13/01/2009
às 15:45CRUZANDO A LINHA: O “ESTADÃO” PUBLICA TEXTO QUE FAZ A DEFESA DO TERRORISMO COMO PRINCÍPIO POLÍTICO. NADA SERÁ COMO ANTES
Ah, mas do que estou falando, hein, leitor?
No domingo, no Caderno Dois do Estadão, Valdimir Safatle, professor de filosofia da USP, assina uma resenha de duas coletâneas de textos organizadas por Slavoj Zizek: um volume reúne textos do grande humanista Mao Tse-Tung, aquele que matou 70 milhões de pessoas enquanto no poder (Sobre a Prática e a Contradição). Outro traz textos de Robespierre (Virtude e Terror). Safatle não quis ficar atrás dos resenhados, seja o autor da coletânea, sejam os autores dos textos originais, e fez a sua própria apologia do terrorismo. Não é de hoje que ele tem uma particular (na USP, nem tanto) compreensão do terrorismo, como demonstrarei daqui a pouco. Para quem não conhece, Zizek é um sociólogo e filósofo esloveno, autor de vários livros traduzidos no Brasil, e uma das referências dos radicais de esquerda. Quer-se um renovador do pensamento marxista, operando no que seria a interface (argh!) entre o marxismo e psicanálise. Mas vamos à resenha de Safatle, que segue em vermelho, com comentários meus, em azul.
Invenção do terror que emancipa
Eis o título. Que já não esconde o que pretende. “Terror que emancipa” é, por si mesmo, uma formulação imoral.
Há algum tempo, vemos as livrarias serem palcos de um assalto conservador à cultura. Um desavisado poderia imaginar estar em plena época da Guerra Fria, haja vista a quantidade de livros de propaganda anticomunista, de revisionismo histórico e de divulgação de ideologia conservadora que assolam as prateleiras de filosofia e ciências humanas.
Ainda que houvesse essa grande produção conservadora — é uma mentira! —, reparem que ela seria um “assalto” a “assolar” as prateleiras. Os conservadores, nessa perspectiva, precisam, claro, ser contidos. São uns vândalos. A civilização está, como veremos, com os terroristas e seus defensores.
Estudos sobre o “sanguinário” Lenin convivem harmoniosamente com elogios ao grande passado imperial da nação brasileira, análises sobre a luta milenar entre os “terroristas” e os defensores da modernidade esclarecida e críticas conservadoras à solidão ontológica do homem contemporâneo com direito a citações de Ratzinger. O conjunto pode parecer heteróclito, mas, infelizmente, não é. Eles são peças de um jogo de xadrez cujo objetivo consiste em impor uma extensa agenda conservadora no campo da reflexão e tirar de cena discussões fundamentais para a crítica cultural e sociopolítica produzidas no calor das lutas e revoluções que fizeram a história do século 20.
Viram só? Safatle é do tipo que põe aspas nas palavras para que elas passem a significar o contrário do que significam ou para lhes denunciar a falsidade imanente. Assim, quando ele, ironicamente, se refere ao “sanguinário” Lênin, quer nos dizer que o facínora não era, então, sanguinário. Quando põe aspas em “terroristas”, está dizendo que terroristas não são. Risco mesmo ele vê nos pensadores que citam Ratzinger. Até aqui, vá lá, é a delinqüência intelectual de sempre das esquerdas. E NOTEM QUE ELE AINDA NÃO DISSE NADA DOS LIVROS QUE SE PROPÔS A RESENHAR. Que se danem os livros! Ele tem uma tese, e os volumes servem apenas de pretexto.
Nesse sentido, a tradução, pela Jorge Zahar, de duas coletâneas organizadas por Slavoj Zizek com textos de Mao Tsé-tung (Sobre a Prática e a Contradição) e de Robespierre (Virtude e Terror, tradução de José Maurício Gradel, 236 págs., R$ 39,90) é extremamente bem-vinda. Figura maior da renovação do pensamento de esquerda, com Alain Badiou, Giorgio Agamben, Ernesto Laclau e Judith Butler, Zizek conseguiu renovar as articulações entre psicanálise e marxismo através de recursos sistemáticos à Jacques Lacan e às figuras maiores do idealismo alemão (Hegel, Schelling, além de uma versão peculiar do sujeito transcendental kantiano). Esse projeto, traçado desde seu O Mais Sublime dos Histéricos: Hegel com Lacan (Zahar), publicado entre nós no início dos anos 90, foi sendo paulatinamente aprofundado até chegar à maturidade com seus dois livros principais: The Ticklish Subject e Visão em Paralaxe (Boitempo).
Nesse ponto, Safatle enche lingüiça (a minha, ainda com trema…), engrolando um fácil falar difícil, prática que se estende ao parágrafo seguinte, e omite um dado essencial: Zizek é um “filósofo” empenhado na reabilitação do comunismo — excluindo-se, claro, todos os seus defeitos…
Nesse trajeto, Zizek procurou tirar as consequências de seu projeto filosófico-psicanalítico no campo político. Operação feita por meio da reflexão sobre os problemas legados pela noção de “política revolucionária” em textos de Lenin, Trotsky, Lukács e, agora, Mao e Robespierre lidos à luz da noção de “ato analítico”, de Lacan. Assim, longe de ser uma simples retomada de tais textos e de conceitos como: crítica da democracia formal, ditadura do proletariado, luta de classes, antagonismo social, violência legítima, Zizek procura estabelecer uma articulação original entre política e teoria do sujeito.
A vigarice intelectual não tem limites. Recorre-se a categorias lacanianas, como ficará claro mais adiante, para se justificar a ação terrorista.
Podemos dizer isso porque se trata de interrogar o sentido da ação revolucionária no interior do projeto moderno de reconhecimento das exigências de uma subjetividade que não pode ser compreendida nos quadros normativos do humanismo.
Tirado o glacê da linguagem supostamente filosófica — é só texto ruim mesmo —, Safatle se prepara para elevar o terrorismo à categoria das ações respeitáveis. E quem o contestar estará, fatalmente, limitado pelo “quadros normativos do humanismo”. Assim, leitor amigo, ao pensar o 11 de Setembro (e já conto o que Safatle escreveu a respeito) ou as ações do Hamas, esqueça o velho humanismo, seja menos conservador. Pense grande!!!
Ou seja, Zizek quer mostrar como os fatos decisivos da história política mundial desde a Revolução Francesa foram animados pelo advento de uma noção de subjetividade que não podia mais ser definida através da substancialização de atributos do “humano” e cujos interesses não permitiam ser compreendidos através da lógica utilitarista da maximização do prazer e do afastamento do desprazer.
Ah, bom! Vamos parar com essa bobagem de “substancializar” o humano. Devemos é pensar no avanço moral da substancialização da Besta! E chega também dessa história da lógica utilitarista da “maximização do prazer”. Coisa mais ocidental e sem graça! Começo a entender agora a lógica interna do “martírio” dos atentados terroristas. Ali, sim, há pessoas que foram muito além da “substancialização do humano”, né?, apontado as virtudes libertadoras do sofrimento.
Ao contrário, a partir da Revolução Francesa, sobe à cena do político uma subjetividade “inumana” por recusar toda e qualquer figura normativa e pedagógica do homem, por recusar de maneira “terrorista” os hábitos e costumes, por não se reconhecer mais em natureza e em determinação substancial alguma.
Como vocês sabem, este escrevinhador já deixou cravado neste blog que a Revolução Francesa transformou a morte em teoria política e atribuiu virtudes filosóficas à eliminação do adversário. Jamais imaginei que leria na “imprensa burguesa” a apologia desse procedimento.
Assim, se Zizek pode olhar para Robespierre e dizer que “o passado terrorista deve ser aceito como nosso”,
O escambau! O passado terrorista de Robespierre é o passado do marxismo — porque lá está sua semente e de quantos defendam o terrorismo.
não se trata de fazer apologia voluntarista da violência política, mas de insistir que o verdadeiro problema político legado desde o advento da modernidade é: como construir estruturas institucionais universalizantes capazes de dar conta de exigências de reconhecimento de sujeitos não-substanciais que tendem a se manifestar como pura potência disruptiva e negativa? Diga-se de passagem, um problema apontado de maneira clara pela primeira vez por Hegel já em suas leituras sobre (e a coincidência não é aqui casual) o terror jacobino.
O recurso a Hegel é vigarice intelectual. A única maneira de “construir estruturas institucionais universalizantes” (como Safatle consegue emprestar aparência de profundidade à defesa do terror, não!?) que abarquem o terrorismo é aceitá-lo como coisa legítima e, quem sabe?, exaltá-lo como prática criativa da política.
A sagacidade de Zizek, apoiando-se aqui em reflexões de Alain Badiou, consistiu em mostrar como essa experiência disruptiva inscrita na essência da conduta do sujeito foi o motor da nossa história recente.
Entenderam? O motor de nossa história recente foi o terrorismo.
História revolucionária na qual se imbricam violência, criação, destruição, procura e que, principalmente, não pode ser lida apenas como uma sequência de lutas pela redistribuição de riquezas e de generalização de direitos.
Vejam que haveria uma certa gratuidade quase poética no terrorismo. Ele nem mesmo quer redistribuir rendas ou direitos. Quer apenas se exercer.
Recalcar esta história, como se fosse questão de uma sucessão de catástrofes (o comunismo, o terror, as ilusões de ruptura do modernismo, etc.), como se o tempo devesse ser avaliado a partir da contagem de mortos ou, para falar com Habermas, como se este impulso não passasse de uma estetização da violência e do excesso com consequências políticas nefastas é, no fundo, dirá Zizek, maneira de entificar uma política limitada pelo respeito a princípios formais gerais que, simplesmente, não conseguem mais dar efetividade alguma ao que um dia esteve contido na ideia de democracia.
É o trecho que, uma vez compreendido, pede que tomemos Dramin. Mortos? Que importância tem isso? Ver apenas os efeitos negativos do terrorismo? Que visão mais limitada e estreita da realidade! Ora, não vamos “entificar” (suponho que a estrovenga signifique “transformar num ente”) essa bobagem de respeitar princípios formais gerais. Eles já não dão mais conta da realidade. Notem o truque: se a gente considerar que o terrorismo não cabe no que se entende por democracia, o caminho é, então, mudar o que se entende por democracia, preservando a prática terrorista. Nesse caso, a “idéia de democracia” só passará a ter virtudes se incorporar a prática terrorista.
