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05/08/2009

às 19:14

QUEREM CASSAR E CAÇAR ESTE SÍMBOLO DAS REPARTIÇÕES. EM NOME DA TOLERÂNCIA!!!

crucifixo

Vamos cuidar um pouco de outros assuntos, já que nem tudo no país, felizmente, se resume a José Sarney. O que não quer dizer que não possa haver manifestações piores. Começo com uma questão geral.

Uma coisa é ser agnóstico; outra, distinta, é considerar mera estupidez o que não pode ser explicado pela razão; uma coisa é ser ateu; outra, distinta, é achar que os crentes merecem a fogueira — ainda que seja a da desmoralização. Uma coisa é ser laico e advogar um estado idem; outra, diferente, é perseguir as religiões e os signos religiosos. Uma coisa é defender firmemente que a religião não degenere em fanatismo e sectarismo; outra, distinta, é perseguir fanática e sectariamente os que fazem questão de evidenciar a sua religião.

Por que esse preâmbulo?

Certamente por julgar que todas as outras questões que dizem respeito aos “Direitos do Cidadão” já estão em seu devido Lugar, a Procuradoria Regional dessa área, em São Paulo, decidiu ajuizar uma ação civil pública pedindo à Justiça que obrigue a União a retirar símbolos religiosos, como crucifixo e bíblias, das áreas públicas dos órgãos federais. A argumentação: o Estado é laico.

Parece tudo tão óbvio, não? Parece tudo tão evidente: se é laico, sem símbolos religiosos. Pronto! Não! Pronto nada! De jeito nenhum! Houvesse a obrigatoriedade de se exibir o crucifixo nessas repartições, eu estaria entre aqueles a lutar pela mudança da lei. Mas não é assim.

Dada a forma como se ostentam esses símbolos nos órgãos públicos, estamos diante de uma óbvia e legítima expressão que é também da nossa cultura — não diz respeito apenas à nossa crença. Se um juiz ou promotor decidir pôr em sua sala um quadro com a imagem de uma figura do Candomblé, não ocorreria a ninguém lhe pedir que tirasse o objeto de lá. E ai daquele que o fizesse! Correria o risco de ser processado por racismo ou intolerância religiosa.

O mais surpreendente, e até engraçado, é que a ação da Procuradoria teve origem na representação de um tal grupo chamado Brasil para Todos. Para todos, como se nota, mas menos, então, para os cristãos, que formam, suponho, mais de 90% da população brasileira. Estamos diante da intolerância em nome da tolerância; do desprezo, então, à vontade da maioria em nome da minoria. Aí não é possível. Isso não é democracia, mas autoritarismo sectário.

Como já vimos aqui tantas vezes, a democracia não se esgota com a realização da vontade da maioria. Se os direitos e a voz das minorias não estiverem assegurados, não há regime democrático. A simples exposição de um crucifixo ofende a minoria não-cristã do Brasil? Aliás, dentro dessa minoria, quantos, de fato, estão se sentindo agredidos? Não estamos diante de uma daquelas situações típicas em que não podendo o grupo minoritário impor a todos a sua vontade e as suas escolhas, contenta-se, então, em constranger a vontade majoritária?

Caberá à juíza Maria Lúcia Lencastre, da 3ª Vara Federal, a decisão. O grande guia da meritíssima, a exemplo do que ocorre com todos os juízes, é a Constituição da República Federativa do Brasil, aquela que, como está explícito em seu preâmbulo, foi promulgada “sob a proteção de Deus”. Ou haverá nesta referência algo de profundamente ofensivo aos ateus e agnósticos? O tal grupo Brasil para Todos dará início a um movimento para tirar Deus da Constituição? Não seria o caso de consultar os brasileiros, então, já que a consulta feita — por meio da eleição dos constituintes — parece sem validade a essa gente?

Preconceito anticristão! Esse é o nome da iniciativa do grupo e, se quiserem saber, da ação da Procuradoria Regional. Aliás, seria mais específico: trata-se de preconceito anticatólico, porque é do catolicismo que deriva a, atenção!, “tradição cultural” de se ornarem repartições públicas com o símbolo maior do cristianismo. Ora, que valores tão exóticos ele encerra? O da convivência entre as diferenças? O do amor ao próximo? O da solidariedade? O da caridade? O do perdão? O da fraternidade em Cristo? A quem isso tudo ofende? A quem isso tudo constrange? A quem isso tudo afronta?

Fui ao site do grupo. Encontro lá os dirigentes. E algumas coisas começaram a ficar mais claras para mim:
- Iyalorisa Sandra M. Epega - Presidente da ONG Respeito Brasil Yorubá;
- Pai Celso de Oxaguián;
- Monja Coen Sensei - Missionária da tradição Soto Shu - Zen Budismo;
- Mahesvara Caitanya Das - sacerdote Vaishnava;
- Pr. Djalma Rosa Torres - Igreja Batista Nazareth;
- Rev. Cristiano Valério - Igreja da Com. Metropolitana de São Paulo;
- Ricardo Mário Gonçalves, PhD, monge budista;
- Monge Genshô, Diretor-Geral do Colegiado Budista Brasileiro;
- Jagannatha Dhama Dasa - sacerdote hinduísta Vaishnava;
- Milton R. Medran Moreira - Presidente da Conf. Espírita Pan-Americana.

Como fica evidente, trata-se da expressão de minorias religiosas. Que têm todo o direito de se manifestar. Aliás, é justamente o regime de tolerância propiciado, felizmente, pelo cristianismo que lhes garante lutar para que se apaguem da vida pública brasileira os sinais do… cristianismo. Essa gente seria realmente corajosa, valente, se decidisse, sei lá, pedir que o Irã eliminasse os sinais do islamismo da vida pública — imagem de Maomé, não, porque não pode…

Sim, senhores! O fato é que o cristianismo moderno tem sido a melhor garantia da tolerância entre as diferenças. A lei é sua forma civil. A tradição cristã é seu caldo cultural.

A ONG também conta com “juristas”, como aparecem identificadass lá as seguintes pessoas:
- Roberto Arriada Lorea, MSc. - Juiz de direito;
- Daniel Sarmento - Procurador da República;
- José Henrique Torres - Juiz de direito;
- Iso Chaitz Scherkerkewitz - Procurador do Estado de SP;
- Aldir Soriano - Vice-presidente da Ass. Bras. de Liberdade Religiosa e Cidadania, membro da Comiss. de Dir. e Liberdade Religiosa da OAB-SP;
- Elza Galdino - Advogada

Que esses doutores reflitam se não estão tentando, a exemplo dos racialistas, trazer para o Brasil um conflito que não existe, importando tensões que não estão presentes entre nós ou que têm sido equacionadas no espaço da convivência democrática. Rituais de natureza religiosa, segundo a tradição de cada país, estão presentes em quase todo o mundo. Em boa parte do planeta, a testemunha jura dizer a verdade com a mão sobre a Bíblia.

O cristianismo, felizmente, não se impõe mais a ninguém. No Brasil e no mundo. No que respeita à Igreja Católica, poucas religiões têm buscado, com tanta dedicação, a convivência com as diferenças — em alguns casos, a ponto de se descaracterizar. Querer cassar e caçar o crucifixo, impondo uma proibição, corresponde a violentar a história brasileira e a incentivar a intolerância.

PS - Por favor, tomem bastante cuidado ao comentar. Este é um texto contra a intolerância. E nós somos muito melhores do que os intolerantes, o que não quer dizer que não possamos ser firmes.

Por Reinaldo Azevedo
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364 Comentários

  1. Bete Eschiavon

    -

    22/12/2011 às 21:25

    Acho que deixaria todo mundo satisfeito e seria justo para com todos, se houvesse então a representação de todo e qualquer símbolo religioso, cultuado no Brasil. Que tal? Democrático não? Porém, as salas teriam uma…duas…sei lá quantas paredes para que todas as denominaçôes pudessem “enquadrar” literalmente seu símbolo. Imaginem o tamanho do esquisito?rsrs. Mas seria correto. Com todos! Minha opinião: jurar com a mão sobre a bíblia também, nada a ver! Ou então teria que haver um exemplar de cada doutrinação…e tome estante…Deus é justo! Já o que fazem nos tribunais,e outras repartições não está subordinado ás leis bíblicas.

  2. Juliana rodrigues

    -

    07/12/2011 às 19:03

    Gostei bastante desse artigo, parabéns Reinaldo!
    Gostaria de acrescentar que a FÉ é algo grande demais para ter que ser algo de foro íntimo! É o mesmo que tentar esconder o planeta inteiro numa caixa de fósforos.
    É isto que a fé faz conosco: nos move, se exterioriza, porque não há como segurar. A verdadeira fé respeita todas as pessoas, sem discriminação. É o que Jesus nos ensina até hoje.

    Essa história de abolir os símbolos porque o Estado é laico são desculpas cuidadosamente elaboradas.

    Devemos viver o verdadeiro ecumenismo e liberdade, e não a censura.

  3. Gabriel Birkhann

    -

    27/11/2011 às 21:31

    Cada um deve expressar suas crenças,e o espaço público é de TODOS,não de uma maioria ou de uma MINORIA,e a Constituição é do POVO,e só ele,através de via legal,deve poder mudá-la.Símbolos em locais públicos?Se o povo permitir.Tudo isso “em nome de Deus e de Cristo”.Amém.Ave-Maria…

  4. Mahesvara Caitanya Das

    -

    30/06/2011 às 3:29

    Prezados Senhores,

    Laicidade não trata de desprezar, nem de negar ou de substituir a fé.
    Devemos reafirmar que a remoção de símbolos religiosos não é uma tentativa de suplantar qualquer tipo de dogma. Laicidade significa apenas que tanto a opção entre quaisquer formas pensamento místico-religioso ou visão racional como formas de visão de mundo dos cidadãos deve ser matéria de foro íntimo. Não cabe ao Estado propor a primazia de qualquer um deles sobre o outro e, no tocante à exibição de símbolos, a única maneira de fazer com que o Estado não promova nenhuma corrente acima das demais é com paredes limpas.
    O termo “Laico” não quer dizer inimigo da religião. Laico significa ser a favor do respeito pleno a todas as religiões, sem exceção, assim como à ausência delas. A presença de símbolos religiosos em repartições públicas está ligada a uma inegável manifestação de preferência por parte do Estado, e a laicidade é a garantia de que não haja preferências para sermos todos iguais perante a lei e perante o Estado. Analogamente, não é preciso imaginar que sejam inimigos do esporte os indivíduos que desejem retirar bandeiras de times de futebol de tribunais de direito: trata-se apenas de ser amigo da neutralidade e idêntico respeito frente a todos os times.
    O Estado laico não é ateu, mas é um estado sem preferência nem demonstração de fé. A condição de não ser ateu e simultaneamente não ter fé talvez seja contraditória em um indivíduo, mas não o é quando se trata de um Estado, pois estes não podem ser sujeitos da liberdade religiosa. A liberdade religiosa só pode ser exercida por indivíduos e suas associações na sociedade civil, não por Estados.
    Como a questão é importante, vale a pena entendê-la em detalhe. A rigor, Estados não podem ter ou deixar de ter fé: a fé é uma característica de pessoas. Instituições ou Estados podem, quando muito, promover uma ou outra fé, ou a falta dela. Entendendo que Estados laicos são sempre neutros com relação às matérias religiosas, uma vez que se há preferidos, há preteridos, então a laicidade implica que o Estado não promova nenhuma posição com relação à religião: nem o ateísmo, nem qualquer credo religioso. Nesse sentido, o Estado laico não é ateu, mas também não tem fé – ou seja, não promove a fé. Afinal de contas, a fé ou falta dela é uma questão de foro íntimo e deve ser completamente voluntária, e não objeto de política pública.
    Assim, o Estado laico não se antepõe a símbolos religiosos!
    O Estado laico deve ser um árbitro que garante a todos a liberdade religiosa plena. E, como todo bom árbitro, ele não pode se comprometer com nenhum lado, do contrário sua isenção estaria comprometida. O que seria do juiz de futebol que apitasse um jogo portando símbolos de qualquer time? Assim como o Estado, o árbitro não se antepõe a nenhum clube de futebol, e bem por isso ele não pode se associar a qualquer um deles. O Estado laico, da mesma maneira, não é contra símbolos religiosos, mas contra ouso de símbolos religiosos em repartições públicas, de maneira que eles comprometam a neutralidade desse Estado.
    É muito curioso que os defensores do Estado laico sejam acusados de intolerantes se eles são os únicos que propõem que a lei seja cumprida com rigor para fazer valer a igualdade plena entre cidadãos. Será intolerante quem deseja retirar os símbolos de um clube de futebol dos tribunais, ou intolerante é quem não admite quaisquer outros símbolos, nem a ausência deles?
    Sim, cabe enfatizar que a Constituição Federal não conformou um Estado ateu, nem hostil ao cristianismo, apenas estabeleceu um regime não confessional. Não há religião oficial, mas também não há política oficial de repúdio à religião.

    A laicidade, repito, não é o repúdio à religião, e é por isso que diversos grupos religiosos apóiam a iniciativa Brasil para Todos, de retirada de símbolos religiosos de repartições públicas. Mas laicidade é, sim, repúdio ao uso do Estado a serviço de qualquer religião ou do ateísmo.

    Grato,

    Mahesvara Caitanya Das
    Sacerdote Brâhmana
    Hinduísmo Gaudiya Vaishnava

  5. efraim moreira de carvalho

    -

    10/08/2010 às 11:26

    eNGRAÇADO, QUEREM PROIBIR A CRUZ, ALIÁS REPARTIÇÕES PÚBLICAS ADMINISTRADAS POR BANDIDOS POLITICOS, QUE ATENDEM MAL AO CIDADÃO, QUE ROUBAM, QUE DÃO VEREDICTOS DE ACORDO COM OS INTERESSES POLITICOS E PESSOAIS DE JUIZES E MINISTROS,CAMARA DE VEREADORES, ASSEMBLEIAS, SENADO, PREFEITURAS E CAMARA FEDERAL ENCRUSTADAS DE POLITICOS QUE VIVEM A METER A MÃO NO DINHEIRO DO POVO, NÃO PODEM TER A CRUZ DO CRITOS EXPOSTA, É PRECISO QUE RESPEITE O NOSOSO SENHOR JESUS CRISTO.

  6. stratus

    -

    05/08/2010 às 9:56

    Reinaldo , não faça a crentalhada pousar de coitadinhos. Queria ver se alguém resolvesse colocar uma imagem de qq outra coisa na repartição que não o crucifixo.

    Certamente, vocês seriam os primeiros a reclamar. Seu raciocínio é falacioso ao comparar a sala do juiz com o âmbito da repartição. A sala do sujeito é o ambiente dele de trabalho, assim ele pode colocar la dentro o que ele bem entender, desde que não falte com o devido decoro que sua função exige.

    Assim, como em minha mesa de trabalho da repartição posso colocar crucifixo, santinho, manifestar meu apreço a determinado político, adotar o posicionamento filosófico que eu quiser. Todavia não posso tornar meu ambiente de trabalho palco de minhas ideologias.

    O Brasil é um pais laico e plural em termos religiosos e ideológicos. Assim, nada mais correto que as repartições adotassem essa posição.

    Lembre-se democracia não é o governo da maioria, mas o governo de todos.

    Acho que vc é um piadista. Cristianismo tolerante? De que planeta vc veio? O cristianismo até pode ser tolerante em sua filosofia, mas quanto a cristãos a tolerância existe desde que suas ideias sejam as adotadas. Se tivessem o apoio do estado ainda estariam por ai a queimar pessoas vivas.

    Imagem de Maomé… (KKKK) Isso mostra que vc é completamente ignorante no tema que tenta abordar. É PROIBIDA QQ IMAGEM DO PROFETA!!!!

    Jurar com a mão sobre a bíblia… Por acaso vc viajou no tempo? Isso não se usa mais. Não se aplica mais essa prática, pois se vc cometer perjúrio e vierem a descobrir vc está frito. Dá cana.

    Imagine vc mandar um budista, um ateu, um islâmico ou um indiano jurarem com a mão sobre a bíblia… O tribunal precisaria ter uma coleção de textos e símbolos sagrados para religiosos de outras fés. E para os ateus e agnósticos?

    A convivência pacífica jamais foi o mote religioso (vide noite de São Bartolomeu, inquisição, expulsão dos uguenotes, intolerãncia contra judeus, o problema do Oriente Médio, a questão tibetana , a separação entre India e Paquistão), mas do Estado a fim de se manter coeso.

    Assim, Reinaldo, lugar de símbolo religioso é no devido templo, e não em repartições, uma vez que não vivemos em uma teocracia, mas em uma democracia.

    Reflita mais sobre o tema…

  7. Joilton Lima

    -

    25/04/2010 às 23:16

    Acho que os símbolos religiosos de quaisquer religiões deveriam ficar ostentados em seus templos. O que está em questão, não é a perseguição ou não de cristãos, é tão somente o direito que ateus e agnósticos tenham de não adentrarem em salas especificamente públicas, em um estado laico, ostentando artefatos religiosos cristãos. Não devemos impor as minorias vontades religiosas da maioria.

  8. Cabrera

    -

    01/03/2010 às 14:30

    Sou Cristão porém a favor de que os símbolos religiosos seja tirados das repartiçoes. Afinal de contas se não me engano o nosso sistema é laico não é??? E outra…a imagem de Cristo na Cruz na Cruz é um símbolo d sofrimento e na e fé. Foi utilizado pela Igreja Católica no Início de seu expanão para im por medo aos adversários…..

  9. Magister

    -

    01/03/2010 às 13:18

    Podemos transformar o Estado em oficialmente Cristão, já que a imensa maioria da população é cristã.
    Acabaria o problema e eu garanto que os Cristãos (por mais pentecostais incendiários que sejam) saberão honrar os mais de 5 séculos de tolerância com as demais microreligiões, credos, seitas etc; ou, então agradar o ego intolerante de cães sarmentos (ou seria sarnentos?)…
    1)Derrubando o Cristo Redentor, já que o espaço lá é público e mantido pelo Estado (quem sabe erguer no local uma esfinge em homenagem a Mao, Lenin, Dirceu ou Romário);
    2) Rebatizando os Estados de SP e SC, bem como todas as ruas, praças, logradouros, municípios com nomes de santos, pastores, rabinos, babalorixás etc

  10. Marco Franco

    -

    16/01/2010 às 13:10

    O Cidadão Brasileiro tem direito de expressão e comunicação, assim rege a Constituição Federal.
    O Brasil tem muitos outros milhares problemas sociais e políticos, para serem resolvidos. Percebo neste grupo Anti-Cristo de desocupados, uma forma de desviar mais ainda a atenção da população para os problemas relevantes deste Pais.

  11. Fred

    -

    14/01/2010 às 13:55

    Rafah, você além de ser ateu, é burro e analfabeto. Vai se alfabetizar para ver se pelo menos o que você escreve, os outros entendam!

  12. rafah

    -

    11/01/2010 às 13:02

    mais é de fato que da noite para o dia jesus virou o filho de deus mas é engraçado que jesus fala tambem de deus mais ñ é isso que consta na biblia no antigo testamento o proprio de deus deus é um cara injusto ,inescrupuloso , machista , etc.. é esse o deus que a igreja de fende o que manda matar as pessoas que trabalhão aos sabados e ñ venhão com esse papo que jesus mudou isso pe em mateus 31,13 ele fala que ñ veio para a nular a lei então acho que uma igreja que defende éssa coisa ñ deve ter nenhum dos seus simbolos presentes a orgão publicos.
    ah e sim sou ateu

  13. RAFAH

    -

    11/01/2010 às 12:56

    vc perguntou ” que valores tão exóticos ele encerra? o da fraternidade em Cristo? A quem isso tudo ofende? A quem isso tudo constrange? A quem isso tudo afronta?
    aguns deles que eu ñ os copiei é por que tem uma serta razão como o do perdão ,do amor , etc…esse ñ fasem mau a ninguem e a té melhora a convivencia mas ñ precisa ter uma religião para seguim esses pensamento.
    Agora do amor em cristo isso sim me encomoda porque é de fato que jesus foi apenas um grande marquetim para a acabar com a guerra na quele tempo jesus foi um homen normal que falava sobre um deus bom dozo e muitas das coisa que ele disse são muito boas para os dias de hoje. continua na prociamo comentario

  14. Flávio

    -

    23/12/2009 às 14:02

    Eu proponho em nome então do respeito substituir TODOS os crucifixos de uma repartição pela estrela de DAVI, dessa forma continuamos preservando a “liberdade” religiosa, o que acham?

  15. MaxTiger

    -

    20/11/2009 às 19:09

    Acho que as pessoas deveriam ser mais ecumênicas umas com as outras, somos a imagem e semelhança de Deus, e nunca devemos nos esquecer disso, a cruz e o demais objetos, sáo apenas para nos lembrar de Deus, só isso, agora se eu fosse Deus, eu teria vergonha dessas pessoas que se parecem comigo, e que estam agindo dessa maneira, lembrem-se Deus é um só, e não precisa nem lembrar qual foi a religião fieta por Deus né? Pois as que foram feitas pelos homens todos já sabemos.

  16. maluci

    -

    02/11/2009 às 18:21

    Gostaria de fornecer um site católico que é http://www.paieterno.com.br, lá tem artigos referentes a crucificação de Jesus, o Céu, o purgatório e o inferno, mesmo quem é ateu leiam e reflitam melhor sobre o que Jesus passou desde a sua condenação até a crucificação-(é de se emocionar) ou de outras religiões, mesmo sendo espíritas, nem que seja só por curiosidade, é muito bom esse site. Não tenho nada contra as outras religiões e respeito muito. Um grande abraço.

  17. maluci

    -

    02/11/2009 às 18:05

    Que linda imagem, Se eu visse uma imagem dessa em uma repartição pública, me ajoelheria diante dela e pediria em voz bem alta para que Jesus tenha piedade dos homens, pois eles ão sabem o que fazem e rezaria bem alto o Pai Nosso para que as pessoas que entrassem no recinto se ajoelhariam também e pedissem misericórdia, pois devE continuar onde está, pois SEM ELE somos NADA. Demonstra que devemos ser mais humildes e rezarmos mais para que esse mundo seja melhor e mais fraternos com os irmãos que estão passando por tantas injustiças. Se Jesus viesse de novo, crucificaríamos novamente para perdoar os nossos pecados.

  18. maluci

    -

    02/11/2009 às 17:47

    Pobre Jesus, se viesse de novo nesse mundo, seria crucificado novamente por causa dos pecados do mundo, que há tantas injustiças. e é atacado de todas as formas,mas SEMPRE VENCEU.Pois Ele é - PAI-: FILHO, e ESPIRITO SANTO. Amém! Preciso dizer mais? Não!! Não tenho nada contra as outras religiões, pois o nosso Brasil é rico em diversidade religiosa, mas pelo menos acreditam em algum ser superior e tem a sua crença. Agora a questão de colocar uma imagem em um ambiente público, vai saber se esse cidadão professa uma fé em Jesus e tem confiança e pede em oração para resolver as dificuldades diárias em seu ambiente de trabalho, pois sem Ele não somos NADA,

  19. heraldo da bahia

    -

    10/10/2009 às 16:54

    os simbolo da cruz e universal, para todo aquele que cristo existio, simboliza o grande amor de um deus pela humanidade e que amou tanto que foi ate a morte e morte de cruz.
    e o brasil é e será a terra de santa cruz. estas autoridades que se sentem incomodados com o simbolo religiossona parede de sua repartiçao e sinal , no seu agir nao te esta dando paz de conciencia e tem medo dda mensagem da cruz. morte, vida e ressureiçao. de um deus que se fez carne.
    catolicos pregadores busquem nos destes deputados , senadores, juizes que estao encabecando esta proposta de retirada das paredes mais nao retirarao das mentes a verdade que:”JESUS CRITO É O SENHOR DO BRASIL, ELE NAO PRECISSA DE CRUZ

  20. Ricardo Abdul Najub

    -

    05/10/2009 às 10:09

    Vivemos numa república laica e, como tal, suas instituições não devem carregar objetos religiosos, sejam crucifixos, terços, sinos, incensários, ebós ou qualquer outro. Queremos tolerância, não só queremos, exigimos. Não podemos aceitar que um Estado laico carregue em suas repartições somente o símbolo da religião dominante. Se isso não é optar por uma fé, o que seria? Porque só crucifixos? Cadê a tolerância em não aceitar que se retirem os objetos religiosos dos locais públicos? Os que defendem essa ideia, aceitariam colocar ao lado da imagem de Cristo a fugura de Xangô? Duvido muito!

  21. Tabris

    -

    01/09/2009 às 13:25

    Gione, desculpa. Mas esse simbolo não está na minha casa, por que não sou cristão. E essa é a idéia. Nem todo mundo é cristão, por mais que você queira e dessa forma o estado não pode ser cristão.

  22. DANIEL GOMES

    -

    25/08/2009 às 12:10

    Senhores.

    A meu ver, nas Repartições Públicas não se deve colocar símbolo qualquer, símbolo algum. è um ambiente PÚBLICO e ninguém, ninguém mesmo deve impor nada, nenhum símbolo. Cada pessoa deve ser livre em suas escolhas. Não é coerente irmos a um setor público e lá encontrarmos um símbolo de um crucifixo com o Cristo pendurado, humilhado, vituperado… Este Cristo está VIVO. Ele não merece estar pendurado em um madeiro. Vamos, sim, retirar os crucifixos dos prédios e das salas públicas. A religião ou seita católica não deve se impor como até o momento tem feito.

  23. Lucares II

    -

    25/08/2009 às 1:19

    Nas antigas monarquias o rei era coroado pela aautoridade da Igreja, à qual ficcava devendo vassalagem. A república, transferindo a fonte do poder, da autoridade religiosa, para o voto popularQuebrou, de fato, essa dependência, que as constituições, de direito declinaram. Na época não havia outras religiões a serem consideradas, a não ser as cristãs e estas messmas não se misturavam, localizando-se em paises diferentes. As nações continuaram católicas ou protestantes e as bíblias e crucifixos continuaram atestemunhar, principalmente nas dependências públicas a sua religiosidade. Por ignorância da etimologia e da história, acontecem esses tristes espetáculos.

