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12/06/2012

às 18:26

Finalmente alguém diz coisa com coisa na CPI: Kátia Abreu. Ela quer criar três subcomissões

A senadora Kátia Abreu (PSD-TO) faz uma proposta para que a CPI saia do ramerrame. Anunciou que vai apresentar um requerimento para a criação de três subcomissões: a) uma para investigar a contravenção; b) uma para investigar a Delta e c) uma terceira para estudar alternativas à Lei de Licitações, que, com efeito, já está desmoralizada. É ela que está na raiz de boa parte das lambanças do país.

Isso, sim, pode fazer a CPI avançar. O caso da contravenção, diga-se, já está quase todo esclarecido. Não sabemos quase nada, aí sim, é sobre a construtora Delta. Como bem apontou Kátia, se a construtora se meteu, no Centro-Oeste, com a contravenção para fazer negócios, é evidente que o negócio da Delta não é a contravenção. É outro! Muito mais lucrativo.

Por Reinaldo Azevedo

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48 Comentários

  1. Rafael

    -

    13/06/2012 às 18:51

    Volto a dizer: Katia Abreu 2014!

  2. MAYA

    -

    13/06/2012 às 14:16

    Grande Senadora Kátia Abreu parabéns Tocantins .
    Enquanto isso, nossa Martinha só pensa naquilo com aquilo,
    o desperdício de voto .

  3. João Batista

    -

    13/06/2012 às 14:11

    Acho desnecessário criar subcomissões para as letras a) e c). Alterações na Lei de Licitações já estão sendo estudadas e podem e devem ser tratadas fora da CPI. A letra a) me parece assunto suficientemente esclarecido para os propósitos da CPI. A letra b) sim parece que merece um aprofundamento especial e pode ajudar muito.

  4. Carlinhos Spring

    -

    13/06/2012 às 10:01

    Eu pego levo com o Perillo hoje, vocês pegam leve com o Agnello amanhã. PT e PSDB: Partidos irmãos.

    Canta Agnello:

    A Morte de Chico Pirillo

    Fizemo a úrtima viage
    Foi lá pro sertão de Goiás
    Fui eu e o Chico Pirillo
    Com Dadá o capataz

    Demoramo alguns dia
    Prá ficar com uns ouro fino
    Presentes de um tar Cachoeira
    Pru modi ajudá o menino

    A festa tava tão boa
    Mas antes não tivesse ido
    O Pirillo foi grampeado
    Por um araponga ladino

    Parei de contar vantagem
    grampearam meu cumpanheiro
    Acabou-se o som das moeda
    Acabou-se o Chico Pirillo

    Depois daquela tragédia
    Fiquei muito mais previnido
    Já sabia da nossa amizade
    por que nós dois era unido

    Ao oiá seus documento
    Me cortô o coração
    Vim sabê que o Chico Pirillo
    Nos trambique era o meu irmão

  5. Kakito

    -

    13/06/2012 às 9:47

    Ta ai uma parada dura para os petralhas e o chefe da quadrilha,se Katia Abreu for candidata a presidente!!
    Vai ser mamao com acucar!!!
    O Br que presta deseja mudanca no rumo!!!
    Chega de imoralidade,atraso e mentiras!!!
    De volta a modernidade…de volta ao futuro com KATIA ABREU PARA PRESIDENTE!!!

  6. Teresa

    -

    13/06/2012 às 7:48

    A senadora Kátia Abreu tem me surprendido pela inteligência e pela lógica. Algo que falta à maioria dos seus pares,movidos por interesses espúruios e maracutaias, e por vezes, de uma burrice acachapante.

  7. Anderson Silva

    -

    13/06/2012 às 0:48

    ESSA MULHER MERECE SER APLAUDIDA DE PÉ! KLAP,KLAP,KLAP,KLAP,KLAP,KLAP!!!
    Não há parlamentar igual a ela no congresso!

