05/02/2010
às 6:45OS GAYS, O EXÉRCITO, OS PIOPIOS E AS BORBOLETINHAS…
Poucas coisas são tão detestáveis quanto o que eu chamaria de “preconceito às avessas”: a satanização de alguém por expressar uma opinião que não reflete a “doxa” de grupos de pressão. Ora, não será também essa corrente uma forma de preconceito? Preconceito aliado à covardia, já que não pode ser contestado. O politicamente correto não é só uma forma de censura. Também é uma manifestação de burrice. Por que isso?
Ontem, o general do Exército Raymundo Cerqueira foi ouvido numa comissão do Senado, indicado para assumir o cargo de ministro do Superior Tribunal Militar. E foi indagado, como se isso fosse relevante para a sua função, sobre a admissão de homossexuais no Exército. Deu a sua opinião. Só que, vejam vocês, ele não deu a “opinião certa”, entenderam? O que foi que ele disse?
“Não há compatibilidade no cargo que se exerce com o tipo de comportamento, porque tem sido provado que o individuo não consegue comandar. Comando, principalmente em combate, tem uma série de atributos e um deles é que o soldado, a tropa, fatalmente não vai obedecer. Não é que um indivíduo seja um criminoso”.
Então vamos pensar um pouco
Será que não existem homossexuais no Exército ou nas outras Forças? Ora, é claro que sim. Como existem entre caminhoneiros, jornalistas, açougueiros, médicos… Fazendo uma piada: eu diria que existem homossexuais até entre os heterossexuais! O que significa “admitir homossexuais” no Exército?
Até onde sei, as atividades da Força não são nem homo nem heterossexuais. Um médico precisa se dizer gay como médico? Ele abrirá abdômenes de forma diferenciada? O diagnóstico feito por um gay seria diferente do feito por um hétero? Acompanhemos: o que seria exatamente manifestar uma identidade homossexual nas Forças Armadas? Não tenho idéia. Nego-me a pensar nos estereótipos televisivos da bibinha saltitante de uniforme, fazendo malabarismos com um fuzil.
Suponho que os homossexuais que estão nas Forças Armadas se comportem como pessoas que integram… as Forças Armadas. Por que eles precisam afirmar diante dos seus colegas o que gostam de fazer na cama, entre quatro paredes — local que ainda me parece o mais adequado para as chamadas “questões intrafemurais”, como diria um escritor mineiro.
Se um homossexual exige a expressão da sua identidade na tropa, há que se admitir que os heterossexuais façam a mesma coisa, não? O que estão querendo? Uma tropa unida para defender o Brasil, mas dividida não exatamente pelo sexo, e sim pela prática sexual? Tenham paciência! O general está certo! O comportamento homossexual é incompatível com o Exército. E eu diria que o heterossexual também é. Isso vale dizer que ninguém está lá para afirmar a sua condição sexual.
O debate é uma estupidez, uma patranha da tolice politicamente correta. Antes que avance em algumas questões que são de ordem prática, uma historinha.
Historinha
No domingo, fui à farmácia comprar um remédio. Desnecessário dizer que o céu desabava, claro. Deu pau no sistema eletrônico da farmácia, e os clientes tiveram de esperar alguns minutos até que se arranjasse uma alternativa para registrar as vendas. Havia um casal na minha frente, homem e mulher aí na faixa dos 30 já. Nem mesmo os assistiam a graça e a irresponsabilidade adolescentes. Faziam questão de evidenciar a sua, digamos, heterossexualidade. Não descreverei os volteios de línguas expostas para não parecer obsceno.
Eu me ofendi? Eu não! Eu só me perguntava por que eu e os outros que estávamos ali tínhamos de ficar expostos àquelas cenas — que, acreditem, nada tinham de agradáveis. Se beijo fosse aquela coisa que eu via, preferiria tomar banho. O rapaz tinha uma barba hirsuta, mal aparada, nojenta, que imaginei malcheirosa por causa de restos de saliva dele e dela que lá iam se depositando, numa celebração de bactérias embaladas pela falta não de pudor, mas de decoro. Est modus in rebus, dizia o meu querido Horácio. As coisas têm medida. Excesso de tesão na fila do caixa da farmácia? Não! Pura falta de compostura.
Eu realmente não vejo problema que héteros e gays se beijem em público ou troquem carícias amorosas. Defendo, comos sabem, que adotem crianças, para protesto de muitos. A falta de limites e de educação em público, de héteros ou gays, esta, sim, incomoda. Vejam só: a farmácia ou o Exército não são lugares para afirmação de identidade sexual. São lugares em que há códigos de disciplina e de conduta: os do Exército são muito claros; os da farmácia não estão escritos, mas sabemos o que é e o que não é conveniente.
Volto
Um gay quer ser militar? Ele tem o direito de ser militar, mas não tem o direito de ser militante! Não nas Forças Armadas! Admitir a militância homossexual abre caminho para outras militâncias. Por que esta em particular? Ademais, há questões que são de ordem prática: o Exército não é o melhor lugar para mudar o que alguns querem que seja “preconceito”, mesmo quando não é.
Homens e mulheres das Forças Armadas não compartilham vestiário e chuveiros por quê? Só porque eles têm piopio, e elas, borboletinha? Não exatamente. Mas porque o piopio deles e a borboletinha delas, em 90% dos casos, consta, sentem-se, assim, provocados quando postos frente a frente, lado a lado, sobre-sob, vocês sabem… Não ficam em locais separados porque são diferentes, mas porque um grupo se interessa pela diferença do outro. Desculpem-me ser assim tão didático.
A contenção que não se espera de heterossexuais em ambientes assim deve ser esperada de homossexuais? Por quê? Um heterossexual deveria ser obrigado a se sentir à vontade tomando banho ao lado de um colega declaradamente homossexual, sabendo que, nessa variante, o piopio do outro se interessa pelo seu? Tenham paciência! Ou se deveriam criar banheiros, vestiários e chuveiros para gays? Isso não seria um tanto segregador? Com algum humor, eu diria que, caso se fizesse assim, continuaria a haver 100% de heterossexuais declarados nas Forças Armadas…
Jobim deveria ter ficado calado
Nelson Jobim, ministro da Defesa, apareceu no Jornal Nacional. Disse que esse assunto será debatido no Brasil. Sei. E disparou: “Evidentemente que essa manifestação feita pelo general não influenciará nos debates internos, porque isso não diz respeito à competência do tribunal a que ele agregará”.
Como é? Noto que ele usa a mesma lógica empregada para comprar Rafales: opiniões contrárias não têm importância. Quer dizer que o caso será debatido, mas só com os que são favoráveis? Tenha paciência!
O caso só ganhou essa projeção por aqui por causa de Obama. Ele resolveu dar um fim à política correta da era Clinton: “Don’t ask, don’t tell“, que, notem, é o que pode haver de mais antipreconceituoso. Ok, o sujeito não deve dizer. Mas ninguém tem o direito de perguntar. É tão difícil assim considerar a sexualidade uma questão privada?
Leiam um trecho de reportagem do Jornal Nacional:
(…)em 2008, um então sargento do Exército denunciou que o namorado, também sargento, estava sofrendo perseguição no quartel por ser homossexual. Pressionado, pediu para sair do Exército. O procurador do caso, Giovanni Rattacaso, disse que, muitas vezes, os superiores usam pretextos para punir os homossexuais.
“O que não impede algum chefe militar que seja homofóbico passe a perseguir, punindo disciplinarmente por desalinho do uniforme, cabelo comprido ou qualquer coisa dessa natureza, porque três punições disciplinares podem resultar na sua expulsão”.
Ah, sei… Vamos ver: se um “superior” pune um subordinado heterossexual porque está com o cabelo e o uniforme em desacordo com as normas, não há por que questionar a punição. Se, no entanto, o soldado for gay, então é claro que só pode ser perseguição, certo? A lógica é asinina, mas bastante adequada ao nosso tempo.
Ainda não decorei o nome do novo presidente da OAB. Não sei se vou decorar… Acho que estreou mal. Divulgou uma nota contra a fala do general, pegando carona num caso que é muito mais estridente do que importante. Será que é chegado aos holofotes, fetio o antecessor, o “socialista” Cézar Britto?
Agora eu aguardo uma nota dele contra o uso da máquina oficial na campanha eleitoral do PT. Satanizar general é coisa que qualquer rábula pode fazer. Quero ver é o doutor enfrentar os poderosos civis que não respeitam a lei, sejam estes civis homo ou heterossexuais.
Tags: Forças Armadas



Deixe o seu comentário
Aprovamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões. Comentários que contenham termos vulgares e palavrões, ofensas, dados pessoais (e-mail, telefone, RG etc.) e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. Erros de português não impedirão a publicação de um comentário.
» Conheça as regras para a aprovação de comentários no site de VEJA
209 Comentários
Cristina_L.
-22/06/2011 às 15:54
E, senhores, quando do meu exame de admissão para o Exército, respondi SIM uma pergunta DIRETA se eu era homossexual ou não.
Cristina_L.
-22/06/2011 às 15:51
Reinaldo:
Problemas com a “Don’t ask, don’t tell” => se descobrem que você é gay, lá se foi sua carreira militar, és expulso.
Fui militar durante 4 anos. Quando minha companheira ficava doente, por falta de apoio, eu inventava alguma história, ou dizia que ia acompanhar uma amiga no médico. Só que muitas vezes meus superiores me diziam: “Amiga? Para acompanhar amiga não pode sair não. Se fosse marido, ou companheiro, ou mesmo seu namorado, poderia ir sim. Mas amiga não.” E fica aquela situação delicada: minha companheira de anos internada no hospital, e eu sem poder sair da caserna para sequer vê-la. Usava da criatividade para ficar ao lado dela, mas um heterossexual não precisaria usar de tal criatividade para algo tão simples quanto visitar a companheira no hospital. E se eu morresse? Ela não teria direito à pensão, como as demais esposas de meus amigos.
Quanto à voz de comando, se assim fosse meus subordinados também não obedeceriam uma mulher. E ai deles se não cumprissem minhas ordens, diretivas e orientações. Militar não é homem, mulher, hetero, homo. É militar. Postura condizente, firme, forte, ereta, queixo erguido, sempre. De todos nós.
O que arrebenta é a ausência de suporte em setores básicos da vida em sociedade civil, como assistência médica, pensão, respeito às minhas atividades privadas (porque investigam sua vida como se a gente vivesse cercado por um Big Brother - o do livro, por favor).
Não quero ter mais direitos que todo mundo. Quero os mesmos. Colocar no papel, quando eu decidir, que aquela pessoa tem direito a metade dos NOSSOS bens em caso de morte, pensão, etc. Simples demais da conta. Pena que o povo brasileiro complica.
Au revoir.
Anderson
-25/02/2010 às 21:27
Contra fatos não há contestação.
Antes de escrever sobre o assunto procure saber se o soldado responde ou não a questionários sobre sua orientação sexual.
Se ele responder heterossexual qual será a consequência ? e se ele respondesse homossexual qual seria a consequência ? Não seja ingênuo !.
Homossexuais ou heterossexuais são tão capazes quanto para qualquer atividade. Se queremos um país melhor não podemos aceitar preconceito institucional.
Não cabe a um membro do STM uma parcialidade dessa.
Cardoso
-10/02/2010 às 21:44
O General Cerqueira comandou uma das tropas mais importantes do Exército Brasileiro, a Brigada de Infantaria Paraquedista, aonde os homens escolhidos para esta Unidade de Elite são levados aos rigores dos treinamentos com exercicios puxadíssimos e fico imaginando um gay sendo exigido neste tipo de treinamento que envolve risco total de uma tropa altamente adestrada para missões complexas que só homens dest elite são capazes de realizá-las. Ai um gay, comamdante ou não sendo colocado em xeque para cumprir missões que envolve, por exemplo os PELOPS na Cabeça do Cachorro em, S. Gabriel da Cachoeira, tendo que ficar dias e dias, noites e noites na selva Amazonica em patrulhas de combate.
Sherlock
-08/02/2010 às 23:53
Rei,
Concordei com o texto em termos gerais (o que não é novidade).
Achei a história da farmácia bastante elucidativa: casos assim são cada vez mais corriqueiros. O povo perdeu mesmo a noção.
Quanto ao exército, também sou favorável à política do “don’t ask, don’t tell”, mas considero relevante a questão de assistência ao parceiro, em caso de união estável, como já mencionado por um comentarista anterior. Acho que daria um bom debate.
Achei a história dos piopios e borboletinhas engraçada. Homossexuais passam por situações tão mais constrangedores do que “a hora do banho coletivo”… eu mesmo já ouvi que “os aiatolás é que estão certos em enforcar os viados” - e ouvi calado.
Abr
Garganta
-07/02/2010 às 23:21
Caro Reinaldo,
A meu ver, o General foi preconceituoso.Eu refleti sobre este post e discordo da afirmativa de que o comport. homossexual é incompatível ao cargo.E,se houver dificuldade de comando,eu não creio que ela justifique uma incompatibilidade,pois seria desumano excluir a pessoa.
Acredito também que o relacionamento homoafetivo deve ser respeitado por todas as pessoas.Sou contra a militância gay nas inst.púb.,mas os gays não podem viver no armário(esclareço que não sou a favor de manif. libidinosas).Eles têm dir.de ser respeitados pelos outros colegas militares,que não deveriam desmerecê-los em função da sexualidade.
Com os melhores cumprimentos,
Garganta.
Rodrigo
-07/02/2010 às 23:01
Gostaria de congratular o digno jornalista pela matéria. É bem verdade a polêmica que o assunto resume. Apesar disso, não se devem esquivar de abordá-lo, experessando sua opinião de forma clara. Dessa maneira, concordo que a opinião sexual é problema particular, sendo desnecessária sua exposião pública. O código de ética do Exército não aceita esse tipo de comportamento, assim como o de qualquer lugar coerente e integro.
Jéssika
-07/02/2010 às 19:25
Não poderemos julgar quem atuará melhor em certas profissões, pelo sexo, mas não devemos ser tão hipocritas quanto a escolha de homossexuais no exercito, pois antes existia regras, suponhamos, que era obedecida, e como o marchismo sempre predominou no mundo, essa discussão deveria ser clara e objetiva, talvez nem seria tão preciso tanta dissiminação desse assunto. Vai ficar igual a desigualdade social, poucos com muito, e muitos com nada, nesse aspecto a minoria (homossxuais) iria mudar o que sempre vem obedecendo todos os tempos, será preciso criar leis para impedir tais consequencias? É dificil opiniar e viver num país tão superficial e hipocrita!
Luiz Inácio Di Caprio
-07/02/2010 às 14:20
A afirmação de que falta capacidade de comando e que um grupo se recusaria a obedecer um comandante gay não é verdadeira.
Pelo que consta existem lideranças (até mesmo um presidente, de um certo país) que gostam de subjugar os companheiros de cela para satisfação de seu apetite sexual e usam isso até com um meio para liderar, como é fato comum e conhecido em presídios.