  24. Lucares

    -

    25/08/2009 às 1:00

    Todda a confusão é causada pelo mau entendimento da palavra “laico”. É a versão erudita da similar “leigo”, ambas vindas do latim eclesiásstico “laicus”, que designava alguem que não pertencia ao estado clerical, não estando portanto sob a autoridade direta da hierarquia eclesiástica catolica. Assim diz-se que o sacerdote que é dispensado da função saceerdotal, retorna ao estado laico. Na Cristandade a totalidade dos estados eram oficialmente católicos. Com a desagregação daquela ordem foram aos poucos tronando-se laicos, o que não significa que e tornaram ateus nem arreligiosos. Apenas deixaaram de considerar a Religião católica como religião do Estado, com exclusão de qualquer outra.

  25. Maria

    -

    24/08/2009 às 8:02

    Atenção:
    A prática, indução ou incitação de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional, por meio da Internet, constitui crime punido com reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos e multa, conforme determina a Lei 7.716/89 em seu artigo 20, § 2°.

  26. Mauro Paz

    -

    18/08/2009 às 20:46

    Estado laico é estado laico, a presença de simbolos seja qualquer que seja, e que não pertença ao estado, deve ser tirado das paredes, dentro das repartições do estado devem figurar somente simbolos que representem o povo como um todo, e não uma parcela dele, sou a favor da MP e que sirva de aviso, o Brasil esta mudando, e não aguenta mais os coroneis, seja os do cangaço ou das elites religiosas, eu sugeriria outra MP, a de cobrança de imposto sobre todas chamadas “instituisçoes” religiosas, como a frança já o faz, como o canada e alguns estados americanos, cobrar imposto sobre o que as igrejas arrecadam e reverter em ensino e educação para o povo. Fora religião.

  27. Joseh

    -

    17/08/2009 às 21:53

    Só para alertar os desavisados; o preâmbulo da constituição diz: “sob a proteção de Deus”, mas não menciona qual Deus, com exceção dos ateus(que dizem não acreditar em Deus) todas as outras religiões tem o seu Deus. Então o termo é genérico e serve para todas as religiões. Se estivesse dito: “Sob a proteção do Deus de abraão, de Isaque e de Jacó haveria escolha pelo Judaísmo. Se sob a proteção de Deus pai do nosso Senhor Jesus Cristo para o Cristianismo. Se sob a proteção de Deus de maomé para o Islamismo, e assim por diante. Temos que admitir, os nossos constituintes usaram a cabeça e procuraram não ferir nenhuma religião. Houve então tolerancia com todas as religiões. Joseh, Natal-RN.

  28. Jéssica F.

    -

    17/08/2009 às 9:08

    Esta intolerãncia não somente remete aos símbolos católicos, acontece e acontecerá por muitos tempos, com outros simbolos seja lá qua for a religião que os representem, imagine em um hospital com algum símbolo do candoblé,causaria mesmas repercussões..
    “O Estado é laico”. Isso bem é verdade. Como mencionado no preâmbulo da constituição encontramos como próprio Reinaldo mencionou “sob a proteção de Deus” e ai fica tal paradoxo. Mas podemos explicar isso pela “herança cultural” que nos foi deixada, e relembrando uma vez que a religião se torna hoje em dia uma questão de “forum íntimo”.
    Isto remete também a questão do público versus privado.
    Abraços e parabéns pelo blog.

  29. Dorival Filho

    -

    16/08/2009 às 14:58

    Dizer que “se um juiz ou promotor decidir pôr em sua sala um quadro com a imagem de uma figura do Candomblé, não ocorreria a ninguém lhe pedir que tirasse o objeto de lá” só se for por medo do juiz. Mas isso não é tolerância religiosa. Seria interessante observar o que ocorreria se o diretor de uma escola colocasse símbolos do candomblé dentro da escola. Há poucos anos, o carnaval de Salvador foi enfeitado com orixás. Enquanto isso, a igreja católica já proibiu a imagem do Cristo Redentor no Sambódromo. Se a sociedade não trata com igual respeito símbolos de qualquer religião, então, não pode haver o símbolo de nenhuma, nas repartições públicas.

  30. Joseh

    -

    16/08/2009 às 3:37

    Para entender o meu comentário comece lendo do primeiro lá de baixo e só leia este por último.
    E quanto a símbolos religiosos, futebolísticos ou quaisquer outros em lugares públicos das repartições ou se permite todos ou não se permite nenhum.
    Assim só a bandeira do flamengo poderia existir nesses locais, porque possui a maior torcida do Brasil.

    José de Almeida. Cidadão. Natal-RN.

  31. Joseh

    -

    16/08/2009 às 3:32

    Por enquanto, as palavras escritas pelos seguidores de Jesus foram as que me trouxeram mais conforto e respostas. Se inventadas ou não, com certeza, foram elaboradas com vistas a tornarem a sociedade, intolerante e preconceituosa da época, melhor.
    Assim, viva a liberdade de expressão e às idéias que nos façam melhor sem as impô-las aos outros pela força ou por lavagem cerebral. E sim, numa discussão de idéias.
    Vamos dar a todos a oportunidade de expressar sua opinião, um “bem” atual considerado pela maioria da sociedade globalizada.

  32. Joseh

    -

    16/08/2009 às 3:28

    De uma coisa não podemos fugir: “Na vida física que levamos o mais forte é quem vencerá”. Sempre foi assim e sempre será. Seja um homem, um grupo de homens, uma tribo, um país ou uma união de países. E no final, caso Deus exista, será ele, pois será mais forte do que tudo isso.
    No meu caso, em razão da sociedade que nasci, o que é considerado “bem” são os princípios cristãos. Devo dizer que esses princípios me tornaram uma pessoa melhor, mais forte para suportar as dificuldades da vida. São nas palavras que escreveram dizendo serem de Jesus que encontro esperança, porque, se não acreditar nisso vou acreditar em quem? Papai Noel, Hitler, Mussolini, Hugo Chaves, Fidel Castro, R.R. Soares, Bispo Macedo, Silas Malafaia, apóstolo Valdemiro, no Papa, Maomé, Buda ou, em qualquer um(a) dos(as) Senhores(as)?

  33. Joseh

    -

    16/08/2009 às 3:26

    O terceiro item é que é o causador de todos os conflitos. Caso você queira levar uma vida sem aborrecimentos faça o que é considerado o bem na sociedade que você nasceu. Se não, tente modificá-la inserindo o que é considerado o “bem” por outra sociedade ou civilização e, nesse caso, você correrá riscos podendo, inclusive, ser morto ou tendo seguidores e conseguindo impor esse “bem” para a sociedade que nasceu.
    A questão do atual mundo globalizado é chegar a um consenso do que seja o “bem” para todos. Quando o mundo era mais isolado, cada sociedade vivia o seu próprio “bem”.

  34. Joseh

    -

    16/08/2009 às 3:26

    A Igreja Católica é uma instituição com muito dinheiro. Ela arrecada dinheiro de duas formas: 1) Dos pobres através de pedidos de pequenas doações em dinheiro nas missas realizadas chamadas de ofertas, e agora também, imitando os evangélicos, através dos dízimos; 2) Da classe média e alta através das doações e dos pagamentos dos colégios particulares e universidades que possui.
    Onde há dinheiro há corrupção. Onde há dinheiro os ambiciosos para lá vão. Isso serve também para todas as igrejas e todos os órgãos públicos, bem como para todas as empresas. Se você for bem intencionado e for fazer parte delas prepare-se para ficar na condição de ser somente usado pelos ambiciosos de plantão. Pelo grupinho que só pensa em se dar bem. Ao descobrir algo errado nessa instituição terá duas opções: 1) se omitir e continuar fazendo a sua parte, ou 2) denunciar e correr o risco de ser excluído, preso, processado ou até mesmo morto. Exemplos não faltam.

  35. Joseh

    -

    16/08/2009 às 3:23

    Desafio quem consiga contestar com lógica meu pensamento abaixo.
    Os bons homens de todas as ciências, e os bons homens de todas as religiões fizeram a diferença para o bem.
    Os maus homens de todas as ciências, e os maus homens de todas as religiões fizeram a diferença para o mal.
    O problema é que normalmente os maus se organizam e passam a dominar os bons, que normalmente por não aguentarem a pressão desistem de lutar e quando lutam os maus dão um jeito de matá-los, cassá-los, etc.
    Isso acontece não só nas religiões como em todas as outras instituições, a começar do Congresso Nacional Brasileiro até o menor posto de saúde do menor município brasileiro.
    A Igreja Católica é uma instituição com

  36. Madeira

    -

    14/08/2009 às 10:45

    Justo seria o seguinte:

    Ou libera pra todo mundo colocar o que quiser (flâmulas de times, macumbaria, santos, amuletos, duendes, etc.)

    Ou ninguém coloca nada.

    Fico com a segunda opção.

  37. Marcos Augusto

    -

    14/08/2009 às 2:58

    Continuando, pensem, por exemplo, nos grupos de consciência negra que, patrocinados pelo Estado, divulgam seus símbolos religiosos (ah, desculpem, eu quis dizer culturais) em nome da assim chamada “ação afirmativa” (a propósito, sou negro e não adoto nenhum desses símbolos nem aceito ser representado por tais grupos. E a Bahia “de todos os santos”, que faremos com ela (e olhe que não sou adepto de nenhum deles). Um Estado laico é uma coisa. Um Estado intolerante às expressões religiosas (que são, no mínimo, representações da cultura) é outra coisa totalmente diferente. Viva a liberdade!

  38. Marcos Auguso

    -

    14/08/2009 às 2:49

    Reinaldo, parabéns por sua reflexão. Ela é mais profunda e séria do que a maioria conseguiu captar. A propósito, Dedeco, seu argumentum ad hominem é simplório. Sou protestante presbiteriano e, como tal, não adoto imagens do Cristo crucificado (na foto exposta). Não obstante, concordo com o artigo. Potanto, não é simples questão de “brasa para sua sardinha”. E, se os símbolos religiosos são representações de nossa cultura, eles também são culturais. Quanto ao patrocínio estatal de tais símbolos (acerca do qual alguém escreveu acima), O governo é o maior patrocinador de algumas dessas minorias.

  39. CARLOSATMACEDO

    -

    13/08/2009 às 13:01

    Cada coisa deve estar em seu lugar próprio, condizente com o ambiente. Nas igrejas, os símbolos religiosos. Nas repartições públicas não se deve colocar símbolos religiosos. Nos foruns e tribunais o que deveria haver é o símbolo da justiça, aquela mulher com os olhos tapados, com uma espada numa das mão e na outra uma balança, simbolizando que a justiça deve ser feita a qualquer um, com firmeza e com equilíbrio. O MP está certo, portanto.

  40. Renata

    -

    13/08/2009 às 12:41

    Como leitora que o admira e ao mesmo tempo vive discordando, penso que crença e prática religiosas são questões pessoais e de foro íntimo, não público: que cada um acredite (ou não) e pratique (ou não) aquilo que quiser, em sua casa, em sua sala particular de trabalho, no templo ou espaço de culto à sua crença, e não em lugares de uso comum. Não porque vá ofender quem não segue essa ou aquela crença, acho até que a maioria nem liga pra isso, mas por questão de coerência. Não se trata de intolerância, mas de separação justa entre Estado e Igreja: se o Estado é laico, é laico e não tem que ter manifestação simbólica nenhuma, de nenhuma crença, independente de raízes culturais ou históricas.

  41. Tiago Menezes

    -

    12/08/2009 às 16:48

    Que tal colocar a imagem do Preto Velho do Candomblé em todas as repartições públicas?

    Ou senão, quem sabe um pentagrama da bruxaria embaixo da cama dos enfermos nos hospitais públicos?

    O ser humano sempre tem a necessidade de impor suas crenças, e achar que elas são melhores que a das outras pessoas.

    As repartições públicas pertencem a todo o povo brasileiro, não somente aos cristãos. O MPE está corretíssimo.

    No dia que um cristão aceitar em seu leito de morte a estátua do preto velho da Macumba (ou jurar sobre o Alcorão nos tribunais) aí será correto colocar imagens religiosas em repartições públicas.

    Até lá, que exibam suas crenças infundadas em suas propriedades privadas.

  42. Dedeco

    -

    12/08/2009 às 13:57

    Esse é mais um artigo de um religioso(católico) que não quer perder sua posição de dominação e de ostentação dela em todos os lugares, até os indevidos e inconvenientes(algo similar com o totalitarismo), pois os espações públicos devem ser neutros, isentos e abarcar e respeitar maiorias e minorias. O individual é outra coisa e ninguém está se referindo ou os questionando.
    Portanto, nesses posts as pessoas não fazem distinção, por interesse próprio, aquela velha história de puxar brasa pra sua sardinha e nem se tocam em fazer uma autoavalição?
    Os lugares públicos devem ser isentos, sem manifestações, portanto, procede a Ação do MPF. A instância privada não está nem deve ser questionada.

  43. Alexssandro Duarte

    -

    11/08/2009 às 22:43

    Imagens e símbolos religiosos não incomodam os ateus como eu, mas sim os adeptos das crenças não contempladas com a exibição publica dessas em repartições publicas.

    Sou a favor sim da retirada dessas imagens e símbolos, e inclusive de Deus de nossas cédulas e da nossa Constituição e sim manifestaria a mesma vontade se um Juiz se achasse no direito de colocar um belo e vistoso despacho em sua mesa de trabalho. E antes que alguem pergunte tudo bem se acabarem com os feriados religiosos.

    O Estado é laico e ponto final, o resto é ficar esperneando bobagens como atribuir qualquer coisa que os desagrada a uma manobra do Lula (que pé cristão por sinal)

  44. Advogada Santos

    -

    11/08/2009 às 16:30

    A fé está em nosso coração, as imagens (inclusive fotos e lembranças de nossos queridos) só nos servem para materializar e representar o que sentimos e gostamos que esteja sempre na nossa vista, para não nos esquecermos,
    para ficarmos felizes à cada olhada que damos… Enfim… temos necessidade de ver o Amor, cheirar o Amor, tocar o Amor, ouvir o Amor, provar o Amor e finalmente: SENTIR O AMOR!!! Sentidos instintivos perfeitamente próprios de nossa natureza.
    Os sinais visíveis do Amor Maior, a Cruz de Cristo, de fato, devem dar muito consolo a alguns que o veem em repartições públicas ou em qualquer lugar que seja, lembrança suprema do que, para muitos, representa a verdadeira justiça…

  45. Advogada Santos

    -

    11/08/2009 às 16:24

    Continuo: Não acredito nesse discurso vazio e pseudo inocente de quem lança tal ação civil pública invocando princípios como “moralidade”, “impessoalidade”, totalmente desrespeitados por muitos, especialmente “autoridades” em todo o nosso grande país… Eles que deveriam dar o exemplo.
    Verdadeira campanha contra a fé católica e quem sabe,”cristã”, pois conheço muitos protestantes, espíritas e outros que respeitam a imagem da cruz de Cristo, muitas vezes, “inclusive” esses respeitam e possuem a imagem de Nossa Senhora e outros santos em suas casas, escritórios, carteiras, estabelecimentos, consultórios etc.

  46. Advogada Santos

    -

    11/08/2009 às 16:18

    Sinto “pena” de quem tem uma iniciativa dessas (da ação civil pública)… pois a própria “autoridade que tem” esse ser (ou seres), vem do alto. Com o poder de Deus não se brinca, nem se afronta…
    A História da Humanidade está aí sempre a demonstrar o sinal da decadência do homem quanto mais ele se afasta da fé e do respeito pelos sinais concretos de Deus, uma vez que o PRÓPRIO é abstrato. Esse gesto nada mais é do que, no mínimo,se poderia chamar de um sinal de “desprezo”, de “desafeto” e “desrespeito” mesmo, por que não dizer, pela cruz de Cristo ou outros símbolos cristãos ostentados em tantas repartições públicas pelo Brasil.

  47. Telmo

    -

    10/08/2009 às 1:07

    Os intelectuais ….aliás, talvez, os intelectuais brasileiros, defendem um comportamento sereno em qualquer circunstância. Não. não são firmes. Eles se constrangem em serem firmes para não poluir sua aura de segurança e auto-controle. O símbolo religioso, é simbolo de muita intolerância. Os religiosos são intolerantes. Invocam deuses para endeusar suas imposições…. Os símbolos religiosos, como o da foto, transmitem, inocentemente, a imagem da fragilidade, humildade e do bem. Mas essa imagem inocente é o grande pretexto. Fui criado sob esses simbolos inocentes. Sofri muito com a religião que impõe culpa e temores desnecessários. Vi o significado disso com 11 anos e me libertei para sempre

  48. luiz antonio

    -

    08/08/2009 às 14:51

    Nada acontece que não tenha sido profetizado por Jesus.

    A perseguição a Cristo é uma realidade que deveremos conviver até que ELE volte, como REI DO UNIVERSO para julgar a todos.

    Todavia, devemos defender sua pessoa, suas palavras e ensinamentos até o fim de nossas vidas terrenas.

    Isso, também, faz parte da nossa missão cristã.

    paz e bem.

  49. Carlos

    -

    08/08/2009 às 12:05

    Ainda sobre o tema, seu argumento invocando a alteração dos feriados é algo interessante. Sei que colocou a questão de modo leve, mas levando mais a sério sou favorável que se extinguissem os feriados com motivos e dividissem o número de datas que hoje são feriados para que pessoas e/ou empresas escolhessem de acordo com sua conveniência ou consciência. Assim um católico poderia continuar folgando o 25 de Dezembro para comemorar evento significativo de sua religião. O maior benefício seria nos poupar de certas datas como dia da consciência negra e outros do tipo (nada impede uma cidade de aprovar lei tornando feriado municipal o dia do marxismo).

  50. Carlos

    -

    08/08/2009 às 11:57

    Reinaldo,

    Concordo com boa parte do que escreveu. Embora seja formalmente agnóstico e ateu na prática quero distância do grupo que propõe a medida. Com certeza discordo dos motivos e das intenções. No entanto minha opinião sobre símbolos religiosos em repartições públicas não é de todo fechada. Por exemplo: Tendo a concordar com o argumento cultural defendendo a permissão da existência de tais símbolos, mas por outro lado acredito que muitos dos que defendem a existência com este argumento tem seu radicalismo e agenda secreta (como o time dos contrários citados em seu texto). Tenho minhas dúvidas se realmente acreditassem no argumento cultural teriam tanto fervor na defesa de sua posição.

  51. carlos

    -

    08/08/2009 às 11:19

    Não entendo a celeuma… Digo:

    (a) A Constituição proíbe que o Estado privilgie uma religião sobre outras, ou sobre a ausência de crença;
    (b) A presença de símbolos católicos em repartições públicas (sustentadas com o dinheiro de todos, sejam cristãos, ateus muçulmanos, animistas) representa um privilégio estatal;
    (c) Logo, é inconstitucional e deve acabar.

    A coisa é praticamente autoevidente. Qual o problema?

  52. Luis Brudna

    -

    07/08/2009 às 23:41

    Que tal uma camiseta do Corinthians em todas repartições públicas?
    Bingo.

  53. Café Pensante .net

    -

    07/08/2009 às 9:25

    Li um comentário muito bom:
    - pela lógica, esse pessoal do MPF vai pedir pra modificar o nome da cidade de São Paulo. Certo? Porque eles, certamente, ficam muito ofendidos com esse nome! Não é mesmo? …e vai dar trabalho, pq a maior parte das cidades brasileiras tem nome de santo.
    .
    outra possibilidade, seria retirar o Cristo Redentor do corcovado… no Lulismo tudo é possível!!
    .

  54. Kirk

    -

    06/08/2009 às 23:54

    Caro Reinaldo,seu texto está EXCELENTE!!!SENSACIONAL!!!MARAVILHOSO!!!Parabéns!!!

    Parabéns,também,aos demais leitores/comentaristas católicos,direitistas,conservadores,reacionários etc,deste MARAVILHOSO blog do católico Reinaldo Azevedo!!!

    Caro amigo Órfão Nuclear,às 5:26 pm,
    agosto 6, 2009,grato por seus comentários elogiosos acerca do inteligente,culto,conservador,corajoso etc,Padre Paulo Ricardo e suas IMPORTANTÍSSIMAS palestras,disponíveis em:

    http://www.padrepauloricardo.org/

    PALESTRAS:

    - “MARXISMO CULTURAL”
    - “CARDEAL RATZINGER E A TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO”;
    - “POR QUE NÃO HÁ BÍBLIA SEM IGREJA?”;
    - “JESUS HISTÓRICO E O CRISTO DA FÉ”;
    - “PLURALISMO RELIGIOSO”;

  55. André

    -

    06/08/2009 às 22:10

    Reinaldo,

    Se formos seguir a lógica desses laicistas, deveriamos mudar o nome da cidade e do estado de São Paulo (e de outros vários também), pois afinal o Estado é Laico, o Estado é laico!

    Só que o problema é que eu não mais duvido que um dia isso será proposto.

  56. Café Pensante .net

    -

    06/08/2009 às 21:53

    O MPF afirma que os símbolos religiosos ofendem a liberdade de crença das pessoas que procuram os serviços dos órgãos públicos e não compartilham da mesma fé…
    Quem está ofendido? O movimento gay? O PCdoB? O PT?
    .
    Vamos considerar que todo comunista é um vampiro (chupa sangue dos trabalhadores); então, é plausível considerar que um vampiro fique incomodado ao ver um crucifixo. Não é mesmo?
    .

  57. Luiz Guilherme

    -

    06/08/2009 às 21:13

    Infelizmente, as pessoas ainda não estão acostumadas a ver com os olhos da fé. Por isso, enxergam a Cruz Sagrada como ”ofensiva”. Todo e qualquer símbolo, da religião que for, deve ser respeitado, uma vez que não é o símbolo, ou a imagem que ofende quem quer que seja. Será que a foto de uma modelo nua [ou com minúsculas roupas - que são a mesmíssima coisa], fariam tal estardalhaço??? NÃO À INTOLERÂNCIA RELIGIOSA!!!

  58. Zé Luiz

    -

    06/08/2009 às 21:06

    Concordo em 90% das vezes contigo, Reinaldo. Mas desta vez tenho opinião distinta.

    Claro que os símbolos religiosos em lugares públicos - STF, Senado etc - não ofendem profundamente os ateus, ao menos a maioria deles. Afinal, para quem acredita que Deus não existe, os símbolos não fazem lá muito sentido.

    A questão é: Por que ter símbolos cristãos nesses lugares? Basta a população cristã ser maioria para tal? Creio que hoje no Brasil represente cerca de 70%. Mas não é suficiente. Afinal o Estado é laico, e como laico deve se comportar. Daqui a pouco, ao invés de não termos símbolos, teremos que ostentar duas dúzias de penduricalhos religiosos em locais públicos.

  59. OTÁRIO

    -

    06/08/2009 às 20:19

    REI, ESTOU PASMO COM OS COMENTÁRIOS. ENTÃO ENTRE TEUS LEITORES, QUE, PRESUMO INTELINGENTES, ESTÁ CHEIO DE ATEUS E AGNÓSTICOS? RELIGIÃO, OU SUA FALTA, NÃO SE DISCUTE? PARAFRASEANDO O DEPUTADO, ESTOU ME LIXANDO PARA ISSO. ME REMETE À IGNORÂNCIA PETRALHA… ESTA TURMA ACHA ENTÃO QUE O EU DE CADA UM É APENAS RESULTADO DE UM AGLOMERADO DE CÉLULAS!? NÃO, SER ATEU OU AGNÓSTICO É SE FAZER DE “INTELEQUITUAL”, OU SE ACHAR. PENSEM INFELIZES, PESQUISEM. SABIAM QUE NA INTERNET O ASSUNTO MAIS PESQUISADO É VIDA EXTRATERRENA E REENCARNAÇÃO MUNDO A MUNDO, COM CRISTO NO MEIO, A BORDO DE UM BELÍSSIMO UFO, OU DISCO VOADOR. VÃO ESTUDAR CIENTIFICAMENTE E PAREM DE FAZER POSE…

  60. Leo.Leo

    -

    06/08/2009 às 19:39

    Caro Reinaldo,

    Não sei se foi apenas puro azar de minha parte, mas, apesar de toda a interessante ‘ideologia’ cristã, nunca percebi nesta vida nada de grande destaque ou qualidade em nenhum dos cristãos que cruzaram por mim ou com os quais convivi.

    Os poucos indivíduos cristãos que conheci e que, com segurança, fizeram essa existência valer a pena, eram excepcionais apesar do cristianismo que assumiram pra si. Os mais chatos sem exceção eram os que levavam um pouco mais a sério a doutrina e as historinhas bíblicas…

    PS: Aliás, olhando bem, “O Mestre”, nos seus piores momentos (Raça De Víboras!), me lembra demais o Collor nos seus “melhores” (Engula! Digira!).

  61. Órfão Nuclear

    -

    06/08/2009 às 17:26

    Vejo que alguns comentários estão perdidos em relação à matéria.
    Algumas pessoas, até querem entender melhor o que está acontecendo de verdade. Existe vários site com informações sobre o assunto, mas aconselho a procurar no you tube, palestra do Padre Paulo sobre marxismo, acreditem é de suma importância que todos os brasileiros interessados com o Brasil ouçam esta palestra com atenção e tirem suas conclusões. A coisa é muito séria, portanto convido também os simpatizantes petistas, a entenderem o que a cúpula do PT está tramando para o Brasil. A retirada do crucifixo faz parte da doutrina Marxista ocidental. Não posso aqui lhes dar mais informações por motivos óbvios de tempo e espaço. Porém insisto, que todos os brasileiros que gostam da liberdade da qual usufruem hoje e querem que assim continue, ouçam o padre Paulo no you tube, mesmo aqueles que não são católicos, mas acreditam, na democracia e amam seus filhos.
    Por favor, não se assustem com o que iram ouvir. Temos homens bem preparados no Brasil e entendem o perigo que passamos e estão prontos a nos socorrer. Avante Brasil! Salve 7 de setembro.

  62. Sergio

    -

    06/08/2009 às 17:15

    Caro Reinaldo e colegas do blog:

    O que aparenta estupidez é apenas método!
    Os que ainda não leram, procurem ler o livro “Cadernos de Liberdade” de Sergio Augusto de Avelar Coutinho, que de maneira didática expõe claramente o objetivo e os métodos dos esquerdistas gramscianos, que infelizmente grassam por aí nestes tristes tempos apedêuticos.

