27/01/2012
às 6:53Desabamento no Rio - Por trás da tragédia, erros e negligência
Em O Globo: Negligência. Uma única palavra pode ser o ponto de partida para explicar a tragédia que se abateu sobre o Centro, na quarta-feira à noite, quando três prédios desabaram, matando seis pessoas e deixando seis feridos. Há ainda 20 desaparecidos que mobilizam equipes de resgate no coração da cidade. Mal começa a baixar, a cortina de poeira revela um cenário de destruição, mas também os primeiros indícios de que a lei foi, mais uma vez, ignorada. No Edifício Liberdade, no número 44 da Avenida Treze de Maio, que foi o primeiro a ruir, estavam sendo realizadas duas reformas de grande porte no terceiro e no nono andares, mas nenhuma delas tinha registro no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio (Crea-RJ). A última obra de que se tem notícia por ali é de 2008. “São obras irregulares, com certeza”, disse o presidente da Comissão de Análise e Prevenção de Acidentes do Crea, o engenheiro Luiz Antonio Cosenza. “Já entramos em contato com a empresa para que informe quem eram os engenheiros responsáveis e que obras eram essas.”
Os dois andares em questão eram ocupados pela empresa TO Tecnologia Organizacional. Sem o conhecimento de órgãos técnicos, a empresa só poderia fazer discretas intervenções. Não é o que estaria acontecendo. Há relatos de que quase todas as paredes de um dos andares haviam sido retiradas, o que pode ter sido crucial para o abalo estrutural. Porém, o advogado da TO, Jorge Willians Soares, garante que os serviços executados se limitavam à troca de carpetes antigos e à pintura de paredes. Ele prometeu entregar documentos comprovando sua versão na 5ª DP (Gomes Freire), onde já foi aberto um inquérito. O delegado Alcides Alves de Moura já ouviu o depoimento de seis pessoas, entre testemunhas e donos de imóveis no Edifício Liberdade.
Se o Plano Diretor da Cidade tivesse sido cumprido, a obra no Edifício Liberdade deveria ter sido licenciada pela Secretaria municipal de Urbanismo. Por meio de nota, o município alegou que o artigo 57 do Plano Diretor dispensa a licença prévia quando as reformas não envolvem aumento da área construída. Mas o mesmo artigo da lei prevê exceções: o licenciamento é obrigatório se a obra estiver no entorno de um bem tombado.
O Edifício Liberdade ficava ao lado do Teatro Municipal, tombado pelo Iphan desde 1973. Tão próximo que teve sua bilheteria, num prédio anexo, atingida por destroços. Não bastasse o vizinho mais próximo, ainda ficam nos arredores, que integram o Corredor Cultural do Centro, imóveis igualmente ilustres, como o Palácio Pedro Ernesto, sede da Câmara de Vereadores, o Museu de Belas Artes e a Biblioteca Nacional.
O subsecretário de Patrimônio Cultural, Intervenção Urbana, Arquitetura e Design, Washington Fajardo, tem outro entendimento da legislação. Segundo ele, a lei não pode ser aplicada de forma genérica. “Esse item diz respeito apenas à ambiência no entorno dos prédios, mas não às partes internas de imóveis. Essa sempre foi a regra adotada pela prefeitura. Uma agência bancária que funcionava num dos prédios alterou a fachada e por isso precisou de licença prévia do Patrimônio. Se alguém quiser instalar um letreiro, isso interfere na observação do imóvel tombado e por isso terá que ser analisado”, argumentou Fajardo.
O Iphan preferiu não se manifestar por ser um órgão federal e as licenças de obras serem da alçada da prefeitura. Para o presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio, Sidney Menezes, o grande problema está na própria legislação urbanística. “As regras são confusas e dão margem a interpretações distintas. Realmente há décadas a prefeitura dispensou licenças para reformas. Mas, se existe uma outra interpretação, isso nem é uma questão para os arquitetos. Tem que ser resolvida pelos juristas”, opinou.
Foi decretado luto oficial na cidade do Rio por três dias. Se o pior se confirmar - e não forem encontrados sobreviventes sob os escombros - , terá sido um desabamento tão trágico quanto o pior deles já registrado no Rio. Em 1971, uma falha estrutural levou ao chão 122 metros do Elevado Paulo de Frontin. Na época, 26 pessoas morreram.
(…)
Tags: Rio


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89 Comentários
anticorruptos e anticorruptores
-29/01/2012 às 0:44
“Arthur Silva Filho - 28/01/2012 às 1:29
Prezado Reinaldo
Com referência a um dado no início do seu texto, lembro que o CREA quer dizer Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura, e não Agronomia. Salvo alguma mudança de última hora. (…)”
.
Prezado Arthur, NÃO sou o Reinaldo Azevedo, perdoe minha intromissão.
.
CREA-RJ: Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro ( http://www.crea-rj.org.br )
.
CONFEA: Conselho Federal de Engenharia e Agronomia ( http://www.confea.org.br )
.
CAU: Conselho de Arquitetura e Urbanismo ( http://www.cau.org.br )
.
“Em dezembro de 2010, foi aprovada a Lei 12.378, que cria o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR) e os Conselhos de Arquitetura e Urbanismo Estaduais e do Distrito Federal (CAUs).” ( http://www.crea-rj.org.br/blog/definido-calendario-de-eleicoes-para-o-caubr-e-conselhos-estaduais-de-arquitetura-e-urbanismo )
.
Lei 12.378, de 31/12/2010: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/Lei/L12378.htm
cezar drumond
-28/01/2012 às 7:03
Reinaldo de uma olhada nos clientes da empresa em questão vc vai entender o porque tem BR,Petrobras,Metro,Passareli,
B2W e Brasi http://www.smartsolutionsit.com.br/clientes.asp ….Quer mais justificativa
Arthur Silva Filho
-28/01/2012 às 1:29
Prezado Reinaldo
Com referência a um dado no início do seu texto, lembro que o CREA quer dizer Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura, e não Agronomia. Salvo alguma mudança de última hora.
Bom, você traduziu na narração do episódio, não apenas o descaso com a construção civil neste infeliz estado do RJ.
Esse desleixo moral das autoridades ocorre desde os governos Brizola (2 anos ), Garotinho ( 3 anos = 2 dele + 1 da Rosinha )e recentemente, Sérgio Cabral.
Com esse último, faço uma referência à semelhança daquela personagem do filme ” Jovem Frankstein”, Frau Blucher ( ou Bluhel ) quando pronunciado seu nome, os cavalos relinchavam como apavorados com sua “fama “.
Por fim, faço o mesmo quando pronunciamos o nome desses políticos canalhas cariocas.
Cil
-28/01/2012 às 1:20
Reportagem interessante publicada no Christian Science Monitor falando não só do desabamento no Rio. Gosto particularmente do final, quando se diz que o grandeur da cidade pode ficar no reino da ilusão. E haja maquiagem…
http://www.csmonitor.com/World/Americas/Latin-America-Monitor/2012/0127/Rio-building-collapse-where-is-the-oversight
Anônimo
-28/01/2012 às 0:38
Negligência? Saques?? Aqui no Rio??? Que estranho!!
