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11/04/2013

às 16:31

De novo a inflação, as causas e a volta do leitor economista

Outro dia recebi uma bronca de um leitor economista. Está aqui. Hoje, ele envia outra mensagem. Naquele caso, observei que ele me dava bronca porque concordava comigo. Agora, não. É discordância mesmo. Não conheço nenhuma economia do mundo, do Chile, aqui pertinho, à União Europeia, passando pelos EUA e chegando à China para ir parar no Japão, em que os bancos centrais e agências reguladoras tenham a autonomia de que ele fala.

Acho que os nossos liberais, e pode não ser o caso de Cláudio — estou apenas divagando um pouco —, se tornaram um tanto fetichistas em relação a alguns temas. Não parece razoável supor que vamos dar “aula de liberalismo” ao resto do mundo, que intervém no câmbio, sim; que regula a política de juros pensando em outros fatores da economia, sim; que não se entrega, passivamente, às flutuações de mercado. A questão é outra: fazem-no com competência ou sem?

Mas não quero polemizar agora, não, porque é o momento do Cláudio. Segue, em itálico, o seu comentário, conforme chegou. Um abraço pra ele, e viva o debate!

Caro Reinaldo,
Tome cuidado com o que você diz sobre economia. Outro dia, você me citou, não tive tempo de responder e a discussão passou.

Ao contrário do que você diz, a situação da economia brasileira é bastante esperada devido ao forte populismo da área nos últimos anos (se existe um puzzle, é por que a situação não é pior).
O país vêm crescendo nos últimos anos devido à estratégia do governo de incentivar a demanda através de políticas fiscais e monetárias espansionistas ao mesmo tempo que incentivava o endividamento privado (já estamos precisando de 3% do PIB anualmente de dinheiro externo para fechar nossas contas). A demanda cresceu fortemente, não acompanhada pela oferta durante este tempo. Parte deste excesso foi absorvido por importações. Parte virou inflação.

Por que estas políticas expansionistas afetariam o preço do tomate? Esta é bastante fácil. Deve-se separar variações do preço relativo do tomate (ou seja, variações deste não observadas nos outros preços) das variações ocorridas em todos os preços simultaneamente. Inflação é esta segunda parte, não a primeira. Ao restringir o aumento da demanda combate-se esta segunda parte (diminui a demanda POR TODOS OS BENS, não somente do tomate), não a primeira.

Agora, políticas restritivas implicariam em altos custos no curto-prazo atualmente? Não! A economia está sobre-aquecida. O mercado de trabalho está ótimo para os trabalhadores (exatamente devido a este incentivo ao aumento da demanda agregada). Um esfriamento da economia não apresentaria grandes custos sociais devido a isto.

Mas, não estamos crescendo!!! Mas isto é outra coisa. Crescemos quando acumulamos fatores de produção e aumentamos nossa produtividade. Infelizmente, mesmo com a economia muito aquecida, ninguém está querendo investir no país. E isto se deve muito a este intervencionismo grotesco (inclusive nas políticas do Banco Central) que estamos assistindo (como ninguém investe, estes claramente acreditam que este boom da demanda é muito temporário). Ao mesmo tempo, este intervencionismo torna muito incerto o retorno dos investimentos. De quebra, este intervencionismo provavelmente está derrubando também nossa produtividade.
Por fim, Banco Central independente. Na boa, as pessoas tem que ter humildade. Não é porque existe independente no nome que significa que o BC teria autonomia para tudo. Parece o sujeito que diz que Einstein provou que tudo é relativo enquanto a Teoria da Relatividade é um modelo físico complexo específico que em nada leva a esta conclusão.

Quando se diz Banco Central independente (tal qual agências regulatórias independentes) refere-se a uma teoria específica que gera arcabouço institucional específico para resolver um problema específico conhecido como “Inconsistência Intertemporal dos Governos”. Qualquer governo, em diversas áreas, tem todos os incentivos do mundo a se comprometer com determinada política. Entretanto, caso os agentes acreditem neste comprometimento, o governo ganha enormes incentivos para não cumprir sua política (explicando de forma ultra-simplificada. É fácil fazer milhares de ironiazinhas erradas sobre minha frase).

Assim, caso os agentes acreditem na meta de inflação anunciada pelo governo, este tem muitos incentivos a implementar uma inflação maior. Caso os investidores acreditem que não serão tungados (e invistam), o governo ganha todos os incentivos para tungá-los.
Como os agentes não são bobos, estes não são enganados. No primeiro caso, ninguém acredita e ficamos com uma inflação maior (sem impacto sobre o produto). No segundo caso, os investimentos simplesmente não acontecem (mesmo de forma simplificada, não parece a situação de um país bastante conhecido pela gente?).

Como resolver isto? É fácil. O governo define a política a ser implementada mas sua implementação se dá por agência independente do executivo sujeita a contrato de gestão para aplicação da política proposta e subordinada ao legislativo (mas nosso legislativo é ruim – qual a alternativa? Nosso executivo, tão ruim quanto? Isto é um discurso autoritário?). Note que esta é exatamente a racionalidade para termos um judiciário independente.
Saudações

Por Reinaldo Azevedo

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116 Comentários

  1. Mauricio

    -

    15/04/2013 às 16:06

    Ah! André, os investimentos milionários da Cherry e da BMW são puntuais, pequenos perto do que poderia estar acontecendo. Em ambos o caso existe um componente politico oculto…

  2. Mauricio

    -

    15/04/2013 às 16:04

    Esclarecimentos sobre o texto, já notei algumas críticas ao linguajar muito técnico (veja, não quero ser inoportuno, mas sim ajudar):
    -O articulista informa que há muita liquidez, muito dinheiro em circulação no mercado;
    -Igualmente informa que estamos em quase pleno emprego, porém produzimos muito pouco, ou seja, nossa eficiência é baixa. E é baixa porque…
    -Porque não temos investimentos em curso, apesar de estar fácil conseguir dinheiro no mercado para tal;
    -E não temos investimentos por que os agentes estão literalmente talados, travados por conta das incertezas geradas por conta de nossa tributação irracional, mudanças puntuais e destrambelhadas nessas tributações (que ninguém sabe quando e como virão) e outras intervenções.
    - Somado a isso temos um nó de infraestrutura de transportes e de energia (as empresas de geração foram descapitalizadas por conta da interferência de estado e estão literalmente sem dinheiro para investir e crescer, tudo para atender ao populismo do governo);
    Então o resultado é o que vemos, crescimento baixo, pleno emprego e inflação alta.
    Alguém se lembra qual foi o último pais a enfrentar isso e por que?

  3. João Lavador.

    -

    13/04/2013 às 12:24

    No meu entendimento:Precisamos de “Cláudios” para ensinar o PT e cia. a DESCONSEGUIR uma ESTAGFLAÇÂO. SE, SMJ E… Boa soooorte BRASIL!

  4. Sandro Ferreira

    -

    13/04/2013 às 10:56

    Fundamentos são fáceis de explicar para tentar mascarar o óbvio: intervencionismo e incompetência. Quantos bilhões foram perdidos pelas trapalhadas do governo Dilma no setor de energia, bancos e na Petrobras? Não conheço outro país que tenha pleno emprego com um crescimento medíocre, e que ainda por cima se utilize de empresas estatais e subterfúgios para maquiar os balanços. Uma vergonha. É evidente que o governo não se importa com a volta da inflação. E ainda querem me convencer que alguns fundamentos estão certos? Alguns economistas me convencem que quando a economia vai mal, não tem economista que dê jeito, e quando a economia vai bem não precisa de economista.

  5. André Roldão

    -

    13/04/2013 às 10:17

    OBSERVEM ALGUNS DETALHES:
    Diz “O país vêm crescendo” e “A economia está sobre-aquecida. O mercado de trabalho está ótimo” e depois diz “não estamos crescendo!!!”
    Diz “demanda cresceu fortemente, não acompanhada pela oferta” – Que produto da indústria nacional está em falta?
    Diz “ninguém está querendo investir no país.” – Pois é… por que será que a BMW e a Cherry anunciaram investimentos milionários no Brasil para 2013? Esqueceram de consultar o Cláudio!
    Diz “Banco Central independente. Na boa, as pessoas tem que ter humildade. Não é porque existe independente no nome…” – Ah, tá certo. Eu não tinha percebido que é BCIdoB.
    Por fim conclui da forma como foi seu texto, sem nada a ter dito: “Como resolver isto? É fácil. O governo define a política a ser implementada mas sua implementação se dá por agência independente do executivo sujeita a contrato de gestão para aplicação da política proposta e subordinada ao legislativo (mas nosso legislativo é ruim – qual a alternativa? Nosso executivo, tão ruim quanto? Isto é um discurso autoritário?). Note que esta é exatamente a racionalidade para termos um judiciário independente.”
    Cláudio, na boa… tu é muito ruim!

  6. Bruno

    -

    13/04/2013 às 9:29

    Como disse Friedman, inflação é sempre um fenômeno monetário. Se as pessoas pagam mais caro pelo tomate, obrigatoriamente pagam mais barato em outras coisas, ou deixam de comprar outras coisas, e não tem inflação, certo? É uma conta simples.
    O único que ganha com a inflação é o governo (pois tem a impressora de dinheiro e é o primeiro a gastar este dinheiro antes que os outros agentes da economia percebam que há mais dinheiro no mercado que antes, é um “imposto oculto” que o povo paga).
    Eu concordo com o Cláudio quando fala que o ideal é ter um banco central independente (e explicando o independente, é haja o que houver, seja lá quem estiver no governo, o BC tem como única obrigação manter uma inflação constante, imprimindo dinheiro novo apenas para repor dinheiro velho estragado, ou para compensar uma oferta maior de economia – vulgo crescimento).
    “Moeda” é um produto como qualquer outro, se colocam mais moeda no mercado ela desvaloriza, se colocam mais oferta de todo o resto a moeda valoriza, se retiram moeda do mercado ela valoriza, se retiram oferta de todo o resto (recessão) a moeda desvaloriza.

  7. lucerna juris

    -

    13/04/2013 às 2:57

    N Lupo dixit !