  63. Salvador V. da Conceicao

    -

    06/08/2009 às 17:00

    O Ministério (mistério) Público de Sao Paulo precisa procurar o que fazer, pois até hoje procurou e não encontrou. Havendo tantas e importantes questões a serem cuidadas, vem o mistério público e procura tumultuar aquilo que sempre foi uma tradição na vida do brasileiro - a presença do crucifixo (símbolo cristão). O Procurador em São Paulo deve procurador algo mais relevante para cuidar e deixar os cristão católiocs em paz. Seja grande.

  64. -

    06/08/2009 às 16:41

    Os ministérios públicos deste nosso país, especialmente o MPF de São Paulo, têm sido ocupados por militantes ateístas, anti-cristãos, gayzistas et caterva. Sua prioridade absoluta é combater a liberdade de expressão e de religião e favorecer suas próprias causas. Daí, os doutos procuradores se arrogam a nobre função de censores e caçadores de bruxas, padres, pastores, etc.

    O MPF (e seus instrumentos, como a famigerada ONG SaferNet) praticam o vigilantismo, a censura e a perseguição, no melhor estilo Big Brother/1984. Dentro da internet e fora dela, como vemos neste caso.

  65. Iconoclasta

    -

    06/08/2009 às 16:21

    Racialismo, fanatismo anti-religioso! Que país é este? Onde está a tolerância? Isso sem dizer que os valores do cristianismo estão, sim, na raiz do que há de melhor na democracia e no Ocidente. Não se pode negar isto, mesmo que se seja ateu, como eu. Então por que o MPF foi acolher a idéia estapafúrdia desse grupo “Brasil para todos”? Há casos em que as manifestações religiosas transcendem a própria religião e passam a fazer parte inseparável da cultura de um povo. É difícil para esta gente compreender isto?!?!?

  66. Indignado

    -

    06/08/2009 às 15:12

    Passou um iconoclasta intolerante (pleonasmo):

    Gilson disse:
    agosto 6, 2009 às 9:55 am

    Catolicismo não é Cristianismo para ele…

  67. André Ricardo, amazônimo

    -

    06/08/2009 às 14:51

    então teremos que adorar a Deus nas cavernas!!!!

    mas que pessoal mais recalcado!!!

  68. André Ricardo, amazônimo

    -

    06/08/2009 às 14:48

    Reinaldo,

    Ausentei-me ontem, coisa rara, e vc me surpreende com textos excepcionais…

    sobre essa perseguição… eu vou te contar! o seu colega de Veja Tony Belloto escreveu em seu blog um texto nojento sobre isso… ele defendeu a reação negativa da FIFA em relação às manifestações cristãs dos jogadores brasileiros… o argumento é que isso ofende a população não-cristã e pasme, o patrocinador!!

    Sim… estavam implicando que Cristo estava mais visível que a Nike!!!

    Daqui a pouco…

    … não poderemos adorar a Deus nos estádios

    … não poderemos adorar a Deus nas repartições

    … não poderemos adorar a Deus em nossa casa, pois ele tem que cumprir sua função social

  69. Eduardo

    -

    06/08/2009 às 14:31

    Prezado Reinaldo,
    Esta discussão e velha. Várias vezes em nome da igualdade entre os diversos pensamentos religiosos, alguns imbecis propugnam pela retirada de qauaisquer simbolos religiosos mas so se lembram dos crucifixos, imagens etc. catolicos.
    Temos em varios lugares e mesmo em repartições públicas nas mesas dos funcionários estatuetas de santos, budas, iemanjás e outros sem que isto se constitua em nenhuma ofensa a laicidade do pais. Cabe salientar finalmente que a Constituição é escrita para o povo e para nortear as relações entre pessoas e não para alguns ou para uma religião exclusiva. O resto é falta do que fazer.
    .

  70. Gunnar

    -

    06/08/2009 às 14:22

    Sou ateu, mas sou sossegado. Sou ateu, mas valorizo (cada dia mais) a tradição cristão da qual sou fruto. Devo minha cultura, educação e até a língua (alemão) à minha criação em meio aos menonitas (Witmarsum, Paraná).

    Porém, confesso que, sim, me sinto um pouco incomodado (intimidado, até) ao ver símbolos religiosos ostentados em órgãos que representam o estado, do qual faço parte.

    Agora, não é algo que me incomode a ponto de eu exigir, a essa altura, a remoção de tais símbolos. Como escreveu um comentarista antes de mim, no mundo ideal, repartições públicas não ostentariam símbolos religiosos. Mas agora já estão lá, e temos mais o que fazer.

  71. LIXO AUTORITÁRIO

    -

    06/08/2009 às 14:08

    CARO REI…QUAL O OBJETIVO DESTA GENTE? QUANTO SE TRATA DE MEXER EM QUESTÕES VINCULADAS À ÁREA CULTURAL, NÃO PODEMOS DEIXAR DE COGITAR DA PRESENÇA DA MOTIVAÇÃO IDEOLÓGICA COMO FONTE, CONSCIENTE OU NÃO, INSPIRADORA DESTA AÇÃO DO MP. SEGUNDO GRAMSCI, PARA A IMPLANTAÇÃO DO PARAÍSO COMUNISTA É NECESSÁRIO MUDAR CULTURALMENTE A SOCIEDADE OCIDENTAL QUE SE BASEA NOS PRINCIPIOS CRISTÃOS. INFELIZMENTE, TEM GENTE QUE NÃO ACREDITA QUE EXISTEM MALUCOS COM ESTE PROPÓSITO. E TURMA-SE COM UM BARULHO DESTES!

  72. ANÔNIMA

    -

    06/08/2009 às 14:08

    POR SE SENTIREM INCOMODADOS COM O SÍMBOLO DE LUZ ,VÊ-SE NITIDAMENTE A QUE DIABÓLICAS SEITAS ESSA GENTE ESTÁ LIGADA . SINAL DOS TEMPOS !

  73. CARASCO

    -

    06/08/2009 às 14:06

    No senado na camara no palacio do planalto estão as fotos de todos que por la passaram isto sim da nojo deveriam tirar todas as fotos de lá menos o crucifixo que esta em todo lugar

  74. Luiz Almeida

    -

    06/08/2009 às 13:56

    Caro Reinaldo,

    Gosto muito do teu raciocínio e da forma contundente com que escreves. Entretanto, permita-me discordar. Prefiro o Estado SEM símbolos religiosos.

    Cordiais saudações!

  75. ROGERIO AFONSO

    -

    06/08/2009 às 13:47

    Rei

    Sou ateu e concordo plenamente com seu texto. Retirar os símbolos que, para a maioria, têm significado e expressão cultural é pusilânime, fruto de mentes idiotas e que parecem não ter algo mais importante para fazer.

    Abraço.

  76. Jean Carlos

    -

    06/08/2009 às 13:08

    Tio Rei,
    Parabéns pelo seu artigo, absolutamente impecável. O que eu considero curioso é que são os religiosos - Católicos, principalmente - que carregam a pecha de fanáticos. Mas a imensa maioria dos comentários dos ateus aqui presentes evidencia uma imensa carga de irracionalismo, despeito e discriminação.
    Ateísmo = Racionalismo? Que piada.

  77. Martha B.G.

    -

    06/08/2009 às 12:34

    É o domínio dos idiotas. Como a proibição do uso do véu na França. Aquilo foi uma verdadeira agressão! O Estado pode ser laico, mas as pessoas não são, ora essa.
    Mas é verdade, hoje em dia se tolera até o Marilyn Manson, mas ser cristão é inadmissível.

  78. Jorge

    -

    06/08/2009 às 12:26

    Pelo mesmo raciocínio deverão proibir símbolos de clubes de futebol, só na sala ao lado onde trabalho há 3, deverão proibir figurinhas, figas, santinhos, dizeres de auto-ajuda, quadros, protetores de tela e muitas outras coisas , pois todas elas tem algum significado seja religioso ou não e do mesmo jeito que alguns gostam outros não gostam, a burrice e a intolerância começam a tomar conta de nosso país. Sugiro então que todo as pessoas sejam revistadas ao chegarem ao serviço , pois podem ter símbolos e objetos “perniciosos”. Ó Admirável Mundo Novo!

  79. José

    -

    06/08/2009 às 12:19

    São Paulo é uma cidade interessante. É gente de todo tipo e de todo lado e, como não poderia deixar de ser, de toda religião. Aqui na cidade temos templos e igrejas de praticamente todas as religiões: budistas, judaicas, muçulmanas, católica, católica ortodoxa, luterana, presbiteriana, mórmon, espírita, pentecostal, presbiteriana, evangélica. Ou seja, não importa onde você encontra o seu conforto espiritual, nossa cidade e acredito que isso está refletido no Brasil, terá sempre um lugar para você buscar sua paz de espírito.
    E isso é uma das coisas que me orgulho em São Paulo, a diversidade religiosa. Não acredito que chegamos aqui de graça.

  80. André Antunes

    -

    06/08/2009 às 12:13

    O relativismo cultural possui uma incoerência lógica: só subsiste nas culturas que erigiram a tolerância às minorias como princípio. Nas culturas intolerantes, não há relativismo. Portanto, um relativista ou defende uma cultura de tolerância (e cria, pois uma estratificação cultural) ou aceita a da intolerância. Em ambas as hipóteses, nega o relativismo. E o gérmen do respeito às minorias como categoria de pensamento nasce justamente no caldo cultural helênico-cristão que ensejou o que de melhor o gênio humano produziu em termos políticos: a democracia-liberal, puramente ocidental.
    Em suma: tolerar as diferenças não equivale a igualar os diferentes…

  81. Agnaldo Gomes

    -

    06/08/2009 às 11:58

    Meus parebens, Reinaldo. O centro da argumentação voce trouxe para a reflexao: “Que esses doutores reflitam se não estão tentando, a exemplo dos racialistas, trazer para o Brasil um conflito que não existe, importando tensões que não estão presentes entre nós ou que têm sido equacionadas no espaço da convivência democrática.” Os religiosos de varias seitas que voce identificou, associados a juristas, bebem da mesma fonte que pretendem o regime de cotas, o racismo, a luta de classes. O Daniel Sarmento emite pareceres sobre quilombolas que serve de suporte ao Decreto 4887/03, objeto de ADI 3239 do DEM. Se nao houvesse grupos organizados para destruir os restos de nossa civilização cristã…

  82. LL

    -

    06/08/2009 às 11:44

    Essas pessoas nunca aprendem. Se o grupo se chama Brasil Para Todos deveria ter representantes de todas as religiões. Não é o caso. Com tantos problemas para resolver, essas pessoas conseguem criar apenas mais problemas onde não existem. Essa humanidade intolerante cansa.

  83. teco-teco no fubeco

    -

    06/08/2009 às 11:34

    Faltou dizer: no DF, dois evangélicos, dizendo-se prejudicados por um monumento católico, ingressaram na justiça pedindo indenização… financeira, é claro. A decisão judicial, que lhes foi desfavorável, embasou-se no argumento de que o monumento de uma religião não causa qualquer tipo de prejuízo a quem quer que seja.
    Particularmente, entendo que a juiza de SP vá seguir o mesmo caminho.
    Por essas e por outras, o catolicismo sempre será a religião prevalecente no Brasil. ‘Adversários’ ganharão se for no tapetão. Entenda-se por adversários aqueles que querem impor sua minoria, o que não inclui aqueles que respeitam o catolicismo.
    Ou então, a Irlanda será aqui.

  84. Míriam

    -

    06/08/2009 às 11:17

    Reinaldo,

    nessa não concordo com você. O Brasil é hoje um país de várias crenças, não mais só católico. Além disso, o Estado é laico. Então não vejo porque o símbolo de qualquer religião deva aparecer em órgãos públicos, muito menos o de uma religião em particular.

    Caso contrário, para sermos democráticos, deveríamos possibilitar também os símbolos de outras religiões em órgãos públicos. Já imaginou?

    Ainda que considere essa uma questão menor, acho que a retirada dos crucifixos procede e não desrespeita o catolocismo de forma alguma. Apenas referenda simbolicamente a separação Religião- Estado.

    Um abraço,

    Míriam

  85. Akhenathon

    -

    06/08/2009 às 11:06

    Reinaldo, considero-me uma pessoa agnóstica. Não sigo religiões e dogmas, tenho minhas crenças pessoais, e refuto tanto a visão simplista de alguns ateus e céticos quanto o fanatismo de certos crédulos.

    Mas sinceramente acho que esta questão é pouco relevante. Há problemas bem mais sérios a se tratar neste nosso país, como a ignorância e a baixa escolaridade, que são na verdade a raiz de todos nossos problemas. Mudam-se os governos, os partidos, e essa nossa malemolência, esse nosso desprezo pela convivência civilizada continua. O brasileiro é um povo confuso no que diz respeito a valores fundamentais, a princípios; já se disse que o que nos separa do fascismo é nossa preguiça.

  86. Luiz Henrique Quemel

    -

    06/08/2009 às 10:57

    Pera aí Rey,

    achar que uma confederação confederativa confederada panamericana Espírita representa os Movimento Espírita Brasileiro realmente é considerar uma minoria.

    Desculpa Tio Rei, respeito muito esse espaço (e desde a 1ª leitura), mas longe de ser ação de Espíritas (só a Doutrina Espirita possui esses neologismos), parece-me mais uma reação de “espiritos de porco”.

    Será que tem alguma relação com a gripe suina?

    bração e boa $orte,
    Quemel

    P.S Visite meu blog e depois apague esse link: http://www.quemel.blog.br

  87. Robinson

    -

    06/08/2009 às 10:49

    Reinaldo,

    O que eu acho curioso é essa disposição da ONG em banir um elemento de referência na cultura brasileira. Esta colocação de não expor símbolo religioso, veladamente contra a figura de Cristo na Cruz, tentando se embasar na questão do Estado ser laico é ridícula. Mais curioso ainda é saber que alguns dos que estão endossando esta “causa” também cultuam Jesus Cristo em suas religiões. Será que com isso se acham isentos para propor uma coisa dessas?! Bobagem. Sou Umbandista e fico feliz em ver a figura de Cristo, nosso Pai Oxalá, em qualquer lugar que seja. E de Budda ou outro Ser Iluminado também. O importante é perceber o bem que isto faz no ânimo e Fé das pessoas.

  88. teco-teco no fubeco

    -

    06/08/2009 às 10:17

    Reinaldo,

    Como católico, em toda minha vida jamais pensei em profanar valores de outras religiões. Mas, não é isso o que as outras religiões têm feito com os valores católicos.
    Por acaso, alguém já viu um crucifixo chutando santa? Ou uma bíblia católica destruindo arte sacra católica? Que mal faz uma bíblia ou um crucifixo?
    Estão tentando, e irão conseguir, transformar o Brasil é uma Irlanda.
    Até a paciência de católico tem limite. Quem viver verá.

  89. Pedro Rocha

    -

    06/08/2009 às 10:17

    Tem que ser deveras intolerante para se ofender tão somente com um símbolo. A legislação brasileira é clara: o Estado não tem religião oficial. Mas o que se pretende é proibir a manifestação religiosa dos funcionários na repartição. Essa ONG que estão perseguindo o símbolo cristão deveria se incomodar com as seitas que destroem símbolos de outras denominações e até mesmo patrimônio histórico, como queima de imagens católicas ou o vandalismo contra terreiros de cultos africanos que aconteceram no Rio de Janeiro.

  90. Johann Heyss

    -

    06/08/2009 às 10:14

    Adorei a parte sobre a tolerância promovida pelo cristianismo. Será que o sem-número de homens, mulheres e animais queimados na fogueira pela Santa Inquisição fariam coro a esta declaração, digamos… parcial? O ódio visceral do papa contra os homossexuais não conta, né?
    Quanto blá-blá-blá. Não sou petista, não sou de esquerda, tampouco de direita. Não tenho religião nenhuma, graças a Deus. E fico pasmo com a cara-de-pau de quem escreve coisas como este texto.

    REINALDO RESPONDE
    Você só é bobo. Veja a que período da Igreja eu me referi

  91. danilo

    -

    06/08/2009 às 10:11

    concordo plenamente com seu texto!

    se as coisas continuarem desse jeito, talves em breve seja proibido ser cristão (especificamente católico) por estar “ofendendo” os demais….
    aja sacooo pra tudo isso aff

  92. Nobelda...

    -

    06/08/2009 às 10:05

    ACREDITO, mesmo, que a imagem de CRISTO deve fazer muito mal a essa gente. Os motivos são óbvios.

  93. Gilson

    -

    06/08/2009 às 9:55

    Reinaldo,

    Desculpe-me, mas esse é o símbolo do catolicismo. O símbolo do Cristianismo é a cruz sem o Cristo, pois Ele não mais está lá.

  94. Zé Mané

    -

    06/08/2009 às 9:49

    Reinaldo,

    Parabens por mais uma jóia. Vc está sendo um ourives muito produtivo.
    Sou servidor publico e em 3 anos nunca vi um crucifixo em orgão publico. O máximo que se vê são bíblias nas mesas dos evangélicos.
    Sou católico e logo vão querer tirar nossos crucifixos do retrovisor do carro !!!
    Os políticos e promotores deveriam se preocupar com:
    - criação da guarda de fronteira e guarda costeira - causa primeira dos tráficos de armas/drogas e causa de roubo de carros no Brasil p/ se levar p/ Bolivia/Paraguai.
    - construção de um sistema federal de presídios - o Lula pegou os primeiros presídios federais em construção do FHC - Catanduvas e C. Grande. Só terminou estes dois,

  95. Teo

    -

    06/08/2009 às 9:49

    Grande Reinaldo,

    Com todo respeito, acredito que a primeira denominação que você
    enumera acima é IALORIXÁ, correspondente feminino de
    BABALORIXÁ, título máximo da religião africana CANDOMBLÉ e
    também usada na religião afro-brasileira UMBANDA.

  96. Renato

    -

    06/08/2009 às 9:48

    Reinaldo,
    meus parabéns pelo texto.
    Além do que vc falou, espanta-me a nítida impressão de falta do que fazer…realmente temos um Judiciário muito eficaz (sic).
    Na cidade em que moro (Florianópolis), no dia que SP estava parada por conta do PCC, foi lançada na OAB (que recebe $ dos contribuintes), uma obra em que se sustentava a retirada dos crucifixos “para garantir o Estado laico” e blá, blá, blá. Dentre os blás, espantou-me o argumento que a Igreja se intrometia até no comportamento sexual e que temos ONG´s (com o $ dos contribuintes) que devem, somente elas, serem ouvidas. ONG´s homoafetivas claro! E fico a perguntar:qdo se abrirá aos arboreoafetivos? (como o cantor Sergei)

  97. Mayson

    -

    06/08/2009 às 9:45

    Reinaldo,

    sou espírita, umbandista. No nosso Centro, há a imagem de Jesus no altar, ocupando lugar de destaque sobre todos os Orixás. Há um crucifixo na porta de entrada dos médiuns. Há estudos da Bíblia e do Evangelho Segundo o Espiritismo. São símbolos que eu cresci e vou viver respeitando. Nunca me sentirei ofendido de chegar a algum gabinete e ver uma cruz por lá. Ou então algum Orixá, a Bíblia ou qualquer outro símbolo religioso. Essa tolerância da religião eu aprendi convivendo entre o espiritismo e o catolicismo.

  98. Vitor

    -

    06/08/2009 às 9:44

    “O fato é que o cristianismo moderno tem sido a melhor garantia da tolerância entre as diferenças. A lei é sua forma civil. A tradição cristã é seu caldo cultural.”

    Ah! sim, o moderno…

    No mais, concordo.

  99. NãoTenho

    -

    06/08/2009 às 9:31

    Andre Vinicius: 3:39 - Não só estão no dinheiro brasileiro, como estão em quase todas as moedas do planeta.A questão é, se ´estado é LAICO, porque até agora o M.P. não moviu um dedo para tirar os bispos evangélicos do Congresso?Eles, escancaradamente legislam em causa própria. O Brasil e o respeito pela maioria e minorias são a última preocupação deles.No entanto, parece que o mesmome MP q quer esculhambar e desrespeitar a religião da maioria,não tem o mesmo pponto de vista quando se trata de pastores evangélicos “licenciados” criando leis contra os católicos e outros bichos mais.Não é estranho? Isto sim é nocivo e não o crucifixo.Sem falar do enriquecimento dessa gente, não é?

  100. Cristão comunizado pelo PT

    -

    06/08/2009 às 9:30

    Mas, é obrigatório o retrato do apedeuta em todas as repartiçoes públicas, culto ao anticristo, o profeta da miséria que mantém 24 milhões de famílias no bolsa-família, a maior vergonha da história da humanidade…

  101. Rods

    -

    06/08/2009 às 9:27

    REI.

    REITERO O QUE JÁ ESCREVI E, AINDA, REFORÇO, APÓS LER ESTES DETALHES.

    MEU DEUS, O APEDEUTA E SUA QUADRILHA - SERIA UM DELÍRIO MEU? - CONSEGUIRAM FAZER DO BRASIL UM PICADEIRO, PARA O MPF E ESSAS ONGs, AINDA MAIS QUANDO VEMOS PESSOAS (JURISTAS) QUE DEVERIAM, NO MÍNIMO, TER ALGUMA INTELIGÊNCIA NO CAMPO TÉCNICO EM QUE LABUTAM, E VER O QUÃO RIDÍCULA SE MOSTRA TAL MEDIDA.

    SÓ FALTAM OS JORNALÕES, PRINCIPALMENTE O DO CASAL DE FARSANTES, COMEÇAR A PROMOVER TAL PIADA, COMO COISA SÉRIA.

    Rods

  102. frança

    -

    06/08/2009 às 9:25

    isto vale também para os símbolos da maçonaria que tantos juízes ostentam em suas mesas, ou é melhor não mexer com essas coisas?.

  103. Laíse

    -

    06/08/2009 às 9:25

    Há anos eu venho repetindo um “mantra”: é fácil ser ateu ou agnóstico, tendo saúde e comida. Quero ver renegar algum tipo de conforto espiritual quando “bate” a “fome” (a pobreza, o desemprego, a miséria absoluta) ou quando se está doente (desenganado, sentindo dor, correndo risco de morte, envelhecendo com sofrimento). Nestas condições é que revela o verdadeiro agnóstico / ateu.

  104. ESTÁ BEM, VAMOS BANIR TUDO DE UIMA VEZ...

    -

    06/08/2009 às 9:05

    Que tal começando banindo a ESTRELA PETISTA, os símbolos das ONGS, os símbolos dos centro de umbunda, o brasão da República, a bandeira nacional, e por fim banir esses cabeças-de-vento e instalar de vez o símbolo da CRUZ E DO MARTELO.
    Ai, sim, teremos os mundo perfeito.
    Rídículo essa gente esquerdista e dita ateu. Querem negar uma cultura de dois mil anos.
    Que tal banir também, o biquine na praia já que isso é um símbolo das mulheres brasileiras e como deve incomodar esses vagabundos. Aproveitem e proponham banir todos os mentecapatos (tais como os propositores de tais absurdos) do nosso convívio diário.
    Certamente que seria mais higiênico para todos.

  105. Gaitani

    -

    06/08/2009 às 8:59

    Outro dia fui participar de uma negociação de acordo coletivo na DRT de Pernambuco e atrás da mediadora (ligada ao PCdoB) havia um quadro de Stalin. Isso mesmo, Stalin.
    Sou mórmon, e em minha religião, não cultuamos a cruz. Porém, é óbvio que não me sinto ofendido em ver um símbolo do cristianismo em repartição pública. Isso denota um sentido de justeza, de religiosidade, de bons costumes (coisas que nos faltam cada vez mais)
    Me senti ofendido, isso sim, em ir em uma repartição pública e ver que um assassino genocida é cultuado como herói de um servidor público.

  106. None

    -

    06/08/2009 às 8:51

    Caro Reinaldo, acho que o senhor está a confundir alhos com bugalhos, uma coisa é a manifestação INDIVIDUAL de determinada crença regiliosa, como o exemplo dado por V. Sa de um juiz que , hipoteticamente, ponha quadros de orixás em seu gabinete, outra distinta e fundamentalmente oposta é o ESTADO ostentar símbolos religiosos em suas repartições oficiais, o estado laico é uma das maiores conquistas do estado democrático de direito e temos de velar por sua manutenção.
    Não se trata de ser a favor da religião “a” ou “b”, do teísmo ou do ateísmo.
    O que V.Sa. acharia de viver numa “república”"islâmica”, pois bem, certamente começa com um corão posto pelo Estado nas mesas das repartições públicas

  107. roberto quintas

    -

    06/08/2009 às 8:45

    minorias? um dos pleiteantes pertence ao Cristianismo: Pr. Djalma Rosa Torres - Igreja Batista Nazareth. ooops.

  108. Joaquim Cavalcanti

    -

    06/08/2009 às 8:44

    Caro Reinaldo,

    Será que a próxima reivindicação será proibir que a maior torcida do Brasil (a do meu Mengão) não possa estender suas bandeiras no Maracanã porque os outros torcedores não gostam???

    Fala sério… Esse pessoal só pode estar de brincadeira…

    Cadê o respeito pela crença das outras pessoas???

    Abraço,

    Joaquim

  109. Oswaldo

    -

    06/08/2009 às 8:38

    (CONTINUAÇÃO)
    3) Quem quiser viver uma vida autenticamente cristã, ie, ser um seguidor de Jesus - e não um mero cumpridor de ritos religiosos (como os fariseus) ou culturais - terá sempre o mesmo desafio, com ou sem crucifixos nas paredes, seja o Estado confessional, laico ou ateu: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz, e siga-me”. “Amai vossos inimigos”… (Os cristãos dos primeiros séculos, e muitos ainda hoje, que o digam)

    4) Como fundamentar propriamente a Ética e a Moral sem a Metafísica? Como separar o Estado da Igreja? Como relacionar adequadamente o poder temporal e o eclesiástico?

    Abraços, e parabéns!

  110. Maria Helena

    -

    06/08/2009 às 8:36

    Finalmente concordo com você neste item! Ser agnóstico - ou mesmo ateu - não dá ao homem o direito de proibir os outros de praticarem sua própria religião. Só há uma justificativa na intervenção do Estado em qualquer tipo de escolha religiosa: é quando o fanatismo se sobrepõe ao bom senso, pois é daí que podem vir os desmandos.