Infelizmente dessa vez os eXpertos causaram muitas mortes…na maioria das vezes causam males não tão extremos aos outros, como tentar passar os outros pra tráz, desrespeitar, maltratar e por ai vai…
Anônimo
-27/01/2012 às 21:47
Hoje num jornal de tv nunca vi tanta besteira esse prédio que caiu pelas explicações de um engenheiro que os pilarares eram externo portanto poderia tirar toda a alvenariaque o esqueleto ficari em pé .Portanto, mostra que houve exesso de carga por metro quadrado em um determinado ponto levando a ruptura de uma das lajes .causando um castelo de cartas de baralho.
As janelas aberta não fazen parte da estrutura e sim da alvenaria de vedação.
Draged
-27/01/2012 às 21:30
Alguns estão omissos por causa do uso descontrolado do subsolo da cidade e seus efeitos colaterais nas estruturas das construções no seu traçado.O quê provocou os abalos na estrutura do Teatro Municipal? O que justifica o subsolo “desconhecido” no prédio que desabou? Procurem o noticiário da década de 70.
carlos
-27/01/2012 às 21:09
nao conheço o Rio de janeiro, mais como brasileiro que sou, tenho um carinho e reipeito pela cidade, como eleitor pesso humildimente a todos os eleitores do Rio vote contra esse governdor, e prefeito pois esses dois so atraem desgraças sao uns pararraio sao nuitos negativos nos ultimos anos so coisas ruim no estado e na cidade maravilhosa dao logo um fim nesses politicos
Sergio Morais
-27/01/2012 às 20:21
Boa Noite, estamos falando, mais uma vez, de uma tragédia anunciada, termo que virou tradiocional.
A culpa é do carioca e do famoso jeitinho brasileiro! Como na explosão de um restaurante recentemente, fato que ocorreu uma ideia de algum espertinho para tentar ganhar um dinheirinho ao invés de fazer a coisa certa. Não há como, no mundo, o governo tratar de todos os acontecimentos, sem a sociedade ter sua dose de responsabilidade. A culpa é do povo!
Valdir
-27/01/2012 às 20:12
Sr Moderador, obrigado! Peço desculpas.
anticorruptos e anticorruptores
-27/01/2012 às 20:12
“Elah - 27/01/2012 às 12:10
Além da tragédia em si, a pobreza de espírito humana ainda me assusta: alguns garis, alguns bombeiros, e alguns da defesa civil estão saqueando o que se retira dos escombros!”
.
“medodissotudo - 27/01/2012 às 12:36
Os nosso “heróis” estão saqueando o que se pode aproveitar nos escombros.”
.
Elah e medodissotudo, na minha opinião (opinião!!), é improvável que esteja havendo saque diante de todas as pessoas - curiosos, repórteres, jornalistas etc. - que, com certeza, estão presenciando os trabalhos de remoção dos escombros.
.
Notícia de hoje:
“(…) Em relação às denúncias nas redes sociais de saque aos objetos encontrados nos escombros, Simões foi firme ao defender os bombeiros.
- Isso é um absurdo! Nesse momento de tristeza, as pessoas pensarem que estão sendo retirada uma ou outra peça. Hoje foram retirados sete cofres do banco Itaú, que foram entregues a Polícia Militar, além dos caixas eletrônicos.(…)”
( http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/vitimas-do-desabamento-tentaram-fugir-diz-comandante-do-corpo-de-bombeiros-20120127.html )
anticorruptos e anticorruptores
-27/01/2012 às 19:18
Barata cascuda, viciada em Reinaldoxx:
“felipe - 27/01/2012 às 12:25″
anticorruptos e anticorruptores
-27/01/2012 às 19:17
“Anônimo - 27/01/2012 às 14:50
cARO rEINALDO,
Enquanto isso mais uma vez o governador Sergio Cabral não compareceu ao local da tragédia, como devem fazer os governantes dignos desse nome, totalmente omisso manifestou-se por entrevista.
Deveria estar sonhando com Paris ou Nova Iorque enqunto pessoas inocentes eram vitimadas pela tragédia anunciada pois como disse o”
.
Caro anônimo, não sou o Reinaldo, perdoe minha intromissão.
.
No blog do jornalista Ricardo Noblat:
.
“(…) Por pouco, muito pouco mesmo uma nova tragédia no Rio de Janeiro não pegou o governador Sérgio Cabral fora do Estado. Ou em lugar incerto e não sabido.
.
Cabral voou para Paris pela TAM no último dia 19. E voltou no dia 24 - também pela TAM. (…)”
( http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2012/01/26/cabral-chegou-de-paris-na-vespera-da-tragedia-428337.asp )
Angela Zb
-27/01/2012 às 18:56
Agora que os predios ruiram, nada mais pode ser comprovado, a não ser que hajam fotos dessas reformas. Acréscimo de área não poderia haver, já que o edificio estava limitado às suas paredes externas. Mas, como era um edificio muito antigo (70 anos de construção), algum proprietário pode até ter construido um mezzanino, pois o pé direito (altura do piso ao teto) nessas construções pode chegar a até 3 metros de altura.
R.Rinaldi
-27/01/2012 às 18:01
Em tempo : cerca de 72 anos o tempo dessa estrutura.
R.Rinaldi
-27/01/2012 às 18:00
Dois comentários :
1-) Corretos e ponderados os comentários do Sr. Gilson e Olegário Monte. Somos uma equipe de engenheiros e só acrescentariamos ao que foi dito por eles que o formato do prédio maior de 18 ou 19 pavimentos, supostamente o que colapsou primeiro causando o esmagamento dos outros dois, também é relevante no caso em questão. Um prédio alto e de base estreita tende a ter uma estrutura mais “instável”, do que um largo e baixo.
Saliento a data, se correta, dessa construção : 1940. Essa estrutura tinha cerca de 62 anos. Se é correta a informação de que não havia pilares intermediários, tratando-se de uma laje nervurada, aí sim o efeito do tempo, das pequenas infiltrações, maresia,pequenas reformas que “traumatizam a estrutura” ao longo de tantos anos pode ter encontrado um momento de ” gota d´água”.
Estruturas, como pessoas podem receber desaforos por muito tempo, mas não por todo o tempo.
Segundo aspecto a ser comentado é : reconhecer que não sabemos, neste caso, o que houve e o que causou o colapso desse edifício ainda. Cabe observar, investigar. E saliento a passagem do Gilson que diz que muitos desses Creas da vida, só aparecem pra cobrar taxa e na hora da ” m…” Eles tem um papel pedagógico e informativo que não cumprem, mais um cartório da cultura do jeito, da pendura e da culpa…
Lamentável o comentário do cara do Crea na TV, dizendo que não tinha “plaquinha” de obra, nem caçamba.
Por fim, respeito a essa hora de luto. Depois se possível tentar aprender…
O'Geid
-27/01/2012 às 17:28
No Jornal Globo News foi noticiado que a Presidente Dilma, em virtude do desabamento dos prédios no Rio de Janeiro, cancelou a visita que tinha agendada àquela cidade.