  8. Marco Celio

    -

    13/04/2013 às 1:37

    São os Economistas de Bancos (EC) que acertam sempre de quanto o COPOM vai elevar a taxa de juros. Jamais previram uma queda. Ano passado, os EC informaram de quanto queriam que a taxa Selic fosse elevada, para vaforecimento de seus negócios, e o BC vai lá e me corta 0,5p.p -A gritaria foi geral: O Governo estava se intrometendo no BC. Na verdade o BC estava se livrando dos EC. Por tudo que já foi posto e disposto sobre inflação, não se pode ignorar que “Falatório de ministro alimenta inflação, principalmente quando não sabe o que fazer”

  9. Sérgio Barros

    -

    12/04/2013 às 16:38

    Concordo com o economista Cláudio!

  10. Mario

    -

    12/04/2013 às 15:18

    Cláudio… quase caí nessa.
    Tudo isso funcionaria muito bem se o Presidente do Banco Central não fosse subordinado ao Executivo, se o Executivo tivesse alguma competência para elaborar Políticas,se o Legislativo não fosse capacho do Executivo e se o Judiciário fosse independente como você almeja.
    A grande verdade é que não crescemos porque somos pobres, endividados, temos um governo que gasta mais do que arrecada e gasta mal, porque só gasta com a companheirada.
    Simples assim.

  11. Flávio Dimas Franzoi

    -

    12/04/2013 às 14:45

    Reinaldo. A politica monetária do Branco Central, desse governo esta naufragando, pois, desde que o Henrique Meireles deixou a Presidência do Banco e que o Trombini assumiu, deixo-se de fazer politica monetária no BRASIL, a política monetária deixou de ser feita no Banco Central e passou a ser feita no Palácio do Planalto, pela Economista do “chefe”, o que se prova aqui é que Henrique Meireles tinha e exigiu autonomia para continuar no Banco Central, quando não teve a mesma confiança que lhe foi data pelo Apedeuta, pediu o chapéu, logo o Trombini é um fantoche mas mãos da Dilma, algumas pessoas se server para fazer o que outras querem e não o que o Pais precisa, o BANCO CENTRAL precisa de alguém que saiba fazer POLITICA MONETÁRIA e a Dilma não sabe.

  12. N Lupo

    -

    12/04/2013 às 14:27

    Caro Reinaldo,
    Acredito que todos vão concordar que o Cláudio está correto. Mas, em sua conclusão, por mais óbvia pareça, há uma omissão importante. É que o modelo de agências públicas independentes não funciona em ambientes autoritários. Claro que a independência do Banco Central é relativa! O problema é o excesso de interferência do governo (Poder Executivo, pls). É bom lembrar que o nosso Bacen passou a gozar de relativa independência a partir do Plano Real, consolidada no governo FHC. Nessa época, o Bacen tomou medidas amargas para controlar a inflação, sem considerar conveniências políticas. Lembra-se do “efeito Lula” (segundo semestre de 2002) quando o dólar chegou à casa dos R$4,00? O Banco Central elevou a (já estratosférica) taxa de juros o que, provavelmente, influenciou negativamente na eleição disputada entre José Serra e Lula. O PT nunca teve qualquer compromisso com o modelo de agências reguladoras que tem seus dirigentes escolhidos por perfil técnico (não político) e atuam também tecnicamente e de forma autônoma, sem interferências das conveniências políticas dos governantes. Aliás, o PT sempre o repudiou esse modelo, pois ele retira do governante o poder sobre as tais agências. Sabemos pelos noticiários o que vem acontecendo na ANAC, na ANEEL e na ANATEL nos últimos anos. O único reparo que ponho no texto do Cláudio, se é que essa não a sua conclusão coculta, é que o modelo de independência do Banco Central só funciona em uma democracia civilizada. Mas, isso não é coisa que o PT conheça ou mesmo que admita.

  13. JR

    -

    12/04/2013 às 13:55

    Reinaldo, a análise do Cláudio está correta, inclusive com relação ao BACEN. Esse é exatamente o arcabouço teórico sobre o qual o FED funciona. Se não me engano, é o modelo inglês também. Na prática, é óbvio que existe interferência do executivo e de lobistas. Mas o modelo com mandatos fixos e prestação de contas ao legislativo da metas traçadas pelo executivo é o adotado nos EUA e Inglaterra (existem outros países, como Nova Zelândia, mas os 2 “study case” são EUA e Inglaterra). Apesar disso, não estou convicto que é possível controlar inflação apenas por meio de juros: no curto prazo, com um drástico aumento dos juros é possível sim; porém, uma medida assim não se sustenta no médi prazo. Ou o governo começa a cortar gastos e a direcionar melhor seus investimentos (visando aumento de produtividade) ou a inflação terá uma tendência ascendente, principalmente considerando a memória inflacionária brasileira, muito maior que nos EUA ou em países europeus. Abraços.

  14. neil ferreira

    -

    12/04/2013 às 12:46

    SR EDITOR,
    Quando o senhor terá tempo para colocar em português a opinião do senhor Cláudio ? Afinal, estamos bem ou mal, ainda que em teoria? Sei que essa minha frase pode estar sujeita a dez mil ironiazinhas, como ele mesmo antecipou de uma das frases dele, uma das menos compreensíveis pelo menos para mim. Para dar ao senhor o meu nível de apedeutismo nesse assunto, dou exemplo do que entendo sem sofrimento. É a tese de Doutorado do Marcão, da banca de tomates da feira aqui perto da minha casa. Você chega, assunta e comenta: “O tomate tá caro hem”. Ele responde como indiscutível PhD que é: “Tá. Mas tem jeito. Para de comprar que o preço baixa”. Pão pão queijo queijo.

  15. Thiago

    -

    12/04/2013 às 11:47

    Meu, já li aqui uma pancada de comentários mais cutucando a dilma do que o economista de plantão, claudio. Quando leio tantos comentários dessa natureza fico com dois sentimentos: Aflito com o nosso futuro; Esperançoso com um levante do povo contra a PTralhada…NO FUTURO!
    Mas isso tudo que tá acontecendo não é somente culpa da dilma e sua patrulha, não! a culpa é do POVO, sem vergonha e sem critério. A prova máxima da conivência do povo com a incompetência total se dará ano que vem! O povo é o co-autor de sua própria desgraça por colocar gente que “não representa” definindo o destino da nação.

  16. MAYA

    -

    12/04/2013 às 11:30

    … Quem diz que a economia está aquecida,que temos emprego e etc…
    É pilantra safado,não sabe nada,ou vive no exterior.

  17. Anônimo

    -

    12/04/2013 às 10:57

    Em primeiro lugar que atitude é essa? “Tome cuidado com o que diz sobre economia”. Esse moço é novo no Blog, com certeza. Economia sobre aquecida que não está crescendo -que inconsistência é essa? Esse economista se esqueceu do princípio “tudo o mais constante”. Ele faz variar todas as “variáveis” da economia e por isso não chega à lugar nenhum em sua análise.

  18. ana1973

    -

    12/04/2013 às 10:31

    Mais um excelente texto do tal claudio. Procura ser claro e didático, e não noto nele o tom reticente e politicamente correto de certos economistas que comentam na midia e têm medo de se comprometer se falarem a verdade nua e crua.

  19. augusto

    -

    12/04/2013 às 10:18

    Prezado Reinaldo,
    Parei de ler o texto do Sr. Cláudio na seguinte frase: “Tome cuidado com o que você diz sobre economia.” Espero que da próxima vez ele inicie melhor. Isso parece, não uma ameaça velada, mas uma ameaça real. hahahaha. A propósito: li os cometários, e vejo que não perdi grande coisa com a leitura do texto do “especialista”. Um forte abraço.
    PS: Gostaria de vê-lo no Congresso Nacional.

  20. Ricardo Silva

    -

    12/04/2013 às 10:16

    Mais um “teórico” a teorizar uma teoria que….na prática, não funciona.

  21. Leonardo Saiter

    -

    12/04/2013 às 10:05

    Sobre o tema economia, recomendo leitura da matéria de capa da revista Superinteressante de Abril/2013. Diferente do economês do nosso Claudio aqui, a revista aborda de maneira simples as razões dos preços de bens e serviços custarem tanto no Brasil. Eu fiquei bastante frustrado, porque não vi saída para a situação. Se alguém aqui também leu, gostaria de saber se compartilham o sentimento de impotência.

  22. Manoel

    -

    12/04/2013 às 8:38

    Esse cara reside no Brasil? Na minha cidade o comércio está às moscas e as famílias endividadas pelo estímulo do Governo Federal ao consumo, todos pendurados em financeiras e cartões de crédito, e o desemprego vem aumentado, sem falar dos preços que estão disparando nas gôndolas dos supermercados.

  23. Marcus Meyer

    -

    12/04/2013 às 8:37

    A questão da inflação não está sendo realmente atacada pelo governo, a não ser com medidas paliativas. Por exemplo, sentindo cheiro de queimado, no início do ano, o governo pediu para que São Paulo adiasse o aumento dos transportes para não ter números ruins na taxa de inflação. Não deu certo! O aumento foi represado e a inflação ficou alta assim mesmo. Agora, junto com outras várias pressões, teremos finalmente o aumento de ônibus, trens e metro, coincidindo com o início do tempo de frio, o que continuará afetando as lavouras de legumes e hortaliças e ainda sofreremos com a entressafra do leite, com mais aumentos a pressionar a inflação! A tentação será então a de mascarar os números, promovendo artificialmente um recuo deles, que não serão condizentes com a realidade, mascarando também o reconhecimento dos problemas para a sua solução. O mesmo se dá também com os índices de desemprego, manipulados e nada condizentes com o que acontece em nosso cotidiano! Eles, assim, continuarão a empurrar os problemas com a barriga, contando com a ajuda da imprensa para emprestar verossimilhança às suas desculpas esfarrapadas. Só que em algum ponto, lá no futuro, a verdade cobrará o seu tributo desta já sofrida nação!

  24. Marcus Meyer

    -

    12/04/2013 às 8:22

    O moço pretendeu ser prolixo mas só falou um bando de frases um tanto quanto sem nexo. Suas idéias sobre economia parecem tão confusas quanto o seu texto: sem nenhuma objetividade! Os conceitos não são nada claros e parece que dizem respeito à alguma outra economia, não a nossa!

