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22/11/2010

às 6:45

O AI-5 GAY JÁ COMEÇA A SATANIZAR PESSOAS; SE APROVADO, VAI PROVOCAR O CONTRÁRIO DO QUE PRETENDE: ACABARÁ ISOLANDO OS GAYS

O reverendo Augustus Nicodemus Lopes, chanceler a Universidade Mackenzie — homem inteligente, capaz, disciplinado na sua fé e respeitador das leis do país; sim, eu o conheço — está sendo alvo de uma violenta campanha de difamação na Internet. Na próxima quarta, grupos gays anunciam um protesto nas imediações da universidade que ele dirige com zelo exemplar. Por quê? Ele teve a “ousadia”, vejam só, de publicar, num cantinho que lhe cabe no site da instituição trecho de uma resolução da Igreja Presbiteriana do Brasil contra a descriminação do aborto e contra aprovação do PL 122/2006 — a tal lei que criminaliza a homofobia (aqui). O texto nem era seu, mas do reverendo Roberto Brasileiro, presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil. A íntegra do documento está aqui. Pode-se ler lá o que segue:
“Quanto à chamada Lei da Homofobia, que parte do princípio que toda manifestação contrária à homossexualidade é homofóbica (…), a Igreja Presbiteriana do Brasil repudia a caracterização da expressão do ensino bíblico sobre a homossexualidade como sendo homofobia, ao mesmo tempo em que repudia qualquer forma de violência contra o ser humano criado à imagem de Deus, o que inclui homossexuais e quaisquer outros cidadãos”.

Respondam: o que há de errado ou discriminatório nesse texto? A PL 122 nem foi aprovada ainda, e as perseguições já começaram. Vamos tornar ainda mais séria essa conversa. Há gente que gosta das soluções simples e erradas para problemas difíceis. Eu estou aqui para mostrar que há coisas que, simples na aparência, são muito complicadas na essência. Afirmei certa feita que o verdadeiro negro do mundo era o branco, pobre, heterossexual e católico. Era um exagero, claro!, uma expressão de mordacidade. A minha ironia começa a se transformar numa referência da realidade. A PL 122 é flagrantemente inconstitucional; provocará, se aprovada, efeitos contrários àqueles pretendidos e agride a liberdade religiosa. É simples assim. Mas vamos por partes, complicando sempre, como anunciei.

Homofóbico?
Repudio o pensamento politicamente correto, porque burro, e o pensamento nem-nem — aquele da turma do “nem isso nem aquilo”. Não raro, é coisa de covardes, de quem quer ficar em cima do muro. Procuro ser claro sobre qualquer assunto. Leitores habituais deste blog já me deram algumas bordoadas porque não vejo nada de mal, por exemplo, na união civil de homossexuais — que não é “casamento”. Alguns diriam que penso coisa ainda “pior”: se tiverem condições materiais e psicológicas para tanto, e não havendo heterossexuais que o façam, acho aceitável que gays adotem crianças. Minhas opiniões nascem da convicção, que considero cientificamente embasada, de que “homossexualidade não pega”, isto é, nem é transmissível nem é “curável”. Não sendo uma “opção” (se fosse, todos escolheriam ser héteros), tampouco é uma doença. Mais: não me parece que a promiscuidade seja apanágio dos gays, em que pese a face visível de certas correntes contribuir para a má fama do conjunto.

“Que diabo de católico é você?”, podem indagar alguns. Um católico disciplinado. É o que eu penso, mas respeito e compreendo a posição da minha igreja. Tampouco acho que ela deva ficar mudando de idéia ao sabor da pressão deste ou daqueles grupos católicos. Disciplina e hierarquia são libertadoras e garantem o que tem de ser preservado. Não tentem ensinar a Igreja Católica a sobreviver. Ela sabe como fazer. Outra hora volto a esse particular. Não destaco as minhas opiniões “polêmicas” para evitar que me rotulem disso ou daquilo. Eu estou me lixando para o que pensam a meu respeito. Escrevo o que acho que tem de ser escrito.

Aberração e militância
Ter tais opiniões não me impede de considerar que o tal PL 122 é uma aberração, que busca criar uma categoria especial de pessoas. E aqui cabe uma pequena história. Tudo começou com o Projeto de Lei nº 5003/2001, na Câmara, de autoria da deputada Iara Bernardes, do PT. Ele alterava a Lei nº 7716, de 1989, que pune preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional (íntegra aqui) acrescentando ao texto a chamada discriminação de gênero. Para amenizar o caráter de “pogrom gay”, o senador Marcelo Crivella acrescentou também a discriminação contra idoso e contra deficientes como passível de punição. Só acrescentou absurdos novos.

Antes que me atenha a eles, algumas outras considerações. À esteira do ataque contra três rapazes perpetrados por cinco delinqüentes na Avenida Paulista, que deveriam estar recolhidos (já escrevi a respeito), grupos gays se manifestaram. E voltou a circular a tal informação de que o Brasil é o país que mais mata homossexuais no mundo. É mesmo? Este também é um dos países que mais matam heterossexuais no mundo!!! São 50 mil assassinatos por ano. Se os gays catalogados não chegam a 200 — e digamos que eles sejam 5% da população; há quem fale em 9%; não importa —, há certamente subnotificação, certo? “Ah, mas estamos falando dos crimes da homofobia…” Sei. Michês que matam seus clientes são ou não considerados “gays”? Há crimes que não estão associados à “orientação sexual” ou à “identidade de gênero”, mas a um modo de vida. Cumpre não mistificar. Mas vamos ao tal PL.

Disparates
A Lei nº 7716 é uma lei contra o racismo. Sexualidade, agora, é raça? Ora, nem a raça é “raça”, não é mesmo? Salvo melhor juízo, somos todos da “raça humana”. O racismo é um crime imprescritível e inafiançável, e entrariam nessa categoria os cometidos contra “gênero, orientação sexual e identidade de gênero.” Que diabo vem a ser “identidade de gênero”. Suponho que é o homem que se identifica como mulher e também o contrário. Ok. A lei não proíbe ninguém de se transvestir. Mas vamos seguir então.