  111. Apócrifo

    -

    06/08/2009 às 8:26

    por essa lógica, deveriam proibir que em locais públicos, fossem mostrados objetos relacionados às preferências individuais por times de futebol, pois embora uma estatal patrocine um time de futebol (devedor da União por sinal), o Estado é laico também neste tipo de religião.

  112. Oswaldo

    -

    06/08/2009 às 8:13

    Querido Rei,
    O assunto permite várias abordagens. Permita-me dar minha contribuição:

    1) Na melhor das hipóteses, essa ONG não tem mesmo o que fazer. É ÓBVIO que os símbolos cristãos nas repartições públicas são uma questão cultural. O Estado é laico - ou melhor, tenta ser, mas a alma do povo nunca o permitiu. A rigor, juridicamente, suas dependências comuns não deveriam ostentar nenhum símbolo religioso, mas a fé fala mais alto que a descrença. O que é bom: mais uma prova de que os humanos somos animais religiosos…

    2) É preferível mil vezes ser tratado com honestidade e educação numa repartição sem símbolos religiosos, do que pessimamente noutra cheia de crucifixos! (CONTINUA)

  113. Jerônimo

    -

    06/08/2009 às 8:09

    Este pessoal deveria entender que é justamente o cristianismo, cujo ensinamento primordial é o de amar ao próximo como a ti mesmo, que lhes garante o direito de falar, até mesmo estas asneiras. Em outros tempos já teriam sido apedrejados.

  114. Sergio

    -

    06/08/2009 às 7:27

    Que diferença faz se existe um crucifixo ou uma iemanjá?

    A repartição publica usa um crucifixo por ser “politicamente correta” afinal a maioria da população brasileira é católica apostólica romana.

    O Estado é laico somente na constituição, se assim não fosse, cadê os feriados nacionais para as outras religiões a exemplos da: sexta-feira santa, Corpus Christi, Nossa Senhora Aparecida e outros estaduais e municipais, mas todos ligados a religião católica.

    Que diferença faz se existe um crucifixo ou uma iemanjá?

  115. Soube

    -

    06/08/2009 às 7:18

    - Soube?
    - Do quê?
    - Vamos proibir o uso de pé-de-coelho (vai hifem ainda?, não sei mais), uso de incenso, uso de velas, livros que tratam de religião, etc…
    - É, afinal estamos ou não num estado laico?

  116. Ricardo R.

    -

    06/08/2009 às 7:04

    E sobre o país ser laico, eu duvido.

    Promulga a Constituição sobre a proteção de Deus.
    Tem citações a Deus nas notas de real.
    Tem feriados religiosos.
    Tem “n” espaços públicos dedicados a várias religiões.
    E por ai vai…

    Sinceramente, parece mais uma daquelas declarações “só para inglês ver”.

    Eu sou ateu, mas não dou a mínima para essa medida do MP. Não é a ausência de uma imagem que vai tornar as pessoas menos preconceituosas (as que são), ao contrário, pode até acirrar ânimos DESNECESSARIAMENTE.

    Aliás, não dou nem a mínima para as citações a quaisquer divindades em notas de real, etc. Tenho coisa mais importante para fazer. Achei que o MP tinha também…

  117. Ricardo R.

    -

    06/08/2009 às 7:03

    No início eu até achei a ação potencialmente interessante, antes de pensar um pouco mais.

    A ausência de símbolos religiosos não vai impedir que uma pessoa intolerante tenha preconceito contra outra por n motivos, religiosos ou não.

    A presença ou ausência desses símbolos não é garantia de tratamento justo ou injusto, de NADA. De ateus a teístas, deístas, etc, existem todos os tipos do mais intolerante ao mais tolerante.

    Quem for vítima de preconceito, de qualquer natureza, tem o direito de procurar a lei, e provavelmente dará com os burros n’água, já que lei nesse país serve para quem tem grana e não para trouxa que trabalha e paga imposto.

  118. NELSON LUIZ PEDRA

    -

    06/08/2009 às 6:59

    Sou ateu,mas concordo: o estado é laico,a nação não.Com tantas causas importantes para o país vão logo mexer com quem está quieto,com um símbolo que representa o amor pelo próximo,o sofrer por outros.

  119. Antonio Camilo

    -

    06/08/2009 às 6:55

    Parabens Ronaldo!
    Isso faz parte do esquema para perseguir a Igreja Catolica. Hoje com nossos padres e leigos cantores, ou seja, a musica catolica que evangelizam, eles estao com medo. A sociedade brasileira quando mais sai do analfabetismo comecam a ter uma fe inteligente e esses fanaticos comecam a perder terrenos. Se fala muito dos catolicos que deixam a Igreja, mas nao falam dos que se arrependem e voltam, porque de algum modo foram “usados”, explorados. Entao comecam a perseguirem. Mas vejo isso como um sinal de que o Brasil esta mudando e esta ficando mais critico com relacao a religiao. Tirar o crucifixo significa tirar o simbolo da tolerancia e d liberdade.
    Acorda nacao catolica!!!

  120. hacs

    -

    06/08/2009 às 6:49

    Quinto e ultimo, ha uma assimetria profunda na forma como se encara a existencia desses simbolos em predios publicos. Num predio inteiro, por maior que seja, um simples crucifixo ja eh caracterizado como violacao do direito de liberdade de crenca de alguem. Ha, portanto, claramente, o ponto de vista nao suportado pela Constituicao, nem pela logica, de que um Estado neutro e indiferente aas religioes e crencas deve BANIR completamente dos espacos publicos qualquer objeto que remeta aa existencia de crencas e religioes. Mas isso so torna o Estado menos neutro e indiferente, fazendo do laicismo que lhe eh inerente uma forma de religiao ou crenca oficial do Estado.

  121. esquilo

    -

    06/08/2009 às 6:32

    Sou protestante, mas fiz o ginasio no colegio católico: Santa Tereza em Lorena. Por ser protestante, podia ser dispensada das aulas de religiao. Mas optei por assisti-las.
    Sempre continuei protestante, mas nunca desrespeitei os católicos.
    Acho que esses pastores que fazem parte dessa ONG nao tem conhecimento nenhum de DEus. Hoje, formam-se pastores sem experiencia.
    Esse mundo está mesmo mudado, é o comeco do fim.
    Alem do mais, Deus é espirito e em espirito deve ser adorado. Nao precisamos de uma estampa,um carimbo pra sermos isso ou aquilo.O que está por trás disso tudo é que é perigoso.

  122. hacs

    -

    06/08/2009 às 6:15

    Quarto, procura-se caracterizar uma violacao de um direito a partir da interpretacao que os simbolos religiosos em predios publicos podem suscitar em algumas pessoas, a ideia de que o Estado nao eh neutro ou indiferente aas crencas e religioes, privilegiando alguma(s), o que apesar de historicamente correta, assim como o esplendor monarquista na arquitetura de diversos predios publicos, essa forma de interpretar esses simbolos eh subjetiva, portanto, irrelevante.

  123. neo-liberal otimista

    -

    06/08/2009 às 5:53

    Reinaldo, essa eu li, ninguém me contou !!! Fui no site da tal Brasil Para Todos e li a íntegra da petição inicial assinada pelo Procurador Jefferson Aparecido Dias !!! Eu tive de me segurar para não ter um ACESSO DE RISO !!! Reinaldo, vc acredita que o cara pediu ANTECIPAÇÃO DE TUTELA (espécie de liminar), alegando PERICULUM IN MORA ???? rá, rá, rá !!! É simplesmnete PATÉTICO !!! Os crucifixos nas repartições públicas é uma prática tradicional e cultural que vem desde a colonização portuguesa !!! E o Procurador fala em “periculum in mora” !!! RÁ, RÁ, RÁ !!! A que nível chegou o nosso Ministério Público, hein ???

  124. hacs

    -

    06/08/2009 às 5:50

    Terceiro, se uma pessoa qualquer pode entrar num predio publico, olhar para aqueles simbolos, pensar e se manisfestar contra os mesmos, inclusive de forma ate incisiva - por exemplo, afirmando que “Esse simbolo (o crucifixo) eh uma fraude historica”, “religiao eh o opio do povo”, etc. -, sem sofrer nenhuma censura, completamente livre, ficando manifesto a laicidade do Estado, entao qual eh a violacao do direito aa liberdade de crenca sofrida por essa pessoa? A mera existencia de um adorno (do ponto de vista do Estado) que simboliza alguma religiao num predio publico nao sustenta a afirmacao de que o Estado viola o direito aa liberdade de crenca dessa pessoa (ver tambem o segundo ponto).

  125. hacs

    -

    06/08/2009 às 5:23

    Primeiro, isso eh SO uma interpretacao ja que a Constituicao nao se manisfesta explicitamente sobre o assunto.

    Segundo, dado que o Estado eh indiferente e neutro aas crencas e religioes, os simbolos religiosos nos predios publicos sao meros adornos, aas vezes simples curiosidades historicas. Alguns predios publicos nos remetem aa monarquia, e isso em plena democracia. Sera que a minha crenca na democracia (vou me tornar minoria?) eh violada pelo simbolismo arquitetonico desses predios publicos? Alguem poderia me contestar dizendo que essa forma de interpretar a simbologia desses predios eh subjetiva, apesar de historicamente correta, portanto, irrelevante. Honestamente, ele estaria certo!

  126. Bruno Aleixo

    -

    06/08/2009 às 5:21

    Tio Rei,

    Sinto-me embaraçado em discordar sobre este tema da sua opinião. Não entendo o Estado e a Justiça com ornamentação religiosa, não somente religiosa, mas de qualquer forma de simbologia subjetiva que não seja coerente com a instituição. Infelizmente, sinto-me um pouco ofendido quando de mim não é suposto somente respeito, mas uma certa participação no culto a um deus, qualquer que seja ele.

    Bruno Aleixo

  127. luiz

    -

    06/08/2009 às 4:54

    O nome ja diz tudo, REPARTIÇÃO PÚBLICA, no máximo bandeira da justiça, País, do Estado, do Município…

    Sem essa de Futebol, Religião, Confraria, família…

    Acho que entendo a situação, pior se fosse ao contrário,
    se algum político picareta querendo vender cruz e santo para todo o país.
    Cosias do SARNEY e CIA

    um forte abraço

  128. hacs

    -

    06/08/2009 às 4:52

    Como fica claro nos pontos 1 a 6 que destaquei, nao ha nada na Constituicao que suporte a retirada dos simbolos religiosos em predios publicos, pois, afinal, o Estado garante a liberdade de crenca e religiao, inclusive suas formas de manifestacao, portanto, deve ser neutro e indiferente a todas as formas de religiosidade, em outras palavras, deve ser laico.

    Por outro lado, os pontos 7 e 8 esclarecem a origem da controversia. Observem que a mera existencia de simbolos religiosos em predios publicos eh INTERPRETADO como uma violacao do direito aa liberdade de crenca das minorias não adeptas de tais símbolos.

  129. Polimático

    -

    06/08/2009 às 4:49

    Reinaldo,

    As suas razões são claríssimas e o texto está muito bem escrito. Parabéns. Concordo plenamente contigo.

    Rossi

  130. neo-liberal otimista

    -

    06/08/2009 às 4:35

    Reinaldo, a imprensa noticia que o consumo de cocaína no Brasil TRIPLICOU nos últimos cinco anos !!! E o que faz o Ministério Público Federal e a Polícia Federal para combater o narcotráfico internacional ??? Nada !!! Parece que não tem muito serviço pra fazer !!! Agora estão preocupados em estimular o ódio racial, religioso, de classes, ideológico, etc !!! Querem a VIOLÊNCIA, só isso !!! O Ministério Público Federal e a Polícia Federal são duas instituições COMPLETAMENTE FRACASSADAS no combate ao tráfico internacional de drogas e de armas !!! E os números provam isso !!!!!

  131. marina

    -

    06/08/2009 às 4:34

    se deixar, daqui a pouco essa gente vai implodir o CRISTO REDENTOR !! socorro !

  132. neo-liberal otimista

    -

    06/08/2009 às 4:21

    Reinaldo, o problema é que estes “juristas” cabularam as aulas de TEORIA GERAL DO ESTADO na Faculdade de Direito !!! Não sabem a distinção entre ESTADO e NAÇÃO !!! O Brasil é um estado laico, mas uma nação profundamente religiosa !!! Basta ler o censo do IBGE sobre religião !!! No mais, essa gente só tem ÓDIO no coração, é uma gente de uma MALDADE inacreditável !!! Por que não vão cuidar das suas vidas mesquinhas e infelizes e deixam a nação brasileira viver em paz e harmonia, hein ??? Essa gente quer semear a discórdia em todos os campos, racial, religioso, ideológico !!! Querem despertar o ÓDIO entre irmãos !!! QUEREM A VIOLÊNCIA !!!

  133. hacs

    -

    06/08/2009 às 4:10

    7). Vemos que hoje há um predomínio de símbolos religiosos em prédios públicos, em sua maioria, crucifixos. Sendo o Brasil um Estado laico, que se coloca como neutro no que diz respeito à religião, então onde se assegura o direito das minorias não adeptas de tais símbolos?

    8). Como bem afirma Dr. Roberto Arriada Lorea “(…) O Brasil é um país laico e a liberdade de crença da minoria, que não se vê representada por qualquer símbolo religioso, deve ser igualmente respeitada pelo Estado”. (LOREA, O poder judiciário é laico. Folha de São Paulo, São Paulo, 24 set. 2005. Tendências/Debates, p.03).

  134. hacs

    -

    06/08/2009 às 4:07

    3). O artigo 19, I não é conflitante com o preâmbulo constitucional. O artigo se sobrepõe, e só podemos entender que a “proteção de Deus” preambular é pertencente somente aos constituintes e seu caráter é meramente subjetivo.

    4). Tanto a liberdade de opinião e a inviolabilidade de consciência são asseguradas por nossa Constituição.

    5). O Estado não tem sentimento religioso e, laico como é, não deve estabelecer preferências ou se manifestar por meio de seus órgãos.

    6). Entendemos haver um equívoco ao se afirmar que o Brasil acredita em Deus. Quem pode acreditar ou não são os brasileiros.

  135. hacs

    -

    06/08/2009 às 4:06

    Navegando pela internet achei uma discussao sobre esse assunto no link http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=8519

    Reparem bem nas seguintes passagens:

    1). A Constituição de 88 trouxe o seguinte preâmbulo:

    “Nós, representantes do povo brasileiro, …,promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.”

    2). Artigo 19.

    É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:

    I – estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na formada lei, a colaboração de interesse público;

  136. André Vinícius

    -

    06/08/2009 às 3:39

    Rei,
    Penso que essa ação civil pública ajuizada pela Procuradoria Regional, em São Paulo, representa a mais pura “falta do que fazer”. Devo admitir, no entanto, que sempre estranhei a presença de crucifixos no Senado, no STF e em muitos outros órgãos públicos, assim como as referências a Deus na CF e nas cédulas de dinheiro. Sempre pareceu-me que seria mais adequado que tais referências não estivessem lá. Contudo, compreendo perfeitamente que elas estão lá, porque fazem parte da cultura brasileira e, de modo geral, não ofende ninguém. Ademais, as referências religiosas na organização do estado brasileiro são tantas que seria impossível bani-las por completo.

  137. Lucas

    -

    06/08/2009 às 3:35

    O duro é ver um Juiz a favor disso. O sujeito já leu algo sobre religião? Civilização? Não, nada.

  138. André

    -

    06/08/2009 às 3:32

    Quando é que as minorias vão se comportar como… minorias?

    Quer dizer que se houver, numa Câmara por exemplo, 400 deputados, 399 são cristãos a favor do símbolo, 1 é ateu e contra, então tiramos a cruz? É isso?

    Não bastasse a ditadura da maioria, agora teremos a ditadura da minoria.

  139. André

    -

    06/08/2009 às 3:31

    E onde fica a liberdade de culto e fé? Se um juiz quiser colocar a cruz na sua sala, qual o problema?

  140. Euclides

    -

    06/08/2009 às 3:24

    Reinaldo, defendo que o gabinete de trabalho de quem quer que seja lhe é pessoal. Nesse espaço não há diferença entre a imagem de Cristo, a foto dos filhos, ou da última viagem à Búzios. Entretanto, mesa de trabalho é diferente do fórum. No vão de passagem não cabe uma imagem ou oratório, qualquer que seja. No caso do judiciário, quem determina, entretanto, a sua existência é o presidente do Tribunal, que então resolve usar da verba de custeio para manutenção das unidades administrativas para criar um pequeno oratório. Creio que o orçamento teria melhor valia em cadeiras, água…talvez até, sacrilégio, em melhor atendimento

  141. blindman

    -

    06/08/2009 às 3:14

    Queira-se ou não, o cristianismo é a maior influência cultural da civilização ocidental. A influência romana se vê mais na organização da sociedade, enquanto que a influência grega já é bastante tardia, se dá sobretudo a partir da idade média e ainda assim por intermédio dos eruditos muçulmanos.

  142. Gilson Raslan

    -

    06/08/2009 às 2:44

    CONTINUAÇÃO……………Quando à expressão SOB A PROTEÇÃO DE DEUS, no preâmbulo da Constituição Federal, não retira a laicidade do Estado Brasileiro, nem deve ofender os ateus, porque se eles não acreditam na existência de Deus, levam em conta que tal expressão “só serve para embelezar a introdução”, conforme disse a Thais aí em baixo.

  143. Gilson Raslan

    -

    06/08/2009 às 2:31

    Se olharmos a questão do ponto de vista da tradição brasileira, você está inteiramente correto, pois a medida intentada pelo Ministério Público pode trazer sérias implicações e confronto de ordem religiosa entre católicos e outros credos.
    Todavia, sendo o Estado Brasileiro laico, as repartições públicas não podem ostentar símbolos religiosos.
    Outra questão que deve ser levado em conta está na seguinte indagação: E QUEM NÃO PROFESSA A RELIGIÃO DA CRUZ é obrigado a ter à sua frente o Cristo Crucificado?
    Já o juiz e o promotor não estão impedidos de ostentar o Cristo Crucificado em seus gabinetes, porque tratam-se de ambiente privado.

  144. Samuel

    -

    06/08/2009 às 2:30

    Para mim pouco importa ver o símbolo de qualquer religião, pois para mim Deus, Alá, Papai Noel e o Coelhinho da Páscoa estão no mesmo patamar de criaturas de contos de fadas

  145. Martha

    -

    06/08/2009 às 2:25

    Por que será que um crucifixo pendurado na parede incomoda tanto determinadas pessoas? Será que elas acham que um simples símbolo, que não significa nada para elas, possa influenciar negativamente sobre os assuntos que elas vão tratar nas repartições públicas?

  146. Victor

    -

    06/08/2009 às 2:02

    Prezado Reinaldo,

    Sou sem fã, mas discordo de seu posicionamento neste post. Como ateu que sou, sinto-me pessoalmente incomodado com a presença de símbolos religiosos em órgãos públicos. Não vejo como equiparar esse posicionamento a qualquer tipo de intolerância religiosa. Não quero obrigar ninguém a ser ateu, ou mesmo fazer proselitismo contra qualquer religião.

    Se o servidor, juiz ou parlamentar quiser usar um símbolo religioso em sua vestimenta, nada a criticar, mas o espaço público não lhe pertence.

    Que valor teria o juramento de uma testemunha que não seja cristã sobre uma bíblia? A presunção de que mente?

    Também discordo dos feriados religiosos.

  147. Ratoeira

    -

    06/08/2009 às 1:59

    Reinaldo, esta ação é caso perdido para seus autores e mentores. O Brasil é um país laico, mas reconhece a existência de Deus em sua Constituição. É laico, MAS NÃO É ATEU. ESTA É A DIFERENÇA. Logo, não há problema algum em haver símbolos cristãos em repartições públicas.

    Aliás, não há problema em relação a NENHUMA RELIGIÃO, pois a Constituição consagra a liberdade religiosa. Pode haver qualquer tipo de símbolo porque a Constituição protege TODAS AS RELIGIÕES.

    Como dizem os mineiros e os goianos, “preocupa não”, hehe.

    Uma curiosidade: foi José Genoino que tentou, na Assembléia Constituinte, retirar a expressão “sob a proteção de Deus” do preâmbulo?

  148. elianemoura

    -

    06/08/2009 às 1:58

    Não tenho religião, nem quero ter; não acredito em Deus nem vida eterna, mas uma cruz não me ofende.
    Aliás, já aconteceu de um rapaz me entregar na rua um folheto sobre Jesus. Eu agradeci e guardei na bolsa, educadamente. Afinal, ele estava querendo dividir comigo uma coisa que lhe é cara e eu naõ ia ficar discutindo com o garoto nem me sentir ofendida.
    O mesmo acontece quando alguém diz que vai rezar por mim. Ora, se a pessoa se lembra de mim quando está falando com seu deus, isso é um carinho, e eu agradeço.
    Não tenho religião, mas não sou intolerante nem mal educada.

  149. Órfão Nuclear

    -

    06/08/2009 às 1:52

    É gente. está chegando o marxismo cultural aí. E as forças Armadas está esperando O quê? Para entrar em ação.

  150. Claudia Sales

    -

    06/08/2009 às 1:39

    São poucas as vezes em que discordo de você. Essa é uma delas.
    Particularmente sinto-me incomodada com a presença de qualquer manifestação religiosa em qualquer ambiente de domínio público (ou privado, mas, neste caso, não tenho nada a ver com isso). Me parece que você, católico fervoroso que é, levou o caso para “o lado pessoal” e acabou perdendo sua admirável racionalidade usual. Alguns de seus argumentos realmente me desapontaram, mas acho que o mais frágil deles foi:
    “(…)É justamente o regime de tolerância propiciado, felizmente, pelo cristianismo(…)”.
    Inacreditável!!

  151. Paulus

    -

    06/08/2009 às 1:39

    Lugar símbolos religiosos é na igreja e na casa de quem quiser. Em repartição pública, não.

  152. Mauro Mendes

    -

    06/08/2009 às 1:33

    Reinaldão,

    O grande perseguido nesse país hoje em dia é:
    homem branco, trabalhador, cristão, heterosexual.
    Há direitos especiais para mulheres, negros, homossexuais, vagabundos, plantas e até ovos de tartaruga.
    A propósito, onde está o Greenpeace que não dá um pio sobre o lixo enviado ao nosso país?

    Abraços,

    Mauro Mendes

  153. Gian Silva

    -

    06/08/2009 às 1:22

    Se é para retirar os símbolos religiosos das áreas públicas de prédios governamentais, parece-me fazer todo sentido. Sou agnóstico e nunca me senti ofendido pelos crucifixos ou qualquer outro símbolo religioso, mas é provável que exista quem o fique.
    O exemplo que coloca, da sala do magistrado, não vale para o tema, pois não seria uma área pública. No entanto ter um símbolo religioso é um endosso daquela ideologia e um estado laico não deveria mostrar preferência por nenhuma em particular, daí ser de bom tom não estampar símbolos de uma religião em particular ou, como outra solução, ostentar os de todas, caso seja possível.

  154. Albert

    -

    06/08/2009 às 1:21

    OK. então vamos proibir os católicos de adornar sua sala ou mesa com o símbolo do Catolicismo.
    OK. Também proibiremos as MUÇULMANAS de usar suas roupas extravagantes NAS RUAS BRASILEIRAS, pois talvez ao usá-las ofenda a mim.
    OK. Também proibiremos os PAIS DE SANTO de usar turbantes ou qualquer endumentária, pois TAMBÉM TALVEZ, ofenda-me.

    OK. por não vão todos para as profundezas do inferno.

  155. Rainel

    -

    06/08/2009 às 1:13

    Prezado Reinaldo,
    Existe alguma grande religião ou sistema filosófico que pregue de modo imponderado a intolerância? Mas em todos os tempos não faltaram os intolerantes, inclusive na grande família cristã… Talvez devamos adotar como regra que a liberdade de cada um termina onde inicia a do outro. Seja eu minoria ou maioria, certamente devo ter a liberdade de expressar por meus próprios meios as minhas crenças, sem qualquer ameaça à minha integridade. Mas não parece razoável fazê-lo em espaços coletivos obrigatórios (diferentemente dos templos, não dá pra escolher qual repartição pública quero frequentar).

  156. Vanderlei Simionatto

    -

    06/08/2009 às 1:13

    O PS, ao final e em letras de cor vermelha, me impedem de comentar. Fui.

  157. Bjordan

    -

    06/08/2009 às 1:10

    estou com os que discordam de você, sempre me incomodei com a figura de uma pessoa sendo torturada espalhada pelos prédios públicos, acredito que se o estado é laico e livre ele deve permitir TODAS as religiões, inclusive essa ( http://www.venganza.org/ ) a igreja do flying spaguetti monster , mas não promover nenhuma, sou coerente sou contra todos os feriados religiosos incluindo ai o natal, feriado que perdeu sua conotação a muito tempo.

    teoria da FSM sobre o aquecimento global http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/0/04/FSM_Pirates.png

    mostra com bases “científicas” como o aquecimento global esta intimamente ligado com o número de piratas,

  158. Thaís

    -

    06/08/2009 às 1:03

    Reinaldo,
    Vejo exagero nesse teu texto ao dizer que é intolerância religiosa retirar um símbolo religioso.
    Justamente por aprendermos que somos um Estaco laico, não há sentido haver uma cruz nas instituições judiciárias e muito menos um “sob a proteção de Deus” na Lei Maior (que só serve para embelezar a introdução). Não interessa se a maioria é cristã nem se cultua outras crenças. Um símbolo religioso em uma instituição dessa natureza contradiz a separação entre Igreja e Estado.

  159. Rogério Reis

    -

    06/08/2009 às 1:00

    Caro Reinado, caso aceite o meu comentário abaixo, peço a gentileza de excluir o primeiro (enviado as 00h:47m). Encontrei nele erros de concordância e também me referi ao Criador com um pronome em letra minúscula. Não fui um brilhante aluno em português, mas procuro evitar difundir erros na internet. Muitos já se ocupam disso. Grato pela atenção e parabéns pelo trabalho.

