31/05/2007
às 4:37“Os discípulos de um homem chamado NAIR” ou “Estamos na sarjeta”
Tenho aqui em mãos uma preciosidade. Trata-se do que poderia ser definido como a carta de princípios de uma estrovenga chamada “O Direito Achado na Rua”. Foi publicado pela Editora UnB e elaborado pelo Núcleo de Estudos para a Paz e Direitos Humanos. Paz? Si vis pacem, para bellum, já ensinava adágio latino. Se queres a paz, prepara a guerra. E foi o que os valentes fizeram. Se bem se lembram, comentei o artigo de um sujeitinho, ligado a essa corrente (ver abaixo), que decidiu me atacar num texto energúmeno, reproduzido no site oficial da Universidade de Brasília. Sei lá quem é ele, e não me interessa. O que me importa é que ele é uma espécie de apparatchik de José Eduardo Elias Romão, diretor do Departamento de Justiça, aspirante a censor, que também partilha dos princípios do tal “Direito Achado na Rua”.
Mas que diabo é isso? Trata-se de uma formulação teórica, que aspira a uma corrente do direito, inspirada num troço chamado NAIR, pomposamente traduzido por “Nova Escola Jurídica Brasileira”, de que o grande mestre foi Roberto Lyra Filho (1926-1986). De tal maneira se encantou com a sua obra, que ficou conhecido no meio como “o homem da NAIR”, até que virasse simplesmente “o Nair”.
“O Direito Achado na Rua”, conforme é definido por seus adeptos, busca combater o que consideram o “legalismo”. Entenda-se por isso o conjunto das leis que aí estão, que estes bravos, a exemplo do ministro Eros Grau, avaliam ser vincado pelas desigualdades de classe. Daí que se ocupem, na prática, de combater esse formalismo, digamos, classista em benefício de um “verdadeiro direito”, que seria aquele formulado pelas lutas sociais. Já contei isso aqui. Mas as crias da NAIR acharam que eu estava sendo simplista. De certo modo, é verdade. O conjunto da obra é bem pior do que eu imaginava.
A cartilha que tenho aqui dá o caminho das pedras. Lyra, por alcunha “o Nair”, não brincava em serviço. Informam-me, por exemplo, que era versado na obra de Gramsci, o pai do totalitarismo perfeito. Gramsci, como sabem, é o teórico comunista italiano que deu o caminho das pedras: forneceu o instrumental teórico para que a esquerda açambarcasse as instituições da “sociedade burguesa” e as usassem a serviço de sua causa.
“O Nair” era um verdadeiro guru, um mestre. Num texto de sua autoria, que está no manual, ele ensina como devem agir seus gafanhotos. Reproduzo um trecho para que continuemos. Vejam como ele se dirige ao jovem estudante de direito:
“Vocês devem, inclusive, aproveitar as lições de seus mestres conservadores. Se o ceguinho remói as suas fontes, se o catred’áulico (SIC) irrita com a arrogância do cortesão, se o nefelibata dá sono com os seus discursos, onde há pérolas de erudição sem um fio que as reúna em colar de verdadeira cultura — todos eles, sem querer, trazem milho para o nosso moinho.
A questão é não comer o milho (não somos galinhas agachadas diante dos falos de terreiro pedagógico) e, sim, ‘moer’ o milho, isto é, constituir com ele o nosso ‘fubá dialético, acrescido com outras matérias que os ceguinhos catred’áulicos e nefelibatas ou não conhecem ou deturpam, e, em todo caso, não usam porque eles são do Planalto, e nós somos da planície, democrática, popular, conscientizada e libertadora”
O diabo é que, olhem que ironia, a turma “da panície”, finalmente, chegou ao “Planalto”, e o tal Romão, a quem quero pagar um Chicabon, fez-se diretor do Departamento de Justiça, aquele a quem caberá, a permanecer a estúpida portaria 264, reinstalar a censura prévia no país. Observem que “o Nair” fala a agentes subversivos, que devem aproveitar o “milho dos conservadores” para produzir o “fubá dialético”. Atentem também para a elegância revolucionária da linguagem e para o estímulo ao que não passa de delinqüência intelectual contestadora. “O Nair”, vê-se, gostava mesmo de jovens topetudos, ousados, malcriados quem sabe… Não estranho que tanto garotão que mal saiu dos cueiros, que mal sabe articular a inculta e bela, se atreva a dar lições de direito, de moral, de ética e, por que não?, de censura. Devem achar que chegou a hora de a gente passar pelo teste do fubá dialético.
Doutor Nair falava também umas coisas um tanto estranhas — e, às vezes, fica parecendo que o público-alvo de sua revolução eram só os rapazolas. Num outro momento de seu artigo, depois de desancar o direito, digamos, tradicional, ele escreve: “Não à toa, o ‘direito’ que se adapta a esse esquema, dito apolítico (isto é, político de direita) só pode ser um “direito” examinado segundo a teoria ‘jurídica’ de um positivismo (capado) ou de um jusnaturalismo (brocha)”. Eu, hein, Rosa… “A direita”, como vêem, apanhava demais, coitadinha. E urgia não ser capado (ah, tudo menos isso!) nem brocha (uma decepção, certo?). Era um homem maduro falando aos jovens, era o Sócrates do “direito achado na rua”. Os partidários dessa corrente, nem capada nem brocha, hoje se dizem muito preocupados com as criancinhas.
E onde ele queria chegar? Ele responde: “Dialeticamente, direi que política é tornar ‘possível’ o ‘impossível’, isto é, o objetivo final de toda ação, mediante a ‘evolução revolucionária’, constituída por sucessivas aproximações, que pressionam e dilatam as barreiras da reação e do conservantismo, com vista à transformação do mundo e não à adaptação ao mundo da dominação instituída”. Trata-se de um pastiche gramsciano, com intenção muito clara. A receita acima, que já usei para convencer algumas moças a ceder aos meus encantos (“Que isso… Temos de romper barreiras etc e tal”), aplicada ao direito, resulta num esforço sistemático e continuado de subversão da ordem.
Sim, este blog tem muitos correspondentes na Universidade de Brasília. Eles me informam que esse negócio se espalhou por lá feito PRAGA — sem deixar de ser uma CHAGA —, especialmente no curso de Direito, que teria se tornando um samba de uma nota só. Ora, compreende-se por quê: Seu Nair julgava que seu pensamento — e a doutrina que ensinava a seus rapazes — não era uma entre várias leituras; não era uma entre várias interpretações; não era uma entre várias possibilidades. Não! Ele tinha grandes ambições revolucionárias: como todo revolucionário, via-se como a própria encarnação da evolução. Ele defendia “a verdadeira cultura” — os outros tinham apenas pérolas esparsas de erudição. Aqueles que não se alinhavam com seu pensamento eram “catedr’áulicos, nefelibatas”. O livro tem 156 páginas e é um verdadeiro show de horrores. Mas, acreditem, nele está a explicação de boa parte dos descalabros que vivenciamos.
Formalização
O que a turma do Seu Nair — na verdade, toda a tal escola jurídica — faz é tentar dar uma expressão legal (!?) à subversão da ordem e à transgressão da lei. Muito “dileticamente”, como diria o mestre… Já falei dessa gente aqui e lhes pedi que pensassem, por exemplo, na invasão da Reitoria da USP. Ilegal? E daí? O manual que tenho aqui me diz que ela pode ser legítima. E, se é assim, a legalidade que se dane. Direitos individuais estão sendo desrespeitados? Calma lá: “individuais” de quem? É perfeitamente possível concluir que existe um direito coletivo à greve, que àquele se sobrepõe. Assim como os interesses dos invasores do MST fundam uma nova demanda de direito que se sobrepõe ao da propriedade. Quem, na imprensa, passou a mão na cabeça dos comuno-fascistinhas da reitoria está endossando isso: a formalização da barbárie
Olhem lá para a Venezuela. O tirano mantém dezenas de estudantes na cadeia, fechou um canal de televisão, ameaça um outro e mandou prender o oposicionista que liderou os protestos. Chávez fez tudo isso com o direito que foi encontrando na rua, aniquilando a ordem legal “tradicional”, “catedr’áulica”, “conservadora”, de “direita” e impondo a “evolução revolucionária”. Na aparência, agiu segundo o mais estrito formalismo. Porque essa gente também sabe enganar, não é? Vai moendo o milho para produzir o seu “fubá dialético”. Não é outra coisa que o PT tem feito desde que chegou ao poder: submeter as instituições a uma pressão que “dilata as barreiras da reação”.
Vocês saberão mais a respeito disso tudo. Volto ao ponto. Temos no Departamento de Justiça um sectário dessa corrente: José Eduardo Elias Romão. Tanto se orgulha disso que faz constar a filiação intelectual e ideológica de sua curtíssima biografia. E é ele quem se apresenta para pôr ordem na televisão brasileira. Com qual direito? Com o que ele julga ter achado na rua?
Não achamos a democracia na sarjeta.



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168 Comentários
Frank
-06/07/2011 às 4:49
O dia em que o coletivo for mais importante que o indivíduo, o coletivo tentará oprimir o indivíduo. Aí o coletivo acaba. Por que neste dia os que se julgam parte do tal coletivo perceberão que eles nasceram, vivem e morrerão como indivíduos. Que sem o “um” não se faz o “todo”. E que em nome do coletivo, suas próprias liberdades estarão sendo cerceadas. Que ninguém sabe melhor do que um indivíduo o que este próprio indivíduo necessita para ser feliz. E que se o coletivo lhe oprime, lhe rouba a liberdade e a felicidade, este coletivo dominador será igual ao monstro que ele foi criado para combater, o monstro da opressão. Não se combate a opressão com mais opressão.
Ricardo
-05/07/2011 às 14:41
Direito achado na rua é uma baboseira de cunho pseudo-marxista que vem sendo disseminada nas universidades e curso jurídicos por doutores não do saber, mas da propalação ideológica rasteira e simplista.
Até seminários de direito hoje em dia são realizados pautados por essa teoria que se julga “socialmente correta”.
Diógenes
-02/06/2007 às 12:56
Os estudantes dos muitos cursos de Direito são doutrinados com um livreto do Lyra Filho intitulado O que é Direito. Quando era estudantes de Direito, escrevi um pequeno ensaio sobre esse “livro”, o qual veio a ser publicado no site do Olavo de Carvalho. Transcrevo-o aqui, para apreciação e crítica dos colegas.
reito Sinistro
Diógenes Coimbra
“Sancta simplicitas! Em que mundo mais estranhamente simplificado e falsificado vive a humanidade! É infinito o assombro diante de tal prodígio.” NIETZSCHE, ALÉM DO BEM E DO MAL
A busca pelas essências, norteada por métodos que se exigiam rigorosos, constituiu, desde o dealbar da filosofia ocidental, o cerne de todo pensamento racional. “Uma lei constitutiva da mente humana, todavia, parece conceder ao erro — lembra o eminente filósofo Olavo de Carvalho — o privilégio de poder ser mais breve do que a sua retificação”. [1]
Desse modo, o professor Roberto Lyra Filho, em seu opúsculo “O que é Direito”, consegue lançar o leitor incauto, na exígua extensão de menos de uma centena de pequenas páginas, ora num indestrinçável emaranhado de conceitos lassos, ora num paul de sofismas sorrateiros. Fazendo-se valer dos mais avelhantados lugares-comuns do marxismo, o autor procura, nesse panfleto, menos conceituar de modo preciso o fenômeno jurídico, que reputa tarefa de fácil labor, do que desanuviar da realidade as brumas que a encobrem.
A tese lyriana, com efeito, deixa-se cingir por reduzidas e retumbantes linhas, a saber: uma classe dominadora serve-se do Direito para manter a dominação sobre outra classe, a dos espoliados — em que desce a porrada (sic) toda vez que as leis não resolvem o caso. Esse Direito espúrio origina-se e assenta-se em leis naturais, de cunho metafísico — e, se metafísico, ideológico e falso —, a partir das quais, num estágio posterior de usurpação do poder, a burguesia irá formular leis positivas, que, contraditoriamente àquelas naturais, tenderiam a preservar o status quo da classe burguesa, a qual não dá a menor bola (sic) para os dominados. A tal classe espoliada, sem ter um estalão crítico (sic), vai tendo que engolir estes e outros sapos (sic), o que constitui, não há negar, grande sacanagem (sic), uma vez que os dominadores só os pegam com as calças arriadas (sic). Relevado o estilo simplório — afinal, de gustibus et coloribus disputandum non est —, eis a síntese do pensamento lyrista. Por fim, fechando a fenda aberta com agigantada pedra filosofal, conclui que “o Direito não ‘é’; ele ‘vem a ser’”, afinal, de acordo com fina ontologia, “nada é, num sentido perfeito e acabado; que tudo é, sendo”.
O leitor apressado pode querer ligar essas ralas alusões metafísicas àqueloutras do Estagirita, mas a conexão é impossível, o abismo, instranspulável. Mais provável é estarem assentes as bases da metafísica lyrica — da qual tenta a todo custo livrar-se, a fim de cumprir os ditames do catecismo marxista — no solo palúdico do chauísmo. A origem não seria despropositada. A senhora Chauí, pessoa tão íntima do autor — di-lo, na dedicatória, sua colega, sua irmã, sua amiga — não poderia ter obtido tão veneranda admiração sem que igual influência não houvesse exercido sobre ele. Senão, veja-se a teoria ontológico-marilênica:
O real não é constituído por coisas. Nossa experiência direta e imediata nos leva a imaginar que o real é constituído por coisas (sejam elas naturais ou humanas), isto é, de objetos físicos, psíquicos, culturais oferecidos à nossa percepção e às nossas vivências. [2]
Não explica a autora de que método ou sortilégio valeu-se para alterar a composição íntima da matéria, objetivo tão almejado pelos alquimistas. Na terminologia do senhor Lyra, valendo-se de uma espécie de mágica besta (dir-se-ia melhor: dialética canhestra), D. Marilena fundiu, refundiu e confundiu as categorias de substância e de paixão [3] — claras para qualquer leitor
Vicente Carvalho Neto
-01/06/2007 às 21:17
Reinaldo Azevedo,
É sensacional em seus artigos ver como desmascarar esses doutrinadores que jogam ao nosso realizar crítico a falaciosa leitura que mostra-nos calúnias que consideram-se ainda vermelhas! Existem, ainda, indivíduos totalitários incapazes, retrógados, e inteiramente irracionais, aliás, como demonstra você. Talvez, desejo, a esperada providência que, dita popularmente divina, afortunadamente, poderá, afortunadamente, salvar a todos nós da tamanha ignorância proferida por pelo Lyra. Ronaldo, Parabéns!
thaís
-01/06/2007 às 20:37
Reinaldo,
Correta a sua análise jurídica e política. É realmente preocupante a chegada desses “meninos” ao Poder.
Anônimo
-01/06/2007 às 15:04
Reinaldao, existe uma homossexualidade latente nas esquerdas.
Como analisar um cara desses? Vc bem que disse…para prestarmos atencao nesse agente do mal em particular. Eh inteligente, sabe se expressar, fala coisa com coisa..mas tudo para que? Para difundir o mal, o errado. Pq faz isso…?
Esse cara me parece um verdadeiro revoltado, q faz o mal pelo mal. Eh a base do petismo, disso que estao fazendo hoje em dia.Escandalos abafados com milhoes de versoes contraditorias, que jogam os cidados,uns contra os outos, corporacoes contra corporacoes, opostos, semelhante, para no final de tudo, chegar-se a conclusao que tudo seria farinha do mesmo saco.
Isso eh um metodo. E esta sendo praticado. Sob os olhos dos imbecis. Estamos vivendo um momento unico em nossa historia de marasmos. Nosso estado foi e esta sendo assaltado e logo logo, todos seremos refens. Estou quase utopico em relacao `as minhas esperancas de erradicar o petismo, ,esse esquerdismo sem vergonha,cinico, revoltado.
O povo eh burro, a classe media passiva e panaca, deslumbrada, os ricos egoistas, os jornalistas ,os “intelequituais” , todos vaidosos, os artistas, irresponsaveis, egoistas…enfim…esse povo eh uma merda. Somos macunaimas, morenos, relaxados ao sol , na rede em berco explendido. E, se vc for ver,a seu modo, tao vagabundos e preguicosos quanto esses petistas, mas com uma diferenca. A preguica deles nao os impede de trabalhar incessantemente para um pais pior para o brasileiro e bom para o petista. Raça de parasitas!!!
MTS
Anônimo
-01/06/2007 às 13:49
Gostei da lista de “doutrinadores” dessa seita que o André postou acima. Recortei e gravei num arquivo para poder identificar onde eles aparecem e fazer como o Reinaldo fez aqui com aquele dessa seita que lhe atacou, desferindo um direito no queijo para que vá direto para a lona.
A aplicação do “direito achado na rua” é, de fato, a aplicação do “princípio do tadim”. Como disse um velho mestre da UnB do tempo do Lyra, é coisa de jurista que gosta de botar bandido no colo, ou será o contrário? No caso do Lyra não há dúvida alguma, pois, ele gostava muito de aplicar a dialética com qualquer bandido que lhe aparecesse na frente. Quando não encontrava, ia até os presídios para tanto e, concluía, impreterivelmente que a culpa era da sociedade não dos bandidos.
Relativizar o direito na hora da sua aplicação é conferir a qualquer sistema jurídico a instabilidade que espanta não só as empresas, mas as pessoas sérias também. Lyra não era uma pessoa séria e tinha uma clara obsessão para justificar sua condição. Como toda bicha, evaporou e só malucos choram na sua lápide.
Anônimo
-01/06/2007 às 11:54
Se os professores ensinam e os magistrados aplicam o “direito achado na rua”, então,penso eu, devem receber também “salários achados na rua” e não recursos oriundos do esforço suado dos trabalhadores em geral.
Nascimento
-01/06/2007 às 10:32
Reinaldão,
Congratulações pelo ótimo e inteligente trabalho que vem realizando com seu blog.
Veja nota publicada no “Filtro” da revista Època desta quinta feira.