  25. PiToquio

    -

    12/04/2013 às 8:15

    40 milhões de Bolsistas da miseria não entram no cauculo dos desempregados,este e o pais que esta se transformando numa Somalia….E salve Luis Gonzaga ” Doutor esmola a um homem são ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão”, já foi!!!!

  26. Romeu

    -

    12/04/2013 às 7:59

    Ei Reinaldo! Por que voce só publica esse economista do Kremlin.Huuummm tô cum inveja. Claudiosvsky é o nome verdadeiro dele. Vade retro pra URSS satana.

  27. Roberto

    -

    12/04/2013 às 7:27

    Um Banco Central pode ser bem mais independente do que no Brasil. Basta que seu presidente não possa ser demitido pelo executivo ,tendo mandato fixo.

  28. hacs

    -

    12/04/2013 às 1:10

    A credibilidade do BC (percepcao dos agentes sobre o comprometimento do BC com a meta) muda a expectativa de inflacao e, portanto, a inflacao resultante.
    Como mencionei no primeiro post, a credibilidade tem uma dinamica reveladora. Isso ocorre porque um BC nao comprometido com a meta tem incentivos a se desviar dentro de certos limites definidos pela opacidade das brumas, ainda que tais desvios gradualmente revelem a ausencia de comprometimento. Mas essa dinamica reveladora, nesse caso, significa perda gradual de credibilidade e influencia sobre as expectativas.

  29. Mauro

    -

    12/04/2013 às 0:31

    O economista tentou ateh imitar o estilo de texto do RA com interjeicoes no meio do texto – “Mas, não estamos crescendo!!!Mas isto é outra coisa”. E acho que um texto com muitos parenteses eh reflexo de ideias atabalhoadas causadas por deficiencia em verbalizar o que pensa de uma maneira simples, direta, e com principio, meio, e fim.

  30. EIKE E JANE.

    -

    12/04/2013 às 0:08

    ESTÃO MORRENDO DE MEDO DO EIKE QUEBRAR E AS AÇÕES DE SUAS EMPRESAS VIRAREM PÓ.
    E NO RODO VAI OS FUNDOS DE APOSENTADORIA DE ESTATAIS BRASILEIRAS E O BNDS.
    NESSE CASO SÓ O FMI NOS SALVARIA DE NOVO.
    ———————————————————
    Gostaria de conhecer o esquema operacional das empresas EBX. A impressão é que captaram uma enormidade de grana do BNDS, de Fundos de Pensão das Estatais e de, coitados (sic), investidores brasileiros, que amargam prejuízos de + de 50%. Alguma empresa funciona? Dá lucro? Ou são só projetos grandiosos (como a OGX)? Eike não é grande demais para quebrar. Seus investidores, sobretudo o Governo, é que são.Lula sabe.
    ———————————————————-
    Comentário : Joca Leite – uol.
    ———————————————————-

  31. Etiene

    -

    12/04/2013 às 0:07

    Pela forma de redação, usando muito o recurso (entre parêntese)_, é possível que trata-se do economista Cláudio Adilson Gonçalez, ou então é um dos leitores de seus artigos ou trabalhos.
    Vejam o estilo no link abaixo:
    http://avaranda.blogspot.com.br/2013/03/os-equivocos-da-politica-economica.html

  32. FísicoUSP

    -

    11/04/2013 às 23:19

    Essa pseudointelectualidade pós moderna me enjoa.
    O cara nem sabe escrever, argumenta apenas com frases feitas, quer dar pitaco em assuntos que não conhece e ainda tem esse lixo publicado aqui.
    Vamos parar de tentar posar de intelectuais e vamos nos informar e estudar de verdade?
    O bom senso agradece.

  33. The Cure

    -

    11/04/2013 às 23:09

    Não entendi nada, mas detestei!

  34. aldo soares

    -

    11/04/2013 às 23:05

    Caramba! Guido “Mantêga”vai perder o cargo. Todos nós, na verdade, somos economistas em potencial: vendemos compramos,emprestamos,[às vezes não nos pagam] doamos. Mas a conta do Brasil é diferente a matemática é o que menos importa,o que importa mesmo é não importar ;exportar é melhor. Li agora a pouco como anda o Brasil; cada vez mais se distanciando do raciocínio [matemática,ciências].Vamos vender o quê no futuro? Tomate? Entendo “lhufas” de economia, mas como todo bom Brasileiro dou meu pitaco. Agora sim! veremos o plano do Pt e de outros socialistas que sempre dizem ter para salvar a Pátria. Já estou na platéia.

  35. hacs

    -

    11/04/2013 às 23:03

    Uns dizem que a inflacao se comporta ‘como se’ refletisse uma meta de 5,5%. Nao ha nada que coordene os agentes em torno desse valor. Com esse tipo de discurso se chegara ao “‘como se’ refletisse uma meta de 6,5%”, e assim por diante.

  36. hacs

    -

    11/04/2013 às 22:48

    O que as series mostram (apesar das flutuacoes temporarias)?

  37. HENRIQUE ARBEX

    -

    11/04/2013 às 22:36

    QUE P… É ESSA?
    COMPLICONOMIA?
    MAS COM A ESSÊNCIA EU CONCORDO:
    INTERVENCIONISMO GROTESCO;
    ENXOTAMENTO DO INVESTIMENTO;
    QUEDA DA PRODUÇAO;
    QUEDA DO CRESCIMENTO;
    … INFLAÇÃO!
    LEGISLATIVO …;
    EXECUTIVO DE LAMBANÇA.
    INDEPENDÊNCIA DO JUDICIÁRIO OU MORTE!

  38. hacs

    -

    11/04/2013 às 22:19

    Se ha duvidas sobre o comprometimento do BC com a meta, como suas acoes nao sao perfeitamente observaveis, da interacao entre agentes e BC ao longo do tempo, a menos que o BC seja comprometido e, portanto, as duvidas infundadas, a falta de comprometimento do BC com a meta eh gradualmente revelada. O mesmo processo de revelacao ocorre caso o BC seja comprometido com a meta (duvidas dos agentes sao infundadas). Portanto, apesar das brumas (fenomeno temporario), o que realmente importa eh que o BC seja comprometido com a meta, e isso eh bem diferente de parecer comprometido.

  39. JK

    -

    11/04/2013 às 22:16

    Afinal, caro economista, a política é espansionista (parágrafo 3) ou expansionista (parágrafo 4)?
    Decida-se ou recorra aos livros escolares.

  40. Lucie

    -

    11/04/2013 às 22:09

    Já começamos com a premissa errada. Inflação não é causada pelo aumento dos preços. O aumento de preços é consequência e não causa. Fosse assim os países nórdicos teriam inflação elevadíssima no inverno gelado. Já imaginaram os preços dos hortifrutis na Suécia, Noruega,Dinamarca, Finlândia, Islândia, na Suíça e Sibéria nessa época do ano? Tenham paciência.

  41. ivaldo

    -

    11/04/2013 às 21:50

    CLAUDIO MEU FILHO , VOCE NÃO ENTENDE NADA DE ECONOMIA ! PORQUE NÃO TE CALAS !

  42. patricia m.

    -

    11/04/2013 às 21:48

    economista – 11/04/2013 às 19:45 “Reinaldo você se aventura melhor na área do direito do que na economia, sinto lhe dizer mas os seus questionamentos corroboram todas trapalhadas genuínas que os petralhas estão perpetrando na economia desde que Palocci e Meirelles sairam do governo.”
    .
    Concordo, concordo, concordo. Quer voce queira quer nao, o Fed aqui nos EUA eh independente. O banco central ingles tambem eh. Se as metas de inflacao nao sao cumpridas (que praticamente eh o unico objetivo de ambos os bancos centrais e deveria ser o do brasileiro tb), seus chefes sao chamados ao parlamento para explicar porque nao conseguiram conter o monstro.

  43. Um chato

    -

    11/04/2013 às 21:37

    Quem se der ao trabalho de examinar os índices da inflação, há de notar que os aumentos de preços mais elevados se dá nos produtos agrícolas básicos. Ao invés de mexer na taxa de juros, que mexam nas leis ambientais, trabalhistas e na burocracia estatal. O aumento de preços vem daí. Quem é idiota de plantar? Se é agricultor pobre, para enfrentar “licenças ambientais” de R$ 5.000,00 a R$ 15.000,00 apenas para produzir comida? Fizeram o mesmo com o álcool, dada a ilusão do pré-sal e o resultado conhecemos: importamos álcool dos USA. Façam mais leis “ambientais”, proíbam mais os defensivos agrícolas, esfolem o pequeno produtor e o resultado aparece. Simples assim. Podem subir a taxa de juros em 3, 4, 5 ou 100 pontos percentuais: não vai aumentar nem diminuir a produção de mandioca. Um simples kg da farinha custa de R$ 7,00 a R$ 9,00. Cadê dos lotes do INCRA? Estão sendo comercializados a bons preços.

  44. Roberto Campos

    -

    11/04/2013 às 21:29

    EM ESCLARECENDO SOBRE AUTONOMIA E TRANSPARÊNCIA DO BANCO CENTRAL.
    Entendo que os comentaristas desse blog defendem a autonomia operacional do Banco Central (ou independência institucional) junto com a conveniente transparência da importante função dessa autarquia federal. O cidadão deve ser protegido da intervenção de política partidária no órgão de controle monetário. Por outro lado, há que ser feita a proteção contra a infiltração nefasta de interesses de setores econômicos poderosos em busca de vantagens ilegítimas. A prestação de contas à sociedade já é feita regularmente através da publicação das famosas atas com as decisões do Comitê de Política Monetária (Copom) e demais atos ao Conselho Monetário Nacional e ao Congresso Nacional.
    Para aperfeiçoamentos, não é necessário reinventar a roda. Existem regulamentações em vários países que já avançaram nessa matéria. A começar pelo exemplo do Federal Reserve americano. Para quem quiser atualizar o assunto, existe um projeto de lei em discussão no Senado a esse respeito.
    Por fim, a imprensa deve cumprir o seu papel de olhos e ouvidos da sociedade nesse âmbito também.