  8. Marcos F

    -

    13/06/2012 às 0:33

    A Lei das Licitações é um dos grandes atrazos no Brasil.
    Pena que hajam tantos outros, que dá sono listá-los.
    Vai ser duro passar o país a limpo, ainda mais com o esgoto a céu aberto deixado pelo PT.

  9. Anonimo

    -

    12/06/2012 às 22:20

    Rei,Gurgel levou um tombo, quem será que empurrou o Gurgel? Mistéééériiiiooooo!
    ******************
    12/06/2012 | 21:52
    Acidente de Gurgel ameaça julgamento do mensalão previsto para 1º de agosto

    SE GURGEL FICAR IMPEDIDO POR MOTIVO DE SAÚDE, RAQUEL DODGE PODERÁ SUBSTITUÍ-LO NA ACUSAÇÃO AOS MENSALEIROS. Um acidente doméstico que vitimou o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pode ameaçar o início do julgamento do mensalão, marcado pelo Supremo Tribunal Federal para começar em 1º de agosto. O procurador-geral terá a incumbência de atuar como acusador dos réus do processo do mensalão, durante cinco horas. Ele levou um tombo no banheiro, fraturando o braço, e o diagnóstico médico recomendaria intervenção cirúrgica. O diabetes do procurador-geral obrigaria os médicos a procedimentos pré-operatórios que talvez determinem o adiamento do julgamento. Isso é o que se discute no STF e na PGR. Avalia-se agora se Gurgel pode ser substituído por Raquel Dodge, considerada mais rígida do que ele, no papel constitucional da acusação. Mestre em Direito por Harvard (EUA), ela é a subprocuradora-geral da República, com atuação em matéria criminal e coordenadora da 2ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF. Atuou na equipe que obteve a condenação dos membros da quadrilha liderada por Hildebrando Pascoal, no Acre, e na Operação Caixa de Pandora, que levou à prisão e à destituição o ex-governador do DF José Robeto Arruda, no mensalão do DEM.
    Claudio Humberto

  10. Eduardo Melo

    -

    12/06/2012 às 22:20

    Pelo visto a Senadora Kátia Abreu anda lendo esse blog durante os trabalhos da CPI…

  11. Affonso Sampaio

    -

    12/06/2012 às 22:03

    O grande portão aberto para as grandes bandalheiras,tem o nome de “terceirização”É por aí, pelas prestações de serviço, que deve sair a maior parte do enriquecimento ilícito e escandaloso das empresas privadas.Ao contrário das obras públicas, a prestação de serviço é de de maior dificuldade no que diz respeito à sua fiscalização pelos órgãos competentes.

  12. Marco

    -

    12/06/2012 às 22:00

    Hoje o Lulla Molusco vai abraçar o Bob esponja..HiHiHi!!!

  13. Marco

    -

    12/06/2012 às 21:55

    Hoje O molusco enche a cara…

  14. Vales

    -

    12/06/2012 às 21:39

    Caro RA.Acredito que no momento que a Senadora Kátia Abreu, indicava a necessidade de investigar a Delta, ela não sabia que a empresa já era considerada inidônea.Parabéns Senhora Senadora pelo seu trabalho no Senado.Abs.

  15. Elah

    -

    12/06/2012 às 21:38

    Adora a Kátia Abreu. E tenho o maior respeito pela história de vida e trajetória dela. Ela sim, eu chamaria de PresidentA!

  16. M

    -

    12/06/2012 às 21:33

    Melhorar a Lei de Licitações é uma bandeira também de Serra, já da eleição passada.
    Essa Lei, 6999, é repleta de brechas nas licitações de grandes obras, foi elaborada para deixar mil portas abertas. É preciso alterá-la.

  17. toninho malvadeza

    -

    12/06/2012 às 21:22

    Essa Senadora ,cada enxadada uma minhoca.Mulher valente.

