16/03/2011
às 4:53Pelo direito de dizer “não”, de marchar na contramão
O dia hoje será atípico. Participo de um seminário sobre liberdade de expressão promovido pelo Instituto Millenium, no Rio (veja post abaixo). Debaterei com outros colegas um tema em particular: o pensamento politicamente correto, questão de que trato amiúde neste blog. A página será atualizado com as principais notícias no dia, mesmo na minha ausência.
Tenho afirmado e escrito freqüentemente que aprecio a democracia menos pelo valor afirmativo do sistema do que por seu valor negativo; ou seja, menos pela prevalência da vontade da maioria do que pela possibilidade de as minorias dizerem o que pensam. Afinal, nas ditaduras, também é permitido concordar. Pode-se dizer “sim” em Nova York, em Trípoli e em Pequim. A segurança para dizer “não” é que distingue os regimes.
Da mesma forma que o teste de resistência da democracia é feito por aqueles que discordam de consensos — sejam estes legítimos ou não, embasados ou não em verdades científicas —, o teste de resistência dos democratas se dá quando confrontados com idéias que consideram absurdas, irrealistas, detestáveis até. Aceitar que o outro exponha a sua “verdade”, por mais estúpida que nos pareça, testa a nossa capacidade de conviver com a diferença. Isso não significa, e meu trabalho espelha essa minha postura, que não devamos, nós também, ser, então, “detestáveis” à nossa maneira aos olhos de quem discorda de nós. É preciso dizer com clareza e destemor o que se pensa, e não com o intuito de destruir o outro, de “eliminar a contradição”, de “extirpar” o adversário, como poderia sugerir certo Luiz Inácio Lula da Silva.
Mas quem não quer a liberdade de expressão? Bem poucas pessoas teriam a coragem de fazer a defesa aberta da censura. Aprendemos todos que não se fazem certas coisas em público, e alinhar-se com os valores democráticos integra o rol das escolhas educadas, decorosas. Assim, raramente, ou nunca, temos a chance de nos defrontar com um inimigo da liberdade de expressão. Eles, no entanto, existem e se manifestam de forma insidiosa — não raro, recorrem a princípios consagrados pela democracia para poder solapá-la.
Uma expressão está na moda, posta para circular, sobretudo, pelas ONGs: os chamados “temas transversais”, aqueles que atravessariam várias esferas da vida e do conhecimento, transformados, em si mesmos, em valores morais inquestionáveis. O tal Programa Nacional-Socialista de Direitos Humanos, por exemplo, chegava a prever a cassação da licença de emissoras de rádio e televisão se ficasse caracterizado o desrespeito aos direitos humanos. Notem o truque: quem é contra os “direitos humanos”? Ninguém! Quem iria definir o que caracterizava esse respeito? Ali estava a armadilha.
Os chamados “temas transversais” costumam ser uma espécie de bula do chamado pensamento politicamente correto, que perverte o valor democrático essencial: o direito de a minoria expressar a divergência. Essa derivação pervertida transforma a proteção às minorias numa agressão aos valores universais da democracia. Não é raro ouvirmos hoje magistrados, inclusive alguns da nossa corte suprema, a afirmar que a lei deve, sim, tratar desigualmente os desiguais porque cumpriria ao juiz corrigir injustiças que a sociedade a tempo não corrigiu.
Ora, numa democracia, o princípio que estabelece que todos os homens são iguais perante a lei não busca ofuscar a condição dos graúdos, mas estabelecer uma instância — a Justiça — em que o pequeno não será punido porque pequeno nem poupado de seus crimes; em que o grande não será protegido porque grande, mas também não terá seus direitos aviltados por isso.
Como justificar, por exemplo, a concessão de cotas raciais à luz da Constituição brasileira se não por intermédio de valores, e ninguém conseguiria provar o contrário, ausentes em nossa Constituição? Agride-se o princípio fundamental da igualdade dos homens perante a lei argumentando-se a aplicação dos fundamentos do Artigo 3º, a saber:
Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:
I - construir uma sociedade livre, justa e solidária;
II - garantir o desenvolvimento nacional;
III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;
Será lícito, no entanto, aplicar o que prevê os três incisos discriminando pessoas, seja essa discriminação positiva ou negativa? O inciso seguinte do mesmo artigo responde:
IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.
O debate das cotas, no entanto, foi interditado. O Estatuto da Igualdade Racial aprovado pelo Congresso, embora na sua versão mitigada, coleciona uma penca de agressões à Constituição. Em breve, outro tema voltará ao debate: a chamada lei que criminaliza a homofobia. Não duvido de que as pessoas empenhadas em sua aprovação tenham o propósito de combater a discriminação, mas o texto agride, de maneira inequívoca, a liberdade de expressão. Uma simples opinião que possa ser caracterizada como “ação vexatória de ordem filosófica” — seja lá o que isso signifique — pode render cadeia. O crime será considerado inafiançável e imprescritível.
A patrulha politicamente correta, orientada pela espírito da reparação e da correção das desigualdades e das injustiças, constitui-se numa verdadeira polícia do pensamento. Agride a liberdade de expressão e, muitas vezes, agride os fatos, impedido até mesmo a avaliação da eficiência de determinadas políticas públicas.
Na entrevista publicada pela VEJA, na semana passada, o professor americano de economia Walter Williams, negro, afirma:
“Antes, uma menina grávida era uma vergonha para a família. Hoje, o estado de bem-estar social premia esse comportamento. O resultado é que, nos anos da minha adolescência, entre 13% e 15% das crianças negras eram filhas de mãe solteira. Agora, são 70%.”
No seminário de logo mais, tratarei dessas e de outras questões; tratarei, em suma, do sagrado direito de dizer “não”, de marchar na contramão, mesmo quando tenho de me confrontar com aqueles que se querem monopolistas do bem.


Cientistas batizam nova espécie de aranha em homenagem a Lou Reed
Rebeldes criticam a ONU após novo massacre na Síria
Barcelona vence título na despedida de Pep Guardiola
Atirador em cima de telhado mata uma pessoa na Finlândia
Iêmen: tropas do governo matam 20 membros da Al Qaeda









Deixe o seu comentário
Aprovamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões. Comentários que contenham termos vulgares e palavrões, ofensas, dados pessoais (e-mail, telefone, RG etc.) e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. Erros de português não impedirão a publicação de um comentário.
» Conheça as regras para a aprovação de comentários no site de VEJA
79 Comentários
Gilberto
-17/03/2011 às 15:54
André Ramos, quem é este lobista de nome Leviatã?
André Ramos
-17/03/2011 às 10:58
Numa democracia somos todos PROIBIDOS de dizer NÃO a um sem-número de coisas, tamanha é a regulamentação estatal e a interferência do Leviatã nas nossas vidas.
Um exemplo bem simples: eu NÃO posso dizer NÃO ao pagamento de impostos. Se eu fizer isso, posso até ser preso!
Como diz Hans-Hermann Hoppe, a LIBERDADE é bem mais importante do que a DEMOCRACIA!
Pela democracia
-17/03/2011 às 9:50
http://www.bahianoticias.com.br/noticias/noticia/2011/03/17/89180,dem-defunto-encomendado.html
Reinaldo, leia o texto indicado pelo link acima, publicado por um jornalista da Bahia.
