Clovis Rossi escreveu na Folha deste sábado o artigo que jamais imaginei ler. Nesse estrito sentido, não deixa de ser realmente surpreendente. Desta feita, reproduzo inteiro, o que não faço no clipping. Um vermelho e azul com ele.
Quando a polícia é compreendida
O que mais me impressiona nos episódios da USP não é tanto a ação policial, embora condenável.
“Condenável” por quê? Ele tem de dizer. A PM estava lá obedecendo a uma ordem judicial. Não deveria atuar? Os estudantes que cercaram e ameaçaram policiais não são “condenáveis”?
Não me impressiona pela quantidade de vezes que vi episódios semelhantes -e sofri na pele a violência, embora nada tivesse a ver com o peixe. Estava apenas cobrindo manifestações públicas, no Brasil, na Argentina, no Chile, em Seatle (EUA), na América Central etc.
Como se vê, a polícia é mesmo uma instituição internacional… Existe também na Suíça, na Suécia, na Noruega… Rossi deveria se perguntar por que a extrema esquerda não se mobiliza contra o programa de ensino à distância nas universidades federais.
O que me impressiona é o fato de que pessoas da melhor qualidade, como o professor Dalmo Dallari, aceitem o recurso à polícia para resolver uma pendência interna da universidade.
Acho que ele tentou escrever “pendenga”, já que “pendência” é outra coisa. Não é assunto interno, não. Quando um grupo organizado ameaça o direito de ir e vir e a integridade física de professores, funcionários e alunos, tem de se contido. E é um trabalho da polícia. Na universidade, na rua, na chuva, na fazenda ou numa casinha de sapé.
Não estou nem discutindo os argumentos que Dallari apresentou em sua entrevista de ontem à Folha. O fato é que sou de um tempo em que, em qualquer confronto polícia x estudantes, os Dallaris do mundo estariam do lado dos estudantes.
Mais um que não quer “discutir os argumentos”… Como é que alguém pode se espantar com a opinião do outro sem “discutir os argumentos”? Nunca vi isso. Ou melhor: já vi. Mas as pessoas que raciocinam assim não costumam ter coluna em jornal. Quer dizer que os “Dallaris” da vida têm de estar sempre com os estudantes mesmo quando os estudantes estão errados? Mesmo quando estão depredando a universidade? A USP tem 80 mil alunos e quase 6 mil funcionários. Umas 500 pessoas, no máximo, impedem o funcionamento do restaurante, dos ônibus internos e as aulas na FFLCH (e não 2 mil…). E como ficam os outros 79.500 alunos? Devem ser privados dos seus direitos? “Estudante” é só quem faz barricada e impõe a sua vontade a quem não quer fazer greve? Publiquei aqui a carta de um grupo de alunos de alemão que foi vítima de uma ação verdadeiramente fascistóide.
Impressiona também o fato de alunos condenarem seus colegas e aceitarem a ação policial, como ficou claro em duas cartas publicadas, em dias sucessivos, no “Painel do Leitor”. Sou do tempo em que estudantes eram rebeldes, com ou sem causa, e portanto mereciam o apoio integral de seus colegas -ainda que cego, às vezes.
Rossi não está preparado, vejam vocês, para o fato de os estudantes também evoluírem e apoiarem o movimento quando acham justo. E não apoiarem quando acham injusto. É inacreditável que escreva um troço como esse. Como já deixei claro aqui, uma parte do jornalismo de São Paulo é que promove a “greve” na USP, em parceria com um grupelho trotskista chamado LER-QI (falei ontem a respeito). Um único militante de esquerda, ex-funcionário da USP, Claudionar Brandão, ligado à LER-QI, pauta esse setor da imprensa. Quem deve ser chamado a atuar na universidade quando os direitos constitucionais são desrespeitados? Rossi escreveu um texto de assembléia, de passeata. Com ele, demonizou os não-grevistas, tentando constrangê-los, sugerindo que são insensíveis ou traidores da causa. ESPERO QUE OS NÃO CAIAM NO TRUQUE SUJO E CONTINUEM FIÉIS À CONSTITUIÇÃO DEMOCRÁTICA. Que não permite aquele tipo de constrangimento.
Até entendo que a rebeldia de hoje se dê em torno de questões mais pobres (ou estou sendo apenas saudosista? O que a idade permite, mas o bom senso desaconselha).
É, Rossi, hora de ler Antero de Quental, bastante citado neste blog, mas nunca o suficiente:
“Levanto-me quando os cabelos brancos de V. Exa. passam diante de mim. Mas o travesso cérebro que está debaixo e as garridas e pequeninas coisas que saem dele, confesso, não me merecem nem admiração nem respeito, nem ainda estima. A futilidade num velho desgosta-me tanto como a gravidade numa criança. V.Exa. precisa menos cinqüenta anos de idade, ou então mais cinqüenta de reflexão.”
O fato é que sempre me encantou um dos slogans-símbolo de 1968, aquele que dizia “seja razoável, peça o impossível”. Hoje, o impossível nem passa perto da pauta.
É falta de leitura. Recomendo as Memórias de Raymond Aron para saber o mal que 1968 fez à universidade francesa. Rossi era um dos colunistas que pegava no pé de FHC, mangando da sua “utopia do possível”. Para o crítico, o possível é coisa que qualquer um pode fazer. Fora de uma linguagem, digamos, poética, o que quer dizer “pedir” ou “prometer” o impossível? Se for um assunto privado, é coisa de idiotas. Se for um assunto público, é coisa de vigaristas.
O empobrecimento da agenda talvez explique a desunião no meio estudantil. Até acredito que “entre os 2.000 estudantes que se manifestaram nesta semana estão alguns de nossos melhores alunos”, como escreveu ontem Vladimir Safatle, professor da filosofia.
Pois é… Acredita em gente errada. Até os números de Safatle eram falsos. Como é falso que a PM tenha entrado de metralhadora na USP. Como é falsa a disparidade salarial que ele alegou em seu artigo. Uma soma de imposturas, conforme demonstrei ontem aqui.
São poucos, não? E ainda resta saber onde estavam os outros melhores alunos.
Os REAIS MELHORES ALUNOS estavam estudando, Clóvis Rossi, em vez de se mobilizar para trazer de volta à USP um ex-funcionário cuja truculência é antológica, documentada. O problema, claro, é estar com a cabeça ainda em 1968 — seja na França, seja no Brasil. A universidade custa caro aos cofres públicos e deve produzir conhecimento.
Os petistas usarão os eventos da USP para atacar seus adversários tucanos, mas as críticas de Dallari indicam que o PT não reconhece futuro no movimento dos ultra-radicais. Gente como Rossi não se conforma com isso e está tentando ver se a coisa recrudesce. Só assim ele poderá dar algum lições a José Serra de como conduzir a questão. Provavelmente ministrará ao governador a receita que ministrava a FHC: “Ah, faça o impossível. O possível, até eu faço”.
À sua maneira, com efeito, ele escreveu o texto realmente impossível.
Eu disse: o principal jornal do país está sendo pautado pela Liga Estratégica Revolucionária — um grupelho trotskista que não deve encher um Fusca. Não, Clóvis Rossi, a crise não está na universidade nem é do estudantado. E você é a prova.
