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28/01/2012

às 7:07

Horror na Cabralândia 1 - Corpo de vítima de desabamento acaba transportado junto com entulho sem ninguém perceber

Na Folha:
O corpo de uma das vítimas do desabamento de três prédios no centro do Rio — uma mulher ainda não identificada — foi encontrado no local para onde está sendo levado os escombros dos edifícios, em um terreno na rodovia Washington Luiz, em Duque de Caxias, Baixada Fluminense.

A informação foi divulgada no final da tarde pelo secretário de Defesa Civil, coronel bombeiro Sérgio Simões. “Venho aqui prestar esclarecimentos. Nessa madrugada foi encontrado um corpo em muito mau estado, muito dilacerado, que foi inadvertidamente levado para o local dos entulhos”, disse Simões. Foi descoberto, de acordo com o secretário, por empregados da Comlurb, a empresa municipal de limpeza urbana.

No total, 15 corpos já foram encontrados. A expectativa da Defesa Civil é que ao menos sete pessoas ainda estejam soterradas entre os escombros, na área do desabamento. Quatro outros corpos encontrados ontem estavam próximos a uma escada. “Possivelmente eles estavam tentando fugir”, disse Simões. Até conclusão desta edição, seis dos corpos tinham sido identificados. A polícia está usando o banco de dados de impressões digitais para acelerar a identificação.

No início da tarde, parentes das vítimas ficaram esperançosos quando receberam a informação de que os bombeiros haviam se deparado com um vão entre os escombros, uma espécie de bolsão de ar que poderia ter ajudado a salvar vítimas. No fim do dia, porém, não haviam sido encontrados sobreviventes.

ENTERRO
O corpo de Celso Braga Cabral Filho, 46, chefe do Departamento de Pessoal da TO (Tecnologia Organizacional), foi sepultado, de manhã, no cemitério do Maruí, Niterói, região metropolitana do Rio. Foi a primeira vítima do desabamento de três edifícios no centro do Rio a ser enterrada. Morador de São Gonçalo, Cabral Filho era casado e tinha dois filhos.

Por Reinaldo Azevedo

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40 Comentários

  1. Marcus Meyer

    -

    29/01/2012 às 7:08

    Fico imaginando o escândalo que seria se isto tivesse acontecido em São Paulo! Aquela cretina que quer a cabeça de Alckmin por conta de São José dos Campos já o estaria denunciando novamente por desrespeito aos mortos. Mas como foi no Rio de Cabral, é lógico que se tratou de um pequenino equívoco em meio à tanta disposição para, como diria a Globonews, teinar resgates para a Copa do Mundo e as Olimpíadas!

  2. Anônimo

    -

    29/01/2012 às 3:05

    Rei, já estão achando que mais 4 corpos estão em meio aos escombros jogados no LIXÃO. Isso em qualquer país, dito civilizado, seria uma afronta e daria até inquérito e processo. Aqui, nesse país ridículo, vai ficar por isso mesmo.

  3. Anônimo

    -

    29/01/2012 às 3:01

    De fato nem o governo do estado nem a prefeitura tiveram culpa no desabamento, como foi colocado aqui na mensagem de 20:59. Mas à partir do momento que levam corpos juntos com o entulho para um LIXÃO, tem toda a culpa sim sr. É um misto de incompetência com desumanidade. Não é algo normal como a imprensa cooptada e vendida do Rio noticiou. Dando ao fato uma importância menor! Processo neles! É isso que as famílias das vítimas têm que fazer. Pena que a conta sobra como sempre para os que pagam impostos. INCOMPETENTES.

  4. Anônimo

    -

    29/01/2012 às 2:53

    As famílias dessas pessoas podem e devem entrar com processo judicial contra a prefeitura do Rio(HELL) de Janeiro.

  5. Anônimo

    -

    29/01/2012 às 2:09

    Matéria do O Globo: “Corpos serão procurados em entulho da Comlurb”.

    Simples assim! Nenhuma crítica. Para esse jornal ,a coisa mais natural do mundo. NOJO.