Eu não entendi nada!!! Não era justamente hora de ela ir para lá?!?! Perdi alguma coisa?!
Outra coisa: embora ninguém cite esta hipótese, portanto imagino que esteja completamente afastada, mas não custa perguntar… O desabamento não pode ter relação com erros na construção de algum ramal de metrô por baixo do prédio?
Valdir
-27/01/2012 às 17:26
Fiz uma crítica coerente e o comentário foi bloqueado,absurdo!
MODERADOR EXPLICA: Seu comentário foi publicado à 1h40. Às vezes, há alguma demora na moderação, pelo excesso de comentários.
DIZ
-27/01/2012 às 17:12
Notícia no Rio de Janeiro.Sérgio Cabral é comparado ao capitão que abandonou navio.Vada a bordo,cazzo”!…Copiou o Lula nas tragedias.
fan_do_cara
-27/01/2012 às 16:58
O que causou o desabamento de três edifícios no Rio de Janeiro?
Suspeito que a causa verdadeira não tenha nada a ver com as reformas que estavam sendo realizadas em um dos edifícios. Essa explicação simplória que a imprensa está veiculando, de que a tragédia foi causa pela incompetência de alguns pedreiros ignorantes, pode estar escondendo algo muito mais aterrador.
Alguns pontos que merecem uma consideração cuidadosa:
Desabamento simultâneo
———————–
Entre os dois edifícios de maior porte havia um sobrado. Ou seja, os edifícios estavam separados por uma distância razoável, o que torna difícil de acreditar que a queda de um dois edifícios grandes possa ter causado um efeito dominó.
Período de chuvas intensas
————————–
A infiltração de água, além de reduzir a resistência do solo, produz freqüentemente bolsões e cavernas subterrâneos. Por isso, nesta época do ano é comum o afundamento de ruas, estradas.
Caso haja se formado um bolsão suficientemente grande debaixo dos edifícios, isso explicaria o colapso simultâneo das três construções.
Região de alagado
—————–
Os prédios foram construídos num terreno que era originalmente um alagado, ou seja, ou seja, numa região naturalmente vulnerável à ação das águas.
Linha de metrô sob o terreno
—————————-
A passagem de uma linha de metrô sob os edifícios é um fator cuja importância não deve ser menosprezada. Logo depois do desabamento, muitas pessoas sentiram forte cheiro de queimado na estação de metrô que fica mais próxima do local dos prédios que desabaram. O que significa? Significa que há alguma passagem de ar (e água) entre o terreno dos edifícios e a linha de metrô. Uma passagem da água fluvial despercebida pode ser uma coisa extremamente perigosa. Com a passagem do tempo, o fluxo de água poderia ter formado cavernas e bolsões sob os edifícios, levando-os eventualmente ao colapso.
Considerações finais
———————
Caso o colapso dos edifícios tenha sido causado por formação de bolsões e cavernas, devido ao fluxo de água fluvial entre a superfície e a linha de metrô, isso coloca dúvidas sobre a segurança centenas de edifícios da cidade do Rio de Janeiro outras cidades do Brasil. Aliás, não faz muito tempo que houve um desabamento de grandes proporções na construção do metrô de São Paulo. Esse desabamento ocorreu também numa época de chuvas intensas, e num terreno que era originalmente um alagado (margens do Rio Pinheiro). Caso as causas desses desabamentos não sejam devidamente equacionadas, novas tragédias, talvez ainda maiores, possam vir a acontecer.
PETRALHA HONESTO( MIRAGEM)
-27/01/2012 às 16:46
Muita gente viu , fotografou e a prefeitura não viu..O povo precisa aprender a denunciar…
Janelas fora do padrão evidenciam obra irregular em prédio que caiu
Leitores que fotografaram edifícios levantam suspeitas sobre causas da tragédia no Centro
O Globo, com os leitores Ney Limonge e Geuvan Passos
Publicado:
27/01/12 - 11h27
Atualizado:
27/01/12 - 12h21
Comentários: 28 Envios por mail: 4
Intervenções na parede lateral de um dos prédios da Treze de Maio pode ter favorecido desabamento, segundo leitor
RIO - A abertura de janelas na lateral de um dos prédios que desabaram no Centro do Rio na noite desta quarta-feira alimenta a tese de que obras irregulares teriam provocado a tragédia que, até o momento, matou sete pessoas. Segundo leitores que fotografaram a região recentemente, as janelas - fora do padrão original da edificação - evidenciam que reformas foram feitas à margem dos órgãos fiscalizadores, como o Crea-RJ.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/eu-
Carlos Alberto Ramires
-27/01/2012 às 16:18
Reinaldo, vc conhece algum órgão público que funcione bem no Brasil? Existem milhares de prédios e marquizes prestes a cair nesse pais. Vão continuar caindo e nenhum fiscal será responsabilizado.
cuidado com a patrulha
-27/01/2012 às 16:11
Duplipensar:
Segundo a dona Doida, a limítrofe é:”Derrubamento” e não
Desabamento.
brasileiro preocupado
-27/01/2012 às 16:10
Reinaldo, Boa tarde, o Rio de Janeiro tem a natureza privilegiada; e só; lembro que não faz muito tempo desabaram outros edificios, se me lembro a contrutora pertencia a um Deputado Federal, eleito pelo voto popular; estranho é que a imprensa esqueceu de vez; tem alguem pagando para não divulgar; do RJ e Nordeste so´vem noticia braba, ou estou discriminando os irmãos que lá vivem; acabamos de ver o Diretor do DNOCS partindo por corrupção,será que vai devolver a grana ? … abs
Joãp
-27/01/2012 às 16:04
Reinaldo,
Tudo que acontece em São Paulo tem o MP investigando e a imprensa repercutindo, ampliando e as vezes distorcendo.
No Rio acaba de acontecer uma tragédia e me deparo com
o total silencio do MP. Por que sera?
BOB
-27/01/2012 às 15:59
Se tivesse acontecido em São Paulo a petralhada já estaria furiosa nas ruas, exigindo as cabeças do prefeito e do governador. Mas como aconteceu no Rio… então, deixa pra lá.
Carlos Campos
-27/01/2012 às 15:17
Nesta matéria faltaram a fonte e o nome do repórter, não?
MODERADOR AGRADECE O AVISO: a matéria é de O Globo e não é assinada.
Anônimo
-27/01/2012 às 14:50
cARO rEINALDO,
Enquanto isso mais uma vez o governador Sergio Cabral não compareceu ao local da tragédia, como devem fazer os governantes dignos desse nome, totalmente omisso manifestou-se por entrevista.
Deveria estar sonhando com Paris ou Nova Iorque enqunto pessoas inocentes eram vitimadas pela tragédia anunciada pois como disse o
jorgconforte@hotmail.com
-27/01/2012 às 14:20
Gostaria de saber qual a necessidade do CREA. Estes caras não fiscalizam nada. A única coisa que lhes interessa é cobrar a mensalidade para os engenheiros exercerem suas atividades. Quando os boeiros começaram a explodir, eles apareceram para emitir opiniões. Gostaria de saber por que pagar estes conselhos regionais, se obrigado a se sindicalizar. Pobre deste país que que precisa destes conselhos.