  160. LEONARDO

    -

    06/08/2009 às 0:54

    Entendo que a convicção pessoal do Magistrado é diferente da posição a ser adotada pelo Poder Judiciário. Este, como manifestação da jurisdição, deve preservar a imparcialidade, inclusive de ‘cultura religiosa’; quanto ao Juiz, este é pessoa, de carne, tem sua história e seus entendimentos. Por mais que se proclame a sua imparcialidade, entendo que não existe. Cabe a ele aplicar o texto legal, utilizando de um exegêse que vise ao fim jurídico excelente - o que não significa ser um fantoche. Acho uma distinção importante sobre se utilizar de ícones religiosos dentro e fora dos gabinetes dos Magistrados, apesar de eu entender que não devem ser utilizadas no certame que se debate.

  161. Rogério Reis

    -

    06/08/2009 às 0:54

    Nada contra um Juiz ou funcionário do judiciário ter em seu local de trabalho Crucifixos ou qualquer traquitana de qualquer ordem, seita ou religião, desde que tais objetos tenham sido comprados com o seu salário e não com o suado dinheiro do contribuinte. Sei que parece uma bobagem, mas, se tivéssemos mais cuidado nesses pequenos detalhes, talvez pudéssemos evitar grandes confusões sobre o que é público e o que é privado. Quanto à discussão sobre a expressão “sob a proteção de Deus” da constituição brasileira, trata-se de mais perda de tempo. Caso o Todo Poderoso exista, tudo está sobre a Sua proteção, caso Ele não exista a expressão não altera nada. Esse país tem problemas mais sérios!

  162. Rogério Reis

    -

    06/08/2009 às 0:47

    Nada contra um Juiz ou funcionário do judiciário ter em seu local de trabalho Crucifixos ou qualquer traquitana de qualquer Ordem, Seita ou Religião, desde que tais objetos tenham sido comprados com o seus salários e não com o suado dinheiro do contribuinte. Sei que parece uma bobagem, mas, se tivéssemos mais cuidado nesses pequenos detalhes, talvez pudéssemos evitar grandes confusões sobre o que é público e o que é privado. Quanto à discussão sobre a expressão “sob a proteção de Deus” da constituição brasileira, trata-se de mais perda de tempo. Caso o Todo Poderoso exista, tudo está sobre a sua proteção, caso Ele não exista a expressão não altera nada. Esse país tem problemas mais sérios!

    REINALDO RESPONDE
    É verdade. No dia em que não houver mais crucifixos em repartições, não teremos mais Sarneys e Duques pela frente…

  163. Didi

    -

    06/08/2009 às 0:46

    Sou espírita, mas não compartilho com a ideia de se retirar um símbolo do cristianismo de onde quer q seja. Justamente por ser um estado laico, os símbolos escolhidos pelos cidadãos é um direito deles. Não compartilho com este cidadão que se diz representante da Confederação Espírita Americana. Somos um povo na sua maioria cristão, mas temos q defender e respeitar o direito de escolha de cada indíviduo q compõe este País. É justamente por este respeito é que o Brasil não tem guerras em nome de ‘Deus”. Será que esta turma está querendo arranjar mais um problema para o País? Já não temos problemas demais para ficar discutindo se um crucifixo vai fazer a diferença na sociedade brasileira?

  164. Ixmael

    -

    06/08/2009 às 0:45

    Cruz Credo !

  165. Liz

    -

    06/08/2009 às 0:41

    Acho que há coisas muito mais importantes nesse país. A falta de ética por exemplo.Aff…

  166. Raul Balbo

    -

    06/08/2009 às 0:32

    Eu acho que não querem¹³cassar nem caçar. Acho que querem¹³é exterminar a fé, tirar Jesus do coração brasileiro para que assim comecem com a tão desejada glória vermelha.

  167. Paulo

    -

    06/08/2009 às 0:30

    Caro Reinado:

    Estou impressionado com a intolerancia de gente que pratica qualquer tipo de culto no Brasil, e que o fazem devido a tolerancia nao apenas dos Catolicos, mas de todos os Cristaos brasileiros.
    Na condicao de Cristao (Batista) e brasileiro, convido esses ilustres lideres religiosos desconhecidos a irem praticar os seus cultos na Arabia Saudita, Ira, China, Coreia do Norte, Japao… e que parem de fazer provocacoes baratas e diria ate’ inconsequentes, dentro do clima de paz religiosa que existe no Brasil.
    Espero que o Juiz que vai dar a primeira decisao, nao seja um ativista de um desses grupelhos.

  168. Anônimo Paulistano

    -

    06/08/2009 às 0:29

    O estado que declara-se laico deveria priorizar para já o banimento de feriados católicos do calendário das repartições públicas, enquanto os funças do estado laico estivessem ralando a iniciativa privada, na qual me incluo, estaria a se entupir de água de coco à beira do Atlântico, expediente de estado laico é assim ó : NECAS de terça e meia quarta de carnaval, de sexta feira santa, de corpus christi, de pascoa, de natal e de mais uma penca de feriado de santo católico e padroeiras , a maioria do tipo ´esse dá pra emendar´. Topas ser estado laico?

  169. Elisabeth Oliveira

    -

    06/08/2009 às 0:27

    Ninguém se preocupa de mover ação contra o caos da saúde, a decadência do ensino, a violência pelo narcotráfico.
    Mas têm tempo para perseguir direitos das pessoas.
    Caçam seu direito de comprar Tamiflu nas farmácias, que podem salvar vidas contaminadas pela gripe suina, só porque o Ministério da Saúde não tomou as providências devidas para abastecer os hospitas públicos.
    Caçam o direito do jornalista de publicar a informação de direito de conhecimento público.
    Vão caçando e caçando - mas tudo dentro da “democracia”.
    A que saudade da ditadura militar, quando eu saia na rua a qualquer hora do dia e da noite se perigo, quando as escolas públicas eram excelentes locais para estudar etc….

  170. Maurício - Ipatinga

    -

    06/08/2009 às 0:24

    Reinaldo

    Uma pretensão como a noticiada apenas demonstra a que ponto algumas pessoas, verdadeiros psicopatas, chegaram. Pisam na maioria e em suas crenças com a cara mais deslavada. Fazem pouco daquilo que representa o bem, mas abraçam o mal com incrível intimidade. E há ainda um tanto de pessoas, verdadeiros inocentes úteis, para dizer o menos, para apoiar uma ação tão vergonhosa, e com os argumentos mais toscos. Fossem símbolos de quaisquer outras religiões, nada aconteceria. A perseguição, em verdade, é contra os católicos. Mais uma.
    Ainda bem que Deus nos deu você, Reinaldo.

  171. Helô

    -

    06/08/2009 às 0:19

    Concordo com a retirada de símbolos religiosos das repartições públicas, não apenas crucifixos, mas quaisquer figuras representativas de religiões.

  172. Edgard

    -

    06/08/2009 às 0:16

    Concordo com um dos leitores: simbolos religiosos em repartições públicas emprestam um caráter privado a estes ambientes.

    Infelizmente, causas assim constumam ser abraçadas por pessoas com uma agenda oculta. Parece-me que este é o caso.

  173. LEONARDO CANDIDO BASTOS

    -

    06/08/2009 às 0:16

    Excelente Reinaldo! Discordo! Estado é símbolo, logo, simbolicamente, deve exibir-se descomprometido com todas as religiões. Não vivemos numa teocracia. Um crucifixo católico ao lado do brasão da república, no entanto, diz-nos o contrário. Um símbolo religioso em uma repartição pública, por si só, conspurca a impessoalidade e a laicidade. É tradição? Péssima tradição! Porém, destaco: não é um agente público individualmente com seu símbolo religioso no exercício de seu direito fundamental à religiosidade. Não é isso! São os órgãos e os entes públicos exibindo símbolos religiosos dando a prévia idéia da religião que norteia os atos e decisões dali. Fica com Deus. LCB.

  174. Quaker

    -

    06/08/2009 às 0:10

    JÁ SE JULGAM CRISTO.
    SÓ FALTA NÓS O CRUCIFICARMOS.

  175. Executante

    -

    06/08/2009 às 0:10

    O MPF já atuou em outros casos importantes, como na exigência da possibilidade de se comprar o brinquedo do Mc Lanche Feliz separado do lanche propriamente dito. Quando soube que qualquer cidadão pode ter seu brinquedo sem ter que levar para casa aqueles sanduíches de gosto duvidoso, pensei: “Agora vai!”. Mas aí vem o Sarney…

  176. Charles Darwin

    -

    06/08/2009 às 0:09

    Reinaldo, qto a questão colocada, sou completamente a favor da retirada. Concordo com o Ministério Público. Sinto-me, sim, ofendido com a presença do crucifixo num órgão publico. Assim como me sinto ofendido com cartazes em agradecimento a políticos em órgãos públicos.
    Com relação à religião, recomendo a leitura de “Deus, um delírio” de Richard Dawkins…

    REINALDO RESPONDE
    Richard Dawkins? Você não teria alguém um pouco mais tímido pra me indicar (risos)?

  177. Gustavo

    -

    06/08/2009 às 0:04

    Sou racionalmente agnóstico e emocionalmente católico. Sobre esta questão, do ponto de vista estritamente legal acho que os símbolos religiosos realmente não deveriam ser expostos em repartições públicas. Mas do ponto de vista prático, acho que é uma exigência fútil, intolerante, e nociva.

    Como há gente inútil neste Brasil, que só quer aparecer… se a preocupação é com o cidadão, por que não debatem a qualidade, eficiência, e transparência do serviço público? Se fizermos um ranking de todas as ofensas que o cidadão sofre nas mãos do Estado, em que lugar estaria o item “Crucifixo na parede da repartição”?

  178. Marco Aurélio

    -

    06/08/2009 às 0:01

    Não sou católico, mas ninguém pensa em tocar nos feriados religiosos né ? Estado laico ? é o Deus seja louvado nos R$,
    em época de eleição fica cheio de politico querendo falar nas igrejas.
    Chico Xavier conta que quando criança nas missas, pela manhã, via figuras reluzentes transformarem hóstias em focos de luz e pessoas já mortas trazendo rosas nas mãos e beijando os santos.

    quem é espirita e quiser acreditar, acredite.

    Quando vejo um espírita implicar com isto, parece falta de ter o que fazer.

  179. anonazevedo

    -

    05/08/2009 às 23:59

    -E se ninguem quiser tirar a cruz de la?-Ou quiser colocar Sao Jorge!-Ou outro simbolo religioso qualquer,ou e se fossemosa patria do budismo e chegassemos de manha para tirar a identidade ou em um posto do INSS para rever uma aposentadoria e tivesse o cheiro de incenso no ar!-E pasme,a estatua de Buda num canto!
    -Quero saber o que o estado tem contra!
    -Divagando mais um pouco, e se:-Nao houvesse mais igrejas,templos religiosos,terreiros,oratorios,lugares de peregrinacao,pessoas usando crucifixo no peito por cima da camisa como fazem os carismaticos,peregrinacoes e se estinguissemos toda a expressao ou sinal de vida religiosa?-Bom,ai eu acho que o Estado teria o seu direito de opinar!

  180. pangaré

    -

    05/08/2009 às 23:55

    O que me causa espanto nesta discussão não é a absoluta irrelevância do tema, mas antes de tudo, a sanha de se querer normatizar tudo.

    Desde que meia dúzia de imbecis inventaram o raio do “politicamente correto” vivemos a neurose coletiva de não querer ferir suscetibilidades alheias.

    É um verdadeiro festival onde gente disfarçada de “bem-intencionada” sai cagando regras a torto e a direito. Se a gente não se cuidar, vão dar um jeito de regrar até a nossa vida sexual. Socorro!

  181. Lucas Junqueira

    -

    05/08/2009 às 23:53

    Parabenizo a todos, ao Reinaldo tb, pelo texto publicado.

    Sou espírita, e nunca me ofendi com o símbolos religiosos em certos lugares (não só em repartições públicas vemos isso). Se o motivo desse pessoal citado pelo Reinaldo fosse realmente o que é essa ação, ótimo, mas sabemos que aqui no Brasil a intolerância religiosa vem da minoria para a maioria (!), e com essa ação tenta-se formalizar isso. Concluindo, os movedores da ação se sentem ofendidos não por terem um símbolo do cristianismo em seu local de trabalho, mas sim por que outras pessoas sem serem eles, que são católicas, adoram aquele símbolo como um modo de vida, um exemplo a ser seguido, e eles não aceitam.Nao sei se fui claro…

  182. Guerra

    -

    05/08/2009 às 23:49

    A meu ver, a decisão pretendida é inconstitucional. Nossa Constituição proíbe todo tipo de restrição a manifestações de fé, desde que ordeiras. As repartições públicas, de qualquer dos âmbitos administrativos, sujeitam-se a superiores hierárquicos. Mas em muitas há setores autônomos. O promotor, p. ex., não consulta o proc. geral sobre o que pôr sobre a mesa ou na parede. O Estado Brasileiro é laico, sim. Mas não é ateu, para possibilitar decisão judicial que proíba a ostentação de símbolos da fé cristã ou de qualquer outra, como se dá nos estados comunistas. Nosso Ele é laico, mas o povo é cristão. Queira Deus que, do angu que lhe serviram, a mmª coma os alhos e deixe os bugalhos!

  183. Edson

    -

    05/08/2009 às 23:49

    Bela tentativa de mudar o assunto. Mas sem sucesso.

    Afinal, todo mundo sabe que em todas as repartições do Maranhão ao invés da Cruz, o que se tem é um quadro do senhor do Bigode.

  184. lvdovicvs

    -

    05/08/2009 às 23:48

    Seriam mais machos se como em Cuba e na Rússia queimassem as Igrejas e matassem os padres. Não é de hoje que o Christo e a sua Santa Igreja são perseguidos. Esta ideia de Estado Laico é conversa da revolução francesa e dos “iluministas”. Mataram muita gente , até eles mesmos e só pararam quando Napoleão botou ordem na casa . Um pais fundado por um Rei católico, por gente católica e para gente católica não pode ter vergonha de seus símbolos. Pode respeitar todas as crenças, mas não pode perder suas origens.

  185. Daniel Liebmann

    -

    05/08/2009 às 23:46

    Reinaldo;

    Um crucifixo realmente não afeta um ateu, pelo menos não a mim; porém a de se concordar que certas coisas não devem ser aceitas. Por exemplo, constar na Constituição aquelas referências à Deus é sim um erro para uma Carta Magna que se diz laica. Constar em atas de reuniões de órgão públicos dizeres como “em data de 05 de agosto de 2009 do nascimento de Jesus…” é um erro sim, não ofende, mas não está certo.

  186. ricardo

    -

    05/08/2009 às 23:44

    Ao ver uma iniciativa como essa, fico me perguntando: para que mesmo existe o Ministério (ou Mistério) Público?

  187. Pr. Euder Faber

    -

    05/08/2009 às 23:43

    Olha sei que muita gente não entenderá meu posicionamento, como pastor evangélico tenho diversas divergências teológicas com a Igreja Católica, contudo discordo do posicionamento de tal ONG e do alinhamento do Ministério Público com tal proposta. A questão aqui não é o crucifixo em si, mas um sentimento anticristão que determinadas minorias tentam impor ao restante da população. Com a bandeira do Estado laico tentasse banir toda e qualquer referência ao cristianismo no país, esquecendo eles que as raízes do ocidente são cristãs e que nossas instituições (pelo menos por enquanto) têm refletido esse pensamento. Enquanto no oriente, tanto governos como as religiões têm defendido com toda firmez

  188. Charles

    -

    05/08/2009 às 23:42

    O pastor é um babaca, como se os evangélicos não tivessem símbolos (Ichtus)… e os protestantes então? Quanto mais o Scutum Fidei ou A cruz huguenote?

    Só pra atacar a religião católica, sou protestante e acho isso um vexame… nunca reclamei do crucifixo (conheço evangélico que também não reclama), apesar de esperar que um dia pudesse ser trocado pela cruz vazia.

    Abraços Azevedo, obrigado pelas informações!

  189. lvdovicvs

    -

    05/08/2009 às 23:40

    Caro Reinaldo , querem negar que o Brasil foi fundado para trazer a FÉ E O IMPÉRIO AS TERRAS VICIOSAS como bem disse o Camões.
    Em perigos e guerras esforçados
    Mais do que prometia a força humana,
    E entre gente remota edificaram
    Novo Reino, que tanto sublimaram;
    2 E também as memórias gloriosas
    Daqueles Reis que foram dilatando
    A Fé, o Império, e as terras viciosas
    De África e de Ásia andaram devastando,
    E aqueles que por obras valerosas
    Se vão da lei da Morte libertando,
    Cantando espalharei por toda parte,
    Se a tanto me ajudar o engenho e arte.

  190. mac z

    -

    05/08/2009 às 23:40

    Teremos uma situação cujo debate, se houver, será muito interessante: faz parte integrante do Palácio da Alvorada, uma capela, interligada ao edifício principal e visível desde a via pública. Vai ser demolida ou será suficiente retirar a cruz?

  191. Atento

    -

    05/08/2009 às 23:39

    BOM……..A MINORIA RESOLVEU GOVERNAR A MAIORIA , E PARECE QUE A MAIORIA ACEITOU !!
    Bem feito !!
    Em terra de cego , quem tem um olho é Rei.

  192. Morrissey

    -

    05/08/2009 às 23:36

    Reinaldo,
    Concordo que em muitas ocasiões o Ministério Público age como se não tivesse nada mais importante a fazer da vida e se preocupa com questões, digamos, menores (comparadas com outras tantas por aí que merecem atenção). Entretanto, nesse caso eu sou a favor da ação. E se eu for judeu ou muçulmano? Sou obrigado a ser atendido em uma repartição pública que contém símbolos de outra religião? Gosto de pensar que não.
    Se política já é um assunto complicado, a religião então, nem se fale. Prego o mesmo que você — tolerância religiosa (ou qualquer outra) acima de tudo. E isso passa por não impor seus símbolos religiosos a outras pessoas.

    Abraços Brasilienses!

  193. Leonardo Diniz

    -

    05/08/2009 às 23:35

    Reinaldo,
    O pior é que pelos comentários se vê que, mesmo entre os seus leitores, há muita gente com um entendimento completamente equivocado do que seja “estado laico”, que significa a não interferência da hierarquia religiosa na política e não o banimento da religião do espaço público. Aliás, o conceito é um produto legítimo (pasmem…) no mundo cristão, que aprendeu com os erros. Praticamente, só existe na chamada civilização ocidental que, com fé ou sem ela, é culturalmente cristã. Que discussão infeliz!

  194. Rômulo

    -

    05/08/2009 às 23:29

    Pois é, Rei, acho que os órgãos públicos não devem mesmo ostentar símbolos religiosos. Sejam quais forem. A sala do juiz ou do chefe da repartição, por não terem a função de recepcionar o público, podem, muito bem, conviver com os simbolismos daquele que ela ocupa. Senão, sendo uma área ‘pública’, aí sou favorável à remoção dos símbolos mesmo!

  195. Gabriel Fonseca

    -

    05/08/2009 às 23:28

    Eu sou ateu e, embora não ache apropriado se exibir símbolos religiosos em prédios públicos (o que diriam se, em vez de crucufixos, fossem flâmulas do Flamengo pregadas nas paredes das repartições?), não me sinto ofendido nem desrespeitado pela presença dos símbolos religiosos ou pelas referências religiosas nas cédulas de Real e na Constituição.

    Acredito que em um mundo ideal os prédios públicos não ostentariam símbolos de religião alguma, mas também não acho que valha a pena se criar uma polêmica em torno de algo tão irrelevante, tenho que concordar com o Reinaldo que esse tipo de iniciativa é sectária e intolerante.

  196. Govinda

    -

    05/08/2009 às 23:21

    Sou budista e não me incomoda a presença do crucifixo nas repartições públicas.

  197. Marcia

    -

    05/08/2009 às 23:18

    Com tanta coisa mais importante. se preocupar com um crucifixo.
    Em que isso ofende alguém. Teve um leitor que disse que apenas um santo de santo Antonio na janela. já é “ofença”.
    Ofensa seria se alguém ofendesse ou desrespeitasse a religião de alguém.

    Quer mais ofensa do que o salarios dos aposentados, ensino de 2ª, saúde faltando tudo, falta de moradia, falta de transporte, falta de emprego. Isso sim é ofensa.

    Como catolica não posso concordar com isso.

  198. Ernesto São Thiago

    -

    05/08/2009 às 23:12

    A retirada de símbolos religiosos de repartições públicas não é intolerância religiosa e sim a legítima distinção do espaço público do privado.

    Vale um reparo: a figura de jesus preso a uma cruz é um símbolo católico apenas e não um símbolo cristão em sentido lato como afirmado pelo articulista.

  199. Rodrigo Leme

    -

    05/08/2009 às 23:12

    Como espírita, eu acho que repartição pública não é lugar de nenhum demonstração religiosa (ou atéia). Que 99,9% da população brasileira fosse católica, ainda não justifica símbolos de uma única religião em um lugar que é tanto de cristãos quanto de não cristãos. Assim como não cabe uma estrela de Davi, um babalorixá ou qualquer outro token religioso.

    E a grande questão é essa: se estão pegando no pé por ser um sím bolo cristão, é óbvio que há um erro aí. Mas não quer dizer que impedir a colocação de qualquer símbolo religioso na repartição pública seja errado. Não é porque 90% da população é católica que um judeu é obrigado a ver um crucifixo no INSS.

  200. André Ramos

    -

    05/08/2009 às 23:12

    Rei,
    sou do meio jurídico e confesso que já critiquei o uso de crucifixos nos salões dos Tribunais. Dizia aos meus colegas: ali deveria estar pendurada a Constituição. No caso de um juiz que põe um crucifixo (ou qualquer outro símbolo religioso) na sua sala, nunca questionei. Nos salões dos Tribunais é diferente, porque são locais públicos, e às vezes pode ocorrer até de um desembargador ou ministro não ser cristão, por exemplo.
    Mas não posso deixar de concordar com seu texto: essa é uma briga que não leva a nada. Mais do que isso: é uma disputa que deixa claro um quê de intolerância com o cristianismo.
    Afinal, o crucifixo é não é uma suástica. Estão criando um problema onde não há.
    Abs.

  201. godoy

    -

    05/08/2009 às 23:10

    Prezado Reinaldo, o crucifixo em tribunais e repartições públicas sempre me incomodou. Aquela imagem exerce uma opressão psicológica no ambiente que não tem nada a ver com os valores que ela realmente simboliza. Acho que a bandeira do país seria mais adequado do que o crucifixo

  202. André

    -

    05/08/2009 às 23:04

    Reinaldo,

    Sou ateu. Jamais me senti ofendido por qualquer crucifixo posto em qualquer parede ou pescoço.

    Fugindo, sem fugir, do assunto, informo que a cantora de música de carnaval e similares Cláudia Leite, pediu desculpas, numa revista, por ter revelado que gostaria que seu filho fosse “macho”. Se disse até ser na verdade uma…”traveca”, para agradar aqueles barulhentos “tolerantes” das ONGays.

    Em breve os pais Cristãos deste País terão que se desculpar por ensinarem aos seus filhos os valores contidos na Cruz. Quem sabe se justificando como, na verdade na verdade, filhos de Oxum enrustidos?

    Aos católicos e cristãos, que não se acovardem e não fiquem em silêncio diante deste cenário!

  203. Sincero

    -

    05/08/2009 às 22:58

    Se o Estado for realmente laico, o símbolo religioso afeta o conceito.
    Trata-se, no entanto, aqui, mais uma questão de tradição que de fé, a meu ver. É o se Deus quiser. Vai com Deus. Expressões que não estão mais centradas na fé religiosa mas no coloquialismo.
    O símbolo representa o ocidente, queiram ou não.
    Foi o legado do império romano católico, hoje adaptado à pluralidade.
    Mais que isso: a força de um homem que mostrou-se Deus, mas aí entramos de novo no debate.
    Quem, afinal, vetaria Jesus em sua casa?

  204. Marco A. Marques

    -

    05/08/2009 às 22:57

    Costumo concordar com quase tudo o que você escreve sobre política, mas quando se trata de religião é o oposto. Pode não acreditar, mas sou seu fã, e apenas em ler o que lhe escrevo já me basta. Eu sou favorável a um estado laico de fato, onde desde a entrada de uma repartição até o gabinete da presidência não exista nenhum símbolo religioso. A presença de apenas um pequeno santinho de Santo Antônio em uma janela, por exemplo, já pode ser considerada uma ofença para quem não é católico, que com os impostos ajuda a manter a estrutura em pé. Como católico e contribuinte é direito seu e de qualquer outro defender seu ponto de vista, como é direito nosso defender o que acreditamos.

  205. Liege

    -

    05/08/2009 às 22:53

    Os grupos que assinam o pedido nao parecem representar a mais ninguem, a nao ser a si mesmos, ja que budistas, espiritas, ateus e evangelicos (eu inclusive), negaram apoiar este tipo de coisa aqui.

    So pode ser coisa do capeta…

    E eu acho que o problema deles nao eh com a Igreja Catolica, nem preocupacao em obedecer a Constituicao, eh com Deus, com Jesus mesmo.

    Quero meu pais de voltaaaaa!!!!!

  206. Xequervara

    -

    05/08/2009 às 22:52

    Grande Rei,

    Este povo não tem o que fazer. Visitei o site desta ONG e observei que é apoiada por diversas entidades anti-catolicas.

  207. Raphael Aguiar

    -

    05/08/2009 às 22:51

    Caro Reinaldo,

    Sou um eterno defensor da tolerância, e respeito toda e qualquer religião. Digo isso porque, apesar desses princípios, esse é um tema complexo e minha consciência, tal como a alma de Ismália, põe-se dividida: há aqui um conflito claro, ao meu ver, entre tolerância e impessoalidade - dois princípios basilares de nossa Constituição.

    Não vejo a questão tanto como intolerância religiosa: penso que qualquer sinal de “pessoalidade” no setor público, seja no emprego de parentes ou na escolha da decoração, torna esse espaço algo privado, empresta-lhe um pouco do jeito de quem o ocupa.