Leiam um trecho do PL 122:
Art. 4º A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1999, passa a vigorar acrescida do seguinte Art. 4º-A:
“Art. 4º-A Praticar o empregador ou seu preposto atos de dispensa direta ou indireta: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco)anos.”

Art. 5º Os arts. 5º, 6º e 7º da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1999, passam a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 5º Impedir, recusar ou proibir o ingresso ou a permanência em qualquer ambiente ou estabelecimento público ou privado, aberto ao público: Pena: reclusão de 1 (um) a 3 (três) anos.”

Para demitir um homossexual, um empregador terá de pensar duas vezes. E cinco para contratar — caso essa homossexualidade seja aparente. Por quê? Ora, fica decretado que todos os gays são competentes. Aliás, na forma como está a lei, só mesmo os brancos, machos, heterossexuais e eventualmente cristãos não terão a que recorrer em caso de dispensa. Jamais poderão dizer: “Pô, fui demitido só porque sou hétero e branco! Quanta injustiça!”. O corolário óbvio dessa lei será, então, a imposição posterior de uma cota de “gênero”, “orientação” e “identidade” nas empresas. Avancemos.

“Art. 6º Recusar, negar, impedir, preterir, prejudicar, retardar ou excluir, em qualquer sistema de seleção educacional, recrutamento ou promoção funcional ou profissional: Pena – reclusão de 3 (três) a 5 (cinco) anos. ”
Cristãos, muçulmanos, judeus etc têm as suas escolas infantis, por exemplo. Sejamos óbvios, claros, práticos: terão de ignorar o que pensam a respeito da homossexualidade, da “orientação sexual” ou da “identidade de gênero” — e a Constituição lhes assegura a liberdade religiosa — e contratar, por exemplo, alguém que, sendo João, se identifique como Joana? Ou isso ou cana?

Art. 7º A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar acrescida dos seguintes art. 8º-A e 8º-B:
“Art. 8º-B Proibir a livre expressão e manifestação de afetividade do cidadão homossexual, bissexual ou transgênero, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos ou cidadãs: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.”
Pastores, padres, rabinos etc. estariam impedidos de coibir a manifestação de “afetividade”, ainda que os fundamentos de sua religião a condenem. O PL 122 não apenas iguala a orientação sexual a raça como também declara nulos alguns fundamentos religiosos. É o fim da picada! Aliás, dada a redação, estaríamos diante de uma situação interessante: o homossexual reprimido por um pastor, por exemplo, acusaria o religioso de homofobia, e o religioso acusaria o homossexual de discriminação religiosa, já que estaria impedido de dizer o que pensa. Um confronto de idéias e posturas que poderia ser exercido em liberdade acaba na cadeia. Mas o Ai-5 mesmo vem agora:

“Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero:
§ 5º O disposto neste artigo envolve a prática de qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica.”
Não há meio-termo: uma simples pregação contra a prática homossexual pode mandar um religioso para a cadeia: crime inafiançável e imprescritível. Se for servidor público, perderá o cargo. Não poderá fazer contratos com órgãos oficiais ou fundações, pagará multa… Enfim, sua vida estará desgraçada para sempre. Afinal, alguém sempre poderá alegar que um simples sermão o expôs a uma situação “psicologicamente vexatória”. A lei é explícita: um “processo administrativo e penal terá início”, entre outras situações, se houver um simples “comunicado de organizações não governamentais de defesa da cidadania e direitos humanos.” Não precisa nem ser o “ofendido” a reclamar: basta que uma ONG tome as suas dores.

A PL 122 institui o estado policial gay! E o chanceler no Mackenzie, Augustus Nicodemus Lopes, já é alvo dessa patrulha antes mesmo de essa lei ser aprovada.

O que querem os proponentes dessa aberração? Proteger os gays? Não há o risco de que aconteça o contrário? A simples altercação com um homossexual, por motivo absolutamente alheio à sua sexualidade, poderia expor um indivíduo qualquer a um risco considerável. Se o sujeito — no caso, o gay — for honesto, bem: não vai apelar à sua condição de “minoria especialmente protegida”; se desonesto — e os há, não? —, pode decidir infernizar a vida do outro. Assim, haverá certamente quem considere que o melhor é se resguardar. É possível que os empregadores se protejam de futuros dissabores, preferindo não arriscar. Esse PL empurra os gays de volta para o gueto.

Linchamento moral
O PL 122 é uma aberração jurídica, viola a liberdade religiosa e cria uma categoria de indivíduos especiais. À diferença de suas “boas intenções”, pode é contribuir para a discriminação, à medida que transforma os gays numa espécie de “perigo legal”. Os homossexuais nunca tiveram tanta visibilidade. Um gay assumido venceu, por exemplo, uma das jornadas do BBB. Cito o caso porque houve ampla votação popular. A “causa” está nas novelas. Programas de TV exibem abertamente o “beijo gay”. Existe preconceito? Certamente! Mas não será vencido com uma lei que acirra as contradições e as diferenças em vez de apontar para um pacto civilizado de convivência. Segundo as regras da democracia, há, sim, quem não goste dessa exposição e se mobiliza contra ela. É do jogo.

Ninguém precisa de uma “lei” especial para punir aqueles delinqüentes da Paulista. Eles não estão fora da cadeia (ou da Fundação Casa) porque são heterossexuais, e sua vítima, homossexual. A questão, nesse caso, infelizmente, é muito mais profunda e diz muito mais sobre o Brasil profundo: estão soltos por causa de um preconceito social. Os homossexuais que foram protestar na Paulista movidos pela causa da “orientação sexual” reduziram a gravidade do problema.

Um bom caminho para a liberdade é não linchar nem física nem moralmente aqueles de quem não gostamos ou com quem não concordamos. Seria conveniente que os grupos gays parassem de quebrar lâmpadas na cabeça de Augustus Nicodemus Lopes, o chanceler do Mackenzie. E que não colocassem com tanta vontade uma corda no próprio pescoço sob o pretexto de se proteger. Mas como iluminar minimamente a mentalidade de quem troca o pensamento pela militância?