Olha que pérola!:
O censor de Florzinha, Lindinha e Docinho
Outro artigo imperdível é o do sociólogo Demétrio Magnoli, em O Globo (acesso restrito) e O Estado (acesso restrito), sobre as classificações do Departamento de Justiça e Classificação Indicativa (Dejus). “(O desenho) As Meninas Super-Poderosas não receberão o selo do Dejus porque um diretor aprova a ambientação em shopping da confraternização das heróicas meninas: “Esse gesto é segregacionista, já que nem todos podem fazer compra em shopping, além de ser um estímulo ao consumismo”, escreveu o burocrata, que só pode estar a serviço do vilão Macaco Louco. “O ridíc ulo está à solta”, afirma Magnoli.
Anônimo
-01/06/2007 às 0:47
Bem que o Pelé alertou, quando fez o milésimo gol: “Gente, vamos cuidar dos meninos de rua”. Ninguém cuidou. Taí: agora o problema evoluiu e o que temos são advogados de rua.
Anônimo
-31/05/2007 às 20:35
Se tem ministro aplicando o “princípio do tadim” violando cláusula pétrea da Constituição, tal decisão é nula de pleno direito por inconstitucionalidade. Sentença é lei entre as partes e, portanto, tem que estar em harmonia com a Constituição.
Anônimo
-31/05/2007 às 20:24
Se tem ministro aplicando as doutrinas dessa seita em julgados contra a Previdência e passando por cima de cláusula pétrea da Constituição, deve estar aplicando o “princípio do tadim”. Evidentemente que o c… nesta história é do contribuinte.
HOPMEM AMERICANO
-31/05/2007 às 20:10
De Dallari, falarei depois, afinal, tenho muito o que fazer.
HOMEM AMERICANO
-31/05/2007 às 20:08
Ao Anônimo das 5:17 PM:
Amigo, não se preocupe com essa canalha, pois via de regra não passam nos exames da Ordem dos Advogados e, evidentemente não irão além da elucubração. São (para utilizar a expressão de um instrutor que tive quando da realização do meu curso de aperfeiçoamento) elócubros, vivem como mariposas em volta da lâmpada, e quando têm oportunidade de aproximarem-se, ultrapassam a distência mínima e acabam cegos.
As comunidades do Orkut são, em muito, semelhantes aos elaboradores dos conceitos e definições da Wikipedia. Falam do que não conhecem e acabam deitando lana caprina em todas as direções.
Escovadores de urubus, é o que são. Têm seus gurus desde 1825 quando Carlos Davi Augusto Roeder, na Alemanha, apresentou sua tese de estudo do delinqüente, relegando ao segundo plano o estudo do ato (o crime) por ele praticado. Como se vê, o gaiato começou descartando o que mais nos atinge no presente, do mesmo modo que os canalhas que o seguem ainda nos dias presentes. Já lhes falei disso (http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2006/07/mais-um-policial-morto-at-quando.html) e como desta vez, não tive também tempo suficiente para discorrer adequadamente sobre o tema. No momento tenho que ir à casa de um cliente que foi agredido em sua residência por um destes inimputáveis de Roeder, pois temos a necessidade de buscar a inútil proteção do Estado, ou nos conformarmos com a possibilidade eminente de amanhecer com a “boca cheia de formigas”, diferentemente do patife que por ser vítima da sociedade, tem toda proteção do Estado que é pago por mim e por você, caro leitor.
Surge na terceira década do século XIX. Escola de inspiração clássica, fundada pelo
alemão Carlos Davi Augusto Roeder, professor de Heidelberg, Alemanha.
Este “jurista” bem ao estilo dos seus seguidores do presente, deu mais ampla ênfase ao estudo do delinqüente, relegando ao plano inferior o estudo do crime, tendo como visão do direito como um “conjunto de condições dependentes da vontade livre, para cumprimento do destino do homem.” Considerou que o direito é norma de conduta indispensável à vida humana (mas evidentemente esta norma só deve ser seguida pelos imbecis que não são delinqüentes) e que incube ao Estado a adaptação do criminoso à vida social e, também, sua emenda íntima. Quero ver é alguém convencer o Fernandinho Beira-mar a ser um acólito. Pode até vir a ser, mas de Frei Beto.
Há, no entanto uma parcela da obra de Roeder a que presto especial deferência. Isto mesmo, não m,pense que a obra de Roeder é de todo inútil. Veja: “Se o fim é corrigir a má vontade do delinqüente, deve, ela durar o tempo necessário – nem mais, nem menos – para se alcançar esse objetivo.” Acreditava, ou pelo menos isso dizia, que a pena deveria findar-se quando demonstrada sua desnecessidade. Agora começamos a falar a mesma língua: Fernandinho Beira-mar, Marcola, etc., não devem sair da prisão enquanto não estiverem em condições de se integrarem à sociedade, isto é nunca. Não preciso dizer que Roeder foi acolhido com toda reverência na Espanha onde temos a exemplo de outras nações que acolheram o pensamento de Roeder, caso nosso, os maiores índices de criminalidade. Falar destas imbecilidades sem citar Amilton Bueno de Carvalho é falar de Páscoa sem falar de judeus, já nem digo coelho, porque não consigo estabelecer uma relação entre coelhos e ovos, pois o único animal que pode ser lembrado pelos mesmos é o jegue e o carneiro, haja vista que ninguém sequer consegue ver os dos coelhos (que me perdoem os mais pudicos, mas, não consigo falar de idiotice sem ser grosso). Amilton Bueno de Carvalho, este é o papa do Direito Alternativo entre nós. É deste desembargador pelo Rio Grande do Sul este texto: “Já a opção pelo oprimido - vejam que a linguagem é compatível com as idéias do magistrado - requer que se negue a lei com alguma freqüência; o questionamento do sistema como um todo;
Julio Neves
-31/05/2007 às 20:05
Usando a teoria do Olavo de Carvalho, uma greve na UnB não seria ruim…
luiz de matos
-31/05/2007 às 19:33
Magnífico e explendido, falou tudo sinteticamente, aí lembrei do Iraque: JÁ PENSOU O DIREITO ACHADO NA RUA DO IRAQUE?
Só para não falar daqueles países [famintos] lá da Africa! Ou pelas Favelas do Rio e de todo o nosso País.
O Povo na rua encontra miséria, mas os políticos os miseráveis os quais os políticos moldaram e moldarão sempre!
Esse Direito achado na rua parece coisa de Prostituta ou de Gigolô!
Veterano
-31/05/2007 às 19:25
Meus amigos (em especial o Anônimo das 4:52 PM), certos departamentos da São Francisco já são madraçais há algum tempo.
Apenas nos envergonhamos de confessar isso publicamente.
Anônimo
-31/05/2007 às 19:23
Caro Reinaldo,
sou estudante de Direito da UnB e votaria com muito orgulho no seu nome para Diretor da Faculdade de Direito da UnB, embora tenha severas dúvidas sobre o sucesso da empreitada.
Parabéns pelos comentários.
Anônimo
-31/05/2007 às 19:21
Henri Lautrec
Sei não se devemos nos defender calmamente.
Aqui em casa por exemplo, junto a 3 machos (1 marido e 2 filhos), minha voz só é ouvida depois de 3 berros!! Acho que defender nossa direita, também deve ser no berro!
Só irão nos ouvir depois que tomarmos posição firme!
Senão vamos ficar parecendo o SERRA, que acaba de amarelar, entendeu?
Ou defendemos nosso ponto de vista com seriedade e muita determinação ou seremos taxados por eles, depois de trabalharmos pra caramba, de zelites, almofadinhas, etc, etc! Quando assustarmos estarão tomando nossa casa!
Com essas tralhas não dá pra brincar em serviço não!
Nós somos as formigas e eles as cigarras!
Betina
Anônimo
-31/05/2007 às 17:17
No orkut:
Comunidade do direito alternativo: 1863 membros;
Comunidade contra o direito alternativo: 305 membros.
Estamos perdidos!!
Anônimo
-31/05/2007 às 16:52
O ESTUDANTE.
O ESTUDANTE QUE NÃO É BOBO VAI RESPONDER O QUE O PETRALHÃO QUE LER
NA PROVA. TUDO BEM, ESTÁ TENTANDO SOBREVIVER EM AMBIENTE HOSTIL.
AGORA, É LAMENTÁVEL QUE PROFESSORES DE DIREITO DA USP FIQUEM APENAS FAZENDO DOUTRINAÇÃO.
ENTÃO O LARGO DO SÃO FRANCISCO AGORA JÁ PODE SER CHAMADO DE NOVA MADRASSA DO DIREITO, ALÉM DA UNB.
É UMA TRISTEZA.
A CADA DIA NOVAS MADRASSAS SÃO DESCOBERTAS.
PELO MENOS FICAMOS SABENDO O QUE ESTÁ ACONTECENDO POR AÍ.
ATENÇÃO COM SEUS FILHOS.
Anônimo
-31/05/2007 às 16:40
Não é estranho Mino Carta e Paulo Henrique Amorim defendendo a intervenção na TV venezuelana?
Amorim cita Mino elogiosamente, o qual afirma que “há diferença entre a defesa de direitos democráticos e a conspiração contra o Estado de Direito”.
Só que Hugo Chávez foi o comandante - conspirador contra o Estado de Direito - da tentativa de golpe de 1992, visando a deposição do Presidente Carlos Andrés Perez, eleito em 1989!
Resumindo: ser golpista pode, mas defender o golpe não pode…
Eu entrei no site do iG e vi o link que apontava para o comentário do Amorim sobre o assunto. Imaginei que ele, ao menos acabrunhadamente, condenaria o ato de Chávez. Acho que essa gente não me surpreende mais…
Mário Machado
-31/05/2007 às 16:35
Reinaldo,
Não é a toa que a faculdade de ciencias sociais aplicadas e direito da UNB seja chamada de Olimpo pelo campus.
Vê-se que a fantasia de quem deseja revolucionar o mundo se baseia no preceito que esse e seu grupelho são superiores aos outros por deterem o verdadeiro saber assim estão acima de todos que são ‘alienados’ por não possuirem a divinal capacidade de percepção q eles tem, então vê-se que o pecado original do revolucionário eh a arrogancia que visa moldar ao mundo a seu ver. Toda a balela de proteger os mais fracos, todo esse papo de mais valia e seus derivados, todo esse papo de democracia ‘plena’ (SIC) ma verdade é apenas um aparato justificador da implatação de ‘uma nova visão de mundo’ assim ‘outro mundo é possivel’ não o construido pelas forças profundas da história mas sim um construido pela benevolencia dos iluminados. Libertário eles se dizem, somente pq nos libertam de optar de nos manifestar já que oferecem uma visão de mundo pronta acabada fechada em si, o tão famoso ‘fim da história’.
perdão se viajei aqui e perdão pelos maus tratos a bela e inculta que em mim eh mais inculta que nunca.
Anônimo
-31/05/2007 às 16:33
“Bão”… já que ninguém mais aqui tem a intenção de informar, mas polemizar e chamar a atenção para si… vou colar um texto que circula na Faculdade de Direito da - UnB sob as críticas veiculadas nesse blog.
Em tempo, eu não suporto a doutrina “Direito achado na rua” e fico puto com a impossibilidade de se desenvolver qualquer linha teórica que com esta não se coadune… mas não acho que a melhor maneira de criticar é ridicularizando, até mesmo porque, como é possível notar pelos comentários dos posts, ninguém está entendendo nada…
Sem mais delongas… a carta:
“Caro Sr. Reinaldo Azevedo,
Escrevo em resposta a suas críticas a Henrique Smidt Simon, José Eduardo Elias Romão e à linha de pesquisa “Direito Achado na Rua”, da Universidade de Brasília. Como o sr. é um adepto da liberdade de expressão, tenho a certeza de que a publicará, na íntegra, no seu blog.
Antes que você me desqualifique – como de praxe – como desconhecido, acadêmico e jovem, gostaria de lembrá-lo de que os argumentos “ad hominem” são os primeiros a ser descartados em qualquer debate sério. Mas, como você gosta de desqualificar o argumento pela pessoa – e não pelo mérito do argumento, esclareço desde já que não tenho vínculo com o “Direito Achado na Rua” e não sou lulista, chavista, socialista nem qualquer “ista” que você vá me atribuir. Pelo contrário, o que caracteriza minha curta trajetória acadêmica é justamente minha perspectiva liberal. Já escrevi artigo criticando o modelo de cotas adotado pela Universidade de Brasília, um outro defendendo a Lei de Biossegurança e na minha dissertação de mestrado questionei a constitucionalidade de uma lei do Rio de Janeiro que institucionalizou o ensino religioso nas instituições públicas e abriu espaço para o ensino do criacionismo nas escolas públicas.
Feitos esses esclarecimentos, pretendo agora discutir um pouco um aspecto de suas críticas a Henrique Simon, José Elias Romão e ao “Direito Achado na Rua”. Não ficou claro na sua exposição o sentido que você dá à palavra “legalidade”.
Há muito a teoria do direito – não apenas o “Direito Achado na Rua” – já compreendeu que o direito não é só lei. Qualquer estudante de direito de segundo semestre do curso de Direito sabe que a interpretação das leis deve levar em consideração aspectos sociológicos e as justificativas normativas determinadas pela Constituição e nas discussões políticas. Uma lei é sempre interpretável - até mesmo o maior dos positivistas, Hans Kelsen, defendia que o ato de interpretação depende do arbítrio do intérprete, que deve estruturar sua interpretação da norma a partir dos elementos sociológicos e valorativos. E ele é sempre o autor a que os defensores da tese de que o juiz (ou o cidadão) só pode compreender como direito aquilo que está na lei recorrem para defender essa tese. Talvez valha a pena o sr. lê-lo um bocadinho.
Parte da proposta do “Direito Achado na Rua” encontra respaldo justamente nessa perspectiva sociológica de interpretação das leis. Quando se fala em “superar o legalismo”, não há qualquer defesa do desrespeito à lei, mas sim em levar em conta, na interpretação da lei, os aspectos sociológicos da sociedade brasileira – que, como o sr. sabe muito bem, é muito desigual. Legalismo, nesse contexto, é a idéia de que o direito é apenas aquilo expressamente escrito na lei – e é isso que o grupo pretende superar. Acho que o sr. concorda com isso – ou então deveria ser contrário ao cheque pré-datado, que é vedado na Lei nº 7.357/85, mas encontra respaldo na jurisprudência de nossos tribunais.
A proposta de pesquisa “Direito Achado na Rua” busca estruturar uma proposta política de atuação na defesa de pessoas que normalmente são esquecidas pelas instituições brasileiras, buscando mostrar a elas que também são cidadãs e fazem parte de nossa sociedade. É uma proposta de atuação teórica e política, voltada tanto para a prestação de auxílio jurídico a pessoas que, de outra forma, não teriam
Anônimo
-31/05/2007 às 16:32
“Vivenciamos”. Tu quoque, Reinaldo?!
Javier Solanich
-31/05/2007 às 16:26
Valeu Reinaldo, por mais uma vez revelar o sub-mundo teórico do lulo-petismo.
As vezes não entendo algumas atitudes dos petistas. Será que sou tão idiota? Ou será que são eles os idiotas?
Como se explica gente educada como Tarso Genro, que pretendeu galgar o STF - e outros mais do mesmo calibre, na esquerda e no pt - que se diz democrata, nos últimos tempos, viva contradizendo a lógica.
Pois a resposta está ai: estão, pouco a pouco, escamoteando a democracia, moendo o fuba dialético. Estão prontos a pregar uma peça em nós, democratas liberais.
Na
-31/05/2007 às 16:14
Parei no “fubá dialético”. Vim apenas comentar a ninja, o zignow que o anencéfalo deu na(o)Mangabeira. Mas o assunto do direito achada na rua é muito sério, visto que ele já é aplicado em algumas instâncias.
Leopoldo Dogher
-31/05/2007 às 16:08
A que ponto chegamos.
É impressionante.
E a perspectiva é de que gente como o tal Romão tenha cada vez mais espaço no poder.
Essa gente é fanatizada pela própria ignorância.Não tem escrúpulos nem limites porque tem preguiça de ler, estudar, refletir.Quer o poder para se sentir maior.
No fundo, eles sabem que são pequenos.
Anônimo
-31/05/2007 às 16:07
Prezado Reinaldo
Infelizmente Cidadãos do Jaez deste que você desvendou para nós, se arvoram de detentores de um conhecimento universal e válido para qualquer contexto. Este pensamento do direito achado na rua, é uma piada de péssimo gosto, um descontrucionismo do raciocínio jurídico em prol de justificar-se a manipulaçao do sistema judiciário em favor das classes ditas “minoritárias”.
Esta gente sempre imagina ser credora do mundo, apenas por existir, são de uma preguiça intelectual absurda e se acham a nata do direito.
Sou advogado, militante, vivo de minha profissão, sem BNDES, SINDICATOS, CUT, FORçA SINDICAL, PT, PSOL. Meus honorários vêm das pessoas comuns, aquelas que nenhuma ONG protege, ou como diria Olavo de Carvalho, os mais excluidos dos excluidos, e nunca, nunca me deixei seduzir por estes discursinhos fruto do pensamento esquerdista. Infelizmente, cada vez mais me vejo isolado dentro de minha profissão, pois hoje em dia se você não se declara abortista, gaysista e a favor dos ditos movimentos sociais, a OAB te esmaga em uma cantilena velha e carcomida, como talvez, e também, defensora do direito “achado na rua”. Força e abaixo a Nova Era
Anônimo
-31/05/2007 às 15:59
Eiiiiii, Rei
Está gravando outro vídeo???
Betina
Anônimo
-31/05/2007 às 15:53
Óh Sérgio”Stanislau Ponte Preta” Porto. Óh bardo da anarquia e da degradação sócio/política ! Volta! Teu FEBEAPÁ ( FEstival de besteiras que assola o País) seria café pequeno visto a realidade sine die…
Óh José C. de Carvalho. Levanta de tua tumba e vem nos explicar ” porque Lulu Bergantim não atravessou o Rubicon”! O Rubicon, dos dias atuais, meu Caro,está no buraco mais em cima cima, lá no planalto, onde o diletantismo pseudo-canalhista pulula, em vários sentidos !