  45. Artur Sanches

    -

    11/04/2013 às 21:10

    Claudio, muito bem, e muito obrigado pela contribuição…que vc próprio desejou dar…
    Já tivestes seu momentinho de glória e fama…
    Agora, quem escreve tem slguns deveres; dentre eles:
    a) escrever corretamente. Olhe só o q vc disse: “políticas fiscais e monetárias espansionistas” . É com X !!!
    b) escrever bem, com uma certa leveza. E o seu estilo é péssimo.
    c) não ser chato: e vc é chatíssimo!
    Abrs.

  46. José Louis

    -

    11/04/2013 às 21:08

    Concordo totalmente com o Alexandre Fonseca das 20;03 h : Quando Dilma sucedeu Lula, comentei aqui mesmo: agora danou-se. Lula só não se estrepou porque é um oportunista sem talento nem gosto pela gestão; portanto, deixou tudo como estava com FHC e limitou-se a assumir a glória pelas realizações do outro. Dilma, porém, é ideológica. Ela realmente odeia o mercado, a livre iniciativa, essas coisas do demônio (talvez por trauma de sua experiência malsucedida de empresária de R$ 1,99). Portanto, vem metendo sua colherinha torta em tudo o que funcionava autonomamente em nossa economia e mesmo na administração federal. O resultado está aí. Aplica-se ao caso um dos axiomas fundamentais da informática: se não sabe a solução, não mexa no problema. Vai haver correção de rumos? Duvido. Seria uma admissão de fracasso numa questão de fé: a de que o governo centralizador e planejador funciona melhor que o mercado. Minha aposta é que, como o intervencionismo não deu certo, vai-se aumentar a dose.

  47. Luis Antonio

    -

    11/04/2013 às 20:51

    Reinaldão,

    Custos sociais no curto prazo? Sei… Digamos que políticas restritivas hoje trariam altos custos sociais, então, mais ou menos nas…eleições? Esquece Cláudio. Esquece, também, esse negócio de Banco Central independente, por favor, a lógica nos diz outra coisa.

  48. bpistelli

    -

    11/04/2013 às 20:41

    Reinaldo, os índices de custo de vida existentes não são bons para a medida da inflação, as sazonalidades disfarçam para mais ou menos a inflação, PAÍSES DESENVOLVIDOS UTILIZAM ÍNDICES QUE MEDEM O NÚCLEO DA INFLAÇÃO, ou core inflation.
    Com estes indicadores, a TOLERÂNCIA DAS BANDAS DE METAS INFLACIONÁRIAS é de meio por cento para mais e não ter mínimo ( quanto menos inflação menor ).
    O medidor do núcleo evita preços sazonais, nos EUA não entram os preços de combustíveis e alimentos de alta sazonalidade ( frutas e hortaliças ), o suco de laranjas pode triplicar em dólar em meses E O ÍNDICE NÃO CAPTA nada e a política monetária não sobe juros ( FED ) e lá usam o PIB junto como meta ( 2% ) e inflação de 2% anuais, sem metas formais, NÃO EXISTE POLÍTICA CAMBIAL porque não há como aumentar o preço de US$ em US$, é sempre 1 .
    Eles precisam pedir a outros que mantenham suas moedas mais valorizadas e comprarem dos EUA.
    -
    O Brasil tem política cambial e deveria USAR O EURO como moeda referencial, pois é moeda de 26 países e não um.
    A cotação que sempre vi do euro é de 2 reais por euro quando a economia está bem, agora está em 2,25 reais de modo aproximado, em 2000 um ECU ou marco alemão custava 3,40 ECU por real, 180 pesetas ou 200 escudos portugueses.
    Em 2001 o Euro entrou em circulação com o valor de 1 ECU.
    -
    A mira no euro evitaria a valorização da moeda ou que o país fosse chantageado pelos americanos com inflação de lá inflacionando aqui ( importação de inflação ) e como a inflação do euro é no máximo 2% anuais, a correção do valor real aconteceria em poucos anos, 10 reais/4 euros é uma ótima relação e abaixo de 2 reais/ euro , valorizado e acima de 3,333 por um euro = desvalorizado demais.
    -
    O extremo da estagflação, quando prolongada demais é que torne-se o bizarro híbrido de inflação com deflação, ou seja a DEPRESSÃO ECONÔMICA associada com super-inflação e balança comercial zero ( monstruosos entraves burocráticos impossibilitam a importação pelo protecionismo em conjunto com a falta de produto para exportar ), o mercado interno paga melhor que o externo e ainda faltam mercadorias.
    -
    O contrabando ou tráfico de mercadorias importadas ou em IMPORTAÇÕES INTERESTADUAIS clandestinas caso o governo proíba comércio interestadual para o desenvolvimento maior do norte-nordeste, este é o canto do cisne para o modelo DELFIM-MANTEGA de subdesenvolvimento “progreçista”.
    -
    Com a economia brasileira em estado semelhante ao da economia alemã no dia 10 de maio de 1945 , quando as novas autoridades de ocupação do III REICH vencido impuseram-se.
    Produção econômica zero, consumo milhares de vezes maior que a capacidade produtiva, a autoridade soviética talvez tenha metralhado milhões de alemães excedentes na porção de ocupação soviética ( futura RDA ) e no lado ocidental, o PLANO MARSHAL reconstruiu a Europa e em dez anos tiveram condições de medir indicadores seguros de inflação, PIB que ficou diferente de zero( pib de 30 de abril de 1945 ).
    -
    IGUAL O NAZISMO, o nazi-petralhismo está destruindo o país e EXIGIRÁ O FIM DA MOEDA NACIONAL ( sonho do comunismo ) mas como a autoridade entrante não será comunista, outra base monetária será um referencial de valor, impostos e preços em euros ou mesmo em YUANES ( moeda chinesa ), mais palatáveis aos comunistas petralhas e NOVAS ELEIÇÕES PARA A ASSEMBLÉIA NACIONAL CONSTITUINTE com parlamentarismo IMPOSTO AOS CONSTITUINTES, o projeto não iniciaria do zero como o de 88 e sim de uma pré-constituição existente antes do pleito ( uma constituição decretada por autoridades de exceção ), para isto uma revolução na paz ou na guerra iria impor prisão aos mensaleiros, PROIBIÇÃO DE PARTIDOS COMUNISTAS, CLASSISTAS E RELIGIOSOS, ( entrariam o PDC ,PT PCB, PC do B, PSTU ) mas o partido socialista brasileiro seria regulamentado e “semelhante ao partido nazista norte americano”, ele existe e se sair da lei responderá na forma da lei.
    ESTOU ROUCO….

  49. Arthur Lopes

    -

    11/04/2013 às 20:29

    Quem será?
    1 – Claudio de Moura Castro
    2 – Clauido Adilson Gonçalez
    3 – Claudio Frischtak
    4 – Nenhuma das alternativas acima
    Votemos amigos! – Votemos…

  50. Ferreira Pena

    -

    11/04/2013 às 20:17

    Nos três últimos parágrafos, o Cláudio leva a crer que a economia é a luta do bem contra o mal. É isso mesmo? Claro que posso não ter entendido, mas se for, o Brasil está
    perdido, não temos saída. O PT nos leva à bancarrota, quem confia hoje no governo? A Dilma é a louca de sempre, não diz nada de consistente.

  51. juscelino

    -

    11/04/2013 às 20:12

    sem querer ser chato, mas economista ultimamente não anda acertando nem as previsoes do que já aconteceu. complicam demais o processo com formulas mirabolantes e para explicar quanto é 2+2 recorrem a formulas de albert..

  52. Surfista Prateado

    -

    11/04/2013 às 20:08

    Bem, ele tem boa dose de razão em tudo que escreveu, mas para isso ser feito, não poderia ser o PT no governo, certo? Nem o PSDB, e eu diria que nem o DEM. Então de forma prática, é fazer o que eu falei: aumenta os juros para sinalizar os agentes, faz as reformas que modernizem o país (que ele acha que agências fariam…) e aí tem que dar tempo ao tempo, controlando a inflação com a taxa de juros, enquanto a pressão não diminui porque as reformas não fizeram efeito. O problema é que tudo isso demora para ser feito e depois para fazer efeito, o que tem efeito mais imediato é o aumento da taxa de juros. Veja o caso das reformas do FHC… Foram fazer efeito mesmo quase 10 anos depois, e quem levou o crédito foi apedeuta…

  53. cidadão minúsculo

    -

    11/04/2013 às 20:04

    Reinaldo, o Claudio é muito atarefado. Você fica citando o nome dele, ele não tempo para responder. O Claudio é uma pessoa inincomodável, não faça-o perder tempo porque ele é açeçor do “personal economista” da presidanta Dilma!

  54. Alexandre Fonseca

    -

    11/04/2013 às 20:03

    Quando Dilma sucedeu Lula, comentei aqui mesmo: agora danou-se. Lula só não se estrepou porque é um oportunista sem talento nem gosto pela gestão; portanto, deixou tudo como estava com FHC e limitou-se a assumir a glória pelas realizações do outro. Dilma, porém, é ideológica. Ela realmente odeia o mercado, a livre iniciativa, essas coisas do demônio (talvez por trauma de sua experiência malsucedida de empresária de R$ 1,99). Portanto, vem metendo sua colherinha torta em tudo o que funcionava autonomamente em nossa economia e mesmo na administração federal. O resultado está aí. Aplica-se ao caso um dos axiomas fundamentais da informática: se não sabe a solução, não mexa no problema.
    Vai haver correção de rumos? Duvido. Seria uma admissão de fracasso numa questão de fé: a de que o governo centralizador e planejador funciona melhor que o mercado. Minha aposta é que, como o intervencionismo não deu certo, vai-se aumentar a dose.

  55. Marcos F

    -

    11/04/2013 às 20:01

    Estamos perdendo tempo, Rei. Assim, ainda descobriremos a pólvora.

