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25/07/2012

às 17:03

Justiça suspende contrato da Delta com a prefeitura petista de Palmas

Na VEJA Online:
A juíza substituta da 1ª Vara da Fazenda em Palmas Wanessa Lorena Martins de Sousa Mota suspendeu o contrato de 71,9 milhões de reais firmado entre a prefeitura de Palmas e a Delta Construções para a coleta de lixo na capital tocantinense. Ela também determinou a quebra de sigilo fiscal e bancário da empresa e de mais três réus da ação civil ajuizada pelo Ministério Público Estadual (MPE). A empresa é suspeita de ligação com o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.

A decisão é desta segunda-feira, dia 23, mas foi divulgada nesta quarta-feira pelo MPE, que havia pedido a suspensão em medida cautelar ajuizada na quinta-feira, 18, e impõe segredo de justiça ao processo a partir de agora. Além da Delta, a juíza determinou a quebra de sigilos bancário e fiscal do chefe de licitação da prefeitura de Palmas, Gilberto Turcato de Oliveira, do engenheiro da prefeitura Luiz Marques Couto Damasceno, ex-responsável pela fiscalização do contrato, e também do ex- secretário de Infraestrutura Jair Correa Júnior.

A juiza fixou um prazo de 20 dias para a administração do prefeito Raul Filho (PT) contratar emergencialmente outra empresa para o serviço, mas durante o período a Delta terá de continuar a coleta de lixo.

O contrato com a Delta já era alvo de questionamentos do Ministério Público. Na última ação civil, o MP anexou a documentação que veio à tona com a investigação da Polícia Federal e da Operação Monte Carlo, que indicaria ligação entre o contraventor e o prefeito da cidade. “O vídeo do Cachoeira e o caso da Rosilda só reforçam o que já havia dito na ação civil, que a administração atuou para favorecer a empresa”, afirmou o promotor Adriano Neves há duas semanas.

Na ação civil, Neves acusa agentes públicos de “conduta ilícita”, como produzir falsos atestados de capacidade para beneficiar a Deltano processo de licitação. O promotor sustenta que houve manipulação dos dados “de forma dolosa para possibilitar a efetiva continuidade da empresa (Delta) favorecida no certame, havendo um direcionamento do objeto da licitação”. Raul Filho foi convocado pela CPI do Cachoeira para explicar o episódio, mas negou favorecimento à empresa ou vínculo com Cachoeira.

Por Reinaldo Azevedo

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9 Comentários

  1. Caio

    -

    26/07/2012 às 10:25

    Muito asqueroso o prefeito petista de Palmas. Ele pensava que poderia fazer da prefeitura de sua cidade o quintal de sua casa.

  2. Ana

    -

    26/07/2012 às 8:38

    Reinaldo:

    Quando será convocado na CPMI DO FIM DO MUNDO, o sr. gov. CABRAL DO RJ??

  3. Júlio

    -

    26/07/2012 às 6:35

    Em Palmas, pelo que se viu na imprensa, será necessário um faxina muito grande para tirar as marcas das negociatas da Delta com o prefeito.

  4. Anônimo

    -

    25/07/2012 às 22:23

    Pelo menos dessa forma a justiça vai reduzir o poder do prefeito de Palmas. O tal poder que o Sr. Prefeito de lá estava criando.

  5. João Carlos

    -

    25/07/2012 às 21:08

    É por isso que a CPI do Marcone Perilo não quer saber de confusão com a Delta.

  6. Razumikhin

    -

    25/07/2012 às 18:58

    Parabéns pelo texto brasileiro de luto!

  7. brasileiro de luto

    -

    25/07/2012 às 17:38

    REPASSANDO …, para que possas repassar também.
    ASSIM SÃO ESSES ESTRANHOS MILICOS!

    Sou casado com a Isolda Médici Crisostomo, sobrinha e afilhada de batismo do Presidente Médici, tanto que ele 1970 (como Presidente) foi a Bagé para ser nosso padrinho de casamento.
    Mas o que gostaria de repassar são duas historias verídicas, para ressaltar o caráter deste Presidente Militar.
    Em uma ocasião, durante seu governo, foi construída uma estrada moderna unido as cidades de Bagé e Livramento. O Presidente Médici tem uma fazendola (digo isto porque realmente pequena) herança de seus avos. Acontece que esta fazendola, quando do projeto inicial, não estava no eixo desta estrada moderna. Médici foi consultado para saber se gostaria se com um pequeno ajuste esta viesse nela passar. A reação do Presidente foi imediata, proibiu que se fizesse alteração no projeto com este objetivo.
    Em outra ocasião sabedor que haveria um aumento no preço da carne, por repasses de vantagens do Governo, mandou que seu filho Sergio vendesse uma ponta de gado, que já estava pronta, ANTES do aumento, para que não viessem a dizer ele se beneficiou com ao aumento.
    O Presidente Médici não morreu pobre, afinal veio da classe média e nela permaneceu, morreu com o mesmíssimo patrimônio que tinha ao chegar à Presidência, seus filhos, noras, netos e demais familiares jamais tiraram vantagens econômicas pelo cargo de seu parente ilustre.
    Este e outros exemplos nos enchem de orgulho, de ter o PRESIDENTE MEDICI deixado este legado de honra, civismo e respeito ao Povo Brasileiro.