Nelson Souza
-31/05/2007 às 15:47
Está na página inicial do Yahoo Brasil: “Lula é citado em gravação da máfia de obras públicas”.
Souza
-31/05/2007 às 15:46
Reinaldo, aqui no “management” os neo-marxistas também gostariam de ter o “management-achado-na-rua”. Faço doutorado em Administração na UFPE. Última aula de Análise Organizacional: DVD de “O Marxismo e a Teoria Crítica”. Marx 1 x “Business” 0. E foi assim o semestre inteiro. Em Empreendedorismo a gente estuda Empreendedorismo Social e Globalização Contra-Hegemônica. Embora os DVDs sejam projetados em aparelhos Epson, com notebook Sony Vaio e “rodados” pelo WMP, da Microsoft. Esse capitalismo não é mesmo uma coisa ruim?… Dá para suportar tanto esquerdopata nas universidades?
Anônimo
-31/05/2007 às 15:41
Esse “Direito” realmente deve ter sido achado na rua, em alguma lata de lixo ou na sarjeta do pensamento esquerdista ditatorial e dono de todas as verdades. O polvo petista liberticida expande os seus tentáculos sem o menor constrangimento.
Anônimo
-31/05/2007 às 15:40
Reinaldo,
Mas impressionante ainda é o manifesto da Nova Escola Jurídica Brasileira escrito por Roberto Lyra Filho em 1986, e que ele chama de “esboço de totalização dialética sobre o direito”. O link está abaixo.
Sabe quem é grande entusiasta disso? Marilena Chauí, comme il faut.
http://www.nplyriana.adv.br/link_geral.php?item=geral26&titulo=Nova+Escola+Jur%EDdica+Brasileira+-+NAIR
Anônimo
-31/05/2007 às 15:33
Em 2003, um economista do
IPEA, Armando Castelar Pinheiro, fez uma pesquisa junto a 741
juízes de todas as instâncias e descobriu que 80% achavam mais
importante decidir com base na “justiça social” que com
base nos termos dos contratos. A pesquisa saiu em livro
do autor “A reforma do Judiciário”, Book Link, 2003.
E no Direito Penal, há muito tempo, as faculdades ensinam como verdade absoluta a doutrina do “direito penal mínimo” que está assentada, em síntese, no seguinte: a) a sociedade capitalista é a causadora da conduta criminosa; b) logo, ela está obrigada a tentar primeiro recuperar o marginal e subsidiariamente, puni-lo e c) as penas privativas de liberdade não são desejáveis seja porque não funcionam na prática seja porque são instrumentos de controle da classe dominante.
Portanto, a coisa vem de longe…
Anônimo
-31/05/2007 às 15:33
Na minha - felizmente encerrada - fase de empresário, tive que lidar com uma questão trabalhista em que um funcionário demitido por incompetência acusava falsamente a empresa por dezenas de ilícitos e pedia um caminhão de dinheiro. Eu era ingênuo. Afinal, era a minha primeira experiência com o judiciário e as acusações não se sustentavam. Compareci à audiência de conciliação, ou coisa que o valha, disposto a falar a verdade e confiante no discernimento do juiz. Foi uma experiência iluminadora. O juiz atuou claramente como auxiliar da acusação, me impedindo de dizer “o que não foi perguntado” e até aconselhando ostensivamente o rapaz a alterar aqui e ali suas declarações para não se contradizer. Meus funcionários, que podiam comprovar a mentira e estavam indignados, não puderam depor porque tinham “relações de amizade” comigo. Quando recusei um acordo, fui advertido: “pense bem, isso vai ficar muito pior para você”.
Insisti. Evidentemente, fui condenado. Tudo aquilo que eu não pude dizer foi usado contra mim. Recorri, reduzi o valor, paguei. Eu era o capitalista opressor; logo, eu estava errado e nada que eu pudesse argumentar alteraria isso.
Suponho que nada do que descrevo aqui seja novidade para quem já passou por experiência semelhante, mas para mim essa pequena experiência kafkiana foi um divisor de águas. Não acho que isso tenha qualquer relação com o tal “direito achado na rua”, porque a justiça trabalhista brasileira há muito tem um claro viés anti-patrão. Mas conto tudo isso porque há algo que os adeptos dessa doutrina estapafúrdia não levam em consideração: quando não podem confiar na justiça, as pessoas se defendem de outras maneiras.
No meu caso, cancelei todos os benefícios gratuitos que a empresa proporcionava (café da manhã, almoço, lanche da tarde, aulas de inglês, clube, etc.), implantei um sistema rígido de horários e, confesso, aproveitei para demitir mais alguns que poderiam me causar problemas mais à frente. Mas foi quando descobri também, para minha perplexidade, que há uma troca subterrânea de informações entre os patrões: o sujeito que entra na justiça, certo ou errado, nunca mais consegue emprego na sua região.
O que comprova, na prática, a afrmação do Reinaldo nas suas explicações sobre o que é ser “de direita”: a quebra da normalidade institucional em nome da correção de injustiças, por mais bem-intencionada que seja, acaba inevitavelmente gerando mais injustiça. A grande falha lógica dessa teoria do direito com viés social é presumir que a justiça opera em um ambiente estático: tiramos de quem tem mais, damos para quem tem menos. Não é assim que funciona. O excesso de direitos prejudica os detentores desses direitos, porque eles não existem no vácuo. Não existe almoço grátis. Repito, porque é importante que esses juristas-idealistas tenham isso em mente: as pessoas se defendem. Se sei de antemão que vou ao tribunal em desvantagem pela minha própria condição - seja ela de patrão, branco ou rico - então adoto medidas compensatórias que corrijam esse desequilíbrio. É a tal da dialética, não? Em última análise, a corda continua, como sempre, arrebentando do lado mais fraco; só que agora num ambiente de anomia que, mais que nunca, favorece aos mal-intencionados.
Gerson
-31/05/2007 às 15:31
Saiu um artigo no Noblat, deu a impressão que o Serra cedeu aos invasores, entendi bem?
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/post.asp?cod_Post=60231
Anônimo
-31/05/2007 às 15:26
Vejam como a coisa se alastra:
CARLF - Centro Acadêmico de Direito Roberto Lyra Filho
Universidade Federal do Espírito Santo
http://www.cadireito.ufes.br
clelio
-31/05/2007 às 15:25
Ih! Reinaldo, quando eu fiz a Faculdade de Direito na UFPR entre 87 e 91, esse “Nair” era uma espécie de Deus. Havia morrido aqui em Curitiba, em 86, durante um jogo do Brasil na Copa (era uma lenda). Tínhamos seminários sobre o direito achado na rua, sobre toda essa conversa de nefelibatas etc… (Até hoje se acha livros de sua biblioteca nos sebos de curitiba, vendidos por seu último namorado)Isso aí deu alguns filhotes teóricos muito queridos aqui no sul, como o direito alternativo. Sugiro a você para continuar no show de horrores a leitura de um argentino abraçado pelas gentes daqui do sul: Luiz Alberto Warat, que escreveu livros como “A ciência jurídica e seus dois maridos”. É macabro.
Abraços
Anônimo
-31/05/2007 às 15:19
Os vídeos abaixo dizem respeito a uma entrevista feita com um ex-agente da KGB que explica tintin por tintin o processo de dominação e subversão cultural praticado pela antiga União Soviética contra os norte-americanos.
Embora o “araponga soviético” tenha alertado os norte-americanos em 1983, os vídeos dão a incrível impressão de que o russo está falando do Brasil de hoje.
Não deixem de ver e divulgar.
Parte 1
http://www.youtube.com/watch?v=Wqlg3Z3ilWs
Parte 2
http://www.youtube.com/watch?v=HXLFmUGVmd0
Parte3
http://www.youtube.com/watch?v=95H1wqh96Ts
Ta explicado porque os jovens sofreram esta lobotomia.
Edson (pai preocupado),
mas pronto pra entrar em ação.
Anônimo
-31/05/2007 às 15:18
É MINHA GENTE A LEI NÃO ESTÁ MAIS DO LADO DO FORTE….ANÃO SER QUE ESTE COMPRE O JUIZ…O governo não é mais de direita, apesar dos podres criados pela direita estarem entranhados no governo,a polícia federal(vermelha, sim porque a reaça só quer mamar nas tetas) agora tá pegando,vixi…
acho que o negócio mudou…salve-se que puder…
He he he
Coelho
-31/05/2007 às 15:17
Caro LOBO( 10:24 )
Realmente, concordo plenamente com você, o meu sentimento é identico.
Enquanto atendia a necessidade de passar por esse espaço - viciado em tio Rei - pensava em como “Tio Rei” e “Dioguito” poderiam monitorar um Movimento Consistente, com a assessoria internacional do “Olavinho”,para confrontarmos esses absurdos vigentes.
Com suas notórias capacidades poderiam muito bem servir de liderança para que não continuassemos a ser a maioria silenciosa.Enganam-se aqueles que pensam que somos minoria.
Talvez uma Corrente pela DIGNIDADE, ou até mesmo oferendo o devido suporte a uma força política que se disponha a passar por um bom banho de decência.Desinfecção mesmo!
Só para a turminha daqui pensar, como a coisa tá “GRAVE” na banânia, já tem COELHO achando que o LOBO tá certo, é mole!!!!!!!!!
PESSOAL, VAMOS AJUDAR PRÁ VALER!
Abraços.
Sandra
-31/05/2007 às 15:10
Isso não é direito, é falta dele. Se a OAB não tomar uma atitude, ela acaba.
Anônimo
-31/05/2007 às 15:08
Cheguei a fazer um semestre de Direito, e numa disciplina inicial o plofessol indicou um panfleto desse DeLyra Filho, chamado “O Que é o Direito”. Após ler o livro, questionei sobre a possibilidade de realizar uma lobotomia para limpar meus neuronios a tal lixo submetidos.
Confesso que fiquei emocionado, por ter descoberto que os jovens estudantes brasileiros estão literalmente “FUDIDOS”. Pagar uma faculdade, ou mesmo ter aula de graça pra ser induzido a ler tais estrumes intelectuais é um destino similar ao de homens bomba. Temos hoje no Brasil uma geração de homens bostas, diarreitizados na mais púbere adolescencia estudantil, seduzidos e estuprados intelectualmente por professores que tb foram abusados anteriormente.
Um garnde circulo vicioso que leva todos a essa grande latrina intelectual brasileira.
Vive la merde !!!!!!!!!!!!
Que sejam todos introduzidos pelo moderno Dyreito Brazileiro
Henri Lautrec
-31/05/2007 às 15:04
Reinaldo,
A despeito de ser eu um homossexual afeminado, o que faz de mim uma “sub-mulher” neste país moralmente infantil, não acredito que a busca por uma sociedade mais justa e igualitária resida em estultificações, nascidos onde se deveria esperar ser sítio privilegiado de libertação e construção do espírito humano, e, tirados da boca do lixo! Para todos aqueles que se encontram à margem da sociedade como eu, faz-se-nos necessárias formas de luta que não sejam pautadas pela violência, seja ela física, moral ou psicológica.
Não é invadindo prédios de reitorias, nem tampouco depredando o Congresso Nacional que conseguiremos ter nossas reivindicações atendidas!
ichug
-31/05/2007 às 15:01
Li no migalhas.
Sotaque demais
Diz o jornal Folha de S.Paulo que Lula gostaria que o filósofo (quem dá essa qualificação é o matutino) Mangabeira Unger desistisse de assumir o posto de ministro da Secretaria Especial de Ações de Longo Prazo - SEALOPRA. Dos informes, apura-se que há um “mal-estar” no Planalto com o fato de Mangabeira ter impetrado nos EUA ação judicial contra a Brasil Telecom, empresa de telefonia que tem fundos de pensão estatais como seus principais acionistas.
Anônimo
-31/05/2007 às 14:54
Reinaldo,
E a SEALOPRA?
Parece que o convidado ao cargo foi convidado a desconvidar-se.
Foi o que entendi pela nota da Folha On-Line de hoje às 10:48 h
“31/05/2007 - 10h48
Lula quer que Mangabeira recuse convite para assumir secretaria
da Folha Online
Vovó diet
-31/05/2007 às 14:52
Tio Rei:
Eros Grau é um dos maiores teóricos dessa linha alternativa de interpretação do Direito. Escreveu um livro chamado “O DIREITO POSTO E O DIREITO PRESSUPOSTO” (ISBN : 8574206636). Pelo título, você já poderá ter uma idéia das asneiras em que esse sujeito acredita. E o pior: ele é Ministro do STF!
Vovó diet
Daniel
-31/05/2007 às 14:50
RENDIÇÃO. Governo, valida ação guerrilheira e submete a chantagem.
Folha online de hoje -
Serra cede e muda decretos que diminuiriam autonomia de universidades
RENATO SANTIAGO
da Folha Online
Um decreto do governador José Serra (PSDB), publicado nesta quinta-feira no “Diário Oficial” do Estado, mudou cinco dos decretos publicados no início do ano e que desagradaram professores e estudantes das universidades públicas de São Paulo (USP, Unesp e Unicamp). A insatisfação culminou na ocupação da reitoria da USP, no Butantã (zona oeste de São Paulo), ocupada desde o último dia 3.
Em nota, o governo diz que o novo decreto apenas esclarece os anteriores, já que eles haviam sido alvo de “interpretações reiteradamente equivocadas”, conforme afirma o “Diário Oficial”.
O artigo 2º do decreto desta quinta, no entanto, muda quatro decretos anteriores, excluindo as universidades e a Fapesp. Nos textos originais, as medidas valiam para as autarquias ou fundações mantidas pelo Estado, sem exceção.
O novo decreto exclui as universidades e a Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) de três decretos: o que proíbe a contratação de pessoal (51.471), o que exige a reavaliação de contratos e licitações (51.473) e o que estabeleceu a criação da Comissão de Política Salarial, subordinada o governador, que “fixa as diretrizes (..) em assuntos de política salarial”.
Em relação ao decreto 51.461, que cria a Secretaria de Ensino Superior, as mudanças se referem a duas alíneas de um inciso do artigo 2º. As duas alíneas que, pelo novo decreto não se aplicam mais às universidades, são justamente as que declaram de competência da pasta a “ampliação das atividades de pesquisa” e políticas que “com vista a aumentar a percentagem de jovens que cursam a universidade”.
O artigo 1º do decreto também garante independência orçamentária. De acordo com o texto, as universidades terão contas bancárias e “poderão efetuar transferências, remanejamentos, quitações, e tomar outras providências de ordem orçamentária”.
Professores
A Adusp (associação dos professores da USP) recebeu o decreto com “um avanço” no movimento.
“É um avanço importante. Vamos agora avaliar mais profundamente para saber se tudo que os decretos tinham de problemas foram resolvidos”, diz o vice-presidente da associação, Francisco Miraglia.
Alunos
Procurados para comentar o assunto, os alunos informaram que estudam o teor do decreto publicado hoje. Às 13h30, eles permaneciam em marcha até o Palácio dos Bandeirantes. Uma plenária –que não tem poder de decisão para desocupar ou não o prédio– deverá ser realizada.
No entanto, a saída ou não do prédio da reitoria só deverá ser decidida em uma assembléia –espécie de reunião onde os alunos tiram decisões a respeito do que farão– prevista para sexta-feira (1º).
O secretário-geral do Condepe (Conselho Estadual da Defesa da Pessoa Humana), Ariel de Castro Alves, considerou um recuo por parte dos governos e afirmou ser coerente os alunos se reunirem para avaliar a hipótese de desocuparem o prédio.
Daniel
-31/05/2007 às 14:39
Novamente a IPPF vem com aquelas pesquisas sobre aborto - apesar do site do Datasus informar que o número de morte ano é:
Ano
1996 146
1997 163
1998 119
1999 147
2000 128
2001 148
2002 115
Número de mulheres mortas em gravidez que terminou em aborto.
A tal pesquisa afirma as mortes correspondem a 9,5% dos 230.523 abortos, tambem contabilizados por eles, ou seja 21.899 mortes no Brasil.
Vai mentir assim la longe.
Vejam abaixo:
http://www.saudebusinessweb.com.br/sbw_Artigo.vxlpub?id=118092,
Pesquisa: O custo com abortos clandestinos chegou a R$ 33,7 milhões no SUS
Foram realizadas 230.523 internações decorrentes de complicações na realização do aborto
31/05/2007 - 12h05
Os abortos clandestinos custaram R$ 33,7 milhões ao Sistema Único de Saúde. O dado foi revelado pelo estudo “Morte e Negação: Abortamento Inseguro e Pobreza”, realizado pela Federação Internacional de Planejamento Familiar (IPPF, sigla em inglês), entidade que atua em 150 países.
Segunda pesquisa, no ano passado foram registradas 230.523 internações no SUS decorrentes das complicações causadas pelos abortos inseguros, enquanto os abortos permitidos por lei (casos de risco de morte para a mãe e de gravidez resultante de estupro) tiveram 2.068 internações, custando ao sistema R$ 302,8 mil.
O relatório também aponta que no Brasil, o aborto é responsável por 9,5% das mortes maternas relacionadas à gravidez.
Os pesquisadores do IPPF apontaram que a solução para o problema passa por falta de acesso à informação e a serviços seguros. Segundo a federação, em países onde o aborto é permitido o custo no sistema público de saúde é bem mais baixo.
Anônimo
-31/05/2007 às 14:31
Tio Rei: PARA O MUNDO QUE EU QUERO DESCER!!!
Estou pensando em virar imigrante ilegal….na Dinamarca…será que rola?
Anônimo
-31/05/2007 às 14:24
Tem que PRIVATIZAR TUDO!!!
Se quiser brincar de produzir essa estrovenga chamada de o “Direito Achado na Rua” que façam com o dinheiro que se “Consegue na Rua” e não com o meu, o seu e o nosso dinheiro, com o dinheiro público!!!
