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QUEM É NAZISTA?

quinta-feira, 11 de junho de 2009 | 20:19

Abaixo, segue uma carta de alunos das letras que faziam uma prova de alemão. É estarrecedor! Foram chamados de “nazistas” pelos grevistas democratas. Isto mesmo: gente que age como tropa de assalto, que faz barricadas, que pretende impedir no braço a continuidade das aulas, classifica quem quer estudar e decide não aderir ao movimento de “nazistas”. O mais lamentável é que uma professora —  uma certa Adma Fadul Muhana, arroz de festa de tudo quanto é greve — andou dizendo a mesma coisa. Extraí a carta da página eletrônica de Rafael Sola de Paula de Angelo Calsaverini. Leiam e avaliem onde é que estão os nazistas.

Manifesto dos alunos em repúdio ao incidente  envolvendo a turma do período noturno da disciplina FLM0305 Introdução à Tradução do Alemão I no dia 09.06.2009

 São Paulo, 11 de Junho de 2009.

Este último dia 09 foi um dia triste na história da Universidade de São Paulo. Presentes ou não, todos nós da comunidade USP vimos o poder da força tomando o lugar o poder das palavras: o diálogo foi negado a favor da violência.

O diálogo, entretanto, manteve-se presente na disciplina FLM0305 Introdução à Tradução do Alemão I durante todo o curso. A viabilidade para realização da prova no dia 09.06, marcada anteriormente ao estabelecimento da greve, e a própria disposição ou não dos alunos em a realizarem também estiveram inclusas em nossos diálogos por meio do fórum de discussões do sistema Moodle (http://moodle.stoa.usp.br). Várias possibilidades foram abordadas e a decisão final foi: quem quisesse ir fazer a prova, que fosse, e quem não quisesse ir ou tivesse o acesso impedido faria uma prova alternativavia Moodle em data ainda a ser definida. A escolha ficou a critério dos alunos, que de maneira alguma seriam prejudicados pelo não-comparecimento. Segundo consta no Júpiterweb há 24 estudantes matriculados nessa matéria no período noturno - 12 alunos compareceram para a prova.

Próximo ao término da prova, por volta das 20:44 horas, nós, estudantes, de dentro da sala, ouvimos alguém gritar “Hitler!” três vezes. Apesar de que pelo bom-senso ou conhecimento de mundo mínimo parecer desnecessário relatar tal atitude como ofensiva, parece-nos melhor esclarecer que a alusão a um dos maiores genocidas da história da humanidade para uma turma que por vontade própria está realizando uma prova é, para dizer pouco, repugnante. Mas, ainda, falar isso para uma turma de Alemão é de um generalismo absurdo, ignorante e inaceitável. Os estudantes de Letras poderiam lembrar-se (ou conhecer) as palavras do poeta judeu de língua alemã nascido em Czernowitz, que teve os pais mortos pelo regime nazista e foi submetido a trabalhos forçados no campo de concentração: “A língua permanece intacta, sim, apesar de tudo” (adaptação do original).

Pouco tempo após isso, diversos estudantes abriram a porta para “falar sobre o que havia ocorrido na universidade”. Não foi uma tentativa de dialogar ou argumentar sobre a legitimidade de nossa presença em sala: foi uma série de insultos, baderna e julgamentos de caráter. Os alunos da sala se manifestaram dizendo que estavam lá porque queriam e que aqueles que não estavam presentes, ao contrário do que se gritava (afirmando que estávamos lá “sob coerção de nota”), não sairiam no prejuízo. Cada umcomo indivíduo pensante, como adultos que somos, estávamos lá exercendo aquele  direito que a nossa sociedade ocidental tem como supremo: o direito de livre-arbítrio. Não seria esse o momento dos alunos que se dizem “a favor da democracia” respeitarem o direito de seus semelhantes? O fracasso do diálogo fez com que alguns alunos do Alemão tentassem fechar a porta: medida irrealizável e tomada à flor das emoções.

Por fim, o que puderam fazer doze alunos quando cerca de cem, mais ou menos, alunos histéricos (fazendo uso aqui da acepção proposta no Dicionário Houaiss “comportamento caracterizado por excessiva emotividade ou por um terror, pânico”) os obrigam, por meio de intimidação verbal e gritaria, a deixarem a sala de aula? - Sair.

Assim, saímos. Cinco alunos acompanharam a professora até a sala dela para discutir o que tinha acabado de acontecer e também porque temiam maiores retaliações direcionadas à professora. Ao perceberem isso, os estudantes chegaram a mais uma conclusão infundada: os alunos estariam indo para terminar a prova, “bando de puxa-sacos”. Eles vieram atrás desses alunos e da professora, que, temendo pela integridade física dos mesmos, trancou a porta de sua sala. Nisso, os estudantes começaram a bater com excessiva força na porta, como que tentando derrubá-la, e desligaram a luz do andar inteiro. Sentimento dos que estavam lá dentro? Perplexidade. Vinte ou trinta minutos depois os estudantes foram se dispersando e os vigilantes do prédio apareceram para ligar a luz e acompanhar os que estavam dentro da sala até a saída do prédio. Os alunos e a professora saíram, então, chocados, assustados, tristes.