Princípios que não têm força para impedir, por exemplo, processos como a generalização do estado de exceção como prática “normal” de governo. Maneira de, no limite, reduzir a política a uma “assustadora reunião de homens assustados” unidos não mais pela possibilidade de “reinventar a ordem da vida cotidiana”, mas apenas pelo medo. Medo em relação ao crime, ao terrorismo, aos imigrantes, ao Estado excessivo com seus impostos, às catástrofes ecológicas.
Notem que Safatle é um crítico do “estado de exceção” — realmente um horror, né? Ele viria do quê? Ora, do “medo”, inclusive medo do terror. Besteira! Não devemos temer os terroristas. Devemos chamá-los para “reinventar a ordem da vida cotidiana”.
É claro que há uma série de questões em aberto no interior do projeto de Zizek. Por exemplo, há momentos dos textos onde ocorre certa sobreposição problemática entre violência popular contra o Estado com seu aparato legal e violência estatal, mesmo que esse Estado seja fruto de processos revolucionários. No entanto, há articulações extremamente bem-sucedidas, como a crítica à peculiar ruptura permanente da Revolução Cultural de Mao por ela ter, no fundo, preparado o caminho para a transformação da China em plataforma principal do capitalismo contemporâneo, desterritorializado e autotransgressor. Nesses e em vários outros momentos, Zizek demonstra até onde vai sua capacidade de apreender a complexidade da aposta política na “reinvenção de um terror que emancipa”.
Nunca antes neste mundo alguém havia enxergado virtudes na revolução cultural chinesa. Parece que Zizek, para encanto de Safatle, conseguiu. E, oh surpresa!, ela teria aberto as portas para o capitalismo chinês! Haja vigarice dialética! Haja sem-vergonhice histórica.
Não é de hoje
Safatle e o terrorismo foram um binômio realmente explosivo no que concerne ao pensamento.
No dia 16 de setembro de 2001, ele publicou no Correio Braziliense um artigo sobre os atentados terroristas contra os Estados Unidos. Foi capaz de escrever coisas como:
“Verdade seja dita: a terça-feira negra mostrou como a ação política mais adequada para a nossa época é o terrorismo. Ele é o que resta quando reduzimos a dimensão do conflito social à lógica do espetáculo. Ele é a política reduzida ao formato de tela plana. A opinião pública norte-americana nunca tinha se dado conta da gravidade da situação no Oriente Médio até o momento no qual as imagens espetaculares da catástrofe começaram a chegar às suas casas. Neste sentido, o ataque teve eficiência absoluta. A pergunta que fica no ar é: se a opinião pública norte-americana não tinha consciência do problema geopolítico mais grave da atualidade, então em que mundo ela estava? Certamente, em um mundo só sensível ao império das imagens.”
Observem que, segundo seu raciocínio delinqüente, os atentados nascem da “situação do Oriente Médio” (provavelmente a existência de Israel…). Mais: segundo ele, os atos podem ter tido efeito didático para aqueles americanos alienados…
E quem eram os verdadeiros culpados pelos atentados terroristas? Safatle também não tinha a menor dúvida:
“Desde há muito vemos um esforço absurdo em despolitizar o conflito no Oriente Médio a fim de transformá-lo em uma luta religiosa que tem suas raízes na pedrada que David acertou na cabeça de Golias. Um conflito eminentemente político e historicamente determinado, resultante de um processo desastroso de descolonização que transformou o povo palestino em uma massa de refugiados, virou a luta da Civilização contra a barbárie fundamentalista. Durante décadas os EUA e a Europa fingiram ignorar a Lei internacional, promulgada pela ONU. Lei capaz de resolver politicamente o problema da constituição de um Estado palestino e dar assim o mínimo de estabilidade à região.”
Eis Safatle! Até então, eu imaginava que sua simpatia pela prática terrorista era específica e aplicada, ou seja: gostava do terrorismo islâmico. Não! A sua resenha prova que ele vê virtudes filosóficas no terrorismo tout court.
Que se note: ninguém deu bola para seu texto. Posto na página eletrônica do jornal, ninguém se interessou em comentá-lo. Isso não quer dizer nada: cruzou-se a linha. Quem avaliou o que ele escreveu e considerou que aquilo ficava bem no Estadão estabeleceu um novo marco no jornal.
E não é assim mesmo que Safatle quer que o terrorismo seja visto? Fora dos limites formais do humanismo? Tudo indica que também o Estadão deva ignorar, doravante, limites formais. E a produção intelectual do terrorismo terá, finalmente, lugar num grande jornal brasileiro. Em nome da pluralidade, né?


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149 Comentários
Giovani
-16/11/2011 às 17:19
Para ser honesto, pouco entendi disso tudo. Mas eu já tenho 44 anos e não dou mais bola para o que um alienado desses fica falando. O problema é que tenho duas filhas que podem um dia ser alunas de um inútil como esse. Moro em curitiba, mas aqui não é diferente. Ainda outro dia ouvi uma entrevista com um “cientista político” da UFPR que também gosta de de falar umas bobagens.
Ana
-15/11/2011 às 23:45
Sinceramente, acho que não tem perigo de muita gente ter lido isso. E os gatos pingados que tiveram estômago devem ter chegado no fim do texto no 0×0. Como um indivíduo desses é PROFESSOR?
Ana
-15/11/2011 às 23:40
Ha! Terrorismo nos olhos dos outros é refresco, né Safatle? Levanta um dedo contra esse pessoal da esquerda e eles começam a berrar “Brutalidade! Que violência! A ditadura militar voltou!”
bebeto_maya
-15/01/2009 às 0:27
Bom, como Olavo de Carvalho diz, comunista tem uma inversão da realidade alojada no cérebro, ou seja, um ou dois livros conservadores, ou que assim lhe pareçam, são uma anomalia que está tomando o mundo como um câncer.
Apologia ao terrorismo pode, o que não pode é falar das “minorias” protegidas pelo lulismo, aí não dá, né?
rocket
-14/01/2009 às 23:44
A esquerdopatia ruminante prega o terror como plataforma para a emancipação desde que esta não seja usada contra sí. Pois é: pimenta nos olhos dos outros é colírio.
Anônimo
-14/01/2009 às 19:22
Esta na hora de reabilitar Adolfo,como grande estadista como Churchill e humanista como Gandhi.
-Esta na hora da historia reabilita-lo e tambem re-escrever o nome do santo:
Mahatma Adolfo.
-Enquanto nao faz isto,eu rendo homenagens a este grande homem e pensador:-Heil Vladimir!
-Ele ‘e brasileiro?-Estou perplexo,alem da elevada estatura moral,um sabio!
Anônimo
-14/01/2009 às 17:10
Alguém lê essa bobagem? Enrolou para não dizer nada. Só propaganda comunista. Palhaço.
Thiago
-14/01/2009 às 15:43
Reinlado, vale a pena a leitura do livro “pensando a revolução francesa”, do historiador Fraçois Furet. Trata não da reulução em si, mas da história do pensamento sobre a revolução francesa. Enfim, o autor deixa o marxismo nú em pêlo.
Ari
-14/01/2009 às 15:41
Carissimo Rei
Boa tarde a todos !
Vê se eu entendi.
Esquerdista pode pensar e agir como quiser. Desde ser um apedeuta até usar uma linguagem metida. Ser um humanista bonzinho fazendo passeata pela paz ou um terrorista organico.
E, os não esquerdistas teem direito a ficar imobilizados, não podem falar nada nem tomar espaço na midia ou em qualquer lugar. Só teem o direito de levarem bombas ou se converterem.
Pronto, simples.
E o Estadão com isso?
AH, recado dado.
p.s.Acho bom não acentuar mais nada e escrever como der na telha- daqui a pouco vão adotar isso mesmo, ora.
Anônimo
-14/01/2009 às 15:22
Não entendi nada do que o Safatle escreveu. Espero que quem decidiu colocar o texto no Estadão também não tenha entendido.
Anônimo
-14/01/2009 às 15:07
PeTralha e puxa-saco de terroristas,às 8:37 PM!
CHUTA ELE,TIO REI!
Obrigado!
Anônimo
-14/01/2009 às 14:48
Reinaldo,
o maior problema é que essa anta leciona na fefeléchi, da USP, criada e mantida com dinheiro público. Quando será que teremos um governador capaz de interevir nessa unidade podre da USP e impor concursos públicos decentes, isentos de compadrios malévolos? Até quando dna. Chauí vai abusar da nossa paciência? Eles não têm liberdade de cátedra, têm liberdade para fazer apologia do crime! Chamar um terrorista de altruísta é o quê?
Filósofo safado, pleonasmo vicioso em se tratando de um uspiano. Que tragédia. E pensar que foi o dr. Júlio Mesquita quem mais lutou pela criação da USP. E seus descendentes publicam essa joça.
Sei não, Reinaldo, mas era o caso de ignorar solenemente esse trouxa, pseudo-alfabetizado.
sds.,
de Marcelo.
MaGioZal
-14/01/2009 às 14:16
os fatos decisivos da história política mundial desde a Revolução Francesa foram animados pelo advento de uma noção de subjetividade que não podia mais ser definida através da substancialização de atributos do “humano” e cujos interesses não permitiam ser compreendidos através da lógica utilitarista da maximização do prazer e do afastamento do desprazer.
Ué… e a Declaração de Direitos do Homem e do Cidadão de 1789, como fica? Ademais, certos autores lembram demais da Revolução Francesa de 1789 e de Robespierre e de menos na Revolução Americana de 1776 (Life, liberty, and the pursuit of happiness)…
Sebastião Borges Sobrinho
-14/01/2009 às 12:30
Reinaldo,
Há algo relevante no artigo do Safatle, por incrível que pareça, logo no primeiro parágrafo, quando constata que as livrarias estão sendo invadidas por publicaçõs conservadoras, para desassossego e preocupação dos antigos donos do espaço, os ‘anticonservadores’. Nesse sentido seu blog e tantos outros (pessoas e órgãos) que pensam na mesma linha têm muito o que comemorar. Parabéns.