Aliás, o que se costuma achar na Rua é coco de cachorro…
O Pensador
Anônimo
-31/05/2007 às 14:17
Que vários “juristas, procuradores e membros do Ministério Público” sejam adeptos dessa excrescência jurídica não endossa tal tese. Esta é apenas um viés sem expressão alguma para a Ciência do Direito. Como bem caracterizou, Reinaldo, tem características de seita. Ora, seita é toda e qualquer degeneração de uma doutrina religiosa e é sempre uma aberração. É como no caso daquele monge que passa o dia sentado sem sequer se mexer, pois, adepto do taoísmo, vai ao extremo da religião e passa a acreditar que o imobilismo completo é o supremo objetivo do Taoísmo.
Contudo, como o próprio Lyra Filho preconizava, a subversão viria do aprendizado das técnicas que ele intitulou de clássica, para a subverter num segundo momento. Temos aí o elemento terrorista, para usar um termo moderno, ou subvertedor da ordem jurídica, pois, não tem semelhança com degeneração de um dogma à semelhança do que ocorre com as seitas. Não é uma corrente que assumiu um caminho que leva à uma ruma sem fim.
Portanto, isso não invalida a Sociologia Jurídica como o próprio Kensel reconheceu. Isso é outra coisa; é a agenda própria dos petralhas e como eu gosto de sempre caracterizar, é somente para irritar o Olavo de Carvalho que tem estopim curto para com a ignorância. Isso é só para justificar a censura que acoberta a roubalheira petralha, o assalto aos Cofres Públicos e agora da poupança dos trabalhadores no FGTS. Começar com “indicação de classificação” de programas infantis é só o começo, embora se associarmos a conduta pessoal do Sr. Lyra Filho com a desses “discípulos”, o promotor deverá ser chamado para denunciar a prática de crime de pedofilia, mesmo que só tentado. A propósito, pedofilia admite tentativa?
A Sociologia Jurídica tem extrema validade no momento de se formar um arcabouço jurídica e também nos momentos seguintes em que vier a ser reformada ou adaptada.
Romper com a ordem jurídica constituída é outra coisa que uns intitulam subversão e eles “revolução”. Pena que não enxergam muito além para ver que se aplicar esse tipo de comportamento num outro arcabouço jurídico, o efeito vai ser tão nefasto como neste e o anarquismo imperará. Bom, para um petralha de plantão isso é interessante, já que só tem ambições pessoais e materialistas, mas isso é uma outra conversa.
Para a moderna teoria jurídica que reconhece estarmos caminhando para a 4ª e 5ª geração dos Direitos Fundamentais, ou seja, muito além da de 2ª, da revolução industrial, seguir o que dizia Roberto Lyra é prova de pura incompetência.
Anônimo
-31/05/2007 às 14:13
Nesse país achado na rua.
Com esse governo achado na rua.
Desse partido achado na rua.
Com esse presidente achado na rua.
Receio que, vamos acabar numa guerra civil achada na rua.
O pior é que para o brasileiro tipico, que é politicamente alienado, isso tudo é paranóia nossa.
Então viva o Pan.
D.
-31/05/2007 às 14:13
Seu post está de tirar o chapéu, hehe!
LaraAS
-31/05/2007 às 14:10
Quanto ao Amapá era só obrigar as emissoras mandarem a programação nos horarios repectivos dos lugares.A programa das 20 nas 20 horas do Ámpara.
E o Brasil é um país muito grande para ter um só horário.Seria absurdo ,teria gente trabalhando de madrugada…
O pior é que ao mesmo tempo ,não se pode “obrigar” crianças de rua a ir para os abrigos ou orfanatos…Isso sim é que deveria preocupar os defensores das crianças.E não crianças que tem tetos e pais.
Essa não “obrigatoriedade” essa “liberdade” é um absurdo e completamente contraditoria com querer impedir crianças e adolescentes de ver certos programas.
Rafael Kafka
-31/05/2007 às 14:10
Ao contrário do que os PTralhas querem demonstrar respeitar a norma jurídica não exclui o bom senso para a aplicação do Direito.
Bom senso que é fortalecido pelos princípios do Direito como o da equidade.
Não é necessário julgar contra-legem para ser justo e adaptar o Direito ao caso concreto.
Um exemplo clássico, lecionado em Introdução ao Estudo do Direito, que os PTralhas esquecem porque “estreiam” filando aula para promover desordens é o da pessoa que vende uma casa hipotecada e seis meses após recompra só que em contrato sem especificar que havia uma hipoteca.
Pois bem, pelo princípio da equidade anula-se qualquer hipótese de ressarcimento pelo notório conhecimento da hipoteca por quem antes fora comprador e agora vendia a casa.
Esse é um exemplo claro que o Direito não é escravo da norma mas a ela deve respeito porque ela é fruto da DEMOCRACIA.
Não é necessário tornar o juiz uma espécie de Salomão, com poder sobre a vida e a morte, para que os julgamentos sejam justos, basta aplicar os princípios que desde as preliminares lições de Direito mestres como Miguel Reale nos legaram.
Anônimo
-31/05/2007 às 14:03
o que vamos falar agora q o serra amarelou e cedeu aos bardeneiros!
regina de brasília
-31/05/2007 às 14:00
OFF-tópico
Ah, tio Rei! E não é que o Serra editou o “decreto esclarecedor” da autonomia universitária?! Tanto que vc avisou prá não fazê-lo.
Tá no Estadão online.
Francisco
-31/05/2007 às 13:57
Continuo achando que o “direito achado na rua” é filho distante do “direito achado na floresta” que cada tribo germana utilizava ao entrar no Império decadente, formalmente ainda governado pelos códigos escritos e coisas assim anacrônicas.
Mas não se preocupem, daqui há uns 800 anos tudo começa a voltar ao normal.
Cristal
-31/05/2007 às 13:54
Tio Rei !!!
Socorro!!!!!!!!!!! Serra volta atrás.
Está tudo perdido.
Esse país acabou,está morto,o último a sair apague a luz.
Anônimo
-31/05/2007 às 13:50
Reinaldo,
desculpe o tamanho do comentário, mas lendo a notícia abaixo, vislumbrei o risco que as redes de TV brasileiras correm ao admitir esta censura prévia na programação. Na Turquia (ver notícia abaixo), uma rede de TV foi punida, sendo imposta uma suspensão de 12 programas transmitidos no horário nobre. Os programas originais foram substuídos por documentários feitos pela estatal turca.
Dê uma olhada e não se assuste!!
Media & Entertainment- Turkey
Documentaries To Be Shown as Punishment for Breach of TV Law
Contributed by Mehmet Gün & Partners
May 31 2007
In a recent decision the Radio and Television Supreme Council, which is responsible for the regulation of radio and television broadcasts in Turkey, imposed a 12-programme suspension penalty on a highly rated entertainment programme after the presenter caused an undesirable scene by pulling down an audience member’s trousers as a joke, but accidentally pulled down his underwear as well. According to the press release, the council based the penalty on Article 4 of the Law on the Establishment and Telecast of Radio and Television (3984), which states that: “Every element of a television programme must respect human dignity and fundamental human rights.”
The council had previously imposed a warning penalty on the broadcasting company due to another breach of the law in the same programme. Therefore, the council imposed a suspension penalty, applying Article 33 of the law, which provides that:
“in case of disobeying this order or repeating the illegal act, the broadcasting of the programme which is the subject matter of the contravention must be suspended for between one and 12 programmes.”
The council imposed one of the heaviest penalties in its history because of the significant impact of the event on Turkish society.
In accordance with Law 3984, in the case of a breach punished by suspension of the programme, the broadcasting company must broadcast a replacement programme provided by the Turkish Radio and Television Enterprise, the state-owned broadcaster.
Accordingly, a list of programmes has been provided to the broadcasting company in this case. As the list consists only of documentaries, the broadcasting company will have to broadcast a documentary in its prime-time slot for 12 weeks. The council’s policy of making penalized broadcasting companies show documentaries during prime time stems from the fact that the major private broadcasting companies in Turkey broadcast the same types of programme (eg, reality shows, comedy programmes) in the same format and with the same concept in order to attract the highest audience share.
By forcing them to broadcast documentaries as a punishment for breaching the law, the council makes broadcasting companies show educational and cultural programmes, such as documentaries, as well as entertainment programmes.
Claudia
-31/05/2007 às 13:47
O que está acontecendo na Venezuela é desastroso para eles. Mas pode ser bom para nós que podemos ver antecipadamente o que está por vir e quem sabe reverter esse encaminhamento das coisas. É um verdadeiro “eu sou você amanhã”.
Anônimo
-31/05/2007 às 13:42
Um dos colaboradores mais ativos e verborrágicos da NAIR, para os que não sabem, foi o ministro Tarso “Conselheiro Acácio” Genro. Na revista “Direto e Avesso” da NAIR, autodenominada “Nova Escola Jurídica Brasileira”, encontra-se de Tarso Genro, no número 1 (Janeiro - Junho 1982), “Proposta -Por uma nova teoria da Norma Jurídica”. No número 2 (Julho - Dezembro 1982), “Desmitificação - Relação de Trabalho e Direito Subjetivo”. No número 3 (Janeiro - Julho 1983), “Acontecimentos - O centenário de Marx: lutar por uma nova Filosofia do Direito”. Bem, fico por aqui porque também não sou de ferro. E quem acompanha a trajetória do pomposo ministro da Justiça é capaz de intuir o resto.
Anônimo
-31/05/2007 às 13:40
Estou cada vez mais entusiasmado com Tio Rei !!
TR não apenas já adentrou nos anais da Facú de Direito UnB, de Brasília, como está desenvolvendo um outro Case Jurídico utilizando os seus próprios Direitos de Rua.
Tio é bem graduado na Faculdade do Calçadão. Achou primeiro ! É dele…ninguém tasca, ele viu primeiro !!
Aliás, Tio Rei, é esse o pessoal ilibado que vai selecionar a grade de programação de tv, radio e Internet que nossas CRIANÇAS vão poder assistir ??
Bom…então - usando dos meus Direitos de Rua - preciso que um dos colegas do blog me indique onde eu posso “achar na rua” três carteirinhas de estudante universitários falsificadas na idade, para que minhas crianças possam assistir na tv os programas infantis da tia Nair e seus Xicabons, todos proibidos para menores de 18 anos.
Pronto, já vou eu ter de gastar com eles de nôvo…acham sempre um jeito…
BOOTLEAD
-31/05/2007 às 13:38
Saiba como participar da rede de colaboradores da classificação indicativa
O Departamento de Justiça e Classificação Indicativa abre inscrições para interessados em participar de uma rede de colaboradores voluntários. Os selecionados serão periodicamente convidados para atuar em grupos externos de análise das obras audiovisuais classificadas conforme a faixa etária e, no caso dos programas de televisão, também da faixa horária. As inscrições estarão abertas de forma permanente.
Para se candidatar a uma vaga no grupo, é preciso preencher o formulário abaixo e enviá-lo junto com seu currículo por e-mail para: djctq.snj@mj.gov.br. Também serão aceitas inscrições via Correio, para o endereço Esplanada dos Ministérios, Bloco T, Anexo II, sala 319 70064-901 Brasília-DF. Não existem pré-requisitos para participar da rede. Serão bem-vindos jovens estudantes (ensino médio e universitário), pais, professores e pesquisadores das mais diferentes áreas. Instituições e organizações também podem se candidatar.
O objetivo da rede é permitir que outras visões sobre as obras sejam expressas, contribuindo assim para a avaliação do método utilizado pelos analistas da classificação indicativa. Há ainda a possibilidade de alguns colaboradores serem, após sucessivas atuações, convidados para integrar o departamento, seja como estagiários, seja como funcionários contratados.
A maior parte das atividades serão desenvolvidas em Brasília, nas dependências do Ministério da Justiça. Nada impede, no entanto, que diante de um número significativo de colaboradores em outra cidade ou área administrativa do Distrito Federal, sejam promovidas sessões de análise fora da Esplanada dos Ministérios.
78% Negro
-31/05/2007 às 13:37
Longe de considerar o Hugo Chavez um baluarte da democracia, mas pelo que temos visto, ele não renovou a concessão da TV que apoiou um golpe de Estado contra ele. E ainda esperou o fim do contrato de concessão.
Na primeira vez que li sobre o assunto até pensei que o Hugo Chavez tivesse, na surdina, pego uma tesoura e cortado os cabos de transmissão da emissora.
Será que na Venezuela apoiar golpes de Estado é exercer jornalismo pautado na democracia? Isso tá previsto na Constituição deles???
Neste ponto, está de parabéns o Hugo Chavez.
Aliás, neste momento, ele deve estar torrando petrodólares em algum programa social fajuto.
***
DIREITO ACHADO NA RUA
Realmente isso é uma bravata, mas o melhor é sempre debater com a parte contrária e não desqualificá-la com reducionismos, tipo, “isso é de esquerda”, “isso é do PT”, destrói qq possibilidade de um debate sério.
Kleber Sernik
-31/05/2007 às 13:34
Tio Rei, vamos continuar falando de aquecimento global. Voce esta’ certo em combater a corja. E’ o novo marxismo. Volte com posts a respeito.
Anônimo
-31/05/2007 às 13:31
Reinaldo,
qual a sua opinião sobre a decisão do CNJ sobre a presença de crucifixos nas salas de julgamentos dos tribunais?
Link para a notícia no site do CNJ:
http://www.cnj.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=3004&Itemid=167
Obrigado.
Akhenathon
-31/05/2007 às 13:28
Serra reitera autonomia universitária. Acho que os grevistas profissionais ficaram sem argumentos.
Anônimo
-31/05/2007 às 13:27
O Partido do Trambique “privatizou” a União Nacional dos Estúpidos.E vamos á greve!!!
Catei'dráulico Falo Jr
-31/05/2007 às 13:26
Tio Rei disse: “…fica parecendo que o público-alvo de sua revolução eram só os rapazolas. Num outro momento de seu artigo, depois de desancar o direito, digamos, tradicional, ele escreve:”
No que o tal dr. Nair disse: “Não à toa, o ‘direito’ que se adapta a esse esquema, dito apolítico (isto é, político de direita) só pode ser um “direito” examinado segundo a teoria ‘jurídica’ de um positivismo (CAPADO) ou de um jusnaturalismo (BROCHA)”.
Catei’dráulico Falo Jr diz:
Tio Rei, segunda pergunta : por algum acaso, em não sendo o recalcitrante do Recife ou Olinda, TR sabe dizer se o nome completo do causídico meliante não seria Nair Mishima; e se ele, além de aplicar um Haraquiri na LEI, ainda cometeu um SanpaKu consigo próprio ???
Paulo Cesar
-31/05/2007 às 13:19
Boa tarde
Não seria NAIR - Nova Escola Jurássica Bananeira
Anônimo
-31/05/2007 às 13:17
Percebe-se no texto do cidadão toda a vulgata marxista do materialismo historico, da dilética materialista; essa baboseira ridícula e estúpida que Marx pretendia que fosse cristalinamente científica e positiva, mas que nunca passou de metafísica medíocre, vagabunda, de quinta categoria. Nunca houve nada na história tão pernicioso e corrosivo ao espírito humano como o marxismo. Todo esse lixo que esses babacas vomitam vem de Marx, esse pulha, esse verme escroto, esse cão sarnento que nunca passou de um bostinha arrogante, presunçoso e intolerante. Que o diabo o tenha, e faça com que passe o resto da eternidade no inferno com a bunda cheia de furúnculos.
Anônimo
-31/05/2007 às 13:16
Prezado Reinaldo,
Não falo por mim, João. Falo como “Acadêmico de Direito da UnB que não apóia o movimento - Direito achado na Rua”.
Informo-lhe que existem diversos estudantes que assumem abertamente essa posição.
Nós somos numerosos e não concordamos com esta linha de pensamento. Alguns de nós, de forma irônica, consideramos o movimento como “Direito jogado na rua” ou “Direito achado na lua”.
Falsos defensores da “liberdade”, bons discípulos de Gramsci, vinculam que esta linha de pensamento seja disciplina obrigatória no currículo acadêmico.
Não sabes como é a disciplina. (Falo agora como aluno individualmente) Apenas para resumir, Dei-me o trabalho de fazer uma monografia (sim, exigida no 2º semestre, sem nenhuma orientação pelo professor José Geraldo)de forma séria e comprometida.
O referido trabalho valia como metade da nota da disciplina. Recordo-me bem. Cada aluno entregou um trabalho de 40 páginas, como exigido, na sexta-feira pela noite. As notas foram entregues no sábado pela manhã. Seriedade?
(Agora representando os alunos naquela condição já citada) Por isso que nós mesmos, alunos, críticos, desiludidos, não levamos a sério.
Acredite. O barulho feito por eles é muito maior do que parece.
Anônimo
-31/05/2007 às 13:16
Sr. Reinaldo: Não sei se já percebeu que este “Direito Achado na Rua” é uma versão “populista” do “Critical Legal Studies” seguidos por Mangabeira Unger. No caso do professor americano a fonte é a chamada “escola de Frankfurt”. Lá nos EUA, este ideologia jurídica teve seus 15 minutos de fama na década de 1980, mas hoje parece completamente ultrapassada.”Lex, Rex” continua a ter o domínio do pensamento jurídico americano.
abstrato
-31/05/2007 às 13:15
se era pro Serra modificar os decretos por que nao o fez antes? me fez de palhaco esse senhor..fiquei dias aqui defendendo a sua posicao pra no final ele ceder aos remelentos..e nao adianta dizer que nao cedeu…merda de politicos!
Carlos
-31/05/2007 às 13:15
Reinaldo
Esta impostura toda me fez lembrar um verso do Mario Quintana:
“O falso profeta grita:
ESTA É A VERDADE.
O poeta sussurra e diz:
Eu vos ofereço a minha
verdade”
Como eu não sou surdo, fico com os sussurros.
Um Abraço.
Lucio A.
-31/05/2007 às 13:14
“Serra volta atrás e modifica decretos acusados de ferir autonomia universitária”
O Globo 31-05-07
Estes tucanos são uns bostas mesmo!
