07/04/2007
às 16:20A ditadura das minorias
Roseli e seu pé biográfico para 300 talheres acham que não. Até aí, tudo bem. Vejam só: eu também sou contra um feriado novo. Por razões puramente pragmáticas. Já há muitos no Brasil. O país precisa trabalhar mais, não menos. Os católicos podem muito bem comemorar a data tocando normalmente a sua vida. Ah, mas Roseli não se conforma com isso não. Ela gosta de debater o mérito das coisas. Aí veio com aquela conversa de que a República é laica, de que nem todos são católicos etc e tal.
Huuummm. Estando Roseli certa, as sociedades chamadas, então por imposição inaceitável, “cristãs” terão de abolir o feriado do Natal. Por que não? Ou com o Natal ela concede? Caso conceda, certamente o fará, quero crer, porque reconhecerá que a data já é um fato cultural, independetemente da crença. Se assim for, onde ela põe o seguinte argumento, que é seu: “Feriado nacional, estabelecido pelo Estado laico, é para celebrar cidadãos exemplares (apenas humanos, não necessariamente santos, mas certamente justos) que contribuíram com o Estado de forma relevante, na humanamente falível esfera pública, em que o poder se estabelece como ação em concerto, conforme Arendt.”? Sim, fica parecendo que Hannah Arendt se dedicava a fazer digressões sobre feriados… Ora, o que responder à professora Roseli? Que também os “cidadãos exemplares” sempre o serão de acordo com a versão triunfante num dado momento da história?
Ela é contra o feriado de Frei Galvão porque acredita que ele atenta contra a diversidade — embora uma data que seria simpática a quase 80% dos brasileiros não ferisse o direito de nenhuma minoria. Mas e se eu for contra a República, por exemplo? Tenho o direito de argumentar que o feriado de 15 de Novembro é uma imposição mistificadora? Ela, provavelmente, dirá que não, já que, na esfera pública, o vencedor (olha só: estou escrevendo como se fosse um deles…) decreta o destino da razão dos vencidos, não é assim? O legal se impõe sobre a legitimidade das visões particulares. Para ela, entendo, um feriado é correto no caso de uma celebração política, mas inaceitável se ela for religiosa. Roseli não pode manter o seu critério sem pedir o fim do feriado no Natal. Ou, então, admite a data natalina e também o feriado de Frei Galvão em nome da relevância cultural da celebração.
Vejam só: eu votaria contra o feriado. O que fiz até agora é demonstrar que Roseli teria de ser a favor dele segundo os critérios que ela escolheu para debater. O meu é mais simples: “Vai trabalhar, Mané, e reza em casa ou na Igreja”. Mas sigo. Ela está equivocada até aqui, mas ainda não deu uma piscadela para o escândalo, o que fará agora. Vejam só como conclui o seu artigo: “Por reconhecerem-se como humanos, compreendem os seres democráticos que se necessitam mutuamente para estabelecer o bem comum, que a nenhum pode excluir. Assim, melhor seria que o Congresso estabelecesse o Dia Nacional da Liberdade de Consciência e de Crença, celebração laica que a todos unirá, ou que finalmente aprovasse o Dia de Zumbi, de todas as gentes, como feriado nacional.”
O último parágrafo de seu texto desmascara todo o resto. A liberdade de consciência e de crença está ameaçada no Brasil, dona Roseli, a ponto de merecer um feriado nacional? Qual é a minoria religiosa impedida de exercer o seu culto? E por que Zumbi é “de todas as gentes?” Por acaso a exaltação dessa figura histórica também não traduz uma certa compreensão da história, parcial como qualquer uma? O Dia de Zumbi deve embutir um protesto contra os negros que escravizavam negros dentro dos quilombos? O seu Dia Nacional da Liberdade de Consciência e de Crença não seria, por acaso, um feriado especialmente interessante aos pouco mais de 20% não católicos, em oposição à esmagadora maioria, que é católica?
A universidade pública brasileira não é uma das piores do mundo, na área de humanidades, por acaso. Dona Roseli já tem 53 anos. Ninguém aprende mais nada de relevante a esta altura da vida. Poderíamos estar juntos, contra esse feriado e, por que não?, em defesa do estado leigo. Mas quê!!! A mulher é contra o que ela chama de imposição da maioria porque defende a imposição da minoria. No fundo, ela odeia a democracia que diz defender. E talvez nem mesmo se dê conta disso.
Eu sou contra o feriado. Mas sou ainda mais contra o, por assim dizer, pensamento de Roseli.


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68 Comentários
Ricardo Leite
-31/07/2009 às 20:02
Parabéns pelo ensaio, é bom saber que existe pesssoas atentas a este assunto. O país está caminhando para um lugar perigoso onde “White power ” é considerado racismo mas “Black power” não é , e , o “indian power”? Este não criaram ainda…
Anônimo
-10/04/2007 às 19:53
Caro Reinaldo,
Seu argumento ainda que discutível, encobre um outro, atacar o atacante permite que o esencial do debate fique de fora. O problema é que está se instituindo mais um feriado vinculado a um dado credo religioso. Se o estado laico não é um valor republicano para você, afirme isso e não ataque quem o defende.
fora, picaretas!
-10/04/2007 às 4:14
Mais feriado, Mestre Reinaldo? O brasileiro é suspeito até pra discutir feriado. Mas, justiça seja feita, nem é o país com amior número de feriados não. Se você der uma olhada nas folhinhas de países como o Japão, Estados Unidos, Espanha, Portugal, Guatemala, El Salvador, Filipinas, Malásia etc, vai descobrir que perdemos feio da maioria. Eu fiz questão de colocar na lista países tão distantes no poder aquisitivo da população para ilustrar que NÃO É o número de feriados que influi no status social e financeiro das pessoas.