É o Lula do jornalismo, “extirpando” um partido contra a vontade dos eleitores brasileiros, que deram a este partido 3 governadores nas últimas eleições.
Eduardo Azevêdo
-17/03/2011 às 2:44
Ilustrado Reinaldo Azevedo:
tou sentindo aqui uma vontade muito grande de dizer não…
pode ainda dizer a palavra não, Reinaldo?
Puxa, tou fazendo um esforço enorme para não dizer não…
não sei se vou conseguir não dizer não…
tou ficando todo vermelho de fazer tanto esforço para não dizer não…
não aguento mais de tanto esforço…
vou ter de dizer não, senão vou estourar…
nãooooooooooooooooooooooooooooo!
Puxa, que alívio!
Reinaldo vai lá e defende o direito de se poder dizer não…
senão, nãoooooooooooooooooo!
Fazer o quê, né?
Fazer o quê?
Altamiro Martins
-17/03/2011 às 2:21
A depender da perspectiva, você apenas diz “sim” e segue no sentido que aprendeu como sendo a mão correta da via. Assim, não raro, o que se diz “movimento contra a corrente”, “voz destoante do coro dos contentes” é apenas mais do sórdido mesmo contra o qual gerações e civilizações deram sangue, suor e lágrimas para mudar, cada um na medida de sua contribuição. O que fez com que tenhamos saído das cavernas e visto a luz. Reinaldo Azevedo e José Sarney, cada qual do modo que consegue, são a “vanguarda do atraso”.
Gilberto
-16/03/2011 às 23:40
O recente filme “ALEXANDRIA” (AGORA), do diretor Alejandro Amenabar, DVD e Blu-ray, mostra claramente o que é liberdade de expressão. Uma aula de História. Deveria ser passado para o pessoal do seminário e em todas as escolas primárias, secundárias e cursos superiores.
Garcia
-16/03/2011 às 23:32
O recente filme “ALEXANDRIA” (AGORA), do diretor Alejandro Amenabar, DVD e Blu-ray, mostra claramente o que é liberdade de expressão. Uma aula de História. Deveria ser passado para o pessoal do seminário e em em todas as escolas primárias, secundárias e cursos superiores.
Anderson Soares
-16/03/2011 às 23:25
E eu digo NÃO a um absurdo desses: MinC justifica aprovação de projeto de R$ 1,3 milhão de Bethânia (http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/889650-minc-justifica-aprovacao-de-projeto-de-r-13-milhao-de-bethania.shtml).
Gostaria de ver um comentário seu a respeito, Reinaldo.
Aliás, há uma boa reportagem do seu colega J.R.Guzzo na Veja dessa semana, justamente sobre absurdos como esse vindos do Min, da Cultura.
ABAIXO O MINISTÉRIO DA CULTURA!
BETHÂNIA, DEVOLVA O DINHEIRO DOS MEUS IMPOSTOS!
Aprendiz de Lógico
-16/03/2011 às 23:04
Transversalidade lembra empalamento. Vade retro!! rs
Anonimo
-16/03/2011 às 23:02
O preconceito lingüístico nada mais é do que um preconceito de classe, pois se discrimina subliminarmente (e às vezes escancaradamente) não a modalidade lingüística mas o sujeito que a utiliza. Trata-se, portanto, de mais um fator de exclusão social em meio a tantos outros existentes em nossa sociedade.
Perseus
-16/03/2011 às 22:37
Falando em dizer “não”, MAS Que Coisa !!! Olha o bafafá com os milhões que Maria Betânia vai ganhar do MINC !! Nóóóssa, como tem mulher de bigode, bota de cano alto e voz grossa na “classe artística” carioca-baiana ! Oh, cala-te boca homofóbica!! Tem coisa aí…Tem sim…HÃÃÃHNN ???
Que tenho eu a ver com o carcará, se ele pega mata e come ? Jabuti, carcará…acaba tudo na mesma panelada.
Rodesiludido
-16/03/2011 às 22:30
O direito de dizer NÃO é a viga mestra da DEMOCRACIA.
Por acaso alguém viu imagens de pessoas saqueando o pouco que restou dos pertences das infelizes vítimas do terremoto e tsunami no Japão?
Paul
-16/03/2011 às 22:07
Vamos ver no futuro as cosequencias dessa ideologia petralha aplicada nas escolas publicas, onde já se sente os efeitos da degradação etica, social, cultural, moral, técnica e religiosa.
Jorge Mansur
-16/03/2011 às 21:49
por mais que eu nao goste de voce disse muita verdade neste post
De Honduras.
-16/03/2011 às 21:04
Sr. Reinaldo, ‘transversais’ são àqueles que usam palavras ‘atravessadas’, buscando tolher as prerrogativas Constitucionais, a democracia e os que, exercendo seus direitos, lutam pela manutenção da liberdade, inclusive a de expressão.
Como sustenta o blog, estamos em uma democracia, e sua principal característica é a possibilidade de discordar, e, por isso, o blog é um farol no oceano escuro.
Mais uma vez, Parabéns.
Aprendiz de Lógico
-16/03/2011 às 21:04
Vai chegar o dia em que a rejeição a uma cantada gay não poderá ser declaradamente por não ser o cantado dado ao homossexualismo. O heterossexual cantado terá de responder negativamente assim: “não me leve a mal, mas você não faz o meu tipo. Prefiro homens mais fortes”.
Do contrário, irá para a cadeia por discriminação e homofobia. rs
silviop
-16/03/2011 às 20:54
Oi Rei
Enquanto isso……a Maria Bethania leva 1,3 M I L H Õ E S do ministério da Cultura. Pode! É por isso que o projeto dela de levar a MPB ao mais alto ponto do planeta merece esse apoio financeiro. (NAO SEI NÃO, MAS ACHO QUE A MPB VAI ENTRAR NUM OUTRO “RITMO”)
Manoel Francisco Gomes
-16/03/2011 às 20:39
Nem assassinato é crime imprescritível no Brasil. Como é possível que “ação vexatória de ordem filosófica”, algo absolutamente indefinível, pode ser crime inafiançável? Só mesmo um país governado por petralhas e toda sorte de canalhas poderia ter semelhante legislação. Estamos caminhando céleres para uma ditadura consentida.
Ziu
-16/03/2011 às 18:39
Reinaldo,
Que você continue com toda esta determinação e coragem para dizer “não”, quando a maioria diz sim, de andar na contramão dos “antagonistas do bem”, tão afeitos a apregoar as suas “verdades” em praça pública, e para fazer com que elas valham, ainda que a custa da eliminação do outro, para sobre o seu cadáver impor o seu pensamento único, pois se crêem detentores absolutos dos melhores pontos de vista, crenças e opiniões, e assim autorizados a estabelecer o que é melhor para o restante da sociedade e impor, não importando a que custo, as sua doxas como se fossem verdades absolutas.