Depois querem o que? Que votemos neles?
Cateidráulico Falo Jr
-31/05/2007 às 13:10
o tal dr Nair disse:
“…A questão é não comer o milho (não somos galinhas agachadas diante dos FALOS (sic) de terreiro pedagógico)…”
Tio Rei, primeira pergunta : por algum acaso, TR sabe se o nome completo do causídico meliante não é Nair Brennand e se ele(a) é do Pernambuco ?
Romolo Saporito
-31/05/2007 às 13:10
Enquanto isso
Dos 45 cursos mais bem avaliados no Enade 2006, sete estão em São Paulo. São eles:
FGV-Eaesp (administração),
Fecap (administração),
Fiam-Faam (música),
Unesp (biblioteconomia, em Marília),
Unimesp (formação de professores, em Guarulhos) e
Facamp (administração e comunicação social, nas habilitações jornalismo e publicidade, em Campinas).
O Paraná também teve nota 5 em sete cursos.
Não tem A cUSP???
Não tem Engenharia, Medicina????
PuTz
Anônimo
-31/05/2007 às 13:06
Reinaldo,
Acabei de ver a cagada no site d’O Globo: o Serra voltou atrás.
Abraços
Márcio RJ
Romolo Saporito
-31/05/2007 às 13:04
Caro Reinaldo
Dê uma olhada
http://www.extralagoas.com.br/noticia.kmf?noticia=6137657&canal=331
Anônimo
-31/05/2007 às 12:58
AS MADRASSAS JURÍDICAS, AS MADRASSAS JORNALÍSTICAS E OS OVOS DA SERPENTE.
As madrassas grassam no País.
A UNB vai gerando filhotes no campo do Direito. Tais monstrinhos vão se expandindo pelo Brasil, fazendo pós, fazendo mestrado, fazendo doutorado. Ai. Ai.
Os cursos de jornalismo também são madrassas, atualmente. Vão espalhando um modelo de jornalismo “ético”, do “bem”, e outras bobagens desse tipo. Tudo disfarce para significar que o bom jornalismo é aquele que também vê o mundo da ótica da sarjeta do direito encontrado na rua.
Se a Veja faz uma matéria como essa sobre o Calheiros “que absurdo!”, “não provaram nada”, etc. Se fosse sobre o FHC, o Maluf, ou outros de outros grupos, então tudo bem. Vocês viram as declarações da patética Salvatti.
Agora todos os coleguinhas são íntegors. Ela deve ter medo que os podres de todos comecem a aparecer.
Mas como está tudo dominado, pode ser que os podres de alguns não apareçam e isso poderia assanhar o Apedeuta a tentar um terceiro mandato vitalício, essa nova modalidade que está surgindo nesta gloriosa e revolucionária América Latina.
Cuidado com as madrassas.
Prestem atenção nos professores de sues filhos.
Anônimo
-31/05/2007 às 12:38
Rei
Alguém aí em cima também sabe!
O “Chicabon” é bom!!
Mas tb concordo com uma postante quando diz serem “testosteronas” as culpadas!
Note bem o perigo. No Oriente os homens bomba acham que se encontrarão com 72 virgens do outro lado! Essa é a pior lavagem cerebral que existe para compensar a tal “testosterona”!!
É a VIRTUAL!
Caspiter. Nós os conscientes estamos ferrados!
No futuro haverá MUNDO pra nós?
Betina
PS. Continuo achando que o “Chicabom” nunca deu amasso em carro! Viu? Testosterona subindo pra cabeça….rsrs
iury lima
-31/05/2007 às 12:32
Off topic.
Reinaldo, vale um daqueles posts ácidos essa pataquada de o Mula mandar recado pela imprensa sobre a volta do que nunca foi, o super-hiper-poderoso secretário do Alopra. Isso é o Longo Prazo dos petralhas.
Que vergonha! Depois ainda querem ver o Brasil sendo levado a sério…
Anônimo
-31/05/2007 às 12:23
Maluf denuncia esquema de venda de votos eletrônicos.
Deputado Paulo Maluf revelou em audiência pública que foi procurado durante a última campanha eleitoral, no segundo semestre do ano passado, por pessoas que se ofereceram para fraudar a totalização de votos.
Hilário Tristão
-31/05/2007 às 12:20
Eu só fico pensando se essas doutrinas exóticas que estão intoxicando o Brasil e uma grande parte do mundo vigorasse desde antes de Cristo, viveríamos hoje em cavernas e palhoças, não conheceríamos o alfabeto, a eletricidade, o automóvel, o rádio, a TV, o computador, o cinema… (querem mais?)
Comeríamos barro, raízes, insetos, caça e pesca, vestiríamos andrajos ou andaríamos pelados, morreríamos aos milhares de doenças precoces, seríamos subjugados e escravizados DE VERDADE pelos mais fortes… (querem mais?)
Chega! Hoje estou sem saco pra escrever.
Anônimo
-31/05/2007 às 12:20
“Para atingir os fins revolucionários sem colocar as massas em ação, golpes que sigam a tática de inocular nas leis o impulso revolucionário, de manipular a legalidade até que ela tenha passado de um estágio de revolução mascarada para emergir como uma nova legalidade, são empreendidos a pretexto de prevenir um período de anarquia, de manter o controle dos acontecimentos, de impedir que o país seja entregue à mercê de incalculáveis elementos ‘demoníacos’. Depois que a legalidade revolucionária foi instituída sem sangue, o curso dos acontecimentos fica à mercê, precisamente, desses elementos incalculáveis e demoníacos. Este método desfere um golpe muito mais paralisante na justiça e no senso de justiça do que uma revolução aberta… A revolução-mediante-arranjo termina na exaustão geral. Pois em sua artificial combinação de forças ela inclui elementos irreconciliáveis… cada um pretendendo secretamente sobrepujar o outro na primeira oportunidade.” (Hermann Rauschning, The Revolution of Nihilism. Warning to the West , New York, Alliance Book, 1939, pp. 10-12.)
Anônimo
-31/05/2007 às 12:14
Cris
Amei essa de Idelli “Selvagem”, bárbaro….rsrs
Posso copiar os direitos autorais?
Só se enganou numa coisa.
A “COISA” apesar de “COISA” é perigosa.
Aquilo alí é pior que cobra cascavel. Seu nome é crueell!
Você percebeu, que de 1 ano pra cá ela deu uma caidinha??
Viu como ser o “cão” faz mal pra beleza? Por isso mesmo temos que fazer oposição, sem perder la graça, la ternura!
Vai que a gente fica igual, credo….rsrs
Betina
Daniel Neves
-31/05/2007 às 12:11
Na USP viceja o esquivalente léxico-lingüístico do “Direito Achado na Rua”.
O manual da “causa” é a “Dramática da Língua Portuguesa”, escrita por Marcos Bagno, baluarte da tentativa de aplicar métodos gramscianos no estudo da lingüística e não só: gramática, ortografia e o que vier pela frente. Reinaldo, você deveria ler as obras do Marcos Bagno, pelo menos uma leitura dinâmica. Eles faz muitas cabeças Brasil afora.
O Marcos Bagno, assim como Sírio Possenti, entre outros, instalaram-se como percebes na estrutura da academia brasileira para instalar a revolução socialista em todos os campos do conhecimento.
Assim que a POLI e a FD forem tomadas a revolução já estará na nossa sala.
Veterano
-31/05/2007 às 12:07
Esse Eduardo Bittar (http://lattes.cnpq.br/4547232356365470) é uma lástima.
Com sua pregação esquerdopata envergonha não só a São Francisco como também a memória de seu finado pai, o Prof. Carlos Alberto Bittar - esse, sim, um homem sério e comprometido com o progresso do Direito e do Brasil.
Rocket
-31/05/2007 às 12:00
Mas…algum destes discípulos de Dona Nair sabe explicar o que é dialética?
marco
-31/05/2007 às 11:56
Quando da votação,no STF,da constitucionalidade na cobrança de contribuição previdenciária dos já aposentados,o Ministro Joaquim Barbosa defendeu a tese da “dinâmica da Constituição”,que seria fruto da evolução da sociedade,mudança nos costumes etcetera e tal, desconsiderando,em seu voto, o conceito de cláusula pétrea.Como fica evidente,o “direito achado na rua” já é aplicado nas instâncias superiores da justiça.
Anônimo
-31/05/2007 às 11:48
Reinaldão, aqui vai uma dica de leitura para quem pretende saber mais sobre essa patifaria esquerdopata pomposamente chamada de Nova Escola: http://www.direitosfundamentais.com.br/downloads/colaborador_joaogalvao.doc
Anônimo
-31/05/2007 às 11:46
Reinaldo, não perca a oportunidade.Lula está descontente com Mangabeira. A notícia está na folha online.
Anônimo
-31/05/2007 às 11:38
Essa cambada representa o que existe de mais atrasado no Brasil. Para a tal da elite as leis devem ser duras e inflexíveis. Para as supostas vítimas da sociedade as leis devem ser flexíveis e passíveis de uma outra interpretação. Isso nada mais é do que dar um “jeitinho” na lei para livrar a cara dos cumpanheiros. Macunaíma não faria melhor.
Fredão
-31/05/2007 às 11:36
Um fato inequivoco, é que há uma grande movimentação de baderneiros por todo o pais. É endemico e poe medo a toda população. E qual será a solucao?? Creio que nas mentes imaginativas daqueles que tomaram o poder no planalto central seria nada mais mais nada que restringir, de mostrar que a mão pesada do estado está lá para defender os interesses nacionais. Como foi o caso da usina envadida por militantes do MST. Enquanto pequenos celulas (o paralelo com a Al Qaeda nao foi sem querer) desestabilizam a ordem do pais afora o governo se mostra firme para reagir e mostrar seu pulso forte. Isto, creio que está mais ligado a ideia de me deem poder, que lhes protejo do realmente uma ação para protecao dos bem nacionais.
Começa com o silencio sobre a censura prévia e irá crescer, tudo em nome da manutenção da ordem e dos bons costumes. Acho que para visão didatica e simples seria interessante assistir V de Vingança. No filme os culpados são terroristas, na Alemanha de Hitler, holandes Marinus, no Brasil, nos mesmos.
Anônimo
-31/05/2007 às 11:36
O “homem da Nair” de verdade é o “professor” José Geraldo, detentor do “espólio” (hahahahah!) do Lyra Filho e cuja esposa - “professora” do Departamento de Serviço Social e reconhecidamente uma viuvínha do muro de Berlim - foi batizada com esse nome. Daí depreende-se a estruturação e os propósitos do direito achado na Rua: “Aos amigos, as benesses da lei; aos inimigos, os rigores da lei”
Luis Antonio
-31/05/2007 às 11:34
Reinaldão,
a revolução gramsciana silenciosa está em curso, confesso que não imaginava estar neste estágio, corroendo nossa justiça, descobrindo os olhos da deusa Diké para que possa roubar na balança. Como você já nos lembrou Reinaldão, a dialética é o triunfo do diabo.
O lobo
-31/05/2007 às 11:32
Reinaldo,
Quer dizer que o Lula não quer mais o Mangabeira Unger? E qual vai ser a opinião do ilustre filósofo sobre o governo mais corrupto de todos os tempos depois desse pé na bunda? Comenta aí, Rei!
Estudante
-31/05/2007 às 11:27
Reinaldo,
No Direito da USP já há um grande defensor do “Direito Achado na Rua”. O professor Eduardo Bittar, em aula de Introdução ao Estudo do Direito na última terça-feira, e em linha com os preceitos do “verdadeiro direito, aquele formulado pelas lutas sociais”, defendeu a invasão da reitoria (inclusive fez greve de 1 (um!) dia na semana passada em apoio aos alunos) e declarou veementemente: “TROPA DE CHOQUE, NÃO”! “POLÍCIA NO CAMPUS, NÃO”!
O duro é ver que esse senhor, certamente futuro professor titular da USP, e seus pares da Faculdade de Direito (Dallari, Comparato, Eros Grau – a lista é quilométrica) perpetuam, via doutrinação de alguns incautos recém saídos do colegial, essa cultura da desobediência civil naquela que se auto intitula a “melhor escola jurídica do Brasil” (só quem é aluno sabe o quanto isso é questionável). O resultado se vê, por exemplo, no Centro Acadêmico, cuja atual gestão se denomina “Fórum da Esquerda” e promove eventos com as presenças de ilustres como Olívio Dutra, Suplicy, Soninha, MST, dentre outros. E é só com esse pessoal. Não há contraponto, não há “debate” – e eles adoram essa palavra. É doutrinação pura!
Em tempo: o ilustre professor já definiu o assunto de suas questões na prova final: a invasão da Reitoria da USP. Eu, que não sou bobo e quero passar, já estou me preparando para uma defesa veemente dos remelentos, usando os argumentos da corrente do “seu” NAIR… Será que tiro 10?
Cris
-31/05/2007 às 11:27
Rei,
Passou batido pelaí, mas ontem fiquei chocada com o esporro (não tem termo melhor) que a Ideli Selvagem deu em pedro Simon, no Plenário. Por ele discordar da indicação de Sibá machado, ela berrava e apontava aqueles dedinhos (ugh), dizendo “NÃO ADMITO!”.
Cara, fiquei besta com a falta de respeito, a grosseria, a falta de civilidade, o autoritarismo!
Essa mulher é qualquer coisa!
Nelson
-31/05/2007 às 11:24
pois é tio Rei, desculpe o vocabulário vulgar que segue, mas não encontrei termos mais claros para definir nossa atual situação.
estamos na MERDA!!!
até o serra (agora minúsculo mesmo), abriu as pernas para os remelentos.
estamos na mão de meia dúzia de vagabundos bandidos esquerdopatas,que fazem o que querem com país enquanto nós e a maioria silenciosa e covarde paga as contas.
o pior que nem o aeroporto é mais saída.
o jeito é emigrar para França…. a nado.
Anônimo
-31/05/2007 às 11:24
Estudei na UnB e sei de perto duas ou três coisas sobre a NAIR: o Roberto Lyra Filho não era “o homem da NAIR” mas a própria Nair, se é que me entendem. Depois, leiam “O que é Direito” da Nair, digo, do Roberto Lyra Filho (Brasiliense) e vejam o estrago e a confusão de uma mente em estado bruto. Por fim, mas não menos importante, a amiga de fé, irmã e camarada do Roberto Lyra Filho era nada mais, nada menos, que a filósof’áulica Marilena Chauí, a quem aliás está assim dedicado “O que é Direito”: “À Marilena Chauí do colega, admirador, amigo e irmão, Roberto”. Querem mais o quê?
André
-31/05/2007 às 11:22
Desculpa, eu nunca vi tanta besteira junta, esse Reinaldo também me “irrita com a arrogância do cortesão, este nefelibata dá sono com os seus discursos, onde há pérolas de erudição sem um fio que as reúna em colar de verdadeira cultura”. Ele realmente desconhece do que seja “direito achado na rua”, ou movimento sulista dos “Juízes contra a lei”. Que hoje, virou além de manifestações esparsas, passou a ser ciência com Grandes mestres como Boaventura de Souza Santos, Hekenhorf, Pimenta Bueno, Michel Mialle, Nicolas López Calera, Modesto Saavedra López, Ulrich Mückenberg, Dieter Hart, João Maurício Adeodato e tantos outros estrangeiros e brasileiros.
Ele colocou todos nós alternativistas na “vala comum” de explicações esparsas (sobre coisas que se vê, desconhece), ele não conhece a história do direito alternativo no Brasil, não começa com o direito achado nas ruas e não acaba ali, na verdade começa em cada coração dos verdadeiros cultores do direito que reconhecem que não existe um ordenamento alimentado apenas por uma fonte de direito (o “Monismo Kelsiniano”), para uma fundamentação Pluralista de Direito. Ele por acaso ele estudou o monismo de Kelsen?? Acho muito difícil. Ele por acaso conhece de verdade como começou o direito alternativo no Brasil?.
Por isso um breve histórico:
1. O surgimento do movimento do Direito Alternativo ocorreu no dia 25 de outubro de 1990, quando um importante veículo da imprensa escrita, o Jornal da Tarde, de São Paulo, veiculou um artigo redigido pelo jornalista Luiz Makouf, com a manchete JUÍZES GAÚCHOS COLOCAM DIREITO ACIMA DA LEI. A reportagem buscava desmoralizar o grupo de estudos e, em especial, o magistrado Amílton Bueno de Carvalho.
2. Ao contrário do desejado, acabou dando início ao movimento no mês de outubro de 1990, sendo o I Encontro Internacional de Direito Alternativo, realizado na cidade de Florianópolis, Estado de Santa Catarina, nos dias 04 a 07 de setembro de 1991 e o livro Lições de Direito Alternativo 1, editora Acadêmica, os dois marcos históricos iniciais”.
3. Embora o movimento só tenha sido organizado e sistematizado na década de 90, seu caminhar em terras brasileiras data de mais de 30 anos, originando-se no período da ditadura militar brasileira, onde o Estado de exceção criado pelo comando do exército gerou muitas injustiças e descontentamentos, inclusive dentre a classe dos juizes de direito, que contestavam a práxis da época e não viam no terror instaurado no Brasil a remota existência de um Estado de Direito, propagado nas Constituições do período e hoje experimentado pelo povo brasileiro, mesmo que de forma ainda incipiente.
4. Basta lembrar que, com o advento do AI-5, no apagar as luzes do ano de 1968, foram retiradas dos magistrados todas aquelas garantias que salvaguardam o exercício imparcial de seus misteres, como por exemplo a inamovibilidade e a irredutibilidade de vencimentos.
5. Esse movimento alternativista, que como acima descrito teve seu início, é definido por aqueles que dizem esposá-lo de formas tão antagônicas que chega-se a vinculá-lo desde a um padrão de conduta praeter legem e até mesmo contra legem.
