29/06/2010
às 17:36REPORTAGEM DO ESTADÃO PAGA PEDÁGIO PARA A CAMPANHA DE MERCADANTE E ELEGE “ESTRADA DA MORTE” COMO UM BOM MODELO…
O companheiro Aloizio Mercadante, candidato do PT ao governo de São Paulo, está de parabéns! Conseguiu emplacar ontem uma reportagem no incrivelmente petizado caderno “Metrópole”, do Estadão. A pauta foi fornecida por um certo “Movimento Estadual Contra os Pedágios Abusivos de São Paulo”. Curiosamente, leitores me mandam mensagens demonstrando que este tal movimento é uma invenção de blogs financiados direta ou indiretamente pelo petismo.
A manipulação grosseira da informação já começa pelo título: “SP ganha um pedágio a cada 40 dias; tarifas sobem novamente na quinta”. Por que escrevo assim? Leiam o primeiro parágrafo do texto para que a gente possa fazer a anatomia de uma pantomima partidária:
Desde o início da privatização das rodovias de São Paulo, em 1998, foram instalados 112 pedágios nas estradas paulistas - o equivalente a uma praça nova a cada 40 dias. O Estado já tem mais pedágios do que todo o resto do Brasil. São 160 pontos de cobrança em vias estaduais e federais no território paulista, ante 113 no restante do País, segundo a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias.
Ora, as praças de pedágio têm as construções aceleradas quando se fazem as concessões. É evidente que a construção dos postos não obedece a um cronograma quase mensal. Esse tipo de média valeria, por exemplo, para as chuvas do Nordeste? No fim do ano, o Estadão pegará as chuvas de junho em Alagoas e Pernambuco para medir o nível médio mensal de precipitação nos dois estados? Imaginem: quando vier a seca, o repórter poderia tranqüilizar os moradores daqueles estados: “Fiquem calmos; a média mensal continua boa”.
Vamos seguir: São Paulo tem 112 postos de pedágio “ante 113 no restante do país”??? Isso quer dizer o quê? Nada! Revela apenas que o sistema de concessões no estado, FELIZMENTE, avançou mais do que no resto do Brasil. Quanto aos preços que “sobem novamente”, uma indagação: esse “novamente” quer dizer que se trata de um abuso, o que é mentira, ou que existe uma regra para os reajustes, devidamente definida em contrato? Mercadante está em busca de uma pauta em são Paulo. Ele está tentando definir por que é candidato. O Estadão está dando uma força. Vamos seguir com a reportagem.
Nos últimos 12 anos, a segurança e a qualidade das rodovias melhoraram, mas os altos preços cobrados se tornaram alvo frequente de críticas dos motoristas. Nesta semana, as reclamações devem aumentar ainda mais. Os pedágios nas rodovias estaduais serão reajustados a partir da 0h de quinta-feira (1.º) e terão tarifas “quebradas” em R$ 0,05. O principal pedágio do sistema Anchieta-Imigrantes vai aumentar de R$ 17,80 para R$ 18,50.
Melhoraram? Melhoraram quanto e como? Cadê os números? Quanto custa para o Brasil o estado lamentável em que se encontram as rodovias no resto do país, com destaque para as rodovias federais? Atenção que agora vem o grande momento do texto — e custo a acreditar que isso tenha sido escrito.
Para se ter uma ideia, ficou mais barato viajar a outro Estado do que internamente. Cruzar de carro os 404 quilômetros entre a capital paulista e Curitiba, no Paraná, por exemplo, custa R$ 9 em tarifas. Já para cobrir distância semelhante até Catanduva, por exemplo, é preciso desembolsar R$ 46,70.
Esse “para se ter uma idéia” expressa um momento de indignação do repórter e do editor, que deixou isso passar, entendem? Eles estão tentando encarecer a questão também moralmente. Estão tentando demonstrar o absurdo da comparação. A estrada que leva de São Paulo a Curitiba é a Régis Bittencourt, federal, que recebeu o tétrico apelido de “Estrada da Morte”. Dilma Rousseff Inaugurou ali, em 2007, o seu suposto novo modelo de concessões, baseado no pedágio barato. Deu com os burros n’água. As obras não foram feitas, e o BNDES teve que socorrer com grana a empresa concessionária.
Quase sempre, os editoriais do Estadão devem ser usados como fonte de informação de sua reportagem (deveria ser o contrário). Num excelente texto de 14 de abril, escrevia o jornal um texto intitulado O barato sai caro.Transcrevo um trecho (em preto):
O barato está saindo caro demais na administração e manutenção das Rodovias Fernão Dias e Régis Bittencourt - os chamados corredores do Mercosul, que se colocam entre as primeiras estradas brasileiras em valor de carga transportada. Dois anos após o governo federal ter concedido as estradas a operadores privados, pelo pedágio mais barato possível, elas estão longe de oferecer segurança a seus usuários. Em alguns trechos, toras escoram partes das pistas, as encostas cedem, ameaçando arrastar as pistas de rolamento e abalando estruturas de viadutos. Automóveis e caminhões caem em buracos onde deveria haver uma pista. Os desvios da Rodovia Fernão Dias aumentavam, em março, em 70 quilômetros a viagem entre São Paulo e Belo Horizonte.
As expectativas dos motoristas que apostavam que a Rodovia Régis Bittencourt melhoraria com a privatização foram frustradas. Ela continua merecendo o título de “estrada da morte”. Seu principal gargalo, na Serra do Cafezal, é um funil de 30,5 quilômetros onde acontecem 46% mais acidentes do que no restante da rodovia. Mas esse trecho não será duplicado tão cedo.
Em fevereiro, o governo federal e a concessionária responsável pela rodovia anunciaram o adiamento da duplicação do trecho da Serra do Cafezal para 2013. Não tendo cumprido obrigação contratual, a concessionária, que assumiu a estrada em 2008 em troca da exploração de pedágios por 25 anos, não poderá aumentar o valor do pedágio. Triste consolo para os usuários, que continuarão trafegando numa estrada ruim e perigosa.
Em 2008, o governo federal comemorou o sucesso da segunda etapa do Programa de Concessões de Rodovias Federais, baseada no pedágio mais barato possível. Numa crítica direta ao governo do Estado de São Paulo, as autoridades federais reviram os cálculos de retorno dos investimentos das empresas concessionárias. Argumentavam que os cálculos eram baseados em premissas antigas, como taxa de juro anual de até 25% e risco país de mil pontos, o que levava os consórcios a exigirem rentabilidade garantida de 12,8% - e pedágios caros.”
Muito bem, leitor. Vamos voltar agora à reportagem de ontem do Estadão:
Isso se explica, em parte, pelo modelo adotado no programa de concessões paulista. As licitações, em 1998 e 2008, levaram em conta o montante que as empresas ofereciam ao Estado para ter a concessão, a chamada outorga. A vantagem é que o dinheiro pode ser aplicado em novas estradas. Por outro lado, esse valor é repassado aos motoristas.
“Por outro lado” uma ova! Não há “outro lado” nenhum! Não se trata de pôr duas coisas na balança que se equilibrariam — o texto do Estadão, desde o título, já desequilibra e acaba sugerindo que o modelo paulista é ruim porque o custo “é repassado aos motoristas”. Não! custo e qualidade são repassados aos motoristas. A questão é saber o saldo: o saldo é segurança nas estradas paulistas, nas demais, mortes e elevação do chamado “custo Brasil”.
Já o modelo adotado pelo governo federal faz a concessão àquele que oferecer a menor tarifa. O benefício é o preço mais baixo; a desvantagem, a falta de verba para investir. As Rodovias Fernão Dias e Régis Bittencourt, privatizadas em 2008, continuam em estado precário. Críticos afirmam que o pedágio não foi suficiente para cobrir os custos da recuperação das estradas.