Ricardo
-14/01/2009 às 12:07
Tio Rei: Há um livro na praça, intitulado “Imposturas Intelectuais”, de Alan Sokal et. col. Nele, a, digamos, veia estelionatária de Lacan fica exposta. Trata-se de um psicanalha à altura de Slavoj Zizek, aliás, o “pensçador” preferido dos Emirados Sáderes. Por falar em sociopatia, aproveito para lembrar-lhes que aqueles que primeiro fizeram a “fusion” de psicanálise e marxismo foram os frankfurtianos.
Esse “Pçor” aí não seria parente do sinistro “brimo” Mounir Safatle, repórter da “Grobo” e auto-declarado membro de uma organização armada palestina? A USP virou uma “Escolinha do Prof. Raymundo do Mal”
Anônimo
-14/01/2009 às 11:49
Terrorimo no rabo dos outros é refresco?xxxxxx elguajiro xxxxxxxx
Anônimo
-14/01/2009 às 11:23
Se o fim justifica os meios, vamos logo soltar os Cesares Battisti, pedir desculpas e indeniza-los pelos transtornos impostos…..
Como o mundo seria melhor se certos (muitos) sociólogos e filosofos se dedicassem á agricultura!
Fernando
Einar Larson
-14/01/2009 às 10:13
Foi por textos desse tipo que CANCELEI minha assinatura do Estadão.
Einar Larson
Vitor Medina Cruz
-14/01/2009 às 10:07
Desisti no meio Reinaldo. Pode me chamar de burro, mas não consigo entender uma única palavra do que esse cara escreve. Admiro você por conseguir respondê-lo.
[],
Vitor
Anônimo
-14/01/2009 às 8:14
Este Safatle, aluno da outra “Zizequista” a dona Khel nunca lavaram roupa ou varreram casa para seus pais. São desocupados a deitar falação sobre fatos para os quais não necessitamos de filosofia Uspiana de alcova, financada pelo CNPQ e CAPES às cutas de nossos impostos
Antonio Augusto Carvalho
-14/01/2009 às 8:11
Vou completar o que disse antes com o que já disse outro dia: o mundo acabou quando a população chegou a 3 bilhões! Este é o limite! Ou voltam as guerras massacrantes, epidemias e recuem os avanços medicinais ou Mad Max será o Rei do mundo!
Antonio Augusto Carvalho
-14/01/2009 às 8:04
Reinaldo,
Vou reivindicar minha posição como primeiro crítico do estadão! Estão assim desde os tempos imemoriais do fhc! E que os acomete atinge com mais intensidade o jornaleco de propriedade de judeus chamado zh aqui no sul. Fazem apologia aberta ao antisemitismo ao estampar machetes sobre o “massacre” praticado pelo exército de Israel.
É o fim do Império!
Anônimo
-14/01/2009 às 7:25
Reinaldo,
Você foi bonzinho com o cara.
“…advento de uma noção de subjetividade que não podia mais ser definida através da substancialização de atributos do “humano”…(!?!?!)
O sujeito é um escroto! Como outros da espécie dele se esconde atrás desse palavreado inútil e imbecil. É claro que não pode gostar do Ratzinger, que quando fala ou escreve ilumina, concorde-se com ele ou não, em vez de mergulhar nessa meleca mental. O pior é que esse tipo de cretino vem (de)formando gerações de sub-cretinos nos cursos de “Humanas” da nossa Universidade.
Galista
-14/01/2009 às 5:51
O irônico é elle criticar os que citam o papa Bento XVI. Realmente, este não é um autor para boçais apologetas do pior que a humanidade foi e é capaz de produzir, cocomunismo e peterrorismo.
Anônimo
-14/01/2009 às 4:07
Os editores do Estadão nem devem ter entendido essa porcaria aí. O linguajar pós-modernista só serve para dar um tom profundo e filosófico à propaganda ideológica esquerdista e dificultar o entendimento do texto. Pensaram: se é professor, deve saber do que está falando. Isso me lembra do caso Sokal, o físico francês que nos anos 90 conseguiu publicar um texto que não fazia o menor sentido, apenas abusando do dialeto pós-modernista, em uma revista de humanidades bem conceituada.
Daniela • Brasileira Insone
-14/01/2009 às 3:40
Convenhamos, Safatle pode até ter exposto sua verborragia em artigo no Estadão. Mas ele jamais poderia ser juiz de um caso como o de Lindemberg, aquele que assassinou Eloá. Afinal, já teria uma visão comprometida da questão, não é?
Jacques Stifelman
-14/01/2009 às 1:35
Reinaldo
Parabéns. Genial a sua analise. Eu demoraria vinte anos e nao sairia assim. Que alivio. Fique com a minha sincera admiração.Por angustia chamaria esse professor de alguam coisa próxima ao que em psicanálise os críticos de lacan costumam dizer quando as sandíces simbólicas psicopaticas de alguns lacanianos aparece ” Isso é lacanagem!!!!”
Anônimo
-14/01/2009 às 1:16
Quantas pessoas vão comprar essa coisa e quantas vão conseguir lêr? Isso é coisa prá petista/esquerdistas metido a besta, prá repetir essas frases enroladas como uma comunidade de minhocas, que não se sabe onde é o começo nem o fim. Leitura para terroristas mesmo. Desses que se matam em favor da causa, esplodindo um cinto recheado de dinamite para destruir O GRANDE SATÃ OCIDENTAL. A propósito, como você dá a sugestão, nada mal que o articulista e o autor dos livros fizessem uma experiência concreta, concretista, imolando-se no altar do terrorismo para provar a própria tese. O mundo ganharia. Agora, cadê que êles fazem? Pimenta no * dos outros é refresco, não é manos?
Anônimo
-14/01/2009 às 1:07
De que buraco de esgoto foi defecado este verme de nome Safatle?O verme,procurando seus iguais,foi ao lugar certo:uma universidade brasileira!Qual delas?A USP,lógico!
Anônimo
-14/01/2009 às 0:50
Rei.
Agora que o Safado ganhou destaque aquí no blog, é só aguardar para
vermos a entrevista que dará no RODA VIVA.
A tchurma lá já provou inúmeras vezes que prestigía bastante esses
“filósofos”.
Lembra-se do caso do Luciano Huck em que o “mano” defendeu o roubo do relógio dele em troca de poupar a sua vida? Pois é o “mano ladrão” fez um favor enorme em deixar vivo um homem rico.
Anônimo
-14/01/2009 às 0:29
Sabem o que torna tudo pior…
É puro BUSINESS gente!
Desses inteliquituais da USP e do Estadão.
Gente inconsequente fazendo negócios.
Mas que neste caso mereciam cadeia!
Anônimo
-14/01/2009 às 0:08
Reinaldo, parei de ler no começo do quinto vermelho desta anta.
Ele diz: ” (…) projeto filosófico-psicanalítico (…)”
Não creio que seja Freud a explicar a mente desse pessoal, mas Darwin.
Rita Rafaeli
-14/01/2009 às 0:05
Vocês não sabem mesmo nada de interpretação de textos, que vergonha!
Para saber escrever como esse sr não existe nada melhor que o Gerador de Lero-Lero.
http://francimaura.googlepages.com/lerolero.html
Anônimo
-13/01/2009 às 23:54
Ao cruzar a linha o Estadão rendeu-se. Bandeou para o lado negro da Força. Agora não temos mais jornais que defendam as opiniões de, no mínimo, 30% dos brasileiros. Acabou. A Veja e alguns poucos blogs como o do Reinaldo são a resistência que restou. Reparem no método denunciado pelo Reinaldo há tempos: eles usam instrumentos democráticos para solapar a democracia. Estamos presenciando a destruição da democracia de forma lenta e contínua. Os sinais: aparelhamento da imprensa e da ONU pelo esquerdismo bocó, pelo anti-semitismo, pela anti-americanismo, pela descriminalização das drogas, do aborto e do terrorismo. Mais sinais: eleição de Obama, neo-ditadores na América Latina, relativização do terrorismo, tolerância à governos genocidas e terroristas (Sudan, Irã, Síria). O mundo está ficando muito perigoso e o futuro é sombrio.
Anônimo
-13/01/2009 às 23:51
PeTralha e puxa-saco de terroristas,às 8:37 PM!
CHUTA ELE,TIO REI!
Obrigado!
Anônimo
-13/01/2009 às 23:49
Safatle é sim um safado petralha metido a escrever difícil; devemos ignorá-lo… Não perdoo é o Estadão (e a muito tempo), aquele mesmo jornal que um dia busquei afoito nas bancas… Nunca mais Estadão!
Amigo da Democracia
-13/01/2009 às 23:44
Reinaldo,
Senti a indignação varrer meu estômago durante a leitura do texto. Duas indinações: uma pelo texto em si, e outra pela editoria do Estadão.
Mas é de um non-sense tão absurdo! É de um ridículo tão escancarado! Recoloco aqui o que um leitor seu disse antes:
“Uma bomba na casa do seu safadle já está, por ele próprio, legitimada.”
Não somos nós que precisamos de Dramin Reinaldo. É este sr., e sua turma, que precisam de Risperdal, ou de algum outro anti-psicótico. E já que ninguém ia lê-lo mesmo… Pra que retirá-lo da obscuridade? Não se esqueça do Kit Left Revolution: quem passa pelo seu blog fica famoso!!
O sr. Safatle não é ignorante ou trapaceiro. Ele é ignorante E trapaceiro! Coisas da PUCUSP…
Anônimo
-13/01/2009 às 23:25
Olá, Reinaldo!
Note-se, contudo, que não é qualquer terrorismo defendido e admitido como outra coisa que não terrorismo: para Safatle e seus congêneres o terrorismo que emancipa combate os Estados democráticos da burguesia conservadora. Maior estupor que isto só o fato d’O Estadão lhe dar abrigo, socorro-me na esperança de que tenha sido em nome da pluralidade, este vício burguês contemplado pela democracia e desconhecido para os terroristas emancipadores. Vânia Cavalcanti, São Paulo
Anônimo
-13/01/2009 às 22:58
Seu Rei…. (dessa vez vou postar anônimo por medo de retaliações….hehe)
Estudei com esse cara dos 12 aos 18 anos. Não dê pelota pra ele. O cara sempre foi um lunático…
Comunista de carteirinha e de boina. Viu o nome do sujeito? O pai (notório comunista daqui de minha cidade) pegou emprestado do “sanguinário”. E não parou por aí. Os outros irmãos tambem foram premiados…
Lamentável!