PS: A escória do subjornalismo na Internet — a ratazana, o anão… — vive acusando a Folha, injustificadamente, de “serrista”. Trata-se de uma tática para intimidar o jornal, empurrando-o para o ataque ao governador, o que provaria que eles estão errados. Fazem isso também com o Estadão. Infelizmente, alguns bocós caem no truque, provando, então, que são “independentes” de Serra, mas não “independentes” da escória, já que se deixam pautar por ela. E há quem faça o jogo por gosto mesmo. Num caso ou noutro, vale até se aliar à espantaosa “Liga Estratégica Revolucionária - Quarta Internacional”.
A universidade até que vai bem. E o jornalismo? Como vai?









[...] Fonte: Reinaldo Azevedo Enviado por: escolabiblicapeniel@ig.com.br - Categoria: Sem categoria Tags relacionadas: USP [...]
O tempo ao qual o citado jornalista se recorda e demonstra toda a sua saudade é aquele no qual os Tiranossaurus Rex dominavam a Terra. Ele precisa se atualizar e ser informado dos resultados da última eleição na Europa. O mundo mudou mas, esqueceram de avisá-lo, coitado.
Mas, que eu saiba, os Dallaris estão do lado dos estudantes! Sim, daquela grande maioria de estudantes que , como minha filha (que estudou em escola pública e está na USP hoje), quer o direito de assistir suas aulas normalmente. A propósito, bom ver que você, Reinaldo, mudou sua opinião em relação aos alunos da USP, não mais generalizando o todo pela minoria.
Ok, “Oi RAL” (14/06 - 2:38). Fui agora ao Houaiss e tem uma info interessante: segundo Nascentes, no Norte/Nordeste é sapé e no Sul/Sudeste é sapê. abs.
Parabéns Reinaldo, concordo plenamente. É inaceitável que um jornalista, em um periódico de grande circulação, diga coisas como “os estudantes devem ser rebeldes sempre, com ou sem causa”. Lamentável.
Atencao, PETISTA em junho 14, 2009 às 1:15 am.
Cris e suas questões,
Acho que tive a mesma impressão que você sobre o comercial do carro.
A mim ficou a idéia de um carro velho e impostor, tanto quanto o escritor.
Talvez o anúncio faça algum sentido para o público alvo…
Ainda bem que esses caducos da exquerda cucaracha estão com os dias contados. Mais um pouco e nos livramos deles. Mais 10, 15 anos e nem mais lembraremos que um dia existiu uma gente assim. Inúteis, pretenciosos e extremamente apegados a uma vaidade arcaica e acaciana. Verdadeiros obstáculos ao desenvolvimento nas bananas repúblic.
Não creio que eles consigam mais reproduzir malditos clones nesse ambiente cultural ligado em redes velozes, onde se pode respirar ar mais puro e conhecer o que de fato acontece no mundo civilizado. Que se vão logo, que passem rápido, já encheram demais . Vazem que talvez sobre um espacinho pra gerações menos abestalhadas.
Se além de preconceituoso esse cloviS rossI também está gagá e saudoso, que faça como o kung fu: tranque-se num armário com uma corda no pescoço, e masturbe-se até morrer com as suas lembranças dos anos 60.
Argh!!! Que putza cretino!
Abs,
Carlos M.
Sinceramente, não entendo. E concordo que, essa necessidade obsessiva de se “desmascarar” alguém também me amedronta.
E quanto ao discurso crítico, pouco discernido e, até infantil do real “fazer jornalismo” tão discutido por aqui, acredito, fielmente, numa total e extrema alienação coletiva.
Claro, resultado de uma dependência informativa única e, sempre vomitada.
Reinaldinho,
Você é a favor da Igreja Católica Apostólica Romana vender um pedacinho do Vaticano para resolver os péssimos salários pagos para os professores e funcionários da Universidade de São Paulo ?
Reynaldo veja uma votação feita por alunos da usp sobre a greve:
http://greveuspresultado.dnsalias.com/
eu fui aluno da POLI e ja presenciei outras greves, sempre o mesmo.
abraços,
Mario
Sim, Cris, eu também sinto!
E não só por ele, por outras figuras também, entre as quais “o cara”¹³…
Por essa e outras, quase não vejo mais TV.
Sapê é uma variante prosódica de sapé (ver Aurélio ou qualquer outro). Aliás, o Aurélio informa que aquela é uma pronúncia menos usada do que esta, portanto, o caro Reinaldo não errou.
Creio que a informação do Aurélio, pelo menos na edição que tenho em mãos, está defasada. A canção “Na rua, na chuva, na fazenda” (desconheço o compositor), que ouvi cantada pelo grupo musical Kid Abelha, e que fala na tal casinha, terminou por popularizar a pronúncia “sapê”.
Caro Reinaldo
Casinha de sapé não dá. É sapê. Tá igual ao FH, que, dizem, diz candomblê (!?), e não candomblé? No Rio, é sapê e candomblé, tá? Abraços do amigo e leitor Ricardo.
E pensar que eu dava crédito ao Clóvis Rossi…
Nunca mais.
Caro Rei,
Deixo para você a tarefa de me informar sobre as sandices da Folha. Cansei!
Não quero mais ler Rossi, Kennedy, Dimenstein etc.
Cancelarei minha assinatura do UOL. Nem recebendo quero mais ler esse jornaleco.
Por favor, faça essa tarefa asquerosa por nós! E, sempre que valer a pena, em vermelho e azul para nosso deleite.
Abraço.
Reinaldo, o que mais me chamou atenção foi o título do texto do jornalista. É uma frase maravilhosa!!! Quando a polícia é compreendida, no exercício correto de suas atividades, podemos pensar que um estado democrático e de direito está funcionando. Pena que o senhor Rossi não soube fazer bom uso do título e se dedicou a escrever um texto tolo e vigarista, bem ao gosto dos malandros de nossa sociedade.
Não é a toa que a FSP perde assinantes e leitores a cada dia. Jornal é produto que interessa a gente que pensa. E gente que sabe raciocionar não gosta de ler asneiras em coluna errada. Para isso, a FSP jÁ tem o imbatívbel Macaco Simão. Envelhecer e não aprender nada com a vida a ponto de querer manter-se um rebelde “ad aeternum” e, pior, sem causa, é deveras deprimente. Quê tem C. Rossi de útil, a esta altura da vida, a ensinar para os leitores? As infantilidades que escreveu na coluna de 13.06.09? Eu e minha família, em que há jovens universitários, dispensamos e recriminamos. O caro jornalista está com a validade vencida, mas vem embutido num produto que não dá para trocar. Pena!
Gente,
Não sei por quê, ao ler este vermelho-azul, me lembrei de uma coisa.
Há um anúncio do novo Voyage, onde o carro (há 900 anos no mercado) é comparado ao Paulo Coelho.Aparece um, aparece o outro.
Eu não sei o que me dá que NÃO CONSIGO OLHAR PRÁ TV quando aparece o fulano! É uma espécie de repugnância, muuuuuuito forte! Mais alguém sente isso?