Para criticar o modelo federal é preciso recorrer a uma fala genérica dos “críticos”. Para criticar o modelo paulista, aí entra aquela conta absurda da média mensal de pedágios. Tenham paciência. O texto chega ao estado da arte da manipulação. Para todos os efeitos, o ponto de vista paulista está contemplado. Já é um absurdo, a partir do resultado, considerar que os dois modelos têm virtudes e defeitos. E é um escândalo que lead e título tenham, na prática, escolhido o modelo federal — aquele que mata mais! Certamente o repórter e seu editor gostariam de viajar até Catanduva pagando o preço da Régis Bittencourt. Ou ir até Curitiba com a segurança das estrada que levam a Catanduva. A questão é como conciliar as duas coisas e com quais recursos. Eles poderiam começar também a reivindicar almoço grátis. Sigamos.
As rodovias estaduais não têm esse problema: ocupam as dez primeiras posições entre as melhores do País, segundo pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes. E são aprovadas por 93,6% dos usuários, de acordo com a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp). Segundo estudo feito pelo Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea) em 2007, no entanto, o pedágio estadual é um dos mais caros do mundo, superando autoestradas da Europa e dos EUA.
É claro que o ideologizado Ipea comparece com um estudo para dar uma forcinha. O instituto, que deveria estar ocupado com questões estratégicas sobre a economia, faz estudinhos sobre o preço dos pedágios… De todo modo, um estudo de 2007 é velho para tratar da realidade de 2010 porque já houve mudanças no sistema de cobrança. Prestem agora atenção a esta fala magistral.
“É incontestável que a qualidade das rodovias concedidas é superior” diz a urbanista Silvana Maria Zioni, da Universidade Federal do Grande ABC. Mas, para ela, está na hora de reavaliar as concessões. “A economia mudou, as tarifas subiram, a arrecadação aumentou, mas não há investimento na mesma medida.”
Eu não entendi nada do que ela falou. Quer dizer que é “incontestável que é superior”, mas que está na hora de “reavaliar”? É surrealismo puro! Não seria, então, o caso de reavaliar o modelo da outorga, para que as outras estradas também tenham o benefício do modelo “superior”? Não há investimentos onde? Resposta: na Fernão Dias, na Régis Bittencourt… Não há investimentos, se me permitem — já que se trata de uma pauta do PT — nas estradas de Dilma.
A Artesp alega que as outorgas permitiram o investimento de R$ 12 bilhões nas rodovias. Para a agência, falar em “média mensal de praças instaladas” não é pertinente, pois a definição da instalação das praças foi feita em apenas dois momentos: na primeira e na segunda rodadas de concessões, em 1998 e 2008.
Alega uma pinóia! Não é alegação, é fato. A reportagem não pode chamar um dado de “alegação” porque não gostou dele ou não teve tempo de conferir a sua veracidade. E notem que a Artesp diz o óbvio sobre a tal média de instalação das praças de pedágio. Não adiantou. O jornalista e a editoria já tinham escolhido um lado: o modelo Régis Bittencourt, o modelo da estrada da morte.
As tarifas levaram à criação este ano do Movimento Estadual Contra os Pedágios Abusivos, por grupos que se sentem prejudicados. Eles fizeram a primeira reunião em Indaiatuba, uma das áreas afetadas. Do encontro saiu a Carta de Indaiatuba, que defende revisão dos contratos e proibição de novos pedágios sem que haja debate com a sociedade.
Trata-se de um movimento criado no ambiente do petismo e divulgado nos blogs de aluguel. O que a reportagem do Estadão informa é que a editoria está sendo pautada por essa gente — e, pois, pela campanha de Aloizio Mercadante.
Tags: sucessão em SP



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100 Comentários
RAfael
-19/10/2011 às 3:56
O sujo falando do mal lavado…
Bruno Dias
-22/09/2011 às 15:15
Eu li recentemente uma matéria sobre o pagamento de pedágio pelo celular que esta sendo testado em São Paulo e achei muito interessante, porque é bem mais democrático para nós usuários pois não precisaremos arcar com os custos de aparelhos (TAG). Achei excelente….
Aime Chiquini
-01/10/2010 às 12:18
Concordo que os pedágios tem um valor abusivo sim, não para o turista que usa a rodovia sempre e sim para o morador das cidades realmente próximas, como é o caso de indaiatuba e de campinas…. Cercadas por pedágios… Deveria sim ter algum tipo de desconto, não isenção mas desconto aos moradores da região. Assim como quem utiliza o sem-parar não tem nenhum benefício, só despesas extras! Outra coisa equivocada, quem utiliza o sem-parar deveria ter sim um desconto na tarifa, já que paga uma série de tarifas para o uso. Sou totalmente a favor do pedágio, mas acho que no caso dos moradores das cidades cercadas por eles, tambem sou a favor de uma revisão de valor!
Sou anti-petista, acho que a hipocrisia petista, sendo eles todos elitistas travestidos de a “favor dos pobres”…
Marcos
-22/07/2010 às 21:38
O que pagamos de pedágio torna-se cada vez mais um absurdo, na medida em que os recursos obtidos com o IPVA e com os impostos embutidos nos combustíveis são mal administrados.Se fosse realizada uma auditoria séria quanto a aplicação desses recursos,constataríamos o desvio, o desperdício e a incompetência, cujas consequências funestas são repassadas aos já lesados contribuintes na forma insaciável de pedágios, alguns com distâncias absurdamente ínfimas entre as praças. Não sou PT ou PSDB, mas apenas um cidadão que deseja mais respeito dos governantes, e menos espoliação.
Carlos
-05/07/2010 às 23:06
Nem ao céu, nem a terra. O Estado de São Paulo sempre teve as melhores estradas do Brasi, a última a entrar nesse modelo, foi a Rodovia Dom Pedro que teve como benefício a criação de mais uma praça de pedágio, resultando no dobro do valor para seus usuários. Essa rodovia já era considerada uma das melhores de São Paulo.Todas foram criadas com nossos impostos e pelo IPVA que é de 4% em nosso Estado. Não levanto bandeira de nenhum partido, no entanto sou contra os valores abusivos praticados.
Bruno L.
-01/07/2010 às 12:20
Resultado de uma viagem São Paulo (SP) - Paranaguá (PR):
dois pneus furados = R$40,00
uma roda amassada ao meio = R$200,00
alinhamento/balanceamento= R$140,00
um dia do feriado perdido na completa escuridão da Regis = não tem preço
existem coisas que o dinheiro não compra, para todas as outras existe o modelo Dilma/PT
Sem sombra de dúvidas que eu preferia não gastar dinheiro e que o Estado bancasse tudo às suas expensas… Mas entre pagar pedágio em São Paulo e MORRER ou no mínimo dstruir a suspensão, a mola, bandeja, rodas etc. eu prefiro pagar e chegar VIVO.
Anchieta - Imigrantes é um tapete, sem um único buraco, muito bem iluminada e sinalizada. Infelizmente é um pedágio caro. Mas poderiam fazer menos proselitismo já que em São Paulo é caro mas vc chega vivo, nas federais é barato e vc gasta mais… se chegar vivo
Eduardo Hermes da Fonseca
-30/06/2010 às 12:17
Sou totalmente anti-petista, mas tenho que admitir. Acertaram na estratégia ao polarizar o discurso. O modelo de concessao paulista é absurdo. Nao discuto a segurança das estradas, mas nao existe justificativa para os valores cobrados. o retorno para o usuario nao pode custar tanto quanto se cobra. E so uma forma de dar dinheiro a camargo correa e outras
ferrari cavalo
-30/06/2010 às 12:16
Querido Reinaldo, vamos fazer umas estimativas, 0 pedágio de Jaguariuna Campinas tem em média um movimento de 30000 veiculos dia, então 30000 X 7,90 por veiculo ( considerando somente carros que a tarifa mai barata )= R$ 237.000,00/dia ou R$ 86.505.000,00 / ano, vamos imaginar que 50% desse valor são impostos e custos operacionáis então sobram ao snossos nobres concessionários R$ 43.252.500,00 por ano au seja R$ 3.604.375,00 por mês. agora pergunto a vocês concordo que o pedagio é uma coisa boa, isso é obvio, agora ai já é abuso.