RUBIN
-06/02/2010 às 10:50
Meu Deus, quanta falta do que fazer, discutindo o sexo dos anjos.Ninguém é obrigado a entrar para nenhuma instituição,mas o que não pode é uma minoria entrar, e querer alterar as regras pre-estabelecidas.A verdade é que tem muita gente legislando em causa própria,muita demagogia barata,em busca de holofote, por carência de identidade,o famigerado “politicamente correto”, que é dizer não o que se pensa,mas o que o outro quer ouvir
Joana
-06/02/2010 às 5:11
O comentário do senhor Rodrigues de Freitas - fevereiro 6, 2010 às 2:30 am - mostra que ele ainda vive no século XVI. Lamentável.
raquel
-06/02/2010 às 5:03
Não concordo com a adoção de crianças por casais homossexuais. Se eles não podem ter filhos, não deveriam ter o direito de adotar filhos dos outros. E se a humanidade acabar, o que se vai fazer, filhos in vitro? Se eles tem aversão ao sexo oposto é por que tem aversão a ter filhos. por que a adoção? estão pensando na velhice? Mas e esses filhos? quem filhos adotarao essa nova geração que temos aí?
anonimo
-06/02/2010 às 4:58
Rodrigues de Freitas, talvez ainda não temos gays militantes na educação de nossos filhos, mas infelizmente temos seus simpatizantes que fazem a cabeça da meninada! Conheço uma professora de biologia que tinha uma parenta gay, que ela “admira”. Ela vivia ensinando aos alunos que os homens são iguais aos animais, entre eles existe o homossexualismo, por que não aceita-lo entre os homens? que coisa mais ridicula, igualar o homem com os animais, essa professora tinha que voltar na faculdade de novo para aprender mais sobre o ser humano.
Um detalhe: em todas as suas classes metade dos alunos e alunas eram homossexuais…
clinta eastwood
-06/02/2010 às 3:02
Ler todo o post já vale só pelo último paragrafo.
Aproveitando o tema: mais um presidente da OAB “macho pra caramba”.
RODRIGUES DE FREITAS
-06/02/2010 às 2:30
Sugiro ao nobre senador Suplici, apresentar um projeto no Senado defendendo os pedófilos, e os cornos. Seriam chamados de PEDOFILOFOBIA E CORNOFOBIA. Pergunto: Quem deixaria um homossual, gay ou lésbica que fosse, orientar a educação sexual de um filho seu? Não aceito que se digam ser pessoas especiais, quando se espõem a redículo se transfigurando, se têem suas preferências, que continuem como pessoas normais que se fassam respeitar dentro da sociedade, agora, em particular, debaixo das cobertas, que realizem suas fantazias…
RODRIGUES DE FREITAS
-06/02/2010 às 2:17
Meu querido amigo REI, a preferência sexual de uma pessoa, não a faz deixar de ser macho ou femea. É uma opeção particular sua, é uma opção que faz e que nada tem a ver com mudar o seu comportamento perante a sociedade em que vive. Muitas, diria mesmo, são as opeções de homens e mulheres perante o sexo, como praticá-lo. Mas quando um indivíduo quer ser tratado como diferente por ser gay, ou uma lésbica, e acha que a sociedade tem que aceitar que tenha o direito de difundir tal prática, inclusive nas escolas para crianças, a coisa vira Sodoma e Gomorra!… Qualquer dia desses o Suplici e sua turma vai defender o direito de ser pedófilo, por que não? Ou que sabe, criar a “Cornofobia”…
Não católico
-06/02/2010 às 0:45
… continua
As leis “anti-homofobia” foram escritas de forma a dar a possibilidade de supremacia aos gays. Levou uma chamada no trabalho ou na escola? Saque o gay-card e acuse quem quer que seja de “homofobia”. Quantos brasileiros usariam de expedientes maliciosos para deixar os outros por baixo? 30%? (estou sendo bonzinho). Imagine que 30% dos gays use acusações de homofobia para se impor. Isso é o suficiente para tornar a vida em sociedade bastante ruim.
Até aí, o óbvio. Mas recordemos que o “politicamente correto” é uma estratégia de opressão e desconstrução da sociedade. O partido usa o gaysismo justamente para isso. É de caso pensado.
Bianca
-06/02/2010 às 0:33
O Suplicini deveria se limitar a erguer a bandeira dos cornos.
Não católico
-06/02/2010 às 0:07
Reinaldo
Alguns manifestam a opinião de que o “politicmento correto” é um burrice. Não é não. Os maria-vai-com-as-outras, que se curvam ao politicamente correto, são realmente um bando de imbecis. Mas o “politicamente correto” é uma estratégia que vencedora das esquerdas. Foi uma coisa planjada, muito pensada, e totalmente calhorda.
Ao pensar sobre a forma como ele é aplicado, nunca se deve imaginar inocência, acaso. É uma estratégia supremacista, de opressão contra a sociedade, e esmagamento da maioria. Em cada caso de aplicação generalizada do “pc”, devemos sempre considerar a hipótese de uma estratégia malígna e astuta.
continua…
marcelo midi
-05/02/2010 às 23:16
Reinaldo, por falar em civis poderosos que não respeitam a lei, sejam estes civis homo ou heterossexuais, o que dizer do poderoso número 1 da República? Seu comportamento homossexual com o menino do MEP, parece, ão teve a mesma repercussão, não é mesmo?
Kirk
-05/02/2010 às 22:53
Caro Reinaldo,com exceção da sua posição favorável à adoção de crianças por homossexuais,subscrevo seu texto!!!
Brunatto
-05/02/2010 às 22:21
Existem outras profissões que os gays podem exercer sem ter um código de moral e conduta rígidos como o das forças armadas então parem de faze presepada e se quiserem servir ao exército,é assim que a banda toca.
Ex-petista
-05/02/2010 às 22:13
Reinaldo,
acabo de ver uma coisa mais repugnante que um casal dando beijo de língua em público: uma mulher espremendo espinhas do namorado numa praça de alimentação de shopping.
REINALDO OBSERVA
Ecaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
pedro
-05/02/2010 às 21:52
reinaldo, agora responda-me porque então o PT chamou o kassab de bicha, não foi descriminação, e não ouvi os grupos de gays indo ao publico demonizando o PT e nem a oab, essas defesa são uma palhaçada e digam me quando um gay “cantar” alguem e esta pessoa recusar, vai ser processada ou obrigado ter relações com eles.
Michel
-05/02/2010 às 21:51
seu reinaldo,
“fica quieto”, não dá ideia! vai q o PT vê esta ideia de “acabar c a segregação dos banheiros como algo imposto pela burguesia”. Já imaginou nas empresas e predios publicos em geral…
agora nas forcas armadas, sera igual o quartel do sgt Pincel com direito a vera verão e bibinhas…q tristeza!
RJMARCOS
-05/02/2010 às 21:28
Parabéns pelo texto. Um comandante bibinha não tem o respeito dos soldados, já que passam o tempo todo fazendo imitações, gracejos, etc… O que o comandante fará? Aplicará o regulamento e distriburá punições a todos? Antes de terminar o prazo do Serviço Militar mais da metade da Unidade estará no comportamento mau e a consequente expulsão. É isso o que se quer? Transformar cidadãos e maus elementos? Caso seja homo e queira ser militar, comporte-se como a maioria, ou seja, hétero. O comportamento homo/bibinha na caserna é uma desgraça só. E o pior: A cada incorporação um novo amante, ao qual será dada todas as regalias. Aí os demais começam a zoação.
Meireles
-05/02/2010 às 21:22
Caro Reinaldo,
Concordo com a base da sua argumentação, em particular contra esta necessidade militante de autodeclaração acerca da sexualidade. Aliás, acho que a maior parte dos homossexuais das Forças Armadas não desejam esta publicidade da sua conduta sexual. Mas fico aqui com uma questão. Mesmo que não deseje nem faça por isso, e se um determinado membro do exercito por exemplo tem a sua preferencia sexual revelada e sofrer preconceitos ou mesmo ameaça de expulsão ? Ou seja: tem aí uma diferença entre as FA terem de declarar que aceita homossexuais e estas mesmas FA se darem o direito de expulsá-los quando assim declarados ou descobertos. Comente por favor se julgar relevante.
ricardo antonio filgueiras
-05/02/2010 às 21:12
Sexualidade!
Eu digo, a sexualidade é uma coisa intima e livre de cada cidadão, mais expor-la a sua maneira em que pensa e as pratica dando a conhecer é um defeito sexológico mental que deve ser combatido por toda sociedade.
(Ricardo ª Filgueiras)
Marido traído
-05/02/2010 às 20:01
Recado para Suplici.
Suplici, nunca mais voto em você.
você não defende mais a nossa causa.
você só defende a causa gay.
Fábio
-05/02/2010 às 19:44
Olá
Sempre aprendo alguma coisa relevante nesse blog.
Parabéns pelo trabalho e dedicação.
Abraço.
teco-teco no fubeco
-05/02/2010 às 19:40
O que me irrita no homossexualismo é o tal do bissexual casado.
Quando esconde sua situação do cônjuge está se comportando como criminoso: falsidade ideológica, para ser mais exato.
Isso quando não transmite AIDS para a patroa e descendentes.
É triste mas é verdade.
Veridiano
-05/02/2010 às 19:28
Mas se o militar gay nos Estados Unidos não se disser homossexual, não terá os mesmos direitos dos homossexuais, na esfera civil. Por exemplo: se o companheiro dele morre, ele não poderá ser dispensado do serviço para ir ao enterro e nem terá direto à licença, e se for ele quem morrer, o companheiro não receberá pensão. Então, a política do não fale, não pergunte só é boa para um dos lados. E o ex-presidente Bill Clinton, que foi quem a adotou, hoje é contrário a ela. Então, fica difícil exigir dos gays que não se assumam. Criar banheiro separado para os soldados gays não é segregador, pois existem banheiros separados para homens e mulheres. Mas, o texto do Reinaldo tem passagens excelentes
maria
-05/02/2010 às 19:24
E` isso! Se todos sao iguais perante a lei , porque os homossexuais tem que ter maiores privilegios que os heteros? O suplici ja pensou como seria se o general aparecesse com uma cueca, nao vermelha mas, lilas perante seus comandados. Ora senador,compustura e boas maneiras devem ser observadas tanto por heteros quanto por homos e em qualquer ambiente.
josé
-05/02/2010 às 19:14
A questão é trivial, pode não parecer mas é: vão usar qual banheiro?
Explico. Na década de 80, liberaram a entrada na Aeronáutica de mulheres para o corpo de cabos. Ok, tudo lindo e maravilhoso. Os cabos nas forças armadas tiram serviço (fazem a segurança dos estabelecimentos militares) junto com os soldados e utilizam os mesmos estabelecimentos para descanso, banheiros, etc. O que, depois, aconteceu? Perceberam que não era possível, simplesmente por esse detalhezinho, não haviam (como não há até hoje) vestiários, banheiros e alojamentos para descanso para SOLDADAS E CABOS MULHERES….aí resolveram mudando todas para oficiais, através de concursos internos. Hoje ocupam o QFO (qdo fem oficiai
A. Moura da Silva
-05/02/2010 às 19:13
Sobre a OAB e suas declarações em todas as direções, desde que aconteceu a retirada de todos as informações do site da OAB do DF sobre o escândalo Arruda pelo novo presidente, o que substituiu a atuante doutora Estefânia, não me lembro de ter visto ou ouvido qualquer VEEMENTE declaração da OAB nacional em defesa dos princípios éticos. Fácil falar dos outros. A. Moura da Silva
Chico
-05/02/2010 às 19:10
Mais uma vez voce foi brilhante. Hoje vivemos a ditadura do politicamente incorreto em que não se pode emitir um opinião negativa sobre um indivíduo que pertença a uma dessas “minorias” que se é imediatamente taxado de racista, preconceituoso, etc. Mesmo que essa manifestação seja sobre aquele indivíduo e não sobre a sua cor, orientação sexual, etc.
O caso do citado sargento é exemplar. Ele estava fazendo shows com uma banda gozando uma licença médica sem trabalhar há semanas. Quando foi preso, correu para a imprensa para se dizer vítima de discriminação.
Mariazinha
-05/02/2010 às 19:03
Gays bem resolvidos não são militantes, já repararam?
A. Moura da Silva
-05/02/2010 às 19:02
Perfeito. Irrepreensível. O que diriam se o General mentisse sobre suas convicções??????????? Parabéns por sua independência. A. Moura da Silva
JULIO SHAW
-05/02/2010 às 18:54
Perfeito seu texto:
Estava matutando sobre a opinião do general. Seu texto vai ao ponto: Sexo e preferência sexual são coisas tão íntimas que só deveriam ser discutidos e mostrado se provocado, e em local apropriado. Só deveria interessar ao próprio e ao(s) parceiro(s) que assim concorde.
O médico que fez o parto do meu filho era tido por mim e por minha mulher como viadaço. Ocorre que soube depois que ele era hetero.Garantido, era só o jeitão.
Não mudou nada quanto a nossa confiança no mesmo, nem por ser homo ou por ser hetero.
Não pergunte, não fale. Devemos nos orgulhar pela competência e outros atributos, nunca pela preferência sexual.
Vamos acabar com a viadagem de orgulho gay.
JORJÃO DE SHA/BA
-05/02/2010 às 18:19
“Questões intrafemurais” é genial. Vou incorporar.
Zeca Paredão
-05/02/2010 às 18:07
Em Guarapuava-Pr.um quartel ocupa 3 Km/2,dentro da cidade;em Curitiba vários quarteis somam quasi 20 km/2 e assim acontece com outros 300 e tantos municipios neste Brasil.De soldado em 1956 até hoje deu pra ver que a presença do Exercito não contribui em nada na vida dos brasileiros.Dormindo em berço esplêndido .Meu vizinho coronel médico inativo ganha 19 mil.Minha vizinha viuva de um militar fatura l8 mil.Outro vizinho medico com sete e meia decadas nas costas ganha1.200 …
Paulo Revoltado
-05/02/2010 às 18:05
Reinaldo,
Porque voce é tão ditático, verdadeiro, claro, objetivo e correto nas suas colocações? Desse jeito vão convidar voce a sair do nosso país, onde mais de 80% aprova o governo do partido de um presidente que é exatamente o seu oposto.
Infelizmente no Brasil não se encontra pessoas honradas em qualquer esquina, cultas e honradas então…
Pode acreditar, voce está influenciando pessoas a mudarem a história do Brasil!
rookins
-05/02/2010 às 18:03
Heterosexuais também são barrados a todo momento nas Forças Armadas… mas não tem direito de reclamar.
Porque será que as pessoas querem fazer dos homosexuais esses seres intocáveis aos quais, daqui a pouco, nem mesmo poderemos olhar sem ter que responder um processo?
