28/01/2012
às 7:05Horror na Cabralândia 2 - Objetos são garimpados em escombros
Por Denise Menchen e Juca Varella, na Folha:
A falta de controle sobre o material recolhido do local do desabamento de três prédios no centro do Rio fez com que a zona portuária, primeira parada dos escombros, virasse local de garimpo para operários que trabalham na região.
A prefeitura admitiu o problema e afirmou que vai tentar identificar os responsáveis a fim de que recebam as “punições cabíveis”. Além disso, prometeu reforçar a segurança em todos os locais para onde são levados os entulhos.
O atual descontrole do poder público sobre os escombros é tão grande que até um corpo de uma vítima foi achado no destino final do material, um terreno na avenida Washington Luís, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
GARIMPO
Na zona portuária, bolsas, álbuns de fotos, peças de metal e cabos elétricos e telefônicos eram retirados do meio dos escombros na tarde de ontem. Eles eram analisados e, em alguns casos, separados por funcionários de empresas privadas responsáveis pela construção do Museu do Amanhã, projeto municipal previsto para ser entregue em 2014. O canteiro das obras do museu está sendo usado como depósito intermediário para o material antes da remoção para Duque de Caxias.
Tags: Rio, Sérgio Cabral


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11 Comentários
roberto
-29/01/2012 às 13:46
“cuidado com a patrulha” - 29/01/12, 1:54
Apressado seu comentário. Ideologicamente, identifico-me muito mais com a direita. Na verdade, não suporto as falácias dos esquerdistas de plantão. Já comentei antes neste blog, neste sentido. Detesto PT, Cabral etc. Acho o Alckmin um bom governador.
A questão é outra: se vc passar no site da folha, verá as piores barbaridades e preconceitos contra todos os cariocas por conta da ação daqueles operários, que talvez nem sejam do RJ. Este preconceito me ENOJA. Dá muita raiva. A ponto de, hoje em dia, eu não mais viajar pelo Brasil. Somente viajo para o exterior. Gostaria de ver o sr. “adorar” ser previamente rotulado de malandro, cafajeste, preguiçoso etc., e tudo isso trabalhando duro para viver. Uma das maiores covardias que existem é rotular um ser humano pelo seu local de nascimento. Muitos em SP tem essa mania, infelizmente. Ou vomitar que carregam o Brasil nas costas, como se os demais brasileiros não pagassem impostos altíssimos também. Poucos sabem, mas a proporção de retorno de investimento federal, em relação aos impostos federais, é similar no Rio e em SP.
SP deveria liderar este país para, finalmente, nos livrarmos da canalha esquerdista que nos assombra. Só que essa atitude preconceituosa de vcs é habilmente usada pelos esquerdistas para jogar RJ, NE, MG etc. contra SP. O que, para eles, é ótimo.
Marcus Meyer
-29/01/2012 às 7:12
É o fim da picada! O saque não é uma prerrogativa apenas do Rio, mas do país inteiro. Enquanto isso, a televisão continua vendendo a imagem de que o brasileiro é um povo alegre, honesto e trabalhador!
cuidado com a patrulha
-29/01/2012 às 1:54
ROBERTO - 11:30
PETRALHA BAIRRISTA
Cil
-28/01/2012 às 23:07
Esse é o exemplo do povo “alegre, sorridente, honestíssimo e feliz”. É essa corja que se regozija na desgraça alheia como urubus que são, que contribuem e participam da miséria moral em que este país mergulhou.
Sensato
-28/01/2012 às 15:04
” A prefeitura admitiu o problema e afirmou que vai tentar identificar os responsáveis a fim de que recebam as “punições cabíveis”. Além disso, prometeu reforçar a segurança em todos os locais para onde são levados os entulhos. ”
Então não seria Cabralândia e sim Paeslândia
kant
-28/01/2012 às 12:19
Caros e Caras: A sensação que sentimos diante de tudo o que vemos é que o intervalo entre cada catástrofe vai diminuindo progressivamente. Pagamos impostos altíssimos aos “deuses estatais” e eles nos retribuem, em troca, isso que estamos vivenciando. Nem sequer fiscalizam devidamente os edifícios da cidade para prevenir esses horrores presenciados nestes dias.A.M - 28/01/2007 - 12:19 Hs.