Vagabundo é vagabundo seja com mais ou com menos feriado. No meu caso particular, tanto faz um feriado a mais, afinal de contas estou apoosentado há tanto tempo que nem sei que dia é hoje, perdi noção de calendário. Eu só me lembro dos feriados mesmo porque são os dias em que meu garoto pode ficar o dia inteiro comigo e posso aprender com ele como é que se faz para adolescer. Logo logo entro na segunda infância mesmo, portanto, quanto mais cedo começar, melhor.
Se para a economia de um país isso não é exatamente um gravame e para a minha satisfação pessoal será sempre um dia a mais pra conviver com a família, que venham mais feriados.
Myrian Elizabeth
-09/04/2007 às 16:41
Cara, sua argumentação é sensacional!
Você é sensacional!
Bernardo Zirpoli
-09/04/2007 às 14:37
Sou contra os feriados católicos de modo geral. Mas, diferente de Roseli, acho que devem ser abolidos todos, independente de me fazer trabalhar mais. Os únicos feriados que o país deveria ter seriam os laicos, institucionais, como o da república ou independência.
Anselmo Carvalho
-09/04/2007 às 13:55
Sou contra feriado. Pelas mesmas razões práticas afirmadas pelo Reinaldo Azevedo.
Concordo e defendo que o Estado pode (e deve) ser laico (para o padrão democrático moderno); mas laico não quer dizer ateu. E as pessoas do Estado (no seu conjunto) não são atéias! Logo, não acho absurdo que o Estado possa garantir um aspecto da liberdade de religião e de culto (como de resto estabelece a Constituição da República) pelo estabelecimento de feriados religiosos. Não vejo, assim, nesse particular (instituição de feriados), o Estado celebrando santos (dado ser laico e as razões religiosas, não lhe serem determinantes morais ou políticas) ou induzindo a isso.
Mas continuo sendo contra a criar mais feriados.
Indago, porém, a d. Roseli, que “forma relevante” é essa de que ela fala, como suficiente para o Estado celebrar pessoas. Se há preocupação sincera com os direitos da minoria, acho que d. Roseli deve ser favorável à CPI do apagão aéreo - embora não ache que isso mereça um feriado nem que ela reconheça seus idealizadores como santos.
Jairo
-09/04/2007 às 13:04
acho que as minorias tem que se acalmar…respeitamos as contribuicões que negros, gays e mulheres(não são maioria?) tem feito ao crescimento da sociedade..mas elas tem que entender que deve se respeitar o coletivo que é o sistema que temos no brasil e no ocidente…
Anônimo
-09/04/2007 às 7:09
Assisti ontem o filme italiano Bom dia,noite que trata da visão de uma esquerdista participante do sequestro e morte de Aldo Moro. A lógica da D. Roseli e seus pares é a mesmo do chefe da celula das Brigadas Vermelhas que executou Aldo Moro em 1978 por ordens superiores simplemente porque o governo italiano não cedeu a chantagem e não libertou comparsas da BV apesar de a opinião pública e parte dos sequestradores serem contra. A morte de uma figura ilustre se justifica como instrumento da causa a que se dedicam. A comemoração do feriado se insere é mais uma etapa na estratégia de “racialização” da população Brasileira entre brancos e negros , com e sem terra, pobres e ricos , como forma de posicionarem defensores dessas maiorias. É uma religião em que o fim justifica os meios
Anônimo
-09/04/2007 às 2:49
Reinaldo..na sua opiniao…essa mulher eh cinica ou completamente louca em seu mundo chupinzento-esquerdista-panfletario-interesseiro?
Por q ela faz isso? Ela eh simplesmente ignorante e acha que trabalha por uma causa justa? Ou eh cinica e interesseira a ponto de mentir e se esconder ciente de que mesquinhamente apenas defende seu proprio bolso?
A minha duvida sobre certos petistas sempre foi essa:Ate que ponto sao loucos e ate que ponto sao cinicos e canalhas? Ate que ponto sao “iniputaveis” e ate que ponto respondem sanamente?
lf
-08/04/2007 às 21:02
Ninguém defende uma besteira desse naipe se não tiver certeza de estar plantando em terreno fértil. A mira é o eleitor incauto, que acredita, ou tem interesse, nisto. Tem eleitor aí pra ser cabresteado. Ah, tem! Bobos somos nós que achamos que ela diz bobagens inconsequëntes, ora essa!
Anônimo
-08/04/2007 às 20:12
Caro reinaldo,eis aqui a treceira e última parte do texto do Leonardo Bruno!Se vc. puder e quiser postá-lo,desde já agradeço,pois o referido texto retrada bem a nossa não tão bem “intelectualidade” brasileira.Vc.e mais alguns pouquíssimos são RARIDADES de se encontrar!Aqui vai a última parte do texto do Leonardo Bruno:”Tal pensamento do professor apedeuta me causou um bom riso, já que o sujeitinho achava que a ignorância acadêmica sobre determinadas obras é sinal de cultura. A outra pérola, do mesmo pseudo-historiador, foi afirmar que Suetônio, o historiador dos “Doze Césares”, seria menos importante do que os estudos modernos a respeito de Roma. Ele acha que a mera intuição burra dele poderia revogar por decreto, talvez uma das maiores relíquias históricas do mundo antigo. A patetice desse argumento é negar a capacidade de avaliar tudo o que já foi estudado dentro de um processo histórico. Quem acha que pode entender algo do Império Romano, sem estudar tudo aquilo que já foi dito sobre ele, não é um historiador, e sim um larápio, que devia ser enquadrado no artigo 171 do Código Penal (estelionato). Que dirá então da filosofia, já que os novos filosofastros das academias acham que revogaram por modismo e popularidade, os grandes pensadores do passado? Quando um leitor escutar que Gramsci é muito bom porque é citado em todas as universidades do mundo, fuja, corra, tape os ouvidos! O canto das sereias acadêmicas pode emburrecê-lo. O jornalista e filósofo Olavo de Carvalho, fazendo trocadilho com a figura do “intelectual coletivo” de Grasmci, batizou toda essa turma de “imbecil coletivo”!