Tudo bem, aceitemos que existem pessoas que fazem essa opção. E as respeitemos como pessoas, mas convenhamos: uma relação desse tipo não é algo “natural”, em todos os sentidos da palavra.
Não aprovo o homosexualismo, e não acho que precisem ser defendidos em tudo e de todos. Quer ser?? Não tenho como te impedir, mas não me venha com esse papo de que precisam ter direitos privilegiados!
Ney S. Monteiro
-05/02/2010 às 17:46
Aceitar homossexuais nas Forças Armadas, claro que apoio totalmente.
Levar a viadagem lá para dentro, claro que sou TOTALMENTE CONTRA.
Aliás está na hora de acabarmos com essa babaquice de “politicamente correto”.
cariamo
-05/02/2010 às 17:26
A hierarquia dos sujeitos dentre da sociedade forjada em bases
em via de regra excusas está sendo revisionada pela remoção gradativa do véu sinistro do obscurantismo, da ignorância, do preconceito, pelo livro acesso a conhecimento, Este último no reporta a existência documentada de um valoroso exército formado por homossexuais no Antigo Egito. O genio militar do homoerótico Alexandre o Grande é a prova insofismável de que a orientação sexual declarada ou não de alguem o desabilita a aptidão de comando nas Forças Armadas. O Estado de Israel acolhe na fileiras do seu Exército seus praças, oficiais e comandantes homossexuais assumidos. Mudanças de paradigmas
incomandam e causam desepero
silvio
-05/02/2010 às 17:19
Sem querer provocar polêmica ( e talvez provocando ) mas pode ser possível que da mesma forma como consta que as borboletinhas se interessam pelos piopios e vice-versa, os bumbuns do homossexuais podem, nas mesmas circunstâncias, se interessarem pelos piopios dos heterossexuais. Ou ainda, o piopio dos homos podem se interessar pelos bumbuns dos heteros , ou não? Não tenho qualquer preconceito quanto à homossexualidade , só acho que nós ,como indivíduos e membros de uma sociedade complexa, deveríamos trabalhar para que a inserção desse segmento à coletividade se desse de forma mais rápida e como o menor constrangimento tanto para gays como heteros.
Claudio anti-lulsimo e petismo
-05/02/2010 às 17:18
A frase que mais me chamou a atenção em seu texto foi: “É tão difícil assim considerar a sexualidade uma questão privada?”. É verdade. Por quê será que hj em dia boa parte das pessoas vêm sentindo necessidade de expor sua vida privada?, existe um comichão pra quebrar “tabus”. Algumas pessoas sentem uma certa “coceguinha” pra mostrar que são mais avançadas, modernas ou mais civilizadas que os demais. Palavras como provinciano, cosmopolita, retrógrado, arcaico, moderno, reacionário, preconceituoso etc, viraram verdadeiros chavões. Em alguns casos até explicaveis pela falta de um vocábulo melhor mas, na grande maioria, simplesmente pra mostrar que o que as diz é mais “pra frentex” que você.
Leitor assíduo
-05/02/2010 às 17:18
Que petardo!!! Direto no alvo, Reinaldo. Isso que é jornalismo politicamente correto. Fui Oficial R2 (da reserva do exército) e na unidade que serví houve o caso de um Aspirante a Oficial, gay inrustido, que ocultou por puco tempo essa sua tendência. Quando começou a frequentar a república de soldados nas proximidades do Quartel, foi que nem uma faísca em rastilho de pólvara, o assundo se espalhou rapidamente, contaminando toda a unidade, deixando mal estar entre os vários escalões superiores. Queiram ou não, isso não se coaduna com a moral exigida para uma tropa, quer em tempo de paz, quer em cobate.
Ex-petista
-05/02/2010 às 17:17
Lá em casa não eram piupiu e borboletinha, eram pato e pomba. E, até hoje, só vi ser chamados assim lá em casa.
nilo
-05/02/2010 às 17:17
já presenciei homens se beijando em público e sexo hetero no meio da rua e me sentí agredido . se é para afirmação de sua identidade e sua pretensa liberdade , a atitude está equivocada . a sociedade brasileira discrimina quem quer que seja . anões , albinos , negros , mulatos , pardos , pobres , ricos (zelite),da roça , playboy , favelado, crente , católico , milico , gordos …. e por aí vai . em todos os apelidos , tem um quê de diminuição da pessoa . creio que vai demorar muito o amadurecimento da sociedade para que , se analisem as pessôas pelas suas atitudes e seu caráter , que é o que realmente importa .
Claudio anti-lulismo e petismo
-05/02/2010 às 17:02
Suplicy e petistas são imundos. Hipocrita é elogio pra essa raça. Tem um vídeo no Youtube de alguém muuuuuuuuuuuuito preconceituoso. O nome dele?
Luís Inácio Lula da Silva.
http://www.youtube.com/watch?v=c_2csPaWL4s
Ta aí o vídeo.
Vejam lá o que o “Prisidenti” fala sobre homossexuais. Porque ele não é criticado pela petezada??? Por quê o Gen. não manda o sr. Supliciy convocar o Lula pra dar explicações? Petistas imundos e hipócritas. Cada dia eu fico com mais nojo dessa raça.
Supliciy e petezada, tirem a máscara cambada de mentirosos.
Barba
-05/02/2010 às 16:53
Sr. Reinaldo!! O que as pessoas precisam é dizer SIM a todas as diversidades -, pelo simples fato de que não temos nada a ver com isso. Homossexuais nas Forças Armadas ou, em qualquer lugar, com respeito a sí mesmo, aos outros e a intituição e nada mais. Parabéns pelo brilhantismo.
Matheus Oliveira
-05/02/2010 às 16:52
Concordo com o seu texto Reinaldo, mas há de se lembrar que no Brasil a politica do “Don’t ask, don’t talk” ainda não existe. Fui me alistar mês passado(acho um absurdo esse alistamento obrigatório) e um sargento perguntou a todos que estavam lá se alguém “escorregava no kibe” dentre outras expressões chulas. Confesso que fiquei um pouco desapontado com o linguajar chulo do sargento, e de outros militares em outros momentos, o que me fez afastar ainda mais da idéia de pertencer ao exército.
O que me surpreendeu também foi o uso da palavra “pederasta” para caracterizar os homossexuais. Não tenho certeza, mas penso que são coisas diferentes.
Franklin
-05/02/2010 às 16:51
Não concordo em tudo que o o General disse, mas ele foi muito responsável no que disse, e mais, expressou sua opinião. ninguém pode ser execrado por opinar sobre algo. Dia desses, uma modelo conhecida disse que não queria que seu filho(que estava para nascer)fosse homossexual. quase foi linchada. teve até que se explicar, dizendo que era porque eles sofriam muito com o preconceito. que nada! nenhum casal quer que seus filhos nasçam homossexuais. E por que? porque vão amá-los menos? é claro que não! É porque eles querem netos; querem ficar velhinhos olhando seus netos, bisnetos; querem que sua família continuem com a vida. Isso é elementar. E não quero nem entrar no mérito da questão.
Decoreba
-05/02/2010 às 16:39
Repito o que, faz pouco tempo, escrevi aqui: homossexualismo é uma prática sexual que pertence à intocável privacidade da pessoa. Mas, dar a uma prática sexual status jurídico e privilégios para exibicionismos - paradas, casamento, adoção e outros -, é tão repugnante quanto à própria. No tocante à questão levantada para as FFAA, é da tática, primeiro ítem da estratégia da “esquerda”: fustigá-las, as FFAA, sem parar, recorrendo a todos os pretextos, mentiras e calúnias para desmoralizá-las. Por que as FFAA são a única defesa e esperança, da Nação que trabalha, contra a servidão via-totalitarismo
Decoreba
-05/02/2010 às 16:36
Repito o que, faz pouco tempo, escrevi aqui: homossexualismo é uma prática sexual que pertence à intocável privacidade da pessoa. Mas, dar a uma prática sexual status jurídico e privilégios para exibicionismos - paradas, casamento, adoção e outros -, é tão repugnante quanto à própria. No tocante à questão levantada para as FFAA, é da tática, primeiro ítem da estratégia da “esquerda”: fustigá-las, as FFAA, sem parar, recorrendo a todos os pretextos, mentiras e calúnias para desmoralizá-las. Por que as FFAA são a única defesa e esperança, da Nação que trabalha, contra o a servidão via-totalitarismo
André Ricardo, amazônimo
-05/02/2010 às 16:22
Reinaldo,
Você disse;
“Nego-me a pensar nos estereótipos televisivos da bibinha saltitante de uniforme”
Acredite, isso existe! Não posso, detalhar, é claro. Mas existe!
Disse também:
“se um “superior” pune um subordinado heterossexual porque está com o cabelo e o uniforme em desacordo com as normas, não há por que questionar a punição. Se, no entanto, o soldado for gay, então é claro que só pode ser perseguição, certo? ”
Isso aconteceu também. Um aluno oficial, dito gay, tinha apresentação fora das normas e foi punido por seu superior, um amigo meu. Pois o rapazote sentiu-se perseguido e ameaçou “levar o caso à imprensa”. Foi um absurdo.
Ex-petista
-05/02/2010 às 15:59
Só espero que não tornem obrigatório ser homossexual, hehehe
Ex-petista
-05/02/2010 às 15:51
Eu sou servidor público de um órgão federal. Aqui há homossexuais notórios, mas nenhum deles faz militância da ‘causa’ gay, nem fica publicando sua vida íntima. Se um gay resolvesse fazer militância aqui, seria mal-visto também.
Militância de minorias é inconveniente em qualquer ambiente de trabalho, mais ainda no ambiente militar. Aliás, esse papo de ter orgulho de ser gay, orgulho de ser negro, orgulho de ser índio… é um pé no saco. Quando vejo um ‘orgulhoso’, vejo um recalcado.
Carlos Bessa
-05/02/2010 às 15:44
Já fui soldado do Exército e lembro, perfeitamente, de um episódio envolvendo homosexuais dentro do Quartel.
Para os que não sabem , dentro de um Quartel, os alojamentos e banheiros são coletivos; isto é: todos trocam seus uniformes e tomam banho no mesmo ambiente. Pois foi em um desses dias em que eu estava no quartel, que um de meus colegas (também sodado) passou olhar os demais colegas com aquela cara de admiração e desejo. Esse fato nos constrangeu profundamente. Mais ainda, no dia em que ele, durante a madrugada, passou a “apalpar” o “objeto de seu desejo” dos colegas que dormiam.
RESUMINDO: para ele (o gay) era como se estivesse no paraíso, com tantos homens para olhar e desejar.
Ex-petista
-05/02/2010 às 15:44
É isso aí. Quartel é lugar de militar, não de militante. Quer soltar a franga na profissão? Vá trabalhar em teatro, hehehehe
Públio Athayde
-05/02/2010 às 15:36
Excelente! Militantes de qualquer causa costumam ser muito chatos. Militares não devem ser militantes (e felizmente os nossos estão longe de pretenderem isso).
Essa busca desenfreada por direitos para os gays poderia ser melhor orientada para que alcançássemos direitos para todos, a Constituição é universal, o direito civil e até o direito militar! O que existia de discriminatório no direito militar derrogou.
No popular: se eu fosse escolher alguém do BBB pra me defender na fronteira, não seria dentre os coloridos. Quanto aos mais, não sei nem quero saber com quem dormem.
jose oliveira
-05/02/2010 às 15:32
Reinaldo,
off topic
permita-me pedir-lhe que comente algo sobre o que escreveu hoje na Zero Hora, aqui do RS, o Christofer Goulart, neto do Jango. Essa gente não consegue ter brilho próprio e fica vivendo às custas da cinzas do falecido. O sujeito é presidente do memorial João Goulart!!?? que nojo.
Caso aches isso irrelevante, compreenderei e continuarei sendo seu fiel leitor.
saudações
Eduardo
-05/02/2010 às 15:18
Esse bando de intelectuóides socialistas brasileiros vivem querendo reinventar a roda. O comunismo nao deu certo, mas eles querem nos transformar numa Cuba; nenhum país sério dá dinheiro para invasores destruírem terras produtivas e destruir tudo; nenhum exército de 1º linha (USA; GB; França; Rússia; etc) admite uma terceira opçao sexual, por motivos óbvios. Além de um profundo complexo de inferioridade, o problema desses caras é que nao sabem nada de coisa nenhuma; é tudo na base do achismo; vao tocando as coisas para conseguir seus objetivos e dane-se o Brasil. Enquanto o povo nao se revoltar e arrebentar uns 20 ou 30 deles, vao continuar nos chamando de palhaço! Cade hospitall e escola???
Samuel
-05/02/2010 às 15:15
Vejam senhores qual é a discussão em que se mete o ministro chefe das forças armadas brasileiras: Os piopios e as borboletinhas do exército. Essa é a preocupação do Sr. ministro; e, depois, ficam reclamando por que os EUA assumiram o controle do Haiti. Ele deveria, por exemplo, resolver o problema da falta e comida nos quartéis, isso mesmo, de comida não de armamento. Eu por exemplo fui dispensado porque o exército só estava recrutando pessoas que morrassem na cidade de localização do quartel. Motivo. Não tinha como manter a alimentação dos recrutas.
Marly
-05/02/2010 às 15:09
Cara Maria Lídia do jornal da gazeta, Fiquei chocada com sua opinião de que o general foi homofóbico, etc. e tal, por ele ter dito que o homossexualismo é incompatível com a profissão de militar. De repente, eu que a considerava de bom senso, me questionei: ela está falando assim, sem nenhuma explicação convincente, por causa de quê? Foi o Suplicy que pediu??Tenho amigos gays – os que não morreram de aids ou drogas – e justamente por isto fui estudar o assunto. Cheguei ao grande médico húngaro Lipot Szondi, contemporâneo de Freud, e sua imensa pesquisa, que desvenda a questão homossexual. Estudar é preciso, você não acha?Quero crer que você foi coagida a falar
Ana
-05/02/2010 às 15:09
Reinaldo, não consigo imaginar você numa fila de farmácia…
Camada von Ozonio
-05/02/2010 às 15:08
É CONVENIENTE QUE ANÕES NÃO SEJAM CONVOCADOS PELO BERNARDINHO PARA COMPOR A SELEÇÃO BRASILEIRA DE VOLLEY.
Marly
-05/02/2010 às 15:07
Grande Reinaldo!
Desde que vi a notícias no telejornais ontem, com os comentários ensaiados dos âncoras - menos o da Band, que só deu a notícia sem opinar - fiquei com mágoa de freira, i.é, uma raiva danada.
Escrevi de imediato para a tv Gazeta o que segue abaixo. Para mim a Maria Lídia já era. Eu a admirava!
Agora, lendo seu artigo, sinto-me aliviada. Até que enfim argumentações coerentes. Grata por me devolver o bom-humor, Marly.