  208. Marvin

    -

    05/08/2009 às 22:43

    Oi Rei:
    O negócio é o seguinte: Será que não tem ninguém no país para fazer uma manifestação a favor de treinar melhor os funcionários das repartições públicas? Ou para protestar contra a falta de vontade dos funcionários de QUALQUER repartição pública em atender os cidadãos? Se tem crucifixo ou não, não interessa, o importante é que elas funcionem e respeitem o cidadão que necessita de algum serviço.

  209. Tati

    -

    05/08/2009 às 22:42

    Ótimo texto! Realmente, se estamos num país democrático, deveríamos ser consultados sobre o assunto. E mais, somos um país tolerante, talvez, por ser cristão.

    Se as pessoas ao olharem para cruz, lembrassem do amor… acho que não seria uma ofensa a ninguém… apenas a recordação de uma linda história.

  210. Liege

    -

    05/08/2009 às 22:39

    Gostei do artigo. Da opiniao entao, maravilha, pela audacia de ser autentico e andar na contramao do ‘hipocritamente correto’. Aleluia! Varios argumentos otimos aqui. Lembro mais uma coisa: o Estado eh laico, mas a nacao nao eh, o povo nao eh e eu nao sou! Laico nao eh sinonimo de ateu ou anti-cristao, como querem alguns nestes ultimos anos (coincidencia com marxistas no poder?). E, gostem ou nao, o povo brasileiro eh religioso e, essencialmente, historicamente e predominantemente cristao (se somos bons cristaos, ai eh outro papo…). Negar isso eh usurpar nossa historia.

  211. joão

    -

    05/08/2009 às 22:37

    Cruzamentos de ruas e avenidas tambem são espaços públicos, e servem de palco para manifestações religiosas do candonblé com seus despachos, incluindo ai animais mortos e tudo mais.No entanto, ninguém jamais pensou em pedir ao ministerio público que movesse uma ação obrigando os tais a realizarem seus rituais somente em recinto fechado apropriado para isso.Se o fizesse seria tachado de intolerante.Acho que o ministério público, neste caso, só quer ter os seus quinze minutos de fama.

  212. Nausícaa

    -

    05/08/2009 às 22:35

    Esse movimento anti-católico dá a impressão de que compreende o real significado da Cruz. Senão, eles não se incomodariam.

    Cabe aos católicos, inclusive - e principalmente - sacerdotes, voltarem ao Catecismo para defenderem-se de mais esse ataque.

  213. Francisco de Taubaté

    -

    05/08/2009 às 22:33

    Se depender dessa gente serao abolidos também os feriados católicos e até as procissoes, porque interferem no trânsito e na rotina de uma cidade. Gostaria de saber deles também o que aconteceria se alguém sugerisse, em qualquer país budista, a aboliçao da figura de Buda.
    Isso pelo menos serviu para esquecer um pouco as corjas maranhense e alagoana.
    Grande abraço taubateano Rei

  214. Jorge

    -

    05/08/2009 às 22:33

    Eu estou muito ofendido com a atitude da procuradoria de São paulo.

  215. Raul

    -

    05/08/2009 às 22:31

    Reinaldo,
    sou espírita, mas graças a Deus, não sou engajado e nenhum Centro Espírita que se preze o é. Sempre digo e repito, sua capacidade intelectual é incrível, mas a maioria dos catolicos hoje não estuda, sao engajados, nao sabem da história do pensamento ocidental e consequentemente da tradiçao cristã.

  216. Adrualdo

    -

    05/08/2009 às 22:30

    Reinaldo,

    eu discordo de você. Acho que os símbolos, como estão colocados, parecem representar não os servidores públicos que trabalham nos tribunais e repartições públicas, mas o próprio órgão ou o próprio estado. Acho que tais símbolos, se estiverem manifestando pensamento religioso pessoal não são problemáticos. Se estiverem na mesa do sujeito ou em sua roupa, por exemplo. Mas se estão na parede de um Tribunal, podem contranger aqueles que não têm a mesma crença. Ora, o juiz ou desembargador não são os donos do Tribunal. Aquilo não é espaço privado. Isso, por si só, já justificaria a retirada desses símbolos.
    Abraços.

  217. Gustavo

    -

    05/08/2009 às 22:23

    Avelino @ 20:15 lembrou do Artigo 37 da Constituicão:

    “A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência…” (sic)

    Para mim o princípio da “impessoalidade” é claro. Mas então que também se exijam os outros princípios, e que o Artigo se faca respeitar por inteiro!!! Devo esperar que os líderes religiosos minoritários também lutarão arduamente pela legalidade, moralidade, publicidade e eficiência dos orgãos públicos? As deficiências nessas áreas não indignam todos os cidadãos brasileiros, sem distincão de credo?

  218. Luciano Ska

    -

    05/08/2009 às 22:22

    Também acho que símbolos religiosos deveriam ser retirados de hospitais, creches e qualquer orgão público sustentado pelo dinheiro de todos os brasileiros. Falando nisso, deveriam também ser proibidas as exageradas manifestações religiosas de jogadores de futebol dentro de campo. O Estado deve ser laico, o futebol é apenas um esporte e as pessoas tem seu lar e seus templos e igrejas para adorar os Deuses que desejar.

  219. Alessandro Melo

    -

    05/08/2009 às 22:21

    É o exército do demônio agindo na forma de ONGs que pregam a “tolerância”. Cá para nós, quem se sente ofendido com a imagem do Cristo crucificado é o próprio Satanás.

  220. Vitor Marcello

    -

    05/08/2009 às 22:20

    Prezado Reinaldo Azevedo,

    Estão querendo instaurar o paganismo, a todo custo, na nossa Terra de Santa Cruz!

    Não me estranha que dentre as entidades que apóiam esse ridículo movimento, há algumas nitidamente anticatólicas, como as tais ‘Católicas’ pelo direito de decidir e o Grupo Gay da Bahia.

    Por trás dessas ações anticristãs, opera nas sombras o espírito maçônico da Revolução Francesa. Com toda razão pontificou Leon de Poncins (in “As Forças Secretas da Revolução”): “Indivíduos, seitas e raças animados pelo desejo de domínio mundial, forneceram as forças ativas de destruição. Mas, atrás deles, opera o verdadeiro espírito das Trevas, em perpétuo conflito com o espírito da Luz.”

  221. J.B.CRUZ

    -

    05/08/2009 às 22:19

    Reinaldo: Mais uma vez que perfeição o seu comentário..Gostaria de parabenizar o Sr. Luiz e sua opimião ás 7:55 pm..Simples e direto,sem retaliações e sem revanchismos,mas, nas entrelinhas dá para se perceber o avanço do comunismo em uma terra que não há diferenças religiosas,cada um tem a sua religião,não há guerras ¨santas¨nem discussões mais acaloradas e sim algumas contestações…Isto tudo que está acontecendo é porquê estamos sendo governados por um dos governos mais fracos da história em tudo..Moral,ética e falta de vergonha….Obrigado…

  222. Pela Pátria

    -

    05/08/2009 às 22:14

    Pai nosso…”seja feita a Vossa vontade, assim na terra como no Céu.” Esta afirmativa nos diz que a Justiça (desígnios) de Deus são supremos, perpassa nosso entendimento e será cumprida, sempre e ao final! O “pai nosso” para mim resume toda FILOSOFIA, TODA CIÊNCIA E TODO O SABER! Leia o Evangelho! Jesus poderá ser a LUZ de sua vida!
    Com Carinho,

    Do Amigo.

  223. anonimus

    -

    05/08/2009 às 22:13

    Gosto muito do seu blog para emitir opinião sobre o assunto.

  224. Lefebvre

    -

    05/08/2009 às 22:13

    A mesma coisa acontece nos EUA por causa da cédula de dólar. Ora, credo. Não se pode mudar a história e a tradição cultural de um povo. Ou seja, os jiradistas vão continuar se matando e a cruz vai continuar a adornar as instituições dos países cristãos. O pessoal do “Brasil para Todos” precisa se ocupar com os reais problemas brasileiros, e não com um símbolo que nada representa para a administração pública.

    Até hoje nunca vi alguém precisar cumprimentar a cruz antes de votar, como na Coréia, Cuba, China, etc…

  225. Não Tenho.

    -

    05/08/2009 às 22:11

    Hoje, um dos senadores que faz oposição, disse que hoje, a maioria dos senadores da casa é composta de senadores que não se elegeram.Significa q alguns dos nanicos “venderam” para a bancada evangélica. O sr. ñ tem a mínima idéia de quantos se instalaram no poder, graças a barganha. Só a barganha e outras coisas não menos indecente, justifica o motivo de tantos evangélicos radicias e a serviço da bancada não do país, vagam por lá. Na Câmara dos deputados então, é melhor não comentar.Sempre disse aqui, que, enquanto a mídia “compra” o barulho intencional de alguns, essa turma está deitando e rolando sem q ninguém os perturbe. O PT? Não, o PT está fora e foi colocado prá fora. Que pena.

  226. Edem de Almeida

    -

    05/08/2009 às 22:10

    Os católicos que colacam um cruxifixo em uma ambiente querem perenizar uma oração pelas pessoas que ali trabalham e que ali serão recebidas. O católico reza, pede, suplica e ama Deus com gestos, ritos, símbolos, imagens e… Sacramentos. Sem suas imagens o católico reza menos. Não há nada que mais agrade o demônio que a falta de oração. Os católicos têm que pedir aos irmãos das outras religiões que lhes permitam difundir suas imagens, jamais como símbolo de hegemonia, mas como forma católica de pedir a Deus pela irmandade humana. Você, caro evangélico, ao ver uma imagem católica não se sinta afrontado, mas amado, à maneira católica.

  227. Caio L.

    -

    05/08/2009 às 22:09

    Rei,

    Se você perguntar de quem é aquela cruz no corredor em alguma área pública , acha que alguém vai reivindica-la?

    O seu exemplo é inválido. Na sala pessoal, dentro de um prédio público, o ”dono” coloca/faz o que quiser - até o Lula fuma a cigarrilha holandesa dele.

    No entanto, é de fato interessante observar quem está por trás disso, eles devem ter lá os seus motivos (intolerância?, incômodo?), assim como você tem os seus para escrever sobre - e não me venha falar que é porque você segue uma lógica, porque você não está seguindo aqui, mas a questão continua e independente de quem a está assinando.

  228. Fabio Tenca

    -

    05/08/2009 às 22:08

    Que nojo desta corja!

  229. marcelo lima

    -

    05/08/2009 às 22:06

    Ao Demétrio Pereira, o juramento sobre a bíblia é coisa de filme/seriado americano, não existe no Brasil.
    Acho que, pelo menos, a ação tem o mérito de discutir a matéria, pois devemos estabelecer os limites da liberdade religiosa, não obrigar ou permitir símbolos ou manifestações religiosas são ações similares e distintas. De qualquer modo, me preocupa, em alguns casos, é a possilidade do proselitismo, esse sim, deve ser evitado nos órgãos públicos.

  230. Rafael de Oliveira

    -

    05/08/2009 às 22:04

    Olá Reinaldo.
    Eu tinha a mesma opinião que o do grupo “brasil para todos”. Achava correto a retirada dos crucificos, etc, etc. Porém com seu texto fui critico comigo mesmo. Concordo com o seu ponto de vista. Sou ateu, mas creio agora que objetos cristãos nao irão “matam” ninguem e nem o estado deixará de ser laico.

  231. Sergio S Oliveira

    -

    05/08/2009 às 22:00

    Todo bom católico sabe que o crucifixo, por exemplo, é o maior e mais sagrado símbolo do cristianismo. Pois foi pela crucificação (”cordeiro imolado”), que ele se submeteu à dor, à angústia e à tortura, terminando na Cruz, para o bem de toda A HUMANIDADE.

    Por exemplo, a Cruz, deveria ser símbolo não só de todos os Católicos, mas de todos os CRISTÃOS, pois nela não está somente a dor, mas todo o AMOR de Cristo e de Deus por todos nós. É a prova maior do amor de Cristo. É a nossa redenção.

    Proíba um muçulmano de demonstrar sua fé ou no que ele acredita. Vai haver uma guerra, e será santa, no entendimento deles….

    Isto é só mais um fato ridículo para a história do nosso país.

  232. Edem de Almeida

    -

    05/08/2009 às 21:59

    Mesmo nascido do Judaísmo, entendeu o Catolicismo que se relacionar com o divino por imagens não conspirava contra o espírito. Afinal de contas, a Igreja acredita que o próprio Deus se tornou visível, palpável e audível. Ela crê que o Senhor mesmo endossou o uso da materialidade como forma de comunicação entre o céu e a terra.

    Quando se exige a retirada de imagens cristãs onde o povo circula atinge-se o exclusivamente o católico, que ama Deus com imagens. Talvez os fiéis das demais religiões não compreendam como é importante para um católico mostrar seu afeto por Deus e seus santos através de imagens. Porém, tolerar não supõe a comprensão, mas a acolhida das diferenças.

  233. Edcarlos Mendes

    -

    05/08/2009 às 21:57

    Este texto é um dos mais interessantes que li neste blog.
    A perspicácia do autor nos leva mais uma vez a perceber tramas sutis e danosas camufladas numa aparente boa intenção.
    É lamentável que neste grupo tão esquisito estejam pseudo-representantes do cristianismo, que se autorizam a deturpá-lo ao seu interesse; logo o cristianismo, berço da liberdade e da tolerância.

    É hora de caçar e cassar outros simbolos, aqueles que representam o mal incorporado em nosso meio, apesar das boas aparências, como disse Cristo: sepulcros caiados.

  234. Jota

    -

    05/08/2009 às 21:56

    Este País está virando mesmo a casa da Mãe Joana. Tudo bem. Já que o estado deve ser laico, vamos ao extremo: concordo em retirar os símbolos desde que todas as igrejas e associações religiosas de qualquer espécie não tenham mais isenção de impostos. Paguem impostos das contribuições dos fiéis, publiquem balanços, etc, etc, como uma empresa. Chega de mamar no Estado e explorar os fiéis. Que tal corajosos?

  235. Demétrio Pereira

    -

    05/08/2009 às 21:49

    Rei, é interessante que tu cortes comentários cheios de “boçalidades anti-religiosas” vindas de gente “que baba seu rancor contra o cristianismo, o catolicismo etc.”, mas publique esse tipo de coisa: “Não, não podemos deixá-los impunes. Devem ser cremados no fogo do inferno. Vamos expurgá-los do paraíso.”

    Bastante conveniente.

    REINALDO RESPONDE
    Precisa aprender a reconhecer uma ironia quando diante de uma, Demétrio

  236. Pinheiro

    -

    05/08/2009 às 21:48

    O real motivo dessa gente é aparecer. Como não conseguem através do mérito, do trabalho, praticam o errado para serem notados. Triste.

  237. rbg

    -

    05/08/2009 às 21:48

    Deve ser o tal “Espírito do Tempo”… Em 2002, na Pensilvânia, um juiz federal ordenou que uma placa com os dez mandamentos, que ficava na entrada de um prédio público (courthouse), fosse coberta depois de julgar que sua exibição violava constitucionalmente a separação entre igreja e estado. A placa tinha 82 anos, mas de repente, em 2002, ela passou a incomodar o laicismo do estado. A notícia pode ser lida em http://www.cbsnews.com/stories/2002/04/23/national/main506975.shtml

    P.S.: não sou contra crucifixos em locais públicos, mas acho que uma cruz simples, sem a imagem de Jesus pregado nela, já é suficiente para simbolizar o cristianismo.

  238. anonimo

    -

    05/08/2009 às 21:47

    TIO REI,
    brilhante comentário, esse pessoal deveria propor estado LAICO na LÍBIA do KHADAFI, ou na ARABIA SAUDITA ou na SÍRIA, é interessante foi a IGREJA que construiu as primeiras UNIVERSIDADES ou seja tirou essas pessoas da ESCURIDÃO, aí vem um ATEU ou um VERMELHINHO e diz: é, mas foi a IGREJA que perseguiu, queimou, matou e tudo mais; de fato tem toda a razão, a IGREJA ERROU, pois foi e é governada por HOMENS. Mas olha só que interessante o ateu e o vermelhinho sabem dessa HISTORIA ou seja a IGREJA não esconde nada. Agora vai tentar saber a HISTORIA de um COMUNISTA em sua terra natal tipo Coreia do Norte, Cuba…

  239. Ricardo Nogueira

    -

    05/08/2009 às 21:47

    Triste mesmo é ter que ficar olhando para o quadro de um certo presidente molusco pendurado na parede das repartições públicas federais.

    Deveriam proibir também, pois se trata de culto à pessoa, com dinheiro público.

  240. Jack

    -

    05/08/2009 às 21:46

    Tio Rey, sou leitor assíduo do blog e concordo com 99% das suas opiniões, mas neste caso, não tem como, o estado é laico, religião é foro intimo de cada um, não faz sentido ter símbolos religiosos em escolas, instituições públicas e até mesmo em papel moeda, como “in god, we trust” que vemos estampado nas cédulas de dolar. O estado laico é uma grande conquista republicana, da qual não podemos abrir mão. Este assunto parece ser pequeno, mas é de suma importância para qualquer democracia. Em tempo, sou ateu, ou agnóstico, enfim, nem sei mais o que sou.

  241. A.Carlos

    -

    05/08/2009 às 21:44

    Reinaldo,

    Boa noite,

    Depois do Vaticano II, foi (apareceu) as ONGs que… querem o fim do Catolicismo.

    Pergunto ao Frei Beto se ele é contra a representação dessa ONG?

    As “católicas” pelo direito da mulher que defende o ABORTO, tem sala sede no prédio da CNBB.

    Graças a Deus podemos contar com seu blog para podermos ser FIRMES em defesas da Fé Católica.

    Essas mesmas ONGs junto de alguns Padres, querem o fim do Selibato…

    Rezemos pelo SS Papa Bento XVI, para que Deus lhe de coragem e forças para lutar contra esses lobos (principalmente), os lá de dentro da própria Igreja e que querem o pastoral Vaticano II como Dogma de fé. Dando voz e proteção para essas ONGs.

    Boa noite, Reinaldo!

  242. Batalha

    -

    05/08/2009 às 21:42

    O problema desse “bando” de desocupados não é apenas impetrar tal representação por falta de bom senso, inteligência, ou fervor anticatólico. É se afundar em desinformação, a ponto de se absterem de leituras relevantes, estatísticas, e referências científicas. O que os fariam menos idiotas representantes do ócio do que demonstram ser.
    Por mais agnóstico que um ser descerebrado desses seja, deveria considerar o objeto como uma representação cultural que remete a algo absolutamente positivo e de cunho pacífico.
    Isso não me cheira a anticatolicismo ou algo parecido, mas a frustrados religiosos sem representatividade e credibilidade suficiente, que desrespeitam e invejam a fé alheia.

  243. Motumbo

    -

    05/08/2009 às 21:42

    Reinaldo, você está errado neste caso, como é tão comum você estar errado quando escreve sobre religião. Não errado em todo o texto, naturalmente. Está correto ao diferenciar o agnóstico do estúpido, o ateu do inquisidor (por irônico que seja), o laico do perseguidor de religiões.
    Mas veja que não se está a perseguir nada nem ninguém. Trata-se sim de separar coisas que não devem estar juntas. Quem se professe as crenças mais variadas e a fé mais pia. No lugar apropriado. Simples. Óbvio. Evidente.
    Veja que cultura é uma coisa, religião é outra, diversa e distinta. Ocorreria sim pedir que se retirem os símbolos do candomblé da sala de um servidor. Da mesma forma que se deveria pedir que os jogadores de futebol se abstivessem de fazer proselitismo evangélico nas camisetas que usa em campo. Não que estes símbolos, manifestações e expressões do chamado divino na vida pública sejam ofensivas. São só desnecessárias e ridículas.
    Que se suponha a existência de um deus. Que tipo de criatura é esta que nos dá esta Constituição que temos? Temos então um deus não muito cuidadoso dos assuntos “sob a sua proteção”?
    Nem tudo é preconceito, caro Reinaldo. E nem todos os preconceitos são deletérios ou inúteis. Alguns (vários) são úteis, pois baseados na vivência e na experiência. Tente reaprender tudo de novo a cada dia e veja como rapidamente sua vida se tornará difícil.
    Que efeito benéfico pode-se atribuir à presença do crucifixo nas repartições? Que expressão cultural é esta? Estariam os valores da convivência, do perdão, da fraternidade, da solidariedade, da caridade, do amor ao próximo, supostamente representados “culturalmente” pelo crucifixo, guiando a atuação dos servidores? Devo estar olhando nos lugares errados. Ou você não freqüenta uma repartição faz tempo.
    O PONTO é justamente este, caro Reinaldo. O Estado deveria ser laico. Mas não é. O Estado deveria ser impessoal. Mas algumas pessoas entre nós brasileiros não são consideradas pessoas comuns. O Estado deveria ser tratado como coisa pública. Inclusive quando se trata do namorado da neta. Quem sabe se esta tal tradição cultural a que você se refere inclua, entre coisas porventura boas e benfazejas, outros aspectos ruins. E este não seja o começo de um Estado mais adequado para todos nós, religiosos, agnósticos e ateus.

  244. JF

    -

    05/08/2009 às 21:42

    O ESTADO É LAICO, OS HOMENS NÃO!!! SE NA “REPARTIÇÃO’ PODE TER UMA FOTO DO LULA,QQUAL A RAZÃO PARA TIRAR UM CRUCIFIXO? INTOLERANCIA,TRAVESTIDA DE DIREITOS HUMANOS. NA INGLATERRA,UMA FAMILA FOI OBRIGADA A TIRAR OS PORQUINHOS QUE ENFEITAVAM O JARDINS,MOTIVO: MULCUMANOS INGLESES SENTIAM-SE OFENDIDOS COM AS IMAGENS DOS PORCOS.JA OS CRISTÃOS POR LÁ,NAS TERRAS DAS ARABIAS SAÕ MORTOS E AQUI COMEÇOU A CAÇADA.ESTEJAM CERTOS,ESTES PROCURADORES NÃO REPRESENTAM O SENTIMENTO DA MAIORIA DOS MEMBROS DO MPF

  245. Cristiano

    -

    05/08/2009 às 21:41

    OAB - SINDICATO DO PT… E DA ONU!

    COMISSÃO DE DIREITO RELIGIOSO… PARA ELES O CATOLICISMO NÃO É RELIGIÃO, MAS AS BARRACAS CAMELOSÍSTICAS DELES SÃO.

    ENFIM, TUDO QUE É REVOLUCIONÁRIO, É CORRETO PARA ESSES ADVOGADOS DO DIABO.

    AQUI EM CAMPO GRANDE, MS, NA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS ONDE HÁ UMA IMPERADORA QUE NUNCA SAI DE LÁ PORQUE ELA É BABA-OVO DOS DONOS DA ONU E AINDA LEVA UMA GRANINHA E UNS PASSEIOS PARA GANHAR DIPLOMINHAS, O NEGÓCIO DELA É ATACAR O PREFEITO - DISSE UM JORNAL: QUASE FISICAMENTE - POR REMOVER OS “LATINOS” DA INTEGRAÇÃO LATINOAMERICANA QUE SE INSTALARAM EM CAMPO GRANDE PARA FAZER MALABARISMO COM FOGO NAS FAIXAS DE PEDESTRE ENTRE O POVO E SOBRE OS CAPÔS DOS CARROS.

  246. CLVD

    -

    05/08/2009 às 21:40

    A pergunta é: Que privação de direitos sofre a ONG que comanda esse processo? Essa ONG, por ser considerar minoria religiosa, deixou de ser atendida pelo Estado, em razão de um crucifixo? Será que deixou de receber alguma verba em função de não ter seu símbolo pregado na parede? Se a onda pega, vamos exigir que a foto do Lula também não seja pregada nas repartições públicas federais. Não votei nele, então não aceito. E a tradição dos feriados religiosos? A Lei fala que são declarados de “acordo com a tradição local”? Querem terminar com a tradição também?

  247. Eduardo

    -

    05/08/2009 às 21:38

    REINALDO. Proponho a seguinte questão aos brasileiros em geral: se o Estado é laico, devemos acabar com os feriados religiosos. A maioria (99,99999999%) vai ser contra. “Ah, mas aí é tradicional, é cultural, é costume…”. Sei. Eu já fui católico e tenho o maior respeito pelo catolicismo. O sujeito que se diz ofendido pelo crucifixo está realmente ofendido? Por quê? Em quê a imagem maior de sacrifício por amor ao próximo é ofensiva? Os Procuradores Federais devem achar que o Brasil está ótimo, criminalidade baixa, né? Não tem nada melhor para fazer…

  248. Marcus Siviero

    -

    05/08/2009 às 21:38

    Minha visão absolutamente agnóstica sofreu aqui um grande abalo; começo a crer veementemente no apocalipse.

  249. Papai Sabetudo

    -

    05/08/2009 às 21:36

    Respondendo ao “Carlão disse:
    agosto 5, 2009 às 7:47 pm”

    Desculpe frustrá-lo mas, o crucifixo é pago com o seu, o nosso dinheiro. Entra na decoração da repartição e contabilizado como “despesas voluptuárias”.

    Pode haver exceção, é claro! Estou falando pelo órgão no qual trabalhei. E despesas desse naipe ninguém se opõe, com medo de ser “excomungado”!

  250. Carlo Germani

    -

    05/08/2009 às 21:34

    Caro Reinaldo,

    O projeto da Nova Ordem Mundial, tem entre tantos objetivos,
    a implantação em escala mundial de uma única religião.
    A religião do anti-cristo.

  251. dora

    -

    05/08/2009 às 21:33

    Tenho sugerido aos partidos de oposição que procurem conselheiros do seu nível, caso não possam se consultar com voce, isto porque sua sensatez e lucidez nos fazem enchegar a questão sem a paixão que cega.Parabéns. Que os nossos BRILHANTES juízes encherguem desta forma também e recusem esta ação absurda.

  252. Henattan

    -

    05/08/2009 às 21:31

    É assim que começa. Hoje tiram um crucifixo daqui, amanhã uma Bíblia dalí e, lá pra frente, religião só dentro de casa e olhe lá.

  253. Juvencio

    -

    05/08/2009 às 21:30

    No estado que se diz “laico” , um grupo de pessoas (todas ligadas à algum tipo de religião ou associação religiosa) , está querendo cassar o filho de Deus. Se fossem ateus , eu poderia até entender. Melhor seria para elas pedirem a cassação do coronel maranhense e seus jagunços do senado.