Curumim
-28/01/2012 às 11:34
O corpo de uma vítima removido junto com o entulho, é a notícia mais chocante que ouvi. Estranho que o suplicy e demais petralhas ainda não tenha ido até lá.
Roberto
-28/01/2012 às 11:30
Daqui a pouco, veremos dezenas de comentários vomitando preconceitos e generalizações contra cariocas. De antemão, lanço duas questões: no RJ, milhares de operários são de outros estados; houve saques de donativos em SC, de casas nas enchentes no NE etc. Pensem um pouco antes de babarem seu costumeiro ódio contra nós.
Carioca
-28/01/2012 às 9:33
A Prefeitura carioca precisa urgentemente re-estruturar a sua OUVIDORIA e responder aos munícipes quais providências são tomadas nas demandas…por exemplo, extorsão feita por taxistas a turistas JAMAIS são respondidas aos lesados sobre a solução dos casos comprovados. Por que não colocam números(licenças) grandes nas laterais dos taxis como fazem paízes civilizados e democráticos? Coloquem cobrança eletrônica nos taxímetros onde o passageiro possa usar cartão bancário e pagar o valor exato com segurança?
A lição a ser aprendida é a necessidade dos governos conscientizarem a população, com intensa campanha nos meios de comunicação, de exigirem as licenças da Prefeitura ( RIO DE JANEIRO-RJ)para todo tipo de obra, só contratarem profissionais e empresas habilitados nos respectivos conselhos profissionais e com contratos formais, relacionando todos os envolvidos nas obras e os principais responsáveis, mesmo os autônomos sendo relacionados nesses contratos. Os melhores agentes de fiscalização são os próprios usuários das obras. Aos governos, atenderem as demandas da população com providências dentro das leis. Ao governo federal criar a declaração de imposto de renda para condomínios residenciais e comerciais, exigindo formulário declaração de serviços prestados nos condomínios, com nomes e registros das empresas (CNPJ/CGC e/CPF responsáveis) que prestam serviços de engenharia, elevadores etc. e, principalmente, registro de pagamentos para profissionais autônomos e os devidos impostos e tributos a serem recolhidos, como contribuição para previdência pública. Só assim, poderemos viver/trabalhar com segurança nos prédios. O CUSTO FINANCEIRO é o mesmo, pois tanto formal como informal, os valores cobrados dos condôminos é como se fosse material de qualidade, todos os impostos/tributos embutidos, obrigações com anotações de responsabilidade e salários estabelecidos para cada categoria, só que devido a falta de controle do poder público e de reclamação dos usuários, o produto/serviço na prática é bem inferior ao cobrado. Se quiser comprovar basta pedir a NOTA FISCAL (modelo da secretaria de fazenda) e vai levar um susto com a origem do material ou serviço que você recebe nos condomínios…mas paga por meio das taxas condominiais como se esses serviços e materiais como se fossem legais. O Relatório de Inspeção Anual(RIA, sem trocadilho) de elevadores é obrigatório, veja a placa dentro da cabine do elevador citando a LEI e verifique no seu prédio se o laudo está afixado no quadro de avisos: um SUSTO!
Para o governo imposto de renda de condomínio não é “imposto a pagar”, independente dos bilhões (R$) em taxas e obras cobradas das pessoas inocentes que habitam ou trabalham nos condomínios, mesmo com: sonegação da contribuição previdenciária, exercício ilegal da profissão; custo-brasil em seguros e despesas pessoais não-indenizáveis; aluguéis sociais; indenizações públicas de mortes; custo operacional dos órgãos públicos mobilizados para atenderem os acidentes; aluguéis sociais; transtornos de toda ordem nos arredores do local; sofrimento humano com perdas de vidas; prováveis crimes escondidos na ilegalidade como interceptação de mercadorias roubadas e; bandidos milicianos que controlam essas obras ilegais.
Para a população, além do risco de morte, a depreciação do patrimônio com serviços de péssima qualidade que, em poucos anos transformam o prédio num cortiço. No final, seria melhor fazer a coisa certa e pelo mesmo preço, sem risco ou depreciação do imóvel.
Marcos F
-28/01/2012 às 8:24
Como será o Museu do Amanhã que só ficará pronto em 2014?
Terá os presidentes do PT em cera?
Não: terá só escombros.