“Cara Maria Lídia do jornal da gazeta,
Fiquei chocada com sua opinião de que o general foi homofóbico, etc. e tal, por ele ter dito que o homossexualismo é incompatível com a profissão de militar. De repente, eu que a considerava de bom senso
Yuri Brandão/Maceió
-05/02/2010 às 15:03
Caro Azevedo:
Outra colocação:
Se um superior pune um militar que é “homo” pelo mesmo motivo que puniria um militar que é “hétero”, está mais do que certo! Concordo com você.
Diante do histórico de preconceito e da formação mais machista dos mais antigos, porém, teremos sempre, e com mais atenção, de analisar caso a caso, na situação concreta — até mesmo para que não se cometa contra o superior o “preconceito às avessas”.
Quanto a criar banheiros só para “homo”, de fato seria segregador demais – embora estejamos diante de valores que precisam ser estudados e ponderados –, mas já não o é só em saber que, veladamente ou não, há quase sempre aquele preconceito?
Abraço.
Yuri Brandão/Maceió
-05/02/2010 às 14:52
Caro Azevedo:
Outra colocação:
Esse tipo de preconceito está enraizado sobretudo nos mais velhos (e é até compreensível, embora continue sendo indesejável). Isso não é um gosto meu, é um fato! Nossos avós que o digam, por exemplo.
Um militar que fizesse nas Forças Armadas o que o casal fez na farmácia deveria, é claro, ser punido, provavelmente seria expulso! E assim teria de ser.
Mas, entre isso e a simples admissão de ser “homo” (num exercício de liberdade individual), há um abismo, convenhamos.
caipira
-05/02/2010 às 14:52
Reinaldo:ñ sou militar mas, creio q o gal.está corretíssimo.A hierarquia e disciplina na caserna sabemos ser rigorosa e, não poderia ser diferente sob pena de falência dos orgãos de defesa de uma nação.As questões internas na caserna, sòmente eles têm condições de avaliar,inclusive, esse procedimento preserva o próprio e eventual homossexual de ser alvo de chacotas,desrespeito e humilhações, acredito até q o ministro da defesa, por implicar em assuntos militares, deveria ser, necessariamente ,um militar e não um civil.
Yuri Brandão/Maceió
-05/02/2010 às 14:47
Caro Azevedo:
Ainda outra colocação:
Você diz: “Se um homossexual exige a expressão da sua identidade na tropa [se for sem militância, ele pode exercer essa liberdade individual sim], há que se admitir que os heterossexuais façam a mesma coisa, não [que façam, ora bolas]?”.
Mas é preciso ressaltar, Reinaldo, que o preconceito existente é contra homossexuais. Os “héteros” não precisam afirmar-se, embora tenham o direito de fazê-lo, porque – socialmente (e faço apenas uma constatação, sem juízo de valor) – eles nunca sofreram esse tipo de repressão/discriminação.
Anônimo
-05/02/2010 às 14:39
Minha segunda objeção: o general não falou nada sobre homossexuais “expostos”. Pelo que eu entendi (me corrija se estiver errado), ele disse que homossexuais em geral não são capazes de comandar tropas. E isso, antes de politicamente incorreto, é uma tremenda besteira.
Anônimo
-05/02/2010 às 14:37
Reinaldo,
Costumo concordar com vc, mas tenho duas objeções:
1- E se um homossexual decidir formar uma família? Poderá inscrever o companheiro como dependente no plano de saúde, coabitar com ele na vila militar, levá-lo às ocasiões sociais como os colegas levam as esposas, etc.? Expor a própria homossexualidade não significa necessariamente agir o tempo todo como um gay. Pode significar tão-somente expor à sociedade uma instituição familiar homossexual, como todos expõem suas famílias heterossexuais.
Yuri Brandão/Maceió
-05/02/2010 às 14:36
Caro Azevedo:
Um bom texto. Acabo de enviá-lo ao comandante do 59º Batalhão, aqui em Maceió.
Embora concorde com a essência dele, cabem algumas perguntas:
1. O general afirma que se tem provado que o indivíduo não consegue comandar.
Onde estão essas provas? Ele assevera isso com base em quê? Não há preconceito por parte de quem, segundo o general, desobedece?
2. É claro que a sexualidade deve mesmo ser tratada como algo privado, não deve ser exposta a quem não queira dela saber etc. e tal, muito menos nas Forças Armadas.
Mas, no exercício da liberdade individual – sem pretender militância–, se ele se declarar “homo”, como ficarão as questões práticas: vestiário, por exemplo?
Moreira
-05/02/2010 às 14:32
Reinaldo, parabéns pelo seu comentário. Servi por 35 anos no nosso EB, hoje sou coronel da reserva e, durante esse tempo servi com outros militares que, até sabíamos ou tínhamos desconfiança de que eram homossexuais no entanto, sempre mantiveram contuda irreprensível e nunca sofreram tratamento diferenciado por esse fato. Agora cria-se a polêmica do “ser ou não ser gay”, “poder ser ou não poder ser gay” para ser um integrante das Forças armadas, acho tudo isso ridículo e próprio da mesma “camarilha” defensora desta proposta do Plano Nacional de Direitos humanos. O que eles querem? Que no 7 de setembro nos desfiles seja reservado um espaço para as tropas gays?
Bruno Fortes
-05/02/2010 às 14:23
Acho a política do Don’t as, don’t tell excelente, mas há ressalvas. Permita-me usar você mesmo, Reinaldo, como exemplo.
Embora você seja muito discreto com relação à sua família, sabemos que existe uma Dona Reinalda e existem filhas. Não nos interessa o que vocês fazem na intimidade, mas sabemos que você tem esposa e filhas, pois estes são assuntos que surgem casualmente mesmo nos mais sisudos ambientes de trabalho. Imagine agora que o seu ajudante na moderação de comentários fosse o REINALDÃO (sem querer ofender!) e que, ao invés de jornalista, você fosse membro das forças armadas. Você iria às festas no clube dos oficiais? Levaria os filhos que adotou?
Pedro Paulo
-05/02/2010 às 14:19
Nas escolas hoje, públicas ou particulares, pode-se chamar a atenção de um ” pre intercurso sexual” na vertical e coibí-lo, se o casal for o clássico: de sexos diferentes. Se for entretanto um “casal” do mesmo sexo, corre-se o risco de ter problemas com acusações de homofobia, preconceito e etc.Com direito a mídia presente, grupos coloridos e tudo mais.
C.A.
-05/02/2010 às 14:17
a fórmula é simples: (A) = (B) - (C)
(A) atribuito profissional militar = (B) seguir os protocolos (o que exigido em qualquer profissão estritamente ligada a atividades de graus hierárquicos e vinculada a estes na prática) - (C) qualquer conduta fora da linha (servindo tanto para heteros como para homos).
Resultado: não é a “escolha” sexual o fator imperativo para ser um militar, mas sim a sua capacidade de seguir o protocolo que exige a profissão…
e por fim: não existe NENHUM parágrafo legal nos livros dessa profissão que indique, ou melhor, refute que o profissional militar não possa ser gay !!!
Leonardo Borges
-05/02/2010 às 14:16
Brasil é o país do complexo de minoria.
Cactus
-05/02/2010 às 14:15
Vamos fazer assim:
Os gays usarão o banheiro e alojamento das mulheres. Ah, as mulheres não vão gostar (?), sei lá. E as lésbicas usarão os banheiros e alojamentos dos homens, assim não haverá aquele incomodo de assédio que tanto reclamam.
Se a idéia não foi boa, então vamos construir 4 banheiros e 4 alojamentos distintos e separados. Isto até aparecer novas formas de gays reclamando, como já existem os bissexuais, travestis, sexo trocado e por aí vai…
Paula
-05/02/2010 às 14:07
Caro Reinaldo,
Desisto de não comentar. Como sempre, lúcido e justo.
Bruno
-05/02/2010 às 14:03
Na grécia antiga, quando homens mais velhos criavam efebos ensinando-lhes coisas até na cama, o “problema” foi resolvido facilmente: haviam pelotões de homossexuais e esses eram muitíssimo temidos, pois acreditavam que a fúria do soldado que acabou de perder seu amado era maior que a de qualquer outro.
André Luiz Dias de Carvalho
-05/02/2010 às 14:00
Sr. Reinaldo, concordo com seu texto. Porém, a política do “don’t ask, don’t tell” nas forças armadas norte-americanas parece-me um tanto drástica. Uma coisa é não permitir que um militar escancare sua vida íntima por aí, seja qual for a sua orientação sexual. Outra coisa é tornar os militares homossexuais seres invisíveis em outros aspectos. Até onde pude entender, não se permite aos membros das referidas forças armadas assumirem-se gays em outros aspectos (ex.: quando constituem família).
Pelo que sei, as forças armadas britânicas são bem mais liberais nessa seara, considerando que, até algumas décadas, a homossexualidade era crime no Reino Unido.
E abaixo as militâncias!
Saudações.
Elah
-05/02/2010 às 14:00
Perfeitamente explicado, mas nem precisava. Ou precisava?
waldir
-05/02/2010 às 13:59
Reinaldo, mais uma vez obrigado por me orientar na defesa do obvio, infelizmente para mim é muito dificil encontrar palavras
você acertou como sempre, no alvo, nem mais nem menos
NÃO PUBLICAR: só tem um problema não é bibinha, mais sim bichinha, bichona tem formas melhores e mais gentis,
o que achar melhor
Eduardo Bohrer
-05/02/2010 às 13:57
Do jeito que a coisa vai, não nos surpreendamos se o meu xará, o Excelentíssimo Senador da Cueca Vermelha, apresentar um projeto de lei impondo cotas para homossexuais nos concursos de admissão para as academias de formação de oficiais das Forças Armadas.
leo
-05/02/2010 às 13:57
Este post é exemplar. Irretocável. Parabéns.
Rodney
-05/02/2010 às 13:54
Reinaldo, mais uma vez você apresenta o texto que eu gostaria de ter escrito.A clareza é a de quem sabe separar “pios pios de borboletinhas”. Aqueles que misturam as coisas, ou não as tem bem separadas,pensam de um modo embaralhado que eles denominaram:”politicamente correto”.Quanto ao novo Presidente da OAB, ainda terá que mostrar ao que veio. Aparentemente perdeu ótimo momento de silêncio e reflexão. Quanto ao Suplicy, gente,que voces esperam do Suplicy? Já não é um milagre que ele ande e fale? Vocês querem também que ele pense?
Carla Teixeira
-05/02/2010 às 13:53
Muito bom, senhor Reinaldo, parabéns!
luiz
-05/02/2010 às 13:51
Mulheres, homens ou gays devem participar das forças armadas desde que sejam “homem” o suficiente rpa exercer a função, e isso inclui auto controle suficiente num vestiário único.
Pq exército não precisa de luxos, é o básico racional para as suas atividades, e fim, oras. O dia que for assim com 3, 4 banheiros (lembre das lésbicas), nesse dia não precisaremso mais de exército.
Daniel
-05/02/2010 às 13:48
eu acho que vc não se informou muito bem sobre a “don´t ask don´t tell”.
Concordo que as pessoas não precisem dizer se são gays ou não, isso é realmente de foro particular. O problema dessa lei é que se “descobrirem” que a pessoa é gay ela é automaticamente expulsa do exército. Como você pode ser a favor de uma lei que obriga as pessoas a viveram uma mentira a vida inteira? Como condenar essas soldados ao sofrimento de não poder compartilhar as coisas banais da vida com quem se ama, como ir ao cinema, jantar, viajar juntos?
Não tem justificativa. Não é certo.
Espero que leve em consideração esses argumentos.
elizio
-05/02/2010 às 13:45
Acabei de colocar no papel uma foto digital do neto, em papel.
Quem me atendeu, estava agindo de forma pouco usual, então, como gosto de conviver com pessoas do meu convívio (redundância explícita), agindo como a maioria age (não que estejamos corretos, embora somos - penso - a maioria), simplesmente senti-me fora do contexto.
Para ele, o atendente, faça o quiser onde quiser, menos no seu local de trabalho.
ney
-05/02/2010 às 13:40
A polêmica do inutil não soma nada. Imagino uma empresa sendo obrigada a contratar um funcionário, que por sua experiência antecipadamente sabe, que ele não vai ter uma performance razoável. Não sou homofóbico mas acho que o general expressou-se conforme sua experiência e vivência no mundo militar, mas como está na moda discutir direitos das minorias neste país, vira esta discursão de novos paradigmas.
Miranda
-05/02/2010 às 13:37
BomDia Reinaldo!
Acontece meu caro,que nos dias atuais e vindouros,ser Gay, homossexual, transgênico é ser muito mais gente do que aquele que se diz gente, repare bem no caso da Avenida Paulista, no fim de ano, pára-se a Av. para a festa da virada, aonde se encontram todos os tipos e estereótipos de gente, homos e éteros, ali é uma área, um corredor que leva à cerca de 10 e 20 hospitais e clínicas, muitos de extrema urgência, como o H.C. por ex.,aí aparece os mais gente que gente mesmo e inauguram o dia do orgulho gay, chegamos a seguinte conclusão,seu parente morre na ambulância que teve o caminho desviado,para que gente mais gente que a maioria possa mostrar os peitos e bundas !!!
myrian elizabeth
-05/02/2010 às 13:33
Essa coisa de politicamente correto frequentemente dá azo a encrencas. Eu me pego com muitos retardados que acham que se elimina a condição humana por decreto. Isso não existe! É tão velha quanto o homem e vai morrer com ele.
Tb acho que se os militares se querem militantes têm que ter alojamentos separados, do mesmo modo que mulheres e homens os têm.
Gente, mas que inferno! Já perceberam que as pessoas não podem mais falar o que pensam? Não podem mais ser fiéis à sua consciência?
Mas que tempos estes em que vivemos!
ROmulo
-05/02/2010 às 13:33
Concordo com seus argumentos, Reinaldo, o caso é que existem muitos homossexuais que não precisam declinar sua orientação: tá na cara. Estes que sofrem as supostas perseguições, até porque me parece ingenuidade sua dizer que se um homossexual não fala nada sobre sua sexualidade os circundantes não ficam sabendo qual ela é. Claro, existem homossexuais que não são nem um pouco afetados, mas existe uma grande parte deles que até em fotos a distância se percebe a sua sexualidade.
VP
-05/02/2010 às 13:30
O novo presidente da OAB, Ophir Cavalcante Jr. tem uma ligação histórica com o PSDB do Pará. Seu pai, ex-presidente da OAB, Ohpir Cavalcante, taambém é tucano e advogado do partido.
Nobelda...
-05/02/2010 às 13:22
O BRABO É A MILITÂNCIA - Não há problema nenhum no livre exercício de qualquer atividade profissional por héteros ou homossexuais. O que se quer é o respeito às circunstâncias de valores e princípios morais e de hierarquia e disciplina, no caso das Forças Armadas como comentado.