Foi dada como justificativa da ação a alegação de uma suposta aluna do Alemão ter sido agredida (levado um tapa na cara) pela professora. Isso é uma mentira e uma calúnia. Quem era do Alemão, repetimos, estava lá porque queria: teve direito de escolha. O fato dos estudantes terem reagido sem o menor conhecimento de causa, sem tentar averiguar o ocorrido só mostra como uma inverdade é capaz de manipular muita gente.

O que fica dessa história toda? Repúdio. Repúdio pela ação autoritária, agressiva e ofensiva dos estudantes com a turma de FLM0305 Introdução à Tradução do Alemão I. Repúdio por no prédio de Letras da “maior universidade do Brasil” o diálogo não ter sido estabelecido, pelo valor da palavra como solucionadora de conflitos não ter sido aceito. E ainda: repúdio pela não-superação dos métodos autoritários e repressores por parte dos estudantes, que, alegando serem esses os métodos da PM, foram, neste caso, os próprios propagadores da irracionalidade e do desrespeito ao indivíduo. Tivesse vindo uma abordagem dessas de um grupo que se reconhece intransigente, seria outra coisa. Mas vindo de pessoas que dizem defender a democracia, o diálogo e, não obstante, os estudantes, é simplesmente inaceitável.

Os argumentos de que houve uma assembléia para votação da greve e que a maioria votou pelo “sim” não convencem. Assembléia em que algumas centenas de estudantes comparecem para um curso que tem mais de cinco mil estudantes não é representativa. Procuremos outros meios, usemos a tecnologia a nosso favor, há formas de incluir aqueles que não têm disponibilidade de estarem presentes em todas as assembléias. Mas não declarem o favoritismo a uma greve por contraste. E não nos obriguem a aceitar isso.

Nós sabemos que ao optar por fazer a prova estávamos, inevitavelmente, nos posicionando contra esta greve, mas não tínhamos sido avisados que a mobilização em favor de uma determinada ideologia é compulsória. Preferimos acreditar na autonomia da escolha do indivíduo. Nós lamentamos a truculência da polícia com os estudantes e nos posicionamos, também, contra isso. Porém, não admitimos que o nosso direito de escolha  seja desrespeitado. Quando se tira o direito de escolha de alguém, tira-se sua alma. E não aceitamos que ninguém, nem mesmo os estudantes da Universidade de São Paulo, faça isso conosco.

Este manifesto foi organizado e apoiado por parte dos alunos da disciplina em questão. Todos os alunos matriculados na matéria foram informados via e-mail sobre feitura do manifesto e receberam previamente uma cópia do mesmo. Nenhum aluno, até momento, se posicionou contrário à publicação desse texto.

Sem mais,
Alunos da disciplina Introdução à Tradução do Alemão

I        Letras - FFLCH/USP

(Reiteramos que nem todos os alunos matriculados na disciplina quiseram comentar o caso. Dessa forma, não podemos afirmar que todos os alunos estão de acordo com este manifesto. Aqueles que estão de acordo optaram pela anonímia por temerem maiores retaliações.)

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Por Reinaldo Azevedo

68 comentários em “QUEM É NAZISTA?”

  1. jack disse:

    Infeizmente,
    fazendo um referência a Milton Santos, a maioria dos comentários aqui postados evidenciam que a universidade pública tende à vala comum das universidades reprodutoras e não produtoras de conhecimento, respondendo à forma da mais valia do mercado. As instituiçoes de ensino, seja de qualquer grau, pública ou privada, deveriam ser o último reduto onde se pudesse resisitir à forma mercantil de pensar, e a ele se diferenciar.

  2. Martins disse:

    Caro Reinaldo Azevedo e leitores da coluna;

    Sou aluno da Escola Politécnica e ao ler sua matéria achei interessante apresentar um dado relevante. No link abaixo tem uma prévia de uma votação eletrônica sobre as questões da greve. Como poderão ver o site possui credibilidade por validar votos através dos dados que só USPianos possuem e são únicos para cada USPiano. Neste link poderão ver que a USP, em sua imensa maioria não é a favor da greve, poderão ver que realmente os envolvidos na baderna eram uma minoria.
    http://greveuspresultado.dnsalias.com

  3. Robert Redford disse:

    Caros, sobre a famigerada “Mádma”(Adma Fatah Muhana), a tal professora “ispiecialista” em Padre Antonio Vieira. Tenho a dizer que é mesmo “arroz de festa” de toda greve. Pior, em 2007 tive o desprazer de ter de brigar com a imbecil para entregar um trabalho. A terrorista, que deve estar se candidatando a alguma coisa, se recusou terminantemente a receber meu trabalho final do semestre pois estavamos em greve. Quer dizer, ela estava em greve. É sempre assim, naquele lugar quem quer estudar está errado. Nem sei como passei ainda. Até hoje estou com aquela cara horrorosa entalada em minha garganta.grrrrr!