SuperK
-30/06/2010 às 12:12
Creio que é urgente uma reforma na lei dos pedágios, se é que existe!
A principal é que os moradores dos municípios que estiverem num raio de 5km em torno do pedágio não paguem o mesmo, desde que não haja outra alternativas. Uma forma é descontar esses pedágios do imposto que a prefeitura deve receber das concessionárias, o que já ocorre em alguns deles. Precisa institucionalizar! Observe-se que na RMSP existe formas de desvio e isto não pode ser incriminado como querem as concessionárias.
Gustaf Vascon Jacob
-30/06/2010 às 12:00
é muito difícil ensinar lógica pura a esta petralhada que vive de de dissimulação jornalistica na esperãnça de “engabelar” o povo ., mas continue com suas aulas professor Reinaldo, que um dia todos os Brasileiros saberão diferenciar as noticias honestas das criadas para causa própria, VALEU PROFESSOR!!
Setembrino Aparecido de Jesus da Silva
-30/06/2010 às 10:52
O modelo da Dilma é o correto, a execução é que está equivocada. A concecionária vencedora não está investindo o que deveria? Então cadeia neles e sequestro dos bens pra ressarcir os prejuízos da população! Na mesma hora os investimentos apareceriam…
Fabio Santana
-30/06/2010 às 10:32
Bom dia,
Viajo sempre ao litoral norte de São Paulo e “pego’ a estrada
Airton Senna , pago pedagio para viajar em uma estrada
excelente.
Já quando chego na Tamoios, não há pedagio (infelizmente) pois prefiro prefiro pagar, a andar em uma estrada sem acostamento e
sem ter pistas duplas.
Só reclama quem não viaja e petistas…..
Aldo Matias
-30/06/2010 às 9:32
Reinaldo,
Esse tema foi a bandeira de Paulo Maluf na última vez que se candidatou a governador. Como não tinha assunto relevante para sua campanha, adotou essa excrescência que serviu depois para Genoíno tentar alguma coisa contra Alckmin, no segundo turno. Mas esse pobre coitado não sabia nem o que significava um pedágio!!! Como não sabia o que era o Aquífero Guarani e se enrolou todo com uma pergunta do candidato do PV a respeito. Agora o tema volta porque a campanha de Mercadante precisa do apoio de Maluf e, para tanto, vai adotar sua bandeira para continuar tentando enganar os paulistas, como tem feito nos últimos oito anos em seu mandato de senador do PT. Quanta cegueira, meu Deus!!!
Willians
-30/06/2010 às 9:01
Não custa R$ 9.00 reais para ir até Curitiba…
O custo real é de R$ 9.00 de pedágio + R$ 120.00 de alinhamento + R$ 150.00 de troca do disco de freio torto e se vc tiver azar + uns R$ 350.00 de uma barra de direção…
Isso sem contar nas quase 6/7 horas de “trepidação” constante até lá…
Ricardo
-30/06/2010 às 8:59
Ou seja, resumindo todo esse material do Estadão: o
“Serrista” é bom, mas é da direita! Então, se não dá pra
criticar o que a direita tem de ruim, que se critique o que
tem de bom…Essa é a lógica petista.
Já tem “doutrinador” dizendo (ainda não com essas palavras,
mas logo chagem lá) que “eficiência” é coisa da direita…tscc
Essa pauta podre e partidária tomou conta do país. Sorte a
nossa, que temos um Reinaldo Azevedo pra bater na testa desses
falsos moralistas. Parabéns, Rei. Abs.
Alessandra
-30/06/2010 às 8:51
Reinaldo, fui este final de semana para Curitiba e só tenho uma coisa a dizer: pedágio é barato mas a estrada é de quinta categoria.
No trecho da serra descemos a 20 por hora numa fila de carretas interminável.
Em vários trechos tem estreitamentos para problemas das chuvas do ano passado. Se não arrumaram agora que está na seca vão arrumar quando?
Para quem anda regularmente na Anhanguera/Bandeirantes/D.Pedro (sou de Campinas) é impressionante a diferença de qualidade da estrada e das poucas obras de manutenção.
A Fernão Dias já tem algum tempo que não pego inteira até BH mas já é visível que a manutenção é muito falha.
Rafael
-30/06/2010 às 5:22
Que se faça o debate na sociedade. Alguem tem duvidas de qual modelo vai ganhar?
Mas so participa quem viaja.
As pessoas que mais vejo reclamar dos preços do pedagio nao pegam estrada.
Queria tambem ver um estudo sobre o que se ganha em manutencao, digamos num periodo de alguns anos. Morei em Barbacena algum tempo e cada viagem quebrava alguma coisa no carro.
Sobre os preços na Europa: Uma viagem Paris - Genebra (em torno de 500km) tem um pedagio de 50 euros na França.
A Suiça usa um esquema anual, voce deve comprar um selo de 40 francos para poder usar as estradas (esse sim muito barato).
Marcelus G. Zalotti
-30/06/2010 às 2:02
“Levaram à criação este ano” — que *coincidência*, né? BEM NO ANO em que vão haver eleições gerais nacionais e estaduais!
BOB
-30/06/2010 às 0:37
FUI PESQUISAR E DESCOBRI QUE NO ORKUT EXISTE UMA COMUNIDADE DO TAL MOVIMENTO “CONTRA OS PEDÁGIOS ABUSIVOS”. O DONO DA COMUNIDADE É UM CERTO JOSÉ MATOS. E EIS QUE NO SEU ÁLBUM DE FOTOS ELE APARECE ORGULHOSAMENTE “POUSANDO” AO LADO DE ERUNDINA, DO “IRREVOGÁVEL”, E… SURPRESA! DE MARCELO BRANCO!!!
Franklim
-30/06/2010 às 0:15
Caro Reinaldo e leitores: Moro em Foz do Iguaçu-PR e viajo sempre ao interior de SP onde tenho familiares. Voces estão no primeiro mundo quando se trata de rodovias. Aqui mesmo no Paraná, onde tbem as estradas foram pedagiadas na gestão do gov.Lerner, pagamos muito mais caro por muito menos conforto e segurança e, mesmo assim ainda vale a pena pois antes do pedágio era puro buraco. “A vida não tem preço”
Juliano Mendonca
-29/06/2010 às 23:36
Uma pena é que esta questão se partidarizou numa campanha PT x PSDB. A queixa quanto às tarifas são pertinentes sim. Lamento que aqueles que não conhecem a realidade local desqualifiquem o problema que vivemos. Um pouco mais de serenidade e respeito para conosco se faz necesario. Por fim esta questão deixa de ser analisada seriamente e passa a ser resumida sob a otica partidaria.