O que não se tolera é essa militância gay. Bem, aí a coisa já se reveste de ideologia política, o que é insuportável, seja hétero, homossexual ou qualquer outra coisa que o valha.
O que se percebe nesses discursinhos e mobilizações (!) de viés político é a vontade de deturpar a ordem e jogar uns contra os outros. Báh!
GRIFO
-05/02/2010 às 13:17
Nas Forças Armadas, o soldado tem que ser militar, e não militante. Perfeito.
franz_liszt82
-05/02/2010 às 13:14
Ola Reinaldo. Perfeito o seu texto. Essa onda do “politicamente correto” está sufocando o nosso país.
Eu vi a reportagem no Jornal Nacional e nem achei que o general estava dando a sua opinião pessoal. Para mim, ele só estava expondo o que aconteceria, se por acaso, houvesse uma exteriorização da homossexualidade de alguém no exército. Ou seja, ele só estava constatando e descrevendo um fato.
Tenho certeza de que isso aí é arapuca do senador que fez a pergunta, já pensando nas eleições desse ano. O general só serviu de bode expiatório.
Dulce Toledo
-05/02/2010 às 13:08
Isto é uma palhaçada! Ser homossexual ou heterossexual não interfere na capacidade da pessoa. Estão confundindo homossexual com drag queen, travecos e outras fantasias postas.
Porque a pessoa não pode ser normal só por causa de uma preferência sexual? Ser hetero não é sinônimo de força nem de dignidade, ora!
Vejam o exemplo do Harvey Milk, que morreu por um preconceito estúpido! Como se a pessoa não tivesse capacidade intelectual só porque prefere olhar para outro lado… isso é de uma estupidez fenomenal!
E ainda dizem: desde quando ele se comporte com dignidade! Péra lá! O que é comportar com dignidade? O Arruda é digno, por um acaso? Só porque é hetero (imagino, né)?
Façam-me o favor…!
Nadja
-05/02/2010 às 13:08
Pela primeira vez senti admiração e respeito por um gay(esse militar das 11:48). Não há mais nada a ser dito depois disso.
Eduardo Vieira
-05/02/2010 às 13:05
Reinaldo você tem a astúcia de uma raposa, mudou completamente o sentido do debate, como sempre. As palavras do General não foram em relação à militância gay ou algo parecido, e você sabe disso. O que o General foi contra é que gays, assumidos ou não, participem das forças armadas, gay é incompatível com a atividade militar, na visão retrógrada desse senhor. Ninguém o proibiu de se expressar, direito garantido pela constituição, no entanto o mesmo direito que dar esse senhor de falar as asneiras é o mesmo que dar direita ao cidadão de criticá-lo e dizer que ele não serve para o cargo de juiz do supremo tribunal militar.
Si
-05/02/2010 às 13:03
Não gosto quando o general diz que a tropa não vai obedecer um comandante que for homossexual. Pq não vai? Uma coisa é não querer q eles militem no exército, outra coisa é dizer que não serão obedecidos. Como se eles, por terem tal orientação sexual, não fossem dignos de respeito. É disso que não gostei. E não gostei do tom do general. De modo geral, não gostei da fala dele.
Judson Clayton Maciel
-05/02/2010 às 13:01
Reinaldo, não gosto da maioria dos seus artigos. Aliás, sou totalmente contrário da ideologia burguesa do capital. Recebi o link do seu artigo por email e resolvi ler. E tenho que parabenizá-lo dessa vez, pelo artigo limpo, justo e imparcial.
Adrualdo Catão
-05/02/2010 às 12:56
Reinaldo, sua opinião é irretocável. Mas a opinião do General não foi igual a sua. A política “don’t ask, don’t tell” é perfeitamente legítima, porque considera a questão um problema privado. Perfeito. Não foi isso que o General disse. Ele disse expressamente que a função é incompatível com homossexuais. Está em normas internas também.
Ora, se a questão é privada, a função seria também incompatível com heterossexuais. Essa foi sua opinião e é a minha, pois, na verdade, desconsideramos a questão como relevante no âmbito das forças armadas. Nossa opinião, portanto, é de acordo com o princípio liberal da tolerância, a do General não.
Portanto, concordo com você, mas não com o General.
Walkiria
-05/02/2010 às 12:46
Ongs, passeateiros contumazes (evidentemente, com excessões), politiqueiros (todos), OAB, são farinha do mesmo saco, sempre a postos para aparecer na mídia às custas do assunto da hora. Enquanto isso, lá no cafofo do Lula, mantido às nossas custas …
Zeca Brito Bezerra
-05/02/2010 às 12:44
Rei, a questão não é saber se eles devem ou não compartilhar os vestuários e banheiros com os héteros? Tudo bem, o ideal é abolir todos os preconceitos, não é?, até para cumprir a Constituição (art. 5, incisos I e XLI). Então eu vou fundo e radicalizo: Que se acabe também com a discriminação entre homens e mulheres na utilização dos banheiros públicos!!
Vitor
-05/02/2010 às 12:40
Não entendo porque alguns homossexuais, em vez de tentarem ter uma vida normal, sem necessidade de ”militar”, fazem questão de ter sua sexualidade como uma bandeira. Isso não diminui preconceito. Pelo contrário, SEGREGA. É algo como tentar corrigir desigualdades entre escuros e claros com cotas. É usar a desigualdade para combater a desigualdade, é criar segregação.
Se esses homossexuais ”militantes” querem mais aceitação na sociedade, deveriam começar protestando contra os rótulos - e não alimentando-lhes. Não há nada que gere mais preconceito e desigualdade que a criação de rótulos. As pessoas devem ser julgadas pelo seu caráter - somente.
Anna E
-05/02/2010 às 12:39
Um dos argumentos em defesa dos homossexuais é que Alexandre era homossexual e conquistou imperíos, mas na mesma época as mães iniciavam seus filhos na vida sexual, inclusive a mae de Alexandre!!!! Era normal adolescentes servirem aos seus mestres. Hoje mudou, as crianças e adolescentes não vistas mais como seres invisiveis, hoje sabemos que eles tem sentimentos e opiniões. E que não gostam de ser usados sexualmente pelos adultos. Pelo menos os normais!
Esses militantes gays ( que na realidade são pedofilos enrusticos que ganharam poder, principalmente, se infiltraram no juciciario), tem esse sonho desvairado de se envolver livremente com jovens! Vejam quantos programas para fazer a cabeça
Fred Selvagem
-05/02/2010 às 12:38
Não sou daqueles que entram aqui só para te elogiar. Quando acho que é o caso de criticar, critico. O que vai abaixo é uma crítica. Espero que seja construtiva.
Sua análise desse caso (com a qual concordo apenas parcialmente) está quase toda muito boa, mas preste atenção aos 2 parágrafos que vão de “Homens e mulheres das Forças Armadas…” até “…100% de heterossexuais declarados nas Forças Armadas…”. Neste ponto, seu texto se perde. Torna-se superficial, preconceituoso e até desrespeitoso com homens e mulheres homossexuais ou não. A piada é grosseira.
Esses 2 parágrafos não fariam nenhuma falta para a exposição do seu ponto de vista. E sem eles o seu texto, com certeza, cresceria.
Na
-05/02/2010 às 12:36
Touchée! Xeque mate!
Concordo em gênero, número, grau e opção sexual. Tenho amigos homo que sempre dizem - eu gosto de homem, com cara de homem, roupa de homem, comportamento de homem. Se gostasse de mulher, casaria com você. E eu fico feliz em saber que sou o tipo de mulher ideal, até para um gay, hehehe. E mais ou menos o que escreveu militar 11:48. Parabéns! Honradez cabe em qualquer lugar.
Marcos F
-05/02/2010 às 12:30
É duro ser coerente nos dias de hoje. Só você, Rei. Este texto é um primor, pois engloba todo um sistema que inclui empresas, igrejas etc., inclusive os militares.
Dia desses fui a uma festa, e havia um casal gay “se malhando”. Me deu uma vontade de dar um chute neles! Depois, falando com o dono da casa, falei que teria a mesma vontade se fosse um casal “normal”. A festa não era lugar para isso (cabô).
Marco Aurélio
-05/02/2010 às 12:29
Constituição
Art. 5º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
I - homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição;
Onde esta escrito homossexual???
Se é para ser bronco então vamo lá
Rex
-05/02/2010 às 12:25
Epa, a solução não é proibir o ingresso nas Forças Armadas de gays, qq isso (àqueles que entendem dessa forma)!!
Ficam fantasiando: “e quando eles forem tomar banho e tal”.
Ora, todos nós temos centenas de pensamentos e emoções sobre aquilo que nos cerca e a todo momento precisamos administrá-los. Ninguém, militar ou bicho-grilo que seja, suporta conviver com aquele que expressa tudo que lhe ocorre, que não filtra, não refelete, não se contém, não se administra. Assim, no chuveiro coletivo, como na coletividade em geral, não é só o desejo sexual (seja do gay ou do hetero, pois os rótulos deixarão de valer um dia!) que deverá ser ponderado, mas todo ímpeto e opinião acerca do outro.
Tito
-05/02/2010 às 12:24
“Todos são iguais perante a Lei”.
Por que as ditas “minorias” querem ser mais iguais?
Por que é tão importante para elas mostrarem que o são?
Como dizia um velho General, “são as minorias atuantes se sobrepondo à maioria apática”.
PARABÉNS PELO ARTIGO!
Sandra2
-05/02/2010 às 12:23
Impressionante Reinaldo como pensamos igual, essa igualdade acho que se deve ao fato de termos sido educados por pessoas com ética, moral e temente a Deus, pois me sinto as vezes invadida em meu espaço quando deparo com essa falta de postura de muitos, é como v. diz as pessoas não precisam sair por ai demonstrando sua opção sexual, nunca gostei de expressar meus desejos mais íntimos para os que me rodeavam, a eles não interessa como sou na intimidade, sendo assim, não me sinto à vontade quando me deparo com esse tipo de cena quer, de heteros, quer de homo, tanto faz acho que chega a ser uma agressão.
BENE BARBOSA -MVB
-05/02/2010 às 12:16
Olá Reinaldo
Você conhece o blog Gays de Direita? Vale uma visita atenta.
http://gaysdedireita.blogspot.com/
Coincidentemente, ontem enviei um informativo de nossa ONG sobre Gays e o direito de defesa. Bom, não preciso dizer como alguns assuntos ainda são tabú e como há pessoas que esteriotipam o homosexual e o pior, os que não conseguem sequer interpretar um texto!
Para você ter uma idéia teve gente dizendo que o próximo passo nosso seria pedir porte de armas para… O MST! Como se um grupo de criminosos pudesse ser comparado com alguém homosexual… pior de tudo é que esse pessoal vota…
http://www.mvb.org.br/informativos/03022010.php
Abraços e bom fim de semana!
Natal
-05/02/2010 às 12:12
À título de ilustração dessa coisa dessas bobagens: uma colega lésbica criticou duramente um bar do bairro por só ter garçons homens. Entretanto, o bar em que estávamos só tem garçonetes, mulheres… mas, ela não achou que isso fosse preconceito, estava tudo ótimo (aliás, eu também prefiro garçonetes, rs!)! Ou seja: eu, branco e hetero, tenho de respeitar todo as outras formas de pensar, todas as formas de agir, todas suas críticas… mas, eles NÃO podem aceitar minhas idéias, porque aí eu estou sendo preconceituoso! Como é que pode? Diversidade só do lado de lá? Posso xingar alguém, sem problema. Mas, se esse alguém for homossexual, negro… aí é crime?!
ivan bertolozzi
-05/02/2010 às 12:11
Toda essa confusão começou com o caso dos dois sargentos que namoravam e viviam juntos, e ao invés de resolverem seus problemas foram logo “bater lata”no programa Superpop da Lucianta Gimenez, em 2008.
Ontem ao noticiar a fala do General, a Globo News, entrevistou um dos sargentos, que além de militante de movimento gay é militante também da ONG TORTURA NUNCA MAIS. Ele diz na entrevista que não tem problema de comando, mas à época o cara chorava aos prantos e fazia “beiçinho” quando foi retirado pela PE do programa da Lucianta.
Ah, me poupa, vá!!!!!!!!!! Seja o que quiser mas mantenha a compostura.
Franco
-05/02/2010 às 12:10
Só para complementar, concordo inteiramente com sua análise acerca da opinião do general.
Só não concordo com o fato de você ter achado a pergunte desnecessária
Cris Azevedo
-05/02/2010 às 12:10
Gente,
Ito me lembra de uma notícia (aiaiaiai) na CBN Diário de Floripa, anteontem. Entrevistaram uma moça que foi impedida de entrar na enfermaria do maior hospital daqui, porque ela estava de microshort e top. Ou seja: meio pelada.
A CBN fez o papel “puliticamenticorretu” e perguntou se ela se sentia como uma “nova geisy”. Ora, ora, ora! Esperem aí, onde estamos!?
TODOS os locais têm código de conduta. A CBN não fica histérica quando alguém é impedido de entrar em um banco de biquini, nem no teatro de calção de praia. Veja onde fomos parar, o nível de burrice que nos assola. Então, uma mulher pode entrar num hospital seminua? São ridículos, são patéticos, são BURROS!
José
-05/02/2010 às 12:08
Continuação…
que sejam punidos pela mesma falta.
Nas Forças Armadas, com o pau que se bate em Chico, se bate em Francisco. E assim precisa ser, pois Hierarquia e Disciplina são os pilares sobre os quais se apóia a Instituição.
A corrosão de um desses pilares derrubará a edificação.
Não há lugar para privilégios de grupos e essa é uma das características que faz com que a Instituição tenha o prestígio que tem, junto à população, cansada de ver diferenciação entre “iguais” e “mais iguais”.
Forças Armadas não são lugar de safadeza, as regras são claras e
E são colocadas como condição, nas diversas Escolas de Formação.
Aceita, quem quer.
Quem não aceita, procura outra profissão.
José
Juvencio
-05/02/2010 às 11:59
Os militares tem uma função que difere em muito das nossas (civis). Os treinamentos e exigencias militares os colocam frequentemente no limite da resistencia física , emocional , ou psicológica. Assim sendo nada mais justo que eles tenham os próprios regulamentos de acordo com a visão deles. Opção sexual , e outros temas devem ser dicutidos fora da caserna.
Jorge Mendes
-05/02/2010 às 11:59
Até que em fim concordo com algo que o senhor escreve, pensei que esse dia não ia chegar…
Muito didático a sua explicação…espero um dia concordar com mais textos seus….
Rex
-05/02/2010 às 11:57
É isso!
“Não pergunte, não diga” funciona para a vida militar, bem como para a não-militante. “O que vc faz na cama? Dá, come, chupa?” são perguntas deveras específicas, pra não dizer chulas, que se fazem às sombras quando não se tem atributos suficientes para a conquista e se recorre ao sexo pago. E não são essas as perguntas subsequentes a: “Você é gay ou hetero?”