  18. Marco

    -

    12/06/2012 às 21:19

    Caro Reinaldo, Ouvi alguns, na minha ignorância,questionamentos sobre que o governador deveria saber quem de fato seria o dinheiro pago pela casa. Minha dúvida… O Dr. Tomas Basto terá que saber também, de onde vem os 15 mi de Caichoeira??? e os do mensalão também terá que explicar??? ou será que só a oposição tem que explicar..

  19. Marcelo

    -

    12/06/2012 às 20:38

    Kátia Abreu é uma política com muitas qualidades, bem acima da média. Além de sua excelente atuação como senadora, escreve artigos na Folha que demonstram que vê as coisas com muita lucidez. Se fosse candidata a presidente teria meu voto.

  20. xLuiz

    -

    12/06/2012 às 20:35

    Dá-lhe Perillo. Valeu o pé na B. dos petralhas. Pediram e tomaram, bem feito!
    Gente, que papelão do relator, Dep Odair Cunha do PT, mostrou ao vivo e acores que não passa de um pobre pau-mandado do Molusko.

  21. André

    -

    12/06/2012 às 20:17

    Kátia Abreu para presidente!
    Já disse isso em diversos posts aqui e repito: A única pessoa em quem votaria feliz para presidente é a Kátia Abreu

  22. Anonimus

    -

    12/06/2012 às 20:04

    Katia Abreu 2016!!!

  23. Surfista Prateado

    -

    12/06/2012 às 19:50

    (c) é uma piada. Não existe lei que o brasileiro não consiga burlar e/ou desvirtuar. Só há uma solução para isso: nada público, tudo feito por empresas privadas, sem a iniciativa do governo, licitações, etc. Difícil? Com o povinho que temos, é o único jeito.

  24. Dabah

    -

    12/06/2012 às 19:43

    A Senadora faz gols de placa. Essa turma do “deixa disso” não está com nada. Ao fim e ao cabo todos têm o rabo preso

  25. carla lacerda

    -

    12/06/2012 às 19:37

    Política
    Desembargador considera ilegais grampos da operação Monte Carlo

    Provas são consideradas nulas; Cachoeira só não foi libertado ainda porque um dos ministros pediu vista do processo

    Agência Estado

    O desembargador Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF1), do Distrito Federal, reconheceu como ilegais as interceptações telefônicas da operação Monte Carlo, da Polícia Federal, que desmontou o grupo de Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, e consequentemente considera nulas as provas decorrentes desses grampos.

    O resultado imediato desse voto do relator Tourinho Neto, sobre o habeas corpus movido pela defesa de Cachoeira, seria a imediata libertação do contraventor. Isso só não aconteceu porque um dos ministros pediu do vista do processo. O julgamento será retomado somente na próxima semana.

    Segundo Tourinho Neto, o delegado encarregado da investigação, Matheus Mella Rodrigues, cometeu um erro ao fundamentar o pedido de interceptações ao basear-se apenas em denúncias anônimas e em uma notícia de jornal.

    Segundo o desembargador, o juiz federal que autorizou os grampos tomou essa decisão sem a devida fundamentação. “Não se pode haver a banalização das interceptações, que não podem ser o ponto de partida de uma investigação, sob o risco de grave violação ao Estado de Direito”, citou.

    O julgamento do habeas corpus está a cargo da terceira turma do TRF1, que tem três membros. Ou seja, se apenas mais um juiz acompanhar o relator, os grampos da operação Monte Carlo estarão anulados, quebrando, com isso, toda a espinha dorsal da investigação e facilitando a defesa dos 81 denunciados pelo Ministério Público.