Juliano Mendonca
-29/06/2010 às 23:23
Sou de Indaiatuba e digo que o movimento é fraco, mas não nasceu no petismo não, mas há uma forte tentativa de converte-lo a tal com a participação de vereadores, deputados e seus acessores. No entanto, o movimento é genuino sim. Informação: R$9,15 é o valor do pedágio em cada sentido, num trecho de cerca de 15 Km entre Indaiatuba e Campinas, numa região metropolitana já integrada. Questiono a partidarização que infelizmente pode levar ao descrédito da queixa, mas pagar R$18,50 diariamente para acessar a cidade vizinha da qual Indaiatuba é tão dependente economicamente é um absurdo. Isso não se pode questionar. Imagino o dia que cobrarem R$10 em cada sentido na Pinheiros ou Tiete pra ver se paulistanos alheios ao drama que vivemos no Interior do Estado pra ver se continuam a rir de nós. Não questiono que se pague pelo bom estado viário, mas quase R$20 pra ir e vir de Indaiatuba a Campinas??? Não, aí não dá. Sou anti-PT, pró Serra, mas os pedágios como são geridos há tanto tempo é um desrespeito à população.
Maria
-29/06/2010 às 23:21
Reinaldo, sempre vou para minha cidade (no sul de Minas) que fica na divisa de São Paulo, pois bem, até Mococa a estrada é uma maravilha com toda segurança e quando passamos para Minas (tem até um degrau) é um horror, pista simples de mão dupla, não tem acostamento, polícia, restaurantes e se o carro quebrar não tem socorro. Eu sei que o pedágio pesa na viagem, mas só da segurança que temos nas estradas paulistas, compensa.
jose oliveira
-29/06/2010 às 23:18
o rio grande do sul tem pedágios caros, e PÉSSIMAS estradas, pistas únicas, mal projetadas, mal executadas e mal conservadas, estruturas ASSASSINAS. Verdadeiros ATENTADOS À VIDA E À ENGENHARIA(tão nobre ciência) SOCORRO!
45 Eduardo Gonçalves 45
-29/06/2010 às 23:10
Podemos dizer que algumas rodovias o custo do pedágio é mais elevado,mas a época em que foi privatizada,o custo Brasil com a grande ajuda dos Petralhas eram bem elevados e isso faz nos dias de hoje serem mais caros,mas nossas rodovias são impecáveis e seguras e ainda recolhemos impostos em cada praça e esses impostos retornam as cidades sede e muitos contratos as concessionárias tem que cuidar de estradas vicinais e um exemplo foi parte da reforma da marginal tietê que foi paga pelas concessionárias que se ligam a ela e isso poucos sabem ,a única rodovia federal que funciona bem é a Rodovia Dutra que foi privatizada corretamente e a ponte rio-niteroi também ,mas as únicas rodovias privatizadas pela gerente criatura a regis e a fernão e mais algumas do mesmo lote burro ,continuam as mesmas ,a unica coisa que fazem é cortar o mato e olha que quase que o dinheiro não dá ,e isso é o modo de gerenciar o país e imagina o resto das obras do PAC in Derme que não consegue sair do lugar e isso que é a arte do gerenciamento e adeus merdaandante vc é muito burro.
Vera L.
-29/06/2010 às 23:04
Reinaldo,
Você está certíssimo, têm matérias no Estadão Online que parecem mesmo ESCRITAS por PETISTAS. Dia desses havia uma em que falava dos “apoios indesejáveis” dos candidatos. Colocaram Serra com Roberto Jeferson e Dilma com Garotinho!!! Na hora fiz uma lista com Renan Calheiros, José Sarney, Romero Jucá, Fernando Collor de Melo, Severino Cavalcanti, Zé Dirceu, Chefe do mensalão do PT, Vaccari Neto, Jader Barbalho e outros e perguntei se eles apoiassem Serra o quê o Estadão Online diria? Aí argumentei que Roberto Jeferson e Garotinho são menos cotados no meio de tantos “medalhões”. Até hoje estou procurando meu comentário.
Sobre as estradas, até hoje a que leva à Angra e é do governo Federal está em obras, desde o início do ano, saiu no noticiário local. No início do ano, quando houve o dilúvio, assisti na Globo News, os especialistas falando sobre o novo corte que se deve dar nas estradas. Uma rodovia aí em São, se não me engano falaram em Eco via, foi o modelo mostrado para NÃO se agredir o meio ambiente e evitar catástrofes porque se integra e não destrói o meio ambiente é o MODELO DO FUTURO. Isso NÃO sai no Estadão Online, e ali mesmo se falou que as melhores estradas são paulista. Pode ter certeza, se esse Mercadante chegasse a ganhar, iria tomar como suas TODAS as políticas exitosas do PSDB com a ajuda do jornalismo militante. A Rodovia da Morte CONTINUA sendo da MORTE.
BOB
-29/06/2010 às 23:00
Não é só o caderno “Metrópole” que está aparelhado. A seção de cartas do 1º caderno do Estadão também tem publicado umas mensagens bem suspeitas de leitores protestando que gastam “mais em pedágio que em gasolina”, repetindo um chavão tipicamente petralha.
Titus Petronius
-29/06/2010 às 22:46
As elogiadas estradas européias cobram pedágio.
E caro!
Os europeus entendem que seria injusto cobrar de todos os contribuintes a conservação das estradas.
Paga quem usa.
Isso parece muito civilizado para o Brasil…
E o Elio Gáspari, que defendeu de forma descarada o modelo petista de concessão de estradas?
Nunca mais tocou no assunto.
Marcos F
-29/06/2010 às 22:36
Boa, Reinaldo “comigo ninguém tasca”.
Maldito estagiário! Nelson está se mexendo “lá”.
São Paulo - Curitiba? Não fui, não irei. É seguro, sem dúvida.
O Locutor
-29/06/2010 às 22:26
Rodovia Bandeirantes, tem até helicóptero disponível para os
usuários, caso seu carro quebre tem socorro rápido e reboque
até a concessionária mais próxima, tudo isso sem onus, pagando
apenas o pedágio.
ricardo carvalho
-29/06/2010 às 22:14
Reinaldo. Eu tenho certeza de que a matéria foi paga e encomendada pela turma do PT. Como tenho saudade dos doutores Júlio e Rui. Que jornal faziam os MESQUITAS. Me sentia orgulhoso de ter ajudado
o velho Estadão , na sua luta contra a censura imposta pelos militares ( nos anos de chumbo ). A matéria do pedágio me deu vergonha. Para ser honesta deveria mostrar como andam as estradas brasileiras. Fazer, por exemplo, uma visita a BR-101, no contorno do Recife, hoje com mais de 5 mil buracos, numa bela obra do Governo Lula. E eu aposto como tem mais. Nos meus quase 10 anos de repórter do Estadão, nenhum profissional teria a coragem de fazer uma matéria como esta. Seu autor suja o próprio prato onde come…e joga o Estadão, no lixo da história… E eu pergunto : custou quantos trocados ? Não estaria tal jornalista manchando as mãos com o dinheiro petista, que vem dos impostos cobrados ao povo brasileiro ?
joca
-29/06/2010 às 22:05
Sugiro que essa negadinha faça um congresso em curitiba para ” discutir o assunto e ouvir os movimentos sociais “. Com uma condição: Deverão necessáriamente usar seus carros particulares, dirigir (sem motorista pago pelo partido) partir de São Paulo e se abancar até curitiba. E usufruir da Regis ( a estrada….)
Killer
-29/06/2010 às 21:20
Saio de Jundiai e vou até Araraquara. São +ou-240 km, 2:40h de viagem viagem e nenhum buraco, estrada limpa, conservada e bem sinalizada
E com pedagio! Claro!!!
Victor
-29/06/2010 às 21:12
Viajei de Belo Horizonte a Governador Valadares neste fim de semana pela 381 e peguei um acidente com 9 mortos na ida (2 horas e meia parado na estrada) e um com um morto na volta (1 hora parado, mas a estrada ficou interditada por 5 horas na madrugada de domingo para segunda). Eu fico indignado de pagar tantos impostos e não ter o governo investindo em melhoria na seguranças das estradas, mas ainda prefiro o pedágio a trafegar num rodovia assassina como a 381. E outra: GASTO COM PEDÁGIO DEVERIA SER DEDUTÍVEL DO IR por ser obrigação do Estado fornecer infra-estrutura viária.