Desdobrando, num mundo em que se pergunta & responde sobre ser gay ou hetero logo após “qual a profissão” e bem antes de “quais são seus sonhos” e “qual a sua cor preferida”, seria cabível perguntar: “a senhora é adepta estritamente ao estilo papai-mamãe ou vai além?”, “prefere esta ou aquela etnia”, “tem orgasmos múltiplos?
Gil
-05/02/2010 às 11:56
Será possivel que essa gente não tem coisas mais importantes para fazer? Um país com mais de 50.000 assassinatos anuais e esses caras discutindo sexualidade?…Haja…….
Guerra
-05/02/2010 às 11:51
Perféitíssimo, Reinaldo! O exagero que militantes de ‘causas dignas’ agregam a temas como OS GAYS NAS FORÇAS ARAMDAS é símbolo de uma dita evolução rumo à reconquista da ignorância plena. Nesse pretenso avanço, esses energúmenos não percebem que atravessam o ponto de retorno. Efeito, parece, da forma arredondada do planeta, que já levou o presidente a uma tese interessante.Chegamos ao ponto de não se poder cogitar agrupar 6 brancos, seja lá pro que for. Pra não dar confusão, a proposta tem que prever negros. Só pode o contrário.Daqui a pouco, não se poderá esquecer os gays.Mais alguns dias, as lésbicas.Não muito longe daqui, os canhotos.Depois, os de pé chato.Com o tempo, os que roncam e …
militar
-05/02/2010 às 11:48
Sr. Reinaldo Azevedo,
Sou homem, gay, militar, leio seu blog sempre que posso e concordo integralmente com seu post.
Como o sr. mesmo escreveu, sendo eu gay e estando nas Forças Armadas, comporto-me como integrante… das Forças Armadas. Tão somente. Não como militante da causa gay, que não sou em qualquer lugar (afinal, não preciso ficar pedindo autorização e licença aos heterossexuais pra viver) e muito menos nas Forças Armadas que não são o lugar adequado pra isso.
Também como o sr. mesmo afirmou tampouco fico exprimindo minha condição sexual junto aos meus colegas de farda simplesmente porque tal não teria cabimento, eles não estão, claro, minimamente interessados nisso (como tampouco eu estou nas preferências sexuais deles) e observo que aqueles colegas heterossexuais que, estranhamente, têm necessidade de ficar berrando corriqueiramente aos quatro ventos sua predileção pelo sexo oposto acabam em realidade causando mais mal estar, cansando a tropa e levantando suspeita em relação às suas tão decantadas predileções pelo sexo frágil do que admiração, popularidade ou respeito que parecem patologicamente perseguir desta maneira tão sintomática e esquisita.
militar
-05/02/2010 às 11:48
O sr. quer saber se meus colegas sabem de minha orientação sexual sem que eu a tenha afirmado aos brados em praça pública como alguns idiotas advogam que todos os gays deveriam fazer? Nem vou responder a essa pergunta já que o sr. nunca seria burro de fazê-la. Do mesmo modo que meus colegas de farda, que também primam pela inteligência, nunca a fizeram a mim. Simplesmente porque não precisam me perguntar sobre aquilo que já sabem – se é que o sr. me entende. Afinal, quem convive sempre sabe, vamos combinar.
Mas posso comentar que sou militar de alta patente e respeitado por todos os meus comandados – que não são poucos e me obedecem sem problemas porque sabem que sou rigidamente sério naquilo que as Forças Armadas exigem que eu seja; afinal, o sr. acha que cheguei tão longe na minha profissão agindo de que forma? É isso o que conta nas Forças Armadas e em qualquer outro lugar. É isso o que amealha respeito. O resto é gritaria histérica de gente com problemas de outra ordem, isto é, mais mentais do que sexuais.
E ainda posso comentar que tenho um caso há anos com colega de farda – que não é bradado aos quatro ventos porque simplesmente não tem que ser; é apenas vivido e de uma maneira muito feliz.
Saudações de seu admirador.
BETHS
-05/02/2010 às 11:47
Concordo completamente e me sinto um tantinho orgulhosa porque, quando assisti à reportagem do JN, pensei EXATAMENTE como você no seu texto.Quer dizer que não se pode ser contra? Tem-se o direito de ser gay(e está certíssimo!) mas não de discordar da tal proposta?Como assim?
Gostaria de saber como se resolvem, no Exército, outros tipos de ‘perseguição’ de superiores odientos que, por razões outras, implicam, não gostam, ‘não vão com a cara’, de um determinado soldado? E, conhecendo um pouco o ser humano, sabemos que há desse tipo de gente.E se calhar dele ser um coronel, p/ex.?E se houver um oficial gay que seja heterofóbico e resolva perseguir os machões subalternos?
Que gente doida!!!
Rodrigo L.
-05/02/2010 às 11:45
Por que tudo tem que se tornar uma bandeira de um “movimento”, uma “luta” contra alguma “injustiça”? Conheço homossexuais que desempenham seu trabalho a contento. São, no mais, “invisíveis”, enfadonhos até - sua sexualidade sendo uma questão eminentemente particular. Agora, por que forçar um “debate”? Qual será o resultado, vão determinar que os homossexuais que não assumirem ou que tenham pudor sejam obrigados a mudar, sob pena de serem execrados como “traidores da causa”? Os agitadores não querem que os homossexuais tenham direitos iguais (que já têm), mas sim que tenham privilégios especiais, e que estes sejam impostos a toda sociedade.
ANTICOMUNAS RJ
-05/02/2010 às 11:37
Reinaldo, concordo.Perfeito.
Ontem, os teles-jornais só mostravam o General falando, mas não mostraram o idiota que fez a pergunta?Mas, me parece que o autor da pergunta fora do contexto foi do “homem da cueca vermelha” o perfeito idiota senil petista Suplício.Será que estou enganado?
PS:Esta no ar, e neste desgoverno do apedeuta tudo é possível, e talvez até o final do mandato do apedeuta apareça mais uma nova proposta de mais um “estatuto de gays e afins”.É esperar pra ver.
IP
-05/02/2010 às 11:35
Jornalista Reinaldo, parabéns pela sua coragem de defender o Gen Cerqueira.
O general está sendo criticado por ter sido politicamente incorreto.
O que o Suplicy, o exótico senador , quer?
Ouvir mentiras politicamente corretas?
Qual é a do Jungmann?
Esses políticos que são contra a manifestação de uma opinião só querem é o voto dos gays.
P.S. Por que ninguém reclamou quando o Lula afirmou que Pelotas era uma fábrica de veados?
mané brasileiro
-05/02/2010 às 11:29
Reinaldo
PQP! Outro blog para ser emoldurado!
Therese
-05/02/2010 às 11:26
Essa OAB já foi séria.
Estou admirada com o número de advogados, promotores e juízes que precisariam de começar a estudar de novo, tamanha ignorância ( até com a língua portuguesa ).
Roberto
-05/02/2010 às 11:22
Reinaldo: parabéns pelo seu comentário coerente e pelos argumentos brilhantemente expostos com relação à polêmica causada pelo comentário do general sobre gays nas Forças Armadas. Particularmente, só discordo da sua idéia de permitir aos gays adotar crianças, pois elas não tem discernimento para aceitar ou não como pais (ou mães?) pessoas cujo comportamento destoa do da maioria e que pode ser motivo de constrangimento mais tarde como, por exemplo, nas escolas. Quem dera que a maioria dos eleitores brasileiros pensasse mais ou menos como você! Não estaríamos presenciando no Executivo e no Legislativo o comportamento lamentável de alguns representantes eleitos no calor das emoções.
ROSE
-05/02/2010 às 11:20
PARABENS PELO TEXTO, MUITO CLARO COMO SEMPRE E REFLETE A OPINIÃO DE MUITOS BRASILEIROS, QUE NÃO TEM ESSE ESPAÇO PARA MANIFESTAR-SE, POR FAVOR CONTINUE SENDO A NOSSA VOZ.
COMO CIDADÃ E ADVOGADA, ASSINO JUNTO SUA COBRANÇA AO NOVO PRESIDENTE DA OAB, ATÉ PORQUE FAZ PARTE DAS OBRIGAÇÕES DELE, NÃO SÓ COMO REPRESENTANTE DE UMA CLASSE, MAS COMO OPERADOR DO DIREITO, ZELAR PELO ESTADO DEMOCRATICO DE DIREITO.
Anderson
-05/02/2010 às 11:18
Nao tenho preconceitos com homossexuais, ate porque tenho amigos que são, pessoas q considero e respeito.. Mas sou contra a entrada nas Forças Armadas daqueles homo q são “totalmente” assumidos (aqueles q tem um jeitinho mais afeminado).. Imagine a situação onde a tropa ta no alojamento trocando de roupa e/ou tomando banho.. seria uma situação constrangedora saber q tem uma pessoa que sente atração por homens, mesmo que essa pessoa n esteja nem ligando.. isso eh somente um exemplo do dia-dia.. É mto facil criticar o General q vive o dia-dia da Força qnd nao se conhece o dia-dia das Forças Armadas.. Sim, eu nao sou militar.
Karamazov
-05/02/2010 às 11:15
Irretocável seu texto. A opinião do general não tem nada de homofóbica mas reflete apenas a realidade de um meio que ele
conhece muito melhor do que qualquer um de seus apressados críticos. Imagine a autoridade perante a tropa de um comandante gay, apaixonado, depois de dividir seus lençois com alguns de seus bravos soldados. Infelizmente vivemos um tempo em que a livre manifestação do pensamento é patrulhada sistematicamente pelas minorias “politicamente corretas”. Tenho amigos gays que me respeitam e que merecem meu respeito justamente porque tratam sua sexualidade como assunto privado e não tentam impor sua opção como sendo cultural ou socialmente superior à minha.
Memyself
-05/02/2010 às 10:59
O que mais me irrita nessa militância gay é justamente essa pressão: não me interessa a mínima se meu médico, o policial da esquina ou o quitandeiro dormem com homens. Se minha relação com a criatura não passa pelo sexo, o que me importa como ele o experimenta? Um dos meus mais queridos amigos é homosexual. Sexualidade nunca foi assunto entre nós, nem a minha, nem a dele. A amizade tem fundamentos mais elevados do que o sexo. A cada vez que um gay vem sua propaganda partidária, meu primeiro impulso é ser contra ele.
Gustavo
-05/02/2010 às 10:57
Reinaldo
Realmente, por mais sexo que eu veja na TV e até na rua, a vida sexual dos outros não me interessa. Mas relacionamentos são outra coisa, e não podemos negar que quando dois homens ou mulheres têm um relacionamento, isso gera alguma estranheza em muitas pessoas, o que pode gerar PRECONCEITO. Essa palavra deve, sim, ser discutida. Não entendi o que o general Raymundo quis dizer com “esse indivíduo”. Quem? O gay assumido? O gay discreto? O gay disfarçado de hetero? Aquele que ninguém sabe o que é? Seria o mesmo que eu dizer: “Esse indivíduo - o militar - não está apto a escrever um livro, porque não sabe se expressar direito”. Ele foi infeliz na sua afirmação, sim. Sem preconceito
Gustavo
-05/02/2010 às 10:55
Caro Reinaldo,
O General Cerqueira tem todo direito à sua opinião, mas ela é, sim, preconceituosa, pois coloca em dúvida a capacidade de um homossexual liderar tropas pelo simples motivo de ser homossexual. O General, mais do que ninguém, deveria saber que tropas devem obedecer ao comandante. Independentemente de sexo, opção sexual, cor, religião, origem, etc. O que deveria distinguir um bom comandante de um mau comandante é a conduta profissional, não o que ele (a) faz na sua intimidade, fora da base ou quando não esteja engajado (a) em uma operação – como no exercício de qualquer outra profissão.
Com muito respeito, Gustavo
Gustavo
-05/02/2010 às 10:51
Caro Reinaldo
Geralmente concordo com as suas opiniões e lógica, mas dessa vez acho que voce não acertou o ponto.
A questão aqui não é direito para dizer o que se faz na intimidade, mas sim o direito de, como homossexual, ser tratado de maneira igual na atuação profissional. Se um um homossexual declarar a sua opção não poderá servir às forças, interfirindo no seu direito de escolher sua profissão. Da maneira que está, também será negado direitos garantidos a membros das forças que são heterossexuais, como, por exemplo, direito a moradia e assistencia médica ao seu/sua parceiro (a) quando atingir um cargo de comando.
Com respeito, Gustavo
Perguntador
-05/02/2010 às 10:50
O problema é mais óbvio ainda. No cotidiano de qualquer profissão, as vezes fica evidente a orientação sexual do profissional. Na carreira militar, senão motivo de chacota, a orientação sexual pode causar outras séries de constrangimentos e até mesmo a expulsão. Se alguém descobre que um militar é heterossexual nada acontece. Aceitar o homossexual nas forças armadas é impedir que arbitrariedades sejam feitas por conta da orientação sexual do indivíduo. Nada a ver com militância.
anônima
-05/02/2010 às 10:47
Perfeito! E fico feliz em perceber que os meus neurônios ainda funcionam.
“Se um homossexual exige a expressão da sua identidade na tropa, há que se admitir que os heterossexuais façam a mesma coisa, não? O que estão querendo? Uma tropa unida para defender o Brasil, mas dividida não exatamente pelo sexo, e sim pela prática sexual? Tenham paciência! O general está certo! O comportamento homossexual é incompatível com o Exército. E eu diria que o heterossexual também é. Isso vale dizer que ninguém está lá para afirmar a sua condição sexual.”
Este parágrafo diz tudo.
Silva Júnior
-05/02/2010 às 10:45
Prezado amigo Reinaldo, o único erro do General foi ser honesto em um ambiente, meio político” onde a mentira e a hipocrisia são práticas corriqueiras. Se o General tivesse sido hipócrita e agradado a plateia de políticos amantes da mentira, ainda que verdadeira opinião do General fosse do conhecimento deles, ele seria aplaudido. Senhores políticos, deixem de ser mentirosos, hipócritas e oportunistas. O General tem o direito de ser honesto, mesmo entre os senhores mentirosos contumaz. Parabéns General. A verdade, tão cultuada nos meios militares, é abominável no meio político.
Silva Júnior
-05/02/2010 às 10:44
Reinaldo, o único erro do General foi ser honesto em um ambiente, meio político” onde a mentira e a hipocrisia são práticas corriqueiras. Se o General tivesse sido hipócrita e agradado a plateia de políticos amantes da mentira, ainda que verdadeira opinião do General fosse do conhecimento deles, ele seria aplaudido. Senhores políticos, deixem de ser mentirosos, hipócritas e oportunistas. O General tem o direito de ser honesto, mesmo entre os senhores mentirosos contumaz. Parabéns General. A verdade, tão cultuada nos meios militares, é abominável no meio político.
Rodrigo Marques
-05/02/2010 às 10:39
A questão central foi frisada pelo General neste trecho: “” Comando, principalmente em combate, tem uma série de atributos e um deles é que o soldado, a tropa, fatalmente não vai obedecer.”"