Ademais, intelectual brasileiro é um notório leitor de orelhas de livros. Como ele está acostumado a repetir os modismos do dia, daria um intenso trabalho estudar um Aristóteles, um Santo Tomás de Aquino ou mesmo um Agostinho com profundidade. Aí só resta ler coisinhas bem resumidas, crendo que na Idade Média só havia inquisição e que toda a Europa vivia na Idade das Trevas! É mais patético: ele vai dizer que superou a filosofia de Santo Tomás, ou melhor, a filosofia que ele só leu nas orelhas. Isso quando ele lê.
Aqui neste país, “intelectual” não é alguém de cultura, mas tão somente alguém com algum sucesso perante o público. O que faz um Arnaldo Jabor ou um Luis Fernando Veríssimo serem chamados de “intelectuais”, é justamente o grau de rebaixamento mental a que se chegou esta nação, a prova cabal de um povo iletrado. Que dirá então de Emir Sader, Marilena Chauí e muitos outros, citados como gurus iluminados nas universidades? Caetano Velloso, com suas musiquinhas de platéia da esquerda festiva, junto com Chico Buarque e seus porres, são também considerados “intelectuais”. A atriz Lucélia Santos enchendo a cara de Santo Daime, também é “intelectual”. Enfim, neste país, qualquer estúpido é considerado intelectual. A prova disso é que a escolha de Gilberto Gil como ministro da cultura é a representação pública, oficial e política da falência cultural do pensamento brasileiro.
Se há os esquerdóides, há também os liberalóides. Os liberalóides são em menor número, mais obscuros, e, no entanto, ameaçam fazer sucesso no mercado de febeapás (festival de besteiras que assolam o país). Os liberalóides se auto-denominam “libertários”. Eles se acham inimigos da esquerda porque defendem o livre mercado e são, supostamente, contra o socialismo. Mal sabem que até a esquerda, quando lhe convém, defende o livre mercado (vide Lênin, com a NEP e mesmo a China comunista, com seu famigerado “socialismo de mercado). Todavia, há uma ligação espiritual entre liberalóides e esquerdistas: ambos aprovam casamento gay, aborto, eutanásia, liberação das drogas e outras perversidades, em nome da liberdade humana. Junto a essa militância, há uma feroz hostilidade anti-religiosa. Eles se acham “libertários”, “progressistas”, “liberales”, enquanto os “serviles”, os reacionários que defendem o direito a vida, a valorização da família e a proibição d
Anônimo
-08/04/2007 às 19:53
Caro reinaldo,por gentileza,agora a segunda parte do texto do Leonardo Bruno,para nosso deleite:”Os intelectuais brasileiros querem destruir qualquer sentido elementar de instrução, para reduzir a educação a uma sucessão bestializada de slogans partidários e ideológicos. Basicamente a destruição da educação no Brasil é culpa do Estado e dos próprios intelectuais e professores, idiotizados com chavões marxistas. Um reflexo patético dessa doença foi quando um secretário de educação do Estado de São Paulo, assecla do ex-governador Geraldo Alckmin, recusou a ajuda de uma associação inglesa, especializada no investimento de alunos pobres brilhantes. Para o secretário palerma, incentivar os alunos mais inteligentes seria depreciar os menos aplicados. No final das contas, como estudar mais é motivo de culpa, rejeição e mesmo de reprovação, só nos restará alunos cada vez mais analfabetos e incultos, analisados por questões alheias ao seu desempenho, como raça e classe social. Sinceramente não vale a pena pagar salários maiores para esses educadores e professores vigaristas, metidos a intelectuais! Deviam morrer de fome, de tão indignos que são. . .A razão de o aluno brasileiro médio ser um dos mais burros do mundo é perfeitamente compreensível. Intelectualidade brasileira na educação não presta. É apenas um bando de tagarelas salafrários, que deviam ser presos ou exilados, por estriparem moralmente a consciência dos menores e do povo. Assustadora é a jumentice presunçosa deles, misturada a indignação raivosa e canina. Filósofos de bosta!
Não é por acaso que o Brasil é um dos poucos países, senão o único, que tem uma Igrejinha Positivista do Augusto Comte e onde o marxismo é glamour. Qualquer historiador ou filósofo de quinta categoria, europeu ou norte-americano, tem sucesso no Brasil. A reverência bovina com que um Sartre ou mesmo um Foucault é recebido no país está na mesma proporção da falta de conteúdo sobre o resto. O Muro de Berlim não caiu aqui. Socialismo caiu por culpa do capitalismo. De fato, o comunismo nunca existiu, é apenas um sucesso mal explicado, nas sábias palavras de Jean François Revel! Até espiritismo faz a fama entre os intelectuais, a despeito de toda humanidade ignorar essa doutrina tão soberbamente tola. Aliás, eu conheci o relato de alguns espíritas que ficaram decepcionados, quando chegaram ao famoso cemitério de Père Lachaise, para ver o túmulo de Allan Kardec. O coveiro, o funcionário e mesmo a burocracia do cemitério nunca ouviram falar do tal Kardec. Só no Brasil mesmo pra alguém acreditar que espiritismo é algum tipo de “ciência”, ciência das galinhas pretas na encruzilhada. Aqui se tem uma mórbida ligação com as idéias francesas, pelos “philosophes” de cafés mais idiotas. Atrair-se por intelectuais de bar parece coisa de mulher que gosta de malandro. O brasileiro médio, e, em particular, o intelectual brasileiro, acredita em tudo que é besteira!
