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Esquerdopatia e ignorância militante no Enem

terça-feira, 18 de setembro de 2007 | 19:46
Post publicado no dia 27 de agosto deste ano sob o título: “Exame do Enem: vigarice ideológica, cretinismo, mistificação”

Vi o exame do Enem, aplicado ontem (íntegra aqui). Em muitas faculdades, ele já substitui o vestibular como acesso do aluno ao terceiro grau e também serve de critério de seleção para o ProUni. Leiam vocês mesmos. O que se vê ali é assustador. As escolas públicas nada dirão porque não estão nem aí. As particulares não vão comprar briga porque o setor é sempre governista. Mas o fato é que a prova é uma vergonha.
- Uma vergonha técnica;
- Uma vergonha ideológica;
- Uma vergonha pedagógica;
- Um crime contra a educação brasileira.

Mostra-se inteira a propalada competência do Ministério da Educação. O Enem não prova nada. Se o exame fosse substituído por um mata-burros, o resultado não seria muito diferente. Elaborado pelo consórcio Cesgranrio-Cesp (UnB), ele nada tem a ver com a grade vigente tanto no ensino público como no ensino privado, onde a carga horária maior, com justiça, recai sobre língua portuguesa e matemática. A prova do Enem é, para ser genérico, de “Estudos Sociais”. Sabem quantas questões há, digamos, próximas da gramática? A pergunta tem de ser feita no singular para resposta idem: UMA. Sabem quantas questões poderiam ser consideradas de matemática? Quatro. E, ainda assim, uma matemática corroída pelo proselitismo vagabundo.

Redação
Naquela entrevista que concedeu à revista VEJA há 11 anos, o poeta Bruno Tolentino, morto em 17 de junho, decidiu que um de seus filhos não estudaria no Brasil. Segundo ele, não queria uma escola em que Caetano Veloso fosse considerado alta literatura. Bruno era muito exigente. O tema de redação deste ano traz como inspiração uma letra do grupo Engenheiros do Hawaii, outra dos Titãs e o fragmento de um texto da ONU. No caso dos Engenheiros, há versos inspirados como “todos iguais, todos iguais mas uns mais iguais que os outros”. Os Titãs emendam: “Todos os homens são iguais/ são uns iguais aos outros, são uns iguais aos outros”. E a ONU arremata: “Fonte de intercâmbios, de inovação e de criatividade, a diversidade cultural é, para o gênero humano, tão necessária como a diversidade biológica para a natureza”.

Aí propõe o examinador:
Todos reconhecem a riqueza da diversidade no planeta. Mil aromas, cores, sabores, texturas, sons encantam as pessoas no mundo todo; nem todas, entretanto, conseguem conviver com as diferenças individuais e culturais. Nesse sentido, ser diferente já não parece tão encantador. Considerando a figura e os textos acima como motivadores, redija um texto dissertativo-argumentativo a respeito do seguinte tema “O desafio de se viver com a diferença”

Não é uma proposta de redação, mas um teste ideológico. Um dos meus sobrinhos, filho da minha irmã, fez a prova: “Mandei ver, tio. Falei que índio praticar infanticídio é uma diversidade que eu não respeito”. E eu: “Cara, você fez isso? Então já se danou (eu empreguei outro verbo, confesso…)” E ele: “Claro que não, né, Tio? E eu sou besta? Tava na cara que era para elogiar a diversidade. Era uma prova petista do começo ao fim. Escrevi tudo o que eles queriam ler”. Sábio rapaz. Já percebeu a semente do estado policial.

Mistificação paulo-freiriana
Há muito tempo a patrulha paulo-freiriana e adjacências vêm forçando a mão sobre os vestibulares — que exigiriam o conhecimento em disciplinas estanques. Aí o Enem faz o quê? Sem que as escolas tenham mudado (mantêm professores especialistas, felizmente), o governo aplica uma prova supostamente “interdisciplinar”. Há, por exemplo, sete questões que poderiam ser consideradas de “interpretação de texto” não fosse maior o propósito de marcar uma posição ideológica do que o de testar o entendimento do que está escrito.