    A operação Monte Carlo investiga uma rede de corrupção, trafico de influência, lavagem de dinheiro e exploração de jogos ilegais em Goiás e no Distrito Federal. O esquema seria comando por Carlos Augusto, o Carlinhos Cachoeira, com a participação de policiais, inclusive delegados das polícias federal e civil, além de empresários, autoridades e políticos

  26. carla lacerda

    -

    12/06/2012 às 19:35

    Reinaldo, pessoal, bomba o que a nossa “justiça” tenta fazer: temos que denunciar e espalhar. é um tapa na cara dos brasileiros honestos e que sustentam este país. CGU declara inidoneidade da Delta e proíbe novos contratos

    Ministro-chefe da CGU, Jorge Hage, já assinou o ato que será publicado no DO de quarta-feira

    Demétrio Weber, O Globo

    A Controladoria-Geral da União (CGU) decidiu nesta terça-feira declarar a inidoneidade da construtora Delta. O ministro-chefe da CGU, Jorge Hage, já assinou o ato que declara a Delta inidônea e que será publicado no Diário Oficial de quarta-feira.

    Com a decretação de inidoneidade, a Delta fica impedida de participar de licitações e de assinar novos contratos. Segundo a CGU, os atuais contratos em andamentos ficam sujeitos a análise, caso a caso, pelos respectivos órgãos gestores que celebraram esses contratos com a empresa.

    A decisão da CGU foi tomada com base em estudo da Corregedoria-Geral da União, órgão da Controladoria-Geral da União.

    No dia 1º, a J&F Holding anunciou que desistiu de comprar a Delta alegando “crise de confiança. Logo depois, a empreiteira entrou na Justiça este mês com pedido a recuperação judicial.

    Em justificativa para o pedido – que, se aprovado, poderá liberar créditos e vender bens – a Delta afirmou que “o envolvimento de alguns de seus executivos em supostos atos ilícitos, que estão sendo investigados judicialmente, tem levado a empresa a sofrer uma série de bullying empresarial”.

  27. rosa do luxembourg ( o jardim)

    -

    12/06/2012 às 19:35

    Há pouco tempo, li este excelente livro sobre Hitler do Ian Kershaw e me lembrando dele, me vem à frente a figura patética de Hitler nos últimos tempos, dando ordens alucinadas que não podemos compreender hoje em dia como os generais alemãe as executavam, sabendo que eram loucuras. É verdade, reinaldo, a História se repete. O PT é um partido que não pensa. Está à mercê de um palanqueiro alucinado. Nem todos são estultos, existe inteligência e preparo em alguns quadros petistas, mas parece que receberam uma carga de pó de pirlimpimpim ou de mico ou sei lá o que. Saem alucinados a cumprir ordens estapafúrdias sem parar para pensar. E aí dão de cara com o muro da Delta. E a culpa é da Veja. Ora veja.

  28. edmilson

    -

    12/06/2012 às 19:32

    TIO REI ,ESSA HISTORIA DA GUARDIÃO CITADA PELO PERILO JÁ FUNCINOU AQUI NO RIO PARA VIGIAR O EX GOVERNADOR GAROTINHO. QUANDO A PF INVADIU A CASA DO MESMO A MANDO DO “DINOSSAURO DE NOVE DEDOS” E SEU DISCÍPULO K@BR@L.

  29. CLAUDIUS

    -

    12/06/2012 às 19:27

    A Senadora Katia Abreu foi Presidente da nossa CNA, responsável por colocar comida barata nos nossos pratos. Psicóloga, tornou-se fazendeira atuante. Produz comida e idéias inovadoras lá prás bandas do Tocantins.

  30. SidneyCWB

    -

    12/06/2012 às 19:19

    Quem sabe um dia teremos esta mulher como presidente. Só espero que mude de partido, pois este PSD ainda não convenceu ninguém!!!

  31. Paulo Bento Bandarra

    -

    12/06/2012 às 19:19

    É o que se sabia desde o início. Demóstenes nunca teve a chave do cofre e nem caneta para assinar licitações. O dinheiro não vinha do jogo ilícito que não está com esta bola toda. Vinha do governo.

  32. sombrero

    -

    12/06/2012 às 19:18

    Até que enfim alguém com coragem para botar as coisas nos devidos lugares, grande Kátia Abreu, é disso que precisamos não desses palermas que se dizem de oposição.