“O que mais me IMPRESSIONA…”
“Não me IMPRESSIONA pela quantidade de vezes…”
“O que me IMPRESSIONA é o fato de que pessoas…”
“IMPRESSIONA também o fato de alunos condenarem seus colegas…”
“O fato é que sou de um tempo em que, em QUALQUER CONFRONTO polícia x estudantes, os Dallaris do mundo estariam do lado dos estudantes”…
…Independentemente dos estudantes estarem praticando atos lícitos ou ilícitos, sóbrios ou ébrios, com razão ou sem razão!?!?!?!?
Isso IMPRESSIONA.
Esse jornalismo faz mal a quem o lê. A Folha deveria é dar um basta a esse jornalismo bocó, deito por gente não menos bocó que Clovis Rossi e outros.
A imprensa precisa se depoluir da esquerdopatia que a está destruindo.
será que esse tal de brandão com todas essas acusações,não estaria fazendo curriculo para mais tarde ,mum desses postos de petralhas , dizer que fez issi ,aquilo, tem alguns guerrilheiros que viram ate chefe da casa civil .
“Impressiona também o fato de alunos condenarem seus colegas e aceitarem a ação policial…Sou do tempo em que estudantes eram rebeldes, com ou sem causa, e portanto mereciam o apoio integral de seus colegas -ainda que cego, às vezes.”
O argumento de Rossi tenta transparecer ingenuidade, mas não passa de pura vigarice. Os “rebeldes” que depredaram USP, ameaçaram os transeuntes e atacaram a PM tem uma causa sim: as eleições de 2010. O LER-QI NÃO REPRESENTA NEM OS ALUNOS, NEM OS PROFESSORES E MUITO MENOS OS FUNCIONÁRIOS DA USP. É uma apenas uma milicia de extrema-esquerda que quer ser o aquilo que o PCC foi na campanha de 2006.
E essa ideologia de que a universidade é um mundo à parte afeta também a PUC.
Editorial do Jornal da Tarde de hoje fala que o atual reitor está ‘moderando’ o consumo de maconha no campus. E a opinião é de que é natural o procedimento.
Pelo que me consta, apesar de não ter pena de prisão, portar ou consumir maconha ainda é crime.
Não deixa de ser curioso que a presença de trios elétricos do Sindusp, tal como mostrado no corajoso vídeo feito pelos poli_éticos, em 2005, não tenha provocado nenhum comentário por parte das pessoas que ora se mostram tão preocupadas com os rumos da USP.
“Os militares salvaram o Brasil dessa gentalha. Obrigado Forças Armadas. Muito obrigado, mesmo!”
Na verdade não salvaram.
Olá, TêRRêRRê,
Esse elemento deve mascar espoleta…
ou
manjar quiche de repolho e couve-flor
com o escapamento entupido…
ou, então,
só não passa de um…
…Safatlo juramentado !!!
o raciosímio dele deve ser o q a língüa pátria classifica, simploriamente, como:
- Boçalidade!
Longas, Vida e Obra - oh nosso Sir Van Helsing !!!…
Bom fim de Semana aos Brilhantes Colegas da Aldeia BlogRex !!!
Segundo Clóvis Rossi, quem passa no vestibular da USP adquire o direito de impedir a locomoção de dezenas de milhares de pessoas sem ser importunado pela polícia. A baderna que atrapalha a vida de tanta gente vira magicamente uma “questão interna”, que estaria imune à ação dos órgãos legítimos do estado aptos a atuar em casos assim, contanto que os baderneiros passem antes no vestibular.
Para mim, quem bloquear a entrada da universidade, ou de qualquer outro lugar, independentemente de ter passado no vestibular ou não (que é a única coisa que diferenciaria os “manifestantes” de desordeiros comuns, segundo Rossi), deve ser retirado pela polícia.
REi
O que mais me impressiona e o fato de Clovis fazer parte do Conselho Editorial da Folha.A Folha tem cometido equivocos serios com seus colunistas(Dimenstein).Caiu muito a qualidade da opiniao no jornal.Penso
RESUMINDO : CLOVÍS ROSSI É UM TREMENDO MAU-CARÁTER.
“Sou do tempo em que estudantes eram rebeldes, com ou sem causa, e portanto mereciam o apoio integral de seus colegas -ainda que cego, às vezes.”
Nossaaaa, nunca li algo tão medíocre! Bem se vê que ele parou no tempo. O problema - como você diz - é estar com a cabeça em 1968. Ai que atraso!!
“Os REAIS MELHORES ALUNOS estavam estudando (…)”
É isso aí.
ALÔ TURMA DO CQC: FAÇAM UMA ESTREVISTA DAQUELAS COM O ROSSI E DEPOIS PONHAM NO TOP FIVE…
Reinaldão… lí o texto do Rossi e logo pense: tenho certeza de que isso não vai passar em branco. É uma coisa incrível como a imprensa brasileira é realmente dominada por tantos energúmenos. Se eu fosse a folha e, obviamente, tivesse vergonha na cara, daria um pé na b.. do Rossi. Faria isso 15 anos atrás, pelo conjunto da obra.
Prezado Reinaldo,
Alguém que reflete sobre os rumos do jornalismo na FOLHA lê Reinaldo Azevedo?
Clóvis Rossi e seus textos são imperativos para para nos sentirmos em uma democracia. Para o sentimento ser completo precisamos de Gugu Liberato, Ratinho e Sidney Magal.
Porém, a FOLHA DE SÃO PAULO deveria dar espaço a mais jornalistas com sua abordagem crítica dos fatos, caro Reinaldo, talvez assim seria mais útil ler um jornal grande. Existem esses jornalistas ou cabem todos em uma grande Revista?
Por essas e outras e que nao leio a Folha, nem quando e a unica opcao em um cafezinho..NAO COMPRO , NAO LEIO desde que me conheco por gente.
É uma pena a Folha abrigar gente da espécie desse sujeito. Estudei na PUC e era sempre uma barra ter que contornar os petralhas grevistas, que felizmente nao contaminaram a mim e a muitos da minha turma. E até quando essa corja vai empestear as universidades, a imprensa e tudo que estiver pela frente?
Reinaldo,
O primeiro comentário aprovado diz o seguinte:
“Os militares salvaram o Brasil dessa gentalha. Obrigado Forças Armadas. Muito obrigado, mesmo!”
Eu reitero meus agradecimentos àquela que é a Instituição mais séria deste País: nossas queridas e, por que não?, Forças Amadas.
Saí da depressão depois de considerar que a canalha nunca terá chance neste país abençoado por Deus. As Forças Amadas nos defenderão!
Salve Exército do Brasil! Salve Marinha! Salve Aeronáutica! Brasil!
Como aluno da USP, chega a ser um insulto que este Sr. nos cobre a postura de “aluno-massa”, como se esperasse de nós que sempre nos alinhassemos à “tendência revolucionária” do momento.
Este Sr. tenta, com este arremedo de peça publicitaria, convencer os demais estudantes a abdicar sua autonomia individual para que sirvam de massa de manobra à pauta revolucionária do dia.
Parece que não se conforma em ver que os alunos da USP, em sua larga maioria, demonstram reiteradamente não aceitar este “papel revolucionário” que alguns setorem da mídia esforçam-se para impor.
Esses “melhores”, buscados pelo texto, são justamente aqueles que se pautaram apenas por suas consciências individuais.