  56. economista

    -

    11/04/2013 às 19:45

    Reinaldo você se aventura melhor na área do direito do que na economia, sinto lhe dizer mas os seus questionamentos corroboram todas trapalhadas genuínas que os petralhas estão perpetrando na economia desde que Palocci e Meirelles sairam do governo. Na verdade eles estavam rigorosamente seguindo a receita deixada no final do 2º mandato de FHC, o famoso tripé instituído por Armínio Fraga, câmbio flutuante, metas de inflação e superávit primário, sem falar que a conjuntura internacional ajudava demais. Quando a conjuntura virou os “gênios” da economia petralha aplicaram o que um amigo meu e seu também, chama de keynesisnismo de quermese, que resultou nesses resultados pífios, inflação alta e baixo crescimento. Goste você ou não, ou os petralhas, se o conjuntos dos empresários, o “mercado” não encontra um conjunto de medidas de política econômica que seja confiável de acordo com as convicções que preservem o capital pela estabilidade e assim proporcionem condições de lucros a coisa não anda e ponto. É o nosso quadro atual, pode desonerar, incentivar, gastar mais, baixar juros tornando-os negativos, que e economia não saí do lugar, como não está saindo. Goste você ou não o keynesianismo como pensamento economico sério, está morto e enterrado, o seu “fantasma” ainda assombra uns lugares atrasados, como é o nosso caso!

  57. indio guarani

    -

    11/04/2013 às 19:44

    Rei, acho que você està de sacanagem, nem deve ter lido o comentario desse sujeito. Ele è desonesto do começo ao fim. E tece loas ao governo. Quer ver? Na mèdia o governo PT cresceu a mesma coisa ou menos que o FHC e no entanto o texto afirma que o paìs cresceu devido às politicas desse governo, està implicito. E veja tambèm, não foi a oferta elevada e baixos preços que aumentaram a demanda e sim a demanda è que foi aumentada pelo governo??? E ele usa um truque ao afirmar que a oferta não acompanhou o consumo e por isso os preços subiram, o que è mentira ou a indùstria não estaria patinando. Segundo esse raciocinio è facil de concluir que se a demanda està aquecida, està todo mundo louco para comprar e as indùstrias não aumentam a produção, isso se deve ao fato de não estarem ganhando dinheiro. O oposto disso seria a teoria dos empresàrios gananciosos que diminuem propositalmente a oferta para ganharem mais. E para finalizar uma pèrola, a solução final, tirar a execução dos projetos governamentais de um setor do governo para passar a outro setor do governo.

  58. Moi

    -

    11/04/2013 às 19:40

    Tenho estranhado e muito que os economistas não citem os gastos desenfreados do governo petista com quarenta ministérios, 10 estatais novas, aumento do funcionalismo, benesses para lá e para cá, eleições e reeleições de postes (acreditem não é barato eleger postes), copa do mundo, jogos olímpicos etc. Fala-se no tomate e no aumento dos alimentos que ao me ver são consequências e não causas de inflação. Cortar gastos (na grande maioria inúteis) do governo, ninguém tem a ousadia de mencionar. Não falta muito para vermos o Mantega caçando tomate no pasto. Delfim e Beluzzo já tiveram reunião com a soberana.

  59. OS CARAS

    -

    11/04/2013 às 19:38

    É só chamar o FHC e o Malan, eles resolvem num piscar de olhos, mas a Dilminha preferiu chamar Delfin e uns que eu nunca ouvi falar. Alías, a Dilminha não andava dizendo que não tinha inflação que estava tudo sobre controle. Mentira tem perna curta. Ptista vive de mentiras. Fora Ptralhada.

  60. zoroastro

    -

    11/04/2013 às 19:38

    O Claudio poderia explicar porque só no Brasil o PIB não cresce mas o salárioe o emprego se expande, será que os empresários Brasileiros estão distribuindo riqueza, ou é pura fantasia essa expansão jáa que esses números podem ser manipulados a vontade.

  61. Anônimo

    -

    11/04/2013 às 19:35

    Lá venho eu de novo, Esse debate está sendo deveras interessante.

    Agora, o que me faz pensar é todo mundo falar em aumento da produtividade, diminuição da produtividade, sei lá o que da produtividade.

    Conversa prá boi dormir, para garrotes e novilhas dormirem nas salas de aula das universidades. Esta droga de país precisa é de aumento de PRODUÇÃO e, adicional a esta, da produtividade.

    Ou seja, produção são todos os ovos contidos no interior da galinha que vão saindo, um por dia, digamos, com a mesma ingestão de milho. São 30 ovos por mês (galinhas não descansam, nem de dia nem de noite).

    Produtividade é quando a mesma galinha, comendo a mesma coisa, produz 33 ovos por mês. Aí, sim, a produtividade dessa excelente galinha foi de 10%.

    Só que a economia brasileira está alienada e desnacionalizada. Com certeza que o patrão estrangeiro está atento aos movimentos dos locais.A indústria multinacional agradece nossos esforços. Brasil – país de TODOS, inclusive estrangeiros.

  62. The Wall

    -

    11/04/2013 às 19:33

    Governo definindo uma política e a execução acontecendo por uma agência independente sujeita a um contrato de gestão e subordinada ao legislativo? Sinceramente! A experiência brasileira com agência é nada animadora. No modelo proposto pelo Cláudio, na atual conjuntura, a gestão acabaria no próprio executivo, pois o legislativo só funciona naquilo que o governo quer, além, é claro, do notório aparelhamento que ocorre nas agências. Pronto: proposta morta como solução.
    Então voltemos a questão principal: o aumento de juros efetivamente reduz a inflação? Isto o Cláudio ainda não respondeu, embora tenha deixado nas entrelinhas as suas teorias. A resposta é: pode contribuir, mas não necessariamente de forma enfática. Já tivemos épocas de hiperinflação e juros na estratosfera, e não faz tanto tempo, ou seja, taxas da SELIC altas e nada do dragão inflacionário ceder. Chuchu, na época do Delfim, e tomate, na era Mantega, são fenômenos inflacionários conjunturais que afetam os custos dos sistemas produtivos. Por exemplo, a falta de produtividade(uma esteira carrega mais sacas num sistema de produção e com custo muito inferior do que 30 trabalhadores carregando-as nas costas). Um outro, a desestrutura da nossa infraestrutura (onera a logística real e virtual, em tempo e uso de recursos, especialmente pelo desgaste operacional). Poder-se-ia trilhar com muitos outros exemplos (burocracia, desqualificação da mão-de-obra, tributação, sucateamento do parque fabril etc.), mas daí seria de pensar em escrever e defender uma tese de doutorado, e não ficar enchendo a paciência do leitor com teorias e mais teorias. Sejamos práticos, é o que interessa. A inflação, num resumo básico e não considerando apenas o fator macroeconômico do fluxo da moeda/capital, é resultante daquilo que a mídia apropriadamente de “custo Brasil”, o que afeta sobremaneira o desempenho dos sistemas produtivos.
    Com essa conclusão simplória, poderia alguém dizer que piso no tomate, um desperdício considerando o seu atual valor de diamante. Porém, se houver dúvida, é só perguntar para qualquer empreendedor o que ele faz para proteger o seu negócio. Uma questão bem prática.

  63. luiz

    -

    11/04/2013 às 19:29

    PALHAÇADA, … estão colocando a culpa da infrãção no TOMATE. Desde quando o brasileiro come tomate todo dia… Se este povão idiota parasse de comprar, eu queria ver o que eles fariam. Este foi um pretexto do MANTEGA, para encobrir a incopetencia do PT. PT, PARTIDO DA ÉTICA E DA MORAL. FORA LULA, FORA DILMA, FORA PT.

  64. Noah

    -

    11/04/2013 às 19:22

    Eu sou formado em Economia. E nunca vi texto tão raso.

  65. Netto

    -

    11/04/2013 às 19:16

    Acho mais q esse tal de Cláudio deve ser o Mântega tentando explicar o nada do nada.

  66. Cristiano Saraiva

    -

    11/04/2013 às 19:04

    Viva a democracia, um debate como esse é maravilhoso para que comecemos a observar o quanto um governo populista pode acabar com um país.

  67. Vicente Jr.

    -

    11/04/2013 às 18:50

    Concordo com ele, no ponto em que a elevação da taxa de juros não traria tantos efeitos sociais indesejáveis. A taxa de desemprego está abaixo da média histórica. Seria um bom remédio pra tirar essa inflação do teto da meta.

  68. indio guarani

    -

    11/04/2013 às 18:46

    Onde fica esse paìs em que a economia cresce? Se bem que poucas linhas depois o sujeito se contradiz. Mas não estamos crescendo!! Que coisa de louco. Outro aspecto desse raciossimio è em relação à suposta economia aquecida a que ele se refere. Tà tão aquecido, mas tão aquecido que o governo desonerou linha branca, automoveis, moveis, etc… E não adiantou nada!!!! E essa confusão que ele cria misturando crescimento economico com inflação? Deixando a especificidade de lado, ò o Belchoior aì, o governo quer controlar a inflação interferindo diretamente nos preços, principalmente os combustiveis e eletrecidade. Sò que relativamente aos tomates o governo não pode intervir, pois os tomates não são de sua propriedade, por enquanto, soube que na fronteira jà estão tomando, quer dizer apreendendo. Chega de deboche, agora vou exemplificar lògicamente, matematicamente como os alimentos subiram. Em julho de 2012 o real era cotado à 1,50 reais e a tonelada de farelo de soja, utilizado na ração animal e responsavel por 60% do custo de produção de carnes, leites e derivados, custava R$ 600,00. Pois bem, o governo desvaloriza o real e o manda para 2,10 para proteger a indùstria nacional!!! Essa desvalorização aliada à um choque de oferta, devido à uma seca na america do sul, mandou o preço do farelo para R$ 1100,00. Isso aliado à alta no preço do milho fez com que o custo de produção disparasse e, veja você Claudio, com a demanda fraca começou a sobrar carne, principalmente de frango e suinos e empresas e produtores começaram a quebrar. Houve e està havendo diminuição de produção devido à custos de produção altos e demanda fraca e isso responde em parte a pergunta de que se realmente uma alta de juros ira fazer a inflação diminuir e a resposta è não. Resumindo, o custo de produção està maior que o preço de venda e isso provoca diminuição na produção, o que diminui a oferta e aumenta os preços, mesmo sem haver uma demanda significativa que justifique isso. Ou de outra forma, pobre não come, e não sei se vocês perceberam a perversidade que hà nessas politicas de estimulos à empresàrios, estrangeiros ou nacionais, e não come por não poder pagar, por não ter renda suficiente, o que faz com que haja excesso de oferta e diminuição da produção, que eleva os preços e finalmente tira mais comida da mesa dos pobres. Entendeu ou quer que desenhe?