O que diverte neste país é a intelectualidade ignorar a cultural clássica antiga e medieval, porque está ultrapassada pelo novo modismo acadêmico. Ainda me lembro de um professor estupidamente idiota, que tinha até mestrado, dizendo que não lia Gilberto Freyre ou Oliveira Lima, porque eram historiografias “ultrapassadas”, ou seja, não lidas no mundo acadêmico. São perfeitamente racionais os motivos de Oliveira Lima, o grande historiador do império, ao doar toda sua vasta biblioteca para o congresso norte-americano: pra que dar valor aos asnos dessa “terra brasílis”, que nunca o lêem?
Anônimo
-08/04/2007 às 19:11
Caro reinaldo,compartilharei um texto do blog do Leonardo Bruno,pertinente ao assunto:”O intelectual brasileiro, esse bichinho de estimação, o nosso gremlin!
Quando ouço alguém falar do intelectual brasileiro, eu tapo o nariz, sentindo o fedor do enxofre e assustado com os chifres, ou melhor, com as orelhas de burro. Ainda reconheço as pegadas do casco no chão. O que ousa se chamar de “intelectualidade brasileira” é mera reprise e modismo das idéias de fora, na prática, resenhistas ruins das academias da França e dos Eua. E pior, resenhas do que há de pior de filosofia nestes países. Em particular, o chamado intelectual brasileiro tem uma séria atração pela morbidez, uma ligação sentimental com o bizarro. Ele nutre um culto doentio pela violência, pelo niilismo e pela vulgaridade de pensamento mais abjeto. Louva modelos políticos fracassados, defende pensamentos econômicos obtusos e eleva ditadores, criminosos e terroristas nas alturas. Ele sonha em cubanizar o Brasil e transformar em qualquer analfabeto funcional esquerdista num ditador. Na realidade, esse pessoal adoraria ser empregadinha doméstica do Partido Comunista Cubano, recebendo polpudos subsídios governamentais, ao mesmo tempo em que não se daria ao trabalho de pensar coisa alguma. De fato, intelectual brasileiro médio não pensa, segue a cartilha de quem paga mais. O PT do presidente Lula é o exemplo mais cabal disso.
Por intermédio da intelectualidade brasileira é que o delinqüente se tornou uma espécie de justiceiro social. Ou seja, se um canalha estuprar a filha do bom moço burguês, é um marginal herói. Se ele esfarelar um garoto no asfalto, o riquinho assassinado é culpado pela violência. Se ele mata um casal de namorados, é porque estes eram felizes e ricos, insensíveis aos problemas sociais dos bandidos, coitadinhos. Luta de classes é modismo intelectual dos enragés chiques deste país. Nem as escolas são poupadas da imbecilidade. Se hoje se legitimou as cotas raciais e de escolas públicas nas universidades, é precisamente porque essa classe imbecil de indivíduos não isenta nem os alunos de seus ódios classistas e racistas. O rico bem sucedido estudioso é um opressor da classe dominante, enquanto o estudante pobre burrinho é um vitimado pelo sistema. A mesma premissa se aplica ao branco inteligente e ao negro burro. Logo, o estudante burro e negro deve ultrapassar o estudante inteligente e branco, porque um é vítima do sistema e outro o opressor. Daí a entender o porquê de uma negra idiota, dita “ministra da igualdade racial”, afirmar que negro discriminando branco não é racismo. O Brasil renuncia a sua mestiçagem histórica, fruto de uma civilidade cultural incomum, para aderir às ideologias estereotipadas do afirmative action norte-americano. Isso está sendo ensinado nas escolas. E ainda essa turba se vangloria de defender a cultura brasileira! Só se for a burrice cultural deste país!”
Márcia
-08/04/2007 às 19:01
Prezado Reinaldo.
Sou doidinha por um feriado. Mas, se é para abolir os feriados religiosos do nosso Estado laico, você se esqueceu de mencionar a Páscoa, “Corpus Christi”, o Carnaval (que não deixa de ser um oba-oba em que se liberam os recalques imediatamente antes do início das severidades da quaresma), o feriado de Nossa Senhora Aparecida, Finados e, finalmente, Natal. Devo ter-me esquecido de outros tantos. Duvido muito que alguém que queira instituir o Dia de Zumbi abra mão do Carnaval!…
Jeremias disse...
-08/04/2007 às 18:02
Reinaldo,
Penso que temos coisas mais importantes a serem discutidas, do que feriado ao santo brasileiro. Para mim deviamos acabar com todos esses feriados de santos, pois nosso pais precisa é de trabalhar, precisa é produzir, precisa é gerar empregos, precisa ter uma saude melhor, precisa é que esses petralhas que nunca trabalharam, ficar ai elucubrando minorias, miscegenação, e otras cositas mas.
Os paises do pós guerra sairam da crise como???? SIMPLESMENTE ESTUDANDO, TRABALHANDO em vez de ficar ai pensando em feriado pra santo. Aliás os petralhas não inventaram o slogan “deixa o home trabalhar”, pois eu digo VÃO TRABALHAR SEUS INCOMPETENTES, em vez de ficar discutindo coisas que não levam a lugar nenhum.