  4. Rafael Calsaverini disse:

    Olá Reinaldo,

    me surpreendi ao ver o link ao meu blog aqui. Obrigado por citar.

    Mas deixa eu só deixar uma coisa clara. Algumas pessoas estão achando que eu fui autor do manifesto. Não sou - foram alunos dessa disciplina do curso de alemão. Eu apenas divulguei o texto porque fiquei chocado com seu conteúdo. Conheço de perto essas coisas e tenho certeza que a coisa é até pior do que é descrita no manifesto.

    Aliás, você publicou em 2007 algo que te mandei por e-mail - uma carta sobre o que estava acontecendo em São Carlos. A coisa recrudesceu muito desde então. Pelo menos à epoca nós não sofriamos ataques físicos, apenas violência moral.

  5. Hugo - Corinthians disse:

    Mesma classificação de ‘ditadores’ e ‘repressores’ taxada aos policiais militares, que nem viveram a época do regime militar e só foram enviados pra USP por determinação judicial…

  6. André Ricardo, amazônimo disse:

    Surfista Prateado 12:40 pm,

    O prezado não entendeu direito,

    eles não tentaram convercer os vagabundos de que nao iam terminar a prova por adesismo, se tivessem essa inclinação eles nem teriam se preocupado com a professora…

    eles não tinham outra coisa a fazer… se dissessem “sim vou fazer e daí?” teriam posto em xeque a integridade física… aí colega, até ter seu dente quebrado reparado pela justiça…

  7. André Ricardo, amazônimo disse:

    Quem escreveu este texto está de parabéns… ele mostra que há sim muita coisa boa neste país!! parabéns pela valorização do indivíduo!!! Parabéns pela coragem e pela clareza!!

  8. Surfista Prateado disse:

    O impressionante é que esse rapaz aí acaba aceitando e adotando a agenda desses criminosos grevistas, quando diz, meio que se desculpando, que não estavam tentando terminar a prova na sala da professora. E se estivessem? Isso seria um “problema”? Só pode ser brincadeira.

  9. EDUARDO disse:

    É ENGRAÇADO. SEMPRE OS MESMO CURSOS FAZENDO GREVE (LETRAS, HISTÓRIA, GEOGRAFIA). SERIA MALDADE MINHA PENSAR QUE AQUELES QUE NÃO TEM TEMPO PARA FAZER PIQUETES, POIS ESTUDAM PARA PASSAR NO VESTIBULAR, NÃO FAZEM GREVES. POR OUTRO LADO, NOS CURSOS MENOS CONCORRIDOS, AQUELES QUE SE FAZ SÓ PARA TER NÍVEL SUPERIOR E DE GRAÇA, SÃO CERCADOS DE ALUNOS GREVISTAS.
    DESCULPA PARA OS VOCACIONADOS PARA ESSES CURSOS, MAS A GRANDE MAIORIA TODOS SABEM NO QUE VAI DAR.
    NÃO CRITICO O CURSO, MAS OS ALUNOS.
    QUANTOS ALUNOS DE DIREITO ADERIRAM À GREVE???

  10. Eremildo disse:

    Se gente do maior gabarito é capaz desses ações de violência, o que poderia acontecer dos os menos esclarecidos.

    Isso nos dá saudades da ditabranda!

  11. Glauco disse:

    Complementando o que o amigo Montaigne disse às 5:29.

    Perto do fim do meu curso na UFPE, estava prestes a enfrentar mais uma greve, felizmente minha última, quando circulando pelos corredores da universidade vim um longo mural com as “conquistas” do movimento grevista, parei para fazer as contas, pois bem durante o tempo que fiquei na universidade até aquele momento, tive exatos 360 dias de greve, quase um ano convivendo com atitudes similares e/ou piores que as descritas no manifesto.

  12. Vanderlei disse:

    O pior, é que esses baderneiros filhos-da-mãe estudam à custa do dinheiro que pago no ICMS e outros impostos que o Estado cobra.
    Depois, há ainda quem recrimine a presença da PM no campus. Ora, vagabundos, o que lhes falta é vergonha na cara. PT, PSTU, PC do B e quetais, sempre estão envolvidos em movimentos “democráticos” como o que se apresenta na USP.
    Meus cumprimentos aos alunos Rafael e Angelo que sentiram na pele a forma “respeitosa” com que esses radicais costumam tratar os que não aderem.