    Pouco depois que cheguei a Berlim, o Presidente Geisel visitou a Alemanha. O Prefeito Stobbe subiu a escada do avião e recebeu Geisel no alto da escada e desceu com ele. Eu estava embaixo e havia dias antes feito a visita habitual ao Prefeito. Quando cumprimentei Geisel, o Prefeito disse mais ao menos isso em alemão: “Presidente, o seu Cônsul deve ser muito importante, pois acabou de chegar e já trouxe o Presidente a Berlim” Geisel sorriu.Uns meses despois a filha Lucy esteve em Berlim num programa cultural. Acompanhei-a durante o dia. Perguntei a ela se o pai falava alemão. Respondeu que não, talvez tivesse uma vaga noção. Explicou que sua mãe falava alemão, mas que o pai de Geisel era muito rigoroso e no tempo da guerra, como era proibido falar alemão, seu avô (o pai de Geisel) fazia questão que se falasse só português em casa e não ensinou alemão aos filhos.
    ______________________________
    ASSIM SÃO ESSES “ESTRANHOS” “MILICOS”! E falava-se horrores do Andreazza…
    que estaria riquíssimo, que teria ganho de presente das empreiteiras, um edifício na beira da Lagoa Rodrigo de Freitas, que não tinha mais onde guardar dinheiro.
    Não sei se Amália Lucy Geisel ainda estará viva. Pouco mais velha do que eu, tinha alguns problemas de saúde. Pois bem: ela era Professora do Colégio Pedro II e, mesmo quando o pai era Presidente, ia de casa ao trabalho de ônibus. Cansei de encontrá-la neles, ela e eu a caminho do centro do Rio. Meu pai chamava isso de “os três dês do milico”: decência, decoro, discrição”. Primeiro, morreu o Cel. Mário Andreazza. Quando Ministro dos Transportes, foi responsável pela construção da ponte Rio-Niterói, obra que teve empréstimo inglês de 2 bilhões de dólares (Sim! Dois bilhões! De dólares!). Por ocasião de sua morte, seus 37 colegas de turma tiveram de fazer uma vaquinha para que o corpo pudesse ser transladado para o Rio Grande do Sul.
    Portanto, depois de gerenciar tanta verba pública, bem administrada, diga-se de passagem, morreu pobre. Já em 2003, foi a vez de Dona Lucy Beckman Geisel. Seus últimos anos de vida, viveu de forma pobre e discreta. Morreu em acidente de carro na lagoa Rodrigo de Freitas. Ano passado, foi a vez de dona Dulce Figueiredo, que ficou viúva em1999, do último Presidente militar.
    Em 2001, devido a problemas financeiros, teve que organizar um leilão para vender objetos pessoais do marido. Foi a forma que encontrou para sobreviver dignamente.
    Faça suas comparações com os políticos de hoje e compare o estilo de vida do último presidente brasileiro, de sua mulher, que frequentam o mais caro cabeleireiro do Brasil, as mais caras butiques, os mais caros cirurgiões plásticos, gastou os mais altos valores do cartão de crédito, que não precisava prestar contas. Nunca fez um trabalho social pelo Brasil. Só o que fez foi viajar com o marido por todos os lugares do mundo, às expensas do suor dos brasileiros trabalhadores.Seus filhos enriqueceram da noite para o dia.
    Isto é que são políticos “Populares e Trabalhadores”.
    Tirem suas conclusões.

  8. Felipe

    -

    25/07/2012 às 17:31

    Caro Reinaldo,

    “Caixa supera Ambev em gastos com publicidade no semestre”

    A manchete acima, que está no site da revista Exame, não soa estranha?
    Será que a Caixa, um banco “Social”, precisa de tanta publicidade? Tem capacidade para concorrer com os outros grandes bancos?
    Em ano eleitoral… Quais as agencias cuidam da publicidade da Caixa?

    Abraço.

  9. Adilio Belmonte

    -

    25/07/2012 às 17:26

    É muito lixo para uma cidade tão nova. Essa e outras administrações petistas gostam de “lixúria” e também de luxúria. São pequenos “erros administrativos” dos companeheiros.

 

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