6. Representação perfeita dessa forma de se entender o direito alternativo seria o parecer de Cláudio Souto, que pedimos vênia para transcrever:
“O direito alternativo é norma desviante em face à legalidade estatal, do mesmo modo que esta última lhe é desviante. Não coincide o direito alternativo com a legalidade do Estado, pois, de outro modo, não lhe seria alternativa”.
Com esses alvitres não podemos concordar, visto que referendá-los seria derrubar todas as conquistas que até hoje tem sido duramente perenizadas no intuito de que se forme um verdadeiro Estado de Direito, ligado à noção de legalidade aplicável a todos os entes da vida social.
Para que possamos dar continuidade a nossas especulações, portanto, ne
marcelo b merlo
-31/05/2007 às 11:16
Acorda, Reinaldão!
O Serra publicou um outro decreto, desenhando a interpretação dos anteriores.
E aí? Certo? Errado? Vejo que ele deu sentido para uma “gloriosa vitória” do movimento. Não vejo com bons olhos essa atitude dele não. Na matéria da Folha, tem um “contrariando” no meio do texto que só reverbera o que ela tem dito até então.
estilingue kid
-31/05/2007 às 11:12
Bom dia Reinaldo.
Quando vigiam os anos da ditadura militar, dizia-se que os estudantes de direito tinham uma tendência majoritária de direita, reacionária. Agora, quando o exército dos idiotas (no sentido do que sempre disse Nelson Rodrigues)tomou o poder, surge esta, como você diz, estrovenga, do Direito Achado Na Rua, para aliciar os acadêmicos de direito, pelo menos em Brasilia, segundo se afirma. Enfim, o fato é que passam-se as décadas, e nada de surgir uma doutrina democraticamente sensata para dominar o cenário das academias de direito. Oh meu Santo Ives Gandra. hehe.
Abraço.
Anônimo
-31/05/2007 às 11:11
Rei
Agora vou falar do mandante.
Conforme li ontem o Presidente da UNI após se encontrar com o Presidente Lulla, disse que semana que vem todos os professores do Estado de S.Paulo, entrarão em greve!
Baseado nisso só podemos entender que Lulla continua sim, por trás de tudo, armando!
Sabe que precisa de parcerias enquanto nossa Democracia não é pisoteada, então faz aquela carinha de sonso de dia e crau na calada da noite.
Alguém duvida que o Programa de tomada do pudê, continua em plena ascensão?
Alguém duvida que o ZÉ BANDIDO, continua com tudo e o pior armando pra que o Ventrílogo Mór fale aquilo que nós queremos ouvir?
Vc tem razão quando em outro post mostrou que enquanto todos achavam que eles não conseguiriam, vc já martelava a que vieram.
Só alguém que já esteve do outro lado, para saber como pensam e agem.
Sua tarefa é árdua, mas estaremos aqui para ajudar, viu?
Betina
Anônimo
-31/05/2007 às 11:08
Reinaldo,
seguem duas considerações;
1) o maior nome do “direito achado na rua” hoje na UNB é o professor José Geraldo;
2) todos na UNB dizem que o Romão é brilhante; não duvido da capacidade intelectual dele, pois nem mesmo o conheço; mas se brilhantismo é copiar portarias venezuelanas, ele cai no conceito de qualquer ser humano amante da democracia.
Eva
-31/05/2007 às 11:07
Lendo este teu post, cheguei a uma conclusão.
Essa catástrofe que se manifesta como PT e esquerda hoje no Brasil é uma feiúra manifesta do gene Y, que vocês, homens, precisam resolver, reorganizar, equilibrar, perdoar, descobrir a verdade maior.
Quando tu Reinaldo, faz uma comparação dos princípios desse “direito achado na rua” com os arroubos da tua fase garanhão sedutor, tudo ficou claro, a energia desse povo está no mesmo cerne da investida do homem à mulher, utilizando todo ou qualquer meio, toda ou qualquer mentira, até mesmo a violência, para seduzi-la à alcova.
Bem que diz no Gênese que foi a “cobra” que seduziu Eva.
simplesmente maria
-31/05/2007 às 11:02
Esta notícia vai alegrá-lo,Rei.
Primeiro, os parabéns são de ordem, porque você ganhou um aliado de peso na discussão sobre aquecimento global. Um aliado na área científica. E nada menos do que o Administrador da NASA, justamente a agência que coleta os dados sobre variações climáticas no mundo. Maravilha, não é? Veja só as exatas palavras de Michael Griffin, NASA Administrator:
“I have no doubt that global - that a trend of global warming exists. I’m not sure it’s fair to say that is a problem we must wrestle with. To assume that is a problem is to assume that the state of the Earth’s climate today is the optimal climate, the best climate that we could have or ever have had and that we need to take steps to make sure it doesn’t change. First of all, I don’t think it’s within the power of human beings to assure that the climate does not change, as millions of years of history have shown. Second of all, I guess I would ask which human beings - where and when - are to be accorded the privilege of deciding that this particular climate that we might have right here today, right now, is the best climate for all other human beings. I think that’s a rather arrogant position for people to take.”
É a sua exata tese, Reinaldo. Sugiro mandar um e-mail de felicitações ao Griffin, porque os grupos ecologistas já estão a fazer barulho forte.
Desculpe levantar o tema aqui, mas não havia post hoje sobre o assunto, que sei estar na sua agenda permanente. E já vi que a notícia não chegou aos jornais brasileiros.
robespierre
-31/05/2007 às 11:01
” O Poder para fazer o bem é também o Poder para fazer o mal”
(Milton Friedman)
Os comunistas têm essa característica cínica de relativizar tudo segundo a ótica de seus dogmas. Assim, todos os países submetidos ao comunismo - e, portanto, indissociavelmente à ditaduras ferrenhas - são, por eles, chamados de repúblicas “democráticas”.
Essa coisa de “direito achado na rua” nada mais é do que isso: sob um pretexto de defender os desfavorecidos, relativiza-se a lei segundo interesses específicos. A visão de “superar o legalismo” e a de uma “perspectiva sociológica de interpretação das leis” falam por si mesmas. Superar é vencer, subjugar, remover algo. Interpretar segundo uma perspectiva sociológica é, antes de tudo, tomar partido segundo uma perspectiva em si mesma conflitante; é escolher um ângulo da lei antes mesmo de interpretá-la.
Numa coisa os comunistas são eternamente coerentes: no seu indissociável totalitarismo.
Anônimo
-31/05/2007 às 10:57
Rei
Tentei pegar na Eldorado o endereço pra passar, mas não conseguí. Talvez vc com influência consiga!
Semana passada o “Chicabon” foi entrevistado na Eldorado e pasme. E num é que ele fala? E muito bem se quer saber, convence até formiguinha educada, imagine as ignorantes.
Apesar de continuar achando que nunca deu amasso em carro…..rsrs
Explicou os motivos de sua “chamada interferência” em programações.
Explicou que a mesma Novela que passa no Sul às 20 hs, no Amapá, seriam 18 horas (pensei que todo o Brasil usasse horário de Brasília, mas o Chicabon disse que não) e que é inapropriado para menores, entendeu a sutileza?
Começam a comer o angú pelas bordas, já que tudo é feito com milho, né?
Betina
Maria Helena
-31/05/2007 às 10:57
“Não achamos a democracia na sarjeta”, mas este governo está fazendo tudo e mais alguma coisa pra lhe dar esse destino. E começou bem devagarzinho, na moita, esgueirando-se nas desculpas escandalosas de que o fim justifica os meios e, agora, aprovado pelos “gulosos” irresponsáveis, começa a agir escancaradamente. Não consigo enxergar diferenças de gestão e de gestores entre brasil e venezuela. Que tal convidar o Bush, para uma interferenciazinha básica por aqui?
Carlos M.
-31/05/2007 às 10:50
O DIREITO ACHADO NA CASA DA MÃE JOANA
Com todo o respeito à catchiguria, que dá duro, paga as próprias contas, não enrola e não tem sindicato e peleguismo, acho que esse direito foi achado na casa da mãe Joana.
Anônimo
-31/05/2007 às 10:40
Reinaldo, pagamos imposto para sustentar as Federais. Na realidade pagamos para o coveiro nos enterrar vivos.
A turma de 1968 ainda vai nos ferrar.
pedro pons
-31/05/2007 às 10:39
Sugiro que seja denominado Albergue Seu Nair o albergue para o direito achado na rua, destinado aos seguidores do homenageado e que sua logomarca seja um gafanhoto.
Akhenathon
-31/05/2007 às 10:38
Reinaldo, Cesar Maia, em seu blog-newsletter, faz um resumo das idéias de Maio de 68:
a) valorizar a diferença em detrimento da tradição.
b) valorizar a autenticidade e não o mérito.
c) valorizar a diversão e não o trabalho.
d) valorizar a liberdade ilimitada no lugar da liberdade limitada pela lei. Com maio de 1968 se entrou numa ideologia do espontâneo, na valorização da expressão de si mesmo, da autenticidade, da criatividade por si e a rejeição as heranças e as raízes do passado, da historia, da família.
Achei a lista superficial. Parece-me que algumas das idéias ali contrapostas não são exatamente contraditórias, e sim complementares (autenticidade x mérito, diversão x trabalho).
Gostaria que você comentasse a respeito.
ZÉLIA MARIA FREIRE
-31/05/2007 às 10:26
Ai, ai meu Jesus Cristinho, já disse o divino Dalai Lama: viver é simples, só que o simples não é fácil. É um tal de festival de besteira que assola o país que eu não sei por que ainda não fizeram o “samba do criolo doido n. 2. Enquanto isto, nós aqui com a nossa passividade, esticando o pescoço para que coloquem a canga. Quero morrer, quero morrer, quero morrer, quero ir para o céu, isto aqui está virando um inferno cheio de diabos.
O Lobo
-31/05/2007 às 10:24
Quando esses pentelhos se tornarem adultos (espero que antes dos 60, como quer Lula) verão o ridículo que estão proporcionando. Até lá, deveriam estar estudando, não ocupando cargos feitos para pessoas lúcidas. A imprensa ainda não se deu conta da barbárie que nos espera. O povão, enquanto tiver bolsa esmola e novela das oito, não tá nem aí. Os partidos que seriam de oposição estão amarrados por medo de investigações que provariam o óbvio: são todos corruptos. Se não fosse por esse blog, nem saberíamos o que está acontecendo neste país. É trágico!
ric@rdo fernandes
-31/05/2007 às 10:22
Um povo que se deixa dominar merece o castigo que o tirano lhe impõe.
Os venezuelanos merecem o Chaves. Agora estão protestando mais? Olhem no espelho para verem os culpados.
Os cubanos comemoraram a que da do Fulgêncio Batista? Depois choraram muito. Hoje em dia os barcos são extremamente controlados e os coitados que são capturados ao fugir são condenados a dezenas de anos de uma prisão injusta. Os cubanos aceitaram isso. Aceitarm um ditador!
Os alemães aceitaram que a juventude do partido nacional socialista atuasse cada vez mais e elegeu Hitler democraticamente.
Um povo que deixa um pai-de-todos ou um “ditador do povo” tomar sua liberdade merece comer capim.
Se aceitarmos que um pastor nos indique o que fazer e nós, suprimindo nossa essência humana que nos faz indivíduos, reagimos como um coletivo homogêneo, estamos ferrados. Aí, para quem não quer o mesmo destino dos venezuelanos ou cubanos, só resta a fuga enquanto não proibem os barcos.
O direito tem caráter instrumental, ou seja, ele é um instrumento da vontade dos legisladores eleitos democraticamente e, portanto, da vontade do povo.
Aceitar que os aplicadores adaptem de forma grotesca as leis para sua própria interpretação pessoal não traz apenas a falta de segurança jurídica, ela é uma afronta a todos nós, eleitores, e ameaça nossa liberdade.
helder henrique
-31/05/2007 às 10:19
oi Reinaldo,
Acho isso tudo uma conseqüência da falta de importância que damos ao poder Legislativo. Os olhos estão sempre no Executivo, que na minha opinião deveria é ser monitorado de perto no cumprimento do orçamento da União. Não sendo o centro das atenções, o Legislativo é tomado por nossos políticos medíocres, mas é ele que define o que é legal ou não. Se a lei não é ’socialmente legítma’, que se proponham mudanças e (depois de discutidas e aceitas) altere-se a lei. Essa é a forma democrática, ou já mudou? A incompetência do Legislativo é que dá margem pra essa gente querer flexionar a lei com o mais puro intuíto de se fazer justiça social, do alienado na USP ao ministro Eros Grau. Mas democracia não é pra qualquer um. Fácil é achar errado o diferente.
H
Nicão
-31/05/2007 às 10:15
Esse tipo de figura faz bem ao ambiente universitário de sociedades que tem um pingo de caráter. Servem para propor o debate e posicionar muito claramente os limites do aceitável em termos de valores. Servem, no mínimo como exemplo do que não é do interesse de uma sociedade sadia. Você faz, no post “Indagações”, abaixo, questionamentos óbvios. Só para ficar na imagem do absurdo, o senador Pedro Simon, que é radical quando se trata da defesa da ética no parlamento - sempre generalizada, bem entendido - deu uma entrevista declarando a sua crença na “retidão” do senador Calheiros.
Posso estar sendo injusto, mas os documentos apresentados são tão patéticos que reproduzem, no texto, expressões usadas no discurso do senador. Isso, talvez, pouca gente percebeu, ou não quis, sei lá!
Luciofer
-31/05/2007 às 10:10
Tio Rei,
Veja que interessante: a lua de mel entre o Apedeuta e Unger acabou antes da cerimônia do casamento. Para você degustar:
Lula quer que Mangabeira desista de cargo
Da Folha de S.Paulo, hoje:
“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva gostaria que o filósofo Mangabeira Unger desistisse de assumir o posto de ministro da Secretaria Especial de Ações de Longo Prazo, segundo apurou a Folha. A posse está marcada para 13 de junho.
No Palácio do Planalto, há um “mal-estar”, nas palavras de um auxiliar direto de Lula, a respeito do processo judicial que Mangabeira move contra a Brasil Telecom, empresa de telefonia que tem fundos de pensão estatais como seus principais acionistas.
Lula, porém, não deve fazer a manifestação pública de que deseja a desistência de Mangabeira. Motivo: segundo ministros, a indicação é uma espécie de homenagem do presidente ao vice, José Alencar.
A Casa Civil pediu explicações a Mangabeira a respeito do processo, revelado ontem pela coluna “Mercado Aberto”, da Folha. A ação foi protocolada na Justiça dos Estados Unidos em 30 de abril -após, portanto, do acerto para que integrasse o ministério. O governo vê com reservas o conflito judicial entre um futuro ministro e uma empresa que pertence a fundos de pensão oficiais.”
Velhinho-Rabugento
-31/05/2007 às 10:02
O “direito achado na rua” poderia ser traduzido por “o direito atirado ao lixo”…
Quem puder acessar o Globo online, leia a opinião (que coincide com a de Reinaldo, com a minha e a de muitos aqui) de Demétrio Magnoli, que o faça. Deixo abaixo a parte introdutória.
O Globo - Página 7
O censor utópico
As “Meninas Superpoderosas” não receberão o selo de Programa Especialmente Recomendado para Crianças e Adolescentes. É que Tarcízio Ildefonso, diretor-adjunto do Departamento de Justiça e Classificação Indicativa (Dejus), não aprova a ambientação, em shopping center, da confraternização das heróicas meninas: “Esse gesto é segregacionista, já que nem todos podem fazer compras em shopping, além de ser um estímulo ao consumismo”. Ildefonso gostaria de que elas celebrassem suas vitórias “no Palácio da Justiça”. Eu, que não nutro a mesma admiração pelos templos do Estado, faria as meninas confraternizarem em praça pública.
Minhas preferências são irrelevantes.
As dele valem ouro: todos os dias, compulsoriamente, ocuparão as telas das redes nacionais de televisão.
Se o Supremo permitir, Ildefonso e seus colegas se tornarão “meninos superpoderosos”.
Ah, sim. Para quem não sabe, Demétrio Magnoli é sociólogo e doutor em geografia humana pela USP. Deve conhecer bem a FFLCH e seus esbirros.
Anônimo
-31/05/2007 às 9:59
Caro Reinaldo, o “O Direito Achado na Rua”´é mais do que a “Nova Escola Jurídica Brasileira” pode alcançar. É uma escola de pensamento, financiada sobretudo pela UNESCO que forma jovens juristas na Itália. Lá eles aprendem o Direito em cursos de mestrado e doutorado voltado para a defesa das temáticas que mobilizam as Organizações não Governamentais - ONGs no mundo inteiro. Vários de nossos jovens juristas, formados pela USP e concursados para operar nos meios jurídicos brasileiros são oriundos dessa escola. principalmente procuradores federais mais jovens. Ou seja: esse não é um movimento circunscrito à UNB, mas está espalhado pelo mundo. atencisoamente, Pascale.
Anônimo
-31/05/2007 às 9:56
Sobre a censura desses meninos do direito viário, o Demétrio Magnoli escreveu um artigo no Estadão de hoje (pg. 2) que é perfeito. Recomendo a leitura. Reinaldo, não dá para colar no blog?
Hilário Tristão
-31/05/2007 às 9:54
Reinaldo, concordo com tudo, só não concordo com o esquecimento de atribuir ao também famigerado PSDB a sua quota de responsabilidade por essa porcariada toda em que estão transformando o Brasil.
O PSDB fornece o mestre-de-obras, o PT fornece os pedreiros, os outros partidos esquerdistas fornecem os serventes e os demais partidos fisiológicos (PMDB por exemplo)trabalham sem registro, através de diárias, ajudando a recolher os entulhos.
Ah, o arquiteto foi Gramsci.
Fraquinha, eu sei, mas acho que dei meu recado.
Anônimo
-31/05/2007 às 9:53
Não falei que vc. ia perder tempo? Pois é. Isso é como discurso de deputado baiano. Muitas palavras para não dizer nada.
Fernando - Rio de Janeiro
-31/05/2007 às 9:51
Parabéns Reinaldo!
Não achamos a democracia na sarjeta. Fizemos, cada um de nós, muito por ela e pela liberdade que ela deve propiciar a todos.