  33. indignada

    -

    12/06/2012 às 19:15

    AGORA SIM A CPI VAI ANDAR POR CAMINHOS CERTOS. PARABÉNS SENADORA, VOCÊ MERECE NOSSOS APLAUSOS. SEMPRE QUE KÁTIA ABREU SE MANIFESTA FALA COM CLAREZA, COM INTELIGÊNCIA, COM DISCERNIMENTO. VALEU NOBRE SENADORA.

  34. Claudio de BSB

    -

    12/06/2012 às 19:15

    Prezado Reinaldo,
    Logo que o hospital Sara Kubitschek conseguiu celebrar contrato de gestão com o Governo Federal, tive oportunidade de conversar com o Dr. Campo da Paz, que foi o idealizador desse modelo de gestão, perguntei a ele qual a principal medida que tinha adotado para moralizar a gestão desse hospital, que hoje é referencia mundial, ele então me respondeu: acabei com a comissão de licitação. Era lá que os recursos que o governo destinava à manutenção do hospital se transformavam em pó, através do superfaturamento e das propinas que eram distribuidas.
    A Senadora Kátia Abreu tem razão, a lei 8666 (conhecida no seviço público como dízima periódica) está totalmente desmoralizada pelos processos licitatórios fraudulentos e só serve para alimentar a corrupção.
    A petralhada, lógico, adora. Haja PACDELTA.

  35. gustavo lutz

    -

    12/06/2012 às 19:12

    E ela mais uma vez não nos surpreende com suas atitudes. Só lamento que ela não é a senadora por meu estado (SP). Aliás, eu gostaria de saber se alguem tem contabilizado quantas ações, ou ao menos iniciativas, favoráveis a SP podem ser creditadas ao nosso querido Suplicy

  36. Cris Azevedo

    -

    12/06/2012 às 19:06

    Rei, terminou a tortura, ops, o depoimento. Creio que o PT saiu dessa esfrangalhado. Pelo menos, foi a impressão que tive. A idéia de Lula foi PÉSSIMA para o partido. Se já vinha perdendo “amiguinhos”no caminho, agora então…

  37. By Netto

    -

    12/06/2012 às 19:04

    Essa senadora não é gaga.

  38. Márcia Domingos

    -

    12/06/2012 às 19:01

    A Senadora Katia Abreu foi muito sensata e perspicaz como sempre! Quem dera um dia tenhamos pessoas com uma postura como a dela. Foi perfeita!!!!

  39. Fora PT/PMDB!!!

    -

    12/06/2012 às 19:01

    Como você já esmiuçou em outras postagens, a CPMI não pode se abster de investigar algo bem maior do que as ligações da Delta com a contravenção no Centro-Oeste que não passam de “lavanderia regional”. Tem que abrir a “caixa-preta” da empreiteira do melhor amigo do Sérgio Lalau, principalmente, no Rio de Janeiro. Cachoeira é a pontinha de um imenso iceberg.

  40. emeesse

    -

    12/06/2012 às 19:00

    O PT jogou dinheiro fora, comprou pregos , um martelo e mandou fazer uma cruz para crucificar o Marconi Perillo e não pode usar.
    O Lula está desconsolado, desolado, vai dar um pontapé no cachorro e vai dormir emburrado, que pena.

  41. rosa do luxembourg ( o jardim)

    -

    12/06/2012 às 18:55

    Mas é inevitável. Parabens a Katia Abreu, cada vez mais ela me encanta. Espero não me decepcionar, embora não vá ficar fazendo picuinhas por qualquer coisinha em que ela derrape.É uma politica não uma deusa. Mas é inevitável que a gente seja apresentado à Delta. Esta pujante senhôra que na verdade é o centro de tudo. A matriarca das empreiteiras. Quero saber dela.