É a esquerda com sua índole extremamente autoritária, que já deveria ter sido enterrada de uma vez por todas, posto que sua ideologia está completamente apodrecida a ponto de já se sentir o seu mau cheiro, que insiste nesse discurso retrógrado do politicamente correto, dos tais “temas transversais”, tudo sob uma roupagem de fingida inocência e desejo de proteger os menos favorecidos, quando na verdade o que ela quer é valer-se do Estado, passar por cima da Constituição para ditar a sua vontade e impor aos demais o que é bom, e o que não é, o que se deve pensar, defender e o que não se deve, como se ela (esquerda) não fosse composta do que é: gente indecente, desonesta, que não poupa esforços para viver às custas de quem produz, de quem trabalha, e então cria esses discursozinhos vagabundos que mais avilta do que defende, posto que impede que as pessoas enxerguem o caminho que elas mesmas precisam e devem escolher para continuar evoluindo.
Maldita esquerda que mais não faz a não ser manter o homem no seu estado da mais absoluta ignorância, impedindo-o de fazer ele próprio as suas escolhas, de aperfeiçoar o seu caráter optando por aquilo que lhe pareça melhor.
Parabéns Reinaldo Azevedo!!!
bpistelli
-16/03/2011 às 18:31
O governo quer na verdade colocar na cabeça das pessoas que o politicamente correto é ter a mesma opinião dos governantes petralhas em assuntos sociais e políticos, o mesmo artigo proíbe a constituição de partidos declaradamente de direita política por contrariar este artigo constitucional.
O Democratas já “jogou a toalha” e até se diz ser um partido de esquerda ( centro-esquerda ) pois o centro é um ponto de singularidade, o zero e quem é contra o estado obeso e a burocracia, o corporativismo de entidades como sindicatos, a UNE ( hoje simplesmente vende carteirinhas para estudantes pagarem meia entrada de cinema e ônibus ).
a OAB , CUT e os poderes da república são mestres na arte de defesa do politicamente correto, a curto prazo se alguém falar “viado” com outra será tratado como nazista ,pois desrespeitou os homossexuais e conheço muitos e até eles xingam outras pessoas quando bravos de viado.
Garotas de programas eu também conheço ( em número muito maior ) e quando elas se descabelam e brigam, chamam a outra de ” sua filha de uma P*** , e elas são o que???
Menina
-16/03/2011 às 18:22
Perfeito Reinaldo!! Nunca antes neste país um partido político conseguiu dividir tanto a população como o PT e suas hienas. Não dá nem para assistir a TV aberta ou filmes nacionais, que lá vem um sermãozinho de desfavorecidos, oprimidos, dívida histórica, blá blá blá. Estou com refluxo demagogico, nem suporto ouvir mais esses INTECTUALÓIDES NOJENTOS, que na verdade estão ali porque ganham uma grana em cima de uma massa de imbecis úteis e arrecadam votos pela “causa”, qualquer que seja. E ainda tem uns chatos que se acham acima de críticas e sem o menor bom humor, repreendem até piadinhas. Ah vão se lascar!!
Um NÃO bem grande só pela encheção de saco.
Esperança
-16/03/2011 às 17:56
Tiro no pé – Quem faz um político? Independentemente do cargo, um político depende de maneira visceral de sua assessoria. Uma informação errada ou distorcida passada por um assessor é suficiente para arruinar a carreira nem sempre louvável de um político. Um dos bons e mais recentes exemplos dessa dependência atende pelo nome de Luiz Inácio da Silva. Nos primeiros meses de seu mandato de estreia, Lula ainda atendia aos apelos do marqueteiro Duda Mendonça. À medida que ganhava intimidade com o poder, o então presidente abandonou os discursos pré-produzidos e passou a falar de improviso. E nesse quesito o pífio e galhofeiro histórico de Lula fala por si só.
O mesmo acontece com a presidente Dilma Rousseff, que evita as aparições públicas por conta de uma maneira pouco diplomática de referir aos seus interlocutores, mas que seus aduladores preferem afirmar que se trata de um estilo mais reservado da inquilina do Palácio do Planalto.
Na entrevista que concedeu à apresentadora Hebe Camargo, agora na RedeTV, a presidente cometeu uma enorme gafe ao relatar seus sonhos de menina. Disse Dilma à apresentadora que quando criança queria ser bombeira ou bailarina, mas que com o passar do tempo evoluiu. Ou seja, para Dilma Rousseff bombeiro e bailarina são profissões de pessoas menos evoluídas, para não falar em involução.
Quando nos referimos à presidente Dilma como “neopetista”, muitos são os que torcem o nariz para tal citação. Na verdade, Dilma Rousseff é considerada uma cristã nova no PT, pois sua estreia legal na política nacional se deu através do PDT, partido a que foi fiel durante alguns anos. Quando ainda estava casada com o deputado gaúcho Carlos Araújo, a outrora dona de casa Dilma participava muito discretamente dos rega-bofes políticos organizados pelo marido em Porto Alegre. Em suas parcas incursões, Dilma sempre usou o termo “essa gente” para fazer referência aos petistas.
Para quem chegou ao Palácio do Planalto sob a bandeira do Partido dos Trabalhadores, insinuar que bombeiro e bailarina são profissões de pouca evolução é no mínimo heresia. Mas há quem diga que cada povo tem o presidente que merece. Os bombeiros e as bailarinas já acham que não.
Esperança
-16/03/2011 às 17:53
Aos amigos tudo – Quando vestiu a fantasia de Messias dos trópicos, o então presidente Luiz Inácio da Silva tratou de encomendar aos seus marqueteiros um slogan para o seu governo. Eis que surgiu “Brasil, um país de todos”. Acontece que nas entranhas da realidade cotidiana uns são mais iguais que os outros.
Longe das benesses oficiais desde que teve rejeitado um pedido para captação de patrocínio com isenção fiscal, em 2008, a cantora Maria Bethânia viu o seu nome pulular nas redes sociais nesta quarta-feira (16) por conta de algo no mínimo abusado. A cantora conseguiu junto ao Ministério da Cultura, comandado pelo também baiano Juca Ferreira, autorização para, com base na Lei Rouanet, captar R$ 1,3 milhão para a criação de um blog, “O Mundo Precisa de Poesia”, dedicado às rimas e estrofes, de acordo com a jornalista Monica Bergamo, da “Folha de S. Paulo”.
A área técnica do Ministério da Cultura rejeitou o pedido, mas o então ministro Juca Ferreira se valeu do peso da própria caneta e atendeu o pleito da conterrânea. O tal blog trará apenas um vídeo por dia, com Maria Bethânia interpretando grandes obras da literatura, sob direção de Andrucha Waddington.
A reportagem do ucho.info entrou em contato com a assessoria do Ministério da Cultura para saber se diante da polêmica haveria qualquer manifestação por parte dos integrantes da pasta, mas a informação é que não há ainda decisão a respeito. O jornalista Gilmar Corrêa, responsável pelas operações do ucho.info em Brasília, encaminhou ofício ao Ministério da Cultura, de acordo com orientações da própria assessoria ministerial, mas a nossa expectativa em relação a uma possível resposta é quase nula, pois por enquanto continua sendo extremamente difícil explicar o inexplicável.
Considerando que criar um blog com vídeos sobre poesias não consome tamanha fortuna, é absolutamente viável imaginar que o apoio de Dona Canô, patriarca da família Veloso, à então candidata Dilma Rousseff não foi em vão, enquanto o filho, Caetano, reforçava a campanha da candidata Marina Silva. Assim como surtiu efeito o apoio do cantor e compositor Chico Buarque, que viu sua irmã, Ana de Hollanda, chegar ao Ministério da Cultura. E se Ana de Hollanda não vetar a benesse concedida a Maria Bethânia, pode-se dizer que o Brasil foi transformado em uma irreversível baderna vermelha.
anonimo
-16/03/2011 às 17:20
Somos TODOS iguais perante a lei.