  6. neoliberal otimista

    -

    29/01/2012 às 0:46

    Parece que algumas pessoas não se deram conta, ainda, da GRAVIDADE deste fato !!! Reinaldo, pode ter ocorrido um HOMICÍDIO culposo ! E se a vítima ainda estivesse viva ? Poderia ter sido morta pela ação da máquina escavadeira ! O Instituto Médico Legal precisa fazer um exame minucioso para detectar a “causa mortis” ! Isso é o HORROR DOS HORRORES ! Os familiares dessa pobre mulher têm de PROCESSAR O ESTADO por danos morais !!! Um corpo removido como se fose lixo !!! É este o país, é esta a cidade que vai organizar JOGOS OLÍMPICOS em 2016 ??? Dá licença que eu quero descer !!!

  7. Cil

    -

    28/01/2012 às 23:05

    Tudo nessa tragédia é tão horrível. Imagine estar no alto de um prédio que desaba e não há nada que se possa fazer. Morte horrorosa. Meus pesames aos familiares de todas as vítimas.

  8. Francisco Magalhães Barros Ju

    -

    28/01/2012 às 22:56

    A GROBO diz que tá tudo bacana.

  9. Alberto

    -

    28/01/2012 às 22:45

    Esta culpalizacao injusta das autoridades do Rio(prefeito e governador)e um dos momentos mais lamentáveis deste blog

  10. Anderson Soares

    -

    28/01/2012 às 21:45

    Reinaldo:
    Definitivamente o JN entra em um terreno muito perigoso: o da política partidária, ao invés da informação. Achei lamentável a reportagem exibida na edição do JN de 28 de janeiro sobre a inauguração do MAC-USP. A reportagem aproveitou para alfinetar o governo de SP, citando que o Detran, órgão que ocupava o prédio, foi alvo de denúncias de corrupção - sim, foi alvo de corrupção, mas o que isso tem a ver com a inauguração do museu?. Sobrou até para a Universidade de São Paulo, acusada de ter “escondido as obras”.

    Outra omissão estranha foi o fato da reportagem sobre o desmoronamento dos edifício no Rio ter omitido duas grandes incompetências do estado: o achado de um corpo dilacerado nos entulhos do desastre, encaminhado ao porto da cidade e a garimpagem de material (pertences das vítimas era uma das coisas garimpadas) dos escombros dos prédios.

    Finalmente, parece que o JN, com essas omissões e acusações descabidas, faz política partidária, deixando de revelar a verdade para seus espectadores

    http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2012/01/sao-paulo-ganha-novo-museu-de-arte-contemporanea.html

    http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2012/01/buscas-por-desaparecidos-devem-ser-concluidas-domingo-29.html

  11. Célio

    -

    28/01/2012 às 21:36

    Será triste constatar que onde passa um boi passa uma boiada.

  12. UNK

    -

    28/01/2012 às 21:31

    Reinaldo e amigos,
    a Cabralândia é um descalabro. Este governador Pudle da Dilma , aliadíssimo da Dillma e do Lullo-petismo é um incompetente de nível 3 na Escala Haddad de incompetência.
    (* a escala Haddad de incompetência vai de 0-5 quanto mais incompetente menor o número. O Haddad é referência ou seja nível Zero. Lulla e Dillma =1,08, o presidente da camara que não comunicou viagem ao exterior =1,04 e assim por diante—-FUNCIONA COMO UM NOTA BAIXA ,OS INCOMPETENTES DO LULL0-PETISMO NÃO PASSAM DA NOTA 5).
    na CabraLândia do chorão do Cabral tem no seu currículo:

    história mal contada da viagem e queda de helicóptero na Bahia,
    as PPPs que estão voltando com o tráfico
    os crimes no rio de Janeiro que só aumentam.
    O bondinho de santa tereza que descarrilhou matando gente
    Os piores bandidos do Rio são presos em São Paulo
    OS PRÉDIOS (3 DE UMA VEZ SÓ ) QUE DESABAM
    corpos são levados para o aterro de lixo!!imaginem
    OS BUEIROS QUE EXPLODEM (SÃO MUITOS…)
    o Rio de Janeiro virou terra sem lei…o tráfico acabou?!
    A falta de ética ao lado do Lulla durante a eleição.
    TEM UM CAMINHÃO DE IRRESPONSABILIDADES E MOLECAGEM….
    …………
    deve ter um caminhão de mutretas e má governança deste pudle da Dillma e aliadíssimo do PT e do Lulla.