Abs
Reaça
-13/01/2009 às 22:55
Uma para o dicionário:
“sujeitos não-substanciais que tendem a se manifestar como pura potência disruptiva e negativa?” - criminosos coitadinhos.
Reaça
-13/01/2009 às 22:47
Putgrila!
Eu já li muito contorcionismo retórico para justificar o injustificável, mas este é o ó do borogodó. E o pior é que essa porcaria vai acabar entrando nas universidades (na imprensa dita de direita já entrou).
O diabo do Slavoj Zizek é sociólogo. Meu Deus! Sou formado em ciências sociais e cada vez que leio uma merda desta sinto-me compelido a queimar meu diploma.
Anônimo
-13/01/2009 às 22:34
Caro Reinaldo:
Já devo ter citado em algum lugar que as explicações mais simples são a mais verdadeiras comparando a teoria geocêntrica com a heliocêntrica.
Para se prever a posição de um astro levando-se em conta o geocentrismo os cálculos eram tão complexos e com tantas exceções que somente poucos astrônomos dominavam tal técnica.
Já no heliocentrismo as coisas se simplificaram tanto que muito mais astrônomos se tornaram capazes de calcular e prever a posição de um astro.
Outra coisa eram o sistema de numeração romano em que um burguês europeu na Idade Média tinha que mandar o filho para uma universidade para aprender a dividir com dois algarismos na chave.
Com o advento do sistema de numeração decimal qualquer criança, pelo menos na minha época, tornou-se apta a fazer essas contas que demandavam anos de estudos.
Onde quero chegar com isso é que se o comunismo necessita de tanta parafernália dialética para tocar os corações e mentes das pessoas então ele é falso.
O capitalismo ou as leis de mercado são tão naturais para as pessoas que até mesmo uma criança de 3 anos já sabe para que serve o dinheiro e sabe também que se tiver mais dinheiro poderá escolher suas amizades.
Já quem tem menos dinheiro terá que aceitar os amigos que o aceitarem.
Como vê tudo que precisa dar muitas voltas no cérebro dando nós nos neurônios é falso.
Aquilo que é mais simples e universal é: quem tem, tem, quem não tem se vira.
Sem mais,
João da Rocha Labrego
Anônimo
-13/01/2009 às 22:17
Estragão!
Roberto Andrade
-13/01/2009 às 22:16
Escritor prolixo esse hein?
Se não fosse o vermelho-azul…
Esse é o que chamo de “Texto Glade”, ou seja, o autor joga um desodorizador por cima pra disfarçar o cheiro de excremento.
Anônimo
-13/01/2009 às 22:06
Putz !
Esse ai deixou até a Marilena Chaui no chinelo, hein ?
Se ele tem razao, o MST e até mesmo o PCC bem que poderiam contratar esse cara pra dar fundamento teorico a fundaçao de seus proprios partidos politicos, nao ?
é o fim dos tempos, mesmo…
Porta Torta
-13/01/2009 às 21:46
Comprei esse “particular” trôço em fôrma de jornal (aqui os dois circunflexos SÃO propositais) para ler a matéria sobre Edgar Allan Poe, de cujos contos gosto muito. Atravessei depois o texto do Ubaldo com o prazer costumeiro. Eis que me deparo com o artigo ESPECIAL PARA O ESTADO (do autor de CINISMO E FALÊNCIA DA CRÍTICA) sobre o marxista-psicanalista ZIZEK. Antes não tivesse perdido tempo com essa ópera tão fresca quanto o expelido por uma diarréia brava. O paparicado ZZK é simplesmente um celerado com espaço na mídia irresponsável e ignorante e o autor da resenha já esta auto-descrito pelo título do que anda obrando por aí: um cínico e crítico falido…
PS: ESTADÃO, não nos faça nem por um segundo pensar que as Legiões do Mal conseguiram pagar o improvável preço, necessário e suficiente, para que vocês vendessem a moral democrática de uma instituição brasileira honrada e mais que centenária..
Anônimo
-13/01/2009 às 21:43
Estadão = “só´u-
ma bombinha não doí/
uma bombinha…”
Volca
-13/01/2009 às 21:06
Pq nós temos de acompanhar esse conflito. Um país criado com a força do dinheiro (e das armas) do capital judeu nos EUA, dentro de um território arábe! Como não vai existir conflito? É o q os ingleses fizeram na Índia, lá sempre teve muçulmanos e hindus, convivendo pacificamente, mas não, criam um país onde não existia e ae começa tb um conflito que não existia, mas que enchem nossa mídia de discussões e especulações. Enquanto isso o legislativo aqui dentro…
Marcel
-13/01/2009 às 20:55
Ele cita duas vezes Alain Badiou, grande vigarista da intelectualidade francesa.
Vejam o texto “L’hypothèse communiste”, por exemplo, acessível aqui: http://alainindependant.canalblog.com/archives/2007/11/11/6847208.html
(só para quem ainda tem estômago para aguentar aquele papo de que o comunismo é inevitável, é a única saída, é o supra-sumo do humanismo, etc.) Ainda existe esse tipo de gente.
Olavo de Carvalho o chamou de “o filósofo predileto dosincapazes”. Confiram aqui: http://www.olavodecarvalho.org/semana/080906dce.html
André Costa
-13/01/2009 às 20:53
Putz Reinaldo,
Nunca li um post seu querendo que acabasse logo, mas esse realmente me deu essa vontade. Não sou nenhum cara sensível mas me peguei enojado com as palavras do uspiano…por favor, faça como naqueles posts que têm fotos ou vídeos muito “fortes” a avise-nos no início para não começarmos a ler. Acredita que fiquei mais abalado com o texto do que com o vídeo dos assassinatos dos terroristas aposentados do Fatha pelos terroritas do Hamas?
Anônimo
-13/01/2009 às 20:45
isso é que da´ alimentar a psicanálise…
MAM
Anônimo
-13/01/2009 às 20:41
Quando falam em professores da UFSC, já vou puxando o saquinho.
Tambosi
Anônimo
-13/01/2009 às 20:37
So por curiosidade. Como vc distingue “terrorismo” de “guerra pela emancipacao”? Os Estados Unidos nao praticaram “terrorismo” contra o governo ingles durante a campanha pela independencia?
Anônimo
-13/01/2009 às 20:20
Anônimo das 5:42 PM,
depois da punheta poética do Tarso Genro, temos a punheta acadêmica do Safatle.
Se pelo menos eles se contentassem em ficar trancados no banheiro sem sair por aí fazendo lambança.
Uma sugestão para Genro e o Saflate: porque vocês não formam uma dupla caipira? (poderia ser a Bronha & Siririca). Pelo que falam e escrevem, acho que vocês têm tanta coisa em comum.
Anônimo
-13/01/2009 às 20:18
como é o sobrenome do vigarista uspiano? SAFADO?
ednilson
-13/01/2009 às 20:12
A publicação do texto apenas no site do Estadão parece insignificante, mas é assim que “eles” começam. Daqui a pouco passa para o jornal impresso. Daí já vão dizer que falar isso é normal, que já se vem falando há muito tempo e querer proibir é tirar um direito adquirido e por fim, vira regra.
abraço!
Lucas Mariano
-13/01/2009 às 20:02
Taí o link do EMBROMATOR da Fefeléchi
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090111/not_imp305355,0.php
Meu Deus, abandonei Ciencias Sociais/USP em 1995 por causa de tipos assim….nao mudaram nada.
Sáderes, Chauís e Nobres se multiplicaram.
Mas o Estadão publicar um texto deste teor? Não entendo…será que os Mesquita estariam superestimando suas ascendências árabes?
Duvido.
Isto tem mais cara de editorialista “querendo ver o outro lado”, o famoso “outroladismo”.
Abraçao
Lucas Mariano
Anônimo
-13/01/2009 às 20:02
Esse sujeito precisa de uma “experiência disruptiva” no rabo dele.
Anônimo
-13/01/2009 às 20:01
Não dá mais prá ler isto.
Não consigo chegar ao fim.
Nem o revisor do Estadão leu!
Obrigado Reinaldo.
Anônimo
-13/01/2009 às 19:56
Estudei na USP com este babaca do Safa(do)tle. Foi um semestre de aulas sobre Estruturalismo, que eu, na época, chamava de esqueleto filosófico.
Esta mesma lengalenga travestida de discurso erudito, profundo, mas que é puro lixo, me dava desespero.
Dizia para alguns colegas: Se der uma peneirada não sobra nada, aliás como quase tudo no curso de filosofia da USP. Ouvia de alguns que o problema era comigo, que eu não estava entendendo nada, que eu deveria respeitar a história da filosofia.
Se alguns de vocês, que estão lendo este comentário, estudaram ou estudam com este verme, não se enganem, o homem é mesmo uma besta.
Aliás, lendo o vermelho e azul do Reinaldo com o texto do Safatle, dá uma vontade imensa de me emancipar pelo terrorismo. Prá começar, eu poderia ignorar os quadros normativos do humanismo lá na USP promovendo uma ação terrorista bem no meio de uma de suas aulas, que são verdadeiros atentados à inteligência humana.
Safatle, p*##@, vá à md@! Deixe de ser louco e faça alguma coisa que preste nesta sua porca vida.
Haja paciência!
Marcos Paiva
-13/01/2009 às 19:49
“discussões fundamentais para a crítica cultural e sociopolítica produzidas no calor das lutas e revoluções”
Esta frase do Vladima peca em concordância, hein.
Garganta
-13/01/2009 às 19:48
Caro Reinaldo,
Confesso que pensei: “Esse Reinaldo vai falar mal de um professor da USP de novo. Aposto que é birra”. Mas daí li a sua crítica, Reinaldo, e mudei de opinião:os textos do professor Safatle fazem uma certa ( ou muita) apologia ao terrorismo. Triste para um professor do departamento de Filosofia da USP.
“Verdade seja dita: a terça-feira negra mostrou como a ação política mais adequada para a nossa época é o terrorismo. Ele é o que resta quando reduzimos a dimensão do conflito social à lógica do espetáculo.”( Safatle)
Realmente um raciocínio delinqüente, pois reduz uma questão muito mais complexa num certo discurso de Sociedade do Espetáculo ( o que foi admitido). Absurdo.
E qual o intuito de admitir essa, por assim dizer, redução de foco?…louvar o terrorismo… louvar o terrorismo e louvar o terrorismo( talvez finalidades piores), sem dúvida. É vergonhoso que esse texto seja de um professor da USP.