Sabem aquele papo do “saber integral”? Então. Um texto sobre canavieiro serve a questões de estudos sociais, interpretação de texto, geografia, química, biologia e, bem…, matemática!!! Vejam que gracinha. Informa-se, por exemplo, que um cortador de cana ganha R$ 2,50 por tonelada e que, por dia, ele corta oito toneladas. Aí, então, o estudante é chamado a fazer uma conta. Leiam a questão quatro:

Considere-se que cada tonelada de cana-de-açúcar permita a produção de 100 litros de álcool combustível, vendido nos postos de abastecimento a R$ 1,20 o litro. Para que um corta-cana pudesse, com o que ganha nessa atividade, comprar o álcool produzido a partir das oito toneladas de cana resultantes de um dia de trabalho, ele teria de trabalhar durante
A - 3 dias.
B - 18 dias.
C - 30 dias.
D - 48 dias.
E - 60 dias.

Fez a conta, Mané? É isso aí. É a matemática achada na rua. O estudante tem de concluir que o cortador é uma pobre vítima desse capitalismo podre. Afinal, precisaria trabalhar 48 dias para comprar o combustível que o seu trabalho “produzira” em um!!! Como a gente sabe, cana nasce como mato, certo? Não é preciso preparar a terra, adubar, plantar, financiar o plantio, a colheita, a produção, o transporte até a usina, cuidar da parte industrial, ter laboratório de pesquisa, transportar depois o produto final, nada disso. É chegar, passar o facão naquele “mato” e ver escorrer o álcool. Trata-se apenas de uma estupidez. Ah, claro, vocês sabem: a diferença entre os R$ 20 (R$ 2,50 X 8) que o cortador ganha por dia e os R$ 960 que rendem em álcool as oito toneladas que ele cortou (R$ 1,20 X 100 X 8 = R$ 960) deve ser o que o marxismo chulé brasileiro chama “mais-valia”…

E como uma coisa puxa a outra, ainda ligado ao tema, temos, então, a questão 7, de interpretação de texto, notavelmente casada com a questão quatro, que seria de matemática. Oferece-se, então um mau poema de Ferreira Gullar para uma questão que beira um teste de demência:

O açúcar
O branco açúcar que adoçará meu café
nesta manhã de Ipanema
não foi produzido por mim
nem surgiu dentro do açucareiro por milagre.
Vejo-o puro
e afável ao paladar
como beijo de moça, água
na pele, flor
que se dissolve na boca. Mas este açúcar
não foi feito por mim.
Este açúcar veio
da mercearia da esquina e tampouco o fez o Oliveira,
[dono da mercearia.
Este açúcar veio
de uma usina de açúcar em Pernambuco
ou no Estado do Rio
e tampouco o fez o dono da usina.
Este açúcar era cana
e veio dos canaviais extensos
que não nascem por acaso
no regaço do vale.
(…)
Em usinas escuras,
homens de vida amarga
e dura
produziram este açúcar
branco e puro
com que adoço meu café esta manhã em Ipanema.

A antítese que configura uma imagem da divisão social do trabalho na sociedade brasileira é expressa poeticamente na oposição entre a doçura do branco açúcar e
A - o trabalho do dono da mercearia de onde veio o açúcar.
B - o beijo de moça, a água na pele e a flor que se dissolve na boca.
C - o trabalho do dono do engenho em Pernambuco, onde se produz o açúcar.
D - a beleza dos extensos canaviais que nascem no regaço do vale.
E - o trabalho dos homens de vida amarga em usinas escuras.