Nina
-29/06/2010 às 20:57
Prefiro pagar pedágio a pagar hospital ou funeral, as estradas do estado de ~São Paulo são ótimas.
caboff
-29/06/2010 às 20:52
Ai ai ai
Como dizem uzamericanu - No free lunch !!!!!!!!
Us povo qué rodovia (autobahn, via expressa, alta segurança) de graça ???
Non ecxiste, em nenhum lugar!
Qualidade custa caro,
Alias, quanto custa a TUA vida???
Mas que porre, como brasileiro gosta de se enganar com mentira demagógica !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Chega, basta, fora de demagogia esquerdóide de coitadismo 3o. mundo.
facenova
-29/06/2010 às 20:50
Reinaldo, aqui no meu note a coluna dos comentários está mto estreita.
Parece que algo está errado. Seria no meu pc?
SuperK
-29/06/2010 às 20:33
Eu ja reclamei muito sobre o pedágio na Rondon (Anhembi) num percurso de menos de 30 km até Botucatu de R$4,80. Mas em São Paulo, qualquer estacionamento na área central por meia hora custa no mínimo R$5,00 ! No trecho que utilizo, a estrada já era boa antes do pedágio, mas houve uma sensível melhora no restante do trecho concedido
45 Eduardo Gonçalves 45
-29/06/2010 às 20:25
O Estadão entrou na turma dos Petralhas,por algum motivo muito estranho aos pensamentos do jornal e a tal censura está parecendo algum acerto financeiro e o jornal não está mais interessado no tal furo de reportagem sobre a familia sarney e isso deve ser algum ultimato do planalto e já estou em campanha para que ninguém mais compre ou assine esse jornal que deixou de ser independente e agora trabalha para os Petralhas e a minha assinatura irei cancelar ,está ficando difícil ler hoje em dia ,não temos mais um jornal que defenda e seja independente a seus leitores e a Folha já era pior e ficou mais ainda ,hoje só temos a grande revista Veja a unica independente e não come a bola ,ainda bem que ela é respeitada por mais de 50% das pessoas e está atrás apenas da Rede Globo,que não aderiu ao Petralhismo e esperamos que ela abra a mente desse povo que não está enxergando um caminho melhor ,contra esse governo que apenas faz campanha publicitária porque não tem nada de concreto e verdadeiro para mostrar as tais obras do tal Novo Brasil ,que eles querem fazer existir com lavagem cerebral .
free tibet
-29/06/2010 às 20:22
Alerta,pois! Lobo come sómente porquinhos indolentes!
A estratégia dos marginais é difundir confusão sistemática em todos os meios, depois mostrar como salvadora, colocações “politico-científicas”(?). É a fórmula de manter os amestrados e, confusos os alienados e a grande maioria de nós relativamente informados, porém dispersos no conjunto. Entretanto, felizmente temos esse REINALDOPÉDIA blog, repleto de verbertes esclarecedores e refinados. Abastecendo e robustecendo nossos argumentos, sapas demolidora de perigosas empulhações da petralhada saudosa do estalinismo apodrecido.
Anti comuna
-29/06/2010 às 20:03
Faço um desafio a esses idiotas que criticam os pedágios em São Paulo. Num dia em que vcs não estiverem fazendo proselitismo velato e barato para o PT, peguem seus carros (desde que esses não sejam do serviço público) e guiem da capital paulista até a capital sul-matogrossense, Campo Grande. Quem já fez esse percurso de carro entende pq é melhor trafegar por rodovias “pedagiadas” e em bom estado de conservação e de assistencia ao usuário. O trecho de MS, nessa viagem, é composta exclusivamente por estradas federais e sem pedágio. É a parte mais curta da jornada (cerca de 300km) mas, é de longe, a pior e mais assustadora, dado o péssimo estado de consevação das vias, a falta de qualquer tipo de sinalização, de ajuda caso o carro quebre, de excesso de caminhões e falta de sinal de celular de qualquer operadora em todos os locais. Quando fiz este trajeto, no sentido MS-SP, não via a hora de entrar nas rodovias paulistas. Quando avistava um pedágio entendia o que eu estava pagando!
facenova
-29/06/2010 às 19:59
Caramba! A Fernão Dias está e é um LIXO! E a Régis Bittencourt é a famosa RODOVIA DA MORTE!!!
Cai fora Mercadante!
É nojenta essa sua matéria paga e um desrespeito aos paulistanos e paulistas e às famílias daqueles que perderam seus parentes.
Que nojo!
Lucas
-29/06/2010 às 19:58
Eu me baseio em um comentário de uma pessoa de Goiânia, que eu conheci nos idos de 2003: “De Goiânia até Ribeirão Preto eu pago o mesmo tanto de pedágio que eu pago de Ribeirão até São Paulo. Mas, para ter a qualidade das estradas de São Paulo, eu pagaria o dobro…”
alberto santo andre
-29/06/2010 às 19:57
SE TIVESSMOS UMA CRUZADA DE MORALIDADE E HONESTIDADE NESTE PAIS, TERIAMOS DE DESCARTAR ALEM DE TODOS OS PETISTAS, UMA GRANDE MAIORIA DE PSEUDOS JORNALISTAS ,QUE QUANDO O LULA E SUA CAMARILHA VAO TOMAR BANHO DE PISCINA OU PRAIA, NAO PODEM FICAR MUITO TEMPO COM AGUA ATE A CINTURA ,POIS SENAO OS DITOS CUJOS SE AFOGAM ,POREM INFELISMENTE ASSIM COMO O LULA FAZIZ COM SEU CHEFE NA VILARES, ELES APRENDERAO A FAZER COM O LULA ,ISTO SIMPLESMENTE POR FALTA DE CAPACIDADE COMUM A TODOS OS BURROS ,E MAIS UMA VEZ QUE ME PERDOE OS MUARES.
Nélson
-29/06/2010 às 19:48
Conheço grande parte das estradas de S.Paulo, todas as pedagiadas, são estradas de 1º mundo, comparadas com as estradas aki no sul, no Rio Grande, que mesmo pedagiadas, são de pistas simples e cheias de remendos. A BR.392, entre Pelotas/Rio Grande em direção ao superporto de Rio Grande, o pedágio custa p/automóvel r$ 7,20 por menos de 50 KM em pista simples e com vários remendos nesse pequeno trecho. Sem falar nas outras BRs do estado gaúcho são uma vergonha. Paulistas vcs não sabem o que são estradas esburacadas, venham ver as BRs daki.
Anderson Soares
-29/06/2010 às 19:46
Alô, alô, redator chefe do Estado de São Paulo!. O leitor do jornal merece reportagens que se atenham aos fatos, sem fazer propaganda partidária para esse ou aquele candidato!. É pedir muito?
juka
-29/06/2010 às 19:43
Tio Rei, me responda uma coisa: pra que perder tempo com o Merdaandante, o revogador irrevogavel?
Esse ser espúrio JAMAIS será governador de São Paulo…
Anderson Soares
-29/06/2010 às 19:43
O que importa para essa gente é o pedágio barato. E daí que as estradas da Dilma matam mais?????
Hoje a tarde eu bati o olho nessa reportagem e já no título senti o cheiro de carniça petralha!!!!!
Anderson Soares
-29/06/2010 às 19:41
Ah, Reinaldo, a conta que importa para a petralhada é a da empulhação. Além das das famílias das vítimas, quem mais há de se importar com as mortes ocorridas nas “estradas da morte” da Dilma?. A conta dessa gente é assim- economiza-se em cima da vidas dos outros!!!.