Ponto final.
Elvis Trivelin
-16/03/2011 às 16:39
É um grande problema de nosso tempo. As categorias estanques (o negro, o índio, a mulher, o sujeito com unha encravada no pé, etc.) têm criado uma forma de ver a Justiça completamente distorcida e causado a deterioração da própria concepção de Democracia.
Desde uma delegacia de polícia da mulher até uma manifestação de classe média, os vilões e os coitados estão escolhidos. Não queira ter olhos claros nem ser homem em certas circunstâncias. Naturalmente, você será rico e cafajeste na cabeça de tanta gente e até de juizes.
A estupidez e a demência desses clichês vagabundos aplicados em todos os âmbitos de nosso cotidiano têm levado nossa Educação aos níveis ridículos que se constatam a cada novo exame e ranking internacionais.
À crise no Judiciário, precede uma crise do pensamento, como também atesta Olavo de Carvalho.
Simplesmente não entra na cabeça dos tomados pelo espírito paternalista do politicamente correto que a Democracia não pode admitir qualquer forma de proteção a um grupo destacado como especial, por sei lá quais razões, em nome de uma solidariedade (o coitadismo que deteriora homens em quase-homens sem que estes protegidos percebam).
Além disso, impor o ônus da compensação de uma sociedade do passado (escravista) a uma do presente (há tempos, democrática) é simplesmente uma aberração lógica, uma afronta àqueles que pagam impostos escorchantes e vêem o retorno de seu dinheiro revertido para um grupo X ou Y.
Já vi absurdos tais em que, dois concorrentes de faculdade eram muito pobres (o branco até mais) e um ficou de fora por não ser atendido pela política de cotas.
É o ridículo levado a sério e transformado em Leis. Enquanto isso, os políticos mais picaretas que atendem a essa lógica, quase sempre políticos do PT, se projetam e até ganham ministérios – e vomitam esses tais programas de inclusão realizados por gente que consegue a pérola de reconhecer diferença entre um crime praticado por um pobre e um crime praticado por um rico, não raro, defendendo o primeiro e condenando à morte o segundo. E assim, o MST, de movimento político mulambo, em que 90% dos integrantes sequer sabem manusear uma enxada e com práticas de banditismo, deixa de o ser para ser convertido em movimento por uma sociedade justa.
Na linha desses pervertidos, a sociedade lentamente se desagrega. Criaram os gays e os gays já são perseguidos nas ruas. Criaram os índios e eles já foram queimados em praça pública. Criaram os negros e o preconceito que deveria diminuir (em suas cabeças) só aumenta. A solução não é reforçar diferenças, mas sim tratar os diferentes como partes iguais de uma comunidade de destino regida pela Democracia.
É uma época em que estão mais fortes que nunca, os estelionatários intelectuais e os inocentes políticos. Os primeiros utilizam os segundos como massa de manobra. E como diz o velho ditado: Quando o bobo nasce, o esperto bate palmas!
Esse é o Brasil do PT.
mazé
-16/03/2011 às 16:37
Inspiradíssimo post, Reinaldo! A maioria da nossa população alfabetizada ( os outros são mais massa de manobra ainda!), está vivendo este nosso tempo como avestruz que enfia a cabeça no buraco ou, pior, adotando um pensamento e uma fala aparentemente corretos que escondem as próprias frustrações e/ou divergências com o cotidiano real: uma instabilidade que se resolve em violência interna e externa. Há um medo generalizado de SER coberto por uma fantasia de NÃO alterar o estabelecido. Estabelecido POR QUEM, cara pálida? Este governo que aí está e seus marqueteiros, assim como a televisão e a imprensa cooptados, sacam esta tibieza e abusam dela em nome da ideologia que professam, e na qual se insere esta bobagem do “politicamente correto”, ditando regras de comportamento individual, invadindo o discernimento das pessoas. Nós, os lúcidos, exigimos “segurança para dizer NÃO… e o direito de a minoria expressar a divergência” SEMPRE, como salvaguarda a nossa Constituição Federal.
Lobo Guará
-16/03/2011 às 16:34
Texto simples e brilhante sobre democracia e igualdade!!!Parabéns!!!!
Eidia Dias
-16/03/2011 às 16:33
“Maria Bethânia ganha aval do Ministério da Cultura para captar R$ 1,3 milhão para blog”
Por falar no sagrado direito de dizer “não”, taí mais uma oportunidade.
http://www.oquevivipelomundo.blogspot.com
Sta Vana de Sófia.
-16/03/2011 às 16:33
Vá lá Reinaldo e detone com essa hipocrisia. É insuportável essa patrulha formada por imbecis ideológicos. Como disseram certa vez: “enquanto estiverem protegendo a viadagem tudo bem, o medo que dá é que se torne obrigatório.
Só falta isso.”
Brasiliano (ES)
-16/03/2011 às 16:28
Os boçais são criativos, conseguiram que os brasileiros fossem desiguais… Perante a lei! Lembrei-me da piada. A professora pede aos alunos que escrevam uma redação na qual constem três temas: religião, nobreza e política. Um garotinho faz a composição em dois minutos e a entrega à docente. Estava escrito: “Meu Deus, disse o rei, roubar é bom demais”. O Brasil está cheio de cabecinhas como a do menino da anedota. Pelos miolos dessa gente só passa o que não presta. Confesso que tinha até uma leve esperança que o eleitorado fosse fazer uma faxina na politicalha. Mas, não fez; até aumentou o lixo dos que se lixam. Estão aí de volta réus acusados de corrupção passiva, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, peculato e procurados pela Interpol. Considero missão impossível explicar o óbvio para cleptolulloesquerdopatas. A ignorância está em vigência “nestepaíz”.
TITO
-16/03/2011 às 15:40
O ACESSO A FALA DO BOLSONARO :
http://www.youtube.com/watch?v=gNJKLCPrT4
Henrique
-16/03/2011 às 15:39
Não acho q a lei q criminaliza a homofobia mudaria alguma coisa.
A própria lei anti-racismo já abarca, segundo a doutrina e jurisprudência atuais, os crimes de preconceito correlatos como: preconceito por procedência regional, antissemitismo, homofobia etc.
TITO
-16/03/2011 às 15:34
PREGANDO NO DESERTO
Quando minorias são transformadas em maiorias com o apoio incondicional do governo e os meios de comunicações como se tudo fosse absolutamente normal…
Interessante o ator Rafael Bardem trocou um beijo com outra celebridade (numa brincadeira,até porque ele está muito bem casado com a encantadora e talentosa Penélope Cruz) na apresentação do Oscar em Holywood as imagens não foram ao ar.A própria imprensa por aqui publicou a cena,com um ar de indignação !!!
Por aqui a Globo se esforça para levar o primeiro beijo gay da tv brasileira,não há uma novela em qualquer horário, que não tenha o seu núcleo gay como se fosse absolutamente normal.Parece que a teledramaturgia parou nisso.O Paulo Francis já disse que não tinha nada contra quem quer soltar o rabicó, mas isso não implicava que ele devesse concordar.Se vivo ainda fosse o Costinha hoje estaria preso,pois a sua especialidade era fazer piada de bicha.