Anônimo
-08/04/2007 às 13:46
Parabéns “rodrigues”,às 7:40PM e “cesar disse…”,às 9:37PM,pelo seu comentário:”Cesar disse…
É surpreendente a quantidade de asneiras que a doutora Roseli diz nesse artigo. A mais comum, besteira que mais se vê pessoas incorrendo, é a confunsão entre laicismo e laicidade. Ela fala em laicidade, para enganar não sei quem, mas o discurso todo é de laicismo ou de uma laicidade às avessas em que qualquer pessoa pode ter um feriado em sua homenagem, exceto quem for considerado santo pela Igreja Católica. O estado deve respeitar a religião do povo, é nisso que consiste a laicidade. Fazer feriados é uma atribuição que o Poder Legislativo tem, quem dera se esse tipo de lei, o feriado do Frei Galvão, fosse a coisa mais grave saída do Congresso.
9:37 PM”
Anônimo
-08/04/2007 às 12:19
Reinaldo,
Nota 10 pra você… mas permita-me uma pequena correção estatística. O último censo estimava que cerca de 73% da população brasileira se declarava católica. Imagino que agora a maioria católica seja aproximadamente 67 a 68% da brasileirada. Só para constar, ok?
Se bem que mais um feriadinho seria ótimo para a devoção pessoal nas praias do país… rsrsrs
Saudações
Anônimo
-08/04/2007 às 10:57
Reinaldo: A mim salta aos olhos que a D. Roseli está louquinha para reinstituir o Dia do “Cer Çupremo”.
Ricardo A. N. Dornelles
mineirin
-08/04/2007 às 8:28
Reinaldo, isto também veio “embrulhado” Folha. Quem é esse Kennedy? É vidente ou assalariado da mídia governamental?
Eu, ein?
“O discurso do comandante da Aeronáutica, Juniti Saito, nas reuniões com seus pares e nas conversas reservadas com jornalistas é muito diferente do que ele adota nos encontros com o presidente. Os comandantes das outras Forças também cantam de galo no seus galinheiros, mas chegam ao Palácio do Planalto e viram gatinhos. Kennedy Alencar”
rodrigues
-08/04/2007 às 7:40
Há que convir, Mestre: num país em que uma suposta intelectual, que consumiu boa parte de sua vida sexualmente ativa se formando pra dizer besteira, dá pra imaginar qual o sistema educacional que está sendo adotado nos tais cursos superiores. Como nunca passei pelos bancos de uma universidade a não ser como visitante numa aula de História do Brasil lá na minha querida Londrina, em que desfilava o professor Jorge Cernev a sua vasta e invejável cultura que até hoje não vi superada, então realmente não sei a quantas anda o bestialógico universitário a não ser de fama. Falam tanto (e tão mal) de uma tal de USP que fico com urticárias só de pensar em sentar ao lado de um barbudinho metido a petralha ou uma daquelas dondocas mal amadas com aparelho nos dentes e hálito de sardinha em conserva e passar o período todo de aulas ouvindo os caras ornejar nos meus ouvidos as benesses do sistema educacional do molusco delirante. Mas pode estar certo de uma coisa: se eu fosse aluno dessa lmabisgóia aí que tanto se jacta de seus parcos e infundados conhecimentos, sairia pela primeira porta que encontrasse aberta para nunca mais sentar numa carteira daquelas. Estudar tanto para perder o tempo discutindo quem vai ser o santo do dia, é ferro. Não vai dar, Mestre, não vou ser universitário nunca, nem honoris causa. Mas… não lhe parece discurso de petralha isso de discutir feriado? Não, né? Petralha não trabalha mesmo, um feriado a mais é sempre uma boa pedida.
pentefino
-08/04/2007 às 4:20
Rei: vc é mau, muito mau. Acabou com a Roseli. Tadinha, tão auto-suficiente, tão laica, que seu sanato de devoção é Zumbi…
Valha-me Deus!
Anônimo
-08/04/2007 às 0:30
Parabéns,”mel”,às 6:59PM,pelo seu comentário,que reproduzirei abaixo:”Mel disse…
Dona Roseli disse as tantas asneira na Folha?
Dona Roseli aprende todas as sandices na USP?
Ah !
A gente entende…
Dona Roseli:
VÁ DORMIR.
6:59 PM “
Anônimo
-08/04/2007 às 0:26
Vestiste a carapuça,”Virgínia”,às 6:59PM?…
Aloha!
-08/04/2007 às 0:02
Aloha, ô Rei…
Duas coisas:
Por mim, como você disse, poderia até ter feriado ao Saci-Pererê que é uma figurinha simpática. O problema é descobrir qual deve sumir, pois concordo que existem feriados demais.
Agora, o cidadão acima aí, o José Maria e Silva vir com esse papo esquerdota ou de dor-de-cotovelo: “Os nossos empresários gostam de lucro fácil e excesso de luxo, como carrões importados etc., mas detestam pagar bem sua mão-de-obra. E ainda querem que ela “vista a camisa” da empresa.”
Tô sentindo que ele gosta de ganhar pouco e andar de carro velho. Será isso?
PelamordeDeus, hein… olha a qualidade da sua audiência caindo! :o))))
Érica
-07/04/2007 às 23:06
Chega a ser hilariante a capacidade que tem os çerezumanos dos Emirados Sáderes de complicar o que não é complicado ao tentar explicar o inexplicável. Conseguem se perder nos labirintos vazios dos seus próprios pensamentos e acabam se embananando todo nos finalmente! Poderiam passar por essa sem pagar esse mico ridículo.