Adilson
-29/06/2010 às 19:40
Os paulistas precisam viajar mais pela Fernão Dias. Uma viagem SP-BH-SP muda a opinião de qualquer um a respeito de pedágio baratinho.
Só um detalhe- tem que ser SP-BH-SP. Sem essa de ir só até Bragança e reclamar do trânsito em lugar de sentir a “motorway” petista.
Edna
-29/06/2010 às 19:38
Bem, só eu conheço duas jornalistas do Estadão que falam prá quem quiser ouvir que vão acabar com o Serra, que vão eleger a Dilma. Alguém duvida que o pessoal do Estadão está se empenhando bastante?
NERO
-29/06/2010 às 19:30
ACHO QUE ESSE ESTADAO NAO SERVE NEM PRA PAPEL HIGIENICO DE MATUTO. ESSA CANALHADA PETISTA CAPTANEADA PELO MERDADANTE ESTAO COM TANTA FOME DE PODER QUE VENDERIAM ATE SUAS ALMAS PARA O DIABO, SE E QUE JA NAO FORAM VENDIDAS, PARA NAO PERDEREM A GORDA TETA EM QUE MAMARAM A VIDA TODA. MERECEM UM PONTAPE BEM DADO NOS SEUS RABICOS ATRAVES DAS URNAS. E E ISSO QUE LEVARÃO.
José Pereira
-29/06/2010 às 19:24
É POR ISSO QUE HÁ MUITO TEMPO NÃO SUJO MINHAS MÃOS NO CARVÃO DO ESTADÃO IMPRESSO HÁ MUITO E MUITO TEMPO, SEM QUALQUER ARREPENDIMENTO.
PELA INTERNET POSSO ESCOLHER O QUE ME ARRRISCO ABRIR.
ONDE FICOU A FAMÍLIA MESQUITA, QUE SAUDADE?!
CIDINHA
-29/06/2010 às 19:24
Olá Reinaldo
Tem uns petistas assanhados por aqui e me questionam por que o governo estadual (SP) deixa tudo arrumado (pista duplicada, asfalto em ordem,
etc.) e depois dá pra concessionária explorar. Não sei a resposta, talvez por constar em contrato, se possível, esclareça num post pra que eu possa dar uma bela resposta pra esse pessoal.
Marcos Pereira
-29/06/2010 às 19:15
Reinaldo,
Sempre achei este modelo petista de pedágio era inviável. Rodovia com pedágios à R$ 1,50 seguramente traz prejuízo a todos: Governo, Usuários e Operadores. Veja o caso da Fernão Dias, um descalabro; Imaginem que, ouvi de um dos engenheiros responsáveis da concessionária, que não teriam prazo para normalizar o tráfego na rodovia. Somente este irresponsável do lula, com sua medida estritamente populistas e eleitoreiras para criar sistema insustentável como este. Aproveitando: Vejam o caso de Belo Monte - sempre pelo engodo do menor preço: Para viabilizar uma usina hidrelétrica no Brasil nunca poderíamos admitir empréstimos subsidiados. Enfim, isto é pt , isto é lula: eternos bravateiros, sempre de olho nas urnas e enganando o povo.
Acorda Brasil!!!
Antonio Pricoli
-29/06/2010 às 19:14
Sou usuário da Regis e da Imigrantes. Sugiro aos petistas do “Metrópole” a acomodar os seus familiares nos carros e se aventurarem nas duas estradas. Após tal “aventura”, quero ler vagabundo ventríloco do Mercadante confirmando o que escreveu na reportagem; será a prova cabal que preferem, os militantes de redação do petismo, a mentira do Partido pela causa, ao desejo de integridade física da própria família nas rodovias tupiniquins. E é essa gente ue pretende salvas o mundo…
Pinheiro
-29/06/2010 às 19:06
A matéria jornalística não informa, mas aposta na ignorância do povo brasileiro.
“Certamente o repórter e seu editor gostariam de viajar até Curitiba com a segurança das estrada que levam a Catanduva”.
Ambos deveriam ser banidos da imprensa que se espera séria.
Flavio A. Lourenço
-29/06/2010 às 19:04
A reclamação dos preços até concordo, realmente são caros, mas pago com prazer quando saio de minha cidade e ando 600 km em pista dupla, muito bem sinalizada, com minha família dentro do carro, sem medo de andar na velocidade permitida aqui no estado de SP, realmente temos as melhores estradas e acredito que nos próximos 20 anos nenhum outro estado vão ter estradas nas condições das nossas de SP, agora falar que as estradas federais privatizadas são boas é um petista cego, sem responsabilidade, sem saber dirigir e que nunca pagou um pedágio, não a comparações e nem tem como eles manterem uma rodovia com o valor que cobram do pedágio manter elas boas, esse jornal foi infeliz ou foi muito bem pago para dizer mais uma mentira destas. Bom o que mais ouvimos do partido do PT, é mentira essa é apenas mais uma.
Lupini
-29/06/2010 às 19:04
Reinaldão,
Discordo! Discordo! Frontalmente!
Em que pese minha discordância se ater exclusivamente neste pequeno pedaço da excelente contestação: “…no incrivelmente petizado caderno “Metrópole”,…”
Não aceito estes termos!
O correto seria (ou é?):
- …no incrivelmente patetizado caderno “Metrópole”,…; ou
- …no incrivelmente petralhizado caderno “Metrópole”,…; ou
- … no incrivelmente comunopolitizado caderno “Metrópole”,…; ou
- …no incrivelmente idiotizado caderno “Metrópole”,…”
Só para constar, em 1º de janeiro de 2010 saí de Torres/RS em direção à Florianópolis. Demorei exatas 14 horas e meia para percorrer um trecho que na noite anterior fiz em menos de 4 horas devido à falta de trânsito no sentido sul. O pedágio é barato, mas em estradas vicinais melhores não costumo pagar pedágio.
Elouquisa
-29/06/2010 às 19:04
Aqui no Paraná as estradas melhoraram 100% depois dos pedágios.Os valores poderiam ser um pouco menores,mas a segurança ao viajar´é outra…
ROGER
-29/06/2010 às 19:02
O Problema não é cobrar pedágio, o problema é cobrar PEDAGIO E IPVA. Ou paga um ou paga o outro… Vejo isso como um novo imposto, que ao inves de ir para o governo vai para a concessionaria
Joao
-29/06/2010 às 18:58
Não há jornal mais petista que o Estadão. Os Mesquitas de antanho fazem muita falta. Vou cancelar minha assinatura.
Garganta
-29/06/2010 às 18:58
Caro Reinaldo,
É claro que ninguém gosta de pagar pedágios, devendo cobrar dos governantes que exijam das concessionárias as tarifas mais módicas possíveis. Mas é claro também que as estradas paulistas são as melhores e isto não foi dito claramente pela reportagem. Pintam o governo paulista como o privatizador do mal. Mas a realidade é que a iniciativa privada melhorou as estradas paulistas, tornando-as mais seguras.
Com os melhores cumprimentos,
Garganta.
Luiz Antonio
-29/06/2010 às 18:55
Durante 03 anos viagem por estradas paulistas que foram privatizadas e pedagiadas, pude constatar a segurança para o motorista que ali trafega.Estradas boas, sem buracos, um serviço prestado que compensa o pagamento.Voce sabe que chega com vida no destino. Alguém já se aventurou a viajar pela federal BR 153? Caso faça isso um dia despeça da família e aumente o prêmio do seguro por acidentes, pois voce poderá voltar num caixão. Não há comparações, as estradas paulistas são melhores e mais seguras. A propósito, as dez melhores estradas do país estão no estado de São Paulo. Isso é desenvolvimento.