    Pelo conjunto da obra, e como ninguém é de ferro:
    ==========================================================
    Fora Cabral, fora Zé Dirceu,(comandante do ataque ao Judiciário por conta do mensalão do PT) , fora Lulla-PT
    =========================================================
    Fora Dill-má…………….IMPEACHMENT JÁ!!
    =========================================================

  13. Setembrino Aparecido de Jesus da Silva

    -

    28/01/2012 às 20:59

    Mas por que o uso do termo “Cabralândia” nessa tragédia, Reinaldo? O que o Governo Estadual, ou mesmo a Prefeitura, tem de responsabilidade nisso? Todos os culpados são agentes privados, passando pelos donos da tal empresa que promoveu reformas sem o menor cuidado com a estrutura do prédio, os demais condôminos que, ficando espantados com a retirada de paredes e vigas conforme vi em algumas entrevistas, foram incapazes de botarem a boca no trombone e denunciar as obras irregulares. e também o tal de síndico, né? Convenhamos, ou ele foi omisso ou cúmplice, uma das duas. É Reinaldo, nessa o Cabral não teve culpa alguma.

  14. OS IDIOTAS ESTÃO NO PODER.

    -

    28/01/2012 às 20:47

    kd a petista da ONU . Não vê nada ?

  15. miguel yamaue

    -

    28/01/2012 às 20:22

    que horror! levaram um corpo junto com escombros.
    Cada vez mais se houve falar de autoridades que fogem à sua obrigação quando se trata de tragédia. Também os nossos dois últimos mandatários máximos deram muitos exemplos dessa natureza né.

  16. Cris Rocha Azevedo

    -

    28/01/2012 às 19:14

    Anderson Soares - 28/01/2012 às 12:35

    No dia seguinte ao desabamento, também vi no Globonews uma entrevista com um “ispessialista” em adular Cabral e dizer quão maaaaaaaaravilhoso estava sendo o poder Público.

  17. Emanuel Dutra

    -

    28/01/2012 às 18:28

    Realmente esta “discordância verbal” é um excelente indicador do que se deve esperar da Folha de SP.

  18. bastinho calixto

    -

    28/01/2012 às 16:10

    Rei,
    mortos insepúltos, mas com certeza, ganharemos a medalha de ouro na prova de arremeço de cadáver. ah, ah, ah…..

  19. Paula Costa

    -

    28/01/2012 às 15:53

    Amado tio Rei,
    A despeito de todo o desleixo, descaso, má-vontade mesmo, com q os governos no Rio tratam suas funções, não posso deixar de me indignar tb com a Folha: “(…) foi encontrado no local para onde ESTÁ sendo levado OS ESCOMBROS (…)”
    Ponte que partiu!!! Esses repórteres estão corrigindo as redações do ENEM, é?

  20. RitaZ

    -

    28/01/2012 às 15:34

    Mauro Pereira - 28/01/2012 às 12:30, gostei bastante do seu comentário. Permita-me subscreve-lo.
    RitaZ

  21. Indignado Rj

    -

    28/01/2012 às 14:02

    A “imparcialidade” da Imprensa Fluminense em relação a tudo que envolva o DESgoverno Sérgio Cabral, é proporcionada pelos MILHÕES DE REAIS que ele gasta com contas publicitárias.
    É o “Somando Força$$$$$”!!
    Para tentar desarticular uma possível greve dos Policiais e Bombeiros do RJ no Carnaval ele, com o apoio de sua imprensa chapa-branca, tenta jogar a opinião pública contra esses profissionais.
    Confiram a sujeira:
    http://www.sosguardavidas.com/2012/01/deboche-ou-piada.html

    http://ricardo-gama.blogspot.com/2012/01/governo-sergio-cabral-mente-e-engana.html

  22. Anderson Soares

    -

    28/01/2012 às 12:35

    Reinaldo:

    Ontem vi no jornal da Globo News mais uma prova da “imparcialidade” da imprensa quando se trata de abordar as tragédias do Rio. O repórter da emissora entrevistou um técnico de um instituto carioca da UFRJ e o mesmo classificou a ação do governo cabralino como “muito boa”, beirando a perfeição!.
    Bom, não que eu queira que SP tenha o mesmo tratamento. Desejo apenas que a imprensa se atenha aos fatos e noticie a verdade, sem nuances ideológicas. Classificar a ação dos governo carioca como muito boa é, no mínimo, cretino.