Quando trato de temas como esse, petralhas costumam invadir o blog com grosserias homofóbicas na esperança de que sejam publicadas para que possam, depois, sair satanizando o blog por aí. Aviso: a tática é inútil.  Não serão! Este blog é contra o PL 122 porque preza os valores universais da democracia, que protegem até os que não são gays…

Por Reinaldo Azevedo

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626 Comentários

  • Luciano D S M

    -

    7/11/2013 às 12:45 pm

    repudio também “a caracterização da expressão do ensino bíblico sobre a homossexualidade como sendo homofobia, ao mesmo tempo em que repudia qualquer forma de violência contra o ser humano criado à imagem de Deus, o que inclui homossexuais e quaisquer outros cidadãos.”
    Ou seja, concordo com o Rev. Augustus Nicodemus.
    Sou contra a violência a qualquer cidadão: rico, pobre, preto, pardo, branco, homem, mulher, homossexual, trabalhador, desempregado, judeu, índio, ateu, protestante ou mulçumano. Portanto sou contra a PL 122, pois ela é contrária a Bíblia!
    O homossexual precisa assumir a sua postura de pecador, da mesma forma que assume ser homossexual!

  • ewerton

    -

    20/2/2013 às 4:22 pm

    Resumidamente, creio que este texto mencionou o centro do problema. E que tal incluir neste PLC 122 -nos mesmos paragrafos- que também sera passivel das mesmas penas qualquer discrinação religiosa, alem da discriminação de orientação sexual? Ou seja, tanto comentarios cristofobicos quanto homofobicos serão igualmente penalizados, por exemplo ! Afinal, os cristãos tem tanto direito de acreditar em pecado sexual (dos quais, as praticas homosexuais são apenas um deles), quanto os homosexuais de acreditar que suas praticas e relacionamentos são boas. Penalize entao igualmente a discriminação religiosa no mesmo texto da PLC122, que certamente mercera ser aprovado com unanimidade! Isso sim, seria igualdade, pois como esta hoje, o PLC122 é uma proposta iniqua obviamente.

  • pedro henrique

    -

    27/5/2012 às 6:50 pm

    nao tem peguntas curtas

  • Anônimo

    -

    27/3/2012 às 12:54 am

    Concordo em parte com o senhor. E discordo daqueles que enviam mensagens hostis ao blog, achando que com isso estão exercendo o seu direito de resposta – quanta ignorância. Sou gay, e vamos discutir no âmbito da inteligência, da coerência, do direito de opinião de cada um ,desde que esse direito não ajude a apregoar de difundir o desrespeito ou incite agressões, para nenhum lado, claro. Só não sei como faríamos para, discordando da aprovação da lei, garantir que agressões, verbais ou físicas, sejam punidas realmente e com isso se tornem cada vez menores, até se extinguirem, quem sabe. Cresci ouvindo piadas, cochichos sobre minha sexualidade, falatórios como se eu fosse diferente de alguém. Não é nada agradável,tenha certeza. Até hoje, com quase 40 anos, tenho que mostrar de certa maneira que sou igual, tenho que provar isso de certa forma no trabalho, na faculdade. É difícil, muito difícil. Graças a Deus nunca sofri agressão física, mas a verbal também dói muito. Que podemos fazer? Qual a sua sugestão?

  • Tamires

    -

    22/3/2012 às 11:52 am

    maravilhosos texto!

    Gostaria de dizer a todos que procurem nao tomara atitude algum como regra para todo o grupo. Existem muitas pessoas preconceituosas por ai, inclusive dentro de igrejas, mas como li em algum comentario, certamente essas pessoas so se dizem cristas, pois um cristao de verdade nao maltrataria uma pessoa por causa da opcao sexual, ou por qualquer outro motivo que seja. Cristo nos ensinou a amar o proximo incondicionalmente, ou seja, devemos amar a todos independentemente do que sejam ou facam. Isso nao quer dizer que devemos concordar com as atitudes de todas as pessoas, mas discordar nao nos impede de amar, nao e verdade?

  • Victor

    -

    9/2/2012 às 4:46 am

    Universidade de Coimbra já esteve melhor de estudantes . Certo , Rodrigo ?

    E dizer que esse texto é excelente , seria homofobia ?

  • Camila Espinoza

    -

    18/1/2012 às 7:01 am

    Qualquer notícia sobre o desaparecimento da mística Um desertor ?

  • Aaliyah Jernigan

    -

    17/1/2012 às 5:17 pm

    Você acredita que a Síria espionando dissidentes ?

  • Marcelo Jr

    -

    30/11/2011 às 4:42 pm

    Reinaldo, magnífico, estupendo artigo. Conseguiu dizer, em linguagem clara e acessível, o que muitos desejam há tempos. Conseguiu desmascarar um projeto de AI-5 com a perspicácia de poucos. Que Deus continue a lhe iluminar para poder, com suas sábias palavras, tentar tirar a maioria da escuridão do “Politicamente Correto”. Sem deixar de defender o Estado de Direito.

  • Rodrigo

    -

    15/7/2011 às 7:03 am

    Mas quanta parcialidade e ignorância vinda de um “jornalista”.
    É óbvio que um gay sendo demitido, não irá por o empregador em reclusão. Duas palavras pra ti: processo judiciário e provas.
    E justamente comentários de uma pessoa facista que defende claramente uma padronização, como você, irá implantar ideias absurdas na decisão de empregadores na hora de contratar um suposto homossexual, que não põe sua condição no CV.
    Sobre negros é diferente, pois a diferença é visual, diferente dos homossexuais, exceto transgêneros, que esses, sim, usufruirão da PL122.
    Negros e transexuais vivem ainda a margem da sociedade por uma condição visual, fatores históricos [chamado igreja também e alguns outros mais] e precisam de alguma forma serem inseridos no meio em que vivem [mal, obviamente].
    Então, Senhor jornalista, aprenda a dominar a arte de escrever e amadureça, pois estou aqui defendendo direito de minorias que nem eu faço parte, mas reconheço os seus direitos.
    Rodrigo – Estudante da Universidade de Coimbra.