Angela
-27/01/2012 às 14:17
Foi uma tragédia, mas se fosse em São Paulo, já teriam achado os culpados:Kassab e Alkmin, e a imprensa de modo geral já estaria condenando os mesmos.
leonardo
-27/01/2012 às 13:52
Tem hora para tudo, numa noticia em que uma imprudencia causou morte de vidas humanas não é local para regionalismos e política, as pessoas que leem esse blog sao inteligentes os suficiente para isso, vamos respeitar as vidas perdidas e tentar descobrir as causas da tragedia para q nao se repita em lugar nenhum. Obrigado pela atencao
Valdir
-27/01/2012 às 13:40
Como prefeitura ou governo do estado podem controlar uma obra irregular dentro de um prédio, sem uma denuncia? Quantas podem estar sendo feitas agora em SP,MG,PE,DF,etc…? É preciso separar a NOSSA luta política de fatos como esses. Obviamente não é o descaso com a região serrana, quando a gerentona foi à serra fluminense de galochas até os joelhos e prometeu casas e um projeto de infraestrutura para a região. Acho que cobrança ao poder publico são aplicáveis neste caso e nos casos das obras do Metrô de SP e do Rodoanel… O que acham?
André Luis Torres
-27/01/2012 às 13:39
Perdoem-me se diante de tamanho e bizarro crime contra a sociedade nada irei especificamente comentar, não por falta de conteúdo e fatos amplamente endossados por diversas e inatacáveis provas documentais, fotográficas e etc. amealhadas por quase 05 anos sobre o tema ora em voga e assuntos correlatos. O que realmente acontece no âmbito da PCRJ sobre a elaboração de Leis urbanísticas e liberação de obras no Município do Rio de Janeiro, estou como cidadão e vítima pronto a denunciar, são ilegalidades e absurdos que por traz dos balcões e gabinetes da Prefeitura do Rio estampam o tamanho do desmando e má-fé que hoje, incrivelmente mais do que antes, infestam diversas áreas do poder público municipal, um submundo cuja seriedade e solidez das denúncias que tenho a fazer muito irão esclarecer sobre o escandaloso comportamento da PCRJ, especialmente da SMU, quanto a maquiavélica conduta de políticos e Secretários que tal qual na época da ditadura iludem e conduzem grande parte da sociedade para o buraco, assim como faz o traficante com o viciado, pois o “ópio do povo” neste caso gera uma onda que facilita toda maquiagem urbana e obras faraônicas que estão a tomar esta cidade, muitas delas desnecessárias, pelo menos para quem não pretende engordar aquela conta bancária no estrangeiro ou abastecer o saco sem fundo dos caixas de campanhas políticas, ambos tradicionalmente nutridos pelas grandes construtoras e mega empresários listados na Forbes. Tais fatos todos nós sabemos que são apenas a ponta do iceberg, o qual fura os olhos mais aguçados e menos comprometidos ante tamanha e vergonhosa situação, iceberg este que lembramos poder ainda causar o afundamento de muito iate que flutua nesse mar de lama em que o Rio de Janeiro tem se transformado nos últimos anos. Estou pronto, disposto e determinado a expor a minha parcela de conhecimento e experiência sobre os fatos aqui resumidamente abordados. Desejo primeiro propor à Revista Veja um encontro para que minhas denúncias envolvendo a PCRJ, a SMU, a SMAC e inclusive a CDRJ sejam devidamente avaliadas, por fim, reforço que estou determinado a denunciar o brutal descalabro que até o momento tem dominado o Rio de Janeiro sob uma névoa que entorpece e afeta as mentes menos preocupadas com a galopante corrupção e mais atentas, infelizmente, à Copa do Mundo e às Olimpíadas, será que foi assim na Grécia??? A triste e incontestável verdade é que nenhum obstáculo sensato, lógico e sério até o presente momento foi interposto contra este verdadeiro surto de doping social e cultural que somado à dengue e outros males hoje acometem boa parte da população da cidade maravilhosa, porém, nada pode desculpar a suicida e fatal inércia que até o momento tem sido adotada por setores da imprensa nacional, ao contrário do que vejo diariamente em vários noticiários internacionais da Alemanha, Espanha, França, Inglaterra, Portugal e outros, realidade que sinceramente me envergonha como brasileiro.
GamoR1
-27/01/2012 às 13:35
Imaginem se tivesse acontecido essa tragédia na cidade de São Paulo. Já estaria em ação O Movimento Reação Desabados, em frente ao Palácio do Governo.
Alguém dúvida?
Meninos eu vi!
Brasil, Terra da "Democracia Do Agora"
-27/01/2012 às 13:34
Normas existem. Os municípios têm “Lei Orgânica” e “Código de Obras”. Existem o CREA e o novel CAU com poderes e recursos para orientar e fiscalizar obras e urbanismo. Os cidadãos sabem que existem Leis e Normas - porém, seja por “pão-durismo”, ganância, ou falta de recursos, dão um jeitinho e… “tudo resolvido”!
¨
Em muitas cidades o “esquema funciona”, assim: Fiscalização fecha os olhos, as pessoas constroem de forma irregular, depois os vereadores e o prefeito aprovam uma Lei permitindo a Regularização de Imóveis e válida durante curto período, os proprietários de imóveis construídos ou reformados irregularmente agradecem. Votos são garantidos. E as conseqüências?…
¨
Terra Brasil, lindas paisagens naturais, algumas fachadas bonitas, praças, coretos, discursos, bandas, festas populares. Futebol, em fevereiro tem carnaval. Cervejas e churrascos nas lajes dos ricos e dos pobres. Isso é “DEMOCRACIA DO AGORA” e, se alguma coisa trágica acontece, “choramos” o defunto e… “tudo resolvido”!
Sérgio Ramos
-27/01/2012 às 13:23
Prezado Reinaldo
Se tenho alguma obrigação pessoal diária para leitura é o seu blog. Concordo com você sobre notícias baseadas em relatos. Entretanto, encontro neste post o seguinte: “Há relatos de que quase todas as paredes de um dos andares haviam sido retiradas, o que pode ter sido crucial para o abalo estrutural.”. Aí vem a pergunta: qual a diferença na utilização deste tipo de argumento no seu post e nos demais, que você critica corretamente?
RONALDE
-27/01/2012 às 13:19
Meu comentário tem a ver com o descaso ou algum outro “jeitinho” acontecido quando da aprovação pela Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro dos projetos das construções dos edifícios que ruiram. Esses edifícios ficam a menos de 50m do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, inaugurado em 1909. O IPHAM,órgão responsável pela preservação de edificações de relevante importância histórica ou arquitetônica não impediu à época que aquelas construções fossem executadas, lembrando que o IPHAM foi criado em 1937.