Ridículo esse tal de Rossi.
Pobre do jornalista que na atual fase da carreira precisa ser corrigido de modo tão humilhante. Em pensar que figuras como essa são as referencias utilizadas por um bando de professores militantes. Cursei 1 semestre de jornalismo para nunca mais.
Ainda lembro da minha professora, quando eu lhe disse que entre outros jornalistas admirava você, o Diogo etc. Ai ela me disse: “Não se preocupe. Até o final do curso voce entenderá quem eles são e pq está errado em gostar deles…”…. Tenho pena dos que continuaram no curso!
Para mim, a parte mais cômica (ou trágica) é essa:
“Sou do tempo em que estudantes eram rebeldes, com ou sem causa, e portanto mereciam o apoio integral de seus colegas -ainda que cego, às vezes.”
Quer dizer que a causa mais imbecil deve ter apoio, só porque é rebelde?
Meu Deus!
Até eu que sou besta não tenho coragem de escrever tamanha burrada.
Imaginem a cena:
Um grupo faz piquete pela compra de papel higiênico perfumado para os banheiros.
Ninguém deve estudar. Deve sim é ser uma maria-vai-com-as-outras e seguir a caterva.
É motivo de vergonha escrever uma asneira dessa.
Rei: Assisti, ontem, pela TV Câmara o Genúino Dolarnacueca “denunciar” a “truculência armada da polícia de São Paulo contra estudantes indefesos…”, Como você diz: Ai que sono. E tanta gente ainda acredita nessa gente ,,,
Essa história de jornal e jornalista independentes ou isentos é uma tremenda bobagem. Isso não existe. Jornal e jornalistas devem ter uma linha, uma posição, uma ideologia, por aí. O problema da FSP é que ela é uma bagunça só. Não dá pra entender o jornal. É uma no cravo e outra na ferradura.
da Sao Remo, alem de alfabetizar os adultos, minha esposa e eu apoiamos e ajudamos o grupo de maes na obtencao da moradia de maes no terreo do bloco A (minha esposa, tambem estudante da USP, participou diretamente), sem algazarra e sob ameacas desses esquerdistas de marca, mesmo sabendo que so ficaria pronto depois de sairmos da USP.
Vivenciando a USP dessa forma, nao consegui e nao consigo entender o que esses retardados pretendem com tais protestos. Cargos bem remunerados no governo atual (alguns conseguiram, mas, agora, o tempo eh curto)? Gritar ao mundo que seus hormonios os deixam loucos?
O Clovis Rossi esta se projetando, mas os tempos, pessoas e objetivos mudaram. Ele envelheceu.
Nossa a cada dia você se supera, cinqüenta anos a mais de maturidade então, socorro! Definitivamente, sou fã! Eu quero meu Brasil inteligente.
Reinaldo agora dá pra entender por que esses jornalistas apóiam esses estudantes ou esse truculento sindicalista Brandão ligado a tal LER QI. Estão vivendo AINDA em 1968. Até parece que muitos daqueles não estão hoje no poder, ao lado de muitos APOIADORES da DITADURA,estão lá roubando NOSSO dinheiro, um idealizou o mensalão e hoje virou lobista dos mais prósperos, de ricaços, Zé Dirceu. Genuíno virou defensor de dólares na cueca, Renan Calheiros, ex PC do B é quem é, e por aí vai.Talvez seja por isso que os 79.500 alunos da USP pensem mesmo em estudar e trabalhar, é bem mais interessante e digno do que virar ladrão do dinheiro público, ou virar jornalista com essas ideias Rossianas.
Reinaldo,
Quando Você é bom, Você é ótimo, ma quando resolve ser mau, é melhor ainda.
Faz muito tempo (anos) que não dou nem pelota à FSP. Por isso, e até por não ver/ler/ouvir de ninguém que conte qualquer mínima referência a Clóvis Rossi que eu seria capaz jurar que esse cidadão já tivesse morrido, se não aposentado.
No entanto, Você acaba de ressuscitá-lo só para reservar-lhe o justo e devido fim, no ocaso de sua (dele) carreira, ou seja, para queimar no mármore do inferno.
Voce o matou a pau, digo, o matou a pena, com pena (?), como lógica e simplicidade.
Caso ainda reste algum tempo a ele, tomara consiga entender sua mensagem.
“Pobre Rossi”, rest in peace
Pra a turma do Clóvis Rossi, a única polícia não condenável era a Cheka. Pena que tenha virado a KGB.
entrava todos os dias pelo portao dos fundos (eh a sorte que me acompanhou por um bom tempo), aquele que da para a atual avenida politecnica, mas na epoca haviam galpoes abandonados, e antes ainda, tambem casebres. Ja no ultimo ano eu e minha pequena familia formada por esposa e duas filhas moramos no CRUSP.
Tudo isso para deixar claro que nao conheci a USP de carro, nao comi em seus restaurantes e bares, nao comprei livros ou bugigangas em suas livrarias, nao consegui participar de seus protestos e manifestacoes artisticas, etc. Mas conheci todas as suas bibliotecas, minhas filhas nasceram no HU, conheci e apoiei um pessoal do CRUSP que dava aulas de reforco para os filhos dos moradores…
Por um acaso (meus pais cersearam) deixei o jornalismo e me formei em economia (que nada tinha a ver). Mas deu certo.
Deu certo porque, hoje, vendo estes péssimos profissionais se dando bem (contratados por um dos maiores jornais do mundo), fico a pensar como seria a carreira de um jornalista sério (que não tivesse a capacidade do Reinaldo, claro).
É uma vergonha!
… e pegaram o Dallari de cristo. Sei lá, ele merecia - mas não agora.
Caro Reinaldo,
Lembra do suposto escândalo das merendas na prefeitura de São Paulo? Pelo jeito, tudo não passou de uma armação comprada pelo “jornalismo isento.” A se confirmar o que está escrito na coluna de Leonardo Attuch, na Istoé (http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2066/leonardo-attuch-141441-1.htm), a mídia “burguesa” deve um bom pedido de desculpas ao Kassab. Abraços.
A gente tem de saber quando parar de dirigir, por exemplo. A idade chega, os reflexos se vão, tornamo-nos, os motoristas, um perigo para nós mesmos e os outros. Saber a hora de parar vale para tudo o que fazemos; beber, fumar, trabalhar.
Os militares salvaram o Brasil dessa gentalha. Obrigado Forças Armadas. Muito obrigado, mesmo!
Eu fui aluno da USP. Comi o pao que o diabo amassou para cursa-la, nao por que os cursos eram dificilimos, mas por que a USP com seus horarios de aula distribuidos pela manha e aa tarde (para alguns cursos o noturno eh recente), deixam pouca margem para o aluno se virar, ainda mais num mercado de trabalho tao travado como o brasileiro (90s), pior ainda para alguem casado e com filhos, portanto, pelo menos havia aquele pao para comer. Mulher, uma filha na epoca, morando junto aa favela do Jaguare, estudante da USP, dando aulas particulares, vendendo Natura e Avon, morando numa casa minuscula, mofada, descascada pelo tempo, localizada num corredor de escoamento de chuva, …
Bom, isso apenas deixa bem claro o motivo pelo qual os militares de 64 fecharam a festa.