  23. Mauro Pereira

    -

    28/01/2012 às 12:30

    Caro Reinaldo Azevedo, bom dia.
    Nesses tempos de capitulação, que a sua valentia não esmoreça. A democracia e a imprensa independente necessitam de jornalista do seu calibre.
    Acometida por uma degeneração conceitual insofismável, a atuação da imprensa brasileira tem se demonstrado já há alguns anos profundamente lamentável. Premida pela necessidade financeira, quedou-se à vontade do governo federal permitindo pautar sua linha editorial de acordo com as exigências e os interesses de quem a financia. Na verdade, a maioria dos órgãos informativos já estão regulamentados, não por força de lei, mas por imposição da milionária verba federal disponível.
    Por mais que eu me esforce para encontrar um lampejo de dignidade no desempenho dos jornais televisivos, mais aumenta minha certeza de que todos, sem exceção, já não são donos de suas pautas e opiniões, mas meras caixas de ressonância da vontade e da necessidade de seus financiadores. Visando desvincular a presidente da República de qualquer responsabilidade pelas falcatruas de seus subalternos, as críticas são reservadas a ministros e funcionários do segundo escalão. Quando é impossível poupar a chefe do Executivo, fica notório o desconforto dos casais de apresentadores tornando bastante plausível a hipótese de que não estamos longe de ouvir alguma crítica seguida de um pedido de desculpas pela insolência. O cuidado extremado em suavizar o tom quando a notícia envolve algum governador da base aliada é deprimente.
    O espetáculo de submissão explícita apresentado no noticiário de sexta-feira última, dia 27, pela Globo, pela Band, pela Record e pelo SBT chegou bem próximo da humilhação acachapante e da capitulação definitiva. Foi desprezível o tom de naturalidade, quase pouco caso, com que trataram o episódio envolvendo um corpo de uma das vítimas do desabamento dos três prédios no Rio de Janeiro encontrado no lixão onde estão sendo depositados os entulhos retirados dos escombros dos edifícios destruídos. Visivelmente constrangido, o apresentador do Jornal da Band teve que se dar por satisfeito com a explicação sumária e pouco convincente do seu repórter. No Jornal da Record, coube a uma repórter despreparada dar a notícia num emaranhado de palavras confusas e ininteligíveis. O SBT e a Globo sequer se referiram ao ocorrido. Se o fizeram foram tão sutis que eu não percebi.
    Se o compromisso com a integridade da notícia já não é mais uma das prioridades do novo modelo de jornalismo adotado pelas emissoras de televisão, que se preservassem o respeito àquela vítima da tragédia carioca e o mínimo de consideração aos seus familiares, procurando saber ao menos se ela já havia sido identificada, quem a encontrou, se aquela descoberta sinistra obrigaria o Corpo de Bombeiros a abrir uma nova frente de buscas naquele depósito de entulhos e que destino fora dado ao corpo. Demonizar a empresa que promovera reformas no prédio e preservar a idoneidade da Prefeitura eram tarefas mais prementes. O horror na terra de Cabral,O Sérgio, sequer suscitou a prerrogativa da curiosidade implícita à profissão. Uma vergonha!
    Da mesma forma marginal, se dispuseram em noticiar o vazamento de petróleo de um dos navios da Petrobras ocorrido no litoral do Rio Grande do Sul. Era nítida a preocupação em minimizar a gravidade do acidente e suas conseqüências ao ecossistema atingido, além de disfarçar a dimensão do impacto ambiental. Era imperativo poupar a Petrobras de cobranças indesejadas e explicações embaraçosas, então a embarcação passou a ser tratada como propriedade de uma subsidiária da estatal, o volume de petróleo vazado era mínimo e tomadas aéreas fugazes e carregadas no filtro Blur desinformavam o telespectador. Alguém informou que havia a suspeita do aparecimento de animais marinhos mortos. Surfistas despreocupados compunham o cenário que contemplava a indignação forjada. Como que num ritual de desencargo de consciência, o máximo que se permitiram foi alardear que a empresa poderia ser multada em até 50 milhões de reais.
    Sexta-feira última, dia 27 de janeiro de 2012, foi um dos dias mais infelizes do jornalismo brasileiro estabelecendo o marco derradeiro de uma imprensa que em algum lugar da história lutou por liberdade e independência e que hoje limita-se ao papel de abre-alas da nova era da informação. A era da impostura profissional e da falência ética!
    Da instituição que num passado ainda recente foi conhecida como o quarto poder, sobraram apenas redações ultrajadas na sua relevância quando se distanciaram do comprometimento com a verdade e infectadas por jornalistas amorais, anti-éticos e engajados à causa lulista. Salvo raríssimas exceções, boa parte da imprensa está de joelhos frente ao poder central e a maioria, mais que ajoelhar-se, dobrou a espinha e ampara o tronco com as palmas das mãos. Infelizmente.