Anônimo
-07/04/2007 às 22:32
Dia do Zumbi…só não sei se no Decreto haverá a necessidades de algum zumbi voltar a vida…sair vagando por aí…
Talvez fosse melhor, num contexto Afro da coisa, o dia de Zulu…ao menos nesse dia poderia o povão desse meu Brasil il il encher a cara de Álcool Zulu 93 graus. Muito mais divertido.
Cris
-07/04/2007 às 22:11
Eu, que sou branquela, produto nacional bruto, faço o que? Comemoro quando? E o japa, meu vizinho? O que dizer do Seu Nassib? E o italiano da banca?E o portuga da padaria? Não vai ter o feriadão o Dia do Imigrante? E o Hans da choperia? Bolas, eles foram e são figuras super especiais na formação e desenvolvimento destipaíz!
Ah, entendi. A gente não conta. A gente é branco. Uhm, então tá. Volto prá new senzala, to indo, não precisa chicotear!
Cris
-07/04/2007 às 22:06
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! E a muié tá mal informada. Ao que eu saiba…no Rio já existe (pasmem, crianças), o feriadão do Dia de Zumbi dos Palmares!
No dia em que eu soube disso, primeiro não acreditei; depois tive um ataque de riso e por fim fiquei P da vida.
Bando de vagabas!
Cesar
-07/04/2007 às 21:37
É surpreendente a quantidade de asneiras que a doutora Roseli diz nesse artigo. A mais comum, besteira que mais se vê pessoas incorrendo, é a confunsão entre laicismo e laicidade. Ela fala em laicidade, para enganar não sei quem, mas o discurso todo é de laicismo ou de uma laicidade às avessas em que qualquer pessoa pode ter um feriado em sua homenagem, exceto quem for considerado santo pela Igreja Católica. O estado deve respeitar a religião do povo, é nisso que consiste a laicidade. Fazer feriados é uma atribuição que o Poder Legislativo tem, quem dera se esse tipo de lei, o feriado do Frei Galvão, fosse a coisa mais grave saída do Congresso.
lupin
-07/04/2007 às 20:47
“Feriados são para celebrar cidadãos exemplares (apenas humanos…)”.
Pergunto: Por acaso existem cidadãos não-humanos?
Anônimo
-07/04/2007 às 19:41
Aqui na roça diriam que essa senhoura não tem é serviço…
t®
Anônimo
-07/04/2007 às 19:30
Oh, Madame Roseli, não encha o saco!
Frei quem?
Zumbi de onde?!!
No máximo, feriados municipais!!!!!
Anônimo
-07/04/2007 às 19:23
Meu Deus, é isso que se encontra na “melhor” universidade do país?
Leticia Braun
-07/04/2007 às 19:10
Eu adoro feriados religiosos: minha cidade fica absolutamente às moscas porque a esmagadora maioria católica vai fazer orações e jejuns no litoral.
José Maria e Silva
-07/04/2007 às 19:08
Caro Reinaldo, eu sou a favor do feriado. Por duas razões: primeiro, porque os santos católicos podem servir de freio para esta nefasta “moral” laica, que está destruindo o Brasil com sua aversão à transcendência (e os evangélicos, sem querer, reforçam essa aversão); segundo, porque o brasileiro ganha extremamente pouco, então é justo que não trabalhe muito. E não adianta trabalhar muito, porque vai continuar ganhando pouco.
Os nossos empresários gostam de lucro fácil e excesso de luxo, como carrões importados etc., mas detestam pagar bem sua mão-de-obra. E ainda querem que ela “vista a camisa” da empresa.
No dia em que as nossas elites (incluindo a elite sindical petista) respeitarem verdadeiramente o trabalho, então, podemos reduzir os feriados. Hoje, sou a favor até de aumentá-los. Vivemos uma escravidão branca: o trabalhador está sendo cada vez mais explorado.
Euvaldo
-07/04/2007 às 19:05
Oh Rei!
tenho 66 aninhos e aprendo todo dia com vossência. Faz isso comigo, não.
Persegonha
-07/04/2007 às 19:04
Zumbi (ou Suequinha para os muito íntimos) poderia servir a dois feriados ao mesmo tempo: o dos afro-brasileiros de raiz e dos gays, caso este entre em pauta…
José Oswaldo
-07/04/2007 às 19:01
Sugiro que se prestigie Frei Galvão, nomeando praças pelo Brasil afora como se fez com Chico Mendes que é comum nas praças de todas as cidades brasileiras que já tiveram o azar de sofrer administração petista.
Persegonha
-07/04/2007 às 19:00
Cinheço muitas pessoas que reclamam de feriado religioso, mas são as primeiras a arrumar as malas do carro! Depois, já bronzeados e cheios de cerveja, começam a dizer que o estado é laico…
Mel
-07/04/2007 às 18:59
Dona Roseli disse as tantas asneira na Folha?
Dona Roseli aprende todas as sandices na USP?
Ah !
A gente entende…
Dona Roseli:
VÁ DORMIR.
virgínia
-07/04/2007 às 18:59
Engraçado que o Caro Reinaldo nunca falou que “ninguém aprende nada de relevante a esta altura da vida” para um homem. Será preconceito contra as mulheres, Caro Reinaldo?
Romane
-07/04/2007 às 18:30
Avêêê, avêêê, ave Maria
Avêêê, avêêê, ave Maria
A 13 de maio na Cova da Iria
No céu aparece a Virgem Maria
marina
-07/04/2007 às 18:19
Reinaldo
recado p/ dona roseli:
não perca seu precioso
tempo c/ uma insignificância destas.
poupe-nos.
Cris
-07/04/2007 às 18:08
O que dizer!? Oh, Frei Galvão, dai-nos paciência! Amém.
Anônimo
-07/04/2007 às 18:04
Pois eu sou a favor do feriado e contra as bobagens de D. Roseli.