Deu pra entender?
Caro Reinaldo,
Mais uma exelente análise. Não canso de recomendar seu Blog aos meus amigos. Acho que todos nós devemos ser incansáveis na divulgação do seu trabalho. Parabéns!
Quanto ao Clóvis Rossi é simplesmente lamentável a posição dele.
Reinaldão,
Sempre tive a idéia de que quando entrávamos na universidade, começaríamos, então, por assim dizer, uma vida adulta, ou seja, passávamos a responder por nossas escolhas. Ainda penso dessa forma. Clovis Rossi, não. O jornalista entende que a universidade é uma continuidade do primário. A mamãe, na porta da universidade, com o carro estacionado em fila dupla, esperando o filhinho, que acabou de fumar “unzinho” e xingou policiais. Claro, vai pedir para a mamãe parar no Mac para matar a larica. E a mamãe achando que a fome é porque o filhinho estudou muito.
É… Clovis Rossi sabe que não.
Rei, tive vontade vomitar lendo esse texto do Rossi hoje pela manhã. Lamentável!
Clovis Rossi vai se superar Reinaldo, no próximo texto vai chamar Dallari de:Hitler, nazista por não estar “engajado na causa”…quando eu era mais jovem, no mes de junho soltava bombinhas pra não deixar os vizinhos dormir, amarrava gatos e cachorros bem próximos por sacanagem… obrigado Clovis Rossi, agora sei que não é ridiculo, tanto voltarei a fazer como vou ensinar meus filhos…afinal eu tambem: “Sou do tempo em que estudantes eram rebeldes, com ou sem causa, e portanto mereciam o apoio integral de seus colegas -ainda que cego, às vezes.” como a folha foi deixar passar essa???!!!
Onde se lê: Foram divulgados panfletos; leia-se: foram distribuídos panfletos.
(…)Não acreditei quando, de repente, todos sabiam qual era meu curso. Foram divulgados panfletos em que éramos acusados de sabotar a greve, etc. Resumindo, o pessoal que não fez os seminários entregou os trabalhos rapidamente ao professor, que atribuiu notas antes do retorno à Alemanha. Eu trabalhava na faculdade, era bolsista do CNPq. Passei anos sem férias pois, durante a greve, ia trabalhar. Durante minhas férias do trabalho, tive de repor aulas. Eu, uma burguesa que morava a 30 km da USP, na periferia da Zona Sul, e não tive vaga lá no conjunto residencial deles. Foram 60 km rodados todo santo dia, por dois anos. E, sim, claro, eles nos chamaram de nazistas. Várias vezes.
Nomeia e saneia a bel-prazer.
Há quem diga que o vamos ter durante mais uns anos.
É possível.
Mas não é boa notícia. É sinal da impotência da oposição. De incompetência da sociedade. De fraqueza das organizações. E da falta de carinho dos portugueses pela liberdade.
A imprensa sabe o que tem de pagar para aceder à informação.
As empresas conhecem as iras do Governo e fazem as contas ao que têm de fazer para ter acesso aos fundos e às autorizações.
Sem partido que o incomode, sem ministros politicamente competentes e sem oposição à altura, Sócrates trata de si.
Rodeado de adjuntos dispostos a tudo e com a benevolência de alguns interesses económicos, Sócrates governa.
Com uma maioria dócil, uma oposição desorientada e um rol de secretários de Estado zelosos, ocupa eficientemente, como nunca nas últimas décadas, a Administração Pública e os cargos dirigentes do Estado.
“../…Tem os seus sermões preparados todos os dias.
Só ele faz política, ajudado por uma máquina poderosa de recolha de informações, de manipulação da imprensa, de propaganda e de encenação.
O verdadeiro Sócrates está presente nos novos bilhetes de identidade, nas tentativas de Augusto Santos Silva de tutelar a imprensa livre, na teimosia descabelada de Mário Lino, na concentração das polícias sob seu mando e no processo que o Ministério da Educação abriu contra um funcionário que se exprimiu em privado.
O estilo de Sócrates está vivo, por inteiro, no ambiente que se vive, feito já de medo e apreensão../..
(…) Tentamos manter as atividades normais, somente com ele, pois não haveria como repor tais aulas posteriormente, mas fomos retirados da sala pelo pessoal do PSTU (que mandava no Centro Acadêmico) e todas as salas de aula foram lacradas com aquelas fitas adesivas imensas. Soube de turmas que foram lacradas em sala (!!!), precisando sair pela janela (!!!). Então, o professor nos propôs que as apresentações fossem feitas em sua sala, no último andar do prédio. Conseguimos por duas semanas, mas alguém nos denunciou e passamos a receber ameaças, além de ofensas nos corredores. Detalhe: eu não conversava com ninguém, mais por caipirice do que por arrogância. (…)
Para esses trafulhas o possível é para fazer já, (veja-se o Pac…); o impossível, no entanto, DEMORA UM POUCO MAIS. TALVEZ UM TERCEIRO MANDATO…a gente sabe como é!
Não sei se como consolação (?) ou alarme: transcrevo abaixo parte de um artigo de um conhecido e corajoso ( sim, lá também ainda há alguns poucos) jornalista português,António Barreto, sobre a situação lá sob o governo socialista de Sócrates:
“O estilo de Sócrates consolida-se. Autoritário, Crispado, Despótico, Irritado, Enervado, Detestando ser contrariado.
Não admite perguntas que não estavam previstas ou antes combinadas.
Pretende saber, sobre as pessoas, o que há para saber../..
Reinaldo,
Sou também formada em Alemão pela USP e minha turma passou por problema parecido em 2003, na greve imensa, que durou meses. Na ocasião eu apoiava a greve dos alunos pela contratação de mais professores. Várias vezes assistimos às aulas no corredor da faculdade, por falta de espaço nas lotadas salas da Letras. Mas tratou-se de um movimento restrito à FFLCH, se não me engano.
Nosso professor de Literatura Alemã ia encerrar suas atividades como Leitor do Curso no Brasil e retornar à Alemanha em julho. Nossos seminários já haviam sido agendados em março. Daí entrou a greve e, se não realizássemos tais seminários, perderíamos o semestre, porque não haveria como atribuir notas. (…)
Clóvis Rossi, minha sugestão é que você deixe de escrever seus comentários no…banheiro, sentado no trono. É muito possível que você esteja impressionado com a força que faz e o resultado tímido que a bacia recebe. Deve estar pensando: para onde estará indo o que não consigo despejar aqui? É, Clovis, pode ser que a lei da gravidade não esteja sendo levada a sério e, com isso, ao invés de descer, esteja…subindo.
Não há como imaginar outra razão ao ver um artigo que é uma josta. Cuidado, você pode levar o troféu de “Boçal do Ano”.
Caro Reinaldo,
Engraçado que essa gente vive a citar a bobagem marxista da alienação. Ao mesmo tempo, apelam para um sentimento de classe desprovido de raciocínio e julgamento indivual, como fez Rossi ao afirmar que estudantes devem aderir a manifestações estudantis, de forma cega. Quer dizer que a alienação para servir à pauta do partido é válida? Ai que preguiça. Não dá uma preguicinha em vc também Reinaldo?