Eu tô pouco me lixando para o “alinhamento social” do pensamento único,querendo nos impor o que se acha correto ou incorreto.Ainda vivemos sob os princípios de um estado de direito, incritos na Constituição Federal !
Vamos lá Bolsonaro, mete a boca no trombone !!!!
http//www.youtube.com/watch?v=iR3Psg3Gglg
Noach
-16/03/2011 às 14:49
Quando no comentário anterior falei que Reinaldo era do BEM, e que isso não era um elogio, quis dizer apenas o seguinte: Que alguém não precisa ser elogiado por seus esforços, pois, a escolha em si ja merece toda atenção e mostra o que cada um decidiu ser ou fazer.
No caso do sr. Reinaldo Azevedo, não me resta a menor dúvida que é uma pessoa que emana LUZ. Portanto, uma pessoa do bem.
ricardo
-16/03/2011 às 14:38
aquele Moreira Leite vai estar por la? peloamordedeos!!!! o cara acha que agora nos estamos financiando Harvard, usando o mesmo tom debochado que os “novos ricos” - de dinheiro e muito mais de ignorância - usam para dizer que agora emprestamos dinheiro ao FMI…
Estudante
-16/03/2011 às 14:32
Ao Reinaldo Azevedo.
Difícil tecer comentário sobre este texto incrível e assustador. Considero Reinaldo Azevedo o cara mais inteligente do Brasil. Quem mais poderia escrever um texto com essa profundidade e clareza? E o mais incrível é que deve ter sido escrito em intermináveis… Cinco minutos. O texto já está devidamente salvo.
Ao Aprendiz de Lógico:
Gostei dos comentários sobre “justiça social” ali embaixo. Parabéns. Salvei e vou ler de vez em quando.
j.a.mellow
-16/03/2011 às 14:30
Muito bom, meu caro Reinaldo! Ainda mais considerando-se nas mãos de quem ficariam essas considerações.Não existem meios possíveis de se proibir o pensamento o que o Caetano já dizia com o “é proibido proibir”: É pensamento puro.
O que podemos e temos obrigação de fazer como sociedade organizada, são, evitarmos os desdobramentos disso aí. Nós, no nosso recinto particular, nas nossas religiões nos nossos clubes podemos impor regras para inclusão ou não, de qualquer tipo. O que?
Tudo. Contanto que isso não venha a prejudicar ninguém.
Aqui na Bahia temos um bloco de carnaval afro, o Ilê Aiê que não admite brancos no seu quadro de componentes. E daí?
Agora vamos para o pior: Com a proibição da proibição vamos ver acontecer os mais absurdos usos, disso aí, com o fim único de agressão e de demonstração de poder de algumas “chamadas minorias” como tem sido o caso de manifestações de falta de pudor em público de homossexuais e outras classes agora também fazendo parte do mesmo grupo, e também de criminalização por repressão tipificada como discriminatória pelo simples fato do mesmo pseudoprejudicado pertencer a algumas daquelas classes consideradas. E, pelo visto não parece que vai parar por aí, pois estão se criando mais elementos considerados fora do “padrão normal”. Qualquer que seja o motivo gerado para não se admitir abusos de qualquer tipo, de uma simples demissão ou de um impedimento para acesso, sempre vai ser colocado o ato discriminatório como gerador.
Além disso, como conhecemos o comportamento humano, ninguém quer se sentir como coitadinho, mas todo mundo quer ser rotulado de esperto, não é mesmo? Tirarão estes, proveito disto, portanto, ficando o ônus e a rotulagem inversa para os que têm caráter e personalidade formadas, o que aliás, nisto, na melhor formação do individuo, o Estado se esquiva de atender.
margot
-16/03/2011 às 14:08
UAU, Reinaldo!
Cometo o pecado (capital) da inveja, cada vez que vc me apresenta um texto tão eloquente e de linguagem escorreita, como este. Gostaria que este texto chegasse a cada brasileiro que se distingue pela coragem de DIZER NÃO à socialização da miséria, corrupção e cultivo às diferenças de classe e a toda forma de ideologia que oprima o cidadão.
Tenho certeza que sua fala fará a diferença no Seminário!
Perseus
-16/03/2011 às 13:58
BOA ! Tio Rei, manda ver. Sucesso. Vigor. Você é uma luz a brilhar nas trevas.
Clio
-16/03/2011 às 13:52
Reinaldo, fora de pauta por falta de lugar adequado. Estou ficando maluco ou um certo ex-jornalista ficou exultante com a ação de criminosos em um restaurante em S.Paulo? O que esse sujeito está querendo? Lembro que ele ficou entusiasmado no passado com a sua doença. Precisou se desculpar pela indelicadeza. Parece que não se emendou. O que ele quer? “Ação Direta”?
Brasileiro de saco cheio com o pt
-16/03/2011 às 13:19
Mauro estou com Vc, com Reinaldo e com os Leitores de Bem e do Bem é Claro…
Ético
-16/03/2011 às 12:34
A vaca já foi pro brejo há muito, desde o momento em que os petralhas assumiram o poder.
Poucas são as vozes que se insurgem contra o tema levantado.
Parabéns mais uma vez, reinaldo.
De minha parte, estou pouco me lixando para o tal de “politicamente correto”…………
Luciano Rodrigues
-16/03/2011 às 12:21
“A segurança para dizer ‘não’ é que distingue os regimes”, mas a coragem para dizer não é que distingue os bravos! Mesmo em regimes onde não haja segurança em dizer “não”.
Fábio de Carvalho Pereira
-16/03/2011 às 12:05
Direito restrito a cotas raciais é um a piada de mau gosto. É o princípiop do Caos. Essa estórinha dita pelos que as defendem de “…corrigir erros históricos…” é muito óleo de peróba.
Se for assim, como os índios foram prejudicados antes dos negros, o correto seria que todos os índios colocassem o homem branco no paredón. Começando pelos entusiastas dessas ideias.
Maria
-16/03/2011 às 12:04
Off Topic, Reinaldo por favor comente o assunto.
16/03/11 - 10h31
Publicado Por: Mariana Riscala
Minc autoriza e Bethânia busca R$ 1,3 mi para blog
Ideia da estrela é gravar vídeos em que ela interpretará grandes obras
FÁBIO GUINALZ/ AGNEWS
A cantora Maria Bethânia foi parar nos Trending Topics do Twitter, que são os assuntos mais falados do microblog, na manhã desta quarta-feira. O motivo é que a artista conseguiu uma autorização do Ministério da Cultura para captar R$ 1,3 milhão para criar um blog, o que teria provocado polêmica entre os usuários.
De acordo com informações do jornal Folha de S.Paulo, o projeto se chamará “O Mundo Precisa de Poesia” e pretende trazer vídeos da cantora diariamente interpretando grandes obras.
Ainda segundo a publicação, a direção dos 365 vídeos seria de Andrucha Waddington, que falou à Jovem Pan recentemente sobre o seu novo filme “Lope” (aqui) .