  42. Esperança

    -

    12/06/2012 às 18:48

    Ópera bufa – A forma como o Partido dos Trabalhadores vem conduzindo os trabalhos da CPI do Cachoeira é ultrajante e vai além dos limites máximos do bom senso. Criada sob a pressão do ex-presidente Luiz Inácio da Silva, que tinha nessa manobra dois objetivos claros – atingir o governador Marconi Perillo e desqualificar o procurador da República Roberto Gurgel, a CPI foi transformada em ferramenta partidária, uma vez que a ordem do ex-metalúrgico é deixar o PSDB em má situação, o que em tese poderia ajudar o ex-ministro Fernando Haddad, candidato petista à prefeitura paulistana, com pífios 3% de intenção de voto.

    Fora do palco do cotidiano político após a trapalhada com o ministro Gilmar Mendes (STF), Lula passou a disparar ordens a partir dos bastidores, as quais têm sido cumpridas de maneira tão submissa quanto irresponsável.

    Ligado ao ex-ministro e deputado cassado José Dirceu, o relator da CPI, deputado Odair Cunha (PT-MG), é reconhecidamente despreparado para a função, pois não apenas desconhece detalhes do assunto investigado, como está direcionando as investigações com o intuito de poupar os muitos petistas envolvidos nos esquema criminoso comandado por Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira.

    Ao perguntar se o governador aceitava abrir mão do seus sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático, Odair Cunha, um inepto confesso, disse que Perillo estava na CPI na condição de investigado, quando na verdade sua participação se dá como testemunha. E nessa condição, a de testemunha, não há razão para pedir a quebra de sigilos. Isso mostra que Cunha está a serviço de seus verdadeiros mentores, o ex-presidente Lula e o ex-ministro José Dirceu, que tentam a todo custo esvaziar o julgamento do caso do Mensalão do PT.

    Esse escorregão proposital de Odair Cunha foi suficiente para que os oposicionistas que integram a Comissão partissem em defesa do depoente, sendo que o relator foi obrigado a ouvir calado uma precisa carraspana técnica proferida pelo deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP), membro licenciado do Ministério Público paulista.

    Antes desse ruidoso entrevero, o senador Alvaro Dias (PSDB-PR) fez questão de destacar que a sessão desta terça-feira não passa de um massacre ao governador encomendado pelo PT. “É importante que conste dos anais dessa CPI que o massacre em cima da figura Marconi Perillo ocorreu pelo papel que ele desempenhou nas denúncias do escândalo do Mensalão, quando procurou o ex-presidente Lula para alertá-lo”, afirmou o senador paranaense.

    Essa missa encomendada por Lula ganhou reforço na fala do deputado petista Dr. Rosinha (PR), que questionou a evolução patrimonial do tucano Marconi Perillo. Se no patrimônio do governador de Goiás há algo suspeito, que as autoridades investiguem a fundo, mas que o PT não se esqueça da evolução patrimonial de alguns diletos companheiros, como Antonio Palocci Filho, Fernando Pimentel, Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha), ou, então, explique a origem do dinheiro que seria utilizado pelos aloprados de Lula para pagar o chamado Dossiê Cuiabá, conjunto de documentos apócrifos contra candidatos do PSDB.

    Outra questão que poderia ser elucidada nessa lufada de moralismo que sopra a partir do PT é a contabilidade da campanha do então senador Aloizio Mercadante, cujos números foram contestados durante a CPI dos Correios pelo marqueteiro Duda Mendonça, que recebeu em conta bancária no exterior parte dos honorários referentes à campanha presidencial petista de 2002. Se esses poucos escândalos aqui descritos são poucos para esses moralistas de ocasião, que se investigue o crescimento meteórico da Delta Construção durante a era Lula. Só não o fazem porque a empreiteira pagou caro por esse crescimento e fez doações à campanha de Lula e de Dilma Rousseff. Fora isso, a Delta será poupada ao máximo porque um de seus lobistas junto ao governo federal atendia pelo nome de José Dirceu de Oliveira e Silva, popularmente conhecido nos subterrâneos da subversão como camarada Daniel.