Liga Estratégica Revolucionária só não é pior que Partido Revolucionário Institucional.
Não é só Aron que falta à biblioteca do indivíduo. Faz décadas que Hanna Arendt classificou o “tudo é possível” como característica dos totalitarismos. Mas ele não sabe. Ele acha que os baderneiros criminosos são os melhores alunos da USP. Que de Aron e Arendt nunca ouviram falar.
SE A SEGURANÇA É UMA QUESTÃO DA POLÍCIA, POR QUE PROFESSORES E INTELECTUAIS INSISTEM EM IMPEDIR A POLÍCIA DE REALIZAR A SEGURANÇA DA SOCIEDADE NO AMBIENTE ESTUDANTIL? A ESCOLA NÃO COMPETE TAMBÉM À SEGURANÇA PÚBLICA?
Clóvis Rossi pode se unir a Ferréz, Mano Brown, Sérgio Vaz, Nelson Macca, etc. Clóvis quer que a polícia seja impedida de atuar nas universidades PÚBLICAS, assim como muitos militantes de Ex-Quae(r)da não desejam rondas da polícia nas favelas. Muito importante questionar essas atitudes esquerdopatas: se há traficantes nas favelas, por que persegui-los? Não, deixemos o tráfico praticar seu paternalismo sobre os favelados (isso é o que a esquerda quer); se há baderneiros nas Universidades, por que enfrentá-los? Não, deixemos delinquentes depredar o patrimônio público (isso é o que os intelectualóides querem). O que esses “heróis” querem é transformar a Universidade na voz das ruas.
este Rossi é uma ameba..vive no passado.. já morreu e não sabe..
ridículo !!!
não evoluiu nada .. até o DD que é petista “conseguiu” evoluir neste assunto..
como um jornal mantem uma mumia em coma desta ???
fico revoltada pois um genio como o Olavo de carvalho não pode trabalhar aqui no brasil.. e aí somos obrigados a ler uma matéria deste boçal.. este clóvis R morreu..não adianta fazer respiração boca a boca com defunto..realmentte dá nojo de um “mierda” deste que se auto intitula “jornalista”.. fala sério.. estes pulhas são alta/ nocivos aos jovens de uma universidade.
Reynaldo, ainda bem que temos jornalistas como você. Esse Clóvis Rossi é um esquerdista enrustido, que só continua na folha para que ela agrade seus leitores esquerdóides na usp. Mas passou do limite. Um órgão de imprensa, com seu passado de luta anti-esquerdista, como nos anos 70, não pode admitir um cara desses lá. Obrigado por seu blog desmarcarar esse apoiador de baderneiros. Nós precisamos é de jornalistas como você, que defendam os valores básicos de nossa sociedade: a propriedade, a ordem, a moral e a autoridade. Parabéns por não ter vergonha de ser de DIREITA! Nós vamos vencer esta cambada comunista, com o Serra no ano que vem!
Esta meia dúzia de alunos profissionais, que já estão na gaveta e tem como único objetivo a carreira política (kkk), são outros que pelo jeito acham que podem tudo e depois, no máximo, responderão por crime de organização!
Clóvis Rossi sempre foi, para mim, um pseudo-jornalista. E agora me fornece a prova cabal de que é um idiota moral.
E não é de hoje que este senhor diz asneiras sobre a USP. Sou professor lá há 25 anos. Jamais houve uma só greve de estudantes, professores ou funcionários nestes últimos 25 anos que servisse a interesses outros que não os de uma minoria de pelegos. Greve na USP para mim sempre foi e sempre será coisa de vagabundo.
O sr. Rossi também não faz ideia do que seja um bom estudante, muito menos um bom pesquisador/professor. Quem estuda de verdade não tem tempo para baderna.
O sr. Rossi é uma viúva de 68, isto sim.
Edson de Faria / Professor Titular do IME-USP
A ficha de Brandão (vi)
Fonte: Revista Época, no. 578, 15/06/2009, pág.42.
Envolvimento com questão alheia aos servidores da USP
Em 2006, envolveu-se em pancadaria com o sindicato de funcionários da limpeza terceirizados dentro da USP. Foi condenado pela universidade a 20 dias de suspensão.
A ficha de Brandão (vii)
Ameaça
Em 2005, foi acusado de tentar impedir o funcionamento da biblioteca da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. Condenado pela USP, foi demitido pr justa causa em dezembro de 2008.
A ficha de Brandão (iv)
Fonte: Revista Época, no. 578, 15/06/2009, pág.42.
Lesão corporal
Em 2006, foi acusado de agredir uma mulher durante uma greve. Foi condenado, mas a acusadora retirou a queixa. A juíza extinguiu a pena.
A ficha de Brandão (v)
Incitação a violência
Em 2002, foi acusado em sindicância de ser mandante do ataque com amoníaco a um dos refeitórios que funcionavamm contra a vontade dos grevistas. Condenado pela USP, foi suspenso por cinco dias.
A ficha de Brandão (ii)
Fonte: Revista Época, no. 578, 15/06/2009, pág.42.
Atentado violento ao pudor
Foi acusado por uma faxineira do sindicato de ter tocado em suas nádegas e seios e de ter mostrado o pênis. O caso foi arquivado por falta de provas.
A ficha de Brandão (iii)
Crime contra a organização do trabalho
Foi acusado de impedir a entrada de funcionários na reitoria da USP durante greve de 2003. O processo está em andamento.
A ficha de Brandão (i)
Fonte: Revista Época, no. 578, 15/06/2009, pág.42.
O sindicalista já respondeu a mais de 20 acusações, entre processos judiciais, inquéritos e sindicâncias.
Injúria
Respondeu a processo judicial por ter chamado um ex-diretor da Faculdade de Direito de “troglodita” e “jagunço”. Foi condenado a 40 dias de prisão. Está recorrendo.
Maio de 1968 não fez mal apenas à universidade francesa, fez mal ao mundo. O “movimento” substituiu a civilização Ocidental que desenvolveu o mundo por uma de arruaceiros que enfraquecem o Ocidente ininterruptamente: a civilização do “coitadismo”.
Veja uma entrevista do arruaceiro Daniel Cohn-Bendit.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u396770.shtml
O sujeito “ama as multidões” mas não para subjugá-las pois é “um libertário”. Logo depois, critica o leninismo por querer dirigir aquele “movimento” desde então. Eu não sei como consegue ser tão cego e tão incoerente. Acho que nem um saco de feijão e uma gorda touceira de capim colonião por dia dá jeito nessa gente.
Caro Reinaldo;
Um grade texto, que traduz o compromisso com a reflexão corajosa.
Com sua licença:
LER na esquerda
o que adianta o QI? –
um longo inverno
cheiro de bolor no ar
e não vem só dos casacos!
Tio Rei,
Melhor seria este senhor ir contar histórias para seus netinhos no Parque de Ibirapuera. Coitadinhos dos netinhos.