  13. Tony disse:

    Atenção, PETISTA em junho 11, 2009 às 9:26h.

  14. Emerson disse:

    Reinaldo,

    Que vontade de enviar este manifesto para o blog daquele imbecil do Flávio Gomes,que esta semana defendeu estes terroristas e desceu a lenha na “polícia opressora do Serra”.

  15. Antonio Augusto Carvalho disse:

    Reinaldo,

    Tem petralha no post “Rosa disse: junho 11, 2009 às 8:48 pm”

    Tira aquela sujeira daí!

  16. Antonio Augusto Carvalho disse:

    Eis aí mais um prova do braço socialista: o nazismo! É isto mesmo: todo o socialista é nazista! Esta é a prova!

  17. Caronte, disse:

    A tática de baderna é a tática do PT, aprendida nos currais sindicais. Trabalhei em multinacional e ví como funciona: a pauta das assembléias e a decisão é imposta ao grupo. E sabem quem participa das diretorias dos sindicatos? Funcionários (malas) das empresas onde trabalham, evitados pelos colegas e pelos chefes que detestam tê-los como subordinados. Esses “malas” para protegerem seus empregos, se inscrevem nas diretorias para, justamente, se abrigarem nos benefícios da lei. Que impede a sua demissão enquanto cumprirem mandato. Se vc está com peninha, amigo, … leve-os para trabalharem na sua empresa!

  18. daniel akatsu disse:

    Será que o pessoal da Gobo consegue chegar até esse pessoal ou eles só tem espaço pros baderneiros????

  19. Montaigne disse:

    Tio Rei,

    esse assunto já deu florzinha. Essas greves da USP não merecem mais do que uma linha. Quando fazia Letras, costumava dizer que não tinha férias: tinha greve. Nunca sabia quando minhas férias iriam ser.

    Todos esses posts - ao longo de quase toda essa semana - resumem alguns dos motivos que me fizeram desistir da faculdade. Principalmente por ser faculdade de “ciências humanas”.

    É melhor ficar em casa lendo Borges, Cortázar, Machado, (Mainardi), Dostoiévski, Tolstoi, Bulgakov… na verdade só freqüentava a USP pela biblioteca; e depois que conheci a Library of Congress (http://www.loc.gov), percebi a inutilidade de qualquer faculdade de humanas.

    Vou voltar pra minha biblioteca.

  20. Claudia disse:

    Incrível como a mentalidade retrógrada ainda impera em certas mentes na USP! Há 27 anos, quando aluna na POLI - que à epoca não aderia a greves vazias de um DCE manipulado - certa vez invadiram nosso predio e nos retiraram das aulas. Foi a deixa para finalmente a POLI ir na chamada “votação pela greve”, votando massivamente contra e obviamente ganhando o não-greve. Claro, até foto saiu no jornal. Nos subterfúgios da noite, quando não havia aulas na POLI, nova votação foi convocada, sem aviso, e a turminha truculenta de humanas voltou pela greve…e ganhou. Mas valeu a lição, por vários anos não voltaram na POLI para atrapalhar nossas aulas!! :-)))

  21. Jorge disse:

    Incrível a mentalidade dos elementos em questão!

  22. Adao Braga disse:

    Vi algumas reportagens pela TV e li na internet. Faltou a presença do TOM, o Zé!

  23. bebeto_maya disse:

    Rosa:

    “Esse site explica melhor algumas questões nebulosas dessa greve na USP : http://www.ler-qi.org/

    Divirta-se !”

    Cê ta brincando né, minha filha? Daqui a pouco nos posta um link da aquele site do Valhala, ou qualquer porcaria neo-nazi, visto que comunista e Neo-nazi se encontram na linha de chegada (que é a mesma de partida)… Os caras gritam, ameaçam, desrespeitam, mas…como lutam pelo “social”, têm livre árbitrio.

  24. Vânia Cavalcanti disse:

    Olá, Reinaldo!

    Como ex-estudante da USP, o comportamento repulsivo deste bando de idiotas aterrorizando os estudantes que estavam (que coisa!) estudando não me surpreendente, já a carta-repúdio publicada no seu blog é que é uma feliz surpresa - é um sinal de que a saúde da Universidade, conquanto corra sério riscos, resiste e não se envergonha em fazê-lo. Vânia Cavalcanti, São Paulo.

  25. Tomé disse:

    pelos próprios, mas pelo partido esquerdista dominante. É preciso pensar nisso. A esquerda somente chegou a esse nível de dominação porque sempre se preocupou em trabalhar em todas as frentes possíveis. Não é mais possível alegar uma certa alienação virtuosa e se posicionar de maneira alheia à política. Essa história de agir com livre arbítrio para estudar, arranjar emprego, progredir, construir família etc não é um direito divino, mas o resultado de trabalho de séculos, que pode desmoronar de uma hora para outra caso nada seja feito para preservá-lo. Que os estudantes de verdade encarem os remelentos de frente, com coragem e dando todo apoio ao trabalho da polícia.