    Os integrantes da CPI do Cachoeira, começando por esses patrulheiros de plantão que ostentam estrela no peito, deveriam poupar o povo brasileiro de um espetáculo tão pífio e vergonhoso, facilmente considerado um atentado contra a democracia e também uma ode à corrupção, pois é sabido que os culpados sairão ilesos pela abundância do dinheiro e a manipulação do tempo

  43. Jurandir

    -

    12/06/2012 às 18:47

    Sempre lúcida e inteligente esta Senadora. “Kátia Abreu você é minha e o meu voto é seu”.

  44. CLAUDIUS

    -

    12/06/2012 às 18:46

    Ela leu a sua matéria, Reinaldo.

  45. By Netto

    -

    12/06/2012 às 18:46

    O que achei bastante grave foi o Gov. Marconi afirmar que foi montado um gabinete com arapongas oficiais somente para lhe vigiar 24 horas. E nós pagando a conta. Adivinhem quem mandou fazer isso?

  46. Esperança

    -

    12/06/2012 às 18:38

    Pé no freio – Incendiada pelo ex-presidente Luiz Inácio da Silva, que saiu de cena após o incidente com o ministro Gilmar Mendes (STF), a ala incendiária do PT rompeu a semana com a notícia de que poderia arrastar o tucano José Serra para a CPI criada para investigar a teia de relacionamentos do contraventor goiano Carlinhos Cachoeira, preso pela Polícia Federal em 29 de fevereiro, na Operação Monte Carlo.

    A ameaça petista consistia em convocar José Serra para explicar na CPI os contratos do governo de São Paulo com a Delta Construtora, mas ideia não prosperou por determinação do Palácio do Planalto. A ideia era complicar José Serra, candidato do PSDB à prefeitura paulistana, na tentativa de alavancar a candidatura do petista Fernando Haddad, imposto por Lula. O primeiro empecilho repousa no fato de a Delta ter contratos com mais de vinte governos estaduais, além de ser a construtora que mais cresceu na era Lula e maior detentora de obras do PAC.

    A razão maior para a operação abafa capitaneada por palacianos se divide em duas. A Delta doou, oficialmente, R$ 1,15 milhão para a campanha de Dilma Rousseff, em 2010. Considerando o crescimento meteórico da empreiteira de Fernando Cavendish nos últimos dez anos, na contabilidade paralela a doação pode ter sido muito maior, pois uma campanha presidencial com chance de sucesso não sai por menos de US$ 300 milhões. A segunda razão é que o JBS Friboi, frigorífico cuja controladora, a J&F, desistiu de comprar a Delta, foi um dos maiores doadores da campanha de Dilma.

    Por outro lado, quando noticiamos que Olavo Noleto, assessor da presidência que está sob a tutela de da ministra Ideli Salvatti, tinha relações com Wladimir Garcez, ex-presidente da Câmara Municipal de Goiânia e “número dois” do esquema de Cachoeira, já tínhamos a confirmação de que outras complicações viriam a seguir. O Palácio do Planalto escalou o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, para informar que o assunto era página virada, mas não foi isso que a sucessão de fatos mostrou.

    Na esteira da tensão que emergiu nos corredores palacianos, por causa dos eventuais desdobramentos do escândalo, surgiram informações de que Carlinhos Cachoeira, que tem compulsão por guardar provas dos seus contatos e encontros nada ortodoxos, tinha em seu poder gravação que comprometeria pessoas próximas à presidente Dilma Rousseff. O assunto dessa gravação seria a entrega de uma quantia em dinheiro para a campanha da então candidata Dilma. O que explica em parte a atuação do advogado Márcio Thomaz Bastos como defensor de Cachoeira, solução emergencial para controlar a verborragia de alguém que perdeu a liberdade e sabe além do que muitos gostariam.

  47. 44% Fernando 44%

    -

    12/06/2012 às 18:31

    Olhassó… ainda ecziste vida inteligente em Brasília!

  48. Ana

    -

    12/06/2012 às 18:30

    Sou fã da Senadora Katia Abreu. Espero que ela não me decepcione , como o fez Demóstenes Torres.

 

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