Com os melhores cumprimentos,
Garganta.
Nicão
-13/01/2009 às 19:48
Sabe de uma coisa? Esse nosso povinho vagabundo é tão ignorante, mas tão ignorante, que mede leitura pelo tamanho do texto, quando tem alguma capacidade pra interpretar alguma coisa. Isso os chamados “alfabetizados”. O Lula é a prova viva disso.
Os que se limitam a catar palavras, preferem a página policial, de futebol ou, no máximo, a resenha das novelas, com uma passadinha na coluna social e, uma vez por ano, na suruba BeBeBiana globalizada.
O máximo de leitura “alternativa” que conseguem entender se resume a gibi e história em quadrinhos, ou, quem sabe, no máximo, um livrinho de autoajuda com um bom resumo.
Já os nossos intelectuais, aqueles do tipo desse tal de Safatle, que nunca vi mais gordo, são daqueles abilolados que, de tanto ler outros malucos, acabam assumindo a loucura alheia e passam a vomitar asnices enchendo linguiça “no verbo”, tipo esse, que você comentou - olha que eu me dei ao trabalho de ler, inteirinho. Só você mesmo!
Esquece, Reinaldão, porque, a única utilidade que esse texto pode ter nas comunidades eleitorais da esquerda brasileira - e da direita, porque não? - é a do papel do jornal: acender churrasqueira, embrulhar peixe, forrar isopor pra levar geladinha pra praia e limpar o rabo - essa, talvez, a mais “nobre”, se bem que o cidadão necessitado arrisca-se a sair com um baita “E” de Estadão pregado no bundão.
No mais, concordo com você que não se esperaria, de um veículo como o Estadão, um comportamento desses, até pela sua história, mas, fazer o quê? Você mesmo tem criticado a impressionante idiotização da imprensa brasileira. Aí está a prova. Vou mais longe: publicaram não porque o jornal tenha mudado a sua posição, mas, provavelmente - quase que certamente - porque o responsável pela publicação, ou não, dos textos, pouco, ou quase nada entendeu do que leu… justiça seja feita: nem eu!
Anônimo
-13/01/2009 às 19:46
Reinaldo
E pensar que a gente paga o salário (que deve ser alto) desse cidadão para ele dizer este monte de asneiras.
Desde que os gregos disseram que o homem é a medida de todas as coisas que ele (o homem) vem querendo provar isso mas não criou ainda a medida.Ou melhor, criou a desmedida: vigarice intelectual como moeda de implantação de falácias ou induções cretinas.
Apoia-se em teses fundamentadas defendidas parcialmente pelo preconceitos metafísico-religioso e materialistas da espécie mais radical e não tomou conhecimento ou se esquece de uma frase curiosa de Max Scheler (em A Posição do Homem no Cosmos):”As pessoas me dirão e elas já me disseram de fato que não é possível para o homem suportar um Deus imperfeito, um Deus deveniente.Minha resposta a isto é que a metafísica não é nenhuma instituição de seguros para homens fracos, carentes de apoio. É por isto que é também perfeitamente compreensível o fato de o homem só chegar àquela consciência de sua cruzada conjunta, de sua co-obtenção da divindade, no curso de seu desenvolvimento e de seu autoconhecimento.(…) No lugar daquela ligação do homem com a dinvindade que se encontra meio distanciada de maneira meio infantil, meio frágil,tal como ela é dada nas ligações objetivantes, e, por isto, desviantes que são características da contemplação, do louvor, da oração que estabelece um pedido, nós colocamos o ato elemetnar da entrega pessoal do homem à dinvindade, a auto-identificação com a direção de seus atos espirituais.”
Será que o nosso professor assumiria o seu “ato” e se submeteria a um ato terrorista de “peito aberto”?
Anônimo
-13/01/2009 às 19:38
Lamentável,Estadão!
Que vergonha!
Ida Lopes (indignada!)
-13/01/2009 às 19:37
É um dos textos mais nauseabundos que já tive o desprazer de ler. As suas justificativas e defesas do terrorismo não são apologia ao crime? Cadê o Ministério Público pra enquadrar esse sujeitinho?
Luciano
-13/01/2009 às 19:02
Rei,
Na melhor das hipóteses e sendo muito benevolente: o lugar deste canalha abjeto é na cadeia!
Victor Velloso
-13/01/2009 às 18:56
- Bang!
- Cara, cê matou o cara!
- Matei. Mas eu sô disquêrda! Tô “reinventando a ordem da vida cotidiana”. Cê tá vendo só os efeitos negativos do terrorismo, cara! Cadê minha liberdade contrutiva da nova sociedade?
- ?
- Cê nunca leu Zizek, não?
- Quem?
- Zizek. Viva Mao! Bang!
zefjv2
-13/01/2009 às 18:56
Nada mais esquerdopata que este texto… Sem pé nem cabeça, usa uma linguagem rebuscada para parecer culto e camuflar a promoção do anti-americanismo/sionismo mesmo que para com isso tenha que apoiar os terroristas, contrabandistas, narcotraficantes e etc. Tanto faz, o que importa é ser contra o sistema!!!
Depois de anos no CEFET-RJ,UERJ e Outros antros da Esquerdopatia nacional fica fácil identificar o golpe.
Abraços Tio Rei
Jose David
zefjv2
-13/01/2009 às 18:56
Nada mais esquerdopata que este texto… Sem pé nem cabeça, usa uma linguagem rebuscada para parecer culto e camuflar a promoção do anti-americanismo/sionismo mesmo que para com isso tenha que apoiar os terroristas, contrabandistas, narcotraficantes e etc. Tanto faz, o que importa é ser contra o sistema!!!
Depois de anos no CEFET-RJ,UERJ e Outros antros da Esquerdopatia nacional fica fácil identificar o golpe.
Abraços Tio Rei
Jose David
Anônimo
-13/01/2009 às 18:48
Como é bom ser analfabeto!
Mauro Garcia
-13/01/2009 às 18:48
Tio Rei
O ESTADÃO tem a obrigação de se retratar sobre cada um dos episódios comentados aqui no blog: EDITORIAL E CADERNO 2 (acho que o “2″ vai significar de “2a.” de agora em diante).
Vai ser um direito de resposta diferente: utilizar os mesmos espaços onde foram escritas as bobagens para pedir desculpas e assumir os erros.
Esperemos a edição do dia 18/01/2009 com as devidas retratações em respeito a luta de Israel contra o terrorismo.
Paulo Pires
-13/01/2009 às 18:45
É de espantar como algumas pessoas se intoxicam volutariamente. Zizek, né?
Se alguém fizer uma vaquinha para mandar um pouco de Chesterton para o carinha, eu até dou uma contribuição.
Anônimo
-13/01/2009 às 18:41
Você compra Dramin com desconto especial Reinaldo?
Para ler textos assim e ainda comentar…
Haja estômago.
Alex
-13/01/2009 às 18:34
Como eu gostaria de ver a reação dele se um terrorista-bomba explodisse no meio da familia dele. Será que ele continuaria a exaltar esta prática tão maléfica?
Anônimo
-13/01/2009 às 18:31
Agora, me digam uma coisa: vcs acham q esse cara se chama Vladmir à toa?
Anônimo
-13/01/2009 às 18:29
zer0-rei, copio um comentário ótimo
Safade pergunta:
“Como construir estruturas institucionais universalizantes capazes de dar conta de exigências de reconhecimento de sujeitos não-substanciais que tendem a se manifestar como pura potência disruptiva e negativa?”
Resposta:
CONSTRUINDO HOSPÍCIOS E CADEIAS DE SEGURANÇA MÁXIMA
Heitor
-13/01/2009 às 18:28
Quando li, professor de filosofia da USP, logo desanimei.
Mario C.
-13/01/2009 às 18:24
Reinaldo. ****
Poeminha Safado
Eu sou um sujeito dessubstancializado,
portanto
vou tentar uma experiência disruptiva
na sala de aula do tal Safatli
uma bombinha aqui, um foguetinho lá
ou ressuscito Lacan
reabilito Danton
ou acabo como Marat
**** Faltou um “s” em ressuscito. Indesculpável.
Mario C. POA
Anônimo
-13/01/2009 às 18:22
e aí saflado…tomô?
Anônimo
-13/01/2009 às 18:22
zer0-rei, “terroristas são seres providos de uma nova substância além do bem e do mal, seres que querem mais que o próprio prazer, mais que evitar o próprio desprazer; são seres do além, altruístas, desafiadores de limites, quebradores de regras formais, superiores a nosso egoísmo judaico-crisatão burgues neo-liberal ocidental. Eles são a mais pura modernidade, a quem a democracia deve abraçar” (com as pernas, imagino eu).
Ele usa palvras difíceis, prolixidade, para glorificar os terroristas. Uma espécie profunda e filosófica de elogio à loucura.
Pra mim terroristas são loucos, decadentes de uma civilização que quando deu certo, deu errado (mandando a humanidade à idade média, das trevas).
Merece mesmo elogio é a paciência dos Israelitas que ainda aceitam negociar com essa gente.
Flora,não sou tão má assim vá!
-13/01/2009 às 18:21
pobre Estadão!
enveredou pela mesma linha ‘mini-saia-bustiê’ da Folha!!
jornalismo de ’serviços’,atendo motel,hotel a domicílio,faço descontos para grupos menos Bar-mitsvá e leitores argutos!!
ass.: Flora (mas hoje eu estou mázinha de tudo hein?)
Mauricio
-13/01/2009 às 18:19
Reinaldo: trabalho em uma grande livraria do País…sou responsável pelo setor de humanas…e declaro que não são comercializadas obras que façam apologia do conservadorismo ou do liberalismo…simplesmente elas não existem….o mercado editorial brasileiro foi tomado pela esquerda…as grandes editoras tem um perfil assumidamente esquerdista…por exemplo…Robert Conquest…historiador inglês…que teve acesso aos arquivos soviéticos…não foi traduzido até hoje no Brasil !!!!!!
Mario C.
-13/01/2009 às 18:12
Reinaldo.
Poeminha Safado
Eu sou um sujeito dessubstancializado,
portanto
vou tentar uma experiência disruptiva
na sala de aula do tal Safatli
uma bombinha aqui, um foguetinho lá
ou ressucito Lacan,
reabilito Danton
ou acabo como Marat.