  254. Régis Miranda

    -

    05/08/2009 às 21:27

    Reinaldo, sou evangélico da Igreja Presbiteriana do Brasil, que neste ano completa 150 anos no Brasil. Dos citados evangélicos, eles são também a minoria entre os evangélicos. Creio que a associação evangélica não está este movimento, porém creio.

  255. Não tenho

    -

    05/08/2009 às 21:26

    Com esses tipos não se pode aplicar a boa educação, sensatez, etc… Com eles só usando das mesmas armas que usam para esculhambar e perseguir os ideais dos outros. Perseguem porque não têm nenhum ideal altruista, nobre. O negócio deles é negócio literalmente.Que tal o M.P. propor para a bancada evangélica de todo país, a comprovação da origem dos bens materiais que possuem? Isto não itneressa, não é?Pode esperar outras bombas por aí.Enquanto todos estão de olho no Sarney, muita coisa assinada na calada começa entrar em vigor.Não é q até o vice está bom? É muita conversa fiada. Substimam a inteligência do cidadão sem o mínimo de vergonha.Tudo por dinheiro.

  256. Marlos

    -

    05/08/2009 às 21:25

    Só um adendo: esses “budistas” do tal movimento não representam a filosofia budista, uma das mais tolerantes do mundo. Muitos monges budistas inclusive recomendam aos cristãos a permanecer cristãos, e a Bíblia é muito elogiada pela maioria dos autores budistas. Claro que como em qualquer religião há alguns budistas ortodoxos e intolerantes, mas eles são minoria. Quando estudadas a fundo, todas as religiões possuem a mesma mensagem: amor ao próximo, tolerância e paz. Mas as religiões são criadas por seres humanos, e por isso todas imperfeitas, pois espelham o homem e suas distorções. Favor enviar uma enxadinha afiada a todos os membros do movimento e pedir a gentileza de carpir um terreno.

  257. WEIMAR

    -

    05/08/2009 às 21:24

    GAÚCHO A CAVALO

    Como alguém pode dizer que “as religiões são um dos grandes males do mundo”?

    Apelo aos mais jovens: Não escutem gente que diga coisas estúpidas como essa aí. É gente frívola, leviana, grosseira; que se julga letrada, mas é apenas gente de letras gordas. Crescer, envelhecer só é meritório quando acompanhado por melhoria intelectual, moral.. Envelheçam vocês mantendo o viço moral, e que nas suas casas sequem apenas o que for de secar. Não é preciso crer-se em religiões – eu mesmo nelas não creio – para reconhecer-se o lastro cristão em nossa cultura, no que ela tem de melhor. O melhor que herdei, que herdamos.

    As religiões não criaram “os males do mundo”, da mesma forma que a ciência nem a técnica podem ser responsabilizadas pelas serras que desmatam nossos campos, pela cadeira elétrica, pelos mísseis de destruição, pelas câmaras de gases, pela bomba atômica. Não culpem a planta que seca, mas a quem não a regou.

    Na casa do GAÚCHO DO ALEGRETE, 7:41 pm, não foi só o alecrim que secou. Ele também está murcho. Lamento!

    Weimar

  258. josevar

    -

    05/08/2009 às 21:23

    Caro Reinaldo. Mais uma vez você atinge em cheio o objetivo absurdo a que essa gente se propôs. Certamente eles são daqueles que dizem, quando indagados sobre religiosidade ou religião, que são ateus, graças a Deus. Grande abraço.

  259. Kenji

    -

    05/08/2009 às 21:21

    Reinaldo, na essência, concordo com seu post. Entretanto, em sua argumentação, há uma falha grave. O regime de tolerância não é propiciado pelo cristianismo, mas sim pelo Estado, ou melhor, pelo Estado de Direito, pela Constituição.
    É só o Estado que pode garantir a tolerância. E esse, no caso do Brasil, é laico. Logo, dizer que a tolerância é propiciada pelo cristianismo é uma contradição com a laicidade do Estado.
    Poderia argumentar por outros caminhos. Citar o Chile de Pinochet, ou então os cristãos do Líbano.
    Mas a questão não é pontual. É conceitual.
    Quem garante e propicia a tolerância é o Estado, e esse é laico.

    REINALDO RESPONDE
    Eu me refiro ao aspecto cultural. As sociedades cristãs aprenderam a conviver com a democracia e com a diferença.

  260. Papai Sabetudo

    -

    05/08/2009 às 21:21

    Escuso-me de comentar o assunto religião. Desperta a paixão mística adormecida em cada um. Estou com Dostoiewsky que disse que, se não existisse deus, teria que ser inventado um! E acho que é o que todos fazem: inventam um!

    É uma lavagem cerebral severa! Desde que nascemos!

    Eu prefiro que “deus acredite em mim”! Se me procurar estarei pronto para o diálogo.

    E, convenhamos, a parede da repartição pública não é o melhor lugar para se afixar um crucifixo. Deixem-no em paz dentro do templo.

    A sua aposição nunca é gratuita e carrega consigo uma mensagem explícita de que o mandachuva dali é católico. E isso implica numa gama de desdobramentos.

    Bem, eu disse que não comentaria sobre religião mas acabei dizendo algumas coisinhas… Mas, isso é tudo!

  261. Luiz

    -

    05/08/2009 às 21:20

    Meus Parabéns, Reinaldo Azevedo, pela seu belo “post”. É uma aula de política e relações públicas.

  262. Jcques

    -

    05/08/2009 às 21:19

    Olá, Rei.
    Ao ver a imagem, achei que iria discodar de ti pela primeira vez. Ainda não foi agora…
    Fui criado na Católica, mas há anos saí por motivos que não vêm ao caso. Vou criar meus filhos fora da Igreja, mas mantendo muitos valores que aprendi lá e que hoje podemos encontrar onde há bom senso.
    Parabéns pela clareza das idéias, é isso que precissamos, sem dúvida.

  263. Aldo

    -

    05/08/2009 às 21:11

    Dizer que o próprio cristianismo é um fator que propicia a liberdade e a democracia é ir bem longe, Reinaldo. Pode ser ou não. Julgar que há uma relação de causalidade, ou uma correlação, de maneira tão ostensiva pode ser falacioso. Eu gostaria que você desenvolvesse esse ponto, porque a afirmação foi bastante ousada e, no post, não tem justificativa suficiente. É óbvio que o fato de tantos países cristãos terem liberdade não é mera coincidência, mas a religião não é a única coisa que determina o rumo de uma sociedade. Pode ser um fator indireto, ou pode ser que o cristianismo carregue em si um elemento que propicia a liberdade sem dependência dos pilares centrais da religião.

  264. Mac

    -

    05/08/2009 às 21:11

    Bonito texto Reinaldo!! Bem racional!
    Vamos imaginar se o tal procurador resolver mudar os nomes de cidades como São Sebastião do Rio de janeiro, São Paulo…
    E se ele decidir mudar o nome do Estado de Santa Catarina?
    E se ele resolver trocar os nomes das ruas e praças com nomes de santo.
    E se ele resolver demolir a estátua do Cristo Redentor???
    Acho que até a avó dele vai protestar e poderá ser presa por desacato á autoridade!!
    Acho que o tal procurador deveria procurar coisa mais importante pra fazer!!

  265. Homo Anômallus

    -

    05/08/2009 às 21:08

    Tio Rei,
    chega de discutir sobre tudo aquilo que é Profano, vamos discutir agora sobre aquilo que é sagrado!
    Palhaçada, ou como disse aquele Energúmeno de ontem “comédia” é discutirmos esse tipo de assunto, nesse exato momento?
    Juro por Deus que eu não acredito, que esse des(governo) TODO; consiga terminar seu mandato!
    Entramos num ponto da história, em que: Ou as cousas todas voltam aos seus devidos lugares, ou o Caos estará totalmente instituido, dentro muito em breve!
    Concretos do Absurdo In Versos Absolutos!
    Sob a Proteção de Deus!

  266. René Girard

    -

    05/08/2009 às 21:07

    “Ali onde todos querem as mesmas coisas, o «desejo mimético» se desencadeia e com ele a rivalidade e a guerra”

  267. JOÃO

    -

    05/08/2009 às 21:03

    REFERENTE AO COMENTÁRIO:

    Ricardo disse:
    agosto 5, 2009 às 8:13 pm
    Essa situação atual de que tudo tem de ser politicamente correto no mundo, acaba com a graça e distorce tudo. Daqui a pouco as piadas de Portugues, Crioulo, homexesual, Irlandes, sul-americano… etc. serão proibidas.
    Até o papagaio vai reclamar de descriminação

    ESTÚPIDO.
    AS PIADAS DO GÊNERO (EXCETO PAPAGAIO) JÁ SÃO PROIBIDAS!
    LEIA A CONSTITUIÇÃO.

  268. Max

    -

    05/08/2009 às 21:02

    Sempre leio materia, relacionada a grupos evangelicos, com representações em prefeituras pra retirar obras de praças, biblias de praças, e sempre comento, “se é minoria e ja sao autoritarios assim, imagina se for maioria”. Nada contra os evangelicos, mas eles acham que ja estao salvos, por isso nao precisam se entender com os opostos.

  269. Lucinho

    -

    05/08/2009 às 20:53

    Olha aí os frutos do concílio vaticano II, após todos esses anos de discurso,de viagens dos Papas, o que foi que nós católicos ganhamos? Uma facada pelas costas!

  270. Elton Dias

    -

    05/08/2009 às 20:53

    Reinaldo, é notável seu comentário sobre o cristianismo. Cresci numa família católica e meus pais eram bastante rigorosos no cumprimento da filosofia cristã de tolerância, prescrita na bíblia. Éramos severamente repreendidos se fizéssemos críticas a outros religiões, classes ou opiniões divergentes pois meus progenitores lembravam o “amai-vos uns aos outros” e “não julgueis para não serem julgados”. Atualmente sou agnóstico, mas a própria base intelectual que me permite hoje questionar a existência de Deus vem de uma infância protegida pela sábia interpretação de meus pais sobre a doutrina cristã. É preciso que retomemos os valores de tolerância e civilidade presentes no cristianismo.

  271. renato correa

    -

    05/08/2009 às 20:52

    não me incomodo com crucifixos nas repartições públicas, também não me incomodaria com um budinha ou um preto velho (talvez achasse meio estranho um elefante com seis braços, ou uma estatua de Quetzalcoatl banhada em sangue de virgens, mas enfim).

    o que me incomoda é que num país onde não temos verdadeiramente ódio religioso (compare com a Irlanda, por exemplo), alguns grupos venham a levantar esse tipo de polemica, e criar atritos que na verdade não existem. O estado é laico, isso significa que questões religiosas não se devem misturar as do estado, isso é ótimo, é viver no século XXI (é não no medievalismo da shari’ah), mas a fé das pessoas é assunto delas. Não sendo obrigatório ta bom.

  272. HÉLIO NOGUEIRA

    -

    05/08/2009 às 20:52

    VAMOS A UM PLESBICITO SIM .
    E A OUTRO TBM . DIGAMOS…..TIRAR DE CIRCULAÇÃO ESSAS CARINHAS Q QUANDO FAZEM A BARBA SAI SERRAGEM .

  273. Adriel Santana

    -

    05/08/2009 às 20:49

    Reinaldo, primeiramente faço questão de dizer que sou ateu, sem nenhum constrangimento, assim como você tem orgulho de ser católico (acredito).

    Em segundo, como estudante de Direito, estou acostumado a ver quase constantemente entre professores e colegas todo tipo de intolerância tanto política (tratando-se da “direita”) quanto religiosa (tratando-se dos católicos). Esse tipo de ação judicial orquestrada pelas minorias (Se você verificar no site verá que existem também outros grupos minoritários não-religiosos) trata-se de mero reflexo de uma tendência que vem se fortalecendo no país: a do “oprimido” que virá o “opressor”.

    Espero que a Justiça coíba esse atentado a liberdade religiosa.

  274. CELENE

    -

    05/08/2009 às 20:47

    EXIJO UM PLESBICITO ! DEPOIS DO RESULTADO ELES VÃO VER O QUE É DESCER PELO RALO .
    É POR CAUSA ” DESSAS E OUTRAS” Q O BRASIL É VISTO LÁ FORA COMO ” LIXEIRA ” DO PLANETA .
    TUDO AQUI ULTIMAMENTE TEM CHEIRADO MAL .

  275. FLÁVIO

    -

    05/08/2009 às 20:46

    Vivemos uma ditadura das minorias…
    Qualquer dia eles me proibem de sair de casa…

  276. Fullanus

    -

    05/08/2009 às 20:44

    Reinaldo,
    Fiquei interessado em saber o que faz o grupo. O site diz que o Brasil para Todos é “uma iniciativa de democratização dos espaços e dos serviços públicos brasileiros”. O que isso significa? Bem, há os links “saiba mais” e “para saber mais”. Lendo os textos ali dispostos, concluo que a ÚNICA atividade deles é combater os símbolos religiosos nas repartições públicas. Em outras palavras, desde janeiro de 2007 essa gente toda procurava o que fazer. Finalmente, parece que encontraram…

  277. Oliveira Netto

    -

    05/08/2009 às 20:44

    …sou católico, porém não entendo a preocupação quanto esta questão. Na minha opinião, acontece tantas barbaridades nas repartições públicas, que se tivessemos condições de perguntar para Jesus Cristo sobre sua permanência ou não nestes locais, tenho certeza que ele optaria por sair dalí o mais rápido possível.

  278. Pascal

    -

    05/08/2009 às 20:44

    Parabéns ao Paulo 7 44: pm

    Paulo, você foi direto ao núcleo da questão !
    Assino embaixo do seu comentário.

    Pascal

  279. Kevin

    -

    05/08/2009 às 20:43

    Não vejo qualquer argumento racional que dê sustentação ao uso de símbolos religiosos em repartições públicas. Aliás, não acho que órgãos públicos devam tolerar manifestações de qualquer quilate. Quem quer pendurar crucifixos, imagens de umbanda, pôsteres do time de coração, símbolo do movimento gay, foto do Che Guevara, etc, que o faça em sua casa.

    Também me parece insustentável a idéia de que há uma perseguição aos católicos. Se é verdade que a cruz não incomoda muita gente, coloque numa repartição pública uma foto de Kardec, ou uma imagem de Shiva, ou, pior, um pôster escrito “Deus não Existe”, e certamente muitos vão se sentir incomodados e até mesmo ofendidos com esses “símbolos”.

  280. anônimo

    -

    05/08/2009 às 20:41

    Nem “todas as outras questões que dizem respeito aos “Direitos do Cidadão” já estão em seu devido Lugar,”; mas, eles não tem coragem de enfrentar a organização lulo-petista numa ação pelo direito à maioria dos cidadãos à Saúde; à Educação. Por exemplo.

  281. Leonardo

    -

    05/08/2009 às 20:41

    Reinaldo

    Tolerância e liberdade religiosa, é permitir que cada um professe a sua religião, como instância de sua convicção pessoal. O sujeito que é procurador, juiz, etc deve ser livre para expressar a sua religiosidade em sua casa, na rua, na igreja, etc

    Quando está exercendo um cargo público, ele representa o Estado. E o Estado deve ser laico. A própria alocação física representa o Estado. Se uma autoridade não concorda com isto, deveria ser empresária, profisssional liberal, qualquer outra coisa.

    Alegar que 90% da população brasileira é cristã, e por isso os símbolos católicos merecem espaço na administração pública, é ditadura da maioria, e não democracia.

  282. Rubens Costa

    -

    05/08/2009 às 20:40

    Reinaldo.
    Aos poucos e sorrateiramente, eles, sob o manto da cartilha vermelha, vão minando o que o Brasil tem de melhor. Vai chegar um dia em que negros e brancos se matarão, e que Deus já não mais existirá no coração das pessos, restando nas paredes das repartições uma foto do Lula, o pai espiritual de todos os brasileiros.

  283. ESTÃO QUERENDO BANIR É JESUS MESMO.

    -

    05/08/2009 às 20:39

    Por ser o que mais se vê nas repartições públicas, é contra Cristo e o crucifixo que estão se opondo, mas para o que simbolizam , acho que será um alívio não estar presente e ver e ouvir certas iniquidades, dolorosamente impotentes para agir em nome dos valores que apregoa Jesus ,do que evoca a cruz, principalmente em certos gabinetes onde a religiosidade é o que menos interessa, e a justiça, essa, “Deus me livre”…

  284. ALTIVO MORENO

    -

    05/08/2009 às 20:38

    Estão tentando levar-nos [nós os católicos] para um gueto.
    Eles não param.

  285. Helder Melo

    -

    05/08/2009 às 20:37

    Que confusão. Todo mundo tão tolerante!
    Mas lembrem-se que a tolerância não é virtude cristã. Ela é uma virtude natural, cujo valor é a manutenção da vida social. Não se deveria confundir o que é santo com o que é útil. A reforma protestante tirou da humanidade a venerável idéia da verdade, ou pelo menos neutralizou sua ação pública. Daí para o humanismo laico e assassino foi um pulo. “Se vc adora a sua idéia de Deus, vc não adora a Deus, mas a si mesmo”
    A imagem de Nossa Senhora de Lourdes não atrapalha a atividade do Estado. Se eu sou católico e não digo que Nossa Senhora media todas as graças, eu sou o quê? E se digo que o protestantismo põe as almas em risco, sou intolerante?

  286. Marco Antonio - Curitiba (PR)

    -

    05/08/2009 às 20:36

    Reinaldo,

    Se você me permitir, gostaria de lhe enviar o excelente livro “Verdade Absoluta”, da filósofa e escritora Nancy Pearcey. O subtítulo é “Libertando o Cristianismo do seu cativeiro cultural”. Trata justamente de como o Cristianismo está sendo paulatinamente empurrado para uma espécie de Gueto de Varsóvia em pleno Ocidente.

    Acho que você iria gostar.

    Um abraço.

    P.S. Pearcey e o Ph. D em Química por Harvard, Charles Thaxton, escreveram “A Alma da Ciência”, que demonstra como a ciência moderna é uma construção eminentemente cristã e como o naturalismo filosófico sequestrou e adulterou essa paternidade, com consequências infelizes para a própria ciência. Infelizmente, está esgotado.

  287. Nobelda...

    -

    05/08/2009 às 20:36

    Tio Rei, estamos diante de mais um avanço dessa gente para a implantação de suas ideologias baratas.
    A Igreja constitui-se num grande obstáculo que “precisa” ser neutralizado.
    Talvez os doutores da ONG não saibam que, se estão formados numa universidade, devem isso à Igreja Católica que é a criadora das Universidades no mundo.
    Bolonha, na Itália, no ano de 1158, foi a primeira.
    Depois, Sorbone, de Paris. Seguiram-se outras como Oxford, Salamanca e Coimbra.
    Em Roma, a Universidade La Sapienza foi fundada pelo Papa Bonifácio VIII, em 1303.
    Pena que os “doutores” não sabem disso!

  288. Joaquim Campos

    -

    05/08/2009 às 20:36

    Sou professor de uma escola pública e sou católico como a maioria. Não ficou claro para mim até onde vai a decisão da juíza. Concordo que não seria de bom tom eu colocar um crucifixo em cima do quadro na sala de aula, mas não vejo problema em ter um na minha sala de trabalho.

  289. Muda2010

    -

    05/08/2009 às 20:33

    Vou meio pegando um gancho no que o Fábio das 8:09 comentou mas avançando um pouco mais. Se a proibição vingar, o que acho uma atitude quase feudal, ainda assim ninguém sob hipotese alguma poderá probir a manifestação INDIVIDUAL da própria fé. Você proibe um símbolo do cristianismo e acha que está praticando a pluralidade? Muito bem. Cada um passa a ter o livre arbítrio, previsto em Constituição inclusive, de ter sobre sua própria mesa os símbolos religiosos que lhes teriam sido tirados de um espaço público, seja uma Bblia, Crucifixo, Preto Velho, o que for. Nada pode impedir isso! Talvez, para surpresa dos participantes do Brasil para todos, comecem a ver mais símbolos cristãos que antes.

  290. Léo - (vale do Paraíba)

    -

    05/08/2009 às 20:32

    Ao CARLÃO 7:47 pm

    Quero cumprimentá-lo pela sensatez do seu comentário. Parece uma virtude pequena, mas a sensatez nunca foi tão necessária como nestes nossos agitados dias atuais. Isso vale para todas as nossas análises, feitas sobre problemas políticos, econômicos, escolares etc., etc.
    Parabéns!
    Um abraço -

    Léo - (vale do Paraíba)

  291. Cláudio Dias

    -

    05/08/2009 às 20:32

    A questão já foi debatida no Conselho Nacional de Justiça, onde se entendeu não haver fundamento no direito brasileiro para a tese de que se deve proibir a exibição de crucifixos ou imagens sagradas em lugares públicos. O Relator Oscar Argollo observou que “não podemos ignorar a manifestação cultural da religião nas tradições brasileiras, que hoje não representa qualquer submissão ao Poder clerical”, ressaltando que “o crucifixo é um símbolo que homenageia princípios éticos e representa, especialmente, a paz”. (PP 1.345, DJ de 25.6.2007).

    De qualquer forma, a questão que fica é: vão revogar também as normas que estabelecem os feriados religiosos?

  292. Anônimo

    -

    05/08/2009 às 20:30

    Embora sendo espírita chamo isto de INtolerância religiosa.
    Temos que respeitar todas as religiões. Ora bolas!

  293. Luiz

    -

    05/08/2009 às 20:29

    Meu pai já dizia: cabeça vazia é oficina do demônio.

  294. claudemir

    -

    05/08/2009 às 20:28

    ah, meu Rei… que preguiça…e olhe q ue sou mineiro há 39 anos( de SP p/ Minas, mas ainda chego à Salvador..hehehe).

    Estas entidades citadas no post já viram uma nota de dólar? usam notas de reais? pois bem, ambas fazem referências a DEUS, e os agnósticos(vc tem recebido alguns comentários deles,outra vez:hehehe), também vão atacar?

    e o moço da conf. espírita será que conhece, mesmo, a doutrina?
    ah, me poupem, autoridades juristas, os quinze minutos do Andy, vcs já conseguiram….que tal produzirem algo de bom?????????????????

    ab.clau

  295. Rolando

    -

    05/08/2009 às 20:27

    Ainda bem que grupos como esse são a minoria no Brasil, apesar de serem bastante ruidosos, vamos esperar que prevaleça o bom senso.

  296. Demétrio Pereira

    -

    05/08/2009 às 20:27

    Segundo o último censo, são 73,9% de católicos, índice que deve ter caído com o crescimento das religiões evangélicas. Além disso, engrossam a soma católica aquelas pessoas que tão somente foram batizadas como católicas. Dentre essas, muitas são ateístas ou agnósticas, pois o censo - olha onde vamos encontrar o preconceito! - não oferecia essas opções. Crucifixo na sala de um juiz? Ok! Crucifixo nas salas de uma escola católica? Ótimo. Crucifixo nos corredores de uma prefeitura? Opa! Como assim?

    E que tipo de ritual é este de jurar com a mão sobre a Bíblia, quando nem se sabe se o réu acredita em uma linha do que ali está escrito? Que mistura é essa entre Direito e religião?

  297. Ricardo

    -

    05/08/2009 às 20:24

    Oh meu Deus, Reinaldo, tenha santa paciência. Juro que não te entendo. Pelo meu Santo Antônio e Santa Efigênia. “Pelamordedeus”. Me pedes para ser tolerante. Não, não podemos deixá-los impunes. Devem ser cremados no fogo do inferno. Vamos expurgá-los do paraíso. Isto mesmo, devemos ser intolerantes com este procuradores estúpidos que perdem tempo com uma idiotice destas. Convoco também todas as minorias religiosas para, juntos, todos nós, defenestrá-los e jogar a ira divina sobre este bando de idiotas.

  298. Pedro Aurélio

    -

    05/08/2009 às 20:23

    O fato de um dos dirigentes da Ong ser pastor de uma igreja evangélica, não quer dizer que toda a comunidade evangélica brasileira concorda com isso.
    Vamos com calma!!!!!

  299. manoel

    -

    05/08/2009 às 20:23

    Aqui em Salvador ocorreu, há alguns anos, uma contenda religiosa vibrante. No novo prédio dos Correios foram instaladas esculturas das entidades do candomblé. São imagens grandes, com pelo menos dois metros de altura. Invoncando a laicidade do Estado, a Igreja Católica fez sentir sua inquietação com a expressão “cultural” alheia. Houve intenso e ranhido debate nos jornais da cidade, mas a tolerância acabou, felizmente, prevalecendo e as obras de arte ainda continuam a embelezar nosso prédio dos Correios!!!

  300. Carlos

    -

    05/08/2009 às 20:22

    O Joaquim das 19:53 horas está mentindo.

  301. Lucas

    -

    05/08/2009 às 20:22

    Cabe lembrar que, embora sejamos um Estado Laico, o cabeçalho da Constituição Brasileira possui a citação de um versículo de um Salmo da Bíblia: “Bendita é a nação cujo Deus é o Senhor”.
    Será que a tal associação irá tentar uma ação para mudar a Constituição obrigando à retirar este versículo em nome da “tolerância religiosa”?
    Será também que todos os membros deste tal “Brasil para todos” recusam e rejeitam receber notas de Real porque ali se encontra escrito “Deus seja louvado”, ou de Doláres, porque “In God we trust”??? Será que rasgam dinheiro?
    Não seria o caso de também proibirem “vasos com flores ou plantas”, afinal isto poderia significar alguma forma de “panteísmo”?

  302. Não tenho

    -

    05/08/2009 às 20:22

    O Ministério Público não tem mais o que fazer é? Se é assim, deveria propor PRIMEIRO, que BISPOS EVANGÉLICOS ucapassem cadeiras no Congresso Nacional. Afinal,ao afirmar q. o estado é LAICO, a primeira proposta deveria ser esta. Estou certa ou estou com razão?Se o estado é LAICO, Bispos que se licenciam APENAS p/exercer cargo político , TAMBÉM, CONJUNTAMENTE JUNTO COM O CRUCIFIXO, dveriam ser banidos da vida política do país.Se a moda pega, padres devem se licenciar e se candidatar também.Que tal?É óbvio a perseguição. Não fosse, os bispos evangélicos deveriam ser o 1o. alvo do M.P.,e não são.Legislam em causa própria e contra todos q não fazem parte da panela. Oras…

  303. humberto sisley

    -

    05/08/2009 às 20:21

    Reinaldo, fiquei realmente surpreso ao ler o nome da Rev. Monja Coen nesta manifestação de intolerância, apesar de não ser da linhagem budista a que ela pertence, eu, como budista que tenta com muita dificuldade praticar o Ensinamento segundo a tradição Theravada, peço que tente entrer em contato com ela para elucidar sua (dela) posição quanto a este caso.