  26. Rerisson disse:

    Resposta a “fabio santana”

    Fechar a FFLCH não só não é a solução, como é injusto com a MAIORIA dos alunos e professores que fazem trabalhos sérios e não têm nenhum comprometimento com a atitude de baderna e o viés violento, ilegal e anti-democrático de uma minoria barulhenta.

    Com relação à área de Letras e, principalmente, de Lingüística Formal, sobre a qual posso dar meu testemunho “ocular”, é preciso que se saiba que a FFLCEH-USP possui alguns dos melhores professores do país, inclusive gente renomada internacionalmente na área, pela qualidade técnica de seu trabalho e não por algum tom político do discurso, que, aliás, não tem lugar em nossa área, mais próxima da matemática.

  27. Tomé disse:

    Em minha modesta opinião, está na hora da partir para dentro dos remelentos. Os que são contrários à baderna precisam deixar claro seu apoio ao trabalho da força policial, comparecendo in loco para manifestarem-se. Precisam dizer claramente a jornalistas que os remelentos não são simples estudantes, mas militantes de uma visão autoritária de mundo e a serviço de grupos políticos e sindicatos. Não adianta somente escrever cartinhas de repúdio. É preciso ir adiante, mesmo correndo riscos. “Ah, mas nós só queremos estudar”. Ok, mas se nenhum trabalho de contra-ataque for feito e a visão de mundo dos remelentos proliferar, o direcionamento de todo o estudo dos bem-intencionados não será definido

  28. ap disse:

    Os alunos e professores da Universidade de São Paulo têm de encontrar um meio humano e democrático de resolver suas diferenças.

    Nós brasileiros não devemos pagar para a manutenção deste lixo que vcs estão produzindo.É simplesmente demais!

  29. Fabio FD disse:

    Olá Reinaldão.
    Será que eles sabem o que significa Nazismo? É um bando de desocupados querendo bagunça, são pessoas que idealizam a briga dos estudantes contra a Ditabranda, um motivo, é isso que acho que estão pescando.

  30. PortaTorta disse:

    Minha solidariedade ao Rafael e a seus colegas da disciplina Alemão I.
    Ah, USP, USP…
    Dejavu…
    Fui aluno da Poli e namorei uma garota da Sociais nesse período. (relembrando, período pré-Lula). Com o perdão da palavra e das sensações, era até bom quando havia os períodos de greve porque minha namorada ficava mais junto de mim: ía fazer seus trabalhos na biblioteca da Civil, aproveitava para me acompanhar em atividades físicas (grevistas odeiam o culto ao corpo!) no Centro de Práticas Esportivas (CEPEUSP) e até aproveitava para relaxar lá Poli, vendo comigo um filme no Centrinho Acadêmico da Civil (CEC), uma espécie de cineclube de vanguarda da área ( o Marcelo Tass que o diga…) Eh USP!

  31. PSC disse:

    Reinaldo,

    Estive pesquisando na Internet o que a senhora Adma fez de relevante no mundo acadêmico, parece que ela tem uma certa especialização em Padre Vieira, mas acho que todo o conhecimento teórico que ela diz ter na prática se mostra ineficaz.
    Reinaldo você deveria ensinar a esta “doutora” em poucas palavras quem foi Padre Vieira e que significou seus sermões, contrária a atitude fascista adotada por ela e sua turba.

    Um abraço!

  32. marcelo vergara disse:

    Tio Rei,
    Com um ensino superior desses, dá para entender porque o Brasil gera tão poucos resultados positivos, em todas as areas.
    É melhor nem falar do numero(medíocre) de patentes que nosso país registra.
    Do resto, é só observar a qualidade dos proficionais em nossa sociedade!
    Os médicos não são capazes de diagnosticar, nem as doenças endêmicas mais simples.
    Os Formandos de Direito, não conseguem se quer passar no exame da OAB.
    Os professores, eu acho que não preciso dizer nada.
    Os nossos Pensadores não publicam nada que preste, pelo menos no mundo Real civilizado.
    Na grande maioria só querem o diploma, para poderem ostentar o titulo Dr. na frente de seus nomes.
    Excluindo o Tio Rei

  33. Johnny Mazzilli disse:

    Texto brilhante. Exibe cruamente a idiotia quase patológica dos “combatentes”.

    É isso. Esses caras mais uma vez provam que a inteligência e o bom senso tem seus limites, mas a estupidez é infinita.

    abs,
    Johnny

  34. Cris disse:

    Adma Fadul Muhana? Ui, medo!

  35. Bjordan disse:

    P3

    de uma lista de crimes completa a qual possamos enquadra-los todos, nada de crime de opinião, apenas os comuns, falar pode falar a M… que quiser, agora oq eles fazem não é opinião de forma alguma.