O jornal ainda lembrou que Maria Bethânia já havia se envolvido em uma outra polêmica, quando teve negado pelo ministério o pedido de captação de R$ 1,8 milhão para fazer uma turnê. Na época, o então titular da pasta, Juca Ferreira, só autorizou R$ 1,5 milhão. Mesmo assim é bastante, não?
Cactus
-16/03/2011 às 11:54
Os esquerdopatas se escondem em palavras que geralmente significam muitas coisas mas no fundo não significam nada, por exemplo: CIDADANIA - é simplesmente um adjetivo de cidadão, porém para eles significa uma lista de atitudes, se perguntar cada um tem a sua lista (imagina se juntar todas), a palavra correta deveria ser educação - aquela que deveríamos obter em casa e não através de professores que eles insistem em chamar de educadores - palavra esta que eles abominam. POSITIVO - tentam nos impor que o que dizem é positivo, quando quem deveria decidir se realmente é seríamos nós. COMUNIDADE - é uma entidade filosófica que não tem limite, o limite depende do parecer deles, dando a impressão de grandeza e de gente de bem, por exemplo, uma favela, todos sabem onde começa e onde termina (sendo os seus moradores estão fora da Lei, pois as casas são irregulares, houve invasão de terreno alheio, fica difícil considerar gente de bem nestas condições), já a comunidade ninguém sabe, são os moradores, são as ONGs, são “amigos” que frequentam, se houver policial estabelecido ali, não faz parte da comunidade, se alguém tiver idéias contrárias aos seus ideais pode ser considerado fora da comunidade, assim por diante. CONSOLIDADO - usam em demasia este termo quando não querem explicar nada. ÉTICA - Tentam nos enfiar goela abaixo um monte de normas e conceitos que eles acham correto, cujos eles podem julgar, confundindo e até entrando em atrito com a Lei, bastaria aplicar a Lei, mas inventam a ética médica, estudo da criança e do adolescente e por aí vai. PRECONCEITO - quando não tem mais argumento dizem que você é preconceituoso, discutem esse tema na escola como discutem a ética, temas controvérsos que não se chega a um denominador comum, já que o que é preconceito para mim pode não ser para você, o mesmo acontece com a ética. Enfim, existem outras tantas.
André Mendonça
-16/03/2011 às 11:44
Enquanto os deputados abriam a 17ª legislatura e definiam a composição da nova direção da Mesa Diretora da Assembleia, na tarde desta terça-feira (15/03), um homem resolveu tirar a roupa para protestar contra a corrupção política, e caminhar nu em frente ao prédio do Parlamento Paulista. Por volta das 18h, os parlamentares ainda terminavam a votação do comando da Mesa Diretora, quando o manifestante parou em frente ao Legislativo. Deparou-se com um grupo de pessoas que usavam uma placa e uma réplica de caixão para protestarem contra eventuais práticas ilícitas de um ex-prefeito do interior paulista.
O homem, que aparentava ter idade na faixa dos 30 anos, passou a se despir, tirou inclusive a aliança de casado, jogou-os na calçada da Assembleia, e gritou: “Eu não aguento tanta roubalheira”. Neste instante, dois policiais militares que fazem a segurança da Assembleia andaram em direção ao homem nu para lhe impedir entrar no prédio, porém, não o detiveram.
Mauro
-16/03/2011 às 11:28
Espero que essas informações cheguem às pessoas adeptas do “sim” politicamente correto. “Seja o “sim” sim e o “não” não … o que for diferente disso é do malígno. Palavras não decoradas do Evangelho de Jesus Cristo.
Boa sorte grande jornalista!
claudio bulgarelli
-16/03/2011 às 11:25
meu caro Reinaldo,antigamente eles eram chamados de veados,porque faziam o que outros nÃO FAZIAM,hoje querem ser chamados de homo,antes se escondiam hoje se apresentam à sociedade beijando-se em publico lascivamente causndo asco aos que assistem,UMA VERGONHA,e tem pai que apoia este tipo de procedimento do filho{homem}o que não apoiaria da filha?e nós que nos indiguinamos adiquirimos uma doença chamada homofobia que segundo eles,temos que ser extirpados do planeta,eles nos chamam de machão,mas nós não podemos chama-los de bicha
caito
-16/03/2011 às 11:19
Parabéns Reinaldo ,você hoje é uma das vozes mais lúcidas deste marasmo hipócrita que se tornou a imprensa brasileira, por seu portugues e idéais impecáveis e, sua luta diária pelos direitos individuais e de nossa constituição.Parabéns por sempre representar o cidadão brasileiro sedento de justiça e democracia.
Aprendiz de Lógico
-16/03/2011 às 10:52
APELO AOS LEITORES DO BLOG:
Peço aos leitores do blog que concordam com os 3 textos que postei abaixo (neste artigo), principalmente aos que estudam ou trabalham na área de humanas, em especial com o Direito, que os copiem e os enviem por e-mail aos seus colegas de curso ou trabalho.
Enfim, peço-lhes que adiram desse modo à campanha:
PELA LIBERDADE INDIVIDUAL, DIGA NÃO À “JUSTIÇA SOCIAL”!!!!!!
Meta: desconstruir em pouco tempo o que o gramscismo construiu em 30 anos. Abrir as mentes de parte dos robôs que são formados dia-a-dia já é um bom começo. “Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”.
Desde já agradeço.
Anouk
-16/03/2011 às 10:43
Reinaldao,
Uma ótima viagem e sucesso no seminário.
Célia
-16/03/2011 às 10:31
É isso aí, Reinaldo. Claríssimo como sempre.
Vá dar a sua contribuição no Seminário e depois divulgue os resultados aqui, tá bem?
Sam Spade
-16/03/2011 às 10:26
Reinaldo Azevedo, uma mente brilhante…
marcos costa leite
-16/03/2011 às 10:25
Enquantos nós vivemos de maneira clara e honesta,
outras não conseguem. LEIAM E PASMEM
A cantora Maria Bethânia conseguiu autorização do Ministério da Cultura para captar R$ 1,3 milhão e criar um blog.
A ideia é que o site “O Mundo Precisa de Poesia” traga diariamente um vídeo da cantora interpretando grandes obras.
A direção dos 365 vídeos seria de Andrucha Waddington.
Há três anos, Bethânia se envolveu numa polêmica ao ter um pedido de captação, de R$ 1,8 milhão para uma turnê, rejeitado pela área técnica do ministério.
O então titular da pasta, Juca Ferreira ignorou o parecer e autorizou a captação de R$ 1,5 milhão.
A informação é da coluna Mônica Bergamo, publicada na Folha desta quarta-feira (16). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.
José do Rêgo
-16/03/2011 às 10:22
CERTEZA de que?… Vivemos num BRASIL de incertezas. O EXECUTIVO está cheio de corruptos, todos processados, FICHAS SUJAS. O LEGISLATIVO está cheio de corruptos, todos processados… FICHAS SUJAS. O BRASIL tornou-se um paraiso para os ladrões de casaca. Em quem confiar?… A educação vai de mal a pior, os analfabetos multiplicam-se e as esmolas são distribuidas com o suor de brasileiros trabalhadores. Esse é o BRASIL, o pais onde a INCERTEZA dita as normas dos enganadores.