Se um superior hierárquico declaradamente homossexual demostrar qualquer hesitação, fragilidade, etc… será imediatamente taxado por covarde pelos seus comandados e isso - em combate - invariavelmente é fatal (para ele).
hxmx13
-05/02/2010 às 10:39
Vc falou tudo o que eu disse ontem para o meu marido. Não há ficha pedindo que vc se nomei hétero ou homo. E se houvesse, não seriam homens defendendo 1 Nação, mas militantes da sexualidade defendendo bandeiras sociais. Por tanto, a discursão se torna inócua. É como o Papa ser contra o casamento de Gays. Esse é um dogma da Igreja Católica ao qual ele tem o dever de defender como representante daquela Instituição religiosa. O que ñ significa que porque a Igreja vá contra o casamento Gay, não poderá existir a união Gay. O papel do Estado é exatamente garantir a diversidade, pluralidade de idéias e a opção de escolha. Dentro da legalidade.
O Locutor
-05/02/2010 às 10:34
O Senador do PTcolorido, evocou a constituiçao para defender os Homos, que todos são iguais perante a Lei. Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;
Eles do Pt e esquerdopatas querem acabar com a liberdade acima, parece até piada, graças a Deus não voto em Petista.
anonimo
-05/02/2010 às 10:33
O general deveria ter mentido, como é do gosto do senado ou ao menos dito que se um militar vestisse a cueca por cima da calça em publico ele seria expulso da corporação.
Alexandre A. C. Resende
-05/02/2010 às 10:31
Triste país onde o que se faz com os “fundilhos” se torna mais relevante que o que se faz com os cérebros…
Ricardo
-05/02/2010 às 10:29
Prezado Reinaldo,
Parabéns pela nota. Mas, por uma questão de correção da Língua: hetero é oxítona e não proparoxítona como o vulgo (e toda a imprensa, via de regra) usa. Como você pronuncia heterodoxo? E heterônimo? Por que razão hetero, como abreviação de heterossexual, seria proparoxítona?
Um abraço
REINALDO RESPONDE
Pois é, Ricardo. É o que sempre pensei e assim sempre escrevi. Também pronuncio ‘hetero”, com a penúltima tônica. Mas o Houaiss decidiu dicionarizar “hétero”
http://houaiss.uol.com.br/busca.jhtm?verbete=h%E9tero&stype=k
Viegas
-05/02/2010 às 10:27
Bom dia Reinaldo
Reinaldo fico extremamente divido nesta questão, por um lado existe o preconceito claro por parte da sociedade como um todo de outro lado temos as virtudes esperadas de um soldado, não consigo imaginar um cara saltitante com um fuzil na mão, mas consigo ver uma mulher sendo muito profissional, logo que o problema não gira em torno na opção sexual mais sim da caricatura sexual.
O que quero dizer é que um homossexual pode ser um excelente profissional, mas não deve levar sua caricatura para o exercito, mas não acredito que um homossexual que tivesse esse tipo de comportamento se alistasse e se o fizesse deveria ser impedido mesmo.
Com relação ao general ele expos sua opinião e para mim isto é honrado, ele poderia ter dito “isto não me afeta”, “isto são procedimentos do exercito e eu como soldado os cumpro, mas não ele foi honesto, coisa que os Petistas não entendem e tem dificuldade de aceitar uma posição contraria a sua, só é certo quem mente e quem pensa igual? Mostre-me o ministro de estado declarado homossexual? Quantos estão na cúpula do PT? Se existe são caricaturas ou são reservados?
Respeito os gays (que casem, que criem filhos) mas odeio a esquerda
-05/02/2010 às 10:21
O problema da militância gay, e dos jornais entregues a todas as militâncias e ignorantes dos mortais comuns (maioria da população), é justamente o encampamento pela esquerda da causa gay. Porque a esquerda transforma tudo numa questão de esmagamento do adversário e extermínio da opinião dissidente. A esquerda e a militância organizada não querem que você não exerça preconceito contra os gays. Eles querem mais. Querem que você aceite qualquer coisa vinda dos gays e os transforme em seres privilegiados e intocáveis pelas regras que tocam o comum dos mortais. É menos culpa dos gays do que dos esquerdistas. A esquerda é como nuvem de gafanhotos. Infesta tudo, devora tudo e destrói tudo.
teco-teco no fubeco
-05/02/2010 às 10:15
Também concordo com vc quando se refere ao tal Ophir, da OAB.
Ele já se manifestou a favor da revisão da lei da anistia. E agora, talvez em causa própria, criticou o general.
Interessante notar que Ophir não falou:
- em punir os advogados picaretas que grassam pela aí;
- em fechar os péssimos cursos de direito que pululam pelo país
- que as contas da OAB deveriam sim ser auditadas pelo TCU
- que os tais de quintos constitucionais que levam advogados à magistratura sem necessidade de concurso público deveriam acabar
- que o advogado não é indispensável à justiça
- que o tal exame de ordem não passa de mais uma fonte de renda para a OAB e para cursinhos específicos.
Rods
-05/02/2010 às 10:14
REI.
PERFEITA A AVALIAÇÃO.
O CARA DEVE SER MILITAR E NÃO MILITANTE, MATOU A CHARADA.
AGORA, O JOBIM É DE UMA ARROGÂNCIA SEM LIMITES. SEMPRE PROCURANDO - COMO FAZEM OS COMUNISTAS - DIMINIR OS QUE OPINAM CONTRARIAMENTE AS SUAS TESES. ELE SEMPRE FOI ASSIM, INCLUSIVE NO STF.
DEUS DO CÉU, ELE FOI PRESIDENTE DO STF. PENSEM!!!!
QUANTO AO NOVO PRESIDENTE DA OAB - MUITOS NESTE ESPAÇO ACREDITARAM SER UMA PESSOA DO BEM - COMO EU HAVIA PREVISTO SE REVELOU AO MUNDO.
É MAIS UM MILITANTE DA CAUSA E, OS ADVOGADOS, INCLUSIVE OS SÉRIOS, TÊM QUE ALIMENTAR FINANCEIRAMENTE ESSE CARTÓRIO QUE, NA REALIDADE É UM NINHO A SERVIÇO DA CAUSA.
Rods
teco-teco no fubeco
-05/02/2010 às 10:11
Reinaldo,
O seu artigo está tão bom que até parece ter sido escrito por mim. Só faltou falar da atitude do senador Suplício da Cuéca Vermelha.
Concordo com o general e o parabenizo por sua sinceridade/honestidade, por não ter se rendido ao politicamente correto. Já o almirante, jogou água fora da bacia.
Quanto aos grupos de defesas dos homossexuais, fazer o quê? Eles ainda não descobriram a sua verdadeira tarefa. Estão se expondo ao ridículo e ainda não perceberam.
adam smith
-05/02/2010 às 10:01
Enfim um pouco de sensatez.
Diversas vezes viajando no metro, observo casos de casais, heterosexuais, parados em frente a porta em um enlace que pouco deve ao coito propriamente dito. E nem mesmo se importam com quem precisa sair a cada estação. Não se importam em constranger, mas também não se importam em bloquear a passagem.
As pessoas não querem simplesmente que tolerem seus comportamentos, por mais indecorosos que sejam, querem é que sejam universalmente exaltados, como se a sociedade fosse amplamente hedonista, o que é um erro.
De Honduras
-05/02/2010 às 9:55
Exsite uma piada na qual o comandante faz a revista da tropa e escuta um recruta perguntando ao outro se comeu ‘jiló”, ao que o outro responde que sim. O comandante sabe que no cardárpio do último mês não foi servido ‘jiló’. O comandante interroga recruta por recruta e 99,99% respondem sim.
A piada não é nova, mas, o PNDH 3, o politicamente correto, as cotas (ou quotas, como queiram), os símbolos religiosos (no governo e a LIESA no Rio proibindo). O novo OAB não alcançará suas pretensões, ouvi o discurso de posse, alías de pose.
Quando é que vão proibir bebida alcoólica aos detentores de cargos majoritários e de seus assistentes? Um bom exemplo vem de cima?
Zé Brasil
-05/02/2010 às 9:51
Devem estar dizendo, pegamos o general, e aí, aí é que se abre um blá-blá-blá de virulento contágio, oferecendo carona gratuita a essa manada de zebras do puro oportunismo, sempre atentas em blassonar outros recalques…
Marcelo
-05/02/2010 às 9:49
Caro Rei,
Ainda dentro do campo prático teremos aindas mais banheiros do que sugere o seu texto… afinal de contas o próprio homossexual poderá também se sentir contrangido em banhar-se ao lado de um companheiro que tenha interesse nele mesmo! Ou seja, na prática, as Forças Armadas se verão obrigadas a construir um banheiro para cada homossexual para que cada um tem sua privacidade respeitada.
Abraço.
Josafá
-05/02/2010 às 9:47
De fato, Reinaldo, parece que a nossa subordinação à agenda politicamente correta americana é de uma babaquice sem fim. Bastou o super-vigarista deles levantar essa questão lá e pronto, já começamos a nos coçar aqui.
AUMO
-05/02/2010 às 9:45
Sou militar da reserva com 35 anos no serviço ativo. O Gen Cerqueira, um dos mais inteligentes e brilhantes do nosso Exército, muito bem destacou a arte de comandar. ” Mandar com” exige postura e autoridade, não só para militar, mas até mesmo na educação dos filhos, na gerência de uma empresa, na execução da liderança,etc. São atitudes e posturas que este grupo, quando militantes, para usar a expressão bem enquadrada do jornalista, resvalam e se deixam ridicularizar, como os amantes da farmácia. Dizia um antigo Gen” comando é prerrogativa do macho”, não no sentido da opção sexual mas da postura ambiental,ou seja, no ambiente.Parabéns pelo artigo, sóbrio, inteligente, corajoso e oportuno.
QUAKER
-05/02/2010 às 9:41
O GENERAL:
O SR.ESTÁ CERTO.EXÉRCITO TEM PARADA TODOS OS DIAS. MAS NÃO É PARADA GAYS.
O PAÍS TEM OUTRAS PRIORIDADES QUE ABRANGE TODA SUA POPULAÇÃO.A OPÇÃO DE CADA UM NÃO PODERA SER MOTIVO DE EXIGÊNCIA PRIORITÁRIAS.
QUANTO A MARINHA,É OUTRA HISTÓRIA!DEIXE ISTO PRA LÁ.
AO SR.JOBIM DIGO QUE ELE PARECE NUNCA TER SERVIDO A JUSTIÇA.OU ELE ESTÁ DESMEMORIADO?
NÃO SABE QUE O BRASIL POR INCRÍVEL QUE PAREÇA É UM PAIS E TEM UMA CONSTITUIÇÃO E LEI QUE O COLOCA TAMBÉM ABAIXO DELA.SEMPRE VIVEU POR CIMA. ATÉ QUANTO NÃO SEI.
MINISTRO LIMITE-SE A COMPRA DOS RAFALES.
SUA FARDA É EMPRESTADA.A DO GENERAL É SOB MEDITA.
A AERONÁUTICA DESMORALIZADA.A MARINHA QUASE.
O EXÉRCITO JAMAIS SR.
jose
-05/02/2010 às 9:41
Rapa, gastaste muito tempo com babozeira, gaste seu tempo falando(escrevendo) sobre as falacatruas dos Politicos em especial os petistas, com muita propriedade…..O general tem razão em muito de suas falas……..Só quem passou mais de 30 anos no Exercito Brasileiro, pode dizer que o General tem razão, pois vi muitos casos de baitolagem na força sim, mas tambem vi as consequencias ao ser difundido, é execrado pelos amigos, principalmente os postos iguais, já vi, aconselhei, vi superiores e iguais aconsela, se portarem de mais adequadamente nos padroes pois os riscos que correriam se fossem a publico, estes realmente são os mais fracos em varias situações, força, coragem e raciocinio, pois m
Lucaveira
-05/02/2010 às 9:38
O Exército é para militares e não para militantes.
rorschachbr
-05/02/2010 às 9:36
Tenho a mesma opinião Reinaldo. E de fato foi o que sempre ocorreu de forma discreta. Só que o objetivo por trás disto tudo é continuar o plano de desmoralização das Forças Armadas que segue forte no Brasil, assim como o plano das 6 etapas para mudança de comportamento, que no fundo pode ser resumido em 3 palavras : inversão de valores. Achei que você iria cair em contraição mas você me surpreendeu. Parabéns.
PILINCHO
-05/02/2010 às 9:34
Reinaldo,
Parabéns pelo enfoque dado. Quartel não é casa de tolerância! Não é prostíbulo, que sinaliza com uma lâmpada vermelha a entrada para o “paraíso”.
E onde fica o meu direito constitucional de REJEITAR tal obcenidade? Preconceito é impedir que eu pense assim.
Isso é a continuidade da desmoralização das Forças Armadas e a sua conseqüente transformação em forças revolucionárias,comprometidas com o totalitarismo.
Em pouco tempo,os gays-combatentes estariam reivindicando o “direito” de hastear o estandarte arcoíris da comunidade ao lado da flâmula de Comando da unidade militar. E de desfilar em pelotão diferenciado, com fitinha tricolor afixada na testa, a la Rambo.Basta!!!
Tirésias
-05/02/2010 às 9:33
Chamem aí os “300 de Esparta” para falarem o que acham desse assunto tão polêmico….
Jeremias
-05/02/2010 às 9:31
Reinaldo, bom dia,
Uma excelente abordagem sobre o assunto, e bastante esclarecedora tambem. Mas no ultimo topico da reportagem vc destacou exatamente o que mais nos preocupa com relação ao homofobismo, ou seja, ” se eu tomar qlqr atitude contra um gay, seja soldado ou não, somos taxados de preconceituosos, agora qdo eles tomam qlqr atitude contra os heteros, isso não é preconceito. Como disse aquele ex ministra, que chamar uma pessoa de “branquelo” não é preconceito. Creio que essas declarações do General pode ter alguma razão de ser, pela disciplina imposta para quem esta a serviço do Exercito e da Patria.
Dora
-05/02/2010 às 9:25
É isso, qualquer ASNEIRA hoje se torna MANCHETE …politicamente CORRETO, INCORRETO……um saco.
Outro dia ouvindo um CD com canções da época de Dalva de Oliveira , ouvi uma música que se referia ao sujeiro como um ESCURINHO….um sambinha sem maiores consequências….fiquei pensando, hoje essa sambinha saria cadeia para o compositor e fim de carreira para o intérprete….a vida está ficando um saco.O General apenas afirmou o que se fato acontece e fim de papo.É assim em qualquer canato do planeta…lembremos do que está acontecendo no Irã.