Andre
-27/01/2012 às 12:46
DESABAMENTO DE PRÉDIOS E ENCOSTAS, ENCHENTES CATASTRÓFICAS, DESCARRILAMENTO DE BONDES, EXPLOSÕES DE BUEIROS, ACIDENTES RODOVIÁRIOS POR MÁ CONSERVAÇÃO DAS ESTRADAS, VAZAMENTOS MARÍTIMOS DE PETRÓLEO ……. ESTAS TRAGÉDIAS QUE SE MULTIPLICAM EM NOSSO PAÍS, SÃO REFLEXOS DO MODELO DE GESTÃO LULLODILLMOPETRALHOPATA QUE SE INSTALOU NO PAÍS……. GOVERNANTES CORRUPTOS, INEPTOS, IRRESPONSÁVEIS, BANDALHEIROS, INCOMPETENTES…… E QUE NÃO AGEM PREVENTIVAMENTE, NÃO FISCALIZAM, NÃO CONSERVAM E NÃO SE IMPORTAM COM A DESGRAÇA ALHEIA….. APENAS COM SEU CRIMINOSO ENRIQUECIMENTO…. E O POVO QUE SE DANE! AS MESMAS PROPINAS QUE RECEBEM OS FISCAIS DE UMA PREFEITURA PARA FAZER VISTAS GROSSAS A UMA OBRA IRREGULAR, TAMBÉM RECEBEM OS BANDIDOS PETRALHAS E ALIADOS NO TOPO DOS MINISTÉRIOS, AGÊNCIAS REGULADORAS, FISCALIZADORAS E ESTATAIS! E O BRAZIÚ PETRALHA VAI ASSIM CAMINHANDO PARA O FUNDO DO POÇO! ACORDEM, BRASILEIROS! ENQUANTO HOUVER TEMPO!
francisco vasconcelos chaves
-27/01/2012 às 12:46
O Prefeito e o Governador do Rio devem está sorrindo à toa. Mais uma tragédia, mas verba para ser usada sem licitação. No japão há alguns anos (ou no ano passado) teve um terremoto que praticamente devastou o país. Em uma semana pontes e estradas estavam reconstruídas. No Rio de Janeiro, embora o Governo Federal tenha liberados milhoes de reais no ano passado para a recuperação das cidades atingidas pelas chuvas torrenciais no ano passado, até hoje praticamente nada foi reconstruído. E o dinheiro??? Devem estar em mãos de algumas construtoras de amigos dos governantes. Eita país sem lei….
Rodolfo
-27/01/2012 às 12:42
E toda vez que o Sérgio Cabral viaja para o exterior, alguma tragédia acontece no Rio de Janeiro! É impressionante!
Cris Rocha Azevedo
-27/01/2012 às 12:42
Colega Olegário Monte - 27/01/2012 às 10:33
Você explicaria o “arrasto” dos outros 2 prédios? Considere que, entre os dois maiores, havia um bem menor.
Não consigo engolir falha estrutural de UM dos prédios, ter causado “arrasto” de outros dois. Integralmente!
RONALDE
-27/01/2012 às 12:41
Vou colocar uma colherzinha nessa farofa. Com certeza, algum pilar (ou coluna como dizem) do edifício foi abalado, ou demolido, fazendo ruir o resto da estrutura. Não há outra explicação para a ruina do prédio.
Fora a falha de quem estava realizando a obra sem acompanhamento de engenheiro, a culpa cabe exclusivamente ao síndico que não exigiu licença da prefeitura para uma obra de grande porte que é a demolição de construção.Em qualquer edifício o síndico tem que autorizar a realização de reformas.
Célio
-27/01/2012 às 12:41
AVISO AOS NAVEGANTES, DIGO, AOS REFORMADORES DE UNIDADES CONDOMINIAIS.
1. O acúmulo de entulho (peso) em determinadas lajes, durante a reforma duma unidade condominial, pode provocar o rompimento de lajes, com efeito cascata em toda a estrutura.
2. Ao contrário do que muitos profissionais do ramo de construção imaginam, a simples retirada das alvenarias de uma unidade condominial provoca alterações no comportamento da estrutura do edifício, p.ex., os momentos fletores nos vãos de algumas vigas aumentam quando são retiradas alvenarias nos vãos adjacentes delas.
3. a execução de um único furo para a passagem de tubulações em um ponto crucial de uma viga pode provocar uma ruptura da viga com efeito dominó, em certas circunstâncias.
4. A mera troca de revestimentos de paredes, tal como a colocação de granito pode aumentar substancialmente a carga nas vigas de apoio delas: não raro paredes de 15 cm de espessura passam a ter 25 cm, dobrando o peso da alvenaria sobre a viga, em razão da maior densidade do granito.
5. Em muitos edifícios, as alvenarias contribuem na resistência dos pilares à flambagem, conquanto isto não deva ser considerado no cálculo estrutural.
CONCLUSÃO: É uma estupidez absolutamente inaceitável admitir a dispensa da licença prévia quando as reformas não envolvem aumento da área construída, consoante determina esse artigo 57 do Plano Diretor.
Cris Rocha Azevedo
-27/01/2012 às 12:39
Não engoli direito esta “explicação”. Paredes não são - ou não devem ser -elementos estruturais. Não, Rei. O buraco é mais embaixo. Foram TRES prédios. O do meio era pequeno. Não faria sentido o TERCEIRO ter sido “arrastado”.
Tem muito chute e pouca informação.
medodissotudo
-27/01/2012 às 12:36
Os nosso “heróis” estão saqueando o que se pode aproveitar nos escombros.
Anônimo
-27/01/2012 às 12:33
TAMBÉM SOU ENG.ESTA CERTO QUEM FALOU SOBRE A IMPRUDECIA DE SE ALTERAR A ESTRUTURA .GRANDE PARTES DOS CÁLCULOS MAIS SOTISFICADO ERAM FEITOS PELAS NOMAR ALEMÃES “DIN” E CÁLCULOS FEITO PELOS MÉTODOS DE “CROSS “PARA DIMENCIONAR OS MOMENTOS ESTRUTURAIS SEMPRE COM UM COEFICIETE DE SEGURAÇA SUPERIOR O QUE NÃO PERMITE AS MODIFICAÇÕES SEM NOVOS CALCULOS PARA TER ALTERAÇÕES
felipe
-27/01/2012 às 12:25
REINALDOXX!!!
Marcelo - Vítima da Bancoop
-27/01/2012 às 12:13
Imaginem se o desabamento tivesse acontecido em horário normal de expediente?
Elah
-27/01/2012 às 12:10
Além da tragédia em si, a pobreza de espírito humana ainda me assusta: alguns garis, alguns bombeiros, e alguns da defesa civil estão saqueando o que se retira dos escombros!
Marcus Meyer
-27/01/2012 às 12:06
Não Rei, esta coisa de negligência ou incompetência se restringe a acidentes ocorridos em locais governados pela oposição, em especial, em São Paulo! Aqui, se ocorresse algo desta magnitude já haveriam passeatas condenatórias ao prefeito e ao governador, já surgiriam, nos telejornais, “entendidos” insinuando responsabilidade das empreiteiras que construíram a linha do metrô, que economizaram na proteção dos edifícios para lucrarem mais. Mas como foi no Rio, vi ontem uma apresentadora da Globo News usar a expressão: “Está sendo uma oportunidade para a cidade testar a sua estrutura de emergência visando a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Isto sim é uma Olim-Piada de péssimo gosto!