Se os brasileiros ganhassem um salário um pouco melhorzinho, só um pouco, haveria razão no incentivo para trabalhar mais. Ocorre que a grande maioria dos sujeitos trabalha de sol a sol, a semana toda, acorda às 4h30 da manhã para tomar a condução, e no fim recebe uma mixaria que varia de 300 a 1000 reais.
Trabalhar tanto pra que?
Aqui só é valorizado quem dança, canta ou joga futebol.
Então é melhor curtir mais um feriado.
Paulo Boccato
-07/04/2007 às 17:55
completando…
…tinha que ser na folha !
Paulo Boccato
-07/04/2007 às 17:53
“…Coalizão de Cidades contra o Racismo, a Discriminação e a Xenofobia.”
“!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!”
…MAS QUE CA***HO QUER DIZER ISTO ????
É UM TAL DE “COLETIVO PARA O NAO SEI DAS QUANTAS” OU “GRUPAMENTO PRÓ-SEI-LÁ-O-QUE”…!!
INCRÍVEL COMO ESTE POVO E ESTA POVA DAS UNIVERSIDADES ARRUMA TÍTULO ,CARGO E $ COMO ‘CONSULTOR’
DE UM MONTE DE TROÇOS QUE NUNCA NINGUEM OUVIU FALAR!!
VIVA A DONA ONU !
PAULO FRANCIS JÁ DIZIA QUE “-A ONU ERA A MAIOR REPARTIÇÃO PUBLICA INTERNACIONAL QUE SE TINHA NOTÍCIA”…E AINDA “-NÃO FOSSE A ONU DAR EMPREGO PARA AQUELES DIPLOMATAS AFRICANOS QUE USAM AQUELES PIJAMAS COLORIDÍSSIMOS ELES AINDA ESTARIAM PENDURADOS NOS BANCOS CENTRAIS DE SEUS PAÍSES!”…
POBRE FRANCIS,ESQUECEU DOS INTELECTUAIS DA USP !!
PATRICIA M.
-07/04/2007 às 17:50
Eita Reinaldao, eu por exemplo sou contra esse dia de zumbi ai. Ja nao tem o tal do dia da consciencia negra? Eu acho que tem que criar o dia da consciencia mulata, o dia da consciencia japa, o dia da consciencia india (ah nao, ja tem dia do indio), o dia da consciencia portuguesa, o dia da consciencia alema, o dia da consciencia italiana, o dia da consciencia polonesa… Ufa, acho que toquei nos povos que foram os grandes contribuidores para esse pais, nao? Esta faltando algum? Entao criem o dia dele tambem, uai!!!! Hahaahahahahhaah, RIDICULO. Vao trabalhar, cambada de vagabundo!!!!!
Anônimo
-07/04/2007 às 17:48
Reinaldo, eu sou ateu e portanto minoria , mas concordo com você quanto ao feriado de Frei Galvão, por razoes unicamente pragmaticas sou contra.
Bem com relação à dona Roseli só pode ser doente mental. O problema, e isto é grave, é que ocupando os cargos que ocupa, acaba influenciando muita gente, principalmente seus alunos o que é preocupante. Além disso temos que pagar impostos para sustentar esse tipo de çerumano, ou melhor que se acha humano e náo consegue aos 53 anos entender a diferença basica entre o que é certo e o que é errado. A principio nao deveriamos nos preocupar com dona Roseli, mas o problema é que ela é uma célula cancerosa disseminando a doença a seu redor.
Anônimo
-07/04/2007 às 17:46
100% contra o feriado!
Por mim, excluiria mais alguns feriados, especialmente o recém criado dia da conciencia negra, tiradentes, repúblia (já tem da independência), Nsa Aparecida, sem menosprezar o dia de cada um, mas sem necessidade de criar mais dias de descanso
Anônimo
-07/04/2007 às 17:41
Estou com vc 100%.
A Usp é uma concentração de intelectualóides de esquerda vivendo a vida de nababos graças a polpudos salários pagos com nossos impostos.
Façam o q dizem mas nao o q fazem!
Anônimo
-07/04/2007 às 17:40
A propósito de Romane (5.22PM):
Dra. Marilena Chauí é uma sumidade nacional: a análise da sua tese sobre Spinoza é um barato. E o seu manual de introdução à filosofia tem páginas impagáveis.
L.
Anônimo
-07/04/2007 às 17:40
Professor,
Sou contra todas as “Roselis” desta, e da outra vida.
Da petralhada quero distância.
Mas o senhor se engana.
Se aprende, sim, e muito, e de relevantíssimo, também após os 53 anos de idade.
Eu tenho 53, daqui a uns meses farei 54, e sigo aprendendo, e coisas relevantes, e inclusive com o senhor, pelo que agradeço.
Mas dessa feita o senhor se equivocou.
Anônimo
-07/04/2007 às 17:39
Pois é…
Alguns “intelectuais” da universidade brasileira pensam que são os donos da verdade e podem sair por aí falando qualquer baboseira.
Anônimo
-07/04/2007 às 17:37
Caro Reinaldo,sou seu leitor ha anos,e o que mais aprecio em suas opinioes politicas,economicas,climaticas,etc,..é o uso da logica .Mas esta lógica vai embora, sempre que o assunto descamba para o lado da igreja católica .Um abraco.Eduardo
Anônimo
-07/04/2007 às 17:28
Em primeiro lugar vai um protesto contra sua frase infeliz:”Ninguém aprende mais nada de relevante a esta altura(53 anos)da vida”.