  36. Bjordan disse:

    P2

    O comunismo ainda anda a solta SERIAMENTE a solta , ainda esta nos governos ainda tem partido , ainda mata e escraviza muita gente. O comunismo ainda esta no poder, no poder nesse governo,

    esses baderneiros da USP que deveriam estar onde os comunistas e nazistas não deveriam sair ainda atrapalham a vide de muita gente, o custo da ação policial para remove-los deveria ser cobrado do sindicato , bem como o das balas de borracha.

    e depois pô-los todos na cadeia, por crimes comuns como ameça, carcere privado , agressão, formação de quadrilha, porte de entorpecentes, porte de armas brancas, destruição do patrimônio público, destruição de propriedade privada,

    bom , não sou adv gostaria

  37. Vera L. disse:

    Reinaldo sempre achei que nesses entreveros de esquerdistinhas idiotas a minoria que representa, sem ser autorizado, a maioria, e sabe por quê? Quem está lá para estudar pra valer e não pensa ser presidente de sindicato, político de partido de esquerda, dono de ONG, e outras “cossitas”mais, não tem tempo, isso é coisa de desocupados ou que tem papai rico, ou é filho de presidente de sindicato, feito Lulinha que de tão preguiçoso pelo visto nem baderna fez. Quando digo filho de papai rico não quero generalizar, só os que foram DOUTRINADOS pelos professores de miolo mole. TODOS os estudantes que conheço ESTUDAM e TRABALHAM.

  38. Bjordan disse:

    eles não são nazista , são piores são COMUNISTAS

    alem de terem matado mais, e mais sistematicamente que os nazistas o nazismo hj não passa de um eco do passado, de um bando de desajustados que nem compreendem o conceito de governo nacional socialista, segundo Hitler no “Mein Kumpf” (um lider deve governar com plenos poderes, mas se não for capaz de exercer uma liderança eficiente deve saber sair do poder para que outro possa faze-lo) - de memória - Hitler o fez quando se matou reconhecendo sua incapacidade para completar o projeto que havia traçado para levar adiante o nazismo, portanto neo nazistas deveriam ter outro lider não o velho morto

    p1

  39. Cris disse:

    petralha disfarçado ( e mal) em 9:26 pm

  40. "Fefelechilentus Pitecus" disse:

    Isso é pior que Torcida Organizada…

    …cadê um Promotor Público ??!!!

    Esses elementos privilegiados q
    estudam(?)
    frequentam os Campi
    ‘DE GRAÇA’

    ás custas dos

    Neo-Conservadores de Direita
    q pagamos
    Impostos

    Sempre
    Querem
    Estreitar
    o
    Conhecimento !
    Nunca
    Ampliá-lo !!

    Ao invés de
    Espírito Crítico

    as
    Palavras de Ordem da Internacional Socialista

    Forjam

    é

    uma
    Corja
    de

    Espíritos
    de

    Porco !!!!

  41. Dora disse:

    Que vergonha …posso imaginar a indignação .Os canalhas são uma bando , não representam a maioria dos estudantes, e querem, com o uso da força, obrigar arrastar o nome da USP e de sua maioria ao lixo do autoritarismo.Todo apoio aos estudantes do Curso de Alemão e atodos os que são contrários a essa palahaçada, que nada mais é que a forma e o jeito de ser dos canalhas.Coisa de gente baixa! Dora

  42. Van Helsing disse:

    Mas os nazistas não eram os membros do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores? e portanto socialista como todos os outros socialistas?

    Que em 1934 condecoraram alguns camaradas com a famosa medalha “TAG DER ARBEIT”?

    http://www.pandkmilitaryantiques.com/web%20site%20pictures/tag%20der%20arbeit%201934%20tinnie.JPG

    Notaram a sutileza?

    Esses socialistas são muito esquisitos não?

  43. HECKLER & KOCH MR 7.62 disse:

    A violência na USP é muito antiga. Bandos de maconheiros se reúnem ao ar livre para badernar, e a polícia não pode realizar incursões para prender traficantes e bandidos. O que os participantes dessas gritarias e badernas querem é aparecer na mídia para se dizerem rebeldes e, logo, disponíveis para receber verbas sociais. Claro que essas ações são avalizadas por professores demagogos (que não socializam nem o conhecimento científico), e que há conivência da Reitoria, afinal, quantos filhos de célebres personalidades estão nessas badernas? Visitem a FFLCH às cinco horas da tarde. Vocês verão a quantidade de “revolucionários” de BMW fumando maconha e financiando o tráfico perverso nas favelas.