Mario C. Porto Alegre
Anônimo
-13/01/2009 às 18:09
Concordo com muitos comentários. Como é possível alguém chegar a um doutorado em filosofia as custas do nosso dinheiro e na hora de retribuir os longos anos custeados pelo erário público escrever tanta asneira?
O que tem de artigo acadêmico fazendo apologia do crime(sustentar o terrorismo como forma de resistência política, por exemplo)não é brincadeira. São terabytes de informação inútil custeadas pelos cofres públicos.
A produção acadêmica no Brasil é de chorar. Um verdadeiro antro de esquerdopatas. Fazer proselitismo político dentro e fora das universidades faz parte do contexto democrático. O que está fora de contexto é usar o ambiente acadêmico para fazer apologia do terrorismo, pratica tipificada em nosso código penal.
O tal de Valdimir Safatle bem que poderia devolver o nosso rico dinheirinho aplicado em sua formação durante muitos anos. Chega de sustentar professor da USP que não produz nada além de lixo acadêmico.
A boçalidade de alguns intelectualóides ultrapassou todos os limites.
Quero o meu dinheiro de volta!!!
Anônimo
-13/01/2009 às 18:01
Putz, Reinaldo, que coincidência incrível. Quando li o primeiro parágrafo desse texto, domingo, no Estadão, pensei em você, pensei em mandar alguma mensagem no seu blog sobre o raciocínio abjeto que estava ali exposto no outrora jornalão conservador. Pensei, mas não agi. Agora, é com satisfação que vejo seu comentário. Mas a tristeza ainda me domina, pois sou assinante desse jornal há vinte e cinco anos e é inconcebível, como você aponta, que algum editor tenha permitido que a apologia do terrorismo seja divulgada sob a espúria proteção da tal pluralidade (essa praga que a mídia invoca sempre que a preguiça, ou a burrice, lhe impede de assumir juízos de valores). Triste Estadão. Triste imprensa nacional.
WEIMAR
-13/01/2009 às 17:59
Depois de ler a transcrição do texto do safadinho do Safatle, preparei urgente um telegrama (sou da antiga!) para o comando das forças armadas de Israel:
“Senhor General Comandante em Chefe: Meu conhecido vg o Safatle vg grande autoridade coisas ligadas uso força bruta vg em texto publicado jornal brasileiro grande circulação vg acha vosso exercito muito mole pt Favor aumentar nivel violencia fim satisfazer aquele emerito patricio brasileiro pt“
Escrevi em português mesmo esse telegrama. Espero que o Amorim ainda esteja por lá pra traduzi-lo e mostrar que grande pensador é o Safatle, que só não é maior que o Lula, chefe do Amorim.
Weimar
Anônimo
-13/01/2009 às 17:54
O que deu no “Velho Senhor Cinzento”?
Eu nunca gostei do Estadão por achá-lo sisudo demais. Agora, ele faz aquele editorial que mereceu um vermelho-e-azul e publica essa caca? Quer posar de “pogressista”?
“Pogressista” por “pogressista”, vou continuar com a Folha, que pelo menos é pluralista.
Publius (de volta das férias)
Bruno
-13/01/2009 às 17:50
Reinaldo, a análise de professor é baseada em décadas de estudo do terrorismo, muita leitura, muita análise e etc…
Agora faça esse exercício de imaginação comigo:
coloque o professor safatle na mira de um míssil do hamas. Ou melhor, coloque o distinto professor sentado na poltrona de um avião comercial tomado por terroristas viajando a 900km/h na direção do COPAN hahahahahah (WTC é muito pra esse MERDA).
Imagine ele defendendo o terror nessa situação.
Agora imagine a reação que um ser humano normal teria.
Típico discurso de alguém que fica divagando dentro de sua sala durante horas sobre um assunto que ñunca viveu.
Péssimo
Renato
-13/01/2009 às 17:47
Realmente é o fim ver uma coisa tão escabrosa ser publicada no Estadão.
Sem dúvida esse senhor está defendendo o terrorismo que é praticado contra os estados democráticos e as pessoas não alinhadas com a esquerda, ou será que ele também defende que se pratique o terrorismo para derrubar a ditadura cubana?
Provavelmente ele não gostaria de ver carros e casas explodindo com esquerdistas dentro.
Na minha opinião o que esse senhor faz é um incentivo ao terrorismo e portanto ao assassinato de inocentes, aonde estão nossos promotores para intimar esse senhor por isso?
WEIMAR
-13/01/2009 às 17:45
MARINA, 5:02 PM, disse:”o lugar dele é em Guantánamo.
Peço a ela: Marina, por favor, não diga uma coisa dessa na frente do diabinho que habita minha orelha esquerda! É dar a ele idéias (ele ainda não sabe da nova ortografia; e eu, também não)estranhas!
Passava eu rápido pelos comentários. Acreditava que ele não iria perceber as minúcias. Que nada! Passando pelo comentário da Marina, ele rapidamente acrescenta:
– “Errado, Marina, o lugar dele não é em Guantánamo. É mais embaixo: sete palmos abaixo!”
Esse diabinho não tem jeito; é cada idéia terrorista!
Weimar
Anônimo
-13/01/2009 às 17:42
permitam-me a minha definição do textículo aí do ‘mestre’.
PUNHETA ACADÊMICA!
(mais um onanista da nossa nobre academia de punheiteiros intelectuais ganhou o seu ‘hall of fame’…viva a fefeléchi e suas hiponguinhas de sexo fácil e pelos no sovaco!)
Pedro Erik
-13/01/2009 às 17:37
Entendo realmente que um órgão de imprensa deve ter princípios. Se este vive em uma democracia deve defendê-la. Pode até defender argumentos de esquerda, mas não os de solapar a democracia.
O texto do Estadão abre espaço para argumentos que procuram destruir a democracia. O Jornal deveria ter vetado. Mas, desconfio da formação dos diretores dos jornais de hoje.
Já dei aulas para alunos de comunicação em universidades particulares. Sei que se esses caras um dia assumirem um jornal, tudo pode passar. O grau de formação moral, ética técnica são baixíssimos. Quando ouço a Cristina Lobo falando no Globonews, por exemplo,lembro-me dos meus alunos, pois esses sempre faziam análises rasteiras.
Sua posição em relação ao Estadão marca a questão. É necessária a vigilância nos jornais, na defesa dos princípios democráticos. Parabéns.
Abraço,
Pedro Erik
Paula R.
-13/01/2009 às 17:36
O que mais me impressiona é que em nenhum momento ele tenta negar os crimes contra a humanidade cometidos por esse pessoal. Em nenhum momento ele diz: estão forjando a história, vão pesquisar!
NÃO!!! Ele vê beleza em tantas mortes, ele vê transformação social. Ele não tem vergonha de apoiar os sanguinários! E quase chama de malvdados os que ficam horrorizados com tais crimes!!!
Paulo Boccato
-13/01/2009 às 17:35
(Boccato em caixa baixa/ô esforço!)
sem novidades.
…o cara é só mais um entre tantos que o Olavão já definiu de antemão como as ‘pústulas pagas da universidade pútrida brasileira’.
…convenhamos,o lugar do bem Pensar seja á esquerda,á direita,e ao centro de uma tese,seu necessário dabate,sua antítese,papel este que seria das universidades no Brasil,cedeu lugar mesmo a vigarice intelectual que só faz transitar pelo lado mais extropiado do pouco cerébro.
Como ninguém obsta,vão ficando!E contaminando…
…tio Rei em sua magnífica bondade resolveu lhe lançar as luzes do microscópio microbiano! o
…analisando, vemos que no Brasil o pensamento acadêmico está em coma,quase morto na placa de Petri do atraso,mantido por verdadeiros ‘aparelhos’ na acepção e compreensão política do termo, pois várias ‘doenças’ do pensar a atacam sem dó ou piedade!
…temos bacilinhos assim menos virulentos tipo o CHAUIENSISPORKARIAS,mas abundam nos corredores universitários sem o bemvindo arejo da luz da liberdade, pragas medievais como o SADERIANOPUSTULENTO!
…este aí,SAFATLEUMSAFADUM,gripezinha das menores;passa com um primeiro ano de um bom curso básico de Filosofia pura!
…remédinho grego nele ou um São Thomás de Aquino básico já resolvem e desmascaram mais um embuste acadêmico incensado pela pior mídia do planeta em seus sagrados cinco minutinhos de fama (culpa tua Rei!)!!
falei?
Max Peter Boechat Bragard
-13/01/2009 às 17:35
Caro Reinaldo, estou muito preocupado com o rumo que as coisas estão tomando. Acredito na democracia, no contraditório e na liberdade de imprensa, pensamento, idéias. Porém, tudo tem limite. O Estadão hospedar em suas folhas artigo escrito por um delinquente, onde o inergúmeno faz apologia do terrorismo é no mínimo chocante, lamentável e pior triste por ser o Estadão.
André Henrique
-13/01/2009 às 17:33
Essa ligação da Revolução Cultural com o capitalismo, foi o fim da picada - só podia ter vindo de alguém que determina o status quo na história!
Mauro Garcia
-13/01/2009 às 17:32
Tio Rei
A que ponto chegamos: um dos jornalistas mais respeitados do país ter de alertar a linha editorial dos jornais de maior circulação do país devido a um patente flerte com o terrorismo.
Um BLOG vermelho e azul contra GIGANTES que nem sequer mais têm noção do caminho certo: escolheram o caminho da “pluralidade” e do “relativismo”.
Muita, muita FORÇA para o Tio Rei!
Bruna
-13/01/2009 às 17:32
Caro Reinaldo,
Tenho um livro que trata dessa “filosofia” sendo adotada pelo STF.
Sim, pelo STF! Mas, o engano é outro e, particularmente, maior.
Como faço para lhe enviar? Posso remeter para a redação da Veja aos seus cuidados ou para outro endereço?
Obrigada,
Bruna
brunacapanema@gmail.com
Diego Araújo
-13/01/2009 às 17:32
Engraçado como os esquerdopatas tem essa mania de palavrear difícil sem dizer nada…
Há alguma explicação histórica para isso? Ou é só uma tendência natural desses “sujeitos não-substanciais que tendem a se manifestar como pura potência disruptiva e negativa”?