  69. José Paulo

    -

    11/04/2013 às 18:44

    O Tory disse tudo. São lindas as teorias dos economistas que falam “economês”, mas nada mais são que paliativos, remédio para dor de cabeça para quem tem enxaqueca. Ela vai e volta.
    Mas com o uso dessas altas doses de remédio, o fígado velho começa a dar sinal de alerta…
    Quando se vê o paciente já não sabe se o que incomoda mais é a enxaqueca ou as seções de hemodiálise.
    Mesmo depois do óbito, a causa mortis vai ser falência generalizada dos órgãos, ou seja, ninguém vai saber o que causou mesmo.
    No nosso caso, a gente sabe quem causou, como causou, e como está causando.
    Mas não tem muito o que fazer, pelo menos até outubro de 2014…

  70. Adilio Faustini

    -

    11/04/2013 às 18:40

    Senti o gosto de uma bela salada.A boa economia se resume apenas em gastar menos do que se ganha e esse Governo ainda não descobriu isso.

  71. ELIO

    -

    11/04/2013 às 18:33

    GUSTAVO FRANCO jogou por terra a fantasia de BC independente no Brasil.FHC teve que afastá-lo na marra.E também aos seus sucessores.

  72. Jean

    -

    11/04/2013 às 18:31

    A parcela do mundo que funciona, baixa os juros para reativar a economia. No Brasil, faça chuva ou faça sol, aumenta-se os juros. Pergunta: por que no Brasil é o contrário?

  73. ribeiro

    -

    11/04/2013 às 18:30

    Sem entrar no mérito das teorias do Cláudio – mesmo porque não as consigo entender – sempre deve ser lembrado que a inflação existe porque ela atende aos anseios de alguns. Se ela não interessasse a ninguém ela não existiria. Há, até, uma tal de “pressão inflacionária”. Se há pressão é porque alguém está fazendo.

  74. Aldo Matias Pereira

    -

    11/04/2013 às 18:27

    Reinaldo,
    Abaixo o tomate! Eu nao sabia que ele era tao fundamental na economia nacional, chegando a balancar até a balanca comercial! E, a julgar pela grita geral, no país pode faltar qualquer coisa, menos o … tomate. Incrível!!!! Nao dá para nao me lembrar do sarney com os bois no pasto! Será qual a explicacao vao dar dentro de duas semanas quando a producao do tomate estiver quase que regularizada? Abaixo o tomate! Abaixo o tomate! E, brasileiros, continuem de calcas abaixadas!!!!!

  75. Raissa Pedra

    -

    11/04/2013 às 18:27

    Reinaldo, boa tarde.
    Peço desculpas e vénia ao Cláudio, cujos comentários sempre aprecio e não deixo de ler, para discordar do mérito do fundamento para um Judiciário Independente. Como não entendo de Economia, mesmo com abrilhante explanação que fez, ao meu modesto entender, a independência do Judiciário, se prende mais aos critérios para seleção dos candidatos para os altos cargos que terão capacidade decisória. Mesmo sem mudar a maneira como são nomeados os juízes, basta que o Presidente da República obedeça os critérios que a CF estabelece, de REPUTAÇÃO ILIBADA E NOTÁVEL SABER. Exemplo de que tal princípio funciona, temos Joaquim Barbosa e Luiz Fux, que mesmo seleccionados por critérios petistas alheios ao que manda a CF e nada republicanos, como são portadores das qualificações nela expressa, agiram com independência no julgamento do mensalão, ao condenar os réus da alta cúpula do PT, alheios e imunes às pressões políticas que sofreram e vêem sofrendo.
    O mesmo não se pode dizer de outros nomeados pelos critérios lulopetista que atuaram no mesmo processo, e deram a impressão de serem guiados pela gratidão ao cargo alcançado, como exemplo Toffoli que foi reprovado no concurso para Juiz de Primeira Instância e hoje, ocupa o mais alto cargo da magistratura por avaliação de Lula, só pelo fato de ter prestado serviços ao PT.
    Continuarei a ler e apreciar seus comentários Claudio, um abraço. Raissa.

  76. Victor Castro

    -

    11/04/2013 às 18:26

    Essa é especialmente para o Cláudio, para ver se ele concorda ou discorda:

    - Elevar os juros é fácil. Quero ver o Governo elevar o superávit, que teria o mesmo efeito de desaquecer a economia, sem gerar o ônus de pagar mais dinheiro na rolagem da dívida no médio prazo.

  77. sombrero

    -

    11/04/2013 às 18:26

    O incompreensível PT de Dilma – Lobão/Mantega – Apagão por causa da estiagem. Inflação por causa das chuvas. É muito planejamento junto.

  78. DAVID NOMERO DE MACEDO

    -

    11/04/2013 às 18:25

    VOU EXPLICAR MELHOR A INFLAÇÃO(OU PENALIZAÇÃO)RÁPIDO E SIMPLES.

    COM TANTO SOCIALISMO(BOLSA E REPASSES)DINHEIRO EM CIRCULAÇÃO EM EXCESSO(LULA 13 BI,DILMA 23 BILHÕES AO ANO) E PRODUÇÃO EM BAIXA, QUERIAM O QUE?????

    INFLAÇÃO É O AJUSTE ENTRE CAPITAL E PRODUÇÃO……DEPOIS PERDE O CONTROLE E NÃO TEM MAIS JEITO……ISSO É SÓ O COMEÇO.

  79. Jotabe

    -

    11/04/2013 às 18:22

    Realmente concordo com megaron: CLÁUDIO PARA MINISTRO DA FAZENDA NO LUGAR DO MANTEGA. SERIA MAIS EFICIENTE, COM TODO ESSE CONHECIMENTO…!!!

  80. Ney S. Monteiro

    -

    11/04/2013 às 18:21

    Pouco entendo de economia mas entendo muito de bom-senso.
    E isso é o que encontro no comentário do missivista.

  81. Daniel Cohen

    -

    11/04/2013 às 18:17

    Claudio querido,…

    Vc quase compôs o samba do economista doido,…

  82. Rods

    -

    11/04/2013 às 18:16

    REI.
    PROLIFICO, PORÉM, PROFESSORAL, CONFUSO E CHATO.
    É POR ISSO QUE OS ECONOMISTAS, COM ESTE ECONOMÊS ININTELIGÍVEL, COM A INTENÇÃO PARA MOSTRAR QUE SERIAM SUPERIORES, ENROLAM O POVO E AFUNDAM PAÍSES.
    Rods

  83. xLuiz

    -

    11/04/2013 às 18:10

    Mestre Rei
    Parece que o leitor economista carece da prática da economia do mundo real; só ficar no acadencismo teórico é ficar no barato. Assim, eu fico o Mantega.

  84. barata cascuda

    -

    11/04/2013 às 18:10

    Devagar com o andor.
    O banco Central durante muito tempo foi feudo dos bancões de varejo. As atas do tipo Copom era a média do que estes bancos queriam e impunham . O rentismo corria solto. Houve um caso bem documentado de que um banco ganhava mais grana financiando um fogão do que o próprio fabricante deste fogão.
    Dizem que os bancos brasileiros estão sólidos e saudáveis . Correto porque ninguém se mete a besta com eles e ganham ( muito ) quanto querem. Os bancos estrangeiros que vieram para o Brasil entraram na ciranda financeira.
    O banco Central hoje é uma terra arrasada , donde esperamos que surja algo melhor do que existiu até hoje , mas com a competência da presidANTA , eu duvido . Se você acha que está ruim , espere pelo futuro.
    O Delfim Neto escreveu para Folha de S.Paulo um ótimo artigo onde há uma leve insinuação de que a política de aumento do salário mínimo ( SM) gera a inflação.
    Eu acho que o SM deve ser o maior possível , mas em economia não há ação sem reação. Para atenuar efeitos negativos do aumentos de salários , deve haver um correspondente aumento de produtividade.
    Quem ganha um salário mínimo limpando um banheiro por dia , deveria ganhar dez SMs limpando dez bamheiros ao dia. Simples assim.
    Não é a vontade política do Lula de tirar pessoas da miséria e ter vontade política de melhorar o salário dos peões que tudo vai melhorar num passe de mágica. Sempre há um preço !!!

  85. Ricardo-Pr

    -

    11/04/2013 às 18:07

    A ANAC é uma autarquia especial que em tese gozaria de plena independência e autonomia, mas alguém ai acredita que ela seja mesmo independente em suas decisões? O histórico prova que não. Enfim, é uma questão difícil de se solucionar na prática.

  86. Heitor

    -

    11/04/2013 às 18:05

    Aquecimento do consumo. Comprei uma câmera de segurança por R$20 (U$10)em um site DealXtreme, não acreditei que chegasse, demorou 30 dias mas chegou. Alguém jogou um envelope no quintal todo escrito em Chinês e per avion à mão. Não foi o correio, não sei quem foi.
    Consumo aquecido? Os sites xing-ling jorram produtos baratos para no Brasil. Outros dão golpes onde recebem mas não entregam.
    Consumo aquecido para os chineses. Nós compramos, não fabricamos.

  87. saüdade

    -

    11/04/2013 às 18:04

    Peço vênia para repetir o que escrevi abaixo: Não passo dum curioso do assunto, mas algo me parece não fazer muito sentido nos argumentos geralmente levantados nas discussões de que tenho notícia. A maioria vem dizendo que o principal problema do Brasil seria a falta de investimento, o que levaria à falta de oferta, não compatível então com a demanda aquecida e estimulada pelo governo. (E nem precisa ser economista para intuir que isso gera inflação, assim como não precisa ser físico para saber que dois objetos não ocupam o mesmo lugar no espaço.)
    Isso posto, sempre que leio apoio ao investimento como solução a nossos problemas materiais (aos espirituais, creio eu que já ninguém mais se arrisca) me vem à mente a seguinte pergunta: Que investimento? Como isso se daria, dada a atual situação de pleno emprego, salários inflados, mão de obra pouco educada etc.? Teríamos locomotiva a puxar o investimento? Quais seriam os maquinistas? Eike Batista? BNDES? Os salões de beleza ou as empregadas domésticas? Mesmo com bala na agulha, quem toparia arriscar seu dinheiro num empreendimento que, sabe-se, enfrentará uma burocracia estúpida, salários altíssimos e legislação protetiva canalha, imóveis e aluguéis super-supervalorizados etc.? Só doido!
    Sinto muito dizer, mas aqui só vinga mesmo empresas que exploram os recursos naturais do país (agropecuária e mineração), e desde que valham na venda (situação de anos de alta das commodities) o custo da produção. Com efeito, é o que vem sustentando o país, na verdade, é o que sustenta qualquer sociedade onde grassa estado-dependentes (que aqui vão muito, mas muitíssimo além dos bolsistas-família).
    Rarará.
    Acho que está chegando a hora de comprar dólar!!!!!