José
-29/06/2010 às 18:53
Mais de 95% dos usuários das estradas paulistas com pedágio as aprovam. Kotscho poderia se interessar em conhecer os outros 5% para ver como funciona a cabeça deles. Talvez prefiram a rodovia federal Fernão Dias, onde a mãe do PAC deixou um viaduto imprestável (abandonou o patrimônio público) e até hoje não consertou nada. Estrada cara é a que não existe! Quem terá medido o prejuízo aos usuários da Fernão Dias? Não será maior do que pagar pedágio? Aliás, falta dizer que o pedágio de um trecho paulista não paga só esse trecho, mas tambem estradas vicinais grátis para todos. Onde estão as estradas vicinais federais da Dilma?
Carlos Ribeiro
-29/06/2010 às 18:49
Reinaldo, você sabe, os pedágios no Brasil são um absurdo desde sempre. Todos. Na europa, US, as concessionárias só cobram pedágio se houver via alternativa. As estradas boas são as comuns, as pedagiadas são a excepção. Claro que pagamos pelo conforto e pela segurança, sem cachorros, vacas e ciclistas na via mas quem preferir pode usar uma estrada “comum”, normalmente melhor que qualquer com pedágio aqui. Os brasileiros habituam-se mal, com muito pouco. O “é cara mas é boa” parece o “rouba maz faz”. Quem anda na estrada merece mais. Abraço.
Cris Azevedo
-29/06/2010 às 18:47
Rei
Hoje, às 8:20 da manhã, enviei a seguinte mensagem para o Forum do Estadão:
“Está na hora do jornalismo acordar e parar de obedecer “pavlovianamente” às palavras de ordem lançadas pelo PT. O termo “aumento de pedágios”, por exemplo, uma vez lançado no ar, provoca a reação imediata e irrefletida dos jornalistas, que correm para escrever matérias “contra”. O truque é velho, mas a imprensa continua caindo nele. A cura está em viajar pelas estradas federais do Sul, por exemplo. Ninguém que encare uma Regis Bittencourt de cabo a rabo, volta a amaldiçoar os pedágios paulistas.”
Puizé. Estamos ABSOLUTAMENTE de acordo, hehehehehe.
Manoel Francisco Gomes
-29/06/2010 às 18:44
É lmentável que um jornal como o Estadão, capaz de editoriais brilhantes, continue publicando matérias tão desonestas como esta do Caderno Metrópole a respeito dos pedágios. Já está em tempo de a alta direção do jornal colocar um paradeiro nisso. Onde esta o jornal que sempre se destacou pela coerência de posições ? Está com medo do PT, quando não teve medo da ditadura militar, nem da ditadura Vargas ? Não respeita o próprio passado ?
Claudio
-29/06/2010 às 18:43
Frequentemente utilizo a rodovia bandeirantes e a washington luiz e Garanto que é melhor e mais seguro viajar em uma rodovia como essas, em excelente estado, do que viajar pela fernão dias e régis bittencourt que continuam em péssimo estado, sem sinalização adequada e infelizmente mantendo o nome de estrada da morte. Minha família merece cada centavo pago no pedágio das rodovias de São Paulo
MAYA
-29/06/2010 às 18:42
Henrique 18:20 . Justamente por viajar muito,é que você precisa de uma estrada boa e segura,
ou você prefere o contrario ? Olha é melhor trocar a rota pra as rodovias Federais e seja feliz .
ZeRo
-29/06/2010 às 18:37
A rodovia Oswaldo Cruz que liga Taubaté-Ubatuba foi restaurada. Ficou excelente. No trecho que vai da Serra do Mar até o trevo da Br 101, foi construido uma ciclovia de aproximadamente 3 m de largura e uma calçada para pedestre. Toda de concreto de qualidade. Já na BR 101 que corta a cidade de Ubatuba, não tem nenhuma ciclovia, embora transite inúmeras biscicletas. Constantemente, ciclistas são atropelados na rododvia BR101.
Banana
-29/06/2010 às 18:37
Olá Reinaldo!
É a eterna cisma com SP, onde as coisas tendem a dar mais certo do que no resto do pais. Não é por menos que o PT não entra mais aqui. Enfim, moro no interior de SP e para ir até a capital tenho que pagar 8 pedágios na Bandeirante/Anhanguera. Não acho nem um pouco danoso ao meu bolso, pois sei que minha segurança vale mais que isso. Enquanto que viagens que faço para o sul, não sei se chego no próximo posto de gasolina!
Angelo Losguardi
-29/06/2010 às 18:36
São os quintacolunistas na imprensa!
carlos
-29/06/2010 às 18:35
Caro Reinaldo,nunca nenhum jornalista na historia desse pais,consegui com argumentos inquestionaveis, demonstrar, de forma que todos que o leem, conseguem entender,os riscos que estamos correndo para um estado totalitario,amparado pelas leis,um jornal que é o ultimo bastião da defesa da democracia não consegue impedir o famoso jaba que esta sendo distribuido com o nosso dinheiro
telmo
-29/06/2010 às 18:25
A petralhada resmunga tanto só porque nao conseguiram colocar a mao no dinheiro dos pedágios, é certo que se ganharem as eleições criaram uma estatal a PEDAGIOBRAS, para gerir as estradas e é claro sob o comando dos mais qualificados gestores com formação acadêmica nos grandes sindicatos, celeiro de “lideranças” altamente comprometidas em administrar a maquina estatal com toda “lisura”.
gaga
-29/06/2010 às 18:22
Basta comparar o custo de um trasporte pelas rodovias esburacadas e aquelas no “padrão Dersa”. Com certeza o resultado vai ser favorável às rodovias paulistas. Um caminhão percorrendo o sistema Anahnguera/Bandeirantes, mesmo pagando um monte de pedágios, sua viagem vai ser mais rápida (menos diárias), o veículo vai ter menos desgaste de pneus, menos quebras de molas, menos consumo de combustível. O jornal fez algum comparativo?
Pedro Couto
-29/06/2010 às 18:21
Os mulambentos que fazem parte dessa facção PT. precisam tomar conhecimento de que as estradas do Estado de São Paulo, são do mesmo nível das Auto-vias da Europa. Em compensação as estradas que pertencem ao nosso Governo Federal, é a maior vergonha que se tem conhecimento em matéria de conservação. Todavia, o Governo alega não ter verbas para a devida manutenção. O que é uma grande mentira de sua parte como tantas que já foram ditas.
Henrique
-29/06/2010 às 18:20
Sinto discordar de você, Reinaldo. É raro que isso aconteça. Pra que as estradas sejam boas não é necessário uma tarifa tão alta como, por exemplo, a que SP a Santos. É absurdamente alta. Viajo muito em razão do trabalho e sinto no meu bolso essa conta.
Abraço
ZeRo
-29/06/2010 às 18:19
Sou favorável que se cobre o pedágio. É preciso que revoguem todos os impostos e taxas cobrados relativos ao uso das estradas, tais como IPVA, as taxas imbutidas no preço da gasolina e outros que desconheço.Da forma atual, me parece ser dupla tributação.A maioria das pessoas não utilizam as estradas diariamente. Viajei outro dia de Ubatuba-Sorocaba. Não me senti lesado. A estrada é exelente, segura e com radares, o que evita abusos. Nas estradas estudais de SP temos assistência mecânica gratuíta através do 0800 010 55 55, com muita eficiência.
Amadeus
-29/06/2010 às 18:14
Reinaldo,
Não podemos nos esquecer que a dona Marina fez o que pode para impedir a duplicação da Regis.
Mas parece que agora vai, cumprindo-se o que nos informa o DCI de 15 de maio passado.
“Depois de quase 20 anos de discussões, avanços, retrocessos, promessas e recuos políticos e polêmicas ambientais, finalmente deverá sair do papel a duplicação da Rodovia Régis Bittencourt (BR-116) na região conhecida como Serra do Cafezal, em Registro.