Entenderam? A prova é toda ela feita desses encadeamentos — leiam o original. Trata-se de um exame temático — biocombustíveis, aquecimento global, respeito às diferenças e um pouco de, sei lá, saneamento talvez. Esses assuntos pautam todas as questões, a larga maioria, acreditem, no campo do que, no meu tempo, se chamava geografia — não a física, mas a humana. Convenham: não dá pra brincar de luta de classes na geografia física, a menos que se proponha a revolta da planície contra o Planalto — o que não seria má idéia, se é que me entendem…

Vamos falar um pouco de história? Aí vem este texto:

“Após a Independência, integramo-nos como exportadores de produtos primários à divisão internacional do trabalho, estruturada ao redor da Grã-Bretanha. O Brasil especializou-se na produção, com braço escravo importado da África, de plantas tropicais para a Europa e a América do Norte. Isso atrasou o desenvolvimento de nossa economia por pelo menos uns oitenta anos.”
É de Paul Singer, economista petista e auxiliar de Lula .

É evidente que não é proibido usar texto de um auxiliar do Apedeuta. Ocorre que o que vai acima não é história, mas ideologia. No caso, marxismo — expresso de forma explícita, para quem conhece, no trecho destacado em vermelho. Os “oitenta anos”, com a devida vênia, são puro chute. Não há um modelo para medir isso. Até meados do Segundo Império, o Brasil não ficava a dever aos EUA. As coisas degringolaram depois. Quando se trata de debater a escravidão, o texto de referência é do e militante negro Kabengele Munanga, um professor da USP com graduação em Antropologia Cultural na Universidade Oficial do Congo.

As escolas e o Enem
Muito se debate a melhoraria da escola pública brasileira. Nos últimos tempos, o discurso oficial fala na “revolução da qualidade”. A prova do Enem evidencia de que qualidade se está falando. É perfeitamente possível ter um desempenho apreciável no exame sendo um idiota em língua portuguesa, matemática, história, geografia, geometria, biologia, física, química…

Se o sujeito for razoavelmente alfabetizado, ele só precisa demonstrar que é uma “boa pessoa” e que defende as mesmas causas abraçadas, ao menos no discurso oficial, pelo regime. Basta, em suma, ser politicamente correto, amando a natureza, os pobres, a igualdade, o planeta e as diferenças culturais (quem sabe o infanticídio ianomâmi…). E, acima de tudo, é preciso odiar a injustiça social. Ainda que seja incapaz de dizer quanto é 9 vezes 7. Afinal, vocês sabem: aula de matemática agora serve à liberdade. Depois da “etnomatemática”, temos a “etanol-matemática”… No caso da geografia, não é preciso mais ensinar a ver uma mapa ou a ler uma escala. Basta discutir cotas raciais e textos do professor Munanga.

O desempenho no Enem serve para selecionar alunos para o ProUni, que chamei ontem aqui de “supletivização” do ensino universitário. O exame, leiam lá, faz a apologia da ignorância militante. Com um pouco de concentração, Lula acerta as 63 questões. E isso prova do que estamos falando.

Só pra lembrar e encerrar
Naquele vídeo que postei aqui sobre o 3º Congresso do PT, a mocinha fala que não basta chegar ao poder para mudar a sociedade; é preciso, diz, mudar a sociedade para chegar ao poder. Não há dúvida de que há uma mudança em curso. Noto que a cerviz de muitos já está vergada. Mais um pouco, começaremos a usar os nossos membros dianteiros para correr com mais agilidade.

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40 comentários em “Esquerdopatia e ignorância militante no Enem”

  1. Carla disse:

    Alguém aí pode me dizer como se tira um analfabeto do poder???? Porque uma vez dado poder a um incompetente ele se achará no direito de fazer o que quiser com a geração menos esclarecida, com as pessoas menos instruídas e com o povo que não sabe sua própria história!!! Quanto à questão do ENADE, a certa tem de ser a “C”. Afinal, estamos na democracia e, a crítica é um direito! Outra coisa, se estamos na democracia porque sou obrigada a sair de minha casa para votar em um bando de analfabetos, ignorantes, hipócritas e ladrões!!!! Eu quero mais é viajar e curtir minha vida nesta terra!!! Eu sozinha não MUDO ESTA PORCARIA DE PAÍS SEM INTELECTUAIS PENSANTES!