  88. Paulo - RJ

    -

    11/04/2013 às 17:55

    Há mês atrás, alguns blogs ligados a militância petista disponibilizavam enquetes onde perguntavam: qual o principal adversário da presidente Dilma nas eleições de 2014? Entre as opções estavam: Aécio Neves, Eduardo Campos, Marina Silva, “A mídia golpista”, etc. só que esqueceram de colocar entre as opções a inflação, já que o brasileiro vota com o bolso.

  89. Entendi tudo!!

    -

    11/04/2013 às 17:54

    >>

    É facilimo, o texto do Cláudio é perfeitamente comprensivel, basta ler com atenção…

    Mas, quando vou ao supermercado, independente ou não da independência do Banco Central e da “Inconsistência Intertemporal dos Governos”, tudo é mais caro, cada vez mais caro e o meu salário só vai mudar em JANEIRO de 2014.

    Ah, e o governo, no ano que vem, espertamente, aplicará um índice de aumento de salário falso porque o indice de inflação está sendo manipulado.

    Moral da história: vou ganhar cada vez menos, consumir cada vez menos e reduzir minhas despesas onde for possível.

    Os serviços, então, nem se fala, os preços simplesmente dispararam!

    Nossa inflação real ultrapassa os dois dígitos, com a maior tranquilidade e continua subindo.

    Aliás, cadê nossa governanta? Ela simplesmente sumiu!!

    Os petralhas arrebentaram a economia e vão entregar ao próximo governo um país falido, com graves apagões e problemas em todos os setores.

    <<

  90. Paulo - RJ

    -

    11/04/2013 às 17:52

    Há mês atrás, alguns blogs ligados a militância petista disponibilizavam enquetes onde perguntavam: qual o principal adversário da presidente Dilma? Entre as opções estavam: Aécio Neves, Eduardo Campos, Marina Silva, “A mídia golpista”, etc. só que esqueceram de colocar entre as opções a inflação, já que o brasileiro vota com o povo.

  91. Ricardo

    -

    11/04/2013 às 17:51

    Trocando em miúdos:Quando a esquerda chega na cozinha e um bolo está sendo amassado,naõ adianta por fermento,a mão fria esquerdista o fará desandar.

  92. Berlatto

    -

    11/04/2013 às 17:51

    Chamo o Mantega de pândego. Agora temos mais um , o Claudio. Pândego no sentido de galhofa mesmo! Esses caras são uma piada. Não acertam uma, não? Mas, bah tchê, diria um gaúcho.

  93. fan_do_cara

    -

    11/04/2013 às 17:47

    Dilma está cutucando onça com vara curta(*).
    Flertar com a inflação é tão ingênuo como tentar enganar o diabo.
    .
    (*) vara curta = Guido Mantega

  94. Victor Castro

    -

    11/04/2013 às 17:42

    Reinaldo, concordo (quase) integralmente com o Cláudio. Menos em um ponto: que o Banco Central tenha mandatários com mandato fixo. Isso porque, como ocorre com o STF e a PGR, em muitos momentos os indicados pelo Poder Executivo, com a chancela do Legislativo, podem se virar contra o Poder Executivo e o Poder Legislativo, e agir de forma autônoma. Isso é ótimo quando falamos de um Judiciário e de um Parquet independentes. Mas quando falamos de política monetária, o buraco é um pouco mais embaixo. O Cláudio e outros defensores da autonomia do BC podem até imaginar um cenário de diretores monetaristas convictos no BC, agindo sem interferência dos Mantegas da vida. Mas já tentaram imaginar o contrário? Um louco defensor de inflação se revela só depois de garantido seu mandato no BC. E aí? Quem responde politicamente pelas ações do BC? Ainda acho que o Poder Executivo deve sim interferir no BC, e que o eleitor tenha o bom senso de votar em chefes do Poder Executivo que optem por políticas de valorização cambial e combate à inflação. Isso é democracia. Ou não?

  95. Marcelo P G

    -

    11/04/2013 às 17:38

    Nossa, nos três últimos parágrafos, até eu que sou economista fiquei entediado. Vou tentar dar uma versão um pouco diferente e menos chata, provavelmente não terei sucesso porque economistas são chatos mesmo.

    Sobre o Banco Central independente, o sistema de metas de inflação, câmbio flutuante, isso tudo nasceu quando os EUA resolveram tirar o lastro da moeda. O dólar era lastreado em ouro, isto é, para cada nota de dólar emitida, havia uma quantidade de ouro guardada pelo governo. Isso impedia que a casa da moeda imprimisse dinheiro à vontade., o que fez do dólar uma moeda forte. Mas existe em economia algo chamado imposto inflacionário: quando você emite moeda em excesso você causa inflação. E quando a usa para pagar suas contas, você ainda não a pôs em circulação, então pagou os preços correntes. Como é o governo que emite, ele se aproveita disso, como se fosse um imposto. Quanto mais longe você estiver do governo nessa cadeia de pagamentos, mais valor a sua moeda perde, então mais desse imposto você paga. Os EUA perceberam que podiam emitir dólares e colocá-los para circular internacionalmente, sem causar inflação interna. Então ele acabou com o lastro, chamando vários economistas para criar teorias para os problemas do padrão-ouro e qual seria o novo padrão mais vantajoso. Hoje a teoria econômica mais aceita diz que é o Banco Central independente, porque com isso o governo não utilizaria a expansão monetária para se financiar (não vai imprimir dinheiro para pagar as contas).

    O sistema de metas de inflação é o que guiaria o Banco Central nas suas decisões. Inflação é causada basicamente por haver mais excesso de demanda (no caso agregada, da economia como um todo). Isso causa alta dos preços. O aumento dos juros só faria com que as pessoas mudassem suas decisões, resolvessem poupar mais (ou se endividar menos), reduzindo a demanda. Mas obviamente há outros tipos de inflação, se o câmbio aumentar muito, o custo do importado terá que ser repassado em alguma medida para os preços; se o governo aumenta o IPI em 30 pontos percentuais, não há como manter o preço constante; se metade da safra de tomates se perde, essa queda na oferta vai aparecer nos preços.

    O que aconteceu no governo Lula foi: havia toda uma estrutura não sendo utilizada, porque o país estava saindo de sucessivas crises. Então crescer era fácil: você estimulava a demanda e havia potencial aumento da oferta. O excesso de demanda não acontecia. Inclusive por haver esse espaço na demanda interna o país conseguiu superar a crise externa.

    Só que chegou um momento em que houve um gargalo de capital, de estrutura. A oferta não consegue mais crescer para acompanhar esses incentivos à demanda. O ambiente intervencionista ainda causa muita incerteza no investidor, então a oferta não cresce. Só há o excesso de demanda, isto é, a inflação. O tomate pode ser o ícone, mas o índice mostra que aconteceu em geral.

    Agora, quando o governo emite uma série de sinais contraditórios, como desonerar determinados produtos finais, reduzindo seu preço, aumentando a sua demanda, mas causando aumento da demanda de seus insumos, aumentando seus preços, controlando artificalmente alguns preços, aumentando impostos para apenas determinadas empresas de um certo mercado; ter uma série de linhas de financiamento com juros subsidiados; o que vai acontecer com os índices gerais de preços quando o Banco Central mexer na selic, só Deus sabe.

    Mas Reinaldo, a questão do Banco Central independente é a mesma de um sistema político sem corrupção, um legislativo isento de lobbies etc. Seria uma situação ideal, mas quem detém o poder não quer largar o osso. Essa independência, ou voltar com o lastro na moeda, acabaria com a possibilidade dos governantes fazerem política monetária.

  96. megaron

    -

    11/04/2013 às 17:33

    Cláudio para Ministro da Fazenda. Sabe mais que o Mantega, apesar que eu mais 190 milhões de brasileiros também sabemos.

  97. Nanico

    -

    11/04/2013 às 17:32

    BC “autônono”. De quem ? Dos políticos, do governo, do lobby dos baqueiros, do lobby dos industrias deste ou daquele setor, do lobby de seus interesses corporativos , … ? Nâo existe uma divindade assim pura. Normalmene quando se fala no tema se pressupõe independência do “governo”, dos politicos. E as outras, as demais, tudo bem ? Se o BC não fosse um organismo do Estado, quem nomearia e destituiria seus diretores: e portanto seria seu controlador ? Se é órgão de Estado, quem nomeia é o governo. Tudo bem, não poderia imiscuir matéria política, de política partidária, com gestão financeira de um BC. Mas para isso o presidente do BC atual no Brasil tem poder. Pode recusar, dizer que não concorda, não fazer … Seria demitido e substítuído por fantoche ? Ou já é um fantoche. Mas nesse caso o problema não é da “autonomia do BC”, mas da personalidade e ética pessoal de seus dirigentes. “Pega o chapéu e vai embora”.
    Nanico

  98. Lev D.

    -

    11/04/2013 às 17:31

    To confuso. Traduz se possivel, pois não entendi muito bem o que o Claudio quis dizer e neste caso tambem nem o que voce afirmou antes. Terei que reler varias vezes ate conseguir o entendimento.

  99. Tory

    -

    11/04/2013 às 17:27

    Reinaldo, você diz que a questão é se os BCs pelo mundo controlam a taxa de juros e o câmbio com competência. Minha questão para você é se quando lê as colunas do Paul Krugman acha que está lendo as opiniões de um sujeito razoável. Se a resposta é sim, certamente irá achar as teorias liberais (e não só dos nossos, mas os de qualquer lugar) “fetichistas”, de fato. O problema é que os economistas mainstream (muito bem representados pelo PK) nada mais fazem do que tentar adiar o colapso inevitável de um sistema econômico baseado em fraude, onde dinheiro é criado sem lastro (a verdadeira inflação) e um endividamento sempre crescente bancado por essa inflação e por impostos consequentemente sempre crescentes. Nesse caso a competência deles em manter a farsa, se existe, não é bem-vinda. Quanto mais o ajuste é postergado, maior será o sofrimento.