Eduardo
-16/03/2011 às 10:11
Oh Reinaldo, sempre nos iluminando. Acho que você percebe que vai nos deixar por algum tempo e parece-me que capricha ainda mais nas palavras e frases. Esta, deste post, achei sensacional:
“…nas ditaduras, também é permitido concordar. Pode-se dizer “sim” em Nova York, em Trípoli e em Pequim. A segurança para dizer “não” é que distingue os regimes.”
Reverência a você….
Rods
-16/03/2011 às 10:02
REI.
TIRANDO VC E O LEANDRO NARLOCH, QUE JUSTIFICARIAM MINHA IDA, CASO PUDESSE, O RESTO, AO QUE ME PARECE, SERIAM AGENTES DE DESINFORMAÇÃO.
O MARCELO TAS ESTÁ MAIS PARA FANFARÃO DO QUE PARA UM CRITICO SEVERO DAS ESQUERDAS E DO POLITICAMENTE CORRETO, CASO CONTRÁRIO NÃO ESTARIA NUMA REDE LACAIA, FAZENDO UM PROGRAMINHA QUE PRIMA PELA BUFONARIA.
Rods
Aldo Matias Pereira
-16/03/2011 às 10:01
Reinaldo,
Sinceramente lhe desejo sorte nessa participação. Não sei quem serão os demais debatedores mas, não tenho dúvidas, você vai ter de amargar a ironia dos corruptos, a maledicência dos desonestos, a prepotência dos que se acham mais preparados que qualquer outro e aptos a resolver os problemas do mundo. Você experimentará também a dificuldade de ser ouvido porque tentarão, por todos os meios, desqualificar seu pensamento. Mas, você tira essa choldra de letra. Boa sorte!
Anônimo
-16/03/2011 às 9:57
Que Deus te ilumine. Depois nos conte tudo tá???
aNTONIO
-16/03/2011 às 9:56
AGORA É MODA : O ERRADO É QUE ESTA CERTO !
Gatusso
-16/03/2011 às 9:44
Parabéns pelo texto, caro Rei. Concordo com você desde o principio até o fim.
Robes Mendes
-16/03/2011 às 9:40
Esta é, hoje, a grande questão p/ nós brasileiros: a defesa da nossa liberdade!
Além de ter contribuído, em muito, p/ agravar velhos problemas-segurança, saúde, estradas, portos, gigantismo estatal, corrupção,empreguismo, gastança etc-, os 8 anos de gov Lula-Dilma criaram um novo e grande tormento p/ nós: uma crescente ameaça à nossa liberdade.
Já não temos a garantia de um poder judiciário independente, a polícia federal parece ser hoje apenas um instrumento a serviço de um partido político, o Congresso atua como mero serviçal do governo, boa parte da imprensa demonstra uma vergonhosa submissão ideológica e/ou financeira ao gov., as agências controladoras, sindicatos, fundos de pensão e ONGs são meros departamentos dos partidos que compõem o governo…. Até as grandes empresas privadas sofrem ingerência direta do governo/partido.
Falta muito pouco para nos considerarmos sob uma ditadura. Falta muito pouco p/ o Big Brother assumir o controle total .
Gatusso
-16/03/2011 às 9:35
Bom dia amigos. Os convido a votar pelo melhor do mundo:
http://www.whopopular.com/Reinaldo-Azevedo
2015
-16/03/2011 às 9:31
Off topic - Fato inusitado.
Perguntei ao meu interlocutor ontem no avião antes de começarmos a falar de política:
- Você é petista?
- Sim.
- O que está achando de nossa presidenta?
- Não disse a que veio até agora…
- Você achava que ela ia fazer alguma coisa diferente?
- Não sei, votei no SERRA!
- Você é petista e votou no Serra???
- Só voto nos melhores, independentemente do partido.
Dá pra acreditar?
Angelo
-16/03/2011 às 9:27
Senhores,louvavel seu tema,mestre,esse direito sagrado,de
dizer”Não”,deve sempre prevalecer,quando as “inteligências”
contrárias ao bem comum tendem a ser impostas.!!!!!!
Aprendiz de Lógico
-16/03/2011 às 9:14
SOBRE O RISCO DO ADJETIVO “SOCIAL”
Evitem falar ou escrever o adjetivo “social” (função social, preocupação social, questão social, consciência social, atividade social, responsabilidade social, trabalho social, movimento social, igualdade social, desigualdade social, justiça social, etc). Este adjetivo é a palavra mágica usada pelo gramscismo para hipnotizar as consciências e conduzi-las à aceitação das propostas coletivistas. Só o utilizem quando não houver possibilidade de não fazê-lo.
A linguagem recheada de signos que remetem ao coletivismo é uma das técnicas usadas pelas esquerdas para conquistar a hegemonia cultural e política.
PELA LIBERDADE INDIVIDUAL, DIGA NÃO À “JUSTIÇA SOCIAL”!!!!!!!!!!!!!
Aprendiz de Lógico
-16/03/2011 às 9:13
“Justiça social” é uma expressão oca e sem sentido, além de geradora de injustiças reais individuais. Justiça real, autêntica, é dar a cada um o que lhe é devido, segundo o mérito (recompensa) e o demérito (punição) de cada um. “Justiça social” é uma locução inventada por influência do esquerdismo, como sinônimo de “igualdade social” que, por sua vez, tem sido usada como eufemismo para “socialismo”.
Acreditar em “justiça social” é apoiar, consciente ou inconscientemente, o socialismo, o comunismo.
Estudantes e profissionais sérios do Direito, não se deixem enganar com esse palavrório dos esquerdistas inimigos da liberdade individual!!!
Digam não à “justiça social”!!!!!!
Está lançada a campanha:
PELA LIBERDADE INDIVIDUAL, DIGA NÃO À “JUSTIÇA SOCIAL”!!!!!!
PROCUREM E LEIAM:
A Miragem da Justiça Social (The Mirage of Social Justice), de L. A. VON HAYEK, publicado em 1976. Demonstra que a noção de justiça social não tem sentido numa ordem espontânea, sendo uma justificativa para a demanda de grupos particulares.
Flavia
-16/03/2011 às 9:08
Tio,
você me faz às 10 da manhã!!! Debate no Instituto Millenium!!!
Hahahahaha
Ah! Tio, bem que você podia fazer sua bondade semanal convidando o Augusto Nunes (seu vizinho de mesa na Vejona) pra participar desse… debate. Cumé que o Instituo Milenium de FHC deixa de fora do seu conselho um cara da estatura dele.
Aprendiz de Lógico
-16/03/2011 às 9:04
A “EDUCAÇÃO” NO BRASIL NA ÁREA DE HUMANAS, DESDE O ENSINO FUNDAMENTAL,TEM SERVIDO APENAS PARA DESPERTAR NOS MAIS POBRES O ÓDIO DE CLASSE E NOS MAIS REMEDIADOS, A CULPA DE CLASSE.
E ESTÃO COMETENDO ESSA BARBARIDADE EM FUNÇÃO DA CONSTRUÇÃO DE UM REGIME TOTALITÁRIO JÁ TESTADO E REPROVADO NO SÉCULO PASSADO.
OS CURSOS JURÍDICOS, DEPLORAVELMENTE, NÃO FOGEM A ESSA REGRA PERVERSA, QUE SE APRESENTA COMO HUMANISTA.