  2. [...] Ministério da Educação, como o Enem por exemplo. Quem quiser ler um post a respeito pode clicar aqui. É de 2007. Mas vocês encontram dezenas de artigos no arquivo. A vigarice ideológica está em [...]

  3. rocket disse:

    Brasil, um país de tolos!

  4. cnab disse:

    Os meus vão continuar sendo superiores e inferiores. Nada disso de anteriores e posteriores.

  5. Anônimo disse:

    Professor!!

    Excelente a questão quatro. Só assim pra esses burguesinhos que estudam nos Rio Brancos da vida ficarem cientes da míséria que ganha um cortador de cana!!!

  6. Heitor Bonfim disse:

    Eu entendi sobre a questão do Enem 2007 que fala sobre o contraste da situação de penúria dos corta-canas e alta tecnologia envolvida interessante porque faz um contraponto com o que diz o presidente molusco pois ele só se ufana dos resultados esquecendo esse outro lado. No entanto, ela é limitada porque esquece que o mundo lá fora não para e daqui a pouco fermentar álcool não será a única maneira de fabricar este combustível.

  7. Heitor Bonfim disse:

    O LULA disse que não tem problema os corta-cana serem explorados no trabalho porque na nos outros países as minas de carvão fazem a mesma coisa com os mineiros. Queria que um corta-cana ganhasse a mesma quantia de um mineiro europeu. Seria menos indecente. Logo depois o LULA chamou o Bush de amigo.

  8. Mario disse:

    Reinaldo,

    Se você puder gastar mais um pouco do seu precioso tempo com a esquerdopatia que infecta livros, provas e exames de seleção, dê uma olhada nas questões de história e geografia aplicadas pela UERJ no último domingo. Para passar no vestibular de lá, é preciso saber, por exemplo, que as Ligas Camponesas foram uma ação da “sociedade civil” à época para resolver o problema da seca. O nível da prova é melhor do que o de outras que vemos por aí, mas ainda assim é indisfarçável que o examinador quer dos estudantes algo além de saber história e geografia.

    Um abraço,

    Mário

  9. Luís Ricardo disse:

    Bem, Reinaldo (isso que dá ler o blog de cima para baixo), você mencionou a “instituição centenária” logo abaixo… digo-lhe que a invasão da USP foi bem além da Universidade…

  10. Luís Ricardo disse:

    Reinaldo, a educação brasileira está uma vergonha. Como todo brasileiro classe média, além de pagar impostos pago escola particular para minha filha. Escola de tradição centenária… mas, apesar disso, minha filha até hoje não sabe o que foi Independência, Regência, República Velha, Estado novo… Ela só discute a “diversidade cultural” e a “busca pelo paraíso”. Ela tem dificuldade em entender uma questão que tenha mais de 3 frases, tem que pensar para responder que São Paulo fica na Região Sudeste. Saber que a Bulgária fica na Europa, então…
    Minha esposa e eu a re-ensinamos, mas a quantidade de tarefas é grande demais (inútil demais, eu penso) para sairmos do programa com nosso tempo escasso (sem contar que pagamos imposto, pagamos escola e ainda temos que ensinar nós mesmos?), e ela tem notas muito altas. Mas me questiono para quê. Pelo sistema de “médias ponderadas” da escola, um aluno que tire pouco mais que 4 (a média para passar é 6) nas provas é “ajudado” pelos “trabalhos em grupo” (aqueles em que um trabalha - quando trabalha - e os outros se encostam) e notas de “participação” pode alcançar 5,8! Um pouco de esforço no fim do ano (média bimestral com maior peso) e uma “recuperação” e passa de ano! Reinaldo, alguém passa de ano não sabendo nem 40% do conteúdo! E tem faculdade fazendo vestibular pela Internet! Esses serão os “doutores” do futuro…

    Desculpe, me delonguei demais.