Pode ser verdade que a maioria das pessoas apodreça lenta ou vertiginosamente após os 50 anos, mas há um sem número de pessoas,e brilhantes,que deram grandes viradas na vida após os 60 anos.Aí falou na sua pena o brutal preconceito dos brasileiros contra os mais velhos(para nordestinos quem tem mais de 30 é “véio”),e os adolescentes que adentram em seu site poderiam dizer o mesmo do
“véio Reinaldo”.Não generalize!
Quanto à petralha da USP,seu objetivo é extirpar toda e qualquer
religião,em primeiríssimo lugar judaísmo e cristianismo,da face da Terra.Para ateus de ego inflado a simples existência de religiões,de manifestações as mais simples do sagrado,são uma ameaça mortal ao frágil equilíbrio psíquico que decorre do ateísmo militante.
sergiolgmorais
-07/04/2007 às 17:24
Doc, estou preocupado comigo. Vou criar uma ONG para me atender. Sou Homem, branco, heterosexual, classe média, pós-graduado, sem ficha na polícia. Não há alguém olhando por mim. Vou abrir uma ONG para os Sem Ong, o Mong! Movimento por Ongs.!!!
Romane
-07/04/2007 às 17:22
Sabe como é, hem?, às vezes aparece o dono de um ou outro filósofo, pensador, sociólogo, historiador, sei lá o que mais na universidade. Quem ousaria disputar a propriedade intelectual de Spinoza com a sra. Marilena Chauí? Já os paleoantropólogos, não sei, não.
Anônimo
-07/04/2007 às 17:21
Aqui, em Salvador/Bahia, existe um lugar chamado Dique do Tororó. Mal comparando, é como se fosse uma lagoa, como a que existe em Brasília, ou no parque do Ibirapuera em Sampa.
Pois, não sei se foi a Prefeitura ou o Governo do estado, resolveu colocar esculturas metálica GIGANTES dos orixás da religião afro. Acho que de um escultor famoso…
Pois, os evangélicos fizeram um protesto (isso, lá se vão anos e anos…), alegando que as esculturas “dos demonios” iam de encontro ao Deus Nosso Senhor…
Acho que neste episódio a sra. Roseli não se manifestou…
Leonardo Diniz
-07/04/2007 às 17:21
Reinaldo,
Você é um herói! Ainda consegue ler essa gente. Eu às vezes tento, mas depois do segundo parágrafo tenho que sair para vomitar.
igor prellwitz
-07/04/2007 às 17:17
Com perdão da palavra, Reinaldo, mas idéias assim rasteiras, como a dessa professora, são a marca registrada dos “intelequitual”´de amplos segmentos da universidade pública brasileira. É só seguir a cronologia, para percebermos que os dessa “catchiguria” estão, em média, na faixa entre 50 e 65 anos. Portanto, fortemente contaminados pelo vírus da esquerdopatia de antes da queda do Muro de Berlim… E na sua maioria, também, contam-se entre os ideólogos da fundação do PT. Mas deixemo-los relegados à utopia bocó da insignificância ideológica a que se destinam as “esquerdas”. Pobres coitados, além de tantas outras baboseiras, eles ainda devem acreditar que o Estado é capaz de produzir burrinhos que defecam moedas de ouro. De manhâ à noite; ininterruptamente; 365 dias por ano…..
Anônimo
-07/04/2007 às 17:10
Não acredito que Dra. Roseli Fishmann seja da área de Humanas. Sua maneira de escrever sabe à Pedagogia longe……….. Cabeça de pedagoga (no feminino mesmo: as mulheres são maioria) e petista dá nesse primor: “Por reconhecerem-se como humanos, compreendem os seres democráticos …”etc. Essa senhora nunca ouviu falar de cultura?
Por outro lado, quem quiser rezar ao novo santo, faça-o em casa ou numa igreja.
L.
Antonio
-07/04/2007 às 17:10
Rei, estava no barbeiro lendo a Falha, e passei por este artigo. Rapaz, você é corajoso…não só leu com comentou…cacildis!!! ”Devia receber uma medalha por bravura em combate.
Um cérebro normal que leia uma @$#$^%^%^% dessas, nunca mais volta ao normal.
Inspirado em Dorothy Parker,
“Sua cultura não é páreo para a bossalidade desta professora.”
Anônimo
-07/04/2007 às 17:07
Vixi…a briga vai ser feia…Esse pessoal que “defende a minoria contra a maioria impositiva”, em geral sofre da “síndrome de RAMBO” (sim, aquele dos filme de Stallone). Adoram travestirem se de heróis incorruptíveis, que no final glorioso vencem as forças do mal…
Ah…Roseli, quem nos dera…
se formos vivenciar com a “minoria”, iremos descobrir que existem “minorias profissionais”, que vivem de explorar essa figura de “minoria”, mas que nada fazem de concreto a favor dessa “minoria”.
E quanto ao “dia santo”, que sejam declarados quantas se queiram. Agora, FERIADOS, SÃO DEFINIDOS QUANTITATIVAMENTE em lei.
ANTONIO CAETANO
-07/04/2007 às 16:59
Acho que vc não entendeu a extensão do argumento: a verdade, é que a Dra. Roseli acredita em Papai Noel.
Anônimo
-07/04/2007 às 16:54
He-he-he-he. Tradução tupiniquim do feriado proposto pela Dra. Roseli Fischmann: Zumbi é a novíssima versão do festejo de l’Etre suprême. A revolução francesa (com minúscula mesmo) tinha pretensões à universalidade, D. Roseli busca o nacionalismo petista. Aposto que é pedagoga.
L.
Anônimo
-07/04/2007 às 16:48
Todos esses feriados católicos, afros ou cívicos agradam-me por um motivo muito individual…não tenho que trabalhar, o resto é lero-lero.