O gramscismo no Direito brasileiro
A par do uso demasiado da expressão vazia “justiça social” e da crescente influência, sobre os operadores do Direito, das filosofias jurídicas de inspiração marxista, como as do Direito Alternativo (teoria dialética do Direito, Pluralismo Jurídico e teoria crítica do Direito ou do Direito achado na rua) e as de Norberto Bobbio e John Rawls, que procuram conciliar princípios do liberalismo com princípios coletivistas (conciliar liberdade individual com igualdade material), o gramscismo jurídico brasileiro também tem-se valido do uso do chamado neoconstitucionalismo em oposição ao juspositivismo.
O neoconstitucionalismo (ou pós-positivismo), acolhido pelo constitucionalista esquerdista português José Gomes Canotilho, cuja influência no Brasil é grande, parte do pressuposto de que as normas constitucionais, sobretudo as principiológicas e as programáticas, teriam força obrigatória que as fariam exigíveis aos seus destinatários, a ponto de, com fundamento nelas, o Judiciário possa, no uso da prerrogativa de controle de constitucionalidade, suspender a eficácia de regras infraconstitucionais que entenda com aquelas colidentes.
Demais disso, o neoconstitucionalismo advoga uma nova hermenêutica constitucional, voltada a dar mais efetividade aos princípios e programas da Constituição, e dotada dos seguintes princípios interpretativos: princípio da unidade da Constituição; princípio do efeito integrador; princípio da máxima efetividade; princípio da conformidade funcional; princípio da concordância prática; e princípio da força normativa da Constituição.
Pois bem. Com a utilização dos princípios da máxima efetividade e o da força normativa da Constituição, tem-se produzido cada vez com mais frequência a consequência jurídica mencionada no segundo parágrafo. Como tais normas principiológicas e programáticas contêm uma carga axiológico-política maior que as simples regras e são mais conceitualmente abertas, torna-se mais fácil interpretá-las ideologicamente, submetendo-se o direito positivo constitucional (as regras constitucionais, que são postas abaixo dos princípios ideologicamente interpretados) e infraconstitucional a um maior controle político-ideológico judicial.
Outra regra hermenêutica muito usada pelos neoconstitucionalistas é a da ponderação dos princípios (ou valores) constitucionais quando em conflito, segundo a qual um dos princípios há de ceder passo, no caso concreto, a outro – embora conservando seu núcleo. O exemplo mais utilizado é o do conflito entre o princípio da liberdade de expressão e informação e o da privacidade, em que ora um prevalece sobre o outro, conforme o caso.
A ponderação também vem sendo usada aqui com fins ideológicos, sobretudo em prejuízo das garantias individuais, de matriz liberal, para favorecer teses socializantes. Exemplo: relegar o princípio da isonomia jurídica a um segundo plano diante do princípio da “dignidade da pessoa humana” (já submetido a uma ressemantização ideologizada), encartado no artigo 1º, III, da Carta Política, como um dos fundamentos da República; e ante os objetivos fundamentais da República de “erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais” (art.3º, III, da CF). Neste último caso, submetendo a isonomia jurídica dos cidadãos ao “primado” do propósito “maior” de combate às desigualdades sociais.
É por esses caminhos que trilham os ativistas judiciais e é esse ensinamento que vem sendo feito nas faculdades de Direito Brasil afora.
PELA LIBERDADE INDIVIDUAL, DIGA NÃO À “JUSTIÇA SOCIAL”!!!!!!!!!!!!!!!!
Pedro Barth More
-16/03/2011 às 9:04
MUITO OBRIGADO, REINALDÃO. LUZES SÃO SEMPRE BEM-VINDAS NOS DIAS ATUAIS.
TITO
-16/03/2011 às 9:00
Reinaldo,parabéns pelo post.Uma reafirmação contundente de que para a manutenção da democracia há que se manter a vigília permanente na defesa dos princípios constitucionais e que deveriam nortear as ações do governo.
Ao contrário, o lulo-petismo persegue a criação de um mundo novo com instrumentos espúrios como o PNDH-3 e suas tranversalidades obtusas para solapar o estado de direito.
Nas últimas eleições assistiu-se além do uso descarado da máquina estatal a burla sucessiva da legislação eleitoral e constitucional.
É pelos motivos elencados,que nos fazem acompanhá-lo nesse mar de mediocridade que assola o jornalismo a soldo,em que se caminha para a unificação do pensar.
Concluindo, A VERDADEIRA OPOSIÇÃO,A VERDADEIRA REVOLUÇÃO ESTÁ NA DEFESA DA CONSTITUIÇÃO E DO ESTADO DE DIREITO !
Robes Mendes
-16/03/2011 às 8:56
“(…) o problema fundamental da teoria do Estado é o problema da domesticação do poder político- da arbitrariedade e do abuso do poder- por instituições pelas quais o poder seja dividido e controlado.”
(K. Popper, em Em Busca de Um Mundo melhor”,pág 284, Martins Fontes Editora
Robes Mendes
-16/03/2011 às 8:51
“Liberdade política significa ausência de coerção de um homem pelo seu compatriota. A ameaça fundamental à liberdade é o poder de coagir, esteja ele nas mãos de um monarca, de um ditador, de uma oligarquia, ou de uma maioria momentânea”
(Milton Friedman)
Nicão
-16/03/2011 às 8:47
Hoje, no Bom Dia Brasil, da Globo, uma cena vergonhosa: O “assessor” para “assuntos” de segurança da Globo, fez uma crítica aberta à polícia paulista, fazendo uma comparação de números de assaltos com sequestros. Seriam 3000 por ano em SP contra 2000 no RJ. Pior, acusou a polícia paulista de incompetência em um caso de sequestro - não lembro do nome com que o caso ficou conhecido, mas, disse que a menina “estaria viva”, se a polícia paulista tivesse agido com mais profissionalismo. Você tem que assistir a gravação do programa (09:00h na Globo News). A vagabundagem política chegou ao estado de arte. Com uma Globo cooptada, um SBT “comprado”, uma Record “amiga”, pergunto: pra que controle da mídia?
Acho importante assistir, Reinaldão, até para enriquecer o teu debate de hoje!
hestia
-16/03/2011 às 8:29
Meu mestre,vc conquistou definitivamente seu espaço e está aí.
Fale por nós, seus leitores e admiradores.
Abraços e sucesso!
Mariazinha
-16/03/2011 às 8:02
O “politicamente correto” é um atraso para a sociedade. Depois de ler a entrevista de Walter Willians fiquei aliviada, ainda há bom senso neste mundo.
PAULO HENRIQUE VARGAS
-16/03/2011 às 6:58
Tio Rei, inclua neste debate o DIREITOS HUMANOS PARA HUMANOS DIREITOS tambem…a babaquice do politicamente correto perverteu tudo…a sociedade brasileira pode até ser obrigada a engolir sapo…mas o cidadão tem que ter o direito de discordar e de não aceitar que seu filho seja instruído com aquele KIT GAY governamental.
Cada qual com cada sua.
É só este direito que queremos ter…queremos que nosso valores morais e religiosos sejam respeitados, assim como respeitamos até babaquices como a que disse aquele cantor ex menudo que não é legal ser filho de pai que não seja gay. Tenha paciência.
Contamos com tua voz em nossa defesa.
bruno carvalho
-16/03/2011 às 5:47
Disse tudo!
Amém.