  44. Luis Antonio disse:

    Reinaldão,

    É a cultura daqueles que estão hoje no poder chegando na USP. Os estudantes, como você muito bem relacionou, não passam de focas amestradas sob a batuta de “cumpanheiros” profissionais. Lamentável. Moro ao lado da PUC. Por aqui, por outro motivo, logo teremos barulho promovido pela “catiguria”. Sabe qual a causa? O direito dos alunos fumarem maconha nas dependências da universidade. O atual reitor afirmou que vai enfrentar o problema, que já se tornou uma epidemia, de forma dura: “O que é proibido é proibido e ponto final”, avisou o reitor.
    É Reinaldão, acho que o do coletinho florido vai aparecer por minhas bandas. Afff…..

  45. HECKLER & KOCH MR 7.62 disse:

    Na USP da Marilena Chauí é assim mesmo: QUEM NÃO VENCE PELA PALAVRA, VENCE PELA FORÇA, PORQUE IMPORTA VENCER A TODO CUSTO! Como aluno a USP, sinto-me envergonhado por ver essa corja ganhando espaço na mídia para não transformar nada. Todavia, é notável que esses levantes na USP têm muito a ver com as assembléias contra uma suposta “REPRESSÃO” que a polícia militar estaria realizando na USP. Claro, quando somos roubados, ou quando os carros são depredados por ladrões, os maconheiros não se importam. Mas quando a polícia atrapalha a rodinha de fumo na Praça do Relógio, então os maconheiros colocam uma Constituição embaixo do braço e fazem baderna? Cadê a Marilena contra os maconheiros? Cadê?

  46. Oscar disse:

    O fascismo vai se instalando e as pessoas nem sabem o que isso quer dizer.

  47. Marcelo Filipov disse:

    Prezado Reinaldo Azevedo…

    Eu não sou nem um pouco chegado aos “demos”, mas me lembro de uma frase pintada no muro da antiga sede do Partido da Frente Liberal (PFL) na Avenida Lineu de Paula Machado (a do Jóquei Clube):

    ” Pior que a ação dos maus… é a omissão dos bons”…

    O que está ocorrendo na USP é que 0,7% dos alunos estão “representando” os anseios dos outros 99,3%, que não se manifestam. Então… que aguentem então serem estereotipados a partir da representação dos 0,7%.

    Meu Deus… depois de ver o quê aquele “Chico sociólogo, professor da USP” dizer que a entrada da polícia no campus reflete a “decadência” das instituições democráticas… onde vamos parar???

    Abraços…

  48. Esperança disse:

    Reinaldo

    Realmente você é um profissional IMPAR, fêz a sua análise da situação e mostrou a PROVA CABAL, dos gestos TERRORISTAS, daqueles que um dia infelismente podem CRUZAR os nossos caminhos, os dos NOSSOS filhos. Em compensação li um comentário do jornalista Carlos Chagas; com o seguinte título;
    Perde eleição quem bate em estudante, é o fim do mundo, como existe “profissional ” desta espécie.

  49. túlio disse:

    Imbecil às 9:26 pm.

  50. Iluminado disse:

    Levantar-se-ão muitos falsos profetas que seduzirão a muitas pessoas; - e porque abundará a iniqüidade, a caridade de muitos esfriará. - Mas aquele que perseverar até o fim se salvará.

  51. fabio santana disse:

    O Governo Estadual deveria é FECHAR a FFLCH/USP

    Fecha esta merda e faz como o Presidio do Carandiru….
    Faz um parque…..é mais proveitoso para os Paulistanos….

  52. caipira disse:

    Tio Rei, não sei se fico triste ou re revoltado
    com tudo isso,a coisa ,está ficando sem con
    trole.
    A final,as forças armadas,existem pra que
    ficar nos quarteis ,engordando,comendo e
    bebendo as nossas custas?
    E turminha inutil.

  53. Hassebrawbier disse:

    http://www.youtube.com/watch?v=nYymnxoQnf8

    Por favor, assista esse vídeo. É um debate entre Gore Vidal e William Buckley. Eu não consegui entender tudo o que eles falam. Mas é interessante a hora que Gore Vidal chama William Buckley de criponazi.

    Aproveitando, eu postei dois vídeos no youtube que podem ser do seu interesse. Um é uma avaliação que eu fiz de uma reportagem sobre Eldorado dos Carajás e a outra é uma legenda do filme Full Metal Jacket sobre as eleições de 2010.

    http://www.youtube.com/watch?v=KZoHeu2LZ5Y
    http://www.youtube.com/watch?v=qGqmfS-zRcY

    Abraços;

  54. joão alberto disse:

    Caro Reinaldo.

    Por que não usar o que está acontecendo no Senado, para se fazer uma analogia com a Petrobras (que é dirigida por apadrinhados políticos) e colocar a Promotoria Pública para fazer uma devassa.
    Meu amigo, você tem ousadia e credibilidade suficiente para levantar um movimento de limpeza neste país, faça-o em nome de suas crenças, em nome de sua e de nossas famílias e verás que o povo te acompanhará.