Muito bem. Está aí. No quinto parágrafo, o Rossi justifica toda a pauleira que, naqueles tempos áureos, de que sente tanta saudade, os estudantes recebiam da polícia!!! Então o meu pai tinha mesmo razão quando chamava estudante de vanguarda de quadrúpede. Além de dar-se a esse testemunho tão precioso, não deixa de ser alvissareiro ao confirmar que muitos universitários manifestaram apoio à atuação policial. Sinal de que também eles passaram a prestar atenção na coisa! Por isso que blog como este é importante. Aliás, importantíssimo! Claro que todo o meio acadêmico o lê. Em frente, Reinaldo!
Im-pres-si-o-nan-te!! Acho que está faltando pauta é à Folha.
O impossível está acontecendo por lá… copiando um dos seus jornalistas (Josias de Souza), o artigo do Rossi está tão profundo quanto as águas de um aquário!
Caro Rei;
Mas o que esperar de jornalistas submissos a um Presidente analfabeto de pai, mãe e parteira.
Caro Reinaldo,
Não fui até o final do texto de Rossi. Lá pelo meio, deu uma coceira danada para vir fazer uma pergunta: - Esse cara delira, é um cínico romântico ou um romântico cínico?
Ah, assim não dá, Reinaldo. Pra esse cara, estudante tem que estar sempre solidário com outro estudante, até mesmo quando o segundo comete ilícito? Que categoria de gente é essa - “o estudante, segundo Rossi” - que está mais para a categoria de mafioso? Só faltava essa. Estão apelando e, sei lá… talvez bebendo além da conta.
Um abraço.
Bah Reinaldo, o sr. Rossi está é com inveja dos grevistas truculentos. Bem que ele gostaria de estar junto da baderna. Este artigo que ele escreveu seria mais apropriado se feito por um dos 500 radicais. Parece que ele não evoluiu desde 1968, hein? Ficou parado no tempo. O problema é que ele escreve num grande jornal e não num panfleto qualquer, que seria mais apropriado para seu artigo. Pelo que estou vendo, através de seu blog(dada a radicalidade dos baderneiros), talvez até a carta oficial(é do PT e não desses com é mesmo LER-QI) não seria apropriada para ele. Parabéns Reinaldo, por mais um pé na bunda desses destrambelhados.
Reynaldo,
Tô achando que é um método. Tentaram com a reporter e não conseguiram nada. O Rossi teve que escrever um texto para equilibrar as coisas e, assim, mostrar que o jornal está sendo “imparcial”. Pois, esperava-se, creio eu, que essa
imparcialidade viria com a entrevista de Dallari. Mas não veio.
Se a Folha não rever a sua política interna, continuará produzindo essas péloras. A polícia foi até a USP para proteger os dirietos dos funcionários, alunos e funcionários que não aderiram à greve.
Me parece que o Rossi não quer a polícia faça isso. Talvez o Brandão poderia fazer.
Se Rossi ficou surpreendido com aqueles que se coloca contra os métodos dos grevistas, eu fico ainda mais surpreendido que uma pessoa como ele apoie a violência dos piquetes. Os argumentos de Dallari, que o Rossi teve preguiça de discutir, se fundamentava nisso. Dallari falou e rejeito a greve porque ela implicava numa violência aos demais funcionários, professores e alunos. Tô achando que o Rossi não está sendo pautado pelo LER-QI, mas é bem possível que ele seja um dos membros que, ao todo, não enchem nem um fusquinha.
Rei, esse trecho foi sem dúvida uma das melhores coisas que vc já escreveu, na minha modesta opinião:
“Para o crítico, o possível é coisa que qualquer um pode fazer. Fora de uma linguagem, digamos, poética, o que quer dizer “pedir” ou “prometer” o impossível? Se for um assunto privado, é coisa de idiotas. Se for um assunto público, é coisa de vigaristas.”
ahahah…na boa, me parece texto escrito por aqueles saudosistas marxistas, que depois de esvaziarem umas duas garrafas de vodka, ficavam diante de uma maquina de escrever surrada, num quarto fétido e esfumaçado, remoendo as memorias da sua juventude com a mente encharcada pela “mardita”…
É, Reinaldo, tem gente que com a idade não evolui: involui. Conheço várias pessoas assim. O Clóvis deve ser um desses.
Realmente é uma pena. O Brasil avançou muito nas últimas décadas. Em todos os aspectos. Talvez seja difícil de enxergar mas o país é outro. Vejam a pesquisa publicada na Epóca da semana passada que mostra que a maior preocupação do brasileiro é com a educação. Claro que isso já deveria ter sido tratado a décadas ou lustros atrás. Mas “devia” não serve para muita coisa. O Brasil está no caminho certo apesar dos vários problemas óbvios. Clóvis Rossi deveria se calar ou se mudar para Buenos Aires.
Meu Deus! Que texto mais infantil, esse do Clóvis Rossi. Essa gente não aprendeu nada, não amadureceu. Esses caras não perceberam que o mundo mudou. Aquilo de 68 é passado, e que não significou nada no mundo de hoje. Apenas manifestações. É, pelo jeito vai demorar mais algum tempo, para que certas pessoas compreendam que o mundo avança, e que não existe mais espaço para esse saudosismo e que não levou a nada apenas… manifestações.
Reinaldão,
brilhante! Você se superou neste “vermelho e azul”. Há bastante tempo deixei de assinar a Folha. Por vários motivos. Entre eles: Jânio de Freitas, Cantanhêde, Lúcia C., e particularmente, Clóvis Rossi. Ele não consegue escrever uma coluna com informações sôbre ou contra o govêrno Lula/PT sem falar do FHC. Por mais grave que possa ser a notícia. Ah!, mas o FHC… Nesta coluna ele se desnuda totalmente. Faz a defesa do indefensável. Que saudades do Paulo Francis! Por sorte ainda temos a Dora no Estadão e você, para nos lavar a alma… Obrigado.
Como é que pode ser tão OBTUSO??? Desisto de dar atenção a jornalistas assim…
Claudio Rossi sente falta do tempo que bastava colocar um punhado de lobos, travestidos de estudantes e a serviço de terceiros, no meio do imenso rebanho de ovelhas universitárias, para manipular aquela massa inocente de rebeldes sem causa nos seus verdes anos de vida. Claramente, não funciona mais.
Essencialmente subversivo, um dos piores textos já publicados na imprensa brasileira.
Dá-lhe tio Rei! Rasga o ventre da besta! Seus textos, sempre imperdíveis!
Essas antas revolucionárias e seus ventríloquos da imprensa, estão decepcionados, furiosos, por não estarem conseguindo levantar os estudantes, como foi no episódio do impeachment do Collor. Querem, se não o impeachment do Serra, pelo menos encostar o governador contra a parede, demonizá-lo.
Olá Reinaldo,
Continuo lendo seus textos, embora nem sempre me disponho a comentar, mas este… não tem jeito, você acertou na mosca mais uma vez, parece redundância, dizer que você está certo…
Eu também não pensei nunca em ler um texto como este que escreveu o jornalista Clóvis Rossi. Lamentável, sobre todos os aspectos. Inacreditável mesmo.
Abraços
Marco Antonio
Não prego essa história de “o que ele faz com uma coluna em tal jornal”. Isso soa como um belo ressentimento. Rossi deve continuar na folha, mas só depois de participar de uma sabatina e tentar estruturar essa visão torta que ele tem. Isso sim. Nada contra o solo, mas toda a vez que vejo palavras como “desmascarar”, “mostrar a verdade” e tantas outras coisas que aparecem nos blogs dos mãos peludas, bem, temo que o ressentimento contra essa esquerda idiota possa nos transformar num bestalhões também.