SAM57
-27/01/2012 às 11:59
CENÁRIO DA TRAGÉDIA:
o prédio maior seria o DINHEIRO DO POVO o intermediário seria o AS OLIMPIADAS
e o de menor tamanho o COPA FIFA DE FUTEBOL. Na paisagem o povo brasileiro e a TERRA BRASIL
CONCLUSÃO DA TRAGÉDIA:
Ao final de todas as CPI’S, inquéritos, diligências, auditagens, pareceres e demais artefatos desta investigação,
concluímos que nenhuma lei natural, legal ou mesmo malfeito, foi infringida.
NÃO ESCUTO, NÃO VEJO E NÃO FALO
Mairalur
-27/01/2012 às 11:53
Parece que está sendo aventada a hipótese de a obra do metrô ter alguma responsabilidade no desabamento. Ah, se tivesse sido aqui, em São Paulo!!
elias jorge
-27/01/2012 às 11:49
Mês que vem estará tudo esquecido. Teremos carnaval, samba, cocaína e bunda lelê.
O Rio de Janeiro ainda vai demorar muito tempo até superar suas mazelas alimentadas pela sua própria forma de viver. Eles terão que dar um basta à inversão de valores que permeia a sociedade carioca. Demorará mas terá de acontecer
YYX
-27/01/2012 às 11:48
O que comentar sobre o Rio? No máximo que é a tal “tragedy of the commons” operando a olhos vistos. Dá, no entanto, pra tentar prever alguma coisa. Se a “tragedy of the commons” estiver mesmo comendo solta, como parece, eu acho que tudo no Rio deve cair num prazo de 100 anos.
Pinga
-27/01/2012 às 11:31
Sou eng. E afirmo que um prédio consolidado de anos só cai por interferência na sua estrutura
modificando sua estabilidade o resto é conversa fiada .Sendo antigo ele o prédio deveria ser super dimensionado ,não havia economia de ferragens e no dimensionamento de sua estrutura nos seu cálculos .PORTANTO DEU NO QUE DEU
carlos amendola
-27/01/2012 às 11:24
E o prefeitinho que gosta de fazer piadinhas com paulistas? Ele e sua turma são responsáveis pela fiscalização. Ou isso só vale pra São Paulo?
Jacqueline
-27/01/2012 às 11:20
Aqui na Bahia, as ruínas do centro histórico de Salvador também ameaçam a integridade física dos transeuntes. No ano passado, dois desmoronamentos foram registrados. Um estragou o veículo de um sortudo que acabara de deixar o local e o outro matou uma pessoa na Soledade. O Iphan, impassível, não deixa mexer nos esc..ops. nos edifícios porque estão tombados.Ô Reinaldo você me explica por que tombar edifícios que já são ruínas? Por que dificultar mais ainda uma manutenção que já é complexa? Será que eu sou maldosa ou tem algo por trás disso? Não entendo mesmo.
Danilo
-27/01/2012 às 11:04
Como não tinha caçamba na rua o entulho estava acumulado no
próprio andar. Houve falha na estocagem deste material que possivelmente foi colocado perto de um pilar que não estava calculado para receber este peso adicional.
oswaldo ribeiro
-27/01/2012 às 11:00
LUGARES PARA SE CONHECER E SE CUIDAR PARA NAO MORRER: RIO DE JANEIRO E SALVADOR.
Paulista Indignado
-27/01/2012 às 10:56
Reinaldo,
O RJ continua Lindo!
Qual Desgraça mais falta para o povo do RJ?
Não bastasse
Desmoronamentos,
Alagamentos,
Tiroteios diuturnamente,
Morte de Operário suposto armado com uma Furadeira,
Casas de trabalhadores sendo invadidas e 30mil reais de indenização de trabalhador sumindo com a desculpa de combater o tráfico,
sambinha da upp que ficou provado não funciona,
Bueiros explodindo,
Restaurante também,
Saúde na UTI,
Bombeiros Heróis sendo Presos e Ofendidos pelo governador cabral como se Bandidos fossem,
Agora Edificios caindo causando Mortes e Feridos,
e ainda dizem que o país está em boas mãos,
O que mais falta para oferecer a esse povo sofrido que me parece esquecido…
Gione Oigen
-27/01/2012 às 10:56
Imaginem se isso tivesse acontecido em São Paulo, o que os petralhas iriam fazer de barulho.
Como é no Rio, do amiguinho Cabral, tudo está sendo tratado “com emotividade”.
Mas nenhum órgão público viu a movimentação de reforma nesse edifício?
Todo mundo se omite nesta hora.
rere
-27/01/2012 às 10:51
o Rio de Janeiro já assistiu a vários desabamentos de prédio e estruturas. Já viveu desmonoramentos vários , vítimas incontáveis. A dupla Paes e Cabral é omissa, demagoga,irresponsável e hipócrita. Tecem mil argumentos e farsas para explicar o inexplicável.E o que dizer da dona de um dos prédios que lamentava a destruição de um Art Deco com pastilhas de época? Isso importa mais do que o número de vítimas? No Brasil é assim.
Renato
-27/01/2012 às 10:40
No RJ é “tragédia”, se fosse em SP já teríamos visto especialistas “isentos” culpando a prefeitura, o governador, a PM, o reitor da USP…
Olegário Monte
-27/01/2012 às 10:33
Prezado Reinaldo, Sou Engenheiro Civil e, na minha opinião, este tipo de reforma traz riscos se:
1) Remover ou danificar elementos estruturais como: lajes, vigas ou pilares(colunas);
2) relocar cargas, tais como erguer paredes onde não havia previsão para tal, instalar cofres pesados, etc…
3) sobrecarregar lajes com a instalação de: cofres pesados, auditórios e/ou salas de aula, onde estas elevadas cargas não estavam previstas no cálculo original.Empilhar entulhos de demolição ou material de construção como: areia, cerâmicas, sacos de cimento ou argamassa de maneira a concentrar cargas que podem superar as utilizadas no cálculo e sobrecarregar algum elemento estrutural próximo;
3) os elementos estruturais em concreto armado terem reduzidas suas capacidades de suportarem a carga para que foram calculados por problemas de corrosão na sua armadura (ferragem, devido à exposição das mesmas ao ambiente por trincas ou perda da capa de recobrimento. Estas espessuras mínimas, inclusive, são estabelecidas pelas Normas Técnicas. Muitas vezes este processo pode levar décadas até o colapso catastrófico. Observe-se que a estrutura colapsada distava menos de 900 metros do mar e os efeitos da maresia são sabidamente extremamente danosos às ferragens expostas. Pelo que ouvi dos depoimentos de testemunhas, primeiro uma parte do prédio se inclinou para frente, levando a crer que os pilares da fachada, a parte mais exposta ao ambiente, se romperam primeiro em algum andar. Isto é muito comum de se observar nos desabamentos de marquises…. Outro ponto é que, em um edifício com estrutura de concreto armado, as paredes são meros elementos de vedação e, por princípio, sua remoção não ofereceria riscos à estrutura. Todavia, se algum elemento estava comprometido na sua capacidade de suportar a carga prevista em projeto, as paredes poderiam passar a receber e transmitir parte das cargas, mesmo não sendo esta sua função. Redistribuindo a sobrecarga do elemento estrutural comprometido ou removido indevidamente, para outros elementos e andares inferiores. A estrutura estaria assim funcionando de forma mista, concreto armado e alvenaria estrutural, passando esta última, por vias tortas, a colaborar para que o(s) andar(es) se mantivesse(m) de pé. Neste caso, a remoção das paredes poderia ter provocado a sobrecarga, o colapso e a reação em cascata. Portanto, nenhuma reforma que envolva a alteração de elementos estruturais e das alvenarias, deve ser feita sem a supervisão de um Responsável Técnico! Outro alerta é que toda estrutura tem uma vida útil, que pode ser estendida se submetida a uma manutenção rigorosa e periódica. Pelo que também ouvi, esta estrutura tinha mais de 60 anos, época pelo que sei, começaram a ser erguidos prédios mais altos no Rio com estrutura de concreto armado e se utilizava Normas Técnicas estrangeiras. Seria importante uma revisão geral nestas edificações mais antigas, que elas já podem estar atingindo o limite de sua vida útil.