Foi concedida a licença ambiental para as obras que começam em 60 dias, segundo expectativa da concessionária Autopista, que administra a Regis (BR-116).”
http://www.transportabrasil.com.br/2010/05/primeiro-trecho-da-serra-do-cafezal-deve-sair-do-papel/
TROCA LETRAS
-29/06/2010 às 18:10
Rebu está na Folha após, não se sabe como, ter saído um anúncio do Extra, de Abílio Diniz, lamentando a exclusão do Brasil na copa, por ter perdido do Chile. Na melhor das hipóteses, parece que a ” muié ” não levou muita sorte na casa dele. Vade retro…
Ronaldo
-29/06/2010 às 18:09
Impressionante são os “93,6% dos usuários” que aprovam as rodovias de SP! Nem o Messias de Garanhuns tem essa aprovação toda!
Lincoln
-29/06/2010 às 18:09
Anonimo de 17:57, este repasse é o ISSQN que todas concessionárias são obrigadas a repassar 5% de Imposto para o município. Se liga.
Celso
-29/06/2010 às 18:07
Moro em São Paulo e meus familiares no interior do estado (Santa Cruz do Rio Pardo). É sempre tranquila a viagem pela ótima Castelo Branco, duplicada do início ao fim, com várias pistas nas localidades mais críticas. O custo no final acaba sendo barato, em ida e volta aproximadamente 60 reais de pedágio. Mas a segurança e comodidade compensa e muito. Já precisei ir pra Curitiba de ônibus, e foi uma das piores viagens que já fiz, pista simples, mal sinalizada e cheia de buraco. Cada desvio que o motorista dava era um susto. E a regra é simples: que usa, paga, quem não usa, não paga. Simples assim.
ricardo
-29/06/2010 às 18:07
ai ai as vezes eu sinto o cansaço do desanimo. pois com a quantidade de impostos e taxas seria obrigação dos malandros manterem estradas perfeitas. se existe pedagio para manter as estradas entao porque pagamos tambem IPVA, CIDe e etc etc , tudo deveria ser privatizado e não pagarmos mais impostos. policia ? particular. hospital ? particular. escola ? particular. justiça? podiamos usar as leis e os tribunais norte americanos e eliminar todo o judiciario … que maravilha !!!
EVANILDO
-29/06/2010 às 18:04
QUERIA SABER SE A DUPLA AÍ, ENFRENTOU A FERNÃO DIAS DE S.PAULO A BH?
O PEDAGIO MAIS BARATO DO BRASIL, A PIOR RODOVIA DO BRASIL.
BASTA PARAR EM QUALQUER POSTO DE GASOLINA E ENTREVISTAR ALGUNS
MOTORISTAS. NÃO TEM UM SÓ CAMINHONEIRO QUE VAI FALAR BEM.
A DUPLA AÍ, COM CERTEZA SOBREVOOU A FERNÃO DIAS. E OLHE UMA COISA
MESMO DE AVIÃO É DIFICIL UM IDIOTA FALAR QUE ISTO AQUI É UMA RODOVIA
BOA.
SÓ NÓS SABEMOS O QUE É VIAJAR PELA FERNÃO DIAS.
COLOQUE A DUPLA EM UM CARRO Á NOITE E MANDE PARA BH.
É BEM POSSIVEL QUE NÃO CHEGUEM.
Francisco
-29/06/2010 às 18:02
Por essas e outras que eu já larguei mão de ler os jornais. Depois que não chorem por falta de leitores. Essa gente têm compromisso zero com a verdade e transparência. Ridículo.
Sergio G
-29/06/2010 às 18:01
A coisa é ainda pior: dei uma busca com o título da “”"reportagem”"” da agência estado (assim, em minúsculas) e ela aparece reproduzida não só nos blogs “cor de rosa” de aluguel, mas até no Portal Exame, que se pretende sério - todos agindo com incompetência E má-fé…
Como funciona o jornalismo hoje em dia? Só uma fonte escreve e o resto apenas publica? Ninguém apura, reflete, ninguém tem linha editorial para respeitar?
gilson gaucho
-29/06/2010 às 18:00
SãoPaulo tem pedágios que poderiam ser um pouco mais baratos. Mas suas estradas tem qualidade e segurança. Tenho um concunhado que ousou encarar a Régis Bittencourt à noite. Terminou estourando 2 rodas e pneus, sendo guinchado até um posto, naquela serra maldita. Mesmo com os altos pedágios, eu que viajo pelas estradas Federais de MG, Go e TO, prefiro as estradas paulistas. Vai calcuar tempo perdido, desgaste de pneus, amortecedores e risco de morte na Régis e em outras federais da Dilma…
Anônimo
-29/06/2010 às 18:00
É realmente impressionante a facilidade com que os petistas pautam a imprensa. Em sua entrevista ao Roda Viva, Serra teve de responder a esta pergunta, mais uma vez.
Ranzinza
-29/06/2010 às 17:59
Concordo com tudo o que você diz.
O modelo do PT não é modelo, é catástrofe. Mas o de SP precisa melhorar. Os pedágios são caríssimos e a distâncias curtíssimas.
Não consigo entender como o custo de manutenção de uma estradas em SP possa ser maior que o de manter uma estrada similar na Europa e nos EUA.
Será que lá eles subsidiam mais? Mas espere aí, aqui também pagamos o IPVA, o IPI sobre carros, e por aí vai.
Lopes
-29/06/2010 às 17:59
Reinaldão,
Você me estressa com os seus comentários! Tudo é tão óbvio que a minha pressão vai a mil com a cara-de-pau dos PeTralhas…
Manda os infelizes trafegarem na BR-101. Lá não tem pedágio mas a qualidade ó…
Soldado Lopes
Desconfiada
-29/06/2010 às 17:59
Hmmm será que tem algum “padrinho” do Lula interessado em obter uma concessão de Rodovia em São Paulo? Quem sabe o eike Batista, aquele outro da “OI”, ou então o cliente do José Dirceu, o Carlos Slim?
Só sei que para mim, diferença a mais nos pedágios não incomoda: tenho que trabalhar 158 dias do ano para ajudar a sustentar a “realeza” aboletada no Palácio do Planalto. Acha que sobra algum para viajar?! Não sobra.
Ratoeira
-29/06/2010 às 17:58
“Trata-se de um movimento criado no ambiente do petismo e divulgado nos blogs de aluguel. O que a reportagem do Estadão informa é que a editoria está sendo pautada por essa gente — e, pois, pela campanha de Aloizio Mercadante.”
PERFEITO! NADA A ACRESCENTAR! ESTE MOVIMENTO É OBRA DE PETRALHA SAFADO!!!
Anônimo
-29/06/2010 às 17:57
Vale lembrar que as concessionárias, no estado de São Paulo, são obrigadas a repassar 5% do total arrecadado a cada um dos municípios por onde passam trechos das rodovias por elas administradas.
Anônimo
-29/06/2010 às 17:54
Por que a saúde no Brasil, piorou de 2002 pra cá, mas a arrecadação de impostos aumentou? E não me venham falar de CPMF…
O Locutor
-29/06/2010 às 17:54
O desprezível e irrevogável Mercadante é uma piada de político, representou São Paulo indignamente, não serve nem para bedel de faculdade.
http://www.youtube.com/watch?v=QOpk4hg1I_o
Ronaldo
-29/06/2010 às 17:52
A autópsia foi perfeita! Vergonhoso esse artigo!
anônimo
-29/06/2010 às 17:52
São Paulo é o único estado da federação que tem estradas decentes. Não existe almoço grátis. Alguém precisa pagar pela manutenção das estradas. Entre os contribuintes e os usuários, o mais justo é que os usuários arquem com a despesa.