  • ana paula silva

    -

    4/6/2011 às 11:21 pm

    Parabenizo a revista Veja por esta matéria, pois é uma revista séria e que realmente divulga as informações.

  • João M S Franco

    -

    4/6/2011 às 10:48 am

    Parabenizo o Dr. Reinaldo e também a revista Veja por essa bela reportagem sobre a PL122. O povo não pode se calar diante desse absurdo denominado Lei que vai contra os propósitos e princípios do cidadão. Será que merecemos dar voto de confiança para políticos que apoiam essa afronta a sociedade? Fica aquí desde já a minha advertência para as próximas eleições.

  • Vanessa

    -

    16/5/2011 às 3:17 pm

    Concordo plenamente acho q a pl122 é uma aberração, é contra os princípios bíblicos, contra Deus, querem colocar uma mordaça em nós, se a união homoafetiva fosse uma coisa normal, ñ precisaria de leis para ajudar a torná-la aceita, Ñ a PL 122.

  • Cristão 77

    -

    16/5/2011 às 12:04 pm

    Primeiramente, gostaria de informar ao Dr. Reinaldo e demais comentaristas, que não existe um gene gay em nosso DNA, por esta razão, o homosexualismo deve ser considerado uma opção sexual de tal. A pessoa escolhe ser homosexual, ela não nasce homosexual. Sabemos que todo nossa vida é influenciada pelo que somos, fazemos e aprendemos até os 10 anos de idade (fato científico), então podemos dizer que algo ocorrido nesse período faz com que a pessoa tenha “interesse” por uma do mesmo sexo. Homosexualismo não é uma doença, mas pode “pegar”, sim! A transmissão cultural hoje é a principal fonte de várias doenças como o sedentarismo e a obesidade, isto é, eu não nasci obeso e não tenho nenhuma pré disposição para tal, mas aprendi dentro de casa a ser obeso (até os 10 possivelmente) comendo o que não devo fora de hora, etc… iss é o que chamamos de transmissão cultural! É o que possivelmente acontecerá com filhos de pais gays, que aprenderam os valores homossexuais e se tornaram homossexuais em potencial, podemos “escapar” um outro, mas de forma alguma a maioria! Crianças de 0 a 10 anos poderam aprender a ser homosexuais com os pais sem que saibam o que estão aprendendo ou vivenciando! Sem querer banalizar a discussão, é como um torcedor de um time, que ama aquele time mais que sua própria família, casa ou emprego. Ele não nasceu torcendo para aquele time e se você se perguntar não lembrará quando foi que começou a torcer, mas passa mal toda vez que o seu time esta jogando, isso foi aprendido por você inconcientemente, pois seu pai o vestia e o fazia gritar o nome do time desde sempre! A mesma coisa acontecerá com os homosexuais, quem viver verá!

  • Juciara Tomaz

    -

    15/5/2011 às 11:12 pm

    Penso que todos temos o direito de viver com liberdade e fazer cada um as suas escolhas, mas não podemos obrigar ninguém a concordar com elas. O que é preciso fazer é ensinar às pessoas, que elas precisam ser tolerantes e respeitar ao próximo. Fala-se muito sobre as religiões que são “contra” o homossexualismo, mas são os que praticam a religião no sentido puro da palavra e os que buscam vivenciar os valores éticos e morais que mais respeitam os direitos uns dos outros. Não falo daqueles que vão à igreja por costume ou tradição, mas dos que poem em prática o que ali é ensinado. Esses sabem que devemos amar ao próximo como o próprio Jesus amou e, impulsionados por isso, tratam a todos sem distinção nem preconceito, porque sabem que devemos agir como Jesus agiu enquanto estava no mundo. Ademais, o que penso é que todos devemos ser livres tanto pra escolher o que queremos quanto para dizer o que pensamos, sempre com respeito à individualidade e à dignidade de cada um, pois assim foi que Deus nos criou: livres.

  • Marcelo

    -

    15/5/2011 às 9:47 pm

    Fantástica a colocação, quero aqui deixar registrado duas coisas:
    Sou contrário ao desrespeito com os gays, mas também sou contrário a essa PL 122, estão tentando confundir pais Laico, com país que deva ser subserveniente a opção homossexual.
    Quem desejar procure no site de busca google, o texto um muleque ideal de Luis Mott., e tirem suas conclusões, pois essa pessoa é um dos maiores ativistas do movimento ABGLT. NÃO DEIXEM DE LER.

  • TEO

    -

    15/5/2011 às 5:30 pm

    “Henrique Coutinho” – São palavras de uma civilização extinta, porém são palavras que parecem que foram escritas ontem. São ensinamentos para a vida. Você tem todo direito de não acreditar, porém, são palavras verdadeiras. Eu te desafio a falar com Deus, pedindo para ELE te falar pessoal