Anônimo
-13/01/2009 às 17:31
Essa é a linha editorial do Estadão desde que o jornal decidiu seguir os passos da Folha: os editoriais continuam defendendo, na maioria das vezes, o pensamento liberal e democrático, mas é preciso, a fim de se ampliar o número de leitores (ou seja, aumentar as vendas) e puxar o saco da academia, deixar a esquerda falar, abrir espaço ao populismo rasteiro e às ideologias marxistas. O jornal se tornou, então, o que é a Folha hoje: uma revistinha de variedades, com o Caderno 2 infestado de subcultura. Viva a democracia!
Anônimo
-13/01/2009 às 17:31
ate o estadao decaiu
q pena !
Memyself
-13/01/2009 às 17:29
Ai meu sa… ai meus sais. Quando cheguei na parte do texto que diz “como construir estruturas institucionais universalizantes capazes de dar conta de exigências de reconhecimento de sujeitos não-substanciais” minha paciência acabou.
Uma conversa dessas só aprecia quem já fumou demais ou bebeu além da conta. E aprecia porque depois não lembra de mais nada.
O que raios é um sujeito não-substancial?
Não, por favor, não responda. Não quero saber.
Já o Estadão, decepção.
Anônimo
-13/01/2009 às 17:27
O Estadão, quem diria, desceu as calças também para a vagabundagem intelectual. Depois esses jornais reclamam que a sua tiragem só cai. Como esperam clientes com tanta delinquência intelectual?
Aos comunistas que propõe a apologia do terror eu proponho que sejam processados por seus crimes desde já (apologia ao crime é crime), antes que esses vagabundos alcancem “status” de “meros pensadores criticando o sistema”, coisa que efetivamente eles não são. São vagabundos psicopatas, gente perigosa cujo convívio social pacífico é um verdadeira bomba relógio para a nossa sociedade.
Bruno Moreira Torres
-13/01/2009 às 17:27
Tio Rei, me ajuda aqui:
1-Apologia ao crime é crime.
2-Terrorismo é crime.
Logo, isso aí não é apologia ao crime?
Minha cabeça reacionária e burguesa está ficando confusa…
Sergio
-13/01/2009 às 17:27
Mais um sociopata vagabundo em estado bruto, esse tal de safatle!
Anônimo
-13/01/2009 às 17:27
Putz, sou muito ignorante mesmo… não consigo entender quase nada do texto do cara… ou quem sabe eu seja dotado de uma força protetora inconsciente a baboseiras pseudocientíficas.
Roberto Martins
-13/01/2009 às 17:22
Prezado Reinaldo
Coitada das ciências sociais que acabaram criando as condições para que discursos grandiloquentes e vazios se tornassem o modelo do discurso acadêmico.
Olívio
-13/01/2009 às 17:20
Esses “inlequituais” que “açistem” filminhos “infâmios” de terroristas “di suçeço” do tipo “V de vingança” “istão” muito doidos. Já invadiram o Estadão.
Anônimo
-13/01/2009 às 17:20
O sinal verde foi dado por Lula, Marco Aurélio Garcia e Celso Amorim!
Agora vão lambuzar a grande imprensa!
“Tirado o glacê da linguagem supostamente filosófica”: usam glacê para camuflar a podridão e vigarice intelectual!
Anônimo
-13/01/2009 às 17:20
A quantidade de pessoas dispostas a conversar com o terror é realmente assombrosa, desde os que o idolatram - Safatle - até os que se satisfazem com a palavra mágica: negociar.
Deve ser um efeito colateral dos muitos anos durante os quais nós brasileiros nos acostumamos a conviver com o terror do crime nas ruas das grandes cidades. Até aprendemos a reservar um dinheirinho para o ladrão! No fundo, passamos a pensar que os eles não são tão maus assim, são, sacumé?, vítimas da sociedade. A leniência da imprensa, até dos chefes de redação do Estadão, com o terror deve ser um efeito colateral desse nosso estado de espírito avoado e, como dizia Sérgio Buarque de Holanda, pouco afeito à reflexão.
Alfredo Franch
Curitiba- PR
AC
-13/01/2009 às 17:20
“como construir estruturas institucionais universalizantes capazes de dar conta de exigências de reconhecimento de sujeitos não-substanciais que tendem a se manifestar como pura potência disruptiva e negativa?”
Simples: mais cadeias. Se maninfestou como pura potência disruptiva e negativa? Xilindró. Mas sem celular, visita íntima, progressão da pena e outras “exigências de reconhecimento de sujeitos não-substanciais”.
Agora, o trecho é o máximo da empulhação acadêmica. Merecia um monumento na porta da USP. É a isso, a essa embromação retórica de mau gosto, que se chama “pensamento”.
Vale a pergunta: quanto custa e custou um cara desses aos cofres públicos? somando-se todas as bolsas, mestrados, doutorados, seminários, livros, viagens, etc…
E o quanto nos custa na prática essa apologia de sujeitos não-substanciais e suas manisfestações desruptivas e negativas?
Volto à leitura.. Parei pára comentar esse trecho antológico da asnice universal q ameaça nos dominar… Perto do que se anuncia, A “Idade das Trevas” era um meio-dia.
SILVA JÚNIOR
-13/01/2009 às 17:19
EU HEIN! QUE COISA DOIDA. A QUEM ELE PENSA QUE ENGANA COM ESSA PALAVRAS DIFÍCEIS, FAZ APOLOGIA PURA AO TERRORISMO, POR QUE NÃO VAI MORAR NA FAIXA DE GAZA? LÁ PODERÁ ALIAR A PRÁTICA AO SEU MONTE DE TEORIAS.
Anônimo
-13/01/2009 às 17:19
Não tem nada a ver com o assunto, mas é bom:
http://www.conjur.com.br/2009-jan-12/pf_protogenes_queiroz_vazou_informacoes_operacao_satiagraha
marcelo
-13/01/2009 às 17:16
De quem viu da janela os atentados do WTC, posso dizer que esses terroristas de jornal nao passam de ratos e baratas.
Nunca vao entender o conforto de um sino de igreja no silencio da manha de 12/Set, nem a seguranca dos F16 patrulhando NYC nos dias seguintes.
Anônimo
-13/01/2009 às 17:13
Os principais responsáveis por esse estado de coisas são os babacas politicamente corretos que acham que tudo pode, como o RM de 5:00 PM e a Lara_p de 5:03 PM
Essa mesma classe média politicamente correta que colocou lulla e os larápios no poder, pensando que depois poderiam tirá-los de lá
Sodomia também é liberdade de expressão?
Pois então, manifeste-se livremente, sr. RM
Anônimo
-13/01/2009 às 17:11
Eita nóis…
Dispoiz di eça… já foi!
D’ingora in dianti abriram as purtera i istá artorisado as peleia!
Us exerçito vermeio tá tinindo di vuntade… msateu e us cumpadi dus cumpadi tudo babando i ispumando…
Incuantu iço nóis us besta ki a tempos vivemu nu terrorismo tribustário vamu mucho contento acisti o resfrega nus intervalu du brasileirão… Só fica uma dudua.. cerá ki u Gavião Bueno vai narrar a peleia… o van iscanla o Pedro Miau?!?
Anônimo
-13/01/2009 às 17:10
Prezado jornalista Reinaldo,
Não consegui entender o “economês” desse professor. Ele acha que falar difícil e ser hermético significa inteligência e saber profundo.
Ele escreve para quem? Deve ser para os gênios da inteligência verbal ou para o Arnaldo Jabor(que às vezes também é obscuro) coisa de 0,1% da população.
Da próxima vez, Reinaldo, por favor, traduza, numa linguagem acessível, para que os normais que leem regularmente seu BLOG possam entender. Do contrário, ficaremos com um complexo de burrice diante de textos que são escritos para ninguém entender(aí incluídos os 30% dos alafabetitados funcionais com curso superior).
Israel Mendes
-13/01/2009 às 17:08
Será que existe um jornal digno de ser lido nesse país? O daqui, Correio Braziliense, já foi pro brejo a muito tempo.
Anônimo
-13/01/2009 às 17:07
Notícias como esta estão afastando as pessoas de bem dos jornais, pois estão deixando de comprá-los. É a velha tática da esquerdalha, manter o povo desinformado. O maior exemplo negativo é Lula que afirmou que não gosta de ler. Será que os profissionais da imprensa não percebem essa armadilha?
(R)
Anônimo
-13/01/2009 às 17:07
“Como construir estruturas institucionais universalizantes capazes de dar conta de exigências de reconhecimento de sujeitos não-substanciais que tendem a se manifestar como pura potência disruptiva e negativa?”
A resposta é muito simples: Construir é assunto para firmas construtoras. Então, construam-se presídios de segurança máxima (as “estruturas institucionais”) universalizantes” (ou seja, para todos); para dar conta do reconhecimento (põem-se os caras atrás de um vidro espelhado para a vítima reconhecer…) os sujeitos não-substanciais (isto é: vagabundos imprestáveis) que tendem a se manifestar (saindo dos bueiros, como ratos) como pura potência disruptiva e negativa (vândalos e criminosos). Em suma eu acho que, no fundo, o “filósofo” está defendendo CANA para si mesmo e para toda sua corja. Estou de acordo.
Tales de Mileto
Marco
-13/01/2009 às 17:06
Reinaldo,
Na época em que meu pai era criança, se alguém falasse sandices como essas que Safatle escreveu no Caderno Dois do dia 11 último, algum decano bradava para o interior da casa: “Tragam o pau de dar em doido!”. E o possesso pela glossolalia era “dialeticamente” trazido à razão. Depois ganhava compressas de salmoura e reza braba.
Que artigo nefando e repulsivo! Lixo empolado! Fecaloma no ventilador!
Vá pra Coréia do Norte ou pra Cuba, Safatle!
Não tem como isso ser do Estadão! É coisa pra publicarem no Zero Hora e não no Estadão que eu conheço!
Marco Antonio - Curitiba(PR)
Anônimo
-13/01/2009 às 17:06
Rei, ainda bem que vc traduziu o texto… afinal, em que lingua ele escreve?
Apesar de quê, o que vale mesmo é a sua réplica e, tenho certeza, ninguém saberia da existência desse linguiceiro se não fosse você.
Ou existe mais alguém com saco prá ler isso sem a tradução do tio Rei?