Liberdade que é limitada pela lei. Elegemos os nossos representantes no Congresso e a eles, só a eles, concedemos o direito de legislar em nosso nome. A estas leis estamos todos obrigados!
Qualquer desvio disto é grave atentado às leis, à liberdade e à democracia. Mais! Você, como de hábito, usou a palavra perfeita para resumir este atentado que é desdenhar da lei: BARBÁRIE!
Rodrigo
-31/05/2007 às 9:46
Reinaldo, talvez fosse apropriado mudar o nome da estrovenga de “direito achado na rua” para “direito achado na Rússia”…
BOOTLEAD
-31/05/2007 às 9:46
Bom dia Reinaldo!
Meu caro, estás começando a desenrolar um novelo bem enredado, já puxastes a primeira fieira, vai por aí que vais ficar pasmo com o resto da meada.
O interessante que o guia dessa turma o “jurista” Roberto Lyra Filho tinha os mesmos gostos sexuais do guia da Juventude Hitlerista o também salvo engano, advogado de formação Ernst Röhm. Esses moleques Simon (“O Mandíbula”) e Romão (“O Chicabon”) devem ser os “pratos preferidos” dos atuais “mestres” e herdeiros dos ensinamentos do Dr. Lyra (Dr. NAIR, com certeza era o nome de guerra do sujeito). Já ouvi um certo “zum-zum-zum”, sobre estas “preferências” (pagas com “dracmas”), de um certo miinistro, digamos assim… Dos Pampas.
Anônimo
-31/05/2007 às 9:39
TIO REI,
FAZEM AGORA COM O DIREITO O QUE JÁ BEM FIZERAM OS PADRES DA PASSEATA COM A TEOLOGIA. INVENTARAM A TEOLOGIA DA LIBERTACAO, QUE É, EXATAMENTE, A VERSAO GRAMSCI DA ‘EVOLUCAO DA REVOLUCAO’, OU SERIA A ‘REVOLUCAO DA EVOLUCAO’? TA, ISSO É ATAVISMO BARBARO PURO…
ASS.: ANONIMO - DE SACO CHEIO DESSE POVO
Túlio - SP
-31/05/2007 às 9:37
Parabéns Reinaldo,
Você tem levado essa questão a sério, como ela merece ser tratada. Pena que só você e o “Diego” Mainardi parecem se preocupar com censura média. Menos mal que a audiência deste blog é bem maior do que os petralhas gostariam.
Embora não seja sua função ser um “doutrinador”, a “causa” (isso soa meio petista, não?…) merece ser abraçada por todos nós, seus leitores assíduos. Tenho discutido com alguns colegas sobre o “Direito Achado na Rua” e procurado alertar quem eu posso sobre este despaupério.
Abraço
Túlio
Anônimo
-31/05/2007 às 9:29
PROFESSOR REINALDO
DÊ UMA OLHADINHA NA BAHIA.
SEI QUE VOCÊ É CONTRA A GREVE DE FUNCIONÁRIOS.
VOU FAZER UM RESUMINHO BEM LEIGO, PARA O TEXTO NÃO FICAR LONGO.
BAHIA ODIAVA ACM.
PAGAVA MAL OS PROFESSORES, A MAIOR PARTE SEM LICENCIATURA PLENA.
PAULO SOUTO PROCUROU SEGUIR AS LEIS.
COLOCOU TODO MUNDO NAS UNIVERSIDADES, OS SEM LICENCIATURAS.
NO ANO PASSADO DEU 10% DE AUMENTO E PROMOVEU MUITAS PROVAS PARA QUALIFICAÇÃO PROFISSONAL E CONSEQUENTEMENTE AUMENTO DE SALÁRIO, POR MÉRITO.
MAS TODOS ODIAVAM QUALQUER COISA VINDA DO PFL, O DEM.
TODOS VOTARAM NO JAQUES VAGNER. PROFESSORES E ALUNOS, COM O SONHO OU O CONHECIMENTO DA REVOLUÇÃO PARA TUDO MELHOR, UNS POR ÓDIO DO PFL, OUTROS, POR QUERER UM MELHOR SALÁRIO E OUTROS, MUITOS MUITOS POR AMOR, ADORAÇÃO, FANANTISMO AO PETISMO. O SONHO. LULA E JAQUES VAGNER UNIDOS.
FIZERAM FESTAS MIL PELAS VITÓRIAS.
AGORA O JAQUES VAGNER DEU AUMENTO AOMPROFESSOR PRIMÁRIO, SEM FACULDADE, 17,80%, POI ELES GANHAVAM MENOS QUE O SALÁRIO MÍINIMO. E O PROFESSORES LICENCIADOS, 4,5% EM VÁRIAS PARCELAS.
CONCLUSÃO.
O PROFESSOR LICENCIADO, COM ESPECIALIZAÇÃO E COM MESTRADO E ETC.. GANHA UNS TROCADOS A MAIS, PROFESSOR COM FACULDADE GANHA SÓ 57,OO REAIS A MAIS QUE OS SEM FACULDADE.
SE OS PROFESSORES NÃO VOLTAREM ÀS AULAS, O SINDICATO QUE TANTO AMA E ADORA O PT, E FEZ TUDO E MAIS QUE TUDO PARA ELEGÊ-LOS, VAI PAGAR 20.000,00 DE MULTA AO DIA.
O GOVERNO PT DA BAHIA PODE TUDO.
O GOVERNO PSDB DE SÃO PAULO NADA PODE.
JÁ IMAGINOU SE O SERRA DÁ 20.000,00 DE MULTA OA DIA PARA O PESSOAL DA USP?
AS ESQUERDAS DO MUNDO TODO CAIRÍAM EM CIMA MATANDO A PAULADA, O GOVERNO SERRA.
VIU COMO AS COISAS, DO DIREITO ACHADO NAS RUAS, FUNCIONAM???
E COMO USAM AS POSSOAS E OS GRUPOS, PARA TODO E QUALQUER TIPO DE MANIPULAÇÃO, E DEPOIS AS LARGAM, NAS SARJETAS.
NA VENEZUELA USARAM OS SONHOS QUE FORAM COLOCADOS NOS ESTUDANTES, OS SONHOS ESQUERDISTA, PARA DEPOIS TIRAR TUDO DELES..
EM TEMPO.
A UNE ESTAVA QUIETA.
O BRASIL PERGUNTAVA CADÊ OS CARAS PINTADAS?
BEM. OU MAL.
O PETTA DA UNE FOI FALAR COM O LULA E COMBINARAM.
AGORA VÃO INVADIR TODAS AS REITORIAS EM TODO O PAÍS E O LULA VAI DAR O DINHEIRO QUE JÁ FOI COMBINADO ANTERIORMENTE NO ENCONTRO QUE O PETTINHA TEVE NO PALÁCIO COM O LULA.
PROFESSOR REINALDO
VEJA A BIOGRAFIA DE CADA UM DESSAS PESSOAS DESDE O INÍCIO, LÁ ATRÁS, NA HISTÓRIA.
SÃO MALÍGNOS.
SÃO JÁ, OBRA DO ANTI CRISTO.
Anônimo
-31/05/2007 às 9:26
Reinaldo,
Tive uma professora de Direito Constitucional que bem resumia tal escola: “Só procura o direito na rua quem jogou a Constituição no lixo”.
Sou formado pela Universidade de Brasília e presenciei bem a atuação daqueles que “acham o direito na rua”.
Claro, claro, depois de muita conscientização marxista, todos voltavam para suas casas em áreas nobres de Brasília e em carros de luxo.
De maneira geral, só a “elite” estuda na Faculdade de Direito da Unb. Raro um aluno de escola pública. É o exemplo mais claro da classe média comunista…
Anônimo
-31/05/2007 às 9:16
E agora Jose?? Esta tudo anulado??
Serra e a vitória da Política
“Recomenda-se enfaticamente a leitura da primeira página do Diário Oficial do Estado de São Paulo desta quinta feira, 31 de maio, aos estudantes, professores e funcionários das universidades estaduais paulistas em greve. Ela será especialmente útil aos líderes da manifestação marcada para as 14 horas, em frente ao Palácio dos Bandeirantes, e que deveria ser precedida de concentração no campus da USP a partir do meio dia e de uma marcha até o Morumbi. Depois da conferência dos termos do Decreto Declaratório número 1 de 30 de maio de 2007, assinado pelo governador José Serra, que simplesmente anulam o teor de decretos anteriores nos quais os participantes do movimento nas universidades viram intenções malévolas do executivo estadual de limitar a autonomia consagrada dessas instituições, os estudantes, professores e funcionários em questão podem até prosseguir com os atos programados, mas, observado aquele mínimo indispensável de honestidade intelectual, não poderão atribuir sua realização à defesa da autonomia universitária. Terão que se concentrar nos outros itens de sua pauta de reivindicações se quiserem prosseguir com a greve e, sobretudo, com a desgastada e extenuante invasão da reitoria da USP. A essa altura vale muitíssimo a pena lembrar que a Justiça determinou a reintegração de posse do prédio desde 16 de maio.”
Ronaldo Camacho
-31/05/2007 às 9:13
O que mais preocupa e desanima é constatar que no futuro os produtores de fubá dialético poderão ocupar a cadeira que hoje é de Eros Grau. E talvez até as outras 10…
Daniel
-31/05/2007 às 9:12
Olha aí lá vem mais besteirol no ESTADAO, é para a turma do “Direito Achado na Rua Assistir” e aumentar seu “conteúdo”
Debate de um lado só.
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Estado promove debate sobre racismo no Brasil
O evento, batizado de ‘Desigualdade no Brasil: Raízes Sociais ou Raciais?’, será exibido no portal estadão.com.br, ao vivo, a partir das 15h desta quinta
SÃO PAULO - O jornal O Estado de S. Paulo promove na quinta-feira, dia 31, um debate entre os professores Demétrio Magnoli e Hélio Santos sobre a questão da desigualdade racial no Brasil.
O evento, batizado de ‘Desigualdade no Brasil: Raízes Sociais ou Raciais?’, será exibido no portal estadão.com.br, ao vivo, a partir das 15h, com apresentação do jornalista Roberto Godoy.
Os internautas poderão participar por meio de perguntas enviadas por e-mail, a partir do próprio site do debate (clique aqui para mandar sua questão).
Participantes
Demétrio Magnoli é bacharel em Ciências Sociais e Jornalismo pela Universidade de São Paulo (USP), Mestre e Doutor em Geografia Humana pelo Departamento de Geografia da FFLCH-USP e pesquisador do Grupo de Análises de Conjuntura Internacional (GACINT) da USP.
Como docente no Ensino Superior, foi professor das disciplinas de Geografia Política e Geografia Urbana no Departamento de Geografia da Pontifícia Universidade de São Paulo (PUC-SP). Na condição de pesquisador, especializou-se nas áreas de Relações Internacionais e Geografia Política, publicando diversos ensaios e obras, como O Corpo da Pátria: imaginação geográfica e política externa no Brasil (1808-1912), que foi selecionada como finalista para o prêmio Jabuti de 1997.
Trabalhou para a Fundação Alexandre de Gusmão do Ministério das Relações Exteriores e produziu o manual de Questões Internacionais Contemporâneas. Foi colunista semanal da Folha de S. Paulo entre 2004 e 2006. Atualmente, é colunista de O Estado de S. Paulo e O Globo. Desde 1993, é diretor editorial do boletim Mundo - Geografia e Política Internacional.
Hélio Santos é doutor em Administração e Mestre em Finanças pela FEA/USP. Atua como pesquisador e docente dos programas de mestrado da Universidade São Marcos, em São Paulo e da Fundação Visconde de Cairu, em Salvador, tendo como linha de pesquisa o tema Desenvolvimento e Inclusão. Membro da comissão de notáveis (1985 a 1986), presidida por Afonso Arinos, criada para esboçar a pré-constituição, texto de referência para a Constituição de 1988, que possibilita a adoção das ações afirmativas.
Presidente fundador do Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo (1984 a 1986), no governo Franco Montoro, primeiro órgão público voltado para a questão racial no Brasil. Coordenador do GTI - Grupo de Trabalho Interministerial de Valorização da População Negra (1996 a 2002), no Governo FHC.
É consultor da Pesquisa de Perfil Social, Racial e de Gênero das 500 maiores empresas do Brasil e suas Ações Afirmativas, versão 2003 e 2005 (Ethos/Ibope). Fundador e Diretor-Presidente do IBD - Instituto Brasileiro da Diversidade. Autor do livro A busca de um caminho para o Brasil - A trilha do círculo vicioso - obra que explicita o vínculo entre desenvolvimento e inclusão sócio-racial.
Blogildo
-31/05/2007 às 8:59
Em algum lugar Gramsci ri!
Eny Seidel
-31/05/2007 às 8:57
Vocês já prestaram a atenção que, quanto mais analfabeto o governante mais corrupto o poder?
São fáceis de se levar, as palavras difíceis e sem sentido algum fascinam essas pessoas.
Por isso homens como o Nair conseguem envolver tanta gente.
Eu, me desculpem os “ADEVOGADOS”, nunca fui muito chegada a advocacia, e acho que estava certa todo esses anos da minha vida.
Agora, se esse José Eduardo conseguir fechar a Globo e colocar a UNE pelega nas ruas, vamos torcer que ele consiga.
Pensar que como presidente da UNE, passei tantos problemas com o governo da ditadura, vendo hoje esses pelegos da UNE me dá uma raiva!!!!
Frodo Balseiro
-31/05/2007 às 8:54
Reinaldo
São esses mesmos pulhas, que costumam atacar e adjetivar a democracia.
Quando falam de direito consevadoe, legalista, estão também se referindo à “democracia formal” “democracia burguesa” “democracia das elites”!
Como detestam leis, democracia, “o sistema”, tratam de inventar outro sistema que só existe na cabeça utópica e golpista deles, que seria legitimado por essa “nova democracia” esse “novo direito”!
Você tem toda razão ao apontar o perigo que essa raça representa para a DEMOCRACIA, sem adjetivos!
Quem prega contra a democracia, as leis, o sistema, esta cometendo uma ilegalidade.
Portanto deveriam ser indiciados, julgados, ereceber sua muito justa sentença!
Carlos Octaviano
-31/05/2007 às 8:49
Reinaldo,
Sou professor de direito e, assim, já tinha tido contato com as idéias dessa gente.
Trata-se disso mesmo que você disse: a antítese do direito ou, para usar uma palavra mais na moda entre os professores deste seculo XXI, da “desconstrução” da ordem reguladora da convivência social.
Em suma, delinqüência. Dia desses vi um debate em uma universidade em que um dos debatedores começou a falar disso, e fique pensando que tipo de aula, que ensinamentos tal professor passaria poara seus alunos…
E o pior. É impressionante, mas não só na UNB há seguidores dessa seita. Em muitas universidades federais, principalmente nelas, os professores só falam disso. O termo “direito achado na rua é bem restrito ao pessoal de Brasília. Mas por aqui - e por aí também - os doutores só falam em “pluralismo jurídico”, “construção dialética do direito”, “direito aberto”, “hermenêutica libertadora”, “desconstrução do legalismo”, “neoconstitucionalismo”, etc.
Tudo isso querendo dizer uma única coisa: a subversão do direito estatal enquanto única ordem coercitiva formal. Em muitos casos, a desobediência civil travestida de doutrina.
E os alunos formados nesses lugares serão aqueles que, aprovados em concursos públicos para cargos tão importantes como juiz, promotor, delegado da Polícia Federal, etc., não darão tanta importância às coisas próprias da gente conservadora, como legalidade, segurança jurídica, liberdade…
Tristes tempos, Reinaldo. Tristes tempos.
Anônimo
-31/05/2007 às 8:49
Reinaldão
Se os pretensos “subversivos” conseguissem ler (e entender)Gramsci, veriam as besteiras contidas nesse pensamento. O maior drama é que os remelentos não lêem e não querem ler, tomando conhecimento dos “clássicos” por meio de professores que torturam ainda o pensamento político e filosófico de quem quer que seja. Até porque, esses professores também não leram os ditos “clássicos” e aprenderam de ouvido a tocar a sinfonia da subversão. Estamos perdidos.
Um abraço
Elias Saldanha
direita x esquerda
-31/05/2007 às 8:49
Reinaldo,
” Direito achado na rua”, só você para trazer este tipo de informação, o seu blog é uma verdadeira biblioteca onde ficamos sabendo de coisas impossiveis de serem ” ACHADAS NAS RUAS DO BRASIL “.
IBES-VILA VEHA/ES
Cris
-31/05/2007 às 8:49
Oi, rei,
Detesto fazer isso (textos looongos), mas vale a “cola” do Demetrio Magnoli, no Estadão, hoje:
O censor utópico
Demétrio Magnoli
As Meninas Superpoderosas não receberão o selo de Programa Especialmente Recomendado para Crianças e Adolescentes. É que Tarcízio Ildefonso, diretor-adjunto do Departamento de Justiça e Classificação Indicativa (Dejus), não aprova a ambientação, em shopping center, da confraternização das heróicas meninas: “Esse gesto é segregacionista, já que nem todos podem fazer compra em shopping, além de ser um estímulo ao consumismo.” Ildefonso gostaria que elas celebrassem suas vitórias “no Palácio da Justiça”. Eu, que não nutro a mesma admiração fetichista pelos templos do Estado, faria as meninas confraternizarem em praça pública. Minhas preferências são irrelevantes. As dele valem ouro: todos os dias, compulsoriamente, ocuparão as telas das redes nacionais de televisão.
Se o Supremo permitir, Ildefonso e seus colegas se tornarão “meninos superpoderosos”. As suas preferências serão convertidas em selos bilionários ou em supressões irremediáveis porque, por meio da classificação horária obrigatória, eles têm os meios de destroçar financeiramente produtos culturais moldados para os anunciantes do horário nobre. Os censores da nova era não cortam cenas ou proíbem filmes: eles põem a mídia eletrônica de joelhos diante do poder de turno.