Gilson
-27/01/2012 às 10:29
Embora eu seja engenheiro eletricista tenho boa experiência em obras para “palpitar” um pouco sobre as causas e responsabilidades sobre esse trágico acidente no Rio.
1- A simples remoção de paredes ou aberturas de janelas não são acarretam problemas em um prédio com estrutura em concreto, como parece ser caso. Só derrubariam o prédio se o mesmo usasse o sistema de alvenaria estrutural.
2- A reforma alegada como possível causadora do problema só o provocaria se retirasse ou inteviesse em vigas e pilares da estrutura.
3- O fato da obra ser “ilegal” perante o CREA é completamente irrelevante. O CREA é apenas um cartório que “fiscaliza” se a obra tem responsável técnico e não o tipo ou segurança da obra.
4- O mesmo dito sobre o CREA vale para todas as agências municipais ou estaduais ou federais que eventualmente tivessem que emitir algum tipo de alvará para as obras ou prédios: só tratam aspectos burocráticos.
Em resumo: só as construtoras e as empresas encarregadas de reformas podem ser reponsabilizadas pelos problemas estruturais, salvo falta de manutenção (por exemplo, corrosão de armaduras por infiltrações ou exposição)- nesse caso a primeira responsabilidade passa a ser da administração do edifício.
Vinicius Correchel
-27/01/2012 às 10:19
Reinaldo, não entendi direito de quem foi a negligencia. Se foi da empresa que não comunicou os órgãos competentes perfeito, mas se a negligencia foi desses órgãos, me desculpe, mas acredito que isso seja impossível dada a quantidade de fiscais e a própria logística de tal ato.
obrigado pela atenção e que continue sua luta pela verdade e justiça.
Malu Campos
-27/01/2012 às 10:17
Eu tenho uma curiosidade enorme em saber qual foram as obras realizadas nas fundações do Teatro Pedro II durante sua restauração e se elas não afetaram as estruturas dos prédios ao redor?
Malu Campos
-27/01/2012 às 10:16
Ops. Quais foram
Rombo
-27/01/2012 às 10:16
Reinaldo isso não e a primeira vez que acontece pode até cisalhar a ferragem das lajes .quem contesta ?
Jayme Ferrari
-27/01/2012 às 10:13
E o Serginho Cabral, pra variar, não deu as caras! É o maior fanfarrão que já governou o RJ! Deve estar curtindo alguma festa com a primeira-dama e advogada das principais concessionárias do Estado, sua Adriana Ancelmo. Em qualquer país sério os dois estariam presos por improbridade, peculato, formação de quadrilha e o escambau.
Sergio G
-27/01/2012 às 9:49
O que achei mais curioso nesse acidente é que o prédio não “desmoronou”, ele se “esfarelou”, como se… tivesse sido feito com areia da praia, da mesma forma que o Palace II…
Sobraram menos escombros no chão do que quando se faz uma implosão… Estranho…
Será que essa é uma técnica de construção antiga no Rio? Não me surpreenderia se fosse… Tão fácil, toda aquela areia ali, para que comprar?
Quantos prédios mais existiriam nessas condições?
Rio, ai, o Rio…
luis
-27/01/2012 às 9:36
Como pode, no país dos “expertus” e malandros isso acontecer? Ninguem respeita nada, ninguem se preocupa com a lei, com os outros e com seus deveres. Depois, quando morrem pessoas, dizem que foi sem querer. Enquanto no Brasil vigorar a lei do mais esperto, do jeitinho e da lambança, vamos ver muita gente inocente morrer. Os culpados claro…continuarão soltos.
Burduna nelles !!!
-27/01/2012 às 9:31
Este é o Rio do narigão sergio cabral e e do prefeitinho carinhoso, tudo é feito fóra da lei nas bardas da lei…lembra-se do bondinho de santa teresa? ninguem fala mais nada, lembra-se da tragédia de Nova Friburgo, Teresópolis, Petrópolis? roubaram o que puderam e nada fizeram, basta ir aos locais e ver como tudo ainda se encontra do mesmo jeito um ano depois… e la nave vá
Adriano da Ilha
-27/01/2012 às 9:26
Reinaldo, o que diria a imprensa se este desabamento tivesse ocorrido próximo ao nosso teatro municipal ? Pois é. Acontecer uma coisa dessas no Rio é tratado como natural, se fosse em SP o prefeito já estaria crucificado. No Rio o prefeito não poderia fazer nada, em SP deveria ter se antecipado para evitar a tragédia. No Rio, as mega operações em favela não prende ninguém e fazem festa, em SP num espaço pequeno da cracolândia prendemos um monte de gente e descem o cacete em SP, isso sem contar o número de mortos por 100 mil habitantes. NÃO SOU BAIRRISTA, mas a imprensa trata nossos amigos cariocas e fluminenses, como aquela criança com problemas que merece elogios mesmo quando faz algo mediano, e trata os paulistas e paulistanos como aquele menino nota 10, que quando tira 9,5 (na avaliação deles) deve ser castigado.
MEUS AMIGOS DO RJ, POR FAVOR, ESTA NÃO É MINHA OPINIÃO, MAS A PERCEPÇÃO QUE TENHO DA IMPRENSA.