  11. jesse disse:

    é um monte de asneiras o tal do ENEM 2007.
    Baixei a prova que o Reinaldão postou o link aqui
    e hoje fui fazer..
    As perguntinhas vem de mão beijada pro educado!!
    O educador no caso faz questão de responder o mais difícil,
    dá até impressão que o inteligente é burro
    e olha que nem entrei no mérito das questões, o tema,
    que nos remete a todo instante para um canavial;
    não importa de que matéria seja a questão
    lá tá o canavial.. eita!!

  12. Anônimo disse:

    O Boal tentou destruir a arte teatral da mesma forma transformando tudo no “teatro didático” de Brecht.

  13. Locão. disse:

    e a boca prá comer grama e alfafa,
    os ouvidos prá ouvir o cháves ensinar o lulla a falar,
    e o orifício anal pra discursar!

  14. Locão. disse:

    E os traseiros para dar coice, Reinaldo!

  15. Tiago disse:

    Reinaldo,

    Não sei se você sabe, mas a FGV de São Paulo, por ingerência arbitrária da FGV-RIo, criou uma cota de 10% das vagas para alunos com boas notas no ENEM. Sou aluno de administração na FGV-SP e escrevo no jornal estudantil da escola. Se interessá-lo, me envie um email, gostaria de pedir orientações sobre como conduzir nosso jornal e contar histórias interessantes s da fundação que tem como vice-presidente o senador Francisco Dornelles. Por exemplo, a conversa com o professor Nakano ( o do Covas) em que ele defendeu vergonhosamente o enem, após enumerar as vantagens de um vestibular completo.

    Continue com o bom trabalho.

  16. Anônimo disse:

    ISSO E PORQUE OS SENHOR NÃO LEU O LIBROS DE HISTORIA CRITICA DA SETIMA SERIE. AI E QUE A COISA VAI.
    VIVA LENIN
    VIVA STALIN
    VIVA IDELITOVA
    VIVA APEDEUTOVA
    UIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

  17. O BOA VIDA OPORTUNISTA disse:

    ZERO ZERO TARSO!

    Um agente “ispeçiau” ,o ôme do bigode ruivo,”EL RUBIO”,tem licença de sua matilha para latir,quer ir a Mônaco dar uma “DURA” naquele pessoal.

    Háháháháha´…

  18. Anônimo disse:

    FORA LULA …. A PORTA DA RUA É SERVENTIA DA CASA…

    OLHA SÓ ESSA!

    O PRIMEIRO RESULTADO DO GOOGLE PARA “VERONHA NACIONAL” É A PÁGINA DO SENADO FEDERAL!

    ATÉ O VALE DO SILÍCIO ESTÁ SABENDO!

    EU RECEBI UMA INFORMAÇÃO DE UMA FONTE MINHA DE INSIGHTS POLÍTICOS IMPORTANTES SEGUNDO A QUAL “ELLE” VAI PASSAR UMA LEI PARA A CRIAÇÃO DO

    “DIA DO LULA”

    A DATA ESTIPULADA É 13 DE NOVEMBRO, O QUE IRIA CRIAR UM IMENSO FERIADO PROLONGADO E CONFUNDIR O DIA DO LULA COM A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA, BEM AO ESTILO DO BOLSA-FAMÍLIA, QUE ELE CRIOU PARA MASCARAR AS POLÍTICAS ANTERIORES DE ESTABILIZAÇÃO DO FHC E CORRER PRO ABRAÇO, ESTE PRESIDENTE APEDEUTA DE UMA FIGA!

    CHUMBO NELES… 13 DE SETEMBRO O CARAMBOLAS!

  19. Anônimo disse:

    Rei,

    Dá medo imaginar como estão sendo todos manipulados de uma forma tão insidiosa.
    Temos que reagir, mas como?

  20. Anônimo disse:

    É, pelo jeitão, estão tentando dar cor e forma, a “Escolinha do Prf.lula e do Titio chavez.
    Um Primor!