  24. Anônimo

    -

    28/01/2012 às 12:11

    Fui olhar o noticiário do O Globo e não falam desse absurdo. Omitem criminosamente isso. Esse jornal nada fala que desagrade a prefeitura, o governo estadual e federal. É uma vergonha total. No Rio não temos imprensa séria mais, está toda cooptada pela máfias do poder.

  25. Anônimo

    -

    28/01/2012 às 11:59

    Só num país desumano como o Brasil pode acontecer uma coisa dessa. Logo em seguida ao desabamento, máquinas pesadas reviram as lajes e os destroços sem nenhum cuidado. Isso é claro até pela televisão. Ora, se havia alguém ainda com vida ali por baixo, esse simples movimento iria matá-la. Não é esse o procedimento correto em caso de desabamento. Mas o importante é liberar a área interditada por pressão dos comerciantes e empresas e a apagar o quanto antes mais uma cena que mancha a já combalida imagem da cidade dita “maravilhosa”. Gostei de um comentário aqui no blog de uma pessoa chamando o Rio de Hell de Janeiro. Não foi exagerado nem um pouco. Em tempo: sou do Rio(HELL) de Janeiro.

  26. Elah

    -

    28/01/2012 às 11:50

    Curiosamente, um outro Cabral Filho, nem tchuns…

  27. Heitor

    -

    28/01/2012 às 11:49

    As paredes de um são colocadas depois que o esqueleto do edifício ficou pronto. Portanto, o ato de quebrar parede não causa a derrubada de um prédio. Agora, o entulho pode ter sido acumulado num local da laje, específico, ocasionado excesso de carga.

  28. Tereza

    -

    28/01/2012 às 11:25

    Um conserto no comentário anterior: onde se lê “rescaldo”, leia-se “resgate”.

  29. Tereza

    -

    28/01/2012 às 11:21

    Tenho acompanhado os trabalhos no local da tragédia e uma coisa me tem incomodado e causado uma dúvida: não estão sendo muito apressados nas tais buscas? Acho que no dia seguinte me parece já tinha escavadeira arrastando entulho… E agora esse corpo esfacelado num local de entulhos? Meu Deus, que cuidado tiveram, hein?
    .
    Tenho a impressão de que aquele sobrevivente, que se salvou ao agarrar a perna do bombeiro, não teria sobrevivido se seu braço não estivesse livre para se fazer enxergar.
    .
    Tenho visto muitos trabalhos de rescaldo de vítimas em terremotos, desabamentos por aí e acho que os trabalhos são mais demorados. Sei não… Numa situação dessas, a eficiência prima mais pela busca lenta.

  30. TIMBA

    -

    28/01/2012 às 10:49

    Cade os Petralhas para acharem isso um absurdo? Não falam nada porque o desgoverno do Rio de Janeiro apoia o PT no desgoverno Federal.

  31. Andresa

    -

    28/01/2012 às 10:01

    E, enquanto isso, os petralhas se escondem atrás das mentiras sobre Pinheirinhos para esconder o descaso nos estados deles.

  32. Cris Rocha Azevedo

    -

    28/01/2012 às 9:49

    Cadê os Direitos Humanos? Cadê os Juizes pela democracia? cadê o Sr.Fábio Comparato? Cadê a mulherinha da ONU? cadê os defensores públicos? cadê a poha do GILBERTO DE CARVALHO?

  33. Cris Rocha Azevedo

    -

    28/01/2012 às 9:47

    Rei,

    Me permita reproduzir a carta de um leitor do Estadão, que corrobora o que eu dizia até ontem e continuo dizendo, com mais razões:

    Dia 25 de janeiro de 2012 ocorreu um grande desastre no Rio de Janeiro. Um prédio de 20 andares caiu sobre outro de 4 andares e mais um de 10 andares. Em virtude do horário, próximo das 21h00, tivemos menos de 30 mortos, isto porque os três prédios são comerciais e nessa hora tinham poucas pessoas no interior deles. Se este desabamento tivesse ocorrido por volta do meio dia, teríamos muitas centenas de mortos. Nossas autoridades em uma tentativa de transferir a culpa para terceiros, procurou arranjar um pato para servir de culpado. Primeiro informaram precipitadamente que isto só podia ser erro de estrutura do prédio. Aí, souberam que o prédio tinha mais de 80 anos, portanto esta desculpa não colava. Depois, como havia uma obra no 9º andar, imediatamente disseram que não podiam se precipitar, mas que tudo indica que os responsáveis por essa obra seriam os causadores do desastre (não podiam se precipitar, mas deixaram na população a quase certeza de que esta obra fora a causadora do desastre). Ora, todos que relataram o desabamento, informaram que este começou no 20º andar e, como em um castelo de cartas veio desmoronando totalmente, atingindo o prédio ao lado de 4 andares e depois o de 10 andares. Tudo parecia uma implosão. Se fosse causado pelas obras do 9º andar, este seria o primeiro a ruir. Segundo trabalhadores desta reforma, que fora chamada de obra, foi apenas trocado o piso e remanejado um banheiro, nada que afetasse vigas ou colunas. Por outro lado, não havia caçambas no prédio para recolher o resto de obra, configurando ser uma pequena reforma. A ausência da caçamba já configura como obra de pequeno porte. Esqueceram de averiguar se havia infiltrações no último andar que pudesse minar toda a estrutura do prédio. Se isto existisse seria um processo longo. Esqueceram também de detalhar que faz uns trinta anos, quando da construção do Metrô que este prédio sofrera com essas obras, inclusive tendo se separado do outro. Esqueceram também de informar que estes prédios foram construídos em áreas alagadas e aterradas. Esqueceram, mais ainda, que com a construção do metrô e para evitar infiltrações na linha do Metrô, tiveram que impermeabilizar o “túnel”. Com isto, as águas do lençol freático ficaram bloqueadas, pois a impermeabilização vale para os dois lados. Aliados a isto, a trepidação do metrô neste terreno arenoso, funcionava como um vibrador de concreto sobre as sapatas desses prédios. Ao longo dos anos este processo acaba criando uma fadiga de material. Qualquer pessoa que se colocar na Uruguaiana ou na 13 de Maio, sentirá a trepidação toda vez que o trem passar. Até dentro da padaria da 13 de Maio se sente a trepidação. Portanto, querer arranjar um pato para servir de laranja e tirar a responsabilidade do governo é muito cômodo. Não sei qual é o nome da empresa responsável pela reforma nem tampouco os seus sócios, só sei que se o governo e a mídia não correrem para esclarecer a verdade, sem falsas conjecturas, poderemos ver pessoas serem linchadas como no caso da escola de base de São Paulo, que por culpa da mídia e de um delegado de polícia, vimos a escola ser apedrejada e seus diretores terem suas vidas destruídas.