  55. Ricardo disse:

    Reinaldo, também acho que rola um exagero aí.. nessa idade o jovem não quer nada com nada, só quer saber de festa e bebida.. esse engajamento ideologico na USP é tudo lorota eles chegam nas festas e se entopem de vodka e ficam vomitando a madrugada toda.

    Acho que isso nao deveria ser motivo de alarde pq são um bando de moleques que mal nasceram ainda.

  56. Henrique disse:

    Lamentável que tais coisas aconteçam.
    Parece que o barbarismo está de volta! E o pior: barbarismo em Universidades.

  57. brites disse:

    Que absurdo! A que ponto chegamos!
    Estes vagabundos profissionais estão em todos os setores da sociedade: nas universidades, nos sindicatos, no MST, enfim são onipresentes.
    Triste Brasil, até quando vamos suportar tanta mediocridade?
    Moro em uma cidade do interior, e mesmo assim o vírus da vagabundagem chegou até aqui.

  58. Olga disse:

    Caro Reinaldo,
    Estou cansada das generalizações do tipo “os alunos (ou docentes ou funcionários) da USP estão em greve”! Ora, já se sabe que uma minoria promove a baderna na USP e, infelizmente, todos levam a fama! É uma insignificante minoria, barulhenta e geralmente contaminada por elementos totalmente estranhos à vida acadêmica. Em sua “democracia”, dizem que é necessário ir às assembléias para votar, mesmo que seja contra. As assembléias são direcionadas e desacreditadas. Ninguém quer perder tempo com elas!!! É por esse motivo que 100 alunos decidem pela greve, 50 funcionários resolvem entrar na Reitoria e 20 docentes apóiam. A propósito: a ADUSP não representa 20% dos docentes!Abraços.

  59. gevialll disse:

    isto e democracia.

  60. Daniel disse:

    É essa a metodologia destes maconheiros… meia duzia se reunem numa assembleia (DA, DCE, etc), dizem que estao representando toda a universidade (ou curso), dai declaram greve ou outra coisa que deliberam entre a “turminha” da boca de fumo…

    Ah.. dai se vc questiona eles dizem que houve deliberação democrática atraves de assembleia dos alunos..
    Acho que acontece em toda federal… na UFU (Uberlandia) não é diferente…

    E o pior: GREVE DE ALUNO, é piada!!! eles entram nas salas e ficam ameaçando quem quer estudar.. é assim mesmo.. RIDICULO!!

    Daniel Ferreira,
    Uberlândia.

  61. Marcus Borelli disse:

    Este movimento todo da esquerda petralha brasileira é um sintoma de desespero. Podem estar certos que a campanha eleitoral do ano que vem vai ter cadáver. E isto é que eles mais precisam. Mas não vamos dar.

  62. DuraLexSedLex disse:

    Caríssimo.
    Questão de aritmética. Doze alunos, em relação ao total de 24 alunos, representam 50%.
    Numericamente inferiores aos grevistas, mas…

  63. João disse:

    Reinaldo,

    Seria bom que a Veja fizesse uma matéria sobre a crescente violência que esses grupos de esquerda exercem nas universidades.

  64. Alice disse:

    Tio Rei esses baderneiros travestido de estudantes,
    além de terrorismo particam também cárcere privado???
    afffff

  65. alexandre disse:

    Os marginais que frequentam a USP querem a saída da reitora. Eu também. Mas por outros motivos. Chega de impunidade!

  66. Inez disse:

    É bom saber que ainda há seres pensantes na USP.
    Quanto aos grevistas você ja sabe o que penso, a sociedade deveria exigir deles o mínimo de aproveitamento das aulas e proibir as greves, afinal quem paga o curso deles é toda a sociedade.

  67. J.Freire disse:

    Reinaldo,
    acredito, somente com a saída do coveiro mor do nosso País, o apedeuta, é que teremos condições de iniciar, veja bem, iniciar um processo de voltarmos aos bons e nobres princípios de civilização.

  68. joão alberto disse:

    O que segue está fora do contexto mas é muito importante:

    Diretor-geral do Senado nomeou servidor acusado de fraude a cargo comissionado (Correio Braziliense)

    Publicação: 11/06/2009 09:17 Atualização: 11/06/2009 09:18 CONTEÚDO RELACIONADO11/06/2009 - Depois de exonerar neto de Sarney, senador petebista nomeia para o cargo a mãe do rapaz

    A audácia da burocracia administrativa do Senado parece não ter limite. É capaz de atropelar até mesmo as ordens da mais alta autoridade da Casa, o presidente. O atual diretor-geral do Senado, José Alexandre Gazineo, protagonizou um exemplo recente dessa ousadia. Sem fazer alarde, Gazineo nomeou

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