Na ditadura militar, os chefes da Divisão de Censura de Diversões Públicas (DCDP) falavam em nome da moral e dos costumes. Os novos censores renegam seus ancestrais e falam em nome da democracia. Eles acusam os críticos de prestarem serviço às empresas de mídia, como se o princípio do lucro não pudesse conviver harmoniosamente com o da censura. Eles citam Estados democráticos que fazem classificação indicativa, omitindo ritualmente a circunstância decisiva: lá fora, não há exame prévio de programas e quem classifica são órgãos de auto-regulamentação; aqui, o governo passa a dispor do poder discricionário de controle prévio e classificação. O nome disso é censura.
O Dejus não é o DCDP. Aos olhos dos censores orgulhosos de outrora, um beijo era um beijo, sexo era sexo e um crânio partido era o que era. Os censores dissimulados de agora são seres mais complexos. Reverentemente, eles obedecem às regras de um manual parido por “especialistas” que ensina a inserir cada coisa no seu “contexto”. Há beijos virtuosos e beijos ominosos. Existe sexo do bem e pura sacanagem. O tiro e o crânio partido são interpretados à luz dos imperativos de justiça social. O valor de cada gesto, palavra e cena depende de seus significados políticos e culturais.
O Manual de Classificação Indicativa é um anacronismo intelectual digno de regimes como os de Stalin, Salazar ou Mussolini. Enrolando-se no manto dos direitos humanos e prometendo um “diálogo pedagógico com a sociedade”, o documento atualiza a meta fascista e comunista de fabricação do Homem Novo. Numa passagem memorável, ele define “comportamentos repreensíveis” como sendo “contextos/cenas/diálogos que valorizam ou estimulam irresponsabilidade, egoísmo, desonestidade, desrespeito para com os demais, manipulação, preconceito, ameaça, fuga de conflitos - sem que, ao mesmo tempo, haja uma clara mensagem de repúdio a essas práticas”. A bíblia do censor dissimulado propicia, ao sabor do arbítrio do Dejus, a mais vasta latitude de interpretação e interferência sobre produtos culturais. De Shakespeare ao folhetim, tudo pode ser expurgado para a solidão da madrugada. O antigo DCDP pretendia cercear, amordaçar, calar, proibir. O novo Dejus almeja falar, moldar, doutrinar, ensinar.
O Dejus é Lula em toda a sua glória. Há anos, o presidente reitera, em incontáveis pronunciamentos, o paralelo entre a nação e a família. Sob essa lógica, ele se apresenta como pai, que trata o povo, “especialmente os mais pobres”, como seus próprios filhos, exercita a paciência, mas não ren
Projeto de gente
-31/05/2007 às 8:48
Sr. Reinaldo Azevedo,
esse tal “Direito achado na rua” já teve um paladino até entre os calouros de Comunicação Social da UnB. Foi numa aula de “Leitura crítica dos meios” - sei, estranho uma disciplina dessa ser dada a calouros, que nem saíram dos cueiros, como você diz. Pois bem: o programa é todo composto por palestras e, numa manhã, lá foi um senhor, cujo nome não lembro, “desconstruir” as opiniões de um certo colunista e blogueiro da Veja que andava escrevendo besteira sobre a tal “classificação indicativa” e o tal “esquerdireito”. E, em boa (ou má) parte das outras “aulas”, falou-se contra a redução da maioridade penal e pela consideração das “causas sócio-econômicas da criminalidade”. Viva o debate a favor!
Saudações.
Anônimo
-31/05/2007 às 8:42
Esse troço não tem futuro, é brochado na origem e, portanto, incapacitado de gerar alguma coisa. Esse “direito das ruas” se ampara em um sujeito inexistente, um ente coletivo que teria “direitos coletivos”. Alguém tem uma foto dele, uma carteirinha de identidade, quem sabe um endereço fixo? Já o direito alcunhado por eles de”burguês”, “conservador” se ampara em algo bem concreto: no indivíduo de carne e osso. Entre um sujeito coletivo prá lá de indeterminado e um indivíduo com nome e sobrenome, quem vai aparecer na prática para reclamar os seus direitos? Neguem aos romãozinhos o tradicionalíssimo direito de ir e vir e vamos ver que “sujeito coletivo” eles conseguirão fazer…Será que esqueceram ou nunca leram nada sobre o AI-5?
COP
-31/05/2007 às 8:16
Reinaldo,
Uma dúvida me atormenta: Em que língua NAIR é sigla de Nova Escola Jurídica Brasileira ?
Ou será apenas um nome de guerra no combate à sociedade conservadora ?
Será essa NAIR uma Escola de Direito mais sensível, delicada, uma espécie de “DIREITO TRANCADO NO ARMÁRIO”, louco para romper com as convenções, “DESEJANDO SER ACHADO NA RUA”, rebelando-se, assim, contra a “JUSTIÇA FALOCRATA” ? Hum…
Depois de ver essa turma da NAIR tanto falar em ralar o milho, lembrei-me do grande Moreira da Silva, o Kid Moringueira, e seu teste da farinha…
COP
mac z
-31/05/2007 às 7:59
A questão é grave pois representa a contaminação das normas de convivência social, de modo irreversível num prazo curto e já ocorreu: inúmeros juizes julgam suas causas nestas bases.
Ou seja, é uma modificação dos contratos sociais pela violência: a revolução. Violencia no sentido de “exercício injusto ou discricionário, geralmente ilegal, de força ou de poder”.
Lembro o Sérgio Bernanardes, arquiteto brilhante perseguido por ter trabalhado para os governos militares, dizendo: “não precisamos de revolução…precisamos de EVOLUÇÃO.
Aqueles maconheiros que iam para as cachoeiras nos 70’s evoluiram: pereceberam que a destruição do planeta simplesmente pela estupidez não era compulsória e reagiram. Independentemente das distorções no movimento ecológico e mesmo do seu uso por gente oportunista, o mundo EVOLUIU. O que dizer do grupo de pseudo-revolucionários? das viúvas de Geraldo Vandré? Sim, a ideologia da maior parte dessa canalha se resume à letra de Caminhando e Cantando e Apertando o Botão (do foda-se).
Essa gente não resistiria a um simples LSD, a não ser que estivesse entupido de anfetaminas.
Podem fumar maconha aos quilos: só aumentarão o apetite.
Anônimo
-31/05/2007 às 7:58
A instrumentalização das Universidades públicas nas barbas de todos vem desde os anos 80.
Foi na USP e nas Federais do Rio, RGS, Bahia, Pernambuco etc. que começaram as “linhas de pesquisa” oficiais de esquerda enlouquecida e os sindicatos de funcionários radicais. Todos aos gritos em favor do ensino de qualidade, público e gratuito. Em nome da democracia. Daí para as linhas intituladas “Literaturas da “margem”, o Direito da “rua” etc. e tal, foi um pulo.
Foi nos anos 80 que nasceu o que estamos enfim a ENTREVER hoje. Quem já fazia críticas nos anos 80 foi patrulhado de todas as formas.
Daí a pobreza deplorável das revistas universitárias brasileiras. Quem, um dia, sugeriu um Conselho editorial que selecionasse os artigos era imediatamente xingado de elitista.
Remover o lixo que se acumulou? Como? Só agora levantou-se um pouquinho o canto do tapete.
L.
Anônimo
-31/05/2007 às 7:43
.Alguém se achar superior porque usa a dialética marxista é de lascar. O pior é que intelectualmente são coitados, de uma fraqueza abissal ,mas estão com um poder imenso nas mãos.
Eliane
-31/05/2007 às 7:42
Olá Reinaldo,
é assutador o que acontece no Brasil.. sem palavras…
Olha só, eu encontrei esse artigo e acho que deveria dar uma olhadinha, pois fala sobre o Lulamolusco ter sugerido pagar alunos que passassem de ano.. caramba..sala de aula tb vai receber mensalao????
eu estou horrorizada!!! A republica da banana anda se superando…
http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=5817&language=pt
Abracos
Eliane
Anônimo
-31/05/2007 às 7:00
Já fiz aqui um comentário de quem conheceu o nefasto Nair pessoalmente no curso de sociologia jurídica que assisti na UnB. Foi uma grande perda de tempo, a não ser para ver e constatar de onde vem a merda. Esse Lyra Filho, como disse, era uma gorda-bichona corruptora de menores, com bem se pode ver nos seus texto. Esses “menores” não pode se colocar como defensores do ECA, já que são tipificados por ele.
A nossa salvação é que na sua arrogância natural nunca imaginaram que encontrariam “neztepais” gente com maturidade suficiente para entender e criticar essa aberração.
De fato, Reinaldo, não achamos nossa democracia na rua.
Esse departamento de sociologia do direito às avessas em que se transformou o Departamento de Direito da UnB tem que ser fechado, a bem da Democracia.
Por ironia, nós conseguimos limpar o CA e eles pularam para a diretoria, com gafanhotos, segundo muito bem observou.
Anônimo
-31/05/2007 às 6:57
Só uma palavra:> delirante!
Esse tal de nair deveria estar internado definitivamente em um manicômio.
ser_adv@yahoo.com.brf
Roberto
-31/05/2007 às 6:50
Reinaldo:
de uma aluna de Direito, que entao era estagiaria no orgao publico em que trabalho, ouvi, sem meias palavras, que se um empregado entra contra o seu empregador na Justica do Trabalho sem quaisquer provas da justeza do seu pleito, e esse empregador nao tiver como provar que eh injusto, o juiz deve decidir a favor do empregado. Ela alegava que, sendo o trabalhador a parte “explorada”, era justo e necessario um vies da justica a seu favor. Se esta for a tonica dos nossos cursos de Direito, estaremos arranjados daqui a alguns anos…
Anônimo
-31/05/2007 às 6:45
Advogado comunista e jornalista comunista, são como futebol sem bola.
Anônimo
-31/05/2007 às 6:29
REI< ONDE È O PONTO G DESSE LIXO ?
Anônimo
-31/05/2007 às 6:18
Não há nada a acrescentar. Há anos que nós, estudantes de Direito e juristas, convivemos com esta produção fecal da UnB de influência nacional. É tão bom que uma voz de “fora” do mundo jurídico exponha claramente esta farsa!
jff
-31/05/2007 às 5:48
Reinaldo,
Aqui vai um texto publicado no Globo de ontem que resume muito bem o que esta acontecendo neste Pais
Deve haver algo de podre…
Data : Quarta-Feira, 30 de Maio de 2007
ROBERTO DaMATTA
Quando os jornais noticiam que a classe dirigente, os chamados “políticos”, que são, de fato, administradores de leis e de órgãos executivos a serviço da coletividade, e não sal da terra, e muito menos aristocratas acima das leis e do bom senso, estão muito mais preocupados com suas reputações pessoais do que com os deveres implicados nos cargos que ocupam;
Quando parlamentares, juízes, ministros e até mesmo o presidente da República reclamam da Polícia Federal e, como se lê nos jornais, há a suspeita de que a própria polícia se segmenta em facções internas;
Quando deputados e senadores preferem ver o diabo a uma CPI, esse instrumento que em todas as democracias liberais serve para apurar denúncias; Quando se testemunha, enojado, o retorno de uma nova temporada de corrupção com o mesmo feitio das outras — tendo como base as relações pessoais, as amizades locais, os parentescos políticos partidários;
Quando o público constata que crime contra o erário rima com impunidade, de modo que, quanto maior o escândalo, mais livre e poderoso fica o sujeito;
Quando se dá conta de que o mundo público
brasileiro, a esfera dos recursos do Estado (e do povo), é, há séculos, a área mais vilipendiada deste país, mas ninguém faz nada para modificar isso;
Quando se verifica que os políticos mais bem-sucedidos são aqueles cujo
prestígio foi construído precisamente pelo uso e abuso da “casa” (a boa e sólida casa-grande que sobreviveu à senzala entre nós) para englobar e manipular o mundo público;
Quando se assiste estupefato a uma propaganda
eleitoral dita democrática, na qual os parlamentares, prefeitos e governadores aparecem abraçando, beijando e abençoando os negros, as mulheres e os pobres, num estilo absolutamente escravocrata de fazer a tal de “política” e de se situar relativamente aos seus eleitores, misturando carnaval com eleição;
Quando se desejam ao mesmo tempo a igualdade e a competição que elege mas, de posse do cargo, entra-se numa clara e insofismável hierarquia de viés aristocrático, mantida por nós;
Quando saímos de casa sem saber se vamos voltar, porque as agendas da cidade são estabelecidas pelos bandidos;
Quando escolhemos como adágios o rouba, mas faz; é proibido proibir; é ilegal, e daí?;
Quando a classe política — guardando, é claro, as honrosas exceções de sempre — vive aquela quadrinha mineira: “Tu fingiste que me enganaste e eu fingi que acreditei, foste tu que me enganaste ou fui eu que te enganei?”
Quando os chamados “movimentos sociais” podem cometer qualquer violência confiando que estão acima da ordem e da lei;
Quando se pensa que uma democracia é apenas clamar por direitos que se transformam em privilégios e ninguém fala nos deveres que sinalizam a igualdade;
Quando todos se comportam como se tudo fosse “normal” quando, de fato, vivemos uma grave patologia coletiva relacionada ao poder à brasileira, doença que não pode ser enfrentada com gestos rotineiros, mas com uma tentativa sincera de ver com olhos lavados (como dizia Darcy Ribeiro) as suas causas;
Quando uma corrupção endêmica, estrutural — obviamente fruto de um sistema que politiza tudo, mas até hoje jamais politizou, jamais aquilatou ou avaliou os limites e as implicações do seu lado íntimo, caseiro e pessoal — mas é tratada superficialmente e não por uma crítica social profunda que contemple o nosso pendor pela hierarquia;
Quando não se enxerga que o problema da vida pública nacional não é nenhuma ausência de ética, como gostam de falar os que “não roubam e não deixam roubar”, mas se funda numa ética dúplice, pois para certas coisas seguimos a lei que vale para todos, mas
Galista
-31/05/2007 às 5:43
O catedr’asnático, que em paz descanse, teria hoje 80 ou 81 anos (ou seriam ânus?), mas estaria bem apto a “lecionar” na unb, na usp ou algum outro valhacouto, ou a “militar” ao lado (ou à frente?) de dallari, comparato, farso gênero ou outro jurista de araque no pt, pstu, psol ou outra seita idem.
Mario
-31/05/2007 às 5:34
Pô Reinaldo,
Em poucas palavras, o tal de Nair diz: “Façam tudo ao contrário da lei (direito) e estarão certos”.
F Carlos
-31/05/2007 às 5:20
Estou perplexo.
Em poucas palavras, o que o direito achado na rua faz é tomar da lei para si a incumbência de decidir o que é legal ou ilegal, de acordo com a sua “subjetividade socialmente sensivel”.
Rafael Kafka
-31/05/2007 às 5:07
O velho e bom Kelsen e sua teoria normativista é a melhor cura para essa turma!
Mario
-31/05/2007 às 5:03
Reinaldo,
Há, nos EEUU, jornalistas “liberais” que apóiam o Ditador. O engraçado está nos argumentos, por exemplo, “nunca houve tanta liberdade de expressão como atualmente”. Veja, abaixo, duas mensagens que recebi hoje:
Don’t Cry for Venezuela’s RCTV
By Charlie Hardy,
Posted on Sun May 27th, 2007 at 04:27:42 PM EST
As I write this, I am looking at a Venezuelan
newspaper, El Diario, from February 10, 1992. The
editorial that would have occupied half of page 2 is
missing. Page 4 is completely blank. The contents were
censored by the government of the then president
Carlos Andres Perez.
The newspaper is just one of many horrible memories of
the pre-Hugo Chavez days in Venezuela’s “exceptional”
democracy.
U.S. newspapers seem to overlook what Venezuela used
to be like as they today discuss the actions of the
current government. I have lived in Venezuela for most
of the past 22 years and have never experienced such
freedom as that which the Venezuelan population enjoys
today under Hugo Chavez. That would include freedom of
information. Never, in the past 22 years, has the mass
media experienced the freedom it has had during the
presidency of Chavez. One can freely buy anti-Chavez
newspapers on streets and the airwaves and television
channels are amply filled with anti-Chavez
commentators.
However, today, May 27, the Venezuelan government will
not renew the license of RCTV, a television station
that has been on the air for over 50 years. The owner,
Marciel Granier, has been running around the world
crying because he is about to loose his license. Even
the millionaires in the U.S. Senate feel he should get
to keep the license. Interestingly, Granier was
president of the censored El Diario in 1992. He didn’t
complain then. I bought his newspaper. He got his
money.
What the news reports in the U.S. don’t tell us, and
what the U.S. Senate doesn’t seem to understand, is
that hundreds of thousands of Venezuelans will be
celebrating tonight at midnight because RCTV’s license
will have expired. They’ve been meeting on city
squares and corners throughout Venezuela discussing
who owns the air and what kind of programming they
would like on their television sets. They are asking
whether it is truly fair that if you are a
millionaire, you can buy the air space of the people
for the next 20 years. Independent producers will now
have a chance to get their programs shown, without
having to obtain the approval of Granier who has been
something of a media dictator in Venezuela.
Granier is no saint and his channel hasn’t been an
example of the heavenly kingdom on earth either. RCTV
was taken off the air five times by Venezuelan
administrations before Chavez ever entered the
presidential palace. In 1981, for example, it was
taken off the air for 24 hours because of airing
pornographic scenes.
In 2002, RCTV actively encouraged Venezuelans to march
toward the presidential palace in order to participate
in a coup that was taking place to overthrow the
democratically elected president. Marciel Granier gave
clear instructions to the managing producer of
Venezuela’s most watched news program on the day of
the coup that he should not give any information about
President Chavez. Actions like this would not be
tolerated by the FCC in the U.S.
However, when Chavez returned to power a few days
later, no reprisals were taken against the channel.
No, May 27 is not a sad day for freedom of expression
in Venezuela, so don’t weep for Mr. Granier when
RCTV’s license is not renewed. He can still broadcast
through cable or satellite and he can still sell his
programming to other stations. Instead, rejoice with
all the independent pro