  21. blogilda disse:

    Vamos ter que aguentar isto até o fim, mas já sabíamos que seria assim, eles estão se lambuzando de ideologia ultrapassada, o problema é que estão preparando uma geração inteira de petralhinhas, lavagem cerebral em quem não tem cérebro.

  22. blogilda disse:

    Vamos ter que aguentar isto até o fim, mas já sabíamos que seria assim, eles estão se lambuzando de ideologia ultrapassada, o problema é que estão preparando uma geração inteira de petralhinhas, lavagem cerebral em quem não tem cérebro.

  23. Anônimo disse:

    Saudades no nosso senador Bob Fields (Roberto Campos) que dava, com muita classe, verdadeiras aulas de desenvolvimento pra estes ignorantes, retrógrados e analfabetos que (des)governam o Brasil.

    FORA PT.
    FORA LULLA.

  24. Anônimo disse:

    Pois é, Reinaldo. Há alguns dias, um cadesno denominado Vestibular, do Jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, trouxe matéria intitulada “Vestibular Vermelho”, que mostrava várias questões de vestibulares completamente tendenciosas, “esquerdofrênicas”. Poucos dias depois, o jornal, em editorial, lamentou tal comportamento parcial de “educadores”.

  25. Anônimo disse:

    Caro Reinaldo a lavagem cerebral começa bem cedo. Veja o exercício do livro Matemática Para todos para alunos da 2a série do ensino fundamental (falamos de crianças entre 7 a 8 anos):na página 166 josué trabalha em uma indústria cerâmica. Veja seus horários. (aí aparecem os relóginhos com a jornada de trabalho almoço etc.. e tal. Mas abaixo aparecem publicadas copias de notas de real totalizando R$ 883 a paulada vem na questão b) Você acha que Josué ganha muito ou pouco? Será que muitos trabalhadores brasileiros ganham mais do que ele? Depois: Todo mês, Josué gasta R$ 320 com o aluguel da casa onde mora com a família e R$ 70 com condução. Quanto sobra de seu salário (até aí beleza é só subtração mas mais adiante na questão 4 Além do alugeul e da conduçao, em que outras coisas você acha que Josué gasta seu salário? Sei não, sei não mais isso tä cheirando luta de classes, valores ainda não colocados para essas crianças e de quebra como elas podem saber se R$ 883 de salário é muito ou pouco ou se trabalhadores brasileiros ganham mais do que ele??? Estamos tratando da mesma coisa. E isso acontece em Colégios particulares com crianças de 7 a 8 anos.

  26. Anônimo disse:

    Os petistas tem todo o direito de serem idiotas. Mas não, é pouco, eles querem idiotizar todo mundo. O que se pode esperar de uma população de incapazes, senão uma passagem direta para o quinto mundo?

  27. Brasil disse:

    A analfabetização do Brasil está em curso. É o caminho inverso, sempre. A contra-mão da história…isto é o lullo-petismo!

    FORA LULLA.
    FORA PT.

  28. Leonardo Petersen disse:

    Nossa! Então as crianças são levadas a marcar a opção mais “humana” dum ponto de vista social que elas passam! Ultrajante!

    O que é preciso é que elas aprendam matemática, física, coisas que tenham numeros, exatas, pois é isso que importa. Como essa sociedade nao vai pra frente sem os numeros? Realmente um vexame.

  29. Anônimo disse:

    Caro RA,
    não se preocupe, pois tais nunca chegarão a manipular a opinião dos alunos pois sequer eles irão entender o que esta escrito. pelo que vemos no dia da dia das escolas públicas o aluno quaando frequenta é pela merenda, pela bagunça ou qualquer outra coisa menos dar ouvidos ao professor. quanto aos de excola particular eles tem os pais que melhor sabem orientá-los…. vai por mim isso no brasil não pega… ledo engano desses petralhas querendo implantar aqui a ditadura comunista. ela nõa serviu nem em sua nascente que dirá isso criar raízes aqui, chega a ser piada….