Ahh… vc quis dizer 11/01/2009?
sergio g
-13/01/2009 às 17:05
Pela ortografia lullista, Estado virou Ex-tado
Anônimo
-13/01/2009 às 17:03
Alô Ministério Público: fazer apologia do terrorismo é crime, ainda que essa apologia venha disfarçada num texto em linguagem acadêmica, um tanto hermética, fechada, mas não o suficiente para esconder a pretensão de defender o terrorismo como forma de resistência política.
É o que fez o petralha em seu artigo: a apologia do terrorismo.
Graças ao Reinaldo mais um petralha foi pego praticando um crime de lesa-pátria.
Lara_p
-13/01/2009 às 17:03
Reinaldo, sua crítica desmistifica idéias de esquerda propagadas como irretocáveis nas duas grandes universidades de SP que você menciona no texto. Uma pena que o que deveria ser o centro intelectual paulista, em geral, age como pensa - não tolera argumentos contrários aqueles que propaga de maneira tão veemente. Entretanto, me surpreende seu texto também defender a intolerância - por que não escrever um texto de esquerda no Estadão? Não é um espaço livre, para a plena e saudável discussão de idéias que tanto assusta os PUCUSPianos? Entendo que a existência de defensores do terrorismo enoja qualquer liberal (ou qualquer um que acredite que o ser humano tem direitos fundamentais apenas por existir), mas proibir que se escreva um texto filosófico que argumente favoravelmente a essas idéias, já me parece restrição do direito de liberdade de expressão.
marina
-13/01/2009 às 17:02
o lugar dele é em Guantánamo.
sergio g
-13/01/2009 às 17:02
Reinaldo, corrige a primeira linha:
é 2009, não 2008
Abs
Sergio G
Guilherme
-13/01/2009 às 17:00
Concordo que o Estadão deveria vetar um texto destes, por que o covil dessa súcia (a Universidade brasileira) é inexpugnável, logo o único jeito de afeta-los é deixando essa gente isolada.
RM
-13/01/2009 às 17:00
Concordo com todos seus azuis, como faco a maior parte das vezes, mas nao com o introito. Acho que foi agressivo demais. O artigo era assinado, portanto nao reflete obrigatoriamente a visao do jornal. O Estadao, como bem lembrado, sempre foi um defensor da democracia, o que quer dizer publicar opinioes mesmo que nao se concorde com elas. Foi uma escolha infeliz (ok, mais do que infeliz) de autor para um assunto (cultura / literatura) cujo exercito de criticos disponiveis e dominado (em volume) por quadrupedes com visoes ultrapassadas de mundo. Acho que o Estadao pisou, sim, feio, muito feio, na bola, mas nao acredito que isso seja tao dramatico como fizestes parecer. Errar e humano.
Anônimo
-13/01/2009 às 17:00
PI…PI…PI…PI…
Petralha terrorista (desculpe a redundância) às 4:25 PM
Mande-o ser pluralista na democracia da cuba que o pariu
Anônimo
-13/01/2009 às 16:59
Fui aluno da criatura na FFLCH. Acredite: durante os vários anos da graduação, tive cursos bons e ruins, mas dentre os ruins somente desisti de UM: o do Sr. Vladimir.
Quando um curso era ruim, ou panfletário, eu encarava até o fim, usava como aprendizado, buscando as falhas, lia e escrevia a respeito. Mas há mesmo absurdos dentro da ruindade, quando beira o incompreensível. O curso em questão era sobre Lacan e envolvia Hegel, Foucault e cia.
A linguagem das palestras era a mesma lacaniana: incompreensível, a forma tradicional com que charlatães escondem seu caráter.
O que me deprime, embora você possa imaginar, é que tal professor possui um imenso fã clube, disposto a defender sua “genialidade” (usando também aspas, como ele) com ardor.
Curiosamente ele foi motivo de uma briga imensa no departamento, afinal ele disputou a vaga com… Marcos Nobre.
BLOG DO MARIO FORTES
-13/01/2009 às 16:56
Valdimir Safatle não merece uma só linha do teu blog.É pequeno demais,
esquerdista demais, “avoado” demais,enrolado demais, despreparado demais, insignificante demais.
Está,apenas, aproveitando “a onda” patrocinada pelo “dinheiro do petróleo árabe”.Quanto ao estadão…Bom, este já vem há tempos, moralmente, definhando…definhando…definhandooooo
Acir
-13/01/2009 às 16:54
Reinaldo, me ajuda numa dúvida: será que o delinqüente também considera válido o terrorismo de “direita” como forma de libertar o homem moderno? Pergunto pois quando leio pérolas como o artigo em questão, sinto um impulso incontrolável de colaborar com a história, eliminando cabeças de bagre pseudo-intelectuais através de métodos pouco ortodoxos..
Anônimo
-13/01/2009 às 16:53
O truque do petralha articulista foi escrever um artigo defendendo o terrorismo de forma disfarçada e usando uma linguagem hermética, restrita a uma intelectualidade boçal e desconectada da realidade.
Nossa sorte é que tio Rei conhece todas as artimanhas dessa gente e num vermelho e azul fez a “casa cair”.
O artigo do petralha é um atentado ao estado democrático de direito e merece um olhar do Ministério Público.
Só passou batido pelos revisores do Estadão porque ele está bem disfarçado pretendendo com o seu rigorismo técnico esconder um lixo sub-marxista de quinta categoria turbinado com exaltações ao terror e ao terrorismo.
Lixo puro. Lixo fétido.
O artigo do petralha é um cavalo-de-tróia: traz em seu bojo a defesa do terrorismo histórico e contemporâneo vindo disfarçada em meio a uma resenha crítica sobre o tal de Zizek.
Raticida neles…
Anônimo
-13/01/2009 às 16:53
Se jogarmos uma bomba neles serão os mesmos capazes de aplaudir?
Salomão Cohen
-13/01/2009 às 16:51
Reinaldo,
este é o discurso de um perverso, de um sádico.
Eu posso jurar, via “engenharia reversa”, que ele obtém prazer na desgraça alheia. Nossa, esse texto sim me deu náuseas.
Muito parecido com o discurso de vários personagens sabidamente sádicos.
Anônimo
-13/01/2009 às 16:49
REI.
DESCULPE-ME, NÃO SEI COMO VC TEM ESTÔMAGO PARA ATURAR UM CHATO POMPOSO E ARROGÂNTE COMO ESTE SAFATLE, QUE SOFRE DA MESMA DOENÇA DA DOS SEUS PARES, OU SEJA, GOSTAM DE FALR DIFÍCIL E MOSTRAR INTELECTUALISMO ABSTRUSO TORCENDO AO SEU BEL PRAZER OS FATOS E A LÓGICA.
NUM DEU PRA LER TUDO, O CARA É UM PÉ NO SACO! MAS, CONCORDO COM VC.
Rods
Natasha
-13/01/2009 às 16:49
Não li o Estadão, e tomei conhecimento desta coisa do Safatle por você aqui no blog.
1. Não é pluralismo, não é isenção. Mas é conivência e co-autoria do Estadão ao promover este tipo de peroração à violência e à morte como formas de ação política;
2. Curiosa a abordagem do medo: por medo da violência inevitável, a democracia deve aceitar essas formas de ação política. Seria o dito popular: se correr o bicho pega e se ficar o bicho come?! Resta-nos então aceitar o PCC, o MST e et caterva, os cintas-largas como agentes políticos no Brasil?
Anônimo
-13/01/2009 às 16:49
Ra ra ra ra ra ra ra ra ra, é rir pra não chorar.
Esse texto é EMBROMATION em alto nível.
Veja esse trecho:
Como construir estruturas institucionais universalizantes capazes de dar conta de exigências de reconhecimento de sujeitos não-substanciais que tendem a se manifestar como pura potência disruptiva e negativa?
Isso não quer dizer nada, é o típico EMBROMATION da esquerda pra parecer que tem conteúdo.
Pena que esse lixo foi parar no Estadão.
Gino/SP
Anônimo
-13/01/2009 às 16:47
Gostaria apenas fazer apenas uma colocação para discussão…
Para o PT (Partido Terrotista) a morte de LULLA (assinato pelo próprio PT) não seria mais adequado para implantar de vez uma ditatura esquerdopata no Brasil, acusando de forma violenta a culpa dos CONSERVADORES / DIREITISTAS. Assim seria criado o “MITO” e facilitaria uma “revolução do proletariado” para atingir um COMUNISTO TOTAL na América LATRINA.
Não posso me identificar, O PT ESTÁ LOUCO…
Anônimo
-13/01/2009 às 16:43
traficantes,
jornalistas,
jornais,
políticos,
juízes,
OAB,
direitos humanos,
banqueiros,
promotores,
empresários,
ong´s,
universidades públicas,
tv´s,a lista é longa mas,chegado o dia,nós nos lembraremos!
eu pelo menos.
Anônimo
-13/01/2009 às 16:42
Tio Rei,
Graças a Deus que temos pessoas como vc para ler nas entrelinhas e perceber o perigo que certas opiniões representam para a legalidade e a civilização!
Acabou! É o fim de uma era!
Nem mais o Estadão pode ser lido!!!!
O surgimento de um novo Stálin ou um novo Mao é questão de tempo…
Anton
Blogildo
-13/01/2009 às 16:39
Na verdade ele errou na estrovenga. Não é “maneira de entificar uma política limitada pelo respeito”.
É “antificar”. Tornar anta!
Antonio almeida
-13/01/2009 às 16:30
Reinaldo,
O texto dele é pedante, obscuro e absurdo do ponto de vista de conteúdo.
Se você não o tivesse postado, ele seria relegado à insignificância merecida. Acho que teria sido melhor assim.
Anônimo
-13/01/2009 às 16:24
então vejamos;
pela ‘lógica’ safadiana,matar e roubar tambem pode!
Anônimo
-13/01/2009 às 16:20
Uma bomba na casa do seu safadle já está, por ele próprio, legitimada.
Paulo Boccato
-13/01/2009 às 16:19
AH!QUER DIZER ENTÃO ‘FÊSSOR’ QUE O TERROR EMANCIPA AGORA ?
SEI…
TEVE UM QUE DIZIA QUE O TRABALHO LIBERTAVA !
MATOU SEI MILHÕES DE JUDEUS !
ESTAS EM BOA COMPANHIA ÓH FILOSOFO DA MORTE (ALHEIA) !
Anônimo
-13/01/2009 às 16:17
Reinaldo, o ano é 2009, não 2008.