    Antonio Antunes (leitor do Estadão0

  34. Carioca

    -

    28/01/2012 às 9:23

    CABRAL não apareceu no local do acidente para “preservar” a sua imagem, como sempre faz nessas ocasiões. A DIL-MÁ cancelei a viagem programada ao RIO ao saber do acidente…e o carioca ainda vota nessa gente CRUZ CREDO!
    A lição a ser aprendida é a necessidade dos governos conscientizarem a população, com intensa campanha nos meios de comunicação, de exigirem as licenças da Prefeitura ( RIO DE JANEIRO-RJ)para todo tipo de obra, só contratarem profissionais e empresas habilitados nos respectivos conselhos profissionais e com contratos formais, relacionando todos os envolvidos nas obras e os principais responsáveis, mesmo os autônomos sendo relacionados nesses contratos. Os melhores agentes de fiscalização são os próprios usuários das obras. Aos governos, atenderem as demandas da população com providências dentro das leis. Ao governo federal criar a declaração de imposto de renda para condomínios residenciais e comerciais, exigindo formulário declaração de serviços prestados nos condomínios, com nomes e registros das empresas (CNPJ/CGC e/CPF responsáveis) que prestam serviços de engenharia, elevadores etc. e, principalmente, registro de pagamentos para profissionais autônomos e os devidos impostos e tributos a serem recolhidos, como contribuição para previdência pública. Só assim, poderemos viver/trabalhar com segurança nos prédios. O CUSTO FINANCEIRO é o mesmo, pois tanto formal como informal, os valores cobrados dos condôminos é como se fosse material de qualidade, todos os impostos/tributos embutidos, obrigações com anotações de responsabilidade e salários estabelecidos para cada categoria, só que devido a falta de controle do poder público e de reclamação dos usuários, o produto/serviço na prática é bem inferior ao cobrado. Se quiser comprovar basta pedir a NOTA FISCAL (modelo da secretaria de fazenda) e vai levar um susto com a origem do material ou serviço que você recebe nos condomínios…mas paga por meio das taxas condominiais como se esses serviços e materiais como se fossem legais. O Relatório de Inspeção Anual(RIA, sem trocadilho) de elevadores é obrigatório, veja a placa dentro da cabine do elevador citando a LEI e verifique no seu prédio se o laudo está afixado no quadro de avisos: um SUSTO!
    Para o governo imposto de renda de condomínio não é “imposto a pagar”, independente dos bilhões (R$) em taxas e obras cobradas das pessoas inocentes que habitam ou trabalham nos condomínios, mesmo com: sonegação da contribuição previdenciária, exercício ilegal da profissão; custo-brasil em seguros e despesas pessoais não-indenizáveis; aluguéis sociais; indenizações públicas de mortes; custo operacional dos órgãos públicos mobilizados para atenderem os acidentes; aluguéis sociais; transtornos de toda ordem nos arredores do local; sofrimento humano com perdas de vidas; prováveis crimes escondidos na ilegalidade como interceptação de mercadorias roubadas e; bandidos milicianos que controlam essas obras ilegais.
    Para a população, além do risco de morte, a depreciação do patrimônio com serviços de péssima qualidade que, em poucos anos transformam o prédio num cortiço. No final, seria melhor fazer a coisa certa e pelo mesmo preço, sem risco ou depreciação do imóvel.

  35. Adriano da Ilha

    -

    28/01/2012 às 8:24

    Reinaldo, ontem tive mais uma prova da má vontade do jornalismo da Globo com relação a SP. Enquanto dava a notícia do desabamento, ao falar sobre a falta de uma lei ou de fiscalização da prefeitura do Rio, a Globo News estave em SP para dizer que aqui também não tem lei para este tipo de situação. Peraí, se querem fazer uma matéria decente, visitem pelo menos todas as capitais e vejam quais tem e quais não tem esse tipo de lei. Por que estes caras tem que comparar tudo com SP ? Tem inveja ? Vivem falando das maravilhas do Rio, nem por isso nós paulistanos e paulistas temos inveja deles.
    Curioso que, as coisas ruis que encontramos em SP não são alvo de comparação com o Rio ou outras capitais, quer um exemplo ? A maioria alienada que somente se informa com Jornal Nacional e outras porcarias, acham que o problema do crack existe só em SP. Vão se danar. Aqui tem ordem, aqui tem lei e ela é cumprida, aqui tem democracia, e mais, tenho certeza que, se computarmos somente os dados de SP, teríamos padrão de IDH semelhantes ao Europeu, será que é isso que eles não suportam ? NÃO SOU BAIRRISTA, MAS VOU ACABAR ME TORNANDO POR CONTA DESTES IMBECIS QUE SEMPRE ENCONTRAM UMA FORMA DE DIFAMAR E DESTRUIR A IMAGEM DO MEU ESTADO.

  36. carlos amendola

    -

    28/01/2012 às 8:05

    Cabral!!! Vada a bordo, cazzo!

  37. Gonçalves

    -

    28/01/2012 às 8:00

    PASMEM - Em algum blog escrevi que todo trabalho estaria encerrado quando o que sobrou do tão ausente Cabral, o governador, fosse encontrado. Só não contava que com o Outro ser humano o Sérgio agisse com tanto desprezo. Penso eu que só haveria uma razão para o ausente agir assim: estar comemorando o niver sem a presença da “marmota” que do “Foro Social” cancelou a presença no parabéns Serginhooo.

  38. LV

    -

    28/01/2012 às 7:51

    QUE HORROR MESTRE. ESSA CENA SO E COMPARAVEL AO GOVERNO PETISTA.

  39. Idevam Silva Sousa

    -

    28/01/2012 às 7:49

    Esta difio sobrevivêr na Cabral Landia e desastre sobre desastre e o Governador sumiu de está de ferias ele não vai chorar por estes mortos nos sabemos que ele so chora por roiads do petróleo e por falar nisto oque ele faz com tanto dinheiro porque o estado está caindo listeraumente a gestão Cabeal e campeã em números de óbitos por incuria.


 

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