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07/08/2012

às 17:59

José Carlos Dias tenta suspender julgamento; plenário rejeita pedido por unanimidade

José Carlos Dias, advogado de Kátia Rabello, sócia do Banco Rural, pediu a suspensão do julgamento por causa da ausência da ministra Carmen Lúcia, que foi para uma sessão do TSE. O representante do OAB do Distrito Federal endossou o pedido. Ayres Britto afirmou o óbvio: há quórum para tocar o julgamento. Bastaria, atenção!, a existência de seis ministros para manter a sessão. Mas submeteu a decisão ao plenário. Foi rejeitado por unanimidade.

No intervelo, Dias combinou com Márcio Thomaz Bastos o pedido de suspensão. Carmen Lúcia há havia afirmado que assistirá às fitas amanhã de manhã. Dias pediu que fique consignado o seu protesto.

Quinze minutos do nosso tempo, do tempo dos ministros e do tempo em si foram gastos por nada…

Por Reinaldo Azevedo

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15 Comentários

  1. Victoria

    -

    08/08/2012 às 12:48

    O caso do Power Point é apenas e tão somente para disfarçar a falta de preparo e argumentos dos advogados para a sustentação oral de sua defesa. Os marqueteiros queriam deitar e rolar no STF como fazem no governo petista. Agora, José Carlos Dias já teve momentos melhores. Se submeter a esse subterfúgio mancha sua biografia, mesmo afirmando que não estava querendo atrasar nada.
    Isso já virou palhaçada. Os votos já foram dados e parece que todos já conhecem o resultado, 5 a 5??? Estão fazendo o povo de palhaço.

  2. jose catunda

    -

    08/08/2012 às 12:25

    O Doutor Dias deve ser aluno do Doutor Bastos.Estou me lembrando do Chico Buarque:Apesar do vcs,Doutores.O túnel está se afunilando,e a estrela vermelha se apagando.

  3. Marcos F

    -

    08/08/2012 às 7:53

    Já deu o que tinha que dar.
    Espero que junto a essa geração de canalhas, suma também essa geração de advogados. “Ouça-me Dante Alighieri!”

  4. Marcus Meyer

    -

    08/08/2012 às 4:38

    Pelo visto Carmen Lúcia não perdeu nada! E, porque tanta preocupação com a sua presença se todos sabem que os votos dos ministros já estão prontos?

  5. indignada

    -

    07/08/2012 às 22:21

    O CHEFÃO DA CAMARILHA É MÁRCIO THOMAS BASTOS?? TODOS SE CONFESSAM PARA ELE, ATÉ OS NOBRES ADVOGADOS COM CARREIRA DE MAIS DE 50 ANOS FICAM SE ACONSELHANDO COM O GOD BASTOS??
    POR AI SE OBSERVA COMO NOSSA PÁTRIA ANDAVA DISTRAÍDA ENQUANTO ERA E É SUBTRAÍDA POR BANDOS DE LADRÕES QUE ESTÃO NO PODER.

  6. Luiz Fernando

    -

    07/08/2012 às 21:26

    O mais chocante foi a subserviência da OAB. Porque a OAB interferiu no assunto ? Ao dizer que apoiava o pleito, a OAB se colocou em uma posição de magistrata quando, na realidade, é apenas um orgão classista.
    O caso do power point é completamente diferente da fita de vídeo, embora o Lewandosky ache que não. O power point apresenta resumo, mostra os fatos “fechados” sem que seja discutido a validade das premissas. Foi isso que se viu naquele documento mostrado pelo Malheiros, que era cópia do power point. Ele dizia, este quadro mostra o que estou dizendo, sem qualificar as premissas e nem tampouco mostrar como os dados foram coletados. Por isso concordo com os ministros que o power point não pode ser usado.
    O Lewandovsky só não votou a favor da petição por que o quorum permitia a continuidade do julgamento.

  7. Matosão

    -

    07/08/2012 às 20:32

    Caro reinaldo, porque esses caras(raposas peludas)ainda não pediram adiamento do julgamento porque suas excelencias tem saido para tomar um cafezinho ao lado? Se é para tulmutuar o julagamento do tal “inexistente” mensalão porque não dar a eles essa idéia.

  8. Glauco Fonseca

    -

    07/08/2012 às 19:48

    Reinaldo, importante destacar a contrariedade com a qual o Ministro Lewandowski acompanhou o indeferimento. Em sua manifestação, NOVAMENTE IMPREGNADA DE DESLEALDADE, Lewandowski diz que os advogados de defesa estão impedidos de usar recursos audiovisuais, mas que a Ministra poderia faze-lo, no dia seguinte, ao assistir aos vídeos das duas defesas as quais não pode assistir. Acho que vale um “post” teu à parte. Abraços Glauco Fonseca

  9. Leonardo

    -

    07/08/2012 às 19:28

    Caro Reinaldo,

    O pedido do advogado foi legítimo e adequado. Se todos os ministros assistiram de corpo presente à íntegra da fala do PGR, por que não postular que o mesmo tratamento se dê à defesa?

    O argumento do quorum, nesse ponto, é relativo, porque não se trata de um julgamento que comece e se encerre no mesmo dia. Trata-se de um juiz que votará sem ter ouvido a defesa por inteiro, alias sem ter ouvido nada da defesa da ré Katia Rabello.

    Enfim, ao contrário da questão de ordem sobre o desmembramento, que pareceu sim abusiva, esta agora foi, a meu ver, pertinente, ainda que a Corte dela tenha discordado.

    Abs,

    Leonardo

  10. Mãe brasileira

    -

    07/08/2012 às 18:27

    Eles não conhecem limites.
    O que for necessário para melar o julgamento, eles farão.

    Doutos senhores com cabelos brancos e marcas do tempo na face e comportamento de moleques.

    Que país é este?

  11. Francisco de Taubaté

    -

    07/08/2012 às 18:19

    E pensar que esses senhores doutores são muitissimo bem remunerados pelos seus clientes mensaleiros. Parece que um quer ser mais capenga e idiota que o outro.

  12. LUG

    -

    07/08/2012 às 18:14

    Cave canem

  13. Rolando

    -

    07/08/2012 às 18:12

    Eu não entendo é o que o sindicato dos advogados tem haver com isso,deve ser uma daquelas coisas esquicitas que só existem na justiça brasileira.

  14. MINEIRINHA: desespero e esperança

    -

    07/08/2012 às 18:11

    É o desespero deles e a nossa esperança renascendo! VIVA!!!! Começo a sonhar em ser brasileira novamente.

  15. rere

    -

    07/08/2012 às 18:11

    Só para tumultuar. Essa turminha do Marcio Tomás Bastos, do Dias etcetc, são como marimbondos incômodos e chatos. Bem feito que o STF não os atendeu. Que gentinha INSUPORTÁVEL!

 

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