  • José

    -

    15/5/2011 às 12:11 pm

    Achei bem colocada sua opinião sobre a Lei, mas acho um pouco de exagero em algumas coisas. Primeiro, a lei que criminaliza o racismo não criou grupo especial de pessoas nem segregou os negros,judeus, etc. A gente vê casos de pessoas processando outras por racismo, mas nada recorrente. E nem veremos brancos sofrendo preconceito. pq a história já diz tudo: negros sofreram a escravidão covarde da população branca e cristã da Europa. Se hoje os brancos sofrem penalidades por causa de discriminação, dá pra culpar os negros por isso? Eu culparia quem teve a estupida idéia de escravizar negros e ate declarar que eles não tinham alma. O caso da homossexualidade não é muito diferente. Homossexualidade já foi muito demonizada no passado (considerada de doença a crime) e ainda é hoje em alguns paises. Os gays tb sofreram atrocidades pelo nazismo, menos que os judeus claro, mas de uma forma que merecia destaque. Hoje ainda existe esse ódio, esse preconceito de que gays são uma espécie estranha que não deveria ser mantida em contato com pessoas “normais”. mas gays estão em toda parte, enrustidos ou não. o que fazer, criar um ghetto pra isolar os gays da sociedade? se a lei que criminaliza a homofobia afronta o direito de opinião da Igreja, do mesmo jeito a lei que criminaliza o racismo afronta o direito de opinião dos fascistas. posso criar uma igreja que demoniza os judeus? acho que os dogmas e opiniões da igreja podem ser revistos, como já o foi muitas vezes. usar a biblia como lei universal que rege o comportamento humano é abrir espaço pra preconceitos humanos. a biblia tb diz que mulheres adulteras devem ser apedrejadas. devemos agora derrubar a lei maria da penha pra proteger essa “opinião”? e quanto a “heterofobia”. se um gay é morto, é muito provavel que seja por preconceito. mas se um hetero for morto por um gay (como vc citou) muito provavelmente é por qualquer motivo. héteros não sofrem preconceitos nem violencia por causa da “opção sexual”,é o que a história nos diz. se existir um caso disso, me informem. não foram os heteros que foram torturados, massacrados em nome de um preconceito. se os heteros já estão se sentidos torturados por leis que barram o preconceito e o ódio é porque não conhecem os séculos de ódio e violencia motivados por homofobia, e que ainda acontece. se alguém não aprovam uma lei que visa proteger a integridade de um grupo de pessoas, que vem educar a população a conviver com as diferenças. pelo menos provem que vcs sabem conviver com diferenças.provem que vcs podem acabar com o preconceito de qq origem. mas provem baseados na propria razão, não porque um deus ou um capitulo de um livro disse. mas principalmente, deem uma solução pra acabar com todo tipo de preconceito, uma Lei Universal que protege qualquer um da opinião alheia segregacionista. vamos mostrar que somos evoluidos. quem diz que não pode conviver com um ser humano diferente está longe de ser um ser humano normal, nem deveria viver junto de qq pessoa, afinal somos todos diferentes, de alguma forma.

  • Anónimo

    -

    15/5/2011 às 12:10 pm

    Achei bem colocada sua opinião, mas acho um pouco de exagero em algumas coisas. Primeiro, a lei que criminaliza o racismo não criou grupo especial de pessoas nem segregou os negros,judeus, etc. A gente vê casos de pessoas processando outras por racismo, mas nada recorrente. E nem veremos brancos sofrendo preconceito. pq a história já diz tudo: negros sofreram a escravidão covarde da população branca e cristã da Europa. Se hoje os brancos sofrem penalidades por causa de discriminação, dá pra culpar os negros por isso? Eu culparia quem teve a estupida idéia de escravizar negros e ate declarar que eles não tinham alma. O caso da homossexualidade não é muito diferente. Homossexualidade já foi muito demonizada no passado (considerada de doença a crime) e ainda é hoje em alguns paises. Os gays tb sofreram atrocidades pelo nazismo, menos que os judeus claro, mas de uma forma que merecia destaque. Hoje ainda existe esse ódio, esse preconceito de que gays são uma espécie estranha que não deveria ser mantida em contato com pessoas “normais”. mas gays estão em toda parte, enrustidos ou não. o que fazer, criar um ghetto pra isolar os gays da sociedade? se a lei que criminaliza a homofobia afronta o direito de opinião da Igreja, do mesmo jeito a lei que criminaliza o racismo afronta o direito de opinião dos fascistas. posso criar uma igreja que demoniza os judeus? acho que os dogmas e opiniões da igreja podem ser revistos, como já o foi muitas vezes. usar a biblia como lei universal que rege o comportamento humano é abrir espaço pra preconceitos humanos. a biblia tb diz que mulheres adulteras devem ser apedrejadas. devemos agora derrubar a lei maria da penha pra proteger essa “opinião”? e quanto a “heterofobia”. se um gay é morto, é muito provavel que seja por preconceito. mas se um hetero for morto por um gay (como vc citou) muito provavelmente é por qualquer motivo. héteros não sofrem preconceitos nem violencia por causa da “opção sexual”,é o que a história nos diz. se existir um caso disso, me informem. não foram os heteros que foram torturados, massacrados em nome de um preconceito. se os heteros já estão se sentidos torturados por leis que barram o preconceito e o ódio é porque não conhecem os séculos de ódio e violencia motivados por homofobia, e que ainda acontece. se alguém não aprovam uma lei que visa proteger a integridade de um grupo de pessoas, que vem educar a população a conviver com as diferenças. pelo menos provem que vcs sabem conviver com diferenças.provem que vcs podem acabar com o preconceito de qq origem. mas provem baseados na propria razão, não porque um deus ou um capitulo de um livro disse. mas principalmente, deem uma solução pra acabar com todo tipo de preconceito, uma Lei Universal que protege qualquer um da opinião alheia segregacionista. vamos mostrar que somos evoluidos. quem diz que não pode conviver com um ser humano diferente está longe de ser um ser humano normal, nem deveria viver junto de qq pessoa, afinal somos todos diferentes, de alguma forma.

  • Otto Diesel

    -

    15/5/2011 às 10:46 am

    Teoricamente você faz parte de uma população privilegiada. Não existem héteros morrendo por heterofobia. Quanto ao pensamento “criaremos uma parte privilegiada da população”, esse é um pensamento pseudo-racional. 99% dos argumentos contra a criação da 122 são irracionais. São coisas como “essa lei é contra Deus”. Existem alguns escritores que querem fugir desses argumentos irracionais e querem usar argumentos racionais, então esses escritores argumentam a criação do privilégio. Bom, a criação do privilégio ja é realidade no mundo inteiro e não há um único país que tenha tido problemas por causa do privilégio. Achei estranho seu texto não falar sobre um problema tão grave quanto o privilégio, o problema do preconceito. Se eu fosse escritor do tema eu lembraria aos leitores que existe a justificação do preconceito. A maior parte da população não é contra a 122 porque ela cria “privilégio”, a maior parte da população tem preconceito, ódio, nojo, repúdio, aversão aos homosexuais e se aguarra a qualquer argumento para ter o direito de poder manifestar o ódio, o nojo, o repúdio… Criação de privilégio? Nos mostre isso. Porque até agora tudo o que eu ouço são teorias sobre criação de parte privilegiada. Dados concretos sobre isso, NADA. Ainda tenho fé no homem.

  • Gelson Donisete Candido

    -

    15/5/2011 às 10:10 am

    Enfim um explanação decente sobre essa lei, sou contra lei e não contra os homossexuais, mas quero ter minha opinião tanto sobre eles como sobre nós heteros, estamos caminhando opostamente à igualdade e nos separando ainda mais, se esta lei for aprovada pode-se atingir o ápice da desigualdade, a violência contra os gays não cessará e temo que será mais combustível ainda para a homofobia.

  • Valerry

    -

    14/5/2011 às 10:42 pm

    Eu sou contra a Pl 122, pois vivemos em uma democracia e eu tenho direito de dizer do que gosto ou não, e se isso for tirado por uma minoria então voltamos a ditadura.

  • Ana Cláudia

    -

    14/5/2011 às 8:13 pm

    Também sou contra essa PL. Acho que há coisas muito mais importantes, e com urgência, a serem resolvidas no país, como por exemplo: a segurança que está um caos em todos os estados; o tráfico de drogas; a maioridade para os 16 anos (muitos adolescentes se aproveitam dessa situação e tiram vidas de inocentes); e tantos outros problemas. Agora é moda: pra resolver crimes cometidos por uma minoria, inventam uma lei pra prejudicar logo a maioria, como é o caso da lei da palmada. Estão se intrometendo até na maneira como você deve educar os seus filhos. Vamos dar um basta nisso! Não sei se adianta, mas vamos mandar e-mails para os senadores de nossos estados, ou até de outros, pedindo pra não votar a favor dessa vergonha. Vamos nos mover… tentar fazer a nossa parte.

  • ana beatriz

    -

    14/5/2011 às 6:50 pm

    Muito exclarecer o texto, gostei demais. Sou cristã, acredito na Bíblia, e concordo com seus ensinamentos, mas tenho amigos gays e nunca os desrespeitei, pois os vejo em primeiro lugar como cidadãos, pessoas que como eu precisam de amor, compreenção e aceitação da sociedade.

  • Paula

    -

    14/5/2011 às 5:39 pm

    Não à PL122. A PL não tem nada de democratico absurdo é se nossas autoridades como a presidente do Brasil não leu isso.

  • Pr. Valmir P. Oliveira

    -

    14/5/2011 às 5:26 pm

    Cont. O Augustus Nicodemos foi meu colega de Seminário os 4 anos em Recife, nunca houve nada aparente que desabonasse sua conduta e conceitos bíblicos. Está correta a posição dele.

  • Pastor Valmir

    -

    14/5/2011 às 4:32 pm

    Meus queridos, protestemos com voz profética contra esse pecado, essa mordaça, é nossa obrigação como igreja do Senhor, mas entendamos uma coisa: Assim como foi nos tempos de Ló (sodomismo), assim será na volta de Cristo. Jesus está às portas!!! Brincamos muito de sermos crentes; Brincamos muito de pecar (namoro depravado, divórcio por qualquer coisa, testemunho de depravação etc.), agora está aí a perseguição. Quem está disposto a pagar o preço de protestar contra o pecado? Chegou a hora. Acorda igreja!!! Jesus quer levar um povo santo pra morar com Ele, vamos parar de brincar!!! Os que querem viver piedosamente em Cristo Jesus padecerão perseguições.

  • Aparecida

    -

    14/5/2011 às 3:23 pm

    Se todos fossem iguais a vc, q maravilha seria viver…muito bom

  • JPSA

    -

    14/5/2011 às 2:43 pm

    abaixo a PL 122! Lutemos pela democracia.

  • Júnior

    -

    14/5/2011 às 1:34 pm

    Perfeito o texto! Somos contra a mordaça gay!

  • Jaque

    -

    14/5/2011 às 12:59 pm

    Clarissimo e correto!!!!!!
    Existe um limite que deve ser imposto pela sociedade.A liberdade de expressão não está só em ser a favor como também em ser contra.
    Se quem é a favor pode se expressar
    eu que sou contra também posso.Respeito deve se ter em qualquer lugar,em qualquer situação…mais ou menos assim:
    Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.(Voltaire)

  • VANNA

    -

    14/5/2011 às 12:16 pm

    Muito bom , Excelente….

  • Willian

    -

    14/5/2011 às 10:50 am

    Dentre tantos textos que li sobre o assunto, esse sem dúvido é um dos, se não dizer o melhor a respeito.
    Parabéns.

    Não à Ditadura Gay!!!

  • Bruno

    -

    14/5/2011 às 10:36 am

    Excelente…

  • Anónimo

    -

    14/5/2011 às 10:23 am

    Meus queridos e amados homosexuais, gostaria de esclarecer e que vcs compreendessem que para nos Cristãos a homosexualidade é um pecado como a mentira, o roubo, o adulterio, a prostituição e tantos outros são. Deus os abençoe.

  • Bárbara

    -

    14/5/2011 às 10:03 am

    Qualquer posicionamento e decisão errada , nos comprometerá a um futuro desastroso.

  • Branca

    -

    14/5/2011 às 10:01 am

    Um dos textos mais completo e sábio que já li sobre o assunto…Parabéns .

  • kleber bernar

    -

    14/5/2011 às 9:41 am

    Em nenhum país da Europa existem uma assim, ou melhor do mundo, não no teor dessa proposta.
    Creio que aquilo que a lei pretende, jamais alcaçará, assim como os estados unidos jamais, irão conseguir dominar os paises arabes. Pois a questão aqui trata do interior das pessoas, de sentimentos.
    Eu desprezo a prática homessexual, mas tenho amigos homessexuais. Disparate, nada, eu deprezo a prostituição e conheço e me tenho contato com prostitutos, desprezo as drogas, mas tenho amigos que que se drogam. Eu amo eles, mas desprezo o que eles praticam. Isso não me impede de me relacionar com eles, enquanto posso ser amigo, e não me envolvam em suas práticas.
    Sou a favor que os homossexuais se unam na união civil, afinal é lei de sociedade, assim como o casamento civil de heteros.
    Mas ao tirar das leis ordinárias, que em seu bojo, já trazem penas maiores crimes por motivo torpe, é criar, e já se está criando, um motivo para ataques, e ataques perigosos, que desencadeará com certeza em violência.
    Ninguém pode entrar dentro de outro ser humano e mudar sentimentos.
    Espero no final o bom senso prevaleça.

  • Allan

    -

    14/5/2011 às 9:35 am

    como o prório Reinaldo citou, essa lei é uma aberração juridica.
    onde está a liberdade de opiniao? falo isso pros dois lados. sou evangélico e tenho minha opinião formada, entao quer dizer que tenho que mudar ela por causa dos homosexuais?
    eu nao apoio a união entre o mesmo sexo nem tampouco os condeno, pq faria isso, estaria sendo falso comigo mesmo já que sou a favor da liberdade de expressão.
    mas tem o porque de ser contra tal opinião. onde tem princípio de família na união de pessoas do mesmo sexo? adotar? claro, tudo bem. mas e se todos fossem homosexuais, onde iriamos parar? haveria uma extinção do ser humano na terra. estou exagerando, eu sei.
    por mais que eu seja contra tal opiniao, nao critico, apenas expresso a minha. ora, eu mesmo tenho colegas que são homossexuais e nao vejo problema algum em sair com eles, enfim. mas eles conhecem meu ponto de vista e sabe q sou contra a decisão deles.
    a bíblia é um libro ‘ultrapassado’? pode até ser, mas há coisas tao atuais qto a opinião de vcs, que foram escritas há muito tempo.

  • Carlos Fagundes

    -

    14/5/2011 às 9:11 am

    Gostei de sua coragem e convicção em abordar este tema. Acredito que qualquer cidadão brasileiro merece nosso respeito, independente de suas opções pessoais. Mas uma minorar querer legislar sobre a grande maioria e amordaçá-la, é realmente um absurdo. Acredito que nosso parlamentares serão sensíveis o sufiente para assegurar o direito de todos que nossa Constituição garante. Parabéns!

  • Luiz

    -

    14/5/2011 às 8:58 am

    Vi em um dos comentarios que a essencia do cristianismo é o amor, sim mas isso não quer dizer que o amor aprova tudo. Por exemplo Uma pessoa casada por amor pode abandonar o marido e trai-lo isso ela poderia alegar é amor? O amor corrige, orienta, desaprova o que é errado. Veja os nossos pais eles nos amam e corrigem para o nosso bem, só por nos corrigir não quer dizer que não nos amam mas sim que buscam o melhor para nós. Ai esta a essencia do cristianismo o Senhor Jesus ama e corrige ao mesmo tempo Ele nunca foi a favor do pecado até morreu por eles na cruz, então não podem dizer que o amor fica olhando o pecado e não faz nada…E depois não é so o homossexualismo que é condenavel na bíblia, o adultério, fornicação, pornografia, sexo com animais, mentira, orgulho, ira, violência…são pecados terriveis e fadados a ira de Deus sobre aqueles que praticam esses pecados, mas a a graça de Deus e resgatar esses pecados pelo sangue, isso é a morte de Jesus que Ele fez na cruz pelos pecadores e nos fazer novas pessoas que não vivem no pecado mas na santidade.

  • Giorgya

    -

    14/5/2011 às 8:52 am

    Nunca li um artigo tão esclarecedor a esse respeito. Já retwittei pra todos, isso precisa ser melhor debatido pela população. Sou cristã, acredito na Bíblia, e concordo com seus ensinamentos, mas tenho amigos gays e nunca os desrespeitei, pois os vejo em primeiro lugar como cidadãos, pessoas que como eu precisam de amor, compreenção e aceitação da sociedade. Como aprendi na própria Bíblia, trato os outros como eu gostaria de ser tratada, idependente de sua “raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero”. Todos somos GENTE, filhos de alguém, irmãos de alguém, somos dígnos de respeito, e não precisamos de uma lei que favoreça alguém em detrimento de outrem. Obrigada Reinaldo Azevedo, vc alargou a minha visão.

  • Danielle

    -

    14/5/2011 às 6:54 am

    O texto é excelente,ops…Não posso nem achar o texto excelente,será que isso é homofobia?!Ahhh,ser cristão,crer na Bíblia,e segui-la também pode ser crime né?e falam que preconceituosos são os brancos (e negros também)cristãos e heterossexuais,FALA SÉRIO!

  • Eduardo

    -

    14/5/2011 às 4:17 am

    Essa pl 122 é absurda, as igrejas cristãs seguem a Bíblia e não há lei humana que mudar isso. O fato de condenar a prática homossexual não significa que estamos incentivando a violência, a agressão ou a exclusão dentre o meio em que vivemos. A Bíblia prega o amor ao próximo tenha ele a opção que desejar mas concordar com a opção dele não. A lei tem que ser igual para todos, se um homossexual é agredido lembre-se que antes dele ser um homossexual ele é uma pessoa, pessoa qual a lei regi, seja para proteger ou seja para condenar. Se na prática isso não acontece o problema não está na lei mas sim em quem tem que a fazer ser cumprida.

  • Daniele

    -

    14/5/2011 às 3:52 am

    Concordo plenamente com a posição deste texto, primeiro porque daqui a pouco todo mundo vai querer ou ser negro, deficiente ou gay pois eles irão usufruir de benefícios que os heterossexuais não possuem. Ninguém gosta e aprova, quando, por exemplo, vê em local público um casal de heteros se agarrando, pela lei isso é ato libidinoso, e o casal pode livremente ser chamado atenção sem que haja punição para os que fizerem isso, mas caso aprove a pl 122 não poderemos fazer isso com os gays pq será descriminação! Isso é um absurdo, achoz que alei ter que ser igual para todos, da mesma forma que eles querem que aceitemos o fato de serem gays, nós, queremos q aceitem qndo não aprovarmos esse comportMento, é questão de Respeitar o outro. Essa discussãqo mais parece uma forma de se vingar dos heteros que não aprovam o homossessualismo, é como se usassem essa lei para punir aqueles q não compactuarem de suas atitudes, se for por isso vamos então aprovar o uso e o tráfico de drogas, porque estamos sendo preconceituosos contra alguém q sente prazer usando esses entorpecentes! Eu digo sim à liberdade religiosa, sim à liberdade de pensamento, lutamos muito para que conseguíssemos chegar ao ponto de podermos nos expressar, dar nossas opiniões para de uma hora pra outra aprovarem uma lei que quer calar essa liberdade! Sou contra sim a qualquer maltrato, violência, não só ao gay, mas a qualquer tipo de pessoa, eles devem ser respeitados, mas aprovar essa lei vai contra o significado de democracia que diz o Brasil viver!

  • Hamilson Nascimento

    -

    14/5/2011 às 3:44 am

    Bom senhor Reinaldo, sou gay assumido e embora não seja contra a Pl 122,sou a favor da liberdade religiosa, acredito que cada um tem sua opinião e cabe apenas a Deus julga-las, creio também que a Pl 122 venha simplesmente para evitar atos violentos contra os gays e se aprovada espero que seja usada com bom senso pelos mesmos, não vejo segregação alguma se essa lei for aprovada,digo isso porque eu ainda não vi segregação nenhuma relacionada a lei do racismo, aliás pergunte a qualquer negro, independente da religião o que ele acha sobre a lei do racismo, pois creio que a intenção das duas seja semelhante.
    O fato é, a questão não é religiosa, mas sim uma questão social, eu não posso sair por aí exigindo que todos aceitem a homossexualidade alheia, mas também não posso aceitar que me chamem de veado na rua, sem que isso não tenha punição alguma, não sou obrigado a correr o risco de passar por uma situação vexatória em publico apenas por ter uma orientação sexual diferente, pois como o senhor mesmo disse isso não é uma opção, embora eu não esteja insatisfeito com isso.
    Espero que haja, de uma vez por todas uma explicação detalhada dessa lei, assim como dessa lei de união recém aprovada para que acabe logo com esses vários mal entendidos, e espero em Deus que as pessoas saibam separar o religioso do social, até porque nenhuma classe, nenhuma igreja, pode exigir o direito de descriminar ninguém, não precisa achar certo, mas não vamos desrespeitar também certo.

  • Ricardo

    -

    4/4/2011 às 10:34 pm

    O interessante tambem e observar que paises da Europa onde ha lei semelhante que criminaliza a homofobia, sao justamente democracias muito mais solidas e antigas que a brasileira. Se nao me engano, tambem foram os europeus que trouxeram o cristianismo a essas terras..

  • Ricardo

    -

    4/4/2011 às 10:22 pm

    Sera negado o “direito” da igreja de poder condenar os homossexuais. Nossa, que judiacao, que pecado, pobrezinhos..Alerta geral!!
    E tem gente taxando esse texto de excelente.
    Precisamos proteger os heterossexuais brancos e cristaos da America Latina!! Eles estao muito vulneraveis, judiacao!

  • Henrique Coutinho

    -

    31/3/2011 às 12:40 am

    Nas pregações religiosas o ato homossexual é propagado como coisa abominável – interpretação literal de textos milenares, escritos por quem pertenceu a uma civilização extinta e pouco ou nada mais tem a ver com nosso tempo. Por mais que as igrejas esclareçam que são contra qualquer ato de violência contra os gays, na prática, a mensagem que fica é de que o ato homossexual deve ser evitado e é abominável, errado, condenável, indesejável, passível de punição. A mensagem principal é tão forte e tão identificada com os preconceitos, que reforça a convicção da maioria pouco afeita à reflexão de que o homossexual é um ser indesejável e que não faria mal se ele não existisse ou que, no mínimo, ele não se manifestasse (eliminar homossexuais foi e é prática corriqueira entre inquisidores, nazistas, e aiatolás). A mensagem da rejeição é tão forte que as igrejas mais sérias correm para ressalvar que os gays, embora errados em seus atos, devem ser amados. Dizem isso, de olhos arregalados, para evitar que a turba cometa linchamentos. Então, o comportamento dos ilibados justiceiros pode ir, dependendo do grau de “compaixão”, da simples cara feia diante de uma manifestação de afeto, ao assassinato (há sim pessoas decentes, incluindo crianças e adolescentes, que são mortas apenas por serem gays), passando por insultos, intimidações, ameaças e todo tipo de agressão física. Gays são agredidos pelos mesmos motivos que os heterossexuais, mas também o são porque são gays. Acredito que seja necessário fazer algo para evitar que pessoas sejam discriminadas ou violentadas por sua aparência ou orientação sexual ou por manifestarem afeto publicamente. Não sei se a lei que está sendo proposta ajudaria nisso – do modo em que está concebida talvez produza mesmo efeito contrário ao que se propõe. Imagino, porém, que a educação e o esclarecimento à luz do melhor e mais evoluído pensamento filosófico e científico prepararia os homens para a convivência livre, harmoniosa e respeitosa. O obscurantismo pode levar ao acirramento das diferenças, à violência e ao sofrimento.
    As igrejas têm grande poder e exercem enorme influência sobre o povo. Acho que elas deveriam atualizar seu pensamento, ressaltar o que pode haver de positivo nos homens e não se apegar a tradições que acabam por separar as pessoas entre supostamente bons e maus, supostamente certos e errados. É o que acabam por fazer quando insistem em propagar textos negativos e obscuros. De alguma forma, talvez subliminarmente, dão legitimidade a atos discriminatórios e à violência contra os homossexuais. A liberdade de expressão religiosa deve ter sim algum limite apropriado para o nosso tempo e momento civilizatório. Se assim não for, qualquer religioso poderia conclamar seu rebanho à discriminação dos judeus por terem matado Jesus. Ou à execração dos gentios, negros ou quem quer que seja simplesmente porque, a seu ver, isso está escrito. Acho que a liberdade religiosa indiscriminada, sem limites, pode provocar aberrações, como as que ainda ocorrem no país mais rico do mundo. Creio que as religiões deveriam se concentrar na essência mais simples e nobre de seus fundadores que, no caso do Cristianismo, é simplesmente o amor incondicional, sem julgamento ou condenação.

  • marco Antonio

    -

    22/3/2011 às 5:48 pm

    Excelente, nem precisa de maiores e/ou melhores comentários.

 

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