  30. Anônimo disse:

    Fiz a prova, fechei ela, e so faltou o fiscal de tirar de sala de tanto rir. Eram coisas absurdas. Mais junto com esta prova temos o ensino brasileiro que tenta nos mostrar que a democracia é um instrumento de dominação da elite. Aqui em Belém encontramos uma massa de professores alienados que assusta. Sou obrigado a assistir aula com a tecla SAP. Melhor aula de geografia que tive foi uma palestra do professor Nélson Bacic. Ja vi aula onde o professor começou a xingar com odio FHC, o neoliberalismo, os EUA. Aula no Brasil parece encontro do PT.

  31. Anônimo disse:

    Reinaldo, tenho certeza que te verei nas passeatas dia 29 em todo o pais… Esta é a hora de mostrar que estamos realmente indignados com o que está acontecendo!!

    Teremos o prazer da sua presença?

  32. Leticia disse:

    Essa provinha tem um pensamento tããããããããão previsível que só mesmo um jovem muito verde não passaria.

  33. Anônimo disse:

    Lavagem “celebral” pura!!!
    O Chavez começou lá e o apedeuta cá.
    Até quando vamos agüentar isso ?!!!

  34. alzirall disse:

    “…Mais um pouco, começaremos a usar os nossos membros dianteiros para correr com mais agilidade.”

    rsrsrs

    Reinaldo,
    Há instituições no Brasil cujos membros que já fazem isso há um bom tempo…

  35. rita disse:

    a ultima pesquisa do OCDE (na imprensa na data de hoje) mostra que de 34 países o Brasil é o que menos gasta em educação…os motivos da nossa involução cultural estão bem explicados então!!!!
    Rita

  36. Anônimo disse:

    Caro Reinaldo,

    Não leve a mal mas esta série está um porre sem tamanho de ler.

  37. Paulo Boccato disse:

    CADÊ O SITE DA TIAZONA QUE FALO MAR DI NÓIS…SEGUNDA BRABA…!

  38. Anônimo disse:

    Kátia dá show em cima de Mercadante

    O senador Aloisio Mercadante (PT-SP) vai mal, obrigado.

    Na semana passada, cabalou votos para inocentar Renan Calheiros (PMDB-AL), acusado de quebra de decoro. Na hora de votar preferiu se abster. Alegou que não se convencera da culpa de Renan.

    Ora, nesse caso deveria ter votado para inocentá-lo - não é mesmo?

    Esta manhã, como presidente da poderosa Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, levou um baile de Kátia Abreu (DEM-TO).

    A pedido de Mercadante, Kátia se encarregou de relatar um dos projetos a ser submetido ao exame da Comissão. Mas antes que ela desse cabo da missão, Mercadante mandou avisá-la: queria um relatório favorável ao projeto.

    Kátia contou a história em discurso que fez na Comissão. Mercadante engasgou para se explicar.

    - Aqui, Vossa Excelência pega os projetos mais importantes e dá para seus colegas do PT relatarem. Ou seja: não admite o contraditório - disparou Kátia.

    Pelo menos por ora, Kátia virou a rainha do Senado. Está sendo festejada por colegas e funcionários. (blog do Noblat)

  39. Anônimo disse:

    URGENTE!

    Reinaldo -

    O artigo de Ali Kamel no Globo de hoje (18/set/07)aborda um assunto extremamente grave.
    Faço um forte apelo a você:
    - ponha a boca no trombone e acorde todas as pessoas normais deste nosso pobre Brasil! Se o que Kamel escreveu for verdade, algo TEM que ser feito, e URGENTE!!!

    Leo - (vale do Páraíba)

  40. Anônimo disse:

    Pergunta: Se o Lula recebesse bolsa família quando era pobre em Garanhuns, teria feito o curso de torneiro mecânico no Sesi/Senai, se tornado líder sindical, deputado, presidente de partido e por fim presidente da república?

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