Reinaldo,
Isso me lembra a história da Cosmologia. Várias gerações de astrônomos foram criadas na crença de que a Terra era o centro do universo e continuavam a acreditar diante de todas as novas evidências. Foi preciso que a última geração passasse, a geração de Galileu, para que finalmente o óbvio ficasse estabelecido. Sem revoluções, sem cabeças cortadas, nada. Suavemente, a idéia de de uma Terra central foi jogada no lixo.
Acho que vai acontecer a mesma coisa com essa geração que viveu seu período de glória na época da ditadura. Só vamos deixar de ler este tipo de bobagem nos jornais quando esta geração passar. Suavemente, estas simplificações esquerdopatas irão para a lata do lixo.
O camarada não se dá conta do absurdo do texto. Demonstra irreflexão, rigidez, síndrome de Gabriela (aquela que nasceu assim, que cresceu assim e vai ser sempre assim) e … burrice, pura e simples.
Estará gagá???
O que que tá rolando, heim Reinaldo ?
Estão ameçando de morte os pets dos jornalistas ?
Já chegamos nesse ponto ?
Essa sigla, LER-QI, merece ser publicada apenas com a paródia devida. É propaganda desproporcional. Serra sabe bem com quem lida. O caso é de enquadramento penal.
E cedo se chega nisso, pois é o que estão buscando para conseguir densidade.
Coitados dos bichinhos de estimação dos jornalistas… serão mártires.
Não sabem o rolo em que vão se meter. Fazer mal aos bichinhos… putz.
O Lula mesmo, que é ignorante, mas é inteligente, já reconheceu que esquerdismo é fruto da imaturidade.
Nada mais ridículo do que velho imaturo. As Martas Suplicis e Leticias Marias com os beiços inchados de botox, escondendo delas mesmas a idade que têm e não compreendem. E o David Carradine, que tudo indica, morreu enforcado tentando tocar punheta, em fantaisa sexual ridícula com mais de setenta anos…
A citação de Antero de Quental é mesmo um primor.
Aliás, a imaturidade é ridícula em qualquer ocasião, não apenas na velhice. Talvez na velhice fique mais grave, porque mais perceptível.
Reinaldo, o Senhor é brilhante!!
Numa sociedade FARSESCA quem dita as regras são os guardiões da anomia, para legitimar os seus interesses mesquinhos. Bradam se valores como bem estar social geral, mas contorcem para fisgar o maior naco produzido pela sociedade.
Valores e preceitos morais para esses só existem no dicionário. Princípios éticos? Ora ética, são pregões da anomia.
Acabei de ler a peça na minha cada vez mais detestável Folha e, correndo, vim para cá para me submeter ao descarrego.
- O jornalismo?
- Péééééééééééééésimo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Exceção feita ao nosso jornalista-mor, o Reinaldo Azevedo.
Sem brincadeira nenhuma, é coisa séria.
Abraços.
J. P.
Acho que o Rossi passou dos limites, mesmo para um jornal esquerdista como a Folha esse artigo é uma monstruosidade, e eu ainda me surpreendo é como a Folha não perde leitores por causa de gente assim.
Reinaldo, acho que Clóvis Rossi comete alguns equivocos, e essa coluna dele é um exemplo.
Mas não se compara nem de longe ao anão da botinha cor de rosa, nem ao rato da mão peluda, esses sim, sabujos sem vergonha de fazer o papel que fazem.
O anão, e a ratazana, já abdicaram dos princípios mínimos de honestidade intelectual (só?) , de independência, de decência.
O papel da dupla safada é fornecer material mentiroso e tendencioso para uso outros sub-blogueiros, e “jornalistas” (por ex:Nelson de Sá da Folha), repercutirem.
Reinaldo, seus melhores momentos ocorrem quando desconstrói o “pensamento” de pessoas como Clóvis Rossi. Seus “vermelhos e azuis” são uma verdadeira aula de lógica e desmistificação. Obrigado por compartilhar com seus leitores sua capacidade de pensar com inteligência.
Ele parece dizer: “sou do tempo em que os estudantes e os professores pareciam ser mais idiotas, e sinto saudades…”
BURRICE pega? ou é moda PT?
Rei,
Mais um que entrou na GAVETA!
É só observar daqui para frente.
Tio Rei,
Pensei que nessas décadas todas passadas desde que eu, e provavelmente Clovis Rossi também, éramos universitários. Naqueles tempos, era comum se ouvir uma frase em espanhol, que sintetizava o pensamento estudantil (não o meu) e político, da época:
“Hay gobierno, soy contra.”
Agora Clovis Rossi vem com essa pérola “Sou do tempo em que estudantes eram rebeldes, com ou sem causa, e portanto mereciam o apoio integral de seus colegas -ainda que cego, às vezes.”
Ou seja, ele se confessa pertencente à época burra em que era preciso ser do contra só para… ser do contra!
Acho que está na hora de aposentar esse dinossauro da imprensa.
QUEM SERÁ CLÓVIS ROSSI?
Elifaz, Bildade ou Zofar?
“Eliú tambem ficou furioso com os três amigos de Jó, porque
acusavam Jó de ser pecador sem poderem provar esse fato. Ele
tinha ficado em silêncio durante al onga discussão porque era jo-
vem e respeitou o direito dos idosos…. Eu ainda sou ainda sou jovem e vocês ja são velhos; por isso, esperei, com receio de dizer
o que pensava. Pensei comigo: è melhor deixar que os mais velhos usem sua sabedoria para ensinar a verdade. Mas é que a
VÉLHICE não dá sabedoria….” JÓ,32: 3 - 9.
É melhor que Rossi deixe os ELIÚS da USP lhe ensinar.
Ainda bem que, Elifaz, Bildade e Zofar se calar
Decepção: sempre pensei que o Sr Clovis Rossi fosse equilibrado e inteligente…..
agradeço pelo comentario,mas creio que vc esta com dósinha deste idiota,que escondido atrás de uma pseudo ideologia,quer nos fazer crer que a violencia é obrigatória,e,que a moeda tenha um só lado,é como vc disse depois do PT lei s´so para inimigo
Os rebeldes sem causas legais estão fazendo aquecimento para o próximo ano! É como se fosse um treinamento simulado para as eleições. Ainda por cima, Chauí, Benevides e aquela outra…Meu Deus!
E agora o Sr. Clovis Rossi tentando justificar a posição dos arruaceiros do LER-DI. Qual é, Clovis?
De todos, o que menos se rende à quadrilha é mesmo o Estadão. Eles não dão muito espaço aos “revolucionários de coisa nenhuma” e costumam publicar gente séria, com algumas exceções de praxe, como o pobrezinho do Veríssimo. Mas aí, creio, é mais uma homenagem ao pai do que reconhecimento do filho.
Já a Folha é completamente covarde. Deixa-se patrulhar e ainda abriga gente que não fala coisa com coisa, mas está lá para agradar aos lulistas e seus chefes. Não é só Rossi. É uma legião. Não faz mal que para agradar eles defendