosse alfabetizado, “subiscrevu imbachu”!

  15. Jonas Viana de Oliveira

    -

    12/03/2010 às 17:38

    Ao ler um texto deste quilate, se percebe que o Brasil ainda tem jeito. Não importa quanto tempo esta canalhada toda fique no poder, já que parece que o PSDB quer perder mais uma, ainda assim, quando os PeTralhas sairem o Brasil continuará seu curso normal, rumo a uma sociedade civilizada.
    Parabens Nelson Ascher por escrever, parabens Reinaldo por publicar.

  16. Lucaveira

    -

    12/03/2010 às 17:36

    Nelson, muito obrigado.

  17. Carlos Henrique

    -

    12/03/2010 às 17:07

    Bravíssimo!!!!

  18. felipe

    -

    12/03/2010 às 16:54

    Nunca tinha lido um texto tão sóbrio sobre esta questão. Deveria ser publicado imediatamente por qualquer jornal que se diga competente.

  19. RAPHAEL CASTRO

    -

    12/03/2010 às 16:24

    Lindo! Claro, direto e incisivo. E mata dois coelhos da esquerdofrenia imperante com uma cajadada só: o absurdo das cotas e os atentados contra o princípio democrático da liberdade de expressão!

  20. Vanderlei Simionatto

    -

    12/03/2010 às 15:59

    É por essa e outras razões que o acesso ao blog é obrigatório. Não dá pra sair de casa sem vê-lo. Se houver tempo para opinar, melhor. Se conseguir repassar os textos para amigos, melhor ainda.

  21. -

    12/03/2010 às 15:51

    Ascher aborda aspectos que parecem claros nas iniciativas desse governo. Com o pretexto de “reparação”, apagam a verdadeira história, adaptando-a a seus interesses.

    Como é possível insistirem em cotas raciais, quando toda a lógica os contraria? Além de prejudicar o branco pobre, estão passando um atestado de inferioridade aos negros e a maioria o subscrevem!

    O pior, é que isso se dá em outros segmentos.
    Os dominadores contam com o oportunismo, típico do ser humano. Algo como: “Se é vantagem para mim, que se dane o resto!”, coisa nem sempre consciente.

    Ouso dizer que os dominadores usam a psicologia como arma.
    Contam com o mecanismo de defesa de cada um dos “beneficiados”.
    Traduzindo: para que eu não me julgue oportunista, defendo o argumento do governo, justificando-me. E acabo acreditando que é o injusto é justo. Afinal, é só uma “reparação”…

    É diabólico, mas funciona. Os “protegidos” enganam-se a si próprios e agem exatamente como o planejado, formando uma sociedade doente.

    Como não ver que investir em educação pública de qualidade, sem marcar raças, como gado, é a solução? Os falsos democratas sabem disso, mas dão esmolas para dominar. Querem votos como agradecimento. Querem ver o povo pensando que o benefício é real. Assim, multifacetados, divididos em boiadas, seguem jungidos pelo Estado.

  22. Oscar

    -

    12/03/2010 às 15:47

    Sr. Ascher, ao terminar de ler o seu artigo, fiquei em pé e aplaudí, como faria ao escutar uma obra de Beethoven.

    Obrigado Reinaldo por nos oferecer esta maravilha.

  23. Memyself

    -

    12/03/2010 às 15:47

    Texto fantástico. Um presente. Um verdadeiro presente. Vai seguir o mesmo caminho de muitos de seus textos, copiados, colados e enviados (com os devidos créditos) a quem os apreciará e a quem deles precisa.

  24. Le Cafard

    -

    12/03/2010 às 15:32

    Este artigo é uma verdadeira aula de civismo e alento ao estado democrático de direito. Até o título deste post remonta ao cerne do repúdio à servidão desenfreada a um método de um partido que se pretende único: “REPUDIAMOS TODAS AS SERVIDÕES! INCLUSIVE A SERVIDÃO AO “PARTIDO””.

  25. José Augusto

    -

    12/03/2010 às 15:28

    Aqui o link, para o site do Democratas, para o ótimo artigo do senador Demóstenes publicado em O Globo de hoje:

    http://www.democratas.org.br/news_view.asp?id={9A1732BC-FD4D-4D8E-939F-5D996D0A0DC7}

    Lá também há um outro artigo muito boa do Rolf Kuntz, publicado no Estadão ontem.

  26. OM

    -

    12/03/2010 às 15:26

    “Quem quer que tente impedir a livre expressão das opiniões alheias não está, de modo algum, compensando ou remediando a escravidão passada, mas, sim, instaurando a futura”

    Touché!!! Fantástico artigo!!!

  27. Walter Jose

    -

    12/03/2010 às 15:24

    Reinaldo agora é que estou me dando conta do colapso total que nos aguarda. A guerra fatricida que a petralha Dilma sonhou em sua juventude pode sim ser concretizada, e não como eu imaginava, “nós contra os equerdopatas”. O que nos agurda seria um agravamento da criminalidade a tal ponto que as forças armadas e polícia estariam á serviços deles.

  28. André Lima

    -

    12/03/2010 às 15:21

    Perfeito!
    Mas eu temo que os melhores argumentos do mundo não sejam suficientes para resistir a essa ofensiva racialista.
    Vivemos um tempo em que se você discorda da posição oficial é visto como inimigo do povo, direitista, reacionário…

  29. -

    12/03/2010 às 15:02

    Lucidez total.

    Não podemos nos esquecer que lucidez explícita provoca espasmos de ódio na petralhada. Por isso caem de pau nos seres pensantes.

    Ninguém me convence que os que se deixam levar pelos preceitos da esquerda comunistoide (dividir a sociedade para formar um todo, dominado por poucos), não tenham problemas psíquicos. Os defensores da corja-mor chegam a babar de ódio! Isso não é normal!

    A história está cheia de fatos cruéis, provocados pelo sistema que querem implantar - coisa comprovada - e eles desvirtuam tudo com a maior desfaçatez! Só pode ser distúrbio psiquiátrico!

  30. José Laudir Vefago

    -

    12/03/2010 às 14:56

    Acho que estou ao lado das pessoas certas.

  31. Rodrigo R.

    -

    12/03/2010 às 14:49

    Absolutamente icorrigível este artigo do Nelson Ascher. Faço questão de mandá-lo para amigos por e-mail. Eles não querem debater as chamadas “ações afirmativas”. Eles querem instaurá-las sem qualquer voz divergente. Essa gente se pretende monopolista do bem. Têm a mesma prepotência que o Lula tem ao declarar: “fiz mais do que todos na históra deste país”. Só que esses daí querem falar: “consertamos tudo que fizeram antes”.
    Foi como você disse: essa gente quer nossa alma.

  32. Miguel

    -

    12/03/2010 às 14:46

    Gostaria apenas de corrigir a palavra impressionante grafada com “c” às 11:55 am de hoje.
    Grato,

  33. Cacá

    -

    12/03/2010 às 14:44

    Reinaldo,
    Lembrando Fernando Barros na FSP de hoje: CADÊ OS ABAIXO-ASSINADOS??!!!!
    Cadê a “Classe artística”?
    Cadê o Chico Buarque?
    Cadê a ‘inteligentsia’?

  34. Edmund Burke

    -

    12/03/2010 às 14:38

    Está disponível em DVD o excelente filme que conta a história de Wilberforce e os abolicionistas ingleses, “Jornada pela Liberdade”; a página do filme com fotos e trailer ppode ser vista aqui http://www.amazinggracemovie.com/

  35. Eu quero um jornal e um partido

    -

    12/03/2010 às 14:22

    Perdão, a reportagem na Folha satanizava o Demóstenes. Eu quero, num jornal, fatos. Não mistificações e calúnias histéricas.

  36. Eu quero um jornal e um partido

    -

    12/03/2010 às 14:21

    O texto do Archer é excelente. É isso que eu quero ler num jornal. Fatos, não mentiras, mistificações e calúnias, como na reportagem da Folha que satanizava o Demétrio.

  37. Vidal

    -

    12/03/2010 às 14:16

    BRAVO! BRAVISSIMO!!!

  38. Antipetralha

    -

    12/03/2010 às 14:05

    Gênios do pensamento como Reinaldo Azevedo, Nelson Ascher, Demétrio Magnoli, Olavo de Oliveira, Augusto Nunes, Diogo Mainardi e alguns outros só engrandecem e enobrecem o Brasil que presta. Meus agradecimentos sinceros por iluminarem com suas sabedorias ilimitadas meus caminhos tortuosos. Sempre serei um de seus soldados na luta democrática e pelos direitos humanos e contra todos aqueles que atentem contra a Democracia e a liberdade de expressão, Meu Guia.

  39. Carlos Flávio

    -

    12/03/2010 às 13:59

    Realmente o texto do jornalista Nelson Ascher é uma beleza, pois traduz com serenidade e vigor a imoralidade daqueles que mentem para poder alcançar e manter-se no poder. A democracia que tanto repudiam é a mesma que lhes permite até mesmo existir. Não fosse ela o mundo não teria eliminado grande parte das mazelas que outrora assombraram a humanidade.

  40. Alessandro

    -

    12/03/2010 às 13:52

    Saudações, Reinaldo

    Este texto devia ser colado nos murais de todas as faculdades de história do país. Freqüentei uma delas e infelizmente neste caso, pude conferir que boa parte dos professores era composta de esquerdopatas cuja missão de vida parecia ser cooptar as mentes de seus alunos para as hostes de esquerda, sobretudo do petismo. Cheguei a freqüentar seminários os quais eram direcionados para a apologia da leitura histórica feita sob a ótica do socialismo, com claro intuito de trazer para o corpo discente a mensagem de que era necessária a militância política nas universidades e que essa militância tinha um lado certo: o da esquerda. Fui salvo pelo espírito crítico e meu ceticismo e aversão em relação ao método e ao discurso socialista.
    Confesso que muitos colegas, tanto pela própria vontade quanto pela postura acrítica, acabavam sendo tragados pela verborréia antidemocrática, “antiestadunidense”, “antineoliberal”…
    Um dia parte destes alunos irá ser responsável pela produção de literatura histórica, propagando esse ranço ideológico contra a ordem democrática.
    No caso em questão, o do debate das cotas nas universidades públicas para alunos que se declarem “negros” ou “afrodescendentes”, os estudiosos da história, ao fazerem este tipo de leitura seletiva em favor do discurso ideológico que prega uma igualdade deturpada, às avessas, acabam analisando a história por lentes turvas, tangenciando a análise crítica e cometendo anacronismos, ferindo a visão retrospectiva com intuito de justiçar tardiamente aqueles que acreditam ter ferido certos valores e princípios hoje vigentes e antes ainda não alcançados no galopar do processo civilizacional, tudo em nome de uma coletividade a qual acham que devem estender suas loas (conforme a conveniência do momento); o que somente fazem em razão do compromisso assumido, como militantes possuidores de determinado viés ideológico, de justificar e favorecer aqueles que ora pretendem solapar a democracia na ambição de implantar um Estado o qual se propõe a ser o gerente salvador de cada indivíduo sob o poder de seus tentáculos totalitários.

  41. Sandra

    -

    12/03/2010 às 13:47

    Caramba…
    QUE ARRAAAAAAAAAAASO!!!!!!!!!!!!!

    Quanto à Laura, a impressão que me passou foi que ela:
    -aprendeu sobre escravidão ouvindo o marido;
    -não sabe argumentar, então parte para a grossura;
    -quando alguém diz que ela não sabe história e nem sabe argumentar, faz beicinho e chama outros para passarem um pito no adversário.

  42. IPS

    -

    12/03/2010 às 13:27

    Parabéns pelo excelente texto. Grande Nélson Archer, ave!

  43. pepe

    -

    12/03/2010 às 13:16

    BRAVO!

  44. Gerdano Silva

    -

    12/03/2010 às 13:16

    Não li, até o momento, na rede ou na imprensa - e olha que considero teus textos, Reinaldo, brilhantes - um texto tão bem escrito sobre o assunto. A argumentação é simples, clara, precisa, culta e profunda!

    Parabéns e obrigado, Nelson Ascher!! Não estás sozinho nesta luta!

    Obrigado, Reinaldo, por divulgar esta aula prazerosa.

  45. Ataíde

    -

    12/03/2010 às 13:13

    Se houvesse menos medo do petismo nos meios de comunicação, o artigo de Ascher seria apresentado e lido em sua integra, no Jornal Nacional da Rede Globo (no finalzinho, um pouquinho antes da novela). Bonner leria um parágrafo e a Fátima outro; e assim, consecutivamente. Depois, deixariam falar uma voz petista - aliás, dissonante - para, sempre acentuar-lhes a estupidez.

  46. Fábio

    -

    12/03/2010 às 13:09

    Reinaldo, cada vez que você abre espaço para artigos como este de Nelson Ascher ou aquele de Demétrio Magnoli, este espaço fica ainda mais brilhante. Sou fã incondicional de vocês principalmente pelo fato de que com a qualidade de seus argumentos e a clareza com que os expõem, tornam o trabalho daquela gente esquisita chegada numa tirania cada vez mais difícil. Parabéns aos três pelo excelente trabalho e por manter as mentes de seus leitores sempre asseadas.

  47. Ivan

    -

    12/03/2010 às 13:07

    Um das mais sólidas, contundentes e claras análises que tenho lido sobre o assunto. Gostaria de aproveitar para indicar a leitura de artigo do Senador Demóstenes Torres publicado hoje ( 12 de março) no GLOBO levando o título de “Escolha de Sofia”. Esta é outra leitura obrigatória e que complementa muito bem o artigo de Nelson Ascher.

  48. Anderson Soares

    -

    12/03/2010 às 13:02

    Reinaldo e Amigos do Blog:
    Gostaria de chamar a atenção para uma manifestação ocorrida no campus da USP em São Paulo. Vejam lá:
    Movimento social realiza ato na Reitoria por cotas
    http://www.adusp.org.br/noticias/Informativo/301/inf30104.html

    A frase lapidar foi essa: “A USP é uma universidade excludente, elitista e racista”- autora: Bianca Cruz, estudante de Ciências Sociais e coordenadora da Rede Emancipa.
    E olhem o que pretende esse “JUSTO”, o dep. Carlos Giannazi (PSOL):
    “destinação de 50% das vagas das universidades públicas estaduais paulistas para egressos de escolas públicas, com RECORTE RACIAL proporcional à porcentagem de negros e indígenas na população segundo o IBGE”.

  49. Toni Bahia

    -

    12/03/2010 às 13:01

    Belo texto. Esclarecedor, inspirador, contagiante. A verdade tem que vir à tona com toda sua força redentora e precisamos estar preparados para os contra-ataques daqueles que, por não poderem refutá-la e pelo incômodo terrível que lhes oferece, tentarão desqualificar de forma vil, canalha, abjeta aqueles que a professam e defendem.

  50. TX

    -

    12/03/2010 às 13:00

    Texto bom. Exceto pelo final, que foi um pouco metafórico, perfeito.

    Não vejo como uma pessoa intelectualmente honesta poderia ler esse texto e ainda insistir nessa idiotice de compensação histórica.

  51. nelson bh.

    -

    12/03/2010 às 12:57

    Graças a Deuas ainda temos no Brasil, pessoas como Nelson Ascher, claro, transparente, democratico e extremente inteligente!
    Parabens ao Nelson, Reinaldo, Diogo Maynard, Demetrio e talvez mais uns 2 ou 3 queainda não se venderam.

    Este povo está querendo uma guerra civil, pois sabem que o poder deles está chegando ao fim.
    Cuidado pessoal, senão vocês acabam conseguindo fazer, o que a revolução de 64 não fez, ou seja vitimas como a revolução Cubana.

    O tempo de vocês esta acabando, falta muito pouco e aí como diz certa propagana, vamos ver “quem tem café no bule”!

  52. Anderson Soares

    -

    12/03/2010 às 12:57

    Ótimo texto.
    Uma verdadeira aula.

  53. AC

    -

    12/03/2010 às 12:56

    Brilhante. Apenas acrescento: e quem acabou com a escravidão no mundo? Os brancos, ocidentais. Movidos por suas forças tidas por detestáveis por essa gentalha: o cristianismo (todos são filhos de deus continua a ser a mais revolucionária de todas as máximas) e a ciência, e a tecnologia dela derivada, a máquina, enfim. Numa trocadilho incorretíssimo o petróleo é o “crioulo liquido”. Sem o motor a explosão estaríamos até hoje movidos a energia muscular, fosse de animais, fosse de gente. Por aí se vê onde esse discurso tão correto, anticristão e antitecnológico pretende chegar: na volta de alguma forma de escravidão - como, aliás, em Cuba ou Coréia, onde o indivíduo nao existe.

  54. Wélington Carboni

    -

    12/03/2010 às 12:51

    Maravilha. Fez me lembrar da carta libertadora de Paulo aos cristãos de Roma. Simplesmente esplêndido, é para guardar e mostrar para os que ainda pensam contrário.

  55. ACÁCIO

    -

    12/03/2010 às 12:47

    Eu conheço algo da poesia do Nelson, o texto acima é bom, e é bom porque fala de verdades que todo não fanático e não petista já sabe ou intui.Aqui no Paraná temos o Requião que produz um teatrinho Bolivarianista dos mais constrangedores e ridículos. Este ano produzimos no Paraná 34 milhões de toneladas de grãos, a maior do Brasil! Em 2009, as indústrias de confecção produziram 150 milhões de peças num valor de 4 bilhões. Minha pergunta é? Não será também uma forma de escravidão trabalhar tanto e ter Governantes tão ruins? Não seria uma espécie de ”escravidão livre”? E a procissão de caminhões que levam comida ao Nordeste trazem o que de lá na volta?

  56. fontana

    -

    12/03/2010 às 12:45

    Bom!!! muito bom!!!!.

    Respiro mais aliviado lendo um artigo deste. Mais um raio de luz nas trevas que tenta nos submeter os “iluminados” comedores de grama.

    “Não podemos voltar ao passado e começar de novo, mas podemos começar agora e ter um novo final” . É mais ou menos isto ai.

  57. Publius

    -

    12/03/2010 às 12:44

    Caro Reinaldo,
    Subscrevo “in totum”. Só acho que Ascher deve ter se equivocado no trecho em que escreve “Y% a mais de melaninia”. Acho que ele quis dizer “Y% a menos de melanina”.

  58. claudio capetini

    -

    12/03/2010 às 12:39

    Esse texto nos lava a alma e nos faz acreditar mais ainda que nossa visão dos fatos que assolam o nosso País é uma visão boa, amparada em princípios e em retidão de caráter. O discurso vazio que invadiu nossos lares, as metáforas estúpidas, a provocação de rivalidades entre os brasileiros não pode perdurar, não pode nos contagiar. Obrigado pelo texto, só temos a agradecer.

  59. Sergio

    -

    12/03/2010 às 12:39

    Com a palavra o Sindicato dos Jornalistas? Conseguiriam eles argumentar suas divergências sem rancor aos COMENTARIOS do Sr. ASCHER? .Pouco provável.
    Fantástico!!!!!!!!. Rolo compressor de idéias e “princípios” descartáveis

  60. Terrano

    -

    12/03/2010 às 12:36

    Que belo presente!
    Espere aí; vou ler de novo.

  61. Glenio

    -

    12/03/2010 às 12:36

    Reinaldo

    Que elegância!Que argumentação!Que sabedoria!Profissionais como
    este ensinam,educam e nos mostram o Norte da democracia e da ci-
    vilização.Durante décadas fomos submetidos aos uivos dos chacais
    de esquerda,agredindo,difamando e torturando com seus “slogans”
    imbecis,suas musiquinhas calhordas e seus textinhos medíocres.A o-
    xigenação que o teu blog oportuniza, com textos como este do Nel-
    son Ascher,é um bálsamo que informa e transforma.Vida longa ao
    Nelson Ascher!

  62. Marco Antonio - Curitiba (PR)

    -

    12/03/2010 às 12:35

    Grande Ascher!

    Grande texto: merece moldura e andor.

  63. gustavo

    -

    12/03/2010 às 12:34

    Brilhante! Este texto valeu a semana, talvez o mês e o ano.
    Abaixo os delinquentes intelectuais, a intelectualha esquerdoligofrênica, que não tem e, infelizmente, nunca terá condições de alcançar o humanismo contido nas palavras do autor.
    Parabéns Nelson Ascher e Reinaldo por oferecerem-nos (mais uma vez) uma aula de democracia!

  64. Agnaldo Gomes 1

    -

    12/03/2010 às 12:31

    Muito boa à argumentação de Nelson Ascher. Assisti todo o debate de audiência publica na TV Justiça. Todos os brancos, pretos e/ou pardos (negros) que defenderam cotas eram professores universitários (tem seus projetos científicos financiados pelo Estado), ou pertenciam a ONGs financiadas do estrangeiro. Negros, pardos ou brancos independentes se posicionaram contra as cotas (se alguém duvida, esta tudo no youtub). Por outro lado fala-se e débito histórico dos brancos em relação aos negros. Mas ninguém fala do CRÉDITO Histórico. Os Negros de hoje tem TV, geladeira, internet, automóvel, viajam de avião, avanços na medicina, saneamento básico, eletricidade, valores estes conseguidos pela civi

  65. Vera L.

    -

    12/03/2010 às 12:31

    MARAVILHOSO……

  66. Agnaldo Gomes 2

    -

    12/03/2010 às 12:31

    Negros, pardos ou brancos independentes se posicionaram contra as cotas (se alguém duvida, esta tudo no youtub). Por outro lado fala-se e débito histórico dos brancos em relação aos negros. Mas ninguém fala do CRÉDITO Histórico. Os Negros de hoje tem TV, geladeira, internet, automóvel, viajam de avião, avanços na medicina, saneamento básico, eletricidade, valores estes conseguidos pela civilização ocidental. Tem um modo de vida muitas vezes superior aos escravocratas do século XIX. Não vejo entretanto, nenhuma gratidão por estas conquistas.

  67. Marcos F

    -

    12/03/2010 às 12:28

    Talvez eu já tenha comentado (esqueci, viajei e voltei), mas ao reler um texto do Demetrio, nesta qualidade, volta-me a visão de um mundo melhor, defendido pelos preceitos democráticos que nossos avos nos ensinaram (e não entendo quando alguém os esquece).
    Pobre daquele que não enxerga o que está à sua frente, fisica e concretamente: a família, a ponte, o poste. Não enxergará, também, a baioneta.

  68. Rose Perito

    -

    12/03/2010 às 12:25

    Apenas duas palavras: lúcido e brilhante. Parabéns a Nelson Archer e ao blog que foi agraciado com esta intervenção.

    A história não deve ser usada como desculpa para revisionismos de ocasião, mas como exemplo do que se deve evitar para trasnformar o presente e o futuro num mundo melhor para todos.

  69. Marcos Freitas

    -

    12/03/2010 às 12:22

    Comentar o quê??

    Quem sabe das coisas escreve um artigo magistral desses, que honra a inteligência humana e enriquece o debate. Quem não sabe, escreve coisas semelhante ao artigo do Sindicato dos Jornalistas, da Laura Capriogne, do Alencastro, do Nassif e etc…

    Este artigo deveria ser motivo de estudo em nossas escolas e faculdades em contraponto aos lixos que eles provavelmente são obrigados a ler.

    Parabéns, Nelson! Obrigado por alargar nosso horizonte e nossa inteligência.

  70. Loffredo

    -

    12/03/2010 às 12:19

    Simplesmente brilhante !
    Se eu fosse o senador Demóstenes Torres eu tirava uma cópia desse texto e entregava p/ Levandowsky, fazendo-o prometer que a leria (ou a leria em plenário).

    Gostaria de acrescentar que etmologicamente, as palavras ‘eslavo’, que representa o grupo étnico do qual fazem parte os russos, e ’slave’, escravo em inglês, possuem a mesma origem, a mesma raiz, sendo a explicação dada no texto totalmente correta.

  71. RTX

    -

    12/03/2010 às 12:19

    Reinaldo, sempre repasso aos amigos os links do seu Blog e de artigos especiais como esse.
    Você expressa grande generosidade ao dar espaço para outros escritores, jornalistas, articulistas e pessoas de bom senso, todos com honestidade intelectual e coragem para divergir dos “Chapas-Brancas”.
    Gostaria apenas de fazer um pedido. Se possível, a equipe técnica do Blog poderia disponibilizar os arquivos em .pdf (inalteráveis) ou criar uma área de impressão dos textos. Obrigado por estimular o conhecimento.

  72. facenova

    -

    12/03/2010 às 12:05

    Que maravilha!

    Que aula!

  73. Thiago

    -

    12/03/2010 às 12:04

    Brilhante…

    Neste mar de mediocridade intelectual em que estamos atolados, ler o texto de Ascher é um alento.

    Idiotas ficam querendo forçar a discussão pessoas x pessoas, nós queremos idéias x idéias. Desenvolvimento é o fruto de argumentos e raciocínios, não de preconceitos e doutrinações.

    Ao autor, meus parabéns e meus agradecimentos. A você, Reinaldo, obrigado por publicar esse belo manifesto.

  74. mané brasileiro

    -

    12/03/2010 às 12:04

    Reinaldo
    Vou comprar mais uma moldura!!!

  75. Rovison

    -

    12/03/2010 às 12:03

    Que texto magnífico! Parabéns, Nelson Ascher, por esse artigo brilhante. É o melhor texto que li nos últimos meses sobre essa questão de cotas raciais, escravidão e temas afins. Penso rigorosamente como Nelson Ascher. Que esse texto seja lido pelo maior número de pessoas posível.

  76. Jmendes

    -

    12/03/2010 às 12:03

    Não podemos ter dúvida nenhuma dos objetivos da esquerda. Nela há inocentes úteis(românticos e idealistas), há mamadores de tetas e há fanáticos. Os inocentes úteis não sabem no que estão metidos, infestam e aparelham os blogs internet a fora. Os mamadores querem se perpetuar no poder pra sempre, para mamarem muito e sós. E os fanáticos querem o que todo fanático de esquerda desde Lenin sempre quis. Implantar uma ditadura de esquerda. Nunca podemos duvidar dos objetivos da esquerda porque eles são o que sempre foram. Não é por acaso que os ídolos desta gente são Chavez e Fidel.

  77. LIMA

    -

    12/03/2010 às 11:58

    REINALDO.

    O JORNALISTA NELSON É NOTA MIL. OS PETRALHAS, SE SOUBESSEM LER, IRIAM APLAUDIR O AUTOR DO TEXTO. MAS ELES SÃO ESCRAVOS DE SUA MAZELAS, IGNORANTES PERPETUOS E, SOBRETUDO, PORQUE, COM A IMPLANTAÇÃO DA DITADURA QUE ELES PRETENDEM, NÃO QUEREM PERDER AS MAMATAS E AS GRANDES NEGOCIATAS. GENTE SAFADA E CORRUPTA.

  78. Miguel

    -

    12/03/2010 às 11:55

    Caríssimo Reinaldo,

    Sou estreante neste espaço. Todavia, há mais de um ano leio diária e religiosamente a sua coluna. Outras vezes tive o ímpeto de me manifestar para agradecer-lhe a felicidade e a alegria que o conhecimento e os esclarecimentos por ela trazidos nos proporcionam. Obrigado por nos brindar com este magnífico texto do Ascher, assim como “trezenas” de outros de sua própria lavra.
    Registro, ainda, minha elevada admiração pela sua cultura, amplos conhecimentos, retidão, coragem, respeito pelos leitores e a sua imprecionante produtividade.
    Parabéns e que Deus o ilumine e proteja, sempre.

  79. naldig

    -

    12/03/2010 às 11:53

    Brilhante o texto de Nelson Arsher! Um verdadeiro farol brilhando nas trevas dos esquerdopatas obscurantistas. A canalha intelectualóide esquerdista quer dividir a nossa cidadania e, então, agir como o fiel da balança, como um pensamento único, como a única verdade. Não podemos admitir tal disparate. Somos todos brasileiros e, portanto, indivisíveis. Os que querem a divisão pretendem exercer o domínio!
    Fóra com todos eles.

  80. Donata

    -

    12/03/2010 às 11:53

    Reinaldo,
    Obrigada, por compartilhar conosco, pessoas maravilhosas como Nelson Ascher e textos desse quilate!
    Tenho certeza de que melhoro como pessoa ao frequentar seu blog e a cada texto que leio!
    É realmente a confirmação do “dize-me com quem andas e eu te direi quem és”!

  81. Therese

    -

    12/03/2010 às 11:44

    Que texto maravilhoso!!!!
    Com clareza e inteligência.
    Parabéns ao Nelson Archer!!!
    Curioso é que nenhum dos petralhas consegue escrever um texto inteligível, vide esses comunicados e textos dessas conferências anti democráticas que pululam!!!
    Pu lulam!!!

  82. Passo aqui de vez em quando.

    -

    12/03/2010 às 11:42

    Quando eu era assinante da Folha, a coluna de Nelson Ascher era uma das minhas preferidas. Nem sabia que ele havia perdido o espaço semanal, uma pena! ele é um excelente articulista. Isso não significa que eu concordava sempre com ele, mas seu estilo e sua inteligência em expor seu ponto de vista era garantia de boa leitura.

  83. Vânia Cavalcanti

    -

    12/03/2010 às 11:40

    Olá, Reinaldo!

    O texto de Ascher dói. Sua análise certeira, a beleza do que defende, a clareza livre de insinuações e de hesitações, a condenação da hipocrisia e da má-fé e o repúdio a mais um atentado à constituição demonstram dolorosamente a que ponto a sociedade brasileira está sendo levada: a degenerescência da democracia substantiva seguindo sua escalada perigosamente. Os baixos institintos políticos do PT e suas coortes alcançam a sociedade de ponta a ponta, depravando instituições, negócios, cultura, imprensa, educação, justiça, a linguagem e as pessoas. Faz um lindo dia e pude (ainda) ler o texto de Ascher, mas há esta dor indisfarçável, conquanto difusa.

  84. Curumim

    -

    12/03/2010 às 11:31

    Obrigada, Reinaldo; obrigada, Ascher, por verbalizarem, de forma tão brilhante, o meu pensamento.
    Abaixo todas as escravidões. Abaixo todos os escravistas e todos os escravigaristas.

  85. Texto

    -

    12/03/2010 às 11:27

    Só espero que o Lula saiba ler.

  86. Nélito

    -

    12/03/2010 às 11:26

    Esse povo parece aqueles macacos que descem da árvore tentam intimidar seus opositores e quando se veem em perigo logo correm, penduram-se na frondosa e começam a esbravejar.

  87. José Augusto

    -

    12/03/2010 às 11:22

    Excelente texto. Já tinha adorado o do Magnoli, e este do Nelson Ascher é ainda mais primoroso. O problema dos esquerdopatas é, basicamente, que eles não conseguem sustentar qualquer pensamento ou projeto sem apelar ao maniqueísmo mais abjeto. Não conseguem se apegar aos fatos históricos, à verdade, pois ela não se encaixa aos seus propósitos imbecis. Assim, só lhes resta perseguir os livres pensadores e satanizar os homens e mulheres de bem que defendem os valores mais caros à liberdade e ao Estado democrático de direito. Exemplos? Senadores Demóstenes e Kátia Abreu.
    E isso aí, Reinaldo. Temos que derrotar esses manés usando o que, para eles, é como kriptonita para o superman: a verdade!!!

  88. Caíque

    -

    12/03/2010 às 11:22

    É possível discordar com respeito e inteligência. E é possível concordar com idéias de quem a gente normalmente discorda.

    Não é pra todo mundo, é claro.

  89. paulo cmc

    -

    12/03/2010 às 11:18

    O Brasil tem grandes pensadores, talvez mais do que se imagine, está na hora de se mostrarem mais (muito mais).

  90. Arlindo

    -

    12/03/2010 às 11:14

    Que aula de inteligência, raciocínio, conhecimento, argumentação, serenidade, profundidade……

    É Reinaldo. Você está bem de amigos.

  91. CerradoemChamas

    -

    12/03/2010 às 11:06

    Reinaldo,

    Muito obrigado por nos proporcionar a leitura do textodo Sr. Nelson.
    Marcou-me especialmente “Quem quer que tente impedir a livre expressão das opiniões alheias não está, de modo algum, compensando ou remediando a escravidão passada, mas, sim, instaurando a futura.”
    O preço da liberdade é a eterna vigilância: CNBB, OAB, ABI, Estadao, Folha de Sao Paulo, O Globo. Vocês são fundamentais para o combate ao que os atuais governantes do Brasil estão propondo.

  92. ricardo

    -

    12/03/2010 às 10:59

    assino embaixo o que o Pedro Erik escreveu e acrescento os nomes de Roberto Romano e Marco Villa tambem. sempre é bom ler um texto desses. deixa a gente até mais leve e faz esquecer um pouco esse pais boçal que o petralhismo transformou..

  93. PEDRO ROTHMANN

    -

    12/03/2010 às 10:57

    CARTA MAGNA!
    PODE SER TAMBÉM: CARTA DE ALFORRIA,DE ABONO OU CONSTITUCIONAL MAS, MELHOR AINDA, SE FOSSE DA CARTILHA DO CIDADÃO.

  94. Ney

    -

    12/03/2010 às 10:49

    Espetacular! Esclarecedor! O texto posiciona de maneira clara que a censura é a primeira manifestação da escravização. Devemos abolir os corsários do pensamento posicionando-os na fossa da história

  95. Wilson

    -

    12/03/2010 às 10:48

    Simplesmente, brilhante!

  96. Anônimo

    -

    12/03/2010 às 10:45

    O senador Demóstenes escreveu hoje artigo para O Globo, Reinaldo. Falando dos ataques de Aiatoélio e Mirim, inclusive.

  97. Assindético

    -

    12/03/2010 às 10:42

    (( A-N-T-O-L-Ó-G-I-C-O ))

    Parabéns ao Asher pelo excelente texto !

    Sem contar a clareza com que escreve.

    Que privilégio participar deste blog e poder me enriquecer tanto até mesmo com convidados ilustres como este.

    Obrigado Reinaldo.

  98. Norberto Bobbio

    -

    12/03/2010 às 10:41

    Caro Ascher,
    Apoio o seu pensamento. Mas, falta-nos o contraponto. A contestação. A alternativa a “tudo isso que aí está”. Almejamos que a oposição política atue de alguma forma. Que se organize para fazer frente a essa onda de manipulação explícita. Não há partidos políticos como seria de se esperar. Então, que seja como for possível organizar a atuação de homens de bem.
    O quanto antes! Por favor, antes que seja tarde.

  99. Jmendes

    -

    12/03/2010 às 10:41

    Para o esquerdista patológico, na política, na cultura, no dia à dia, no cotidiano, no pensamento, O PARTIDO é o centro absoluto. E os idiotas úteis, com “igualdade” e “justiça social” na cabeça, abrem caminho pra este inferno. Sem os idiotas úteis, O PARTIDO jamais chegaria ao poder. Foi assim na Rússia, na Coréia do Norte e em Cuba. Quando percebem a realidade da coisa, os idiotas úteis se revoltam, e vão lotar os Gulags e os paredões. A imensa maioria dos que apóiam o Lula, e por consequência, o PT, são idiotas úteis, que não sabem que estão arrumando sarna para se coçar. Chavez, por exemplo, não chegou ao poder apenas com o voto dos esquerdistas patológicos, mas com o voto dos tolos.

  100. Fernando F.

    -

    12/03/2010 às 10:39

    Merece uma placa de bronze.

  101. Siará Grande

    -

    12/03/2010 às 10:39

    Magnífico o texto de Nelson Ascher. É um artigo pra ser guardado, é um texto de formação.

  102. Alex

    -

    12/03/2010 às 10:33

    Irretocável! Queremos um país de homens, cidadãos e não um mosaico de tribos.

  103. Jmendes

    -

    12/03/2010 às 10:33

    Há dois tipos de esquerdistas: os patológicos e os idiotas úteis. Os patológicos manobram os idiotas úteis. Não gosto dos últimos, mas detesto com toda minha força os primeiros. Os esquerdistas patológicos consideram a si próprios inimputáveis, mesmo quando cometem os piores crimes. Mais do que à própria vida e mais do que a vida dos outros, eles vêem O PARTIDO como a única razão, causa e objetivo, a comandar tudo. Qualquer crime pode ser cometido sem culpa em nome do poder absoluto para o PARTIDO. Na política, na cultura, no dia à dia, no cotidiano, no pensamento, O PARTIDO é o centro absoluto. E os idiotas úteis, com “igualdade” e “justiça social” na cabeça, abrem caminho pra este inferno.

  104. De Honduras

    -

    12/03/2010 às 10:30

    Sentimento de ‘alma lavada’.

    “Só se entra no túnel até a metade, da metade em diante vislumbramos a LUZ, ela existe e é forte.”

    Parabéns Nelson Ascher, Reinaldo, e a todos que frequentam e participam do blog. Continuem irradiando LUZ para o ‘final do túnel’.

    A figura remete a distância, sei, mas, no caso, a questão é de tempo (que também pode ser distância - como queiram).

  105. Cristovam

    -

    12/03/2010 às 10:28

    Reinaldo,

    Enquanto não se juntarem as pessoas de bem e reconhecerem os direitos essenciais do individuo - Vida Liberdade e propriedade (VLP) -, estaremos a mercer desta corja de vampiros culturais, nos roubando, nos tirando a liberdade de escolher,expressar e locomover, em nome de uma tirania cretina e absurda chamada coletivismo, seja qual forma tenha.

  106. TITO

    -

    12/03/2010 às 10:28

    Não seria uma heresia em afirmar que a prática da escravatura se confunde com a com a história da humanidade.E sob esse espectro o porcentual de melanina na pele, como bem esclarece Nelson Ascher, a tese da racialização como advogam muitos, não se sustenta.Se não bastasse o embasamento científico,apoiado pela História,Sociologia,Antropologia e pela Genética, a questão além de ser descaradamente deturpada,foi politizada e pior ideologizada pela academia de plantão e a imprensa bocó reverbera essas idiotices.E aos brancos de olhos azuis, cabe reparar a herança de séculos sem o direito constititucional de se contrapor a essas políticas afirmativas que equivocadamente só visam o privilégio !

  107. Nausícaa

    -

    12/03/2010 às 10:22

    Pena que a Folha não tenha mais o Magnóli e o Ascher como articulistas.
    Pena que acadêmicos africanos não tenham espaço para divulgar seus trabalhos sobre a maciça escravidão africana praticada por chefes tribais e muçulmanos.
    Pena que vozes representativas se deixem calar frente a apuração dos crimes de lesa-humanidade praticados por Lênin e Stálin na primeira metade do século XX.
    Pena que essas mesmas vozes calem-se para o que ocorre em Cuba, Coréia do Norte, China, Sudão, Mauritânia, hoje.
    Pena que aceitemos a inversão dos sujeitos na responsabilização de crimes tipificados em lei na ONU.
    Qual a causa dessa condescendência com os comunistas?

  108. A

    -

    12/03/2010 às 10:21

    Meus sinceros parabens às lúcidas palavras de Nelson Ascher. Resumiu de forma magistral tudo que deve ser dito sobre o assunto. A lógica, ora fria e cortante, ora incadescente, para cauterizar o besteirol do “vitimismo” que tomou conta das nossas esquerdas imbecis, que vendo a “utopia do socialismo” naufragar em todo o mundo (Cuba inclusive) apela para a “defesa” imbecil das “raças sacrificadas”, do “meio-ambiente” degradado pela sociedade de consumo e outras “bandeiras” tão idiotas como. Imagino que os defensores do “mundo melhor” ficam rosnando e rilhando os dentes quando não podem censurar palavras como estas ou o seu blog. Mas o DNA stalinista deles indica que vão tentar isso.Vivem disso

  109. Míriam Martinho

    -

    12/03/2010 às 10:19

    O único senão que faço a esse texto lindíssimo é o Nelson não ter citado que a luta contra o arbítrio nosso de cada dia é uma luta que também todas as mulheres de bem devem encampar.

    De lavar a alma esse texto. Nunca precisei ler muita coisa a respeito de cotas raciais e estatuto da igualdade racial (sic) para me dar conta do absurdo de ambas as coisas. Basta um pouco de inteligência para perceber isso. Entretanto, quanto mais a gente se inteira sobre o tema mais impressionada fica com o tamanho da insânia da posição desses racialistas. É inacreditável onde chegamos. Obrigada por postar.

  110. MARCELO

    -

    12/03/2010 às 10:19

    Muito bom este artigo. Desmistifica a pilantragem esquerdopata segundo a qual temos uma dívida histórica. Divida uma ova. Negros também escravizaram negros e isso é fundamental para quebrarmos o paradigma segundo o qual o homem branco atual é culpado pelos erros cometidos pelos senhores de engenho do passado.
    Bando de pilantras.
    Estamos de olho nessa vagabundagem intelectual.

  111. Fátima

    -

    12/03/2010 às 10:18

    BRAVO! Vamos corrigir os erros de nossos antepassados fazendo o oposto do que fizeram e NÃO repetindo os seus ERROS. Vamos DEFENDER A DEMOCRACIA E O DIREITO DE EXPRESSÃO daqueles que CONHECEM de perto aonde foi parar AQUELAS CIVILIZAÇÕES, precisamos aprender com seus erros, em lugar de repetí-los como quer essa nova classe social que tomou conta do poder.

  112. Ataíde

    -

    12/03/2010 às 10:13

    Lindo e maravilhoso! Ensina, esclarece. Muita gente se beneficiará deste texto; para o bem. Mas um petista não entenderá nada… Nem precisa! O petralha (indivíduo) é escória que temos que aguentar. Com sua ridícula visão de mundo; com suas camisetas trazendo o porco imundo. Mas, felizmente, se auto extinguirão aos poucos. Paciência.

  113. Henrique Mineiro

    -

    12/03/2010 às 10:13

    Nada a acrescentar, aplauso pela inteligência, clareza de raciocínio. Brilhante. Pena que o “raciocímio” PeTralha não consegue entender.

  114. bijuxinthebox

    -

    12/03/2010 às 10:13

    Como se dizia nos anos 70, falou e disse. É um prazer ler gente bem informada, culta, esclarecida, como Nelson Archer. Gente de bem… o que logicamente inclui você, Reinaldo. Obrigada por nos brindar novamente com este primor de bom senso.

  115. antonio

    -

    12/03/2010 às 10:11

    Não há o que acrescentar. O teor da carta diz tudo. Só nos resta lutar para que o Estado de Direito não seja banido do Brasil

  116. Vanderly

    -

    12/03/2010 às 10:06

    Texto estarrecedor de tão esclarecedor, e estes que se dizem “democratas”, mas amam e idolatram, pra não dizer, mas já dizendo, como é mesmo aquela música brega paga pau, para certas tiranias, Cuba, China, Coréia do Norte, Afeganistão e Iraque, antes da invasão dos países aliados, Irã, e por ai vai, consigo imaginar até o frenesi interno que estes nomes causam nas mentes deturpadas desta gente, e ainda querem se dizer reparadores de injustiças? Aqui pra vocês manés o que querem de fato, e enganando, como sempre, o povo e alguns incautos, é implantar o regime “democrático” de um partido só que não pode, em hipótese nenhuma, ser contestado. Por que escravos não podem reclamar.

  117. branda

    -

    12/03/2010 às 10:06

    BRAVO!!!!!

  118. Petrus Evelyn

    -

    12/03/2010 às 10:05

    Daqui a 100 anos a esquerda brasileira irá defender cotas para brancos devido as vantagens que os negros tiveram atualmente. Se um desses homens que defendem as cotas para negros pudesse usar uma máquina do tempo e voltar ao período de escravidão e encontrasse um negro, ele diria: “Não se preocupe, meu amigo, seus bisnetos terão uma vantagem para acessar as universidades brasileiras que os filhos dos seus patrões não terão e essa será a compensação pelo seu sofrimento”.

  119. OSWALDO RIBEIRO

    -

    12/03/2010 às 10:04

    Um brasileiro, branco, trabalhador, catolico, classe media, voltava para sua casa no Mato Grosso,nas belas e esburacadas estradas quando foi surpreendido por um pedagio de indios. Pagou a taxa compulsoria e, logo adiante, novamente a estrada estava bloqueada por sem-vergonhas, ou melhor sem-terras. Enquanto esperava pelo desbloqueio recebeu uma ligaçao pelo celular (FHC) de seu filho que havia ficado de fora da universidade em detrimento de um cotista, cuja nota era infinitamente menor. Sem argumentos para explicar tanta injustiça,voltou devagarinho para casa esperando uma passeata da UNE pelo caminho

  120. CMarcondes

    -

    12/03/2010 às 10:02

    Obrigado pelo belisssimo texto, Sr. Ascher.

  121. Silva Júnior

    -

    12/03/2010 às 10:01

    Ual! Que lavada nesses esquedopatas de miolo mole. Essa doeu.

  122. Leonel Gomes

    -

    12/03/2010 às 10:01

    Se o Demétrio Magnoli tivesse meia hora naquela tal audiência sobre cotas, tenho absoluta certeza que ele convenceria até os verdadeiros racistas - a turma dos 28 - sobre a ridicula proposição de cotas raciais. Certamente, pouquíssimas pessoas no Brasil tem conhecimento e competência para falar sobre questões raciais como ele. As manifestaçãos do sindicato contra Magnoli é mais uma demonstração do aparelhamento sindical brasileiro determinado pela Ditadura petralha.

  123. sem paciência.....

    -

    12/03/2010 às 10:00

    Reinaldo:

    Essa quadrilha que lula formou há tempos atrás, não está visando apenas o poder total sobre a sociedade brasileira. Êles vão muito além, quando tentam implantar o ódio entre as diversas etnias existentes no país. O que êles estão dispostos a protagonizar é uma futura guerra entre brancos e negros etc. O ódio, que sempre foi uma forma estúpida de coexistência entre negros e brancos nos Estados Unidos, está sendo transplantado pelas mentes diabólicas dessa cambada de safados que merecem simplesmente o paredão. Não pode haver perdão pra tanta baixeza. Pois, se dermos oportunidade estaremos apenas adiando nossa pena de morte.

  124. bruno

    -

    12/03/2010 às 9:56

    O ser humano, infelizmente, deturpa o verdadeiro sentido da História. Acredito que não devemos mesmo reviver fatos passados, transferindo-os para o presente, numa espécie de DeLorean que viaja no tempo, afim de reparar erros. A História serve para mostar à sociedade o que foi feito de errado e assim, não mais o fazer, sempre tentando melhorar, podendo chamar isso de processo evolutivo. Esqueçamos o ódio passado, vivendo o presente, consertando os erros, preparando um futuro mais justo.
    Escravidão, genocídio, Holocausto, entre outros, são episódios marcantes na humanidade, suas vítimas serão sempre lembradas com carinho por todos de bom coração…

  125. André

    -

    12/03/2010 às 9:55

    Texto sensacional. Parabéns ao autor.

  126. Cambronne

    -

    12/03/2010 às 9:55

    Pois é. Ainda temos gente que pensa no Brasil. E por isso a canalha petralha bandida (redundância?) precisa fazer passar essas estrovengas rapidamente para ver o país se transformar numa Cuba, Venezuela e assemelhados. Ontem vi, penalizado, uma petralha atacando o Congresso “panamenho”, meu Deus!, por sua ação contra Zelaya! E a isto estamos expostos!

  127. Ségolène

    -

    12/03/2010 às 9:53

    Eu fico aqui pensando por quanto tempo ainda teremos que aturar patrulhas ideológicas contra verdades históricas. Meu receio é que na geração de meus futuros netos eles já comecem aprendendo na pré-escola a esquerdiopatia e a história achada nas ruas.

    Porque, infelizmente, o ensino idiotizante-esquerdista está no seu auge. Ninguém mais raciocina, aprende de orelhada e pronto.

  128. Marilena

    -

    12/03/2010 às 9:52

    Diante do brilhantismo de certos textos me sinto intimidada a tecer maiores comentários além daqueles como MAGNÍFICO! GENIAL! etc.

    Confesso, sem o menor escrúpulo, a minha servidão voluntária ao talento, à erudição e à sabedoria de gente como Nelson Ascher

  129. Rolando

    -

    12/03/2010 às 9:50

    Uau, belo e sabio texto, isso deveria ser pagina da primeira pagina dos jornais.

    Infelizmente por causa da educação de baixa qualidade do nosso país as pessoas não sabem dos fatos relatados nesse texto, os nossos jornais e TVs bem que poderiam gastar um tempinho mostrando tais fatos, se passassem no Fantástico uma matéria mostrando o que foi dito no texto a Globo faria um bem enorme ao nosso país.

  130. léo guedes

    -

    12/03/2010 às 9:45

    Apenas lúcido!

  131. José Pereira

    -

    12/03/2010 às 9:45

    Texto como este é jóia muito rara, hoje em dia, nos meios de comunicação social. E este Blog, ancorado no Portal da Veja, ao receber e divulgar a carta-artigo do poeta, tradutor e jornalista Nelson Ascher, por motivo da presença de tantos debilóides que pululam por aí falando de escravidão e não de escravidões, fica (este Blog) ainda maior, cada vez mais dignificado e honrado! Graças a Deus nós podemos saber, desta forma, quanta gente sábia, serena e inteligente existe, pelos meandros da existência atual, influindo positivamente! Obrigado, Senhor!

  132. Cida

    -

    12/03/2010 às 9:44

    Reinaldo,

    Obrigada por nos brindar com esta carta maravilhosa do Nelson Ascher.
    Isso sim, é expressão do pensamento livre e cidadão que queremos e lutaremos para preservar a despeito dos delinquêntes que hoje ocupam o poder. Cada vez mais aumenta o meu desprezo a essa gente que se diz defensor dos pobres e soprimidos e avançam em seus delírios totalitários, como você mesmo diz.

    Sinto-me orgulhosa de compartilhar de suas leituras e enviá-las aos meus amigos.

  133. Nanado

    -

    12/03/2010 às 9:43

    Excelente texto. Existe outro aspecto da questão que gostaria fosse apreciado por este blog, e também por Ascher:
    O sistema de quotas não estaria a afirmar uma diferença de raças?
    O sitema de quotas não estaria a confirmar a inferioridade de uma raça perante outra? E se a resposta às questões acima forem afirmativas, seguem-se outra indagações: Qual será a reação daquele que é tolhido em seus direitos? Será tal reação discriminatória? Instalar-se-á um conflito social? É isso o que os ruminantes pretendem? As respostas às indagações que faço aqui me levam à notória conclusão de que o sistema de quotas é INCONSTITUCIONAL! E não precisa comer muito capim para entender isso!

  134. Gilberto

    -

    12/03/2010 às 9:41

    Excelente texto!
    É preciso dar um chega pra lá nestes esquerdistas comunistas, para nos livrar de suas criações,( MST, tv estatal , mensaleiros, ongueiros, sindicatos a serviço de partidos…..) que nos fazem escravos quando temos que recolher parte consideravel do resultado de nosso trabalho para sustentar estas ”vitimas privilegiadas”.

  135. gilmar

    -

    12/03/2010 às 9:37

    Poucas vezes vi um texto dizer tanto , simplesmente FANTASTICO.

  136. Jayme

    -

    12/03/2010 às 9:27

    Anacronismo é um termo incompreensível para estes pretensos socialistas e pseudo-democratas. Não perceberam que o mundo mudou, que a direita evoluiu e até o Lula, ligeiramente, se endireitou.
    Até quando vão bater na mesma tecla vestidos na sua própria moda ultrapassada de camiseta vermelha, bolsa de couro a tira-colo, empunhando uma bandeira colorada com estrela branca numa mão e foice na outra?

  137. Janga

    -

    12/03/2010 às 9:24

    Reinaldo,
    Só discordo de quem iniciou a luta contra o trabalho escravo: 250 anos antes dos pastores protestantes ingleses como o citado Wliberforce, já os padres católicos, especialmente jesuítas, como os nossos Vieiras, Anchietas, Nóbregas e centenas de outros assumiram essa luta, a qual, no séc. XVIIII, culminou com o famoso arranca-rabo com o Marquês de Pombal resultando na sua expulsão do Brasil.

  138. Natal

    -

    12/03/2010 às 9:24

    MAGISTRAAAAAL!!! Mas, Reinaldo, reserve um espaço para publicar a próxima nota de repúdio do tal sindicato (”sindicato”, lembra organizações mafiosas, não é?”), que com certeza virá. Afinal, dirigentes sindicais têm todo tempo do mundo para fazer coisas inúteis, pagos que são pelos colegas que de fato ralam o dia todo. Bons tempos quando o sindicato dos jornalistas de SP corajosamente denunciava a morte de Vladimir Herzog, por exemplo. Agora, só serve para defender esse governo salafrário e usurpador que se instalou no Brasil.

  139. QUALQUER SEMELHANÇA NÃO É MERA CONINCIDÊNICA...

    -

    12/03/2010 às 9:22

    Em 1973, Mimi, o Metalúrgico, de Lina Wertmuller, foi retirado às pressas de cartaz em todo o território nacional. No domingo à noite, na Cinelândia, eu podia ter visto qualquer outro filme, mas calhou de ser Mimi. Foi uma escolha aleatória. Na segunda-feira, o professor de História do Ginásio Estadual do Gonzaga comentou a proibição. Não entendi bem, mas levantei a mão, pedindo permissão para falar:
    — Vi esse filme ontem!
    — Não acredito!…
    — Vi Mimi, sim! Ontem à noite, na sessão das oito.
    Ele me convidou então para contar à classe as minhas impressões sobre a obra.
    — Ver Mimi foi a maior moleza! — comecei dizendo. — O porteiro do Cine Roxy nem desconfiou da minha carteirinha falsificada!
    O professor me interrompeu e referiu-se ao conteúdo político do filme. Respondi:
    — Político?… Mimi não tem nada de político! É comédia pura! Um dos filmes mais engraçados que já vi na vida! O senhor precisava ver a cara do Mimi, principalmente quando ele tenta acertar a mulher dele com uma faca, porque ela o traiu com um cara. Que cena! Que cena!…
    Paciente, o professor propôs:
    — Vamos ver a questão por outro lado… Você acha engraçado alguém trair e ser traído? Será que não existe aí uma simbologia política?
    — É porque o senhor não viu o filme! É só comédia. Tem uma hora em que o Mimi leva uma gorda imensa pra cama e o bundão dela enche toda a tela do cinema!
    Mimi!… De repente, o herói da classe — em guarda contra o professor de História.

  140. Erasmo Moraes Oliveira

    -

    12/03/2010 às 9:20

    Caro Reinaldo parabens pela Reprodução do Texto, Reinaldo no Universo dos que teem direito as “cotas” qual o Percentual que verdadeiramente teria acesso ?, acho que uma minoria, poia a maioria não tem Escolaridade, então não dar condições há está grande maioria É a prova Evidente de pura Demagogia. Reinaldo vai sêr dificil , praticamente IMPOSSIVEL recuperar este Pais Éticamente e Moralmente depois de 8 Anos de Desgoverno e Elogio as pratícas “CRIMINOSAS”.

  141. Francisco Silva

    -

    12/03/2010 às 9:16

    Parabéns que testo lindo! Uma verdadeira aula de história.
    Obrigado!

  142. Vando

    -

    12/03/2010 às 9:16

    Ótimo artigo. Dasafio os esquedistas asquerosos defensores das cotas a justificarem suas posições com a mesma claresa e fidelidade à história. Ainda há interligencia neste país.

  143. Jáder Ribeiro

    -

    12/03/2010 às 9:09

    impressionante! simplesmente impressionante esta aula sobre o que está realmente acontecendo sobre essa discussão de cotas nas faculdades! como sempre, os petralhas buscam impor suas idéias incriticáveis e tentam fazer crer que o assunto é de uma simplicidade franciscana, negro é negro (rico ou pobre) e branco é branco. Esse complexo de Robin Hood que assola este governo há muito já extrapola o bom senso e a razoabilidade. Fico extremamente feliz em ler essas idéias expostas por quem realmente entende do assunto, como Magnoli e Ascher e, também faço faço coro para que não se curvem diante da amaeaça desses imbecis que querem censurar qualquer divergência quanto à suas idéias.

  144. Ferrabraz

    -

    12/03/2010 às 9:09

    Pois é, o travessão da tranversalidade girou e ja esta gerando as contra criticas aos transversalistas, levantado o outro lado, muito claro neste Ascher ao defender Magnolli, que agora começa a acirar o debate com exemplos e palavras como acirrar a guerra civil, as quais acabam circulando nas ruas, vão aos gabinetes municipais que interragem com seus legisladores nos estados e na união, aí começam a pensar e discutir a trama esquerdopata, mobilizam-se e esta formada a reação burguesa. E esta, nunca sabemos como terminará. Eu acho, que o Brasil nunca teve mais que uns “putshzinhos” e niniditaduras, nunca uma limpeza ideológica em série, para sangrar o povo. Poderá vir a acontecer também aqui.

  145. JP

    -

    12/03/2010 às 9:08

    Putz… só consigo ser lacônico, numa hora dessas. Que legal.

  146. Daniel Santos

    -

    12/03/2010 às 9:08

    Muito bom texto.

    Ele usou o termo “aristocracia de vítimas hereditárias”. Quero lembrar que mentiras são práticas porque são multiuso. Nas discusões sobre o clima os países pobres cobravam mais responsabilidades dos ricos menos pelo que poluem hoje (porque os pobres industrializados poluem tanto quanto) e mais pelo que poluíram. O Europeu é um infeliz, nasceu escravocrata, estuprador, poluidor e assasino de índios. Se voce for brasileiro branco então é criminoso hereditário para com os negros, mas, quem sabe, pode repassar sua dívida aos desmatadores hereditários europeus.

  147. josie

    -

    12/03/2010 às 9:07

    Rei,

    MARAVILHOSO!

    Tenho orgulho de ser leitora deste blog!

    Infelizmente a esquerda tem feito um trabalho duro (”pedagogia” do senso comum) e muitas pessoas não entenderiam este texto.

    abraço

  148. Se-Gyn

    -

    12/03/2010 às 9:05

    Um texto fantástico. Sua clareza e lógica são inatacáveis. E sua profissão de fé na democracia representativa e no futuro são notáveis. Daqueles - de repassar…

  149. Aldo Matias

    -

    12/03/2010 às 9:04

    Reinaldo,
    Um texto para ser colocado num quadro e incluido nos currículos escolares para que os jovens estudantes de hoje possam ter algum contato com a dignidade e os direitos e deveres inerentes à democracia. Muito obrigado. Pena que elles não irão lê-lo. E se o fizerem, não vão entendê-lo.

  150. Rodrigo L.

    -

    12/03/2010 às 9:04

    Quanto a fazer “justiça” às vítimas do passado, é claro que isso é bem mais fácil do que impedir que os fatos se repitam no presente. Aliás, parece que essa pretensa “justiça” é de mão única, pois só vai até o passado. Quando se fala das barbaridades que são cometidas em nossos dias, tais “juízes” ficam totalmente mudos e sem ação. Por que será?

  151. Malu

    -

    12/03/2010 às 9:03

    Que texto, hein?! Coisa de gente. E grande.

  152. João Alberto

    -

    12/03/2010 às 9:03

    Perfeito.
    A pior escravidão é a da liberdade de expressão e de pensamento, tão usual pelos comuno/oportunistas, lixo puro !!!!!

  153. O Libertário

    -

    12/03/2010 às 9:03

    É isso que eu venho esperando, há tempo, que seja dito na TV Globo, em horario nobre, por várias dessas celebridades formadoras de opinião, seguidamente, por vários dias, por meses a fio, até que toda a população tenha tido a oportunidade de ouvir esse lado do pensamento e fazer sua própria avaliação.

  154. Sergio S. Oliveira

    -

    12/03/2010 às 9:03

    Um texto como este - primoroso e absolutamente correto - deveria fazer parte do editorial de todos os jornais brasileiros e ser afixado em todas as reitorias, blocos e corredores de todas as universidades brasileiras.

    Estamos todos, cidadãos de bem e minimamente inteligentes, sendo ameaçados todos os dias por esta corja de seres ruminantes que pensam que pensam e que são inteligentes. Temos que nos defender das mordaças e cabrestos que esta gente ordinária quer nos impor.

    Viva a liberdade de pensamento, a liberdade de expressão e de poder ir e vir. Eu sou cidadão de um país livre, coeso, unido e não de um país que querem dividir por raça e credo político.

    Parabéns pela lucidez.

  155. Puxinanã

    -

    12/03/2010 às 8:58

    Reinaldo, só num post como o seu poderíamos ler artigo desse quilate. É animador saber que ainda há pessoas como você, Demétrio Magnoli e Nelson Ascher (já salvei o artigo para a minha biblioteca virtual). Um abraço para todos. Puxinanã.

  156. Ari Grassia Junior

    -

    12/03/2010 às 8:56

    Olá, Reinaldo. Sou seu leitor diário e vejo em seus textos uma “quase leitura Mãe-Dináhtica” de meus pensamentos (deve haver milhões de pessoas com sentimento parecido). Recebi um texto sobre os males do socialismo (auto-explicativo até para os quadrúpedes vermelhos) que gostaria de enviar para você mas é grande demais para o espaço de comentários. Existe algum e-mail em que eu possa te repassar o texto? Abraço. Ari.

  157. Alligare

    -

    12/03/2010 às 8:54

    Palavras tão lúcidas e bem colocadas, soam como música divina - Graças à Deus, por elas!

    É tanta besteira que se percebe nos “trabalhos” jornalísticos da intelectualha esquerdiota, e tamanho é o volume dos mesmos, que a gente chega a desanimar - não é possível que “todos” tenham sido abduzidos pela criatura alienígena que pousou no planalto…

    Mas até que gostaria de conhecer a “proposta racista” da pseudo-jornalista Laura;como ela faria uma “separação” entre brancos e negros - cor da pele, exame de DNA, questionário…

    Como o assunto em pauta tem a ver com “direitos humanos”, creio que teria que ser feito exame de DNA - e o resutado só poderá ser, 100% branco, 100% negro ou mestiço…

  158. M. Cristina

    -

    12/03/2010 às 8:51

    Texto maravilhooso!!!!Emocionante…Pessoas irresponsáveis essas que querem semear a discórdia entre seres humanos, sejam eles pardos, brancos, mulatos,o pior de tudo(sei muito bem do que falo)é que essa semente do mal passa a ficar na cabeça dos que se sentem injustiçados, passando a justificar atos de vingança e compensação pelo que supostamente eles julgam lhes ter sido tirado. Esse mal tem que ser cortado pela raíz, antes que seja tarde demais!!!!!!!!!!!!!

  159. Pedrim

    -

    12/03/2010 às 8:49

    Post dos mais importantes, em minha opinião, para colocar a discussão do tema em foco nos trilhos corretos.
    A clareza das informações e a lógica analítica demonstradas apontam para o Norte correto a seguir nessa discussão.
    Para os que estão abertos à discussão-construção-renovação dos vários ângulos deste tema, é oportunidade para aprendizado e troca. Para os que tentam ‘engessar’ a coisa, cristalizando-a com ‘uma verdade’ (ou melhor, “A” verdade, no caso, a “própria”), aí é tarefa de loucos.
    Fico bobo de ver como os petistas conheci e convivi, que são gente boa, ainda se comportam como capachos de um discurso já morto na nascente. Acordem!!! Pensem!!!

  160. Maria Helena

    -

    12/03/2010 às 8:45

    Reinaldo Azevedo, Demétrio magnoli, Nelson Ascher, Diogo Mainardi… obrigada por existirem!

  161. Moacir

    -

    12/03/2010 às 8:40

    Caramba, que aula!!! Um texto fantástico!!!

  162. Canditado

    -

    12/03/2010 às 8:37

    Em algumas sociedades até o passado é incerto…

  163. carla

    -

    12/03/2010 às 8:36

    Esse artigo deveria estar em todas as redes de trv e radio do Brasil,deveria ser materia obrigatoria nas escolas e universidades e ser repetido todos os dias como uma ave maria.

  164. roby

    -

    12/03/2010 às 8:35

    É sempre um prazer a leitura de qualquer coisa da lavra de Nelson Ascher. Será que é tão difícil compreender a simples lógica empregada em seu arrazoado? Que uma pessoa assim não pode ser comprada, não pode viver a soldo de qualquer ideologia?
    Que fique por perto: quando a moda do jornalismo decente voltar (ano que vem, talvez?) pessoas como ele serão muito necessárias, pois há muito o que reformar em nossa “mídia”.

  165. Sergio Mendes

    -

    12/03/2010 às 8:35

    Texto simplesmente perfeito, racional e inteligente. Nada a acrescentar.

  166. Edson Martins - Dom Pedrito -RS

    -

    12/03/2010 às 8:33

    Caro Reinaldo
    Só tenho que dar parabéns a ti, Magnoli e ao Ascher, e outros que tem esta visão de liberdade. Que beleza de artigo. Claro que PTralhas não conseguem lêr e muito menos entender artigos como esse de Ascher. Estes comunista de araque, não tem mais argumento para o socialismos como antes, pois as esperências foram desastradas. E agora querem deturpar a história para seus objetivos monetários e de dominação. Fui contra a ditadura,e tomei pau por isso, mas se êles nos impôr seus métodos de dominação teremos que pegar nas armas e junto com nossas forças armadas,botá-los nos seus lugares, sem riscos de outra ditadora. Já teve reunião do Clube Millitar, com compormisso de Democracia.

  167. Burke

    -

    12/03/2010 às 8:32

    Vou colocar uma moldura neste texto e pendurá-lo na forma de quadro na parede de minha sala. Uma obra de arte! Perfeito.

  168. Observer

    -

    12/03/2010 às 8:31

    Brilhante!!

    Devia ficar no alto da página, em negrito, para que todos lessem.

  169. Linus Ferdinand

    -

    12/03/2010 às 8:22

    Eu também sou contra todas as formas de servidão… incluindo aquela denunciada pelo Hayek naquele seu livro que explica tão bem o que tem acontecido do lado de baixo do equador… e logo acima também…

  170. Sou do Sul

    -

    12/03/2010 às 8:20

    Caro Reinaldo:
    O texto do Nelson Ascher merecer figurar no Panteão da Liberdade, moldado em ouro. Sem dúvidas, em meus quase 60 anos de vida, foi um dos escritos mais inteligentes que topei — na forma e no conteúdo. É um raio de sol poderoso, que, tenho certeza, adentrará as trevas e resgatará os espíritos para a causa do bem.

  171. Dacem

    -

    12/03/2010 às 8:19

    Obrigado Nelson Ascher pelo artigo maravilhoso. Obrigado Reinaldo Azevedo por ter o mérito de veicular a mensagem do Nelson Ascher.
    É difícil de acreditar que, no século 21, o Brasil, esse país tão bonito e tão rico, é dirigido e dominado por um bando de indivíduos que têm como única meta a dominação desse país e desse povo, como se isso fosse possível e como se todos os candidatos a tiranos e seus asseclas não tivessem um fim trágico, por resultado dessa mesma intenção. Eles, os CARAS, são só mais um bando de amorais e de idiotia plena.

  172. lilian

    -

    12/03/2010 às 8:18

    Obrigada a vc, Reinaldo, e obrigada a Nelson Ascher por esse texto precioso que guardarei em meus arquivos.

  173. gonçalves

    -

    12/03/2010 às 8:13

    Emocionante!

    Gonçalves

  174. Helder

    -

    12/03/2010 às 8:10

    Muito importante.

  175. DESCONHECIDO

    -

    12/03/2010 às 8:07

    POR ISSO OS HOMENS DE BOA FÉ PRECISAM ESTAR ATENTOS.
    JESUS CRISTO SEMPRE DISSE QUE É DIFÍCIL SEPARAR O JOIO DO TRIGO.O PROBLEMA É QUE O JOIO HUMANO, É MUITO ESPERTO, MAQUIAVÉLICO, SATÂNICO E SANGUINÁRIO E PIOR, SABE PERFEITAMENTE O QUE ESTÁ FAZENDO.
    AGORA O QUE É ESTRANHO É QUE UM SR. DA CNBB, CRITICOU O MENSALÃO DO DEM, PORÉM NÃO CRITICOU OS OUTROS MENSALÕES DO PT, A CURRUPÇÃO GENERALIZADA DA ESQUERDA ASSASSINA, NÃO APOIOU A IMPRENSA LIVRE. FALA DA REFORMA POLÍTICA E DA DEMOCRACIA PARTICIPATIVA IGUAL AO QUE O GOVERNO, E AINDA DISSE QUE A DEMOCRACIA ESTÁ EM CHEQUE, SÓ QUE NÃO DISSE QUE ELA ESTARÁ EM CHEQUE CASO O “PACOTE DE DIREITOS HUMANOS” DO GOVERNO FOR APROVADO. SÓ CHIOU SOBRE O ABORTO

  176. Milena

    -

    12/03/2010 às 7:55

    O texto de Ascher é simplesmente brilhante!

    Achei curiosa a menção ao fato de que a palavra escravo remete aos eslavos cativos. Eu já tinha notado, na língua inglesa, a semelhança entre as palavras “Slavic” (eslavo) e “slave” (escravo).

    Como descendente de eslavos, é claro que esse fato não me deixa feliz. Mas, ao contrário da “intelectualha esquerdofrênica” (tomei a liberdade de copiar a expressão do texto de Ascher), não fecho os olhos ao fato de que escravidão sempre existiu nos tempos antigos. É só olhar para trás: Roma, Grécia, Império Otomano, reinos africanos.

    Bravo, bravissimo!!

  177. IP

    -

    12/03/2010 às 7:55

    Excelente a nota do poeta Nelson!!

  178. Anouk

    -

    12/03/2010 às 7:50

    Reinaldao,

    Este blog é adorável.

    Impecável a apresentacao de seu amigo Nelson Ascher.

  179. Freitas

    -

    12/03/2010 às 7:38

    Como eu gostaria de ter escrito esta lição de lucidez!!!!

  180. sueli

    -

    12/03/2010 às 7:36

    Bravo!
    Bravíssimo!
    Sinto pena dos petralhas pois ao contrário deles , sei que o meu corpo pode até ser escravizado mas a minha mente sempre será livre.

  181. José Rodrigo

    -

    12/03/2010 às 7:33

    O interessante seria agora punir judicialmente todos os criaores de programas raciais do país.

  182. Brasileira

    -

    12/03/2010 às 7:24

    Parabéns a Nelson Ascher pelo artigo esclarecedor. As coisas que estão acontecendo, a vilania com que alguns jornalistas se colocam a serviço de um partido e de uma ideologia não combinam com o regime democrático e o estado de direito. A liberdade de expressar um pensamento divergente é direito sagrado e é dever de todo cidadão defender esta liberdade com unhas e dentes.
    Aos jornalistas de verdade, que estão dispostos a engrossar as fileiras na batalha contra o jornalismo de aluguel que no fundo são escravos de uma ideologia e consequentemente de um partido o meu muito obrigado.

  183. Eliana

    -

    12/03/2010 às 7:23

    Reinaldo!

    Texto emocionante!!!

  184. JORGE COSTA

    -

    12/03/2010 às 7:20

    O texto de Nelson Ascher toca de raspão na questão central,que é a religiosa.Desde sábado 528 crsistãos já foram massacrados na Nigéria sem que nossos campeões da luta pelos direitos afros dissessem uma só palavra.Conheci o missionário angolano Quiamambo Maluquiça,um dos principais estudiosos da macumba em sua terra.São relatos terríveis.Que tal uma tese de doutorado estudando a relação entre violência e religiosidade entre os negros?Com toda certeza revelaria duas realidades muito diferentes entre os que se converteram ao cristianismo e os que permeneceram presos às crendices trazidas nos tumbeiros.E realidades econômicas e sociais diferentes também.

  185. Antonio Augusto Carvalho

    -

    12/03/2010 às 7:20

    Texto maravilhoso! Claro, elucidativo e iluminado. Que sirva de exemplo a todos.

  186. Marcus Meyer

    -

    12/03/2010 às 7:18

    O texto é irretocável. Excelente!

  187. Rubens Costa

    -

    12/03/2010 às 7:11

    Reinaldo, bom dia! Um texto perfeito, claro e irrefutável, pois foi embassado na história e não na utopia da conveniência comuno- neo-burguesa das amabas do PT.

  188. Dovany

    -

    12/03/2010 às 7:10

    Ideal este post

  189. Brasileira

    -

    12/03/2010 às 7:07

    Este regime de contas é totalmente absurdo, é coisa de quem não tem o que fazer. O ano passado fui matricular meu filho no ensino médio e tive que declarar a cor. A pergunta me chocou, então respondi que meu filho não tinha cor definida, era colorido . chamei o garoto, pedi que a funcionária olhasse e perguntei que cor ela achava que ele tinha e está lá na ficha de matrícula, parda. Eu quero que ele consiga ingressar na faculdade por ser capaz e inteligente não pela cor de sua pele. Não existe nada mais preconceituoso do que este sistema de cotas para negros. Cotas para estudante de baixa renda sim, pela cor da pele não.

  190. Solo

    -

    12/03/2010 às 7:04

    Grande Nelson Ascher, grande Reinaldo Azevedo!!! Muito obrigado aos dois.

  191. bereta

    -

    12/03/2010 às 6:59

    “POR SORTE, E AO CONTRÁRIO DO QUE SUCEDE COM A ESCRAVI- DÃO DO PASSADO, ESTA É UMA CONTRA A QUAL TODOS OS HO-MENS DE BEM PODEM - E DEVEM - LUTAR”. Nesse parágrafo está resumido todo o comentário do articulista. Esperaremos perder pa-ra e, só após a perda, dar valor a liberdade? Seremos como os a-mantes que se separam e ficam a chorar atrás das portas, dizendo- quanta falta ele(a) me faz? Até quando seremos capazes de não aprender com os erros alheios? Artigos iguais a esse deveriam circular em todas as praças, boca a boca, braço a braço. Os porcos já cooptaram os cachorros. Os murais de avisos confundem o eleitorado. Já já teremos fuzis apontados para nosso peito, nós, os inimigos do povo!

  192. Pedro Erik

    -

    12/03/2010 às 6:58

    Obrigado, Reinaldo, por nos mostrar esse histórico texto de Ascher.

    Destaco o que ele disse em:

    “Quem quer que tente impedir a livre expressão das opiniões alheias não está, de modo algum, compensando ou remediando a escravidão passada, mas, sim, instaurando a futura”

    Sensacional!! Ainda bem que no Brasil, há Aschers, Reinaldos, Demétrios, Augustos, Mainardis, Guzzos, para mostrar que há vida bastante inteligente no Brasil, capaz de publicar um texto histórico para apreço internacional.

    Abraço,
    Pedro Erik

  193. edson luchesi

    -

    12/03/2010 às 6:37

    Nota 10. Só não é 12 porque não é uisque.

  194. Sergio Accioly

    -

    12/03/2010 às 6:34

    A escravidão mais perigosa e perniciosa não é aquela abolida há um século ou mais, mas, antes, aquela que já existe e aquela que segue nos ameaçando com seu retorno iminente em cada ato ou ação que corrói e enfraquece a democracia. Por sorte, e ao contrário do que sucede com a escravidão do passado, esta é uma contra a qual todos os homens de bem podem -e devem-lutar.

    Isto é para ser impresso, colocado num quadro e pendurado numa parede para ser lido muitas vezes ao dia para que não nos esqueçamos do perigo que nos ronda. À LUTA, sem esmorecer!

  195. tucunaré

    -

    12/03/2010 às 6:11

    Após ler este artigo , o do Demetrio, os de Reinaldo Azevedo sobre o assunto e “compara-los” com aquilo que escrevem os defensores das cotas e opositores do direito de expressão que não comunguem com as suas opiniões, como Elio Gaspari, Miriam Leitão, o Sindicato dos Jornalistas de SP e a Federação Nacional de jornalistas, e todos demais do mesmo naipe depara-se com um abismo intransponível. De um lado o conhecimento, a capacidade critica e de analise, a preocupação com a verdade, a argumentação solida. De outro apenas a mentira, o ódio profundo, a ideologia barata , a tentativa de desmoralizar ao invés de argumentar.Não, não é possivel comparar entes de natureza absolutamente diferentes.

  196. shirlei horta

    -

    12/03/2010 às 5:53

    Gente civilizada é outra história, né não???

  197. Roberto

    -

    12/03/2010 às 5:51

    Sublime.
    Algum jornal, se é que ainda os há com coragem para publicar textos tão definitivos em defesa da democracia, deveria publicar este texto de Nelson.

  198. shirlei horta

    -

    12/03/2010 às 5:38

    Nelson,

    Sabe o que eu mais respeito em uma pessoa humana? Sua honestidade intelectual.

    Obrigada, a inteligência agradece.

  199. shirlei horta

    -

    12/03/2010 às 5:34

    É isso! O fascismo está aqui, só temos que acusar o golpe!!


 

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