  100. DEMOCRATA

    -

    11/04/2013 às 17:27

    Boa tarde a todos
    Confesso ter dificuldades para interpretar tudo o que disse o economista. Porém, resumindo principalmente pelo final do exposto, seria “Se ficar o bicho pega, se correr o bicho come”? Só vejo uma solução, matar o bicho e isso o FHC já conseguiu uma vez, conseguirá de novo? Com tanto economista falando alto economês, porque ninguém propõe algo realista e que funcione? Aumentar os juros para que, se com a Selic no ponto em que esta os juros reais ainda estão nas alturas?
    Quer saber o que segura mesmo, é o bolso do consumidor,(o bicho começando a pegar) e isto ele já esta sentindo. É só dar um tempinho para ver, principalmente até que os consumidores caiam na real do endividamento que esta crescendo. É a lei de mercado mais certa que existe. A economia não esta lá a maravilha que o economista falou.

  101. Denise

    -

    11/04/2013 às 17:26

    Reinaldo,
    Acho que por engano foi publicado o meu e-mail em vez do meu nome. Por favor gostaria que você corrigisse .
    Obrigada e um abraço

  102. Trovão

    -

    11/04/2013 às 17:24

    Respeitando todo esse economês do Claudio e voltando para a realidade do país, se a economia está em frangalhos é porque o desgoverno do lulla, o “honesto”, trabalhou, ou não, para isso.
    Se a inflação está corroendo o salário do povo trabalhador, com certeza não é culpa do povo trabalhador, mas sim da quadrilha do lulla, o “honesto”.
    Se o pibinho é o pibinho, é por culpa do desgoverno do lulla, o “honesto”.
    Aliás a quadrilha do lulla, o “honesto” foi contra o plano real, contra as privatizações, contra tudo e contra todos quando era oposição, mas hoje é favor de tudo, tudo pela corrupção, tudo pela formação de quadrilha ou bando, tudo pelos mensaleiros, tudo pela rose “tipo piranha voadora”.
    Quando escrevo que é de responsabilidade do lulla, o “honesto”, e sua quadrilha, tudo de desgraça que acontece e afunda esse país na corrupção, não estou enganado, mesmo porque,não temos outro ou outra responsável por usar a caneta e fazer voltar a economia nos seus eixos.

  103. bruno

    -

    11/04/2013 às 17:18

    o problema verdadeiro ninguém ataca nem a imprensa (com suas exceções) O TAMANHO DO ESTADO COM SEUS GASTOS MONSTRUOSOS devido a isso o governo tem que ter “politica monetaria“(imprimir grana) para custear a despesa, pegar emprestimos externos contraindo divida, aumentar juros para a inflação de preços não estourar, e nenhum candidato fala disso porque eles querem é mamar na boquinha, a imprensa na tv resvala malmente com medo do governo persegui-la os unicos locais que tratam do assunto são os veiculos escritos e na net. Então ou temos uma tatcher(esqueci como escreve…) para reformar o estado brasileiro ou continuaremos na mesma de sempre!!!!

  104. Milton

    -

    11/04/2013 às 17:13

    Muito interessante, o cara escreveu um monte de coisas sobre economia, sem formar nenhum raciocínio lógico e conclui que aquilo tudo é a racionalidade para termos um judiciário independente. Quer dizer que o judiciário não é independente? O que o banco central tem a ver com o judiciário? Alguém faz a mínima ideia do que o cara tentou dizer?

  105. paulo

    -

    11/04/2013 às 17:11

    A economia padece da falta de credibilidade de nossos governantes que ao trilhar o rumo fácil do populismo nos encaminha a todos para a beira do abismo. O nosso maior problema era a Dilma querer brincar de economista. Ela assim o desejou, vai daí que…!

  106. patricia m.

    -

    11/04/2013 às 17:06

    Parabens, Claudio! Eh mesmo dificil explicar certas coisas, principalmente de forma didatica. Concordo com voce em tudo. O que esta faltando ao Bacen nesse exato momento eh comecar a subir a taxa de juros de 0.5% em 0.5% ate conseguir colocar a inflacao para dentro da meta de novo. Houve muito descaso por muito tempo.
    .
    Ou eles fazem isso agora ou nao fazem nunca.
    .
    Reinaldo, ha 2 maneiras de um governo controlar a inflacao: via monetaria e via fiscal. Voce acredita que o nosso governo petralha tem competencia para controlar a inflacao via fiscal? Obvio que nao. Por isso resta somente a alternativa monetaria. Pois eh.

  107. Cavalcanti

    -

    11/04/2013 às 17:03

    Reinado,
    Ele está certo. A independência dos bancos centrais não é absoluta, eles têm que prestar contas a alguém, em geral ao poder legislativo. Mas o mandato implica independência para buscar uma meta. Se o Banco Central do Brasil fosse independente de fato e o governo, via CMN, definisse qual seria a meta da inflação, a diretoria do Bacen não poderia ser demitida por atos que buscassem esta meta. Ou seja, muito provavelmente o Copom já teria aumentado a Selic no ano passado ou retrasado, mirando uma convergência da inflação para o centro da meta. A independência mexe com as expectativas dos agentes econômicos. Se é esperada maior leniência com a inflação, pois a lógica do governo obedece o calendário eleitoral, empresários aumentam seus preços e são mais propensos a aceitar os pedidos de aumento salarial dos trabalhadores, pois terão espaço para repassá-lo. Caso contrário, se o banco central for independente, o contrário.
    No outro artigo, você argumentou que um incremento de 0,25% na Selic não teria impacto nos preços. Em condições normais teria. Porém, concordo com você, mas devido às não admitidas (mas consideradas pelos agentes econômicos) ingerências do governo na política monetária. Para o Copon se fazer respeitar, particularmente, defendo uma paulada de 1 a 1,5%, de uma só vez. Mas, e um economista não vive sem um ‘mas’, isso evidenciaria que a determinação superior de baixar a taxa a ferro e fogo foi mais uma trapalhada do governo, para ficar com o jargão de um editorial do Estadão de segunda última. O custo político seria alto. Mas, com essa oposição chinfrim, talvez o governo possa correr esse risco.
    O interessante é que, eleitoralmente, seria melhor atacar logo a inflação este ano (na verdade, já está tarde; era para ter sido depois das eleições do ano passado) e colher os frutos em 2014.
    Abs, Cti.

  108. TUCSON58SP

    -

    11/04/2013 às 16:59

    Esqueci: PETRALHA ACADÊMICO metido a economista, assim como a Marinela Chaui é uma petralha metida a filósofa.
    Uma sabichona e um sabichão.

  109. Paulo

    -

    11/04/2013 às 16:57

    A fonte da inflação que observamos hoje nasceu aqui:

    “Lula incentiva consumo para que a crise não afete a economia real”. Como vemos, a economia real não foi afetada, não é mesmo?

    http://www.estadao.com.br/noticias/geral,lula-incentiva-consumo-para-que-crise-nao-afete-economia-real,283487,0.htm

    http://oglobo.globo.com/economia/lula-estimula-mais-consumo-produtos-comecam-faltar-3139261

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u482525.shtml

    Podem discutir quantos anjos dançam na ponta da agulha. O fato é que, com tamanha expansão no crédito e, consequentemente, na base monetária, o aumento de preços é consequência óbvia.

    Junte-se a isso um setor produtivo incapaz de competir internacionalmente, mas com um lobby extremamente poderoso em Brasília, e o que vemos são essas políticas “de puxadinho”, favorecendo setores específicos na esperança de estar “protegendo a indústria nacional”.

    Insanidade, como definida por alguns, é fazer a mesma coisa e esperar resultados diferentes. É passada a hora de o governo mudar o rumo…

  110. Juliano C.

    -

    11/04/2013 às 16:57

    Pronto. Já teve seu segundo minuto de fama.

  111. TUCSON58SP

    -

    11/04/2013 às 16:56

    …É MAIS UM PETRALHA ACADÊMICO, eu conheço alguns assim, que por não ter linha de conduta acata a linha dos poderosos de plantão.

  112. Chris/SP

    -

    11/04/2013 às 16:50

    Reinaldo,
    Quando você escreve sobre qualquer tema, mesmo não sendo economista, advogado, etc., é tão lógico, claro e objetivo que dá para entender tudo. No caso aqui, o Cláudio poderia usar menos “economês”, e ser mais objetivo.

  113. denise

    -

    11/04/2013 às 16:48

    Nossa , como ele é chato ! Não dá nem para ler o texto todo !

  114. Eny Seidel

    -

    11/04/2013 às 16:46

    ô Reinaldo, esse desgoverno que temos hoje só deu certo porque lulla, que como diz você, é apedeuta, mas não burro, deixou tudo como estava, arranjadinho pela equipe de FHC. No pt, nada se faz, nada se cria, tudo se copia e levam como se fosse deles.
    Quanto aos selinhos, beijinhos, elles estão dando no bono, aquela criatura ridícula, comparou o apedeuta a Nelson Mandela. Aí, eu escrevi no facebook, aceito a comparação, mas tem que passar 27 anos em cana :)

  115. Disraeli

    -

    11/04/2013 às 16:46

    Acabe com a justiça do trabalho e a CLT. Acabe com o PIS/PASEP/COFINS.

    O país não cresce e muitos cérebros preferem ir para o serviço público porque não existe competitividade. E não existe, porque os ganhos de quem trabalha são estipulados pelo governo e não pelo empregador. As empresas multi-nacionais que aqui procuram o mercado de 200 MM de consumidores, são obrigados a seguir a CLT e por causa destas aberrações, a GERDAU mudou sua matriz para os EUA e muitas outras empresas que aqui começaram assim o fazem, mudando suas matrizes para Portugal, etc. O país então não cresce, porque é ultra regulamentado e não é pelo BACEN. É por leis Getulistas muito mais antigas que o BACEN.

 

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