Carioca
-27/01/2012 às 9:25
A lição a ser aprendida é a necessidade dos governos conscientizarem a população, com intensa campanha nos meios de comunicação, de exigirem as licenças da Prefeitura ( RIO DE JANEIRO-RJ)para todo tipo de obra, só contratarem profissionais e empresas habilitados nos respectivos conselhos profissionais e com contratos formais, relacionando todos os envolvidos nas obras e os principais responsáveis, mesmo os autônomos sendo relacionados nesses contratos. Os melhores agentes de fiscalização são os próprios usuários das obras. Aos governos, atenderem as demandas da população com providências dentro das leis. Ao governo federal criar a declaração de imposto de renda para condomínios residenciais e comerciais, exigindo formulário declaração de serviços prestados nos condomínios, com nomes e registros das empresas (CNPJ/CGC e/CPF responsáveis) que prestam serviços de engenharia, elevadores etc. e, principalmente, registro de pagamentos para profissionais autônomos e os devidos impostos e tributos a serem recolhidos, como contribuição para previdência pública. Só assim, poderemos viver/trabalhar com segurança nos prédios. O CUSTO FINANCEIRO é o mesmo, pois tanto formal como informal, os valores cobrados dos condôminos é como se fosse material de qualidade, todos os impostos/tributos embutidos, obrigações com anotações de responsabilidade e salários estabelecidos para cada categoria, só que devido a falta de controle do poder público e de reclamação dos usuários, o produto/serviço na prática é bem inferior ao cobrado. Se quiser comprovar basta pedir a NOTA FISCAL (modelo da secretaria de fazenda) e vai levar um susto com a origem do material ou serviço que você recebe nos condomínios…mas paga por meio das taxas condominiais como se esses serviços e materiais como se fossem legais. O Relatório de Inspeção Anual(RIA, sem trocadilho) de elevadores é obrigatório, veja a placa dentro da cabine do elevador citando a LEI e verifique no seu prédio se o laudo está afixado no quadro de avisos: um SUSTO!
Para o governo imposto de renda de condomínio não é “imposto a pagar”, independente dos bilhões (R$) em taxas e obras cobradas das pessoas inocentes que habitam ou trabalham nos condomínios, mesmo com: sonegação da contribuição previdenciária, exercício ilegal da profissão; custo-brasil em seguros e despesas pessoais não-indenizáveis; aluguéis sociais; indenizações públicas de mortes; custo operacional dos órgãos públicos mobilizados para atenderem os acidentes; aluguéis sociais; transtornos de toda ordem nos arredores do local; sofrimento humano com perdas de vidas; prováveis crimes escondidos na ilegalidade como interceptação de mercadorias roubadas e; bandidos milicianos que controlam essas obras ilegais.
Para a população, além do risco de morte, a depreciação do patrimônio com serviços de péssima qualidade que, em poucos anos transformam o prédio num cortiço. No final, seria melhor fazer a coisa certa e pelo mesmo preço, sem risco ou depreciação do imóvel.
Carlos Medeiros
-27/01/2012 às 9:24
O nome da moradora, entrevistada pela Globo, é “Dona Juju”.O assunto já repercute no Facebook e no Twitter. E, por enquanto, a “grande imprensa” come mosca. Nem a Globo apurou o fato.
eusabia
-27/01/2012 às 9:14
O Brasil virou uma nave sem piloto.
Rombo
-27/01/2012 às 9:04
REI VOCÊ PENSPOU QUE POR MA ADMINISTRAÇÃO OU POR FALTA DE CONHECIMENTO ALGUÉM TENHA ESTOCADO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO EM UM DOS ANDARES OU SALA SOBRECARREGADO P ESO POR / m² ISSO PODE SER UMA DAS CAUSAS PARA TER MATÉRIAL SUFICIENTE PARA TRABALHA A NOITE .PENSE NISSO ,É POSSÍVEL,NÃO É?
TANIA A
-27/01/2012 às 8:47
Enquanto isso, os meninos e meninas da globonews se esforçam para diminuir a tristeza do prefeitinho - estou vendo a hora dessa turma passar talquinho na autoridade.Prefeito e “profissionais” dessa emissora andam protagonizando cenas tórridas sob o edredom. Não passa meia hora sem que um dos funcionarios da rede soltem pérolas como: “ah, o prefeito está tão triste”; “a prefeitura está tratando muito bem as famílias das vítimas”… A nojeira não tem limites. Ninguém falou uma palavra sobre o desaparecimento do governador. Agora, imagine se se São Paulo fosse o cenário dessa tragédia! Globonews e rede petralha já teriam decretado a morte de Alckmin e Kassab.
Claudio
-27/01/2012 às 8:22
em nenhum momento o governador e o prefeito do Rio são acusados pela negligência. Fosse em SP…
favelado do rio
-27/01/2012 às 8:17
Tá na hora é de acabar com a mafia dos condominios, só tá servindo para enriquecer o sindico e seus cumpinchas, que pode tudo, cria taxas absurdas, hoje é um antro de politicagem onde só quem pode morar quem for do time politico. Daqui a uns dias vai entrar no imovel do dono e bater nele. Agora responsabilidade nenhuma, gente isto é um predio antigo, tem que ter o maior cuidado, pois os materiais estão velhos, a ferragem oxidada, e obvio pode colapsar a qualquer momento.
Lúcia Helena
-27/01/2012 às 8:13
Só pode ser brincadeira…. no RJ, reforma não precisa de nenhum tipo de licença ou alvará?????
balestre
-27/01/2012 às 8:06
Estranho isso, mas a parte estrutural de qualquer edifício é função das colunas e vigas e não das paredes! Qualquer engenheiro sabe disso! Basta ver a construção de qualquer edifício e notamos que o esqueleto é montado e somente depois se fecham as paredes. A não ser que quebraram alguma viga o que seria um absurdo. Muito estranha essa explicação, para mim é prédio construído com a qualidade Sergio Naya só isso.
Roberto
-27/01/2012 às 7:58
Não sei se foi problema de edição, mas parece que o engenheiro do CREA é desleixado com a lógica: se ele não sabe “que obras eram essas”, como ele pode afirmar que “são irregulares, com certeza”?
Não sou engenheiro civil mas nunca ouvi falar de licença para obras internas. Se houve falha estrutural e conseqüente colapso por conta destas obras, aí se trata de imperícia técnica.
Minhas condolências às vítimas.
Carlos Medeiros
-27/01/2012 às 7:39
Um depoimento de uma moradora, há muitas décadas, do edifício em frente, pode trazer mais componentes à investigação das causas. Ela disse que, durante as obras da linha 1 do metrô, que passa exatamente sob a Rua 13 de Maio, o edifício de número 44 (o “causador” da tragédia) inclinou-se o suficiente para separa-lo, nos andares mais altos, do edifício vizinho (Almkrante Barroso, 6). Ela não sabe se foram feitas obras de reforço estrutural, mas garante que o espaço decorrente da inclinação foi preenchido com concreto.
A entrevista foi dada ontem pela manhã, creio que à GloboNews, mas desde então não vi novamente.
Anônimo
-27/01/2012 às 7:27
Tio Rei,
Do mesmo modo que ocorreu nas tragédias do bonde e de Teresópolis, os “safos” (des) Governo e Prefeitura do Rio, vão sair “lisos”…E ainda vão colocar a culpa em algum gaiato (laranja…seria “laranja bichada” na linguagem desses “políticos brasileiros”, para esses casos?…)
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Néscio Cabra, Governa-Morte do Rio
.
Dilma-Racutaia, a Louca: Rainha do Nordeste
Ezequiel-SP
-27/01/2012 às 7:20
….o Rio de Janeiro continua lindo…..
ricardo
-27/01/2012 às 7:06
como eu disse…danos na estrutura?, possivelmente podem ser a causa… já “falhas”, como foi divulgado no começo, eh complicado, já que os prédios estavam de pé ha mais de 70 anos…