Rubens Costa
-05/02/2010 às 9:22
Reinaldo, bom dia! Eu sou do tempo que homem gostava de mulher e mulher de homem. Tudo mudou e eu com os meus 54 anos fico apenas observando para onde o mundo caminha. Não sei o que vai acontecer com toda subversão de valores que estamos vivendo, mas sei, certamente, que logo mais vou ter que esconder que gosto de MULHER, pois isso será politicamente incorreto.
Ugmoraes
-05/02/2010 às 9:21
Bom Dia Reinaldo
Prezado você colocou devidamente os pingos nos ii. PARABÉNS, já copiei, e passarei adiante.
Gabriel Paixão
-05/02/2010 às 9:15
Meu caro Reinaldo, normalmente eu odeio a tendenciosidade de seus textos cravando dentes no governo federal sem dados fundamentados (apesar de seu vício maldito na cutucadinha em seu paragrafo final). Porém devo lhe dar os parabéns por esse texto. Espero que continue ponderado para o bem da informação imparcial que é o que o povo precisa no momento.
Sandra
-05/02/2010 às 9:11
Reinaldo, o general teria sido mais feliz se dissesse para cada um, homo ou hetero, manter íntimo o que, afinal, não é da conta de ninguém.
Agora, quanto ao banho separado por piopio e borboletinha, você vai morrer neurótico se ficar pensando se o colega ao lado é gay ou não.
Jackson
-05/02/2010 às 9:11
Rei,
muito bom. Concordo com você quando diz: “o pensamento politicamente correto é uma burrice”. Tira das pessoas a liberdade de divergir, de pensar e nos coloca numa jaula onde só há “santinhos e bem intencionados”.
Dri
-05/02/2010 às 9:07
Caro Reinaldo,
Concordo plenamente c/ vc. O pior de td é que ainda temos q ouvir um senhor, um tanto gagá, de nome Suplicy, incitar uma CPI p/ punição da opinião do general. Pode!!!
Confiante
-05/02/2010 às 9:03
REINALDO,MAIS UMA VEZ VOCE FOI CERTEIRO E OBJETIVO! ASSINO SOB TUDO O QUE ESCREVEU! E ACRESCENTO:1)UMA COISA É A PESSOA SER HETERO OU HOMO,OUTRA É ALARDEAR OU EXAGERAR SUA CONVICÇÃO,SUAS PREFERÊNCIAS,PRINCIPALMENTE EM TERMOS DO EXERCÍCIO DE PROFISSÃO; 2)DEMONSTRAÇÕES PÚBLICAS DE CARINHO, TERNURA SÃO ACEITÁVEIS, MAS EXIBIÇÕES DE LIBIDINAGEM,TIPO DAS EXIBIDAS EM CANAIS PRIVÊS,DIGNAS DE EXPRESSÕES JOCOSAS COMO”VAI C… AGORA OU QUER QUE EMBRULHE PARA VIAGEM?”DEVEM SER REPROVADAS!
3)O JOBIM É O TÍPICO MARIPOSA, QUE FAZ VOLTEIOS PERTO DE QUALQUER LÂMPADA(IDÓLATRA DE HOLOFOTES), E TEM MARCA IDÊNTICA AO GRANDE MESSIAS,EM TERMOS DE INFELICIDADE NAS FALAS…
Humberto Pinto
-05/02/2010 às 9:00
Ilustre Jornalista
Reinaldo Azevedo
Bravo!
General Raymundo Nonato de Cerqueira Filho, pela coragem de enfrentar essa nova impostura da antipolítica, no Brasil.
Não conseguiram retirar DEUS da Constituição… Não conseguiram impor a tal Comissão da Verdade… Não conseguiram caçar o Crucifíxo… Agora querem impor o sectarismo nas Forças Armadas.
Vamos aguardar a próxima ofensiva da Nova Ordem Mundial…
Fiquem alertas: “O preço da liberdade é a eterna vigilância”.
Abraços.
José Pereira
-05/02/2010 às 8:56
Excelente desafio à já desacreditada OAB, claro, por causa dos seus últimos e péssimos dirigentes, muito preocupados com platéias, as ruas, as massas. Bem feito!
Agnaldo Gomes
-05/02/2010 às 8:53
Parabens, Reinaldo, pelo fato de enfrentar o problema. Me parece que a liberdade do General expressar sua opinião está prejudicada. Direitos fundamentais não são absolutos. Os juristas enfrentam o problema confrontando um direito com um outro. No caso, a pressão da midia não agride os direitos dos heterosexuais? O direito de emitir opinião é inferior ao da dignidade pessoa humana? O direito de emitir opinião não seria a própria dignidade da pessoa humana? A dignidade da pessoa humana heterosexual é diferente da dignidade da pessoa humana homossexual? A opção sexual se confunde com atividade do militar? Então porque os homossexuais estao preocupados? Parabens ao General.
José Luiz
-05/02/2010 às 8:45
Caro Reinaldo
Bom dia
Bela argumentação. Fostes direto ao ponto: quanta perda de tempo. É público e notório que homossoxuais (muitos!) trabalham - e bem! - nas Forças Armadas, obedecendo e comandando de acordo com as circunstâncias. Alguém não sabia disso? Não é essa condição que os faz melhores ou piores no desempenho de suas funções. Também adorei a comparação que fizestes com o casal hétero, constrangedor. Esse é o ponto! Se a questão sexual for o mote central, o exercício de qualquer função coletiva fica comprometido. E Parabéns pela posição clara de defesa da adoção de crianças por casais homossexuais (que vivam sua sexualidade de modo resolvido, sereno).
Atenciosamente
José Luiz
Cris Azevedo
-05/02/2010 às 8:41
Muita gente daquela época mais po maneira de amor vale a pena”.
Os que levantam a questão bocó agora são aqueles “jovens” que não conseguiram deixar para trás 1968, Woodstock, Blowing in the wind, o “amor-livre” , da maria joana, e os sutiens queimados. É só. É a mesma tchurma do miolo derretido, com Alzheimer, porque se lembram mais do passado do que do presente.
Homossexual no exército NÃO é proibido. O que é proibido é rebolar, dar amasso e carregar bandeira cor de rosa. Assim cmo é proibido menino fazer coisa com menina,também.
Enfim, falsa polêmica, de gente tonta. E, como vc disse, politicamente correta, portanto BURRA.
Guilherme F. Lamb
-05/02/2010 às 8:39
Reinaldo,
ja ja esse cara vai estar como o cesar britto…
defendendo o comunismo e o terrorismo… começa assim “sutilmente”.
dizendo que o mst é um movimento legitimo…
querem terra, trabalhem e comprem!
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100203/not_imp505520,0.php
gué
-05/02/2010 às 8:35
Mais cedo, mais tarde, irão adotar cotas para homosexuais no exército também.
Cris Azevedo
-05/02/2010 às 8:35
Rei,
1. O novo presidente da OAB, aquele que era diretor da OAB comandada pelo Brittinho Estrela, já mostrou a que veio. E veio do PARÁ! Não é por nada, não, mas ele teve alguma ação importante quanto ao desgoverno de lá? MST? Tortura? Descumprimento de ordem judicial pela governadora? Nenhuma?!! Ahm..
2.Queria ver se vc se lembra de uma coisa:a tchurma dos anos 1968, a tchurma de Woodstock, do pazeamor, do blowinginthewind. Tá lembrado deles? Tá. Prestenção agora:
“ser um homem feminino, não fere meu lado masculino”.
“eu gosto de meninos e meninaaaaaaaaaaaaas”
CONTINUA
Anonimo
-05/02/2010 às 8:34
O o truque mais safado que as universidades públicas aplicam ante qualquer constetação no vestibular é antecipar o resultado e criar o fato consumado. Haddad aplicou o mesmo
04/02/2010 - 23h50
Sistema de seleção do Enem divulga lista de aprovados
Publicidade
da Folha Online
O Ministério da Educação antecipou a divulgação da lista de aprovados no Sisu
http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u689714.shtml
Silva
-05/02/2010 às 8:31
Caro Reinaldo, a OAB juntamente com o ministro da Justiça deveriam estarem preocupados com o desaparecimento das crianças em Luziânia-GO. Uma comissão de mães foi até o Ministério da Justiça procurar o Tarso Genro, advinha onde ele estava? na caravana da anistia, porra, vai trabalhar Tarso. Você se preocupa com Direitos Humanos somente de Guerrilheiros, a população está morrendo e você não está nem ai. Cadê a OAB? vocês são muitos embusteiros, como diz o Lulla. Vão procurar as crianças!
Nando Esposito
-05/02/2010 às 8:29
Em cheio!! Reinaldão. Eu que ja fui acusado de petralha (injustamente) por ti, concordo integralmente. Talvez o general tenha considerado homossexualismo, incluindo a pratica e a postura como sendo vinculadas. Na maioria das vezes, acho até que são. Mas podem não ser.
nando35anossaopaulosp
Lobinho
-05/02/2010 às 8:27
Continue aguardando, tio. Essa nota nunca sairá. E isto porque o novo presidente da OAB era secretário na gestão anterior, do Sr. Cezar Brito. Farinha do mesmo saco. Pobre OAB.
Silva
-05/02/2010 às 8:25
Caro Reinaldo, sabemos que em todos os ramos profissinais exitem homossexais, claro que isso é normal. Concordo com suas palavras. É muito fácil o presidente da OAB está defendendo uma bandeira, quando na realidade não conhece o mastro. Quem conhece a história dos dois muilitares de Brasília, sabe muito bem do que estou falando. O militar estava dispensado por atestado médico para as atividades diárias, porém ele se ausentava da guarnição para fazer show em outras cidades. Ai eu pergunto: ele está doente para não cumprir suas obrigações militares, porém está apto para fazer seus shows? Responda OAB!
Celivânia
-05/02/2010 às 8:14
Excelente texto! Parabéns pelas colocações.
francisco
-05/02/2010 às 8:13
reinaldo,
gostei e muito, eh o caso da pessoa quando frequenta uma academia de ginastica , eh melhor sair suado do que tomar banho, tem sempre uns de plantão para olhar o pi-piu ou a borboleta.
anônimo
-05/02/2010 às 8:02
Lembrando Santo Agostinho
Já se passaram cerca de quinze séculos, porém a “regra” agostiniana, pelo menos para mim, continua perfeita:
- “Odiar o erro, porém amar o pecador”.
Uma coisa é o tratamento respeitoso, caridoso dado a alguém que agride a Lei Natural. Outra coisa muito diferente é dizer que “isso de Lei Natural é história da Carochinha”.
O esquecimento da norma é uma das mazelas do nosso tempo, repleto de progressos científicos e tecnológicos, porém falho em pontos esenciais.
Alvaro
-05/02/2010 às 7:51
Reinaldo
Excelente artigo, mas me sinto novamente na obrigação de lhe indicar, já que vc se declarou católico e em consequencia disso, cristão, a leitura das cartas Apostolicas, principalmente a Carta de Paulo aos Romanos.
Como cristão declarado vc não pode afirmar, por exemplo, que concorda com adoção de filhos por casal gays. Jesus afirmou que a pessoa deve ser quente ou fria, o morno será vomitado, espero que vc não seja um cristão morno, ou um daqueles que escreve as próprias verdades, como se a verdade de Deus fosse uma folha em branco.
Com respeito e admiração, mas também com preocupação…
Jorge Luiz Dutra Iório
-05/02/2010 às 7:48
Minha opinião, é de que o General está corretíssimo. O problema é que esse Governo de mentira está com receio de perder os votos dos gays pois, para 2010 qq voto faz falta, não importa de quem. No fundo, o governo também acha que os gays são incompatíveis com o serviço militar mas, lógico, jamais vão admitir isso. Acho que o General foi até bastante elegante na forma como expôs seu pensamento, sem demonstrar preconceito ao dizer apenas das inconveniências que tal fato geraria. Preconceito é o que demonstra o governo ao criar vagas especiais para negros em faculdades, escolas públicas, quando na verdade, eles tem todo o direito de competir em igualdade de condições com os demais.
OhMyGod!
-05/02/2010 às 7:45
Caríssimo.
Eu já havia dito antes. Militar, é FUNÇÃO. Assim como é função de uma faca, SER CORTANTE. A faca pode ser feita de ÁGUA? Claro que pode, desde que em baixíssimas temperaturas. Pode o ACIDO FLUORÍDRICO não corroer o aço, por exemplo? Claro que pode. Basta estar beeeeeeeeeeeeeeemmm diluido. Nem a água deixa de ser água, nem o ácido deixa de ser ácido. Mas se quiserem ser cortante ou corrosivo (respectivamente), têm que mudar a CARACTERÍSTICA, para PARECER cortante num caso e NÃO CORROSIVO no outro. Mas continuariam a ser água e ácido…
Victor
-05/02/2010 às 7:39
Reinaldo, vc com certeza nao serviu o exercito,marinha,ou aeonautica
Pois bem. Converse com quem e da area, e vc vai ver que nao dã mesmo, por que mais dia menos dia , o carinha vai ferir o RDE (regulamento disciplinar do exercito), vai ser expulso, e ai, vai dar manga pra camisa para loucos como o Suplicy fazerem o maior drama nacional. Vao alegar persiguicao, homofobia, como esta ocorrendo como o caso que vc exemplificou no post.
Agora, hoje tem que ser bem definido o que e , homossexual, gay, bi-sexual,travesti.
Nao sou homofobico, por que acho que preferencia sexual e problema de cada um,portanto, que me imoorta que amula manque, o que eu quero e roseta…..
lúcia
-05/02/2010 às 7:37
Ótimo!!! Muito bom!!!
Brunatto
-05/02/2010 às 7:28
Eu concordo com o general.
jps
-05/02/2010 às 7:27
Se não me engano, o General também afirmou “claro que há homossexuais nas forças armadas, se mantem a dignidade da farda, o comportameto exigido, não temos que saber” ou mais ou menos isso.
Não há de fato por que aceitar, ou recusar homossexuais nas forças armadas, afinal não é solicitado lá ou em qualquer outro serviço público ou privado declaração de orientação sexual e sim de sexo biológico ( pode ser que isso venha a criar outros problemas futuros!!!!).
O dilema é falso, baseado nos critérios puritanos anglo-saxões (melhor americano), que não sei por que insistem em importar, misturando alhos com bugalhos.
Obrigado.
PoPa
-05/02/2010 às 7:25
Caro Chefe, acho que sou mais ou menos como tu, pois não creio que a homossexualidade seja problema de qualquer pessoa senão a própria. Mas fazer disso uma bandeira, é exagero puro! Clodovil já dizia achar o tal “orgulho gay” uma grande bobagem. E é, como seria um “orgulho hétero”! Se houvesse tal coisa, seria taxada de preconceituosa… Fala-se até em permitir padres gays. Mas seria estranho um gay celibatário. Isso existe?
Antonio Augusto Carvalho
-05/02/2010 às 7:16
O rábula da oab… hilário o esquecimento do sujeito! E o jobim, um asco, novamente vem com esta atitude divina querendo impor opiniões e decisões. O cara não se enxerga?