  304. Mario

    -

    05/08/2009 às 20:19

    Reinaldo,

    Ontem, quando passei-lhe essa notícia, não tinha conhecimento dos detalhes. A notícia, veiculada pela Jovem Pan, sequer mencionou que havia sido um grupo a denunciar.

    Hoje estou vendo que se trata de uma provocação anti-católica, como pensei. Essa gente(?) está querendo aparecer, como todos os intolerantes.

  305. OTÁRIO

    -

    05/08/2009 às 20:19

    EPA! EPA!, REINALDO. VOU FALAR DO QUE SEI. NÃO CONHEÇO O SR. MILTON MOREIRA DA CONFEDERAÇÃO ESPÍRITA PAN-AMERICANA, NEM SEI COMO O MESMO SE POSICIONOU A RESPEITO, MAS TENHO CERTEZA, SE FOR ESPÍRITA DE VERDADE, NÃO ACOMPANHOU ESSE POSICIONAMENTO, POIS OS ESPÍRITAS SÃO TÃO CRISTÃOS QUANTO OS CATÓLICOS EMBORA RESPEITEM GRANDES LÍDERES RELIGIOSOS - POR SEREM ESPÍRITOS ILUMINADOS - COMO BUDA E MAOMÉ, ASSIM COMO TANTAS OUTRAS PESSOAS CONHECIDAS OU ANÔNIMAS DO BEM, POIS PARA NÓS É ISSO O QUE MAIS IMPORTA.

  306. Avelino

    -

    05/08/2009 às 20:15

    Reinaldo:
    Você observou com proriedade que não há obrigatoriedade de se exibir o crucifixo nas repartições públicas. Portanto, se são exibidos é de se supor que representam manifestações pessoais e não cumprimento de exigência legal.
    O Artigo 37 da Constituição dispõe que: “A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência…” (sic)
    Pergunto se, na sua opnião, as pessoas que o fizeram não deveriam se abster de mandar exibir nas repartições públicas símbolos de preferências religiosas, estéticas, políticas, esportivas etc.?

  307. Paulo Murilo

    -

    05/08/2009 às 20:13

    Ah, eu também votaria por tirar Iemanja ou o “Preto Véio”, se eles lá estivessem. [e daria uma grande banana para quem me viesse chamar de intolerante ou racista]

  308. Ricardo

    -

    05/08/2009 às 20:13

    Essa situação atual de que tudo tem de ser politicamente correto no mundo, acaba com a graça e distorce tudo. Daqui a pouco as piadas de Portugues, Crioulo, homexesual, Irlandes, sul-americano… etc. serão proibidas.
    Até o papagaio vai reclamar de descriminação!

  309. cadu

    -

    05/08/2009 às 20:11

    Epa, peraí!
    1. Ninguém está impedindo ninguém de manifestar-se individualmente. Mas, colocar na parede da repartição um símbolo específico é um problema. Logo vão se enfileirar: Cruz, Estrela de David, São Jorge, Vela, Copo d’água, Estrela de Cinco Pontas, Bandeirinhas Tibetanas… Me parece um caminho bastante problemático.
    2. No seu texto: “certamente por julgar que todas as outras questões que dizem respeito aos ‘Direitos do Cidadão’ já estão em seu devido Lugar”…
    Você mesmo já foi contra esse tipo de argumento antes. Essa história de que uma matéria dita “menor” só pode ser tratada depois que todas as mazelas fundamentais do país forem resolvidas é outro problema sério.

  310. Diocleciano

    -

    05/08/2009 às 20:10

    O Estado é laico. E sendo assim não pode privilegiar uma religião em detrimento de outras. O que está se propondo é que se tire os símbolos religiosos de rapartições públicas. Ou seja: do lugar que é visível ao público. E não os de uso pessoal de funcionários dessas repartições. Será o fim do último resquício da monarquia.

  311. Paulo Murilo

    -

    05/08/2009 às 20:10

    Olá, Reinaldo. Comentei no post em que você publicou a notícia, mas a mensagem chegou meio que, sei lá, “comida”.
    Disse, naquele comentário, que os símbolos ofendem, sim, mas não aquela ofensa vampírica, algo como “Ah, um crucifixo, que coisa feia”. Não, não digo que é essa a ofensa. Ocorre que não há necessidade de estar lá. O Estado é laico? É. Então para que o símbolo ali? Disse também no outro post que sou ateu. Porém, me considero um ateu diferente -ou igual? -, pois, acho que todos têm o direito de manifestar sua religião e apóio todas elas, mas acho uma coisa desnecessária, a exposição de símbolos religiosos, pelo menos em locais “de justiça”. [não há espaço suficiente]
    Abraços.

  312. Walther

    -

    05/08/2009 às 20:09

    O senhor é um exemplo de ser humano.

  313. Fabio

    -

    05/08/2009 às 20:09

    Facinho de resolver. Nas salas onde haja crucifixo e/ou bíblia faz-se uma votação entre as pessoas que lá trabalham. Os que vem de fora não têm que dar palpites. Ando na rua e vejo casas de artigos de candomblé e não me incomodo com isso…

  314. Claudio ,MS

    -

    05/08/2009 às 20:09

    Tio Rei,
    Que atitude patética, ridícula, vergonhosa, medíocre, mais “sem noção ” de um povo que nao tem o que fazer.
    Porque nao pega essa energia e usa pra caçar e cassar CORRUPTOS??
    Deus, Vishnu, Krhisna, Jesus Cristo, Oxalá, Buda, Confúcio, Zeus e Odin, com certeza iriam gostar e abençoar…
    Além do quê, seria mais produtivo e nobre tirar os caras-de-pau do Poder do que um pedaço de pau da parede..

  315. Burduna nelles !!!

    -

    05/08/2009 às 20:05

    que diferença existe entre um kipa e um corte de cabelo a la Hare Khrisna ou um penteado siki, nenhuma, todas a manifestações representam a fé religiosa que o individuo acatou como a mais adeguada para sua evolução religiosa e espiritual, portanto que respeitem a o que diz respeito aos cristãos.

  316. PASMO

    -

    05/08/2009 às 20:05

    Pelo andar da “carruagem ” logo , logo , estaremos de QUATRO , perante as MINORIAS.

  317. Cidadãodesegunda

    -

    05/08/2009 às 20:00

    Simbolos religiosos em repartições públicas constragem sim.
    Tanto quanto quaisquer outros símbolos não diretamente ligados ao serviço público ali prestado.

    Pode ser uma bandeira do Flamengo ou uma reprodução de texto do Richard Dawkings. O lugar deles não é na parede de repartição pública.

  318. Garganta

    -

    05/08/2009 às 20:00

    Caro Reinaldo,

    Ótimo texto. A questão é a seguinte: é plausível revolucionar toda a tradição ( entendida como um todo)? Evidente que não. Mais uma vez o argumento do Estado laico, será empregado para realizar injustiças.

    Com os melhores cumprimentos,

    Garganta.

  319. mei

    -

    05/08/2009 às 19:59

    Reinaldo,
    Com relação as minorias, elas tem todo o direito e o tem de expressar as suas religiões ou crenças. O que não podem é querem tolher o direito das MAIORIAS. Somos um país majoritáriamente católico mas que convive muito bem com outros credos. Por que eles não podem expressar seus credos e TOLERAR a MAIORIA ??? Só porque são em número muito menor querem praticar a INTOLERANCIA ?? Assim como a maioria católica aceita e convive bem com outras crenças. OS praticantes de religiões minoritárias devem fazer o mesmo, e não querer banir a simbologia da nossa religião católica, que acima de tudo é HUMANISTA.

  320. Guerrilheiro de Direita

    -

    05/08/2009 às 19:57

    Os intolerantes querem tudo, até o direito de gritar 100 decibéis em nossos ouvidos. Nós não podemos nada, nem reclamar.

  321. Charles

    -

    05/08/2009 às 19:55

    DITADURA DA MINORIA RELIGIOSA ???????????????????????????
    VAMOS ACEITAR ?????????????????????????

  322. luiz

    -

    05/08/2009 às 19:55

    Que sinergia, acabava de comentar sobre isso lá embaixo orei.
    É isso aí…
    Stalin já dizia que a religião é ópio do povo.

    Eles primeiro destroem os símbolos, depois os valores, e por fim fazem o que querem com tudo … e com todos.

    Paranóia minha? Não, até pq a minha religião não usa os 2 símbolos citados (considerando-se a Bilbia como um símbolo o que não é exatamente). Mas eu vejo claramente que a atitude é um ataque, perseguição, e não poderia deixar de me manifestar em solidariedade contra isso.

    Começam de mansinho… proibem isso, proibem aquilo, e ninguém proibe eles. O resultao disto a história conta: Homens agindo como Deus.

  323. Vovó Diet

    -

    05/08/2009 às 19:54

    Reinaldo:

    Crucifixos são símbolos católicos. Muitas denominações protestantes condenam o seu uso.

  324. Joaquim

    -

    05/08/2009 às 19:53

    Sou católico praticante e não vou me alongar sobre o tema :sou radicalmente contra qualquer crucifixo ou qualquer outro tipo de símbolo religioso em órgãos públicos ,como também sou radicalmente contra a expressão “sob a proteção de Deus”.Deus não tem nada a ver com as manifestações políticas dos homens ,”A César, o que é de César”.

  325. Istoriador

    -

    05/08/2009 às 19:52

    Me lembro de uma decisão polêmica na França, que decidiu abolir o uso do véu das alunas praticantes do islamismo pela mesma defesa da laicisação das escolas e instituições públicas do Estado, o que fere o direito das pessoas de usufruirem e praticarem a sua fé.

  326. Missias Braz da Silva

    -

    05/08/2009 às 19:52

    Sr. Reinaldo,
    Meus sinceros parabéns;
    Não sou jornalista, nem tenho capacidade de comunicação.
    Por isso endosso as suas palavras em gênero, nº e grau;
    Faço-as minhas também.
    Muito obrigado por vc ser católico e, principalmente, por não ter medo de expressar sua regiligioisidade.
    Isto émuito bonito e demonstra a sua firmeza de caráter.
    Abraços.
    Missias

  327. Istoriador

    -

    05/08/2009 às 19:51

    Reinaldo, aí está um grande problema, pois no Brasil há o que chamamos de sincretismo religioso, ou seja, uma mistura de crenças, desde o cristianismo com candomblé, budismo, espiritismo e até ateismo, se bobear. A grande questão de fazer esta solicitação, é de que se reinvindicam com a questão de laicisação do Estado, fere o ambito cultural, onde o brasileiro já é acostumado com os elementos religiosos encontrados por meio de símbolos como a cruz de cristo, santos. É uma decisão delicada e complicada, pois relaciona com o ambito da crença e da fé de quem enxerga estes ícones. Continua…

  328. Tony

    -

    05/08/2009 às 19:47

    Não conheço os termos da ação do MPF. Não sei qual o pedido.

    De qualquer forma, gostaria de expressar minha opinião sobre os símbolos religiosos em repartições públicas.

    Acho que realmente não deve haver símbolos de qualquer crença nas repartições, em razão da laicidade do estado, como estabelecido na Constituição da República.

    Sou ateu.

  329. Rodrigo

    -

    05/08/2009 às 19:47

    Reinaldo,
    O asunto é extremamente delicado e complexo. Particularmente, se tivesse que escolher, optaria por retirar os símbolos. Mas não fazem nenhum mal, não me incomodam e na verdade não ofendem ninguém. A linha tênue que separa a religião da maioria e o Estado laico é que deve ser a verdadeira questão em pauta.

  330. Carlão

    -

    05/08/2009 às 19:47

    Caro Reinaldo,

    Sou ateu. Não me incomoda em absoluto entrar em uma repartição pública e dar de cara com um crucifixo. Eu ficaria incomodado se o tal crucifixo fosse pago com o dinheiro público. Entendo esse costume como uma extensão da cultura ocidental, a mesma que me faz usar um calendário criado por um papa e que tem como base o ano em que Jesus teria nascido. Imagens e outras representações religiosas (desde que respeitado o meu direito) me agridem tanto quanto usar nomes de meses derivados de divindades greco-romanas ou expressões como “voto de Minerva”. Que vamos fazer? Rebatizar os meses? Que tal Brumário, Thermidor e outros mais?

  331. DeOlhoBemAberto

    -

    05/08/2009 às 19:46

    POÍS É REINALDO, VOCÊ JA DISSE TUDO : SE QUIZESEM PROIBIR ALGUMA IMAGEM OU OBJETO DO CAMDOBLÉ …….O MUNDO VIRIA A BAIXO.
    Vivem se queixando de preconceito, más, os verdadeiros preconceituosos , são eles mesmos.

  332. R. JUNIOR

    -

    05/08/2009 às 19:46

    Prezado Reinaldo,

    Concordo, mais uma entre milhares de vezes, com seu posicionamento. Poderia aqui enumerar centenas de argumentos em apoio a seu texto. Mas, apenas vou fazer uma pergunta ao final de meu comentário. Antes, digo que aqui em Brasília, existe um espaço NOBRE às margens do Lago Paranoá, onde as pessoas adeptas dos cultos de origem africanas fazem suas oferendas nas noites de Ano Novo. Ali existe uma praça, onde existem MUITAS figuras de orixás. Assim sendo, pergunto para os ilustres Iyalorisa Sandra M. Epega - Presidente da ONG Respeito Brasil Yorubá e- Pai Celso de Oxaguián, essas imagens também devem ser retiradas, tendo em vista que a praça é PÚBLICA???

  333. não católico

    -

    05/08/2009 às 19:44

    Reinaldo,
    Concordo com vc quanto ao essencial: ninguém é obrigado a por o crucifixo, daí não se justifica esta medida, que revela mais uma ação reparadora de minorias. Porém, os crucifixos nas paredes de repartições públicas não são apenas resultado da vontade e da escolha individual, são resíduos de uma hegemonia, que se torna tradição, que se torna segunda natureza para todos nós. Retirá-los decerto que será ofensivo para muitos e não acho bom que se produza esta ofensa. Mas tenho certeza que, em cada parede onde está um crucifixo, não se admitiria com tamanha naturalidade uma imagem de um oxalá, por exemplo. Não gosto de argumentos quantitativos como solução. Cotas muito menos.

  334. Ubiratan Olivério

    -

    05/08/2009 às 19:44

    Sou Kardecista e para meu espanto vejo que um dos membros do grupo discriminatório é de uma tal Conferência Espírita Pan-americana. Nunca ouvi falar dessa organização e com certeza esses espíritas nunca leram Kardec que sempre pregou a tolerância religiosa e inclusive elogia a Igreja Católica em seus livros.

  335. Paulo

    -

    05/08/2009 às 19:44

    Levada às últimas conseqüências a argumentação da tal ONG e da Procuradoria, além de excluir Deus do texto constitucional, necessário se faria, por coerência e em nome do laicismo:
    - implodir a estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro;
    - pôr abaixo o Santuário de Aparecida;
    - revogar todos os feriados religiosos de inspiração católica, notadamente NATAL, 12 de outubro, Sexta-Feira Santa e todos os “dias do padroeiro” nas diversas cidades do Brasil;
    - alterar os nomes dos estados de SC, ES, SP e de inúmeras cidades pelo Brasil afora;
    - mudar o time da Baixada para, sei lá, “Agnósticos”.

  336. Lord Acton

    -

    05/08/2009 às 19:43

    Reinaldo,

    Quem resolveu o paradoxo da tolerância foi o filósofo Karl Popper.
    De acordo com Popper, tolerância é para os tolerantes; com os intolerantes, devemos ser intolerantes.

    Abs.

  337. JAM

    -

    05/08/2009 às 19:42

    As portas do Comunismo estão se abrindo cada vez mais no Brasil.

  338. Estão malucos!!!

    -

    05/08/2009 às 19:42

    A verdade é que não há o que comentar….
    Eu faço parte da minoria religiosa e NÃO CONCORDO com uma atitude dessas. O símbolo é antes de tudo cristão!! E o grupo é formado por uma maioria cristã…(Espírita, evangélicos, espiritualistas…)
    Não tem sentido!!
    E o que observo é que a intolerância está criando raízes!
    Eu questiono esta necessidade de algumas pessoas de nos enfiar goela abaixo suas crenças.
    Sou contra esta atitude! Sou contra este grupo! E eu como minoria não me sinto representada por eles e nem quero ser representada por eles!!!! Esta atitude é vergonhosa!!!

  339. gaúcho do alegrete

    -

    05/08/2009 às 19:41

    Que cada um desses “mártires do fim dos tempos”, sim, para chegar a tanto. As religiões são um dos grandes males do mundo; em vez de atuar como complemento da vida humana, alguns imbecís querem que sejam o fim último. Na minha casa tem um pé de alecrim, seco. Um dia já foi verde, exalava um ótimo perfume, o tempo, talvez meu descuido, foi-se. Também é um símbolo religioso. Como deflui do texto, não simpatizo com religiões, algumas, pelo seu radicalismo, nem tolero (religião que exige que se morra pelo ideal, para mim, equivale a lixo). Respeito conceitos que defendem, facilitam, proporcionam uma vida digna, independente de vínculo com ícones, liturgias, dogmas, ameaças (infernos/sofrimento).

    REINALDO COMENTA
    Entendi. Você não tolera religião porque acredita que a gente deve ser tolerante. Ficou claríssimo pra mim.

  340. Nilton

    -

    05/08/2009 às 19:40

    Reinaldo, você tem razão.

    Engraçado que, por esses dias, percebi na imprensa esportiva uma certa intolerância com as manifestações de religiosidade dos jogadores de futebol. Quando um deles marca um gol e ergue o dedo para cima como que dedicando a Deus estaria, segundo essa fatia da imprensa, fazendo proselitismo religioso, o que não deveria ser permitido pois a FIFA é uma organização laica!

    Vários colunistas esportivos estão reclamando desse tipo de manifestação como se fosse uma coisa extremamente ofensiva. Eu, que não sigo nenhuma religião, confesso que não entendo essa atitude. Não vejo qual o problema dos jogadores agradecerem ao Deus de sua crença. Não me sinto ofendido.

  341. marcelo b merlo

    -

    05/08/2009 às 19:40

    Reinaldão
    Eu sou espírita, portanto faço parte dessa tal minoria.

    Faço essa referência jocosa porque vejo na expressão religiosa do brasileiro a mesma coisa que se vê com relação `a cor da pele.

    O brasileiro vai `a missa, se não estiver muito bom vai naquela benzedeira do bairro ou vai tomar um passe no centro espírita. Aceitamos essa (mestiçagem) em nossa expressão religiosa sem muito questionar, mas temos uma coisa em comum - somos todos cristãos.

    Acho que o respeito `as expressões religiosas está garantida, de um jeito ou de outro, desde o início, quando os portugueses permitiram que os escravos mativessem parte de seus rituais, mesmo adicionando a eles as imagens dos santos católicos.

  342. mei

    -

    05/08/2009 às 19:39

    Reinaldo,
    O pessoal do ministério publico de São paulo deve estar sem trabalho a fazer… E metem o bedelho até em religião… Ou serão muçulmanos que ficaram raivosos com a historia do Sarkozy banir as burcas e véus de lugares públicos na França??? Como nós brasileiros somos imitadores mesmo…Tudo o que acontece no mundo de alguma maneira é copiado por aqui…Só que muitas vezes eles copiam ao contrário…Deve ser a inteligencia curta ou o partidarismo político que infiltrou nesse MPF. Afinal o governo federal fez seus amiguinhos lá no Irã, Coréia do Norte, no Sudão…Que aliás são governos “muçulmanos democráticos” segundo a cartilha do Hugo Chavez & aliados.

  343. Johnny

    -

    05/08/2009 às 19:38

    Mandou muito bem. Ah, faça-me o favor os causídicos de Banânia!
    O Movimento dos que não tem mais o que fazer.

    abs,
    Johnny

  344. Daniel

    -

    05/08/2009 às 19:37

    Quero ver quem vai tirar o Cristo lá de cima do Corcovado, afinal um parque nacional, portanto uma área pública.

  345. Beline Chaves

    -

    05/08/2009 às 19:36

    Tem que ver se deixarão botar um “zé pilintra” em toda escola e repartição publica.Ancorado nos direitos iguais, todas as representações religiosas e espirituais tem seu direito de pendurar seu emblema em mesmo local.Vai ser preciso um mural enorme.

  346. Jorge Marum

    -

    05/08/2009 às 19:36

    E quando é que vão retirar os retratos do grande Apedeuta das repartições federais? Jesus não pode, mas culto stalinista à personalidade pode?

  347. Antonio

    -

    05/08/2009 às 19:35

    Obrigar os brasileiros a feriados religiosos não seria também favorecer uma corrente de opinião? Por que não entraram também contra os feriados, ou melhor, dias santos municipais, estaduais, ou nacionais? Por quê?

  348. Mauricio Mendes Correa

    -

    05/08/2009 às 19:32

    O “Politicamente correto” está na pauta do dia…..marxismo cultural goela abaixo !!!!!!!!!

  349. Cris

    -

    05/08/2009 às 19:32

    Aiai… quado eu digo que o MP está sem o que fazer…. Fala a verdade, isso é falta de serviço, vai!
    Bem, é coisa de intolerantes, sim, de gente desocupada e ainda leva o apodo de “Para Todos”. Seeeeeeeei… Já vi isso em algum lugar!
    A pergunta é: no quê Jesus incomoda budistas, espiritas e candoblezistas (sei lá qual o nome)?

  350. Oswaldo

    -

    05/08/2009 às 19:32

    Interessante o ponto do Reinaldo. Ninguém obriga a colocação de imagem. Deve ser ato espontaneo, livre. Se algum monge for juiz, que coloque o simbolo de sua fé. Aliás os brasileiros sempre misturaram sem cerimõnia, simbolos de credos diferentes.
    Isto de afirmações, vai acabar nos envenenado… criando conceitos de raças e fé separadas como nunca tivemos.
    “Yemanja que nos abençõe e a paz de Buda nos conduza nos caminhos do Cristo”

  351. Julio Ribeiro

    -

    05/08/2009 às 19:31

    Reinaldo,

    o que diferenciaria poder consultar os brasileiros para tirar Deus da Constituição ou consultar os brasileiros sobre, por exemplo, o fechamento do Senado, como chegou a propor o senador Cristóvão Buarque? Não seriam ambos métodos bolivarianos de agir? Aliás, quando seria correto propor uma consulta à população? Quais os temas estariam liberados sem que se usasse desse artífico para fraudar a própria democracia?

    Abraços,

    Julio

  352. Cris

    -

    05/08/2009 às 19:31

    Ah, é. Os originais viram muito futebol.

  353. advogado agnóstico

    -

    05/08/2009 às 19:31

    Estou careca (literalmente, droga!) de ir a salas de audiência (sobretudo na Justiça Estadual ressalve-se) e ver brasões de futebol, fotos da família, diplomas de cidadão serra-do-mato-dentrense. Já vi fotos do Lula, do Che, até do Getúlio Vargas. O Fórum de Santana, tempos atrás, trazia cartazes com frases “positivas”, dessas que se encontram amiúde pelas internetes, é que são atribuídas ao Gandhi, ao Chaplin, ao Che e a outras figuras desse esquerdismo coió e boco-moco que nos assola. São manifestações da pessoalidade de quem ocupa o mesmo espaço público por muito tempo, e acaba querendo dar a ele ares familiares. É errado? Se for, então tire-se tudo, não só a Cruz.

  354. Eduardo

    -

    05/08/2009 às 19:30

    Parabéns, primeiro, pela mudança do assunto (Sarney). Certo: um olho no gato e outro no peixe. Mas a mudança foi pelo ‘escrivinhado’ seu que eu apreciei profundamente. Sou ateu, e minha mulher é evangélica (Presbiteriana). Meus amigos raramente perguntam como é nosso convívio. Do outro lado, do lado dela, há algo parecido como um ‘troço’ (linguagem de Mineiro) quando sabem que sou ateu. E no entanto, cá entre nós (eu e ela), a gente consegue viver muito, mas muito bem mesmo! Não há nada melhor do que uma ‘cerca’ (se vc me entende) para expressar a liberdade de cada um! Parabéns, gostei imensamente!

  355. Emilio

    -

    05/08/2009 às 19:30

  356. Ricardo Wille

    -

    05/08/2009 às 19:28

    Interessante é que ninguém propõe que haja espaço em repartições públicas para a exibição de outros símbolos, referentes às respectivas crenças (porque “religião” é outra coisa).

    Cabe uma pergunta: o Estado deixa de ser laico por causa dos ícones ora hostilizados? Mutatis mutandis, a exibição dos mesmos aproxima o Estado de alguma religião, de forma oficial?

  357. marino

    -

    05/08/2009 às 19:27

    estes fariseus ,hipocritas deviam tentar por em ação sua tentitiva de discriminação sabe onde?
    NA IRLANDA!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    lá saberiam como são tratados os que são anti cristões.

    VÃO LÁ!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  358. Mariazinha

    -

    05/08/2009 às 19:25

    Respeito todas as religiões e não consigo entender a natureza intolerante desta ação.

  359. Azi

    -

    05/08/2009 às 19:24

    STF mantém monopólio dos Correios para correspondências pessoais

    http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=111512

  360. Gione Oigen

    -

    05/08/2009 às 19:24

    No Brasil estão querendo deturpar tudo.

    Implantam o racismo nas universidades com essas famigeradas cotas.

    Querem tirar um símbolo que se encontra em cada casa de um brasileiro.

    E querem provar para nós que o Sarney é honesto.

    Pô! Tem dó!

  361. netto

    -

    05/08/2009 às 19:22

    Como não sou de escrever muito, “lai vai”: o fanatismo não serve nem para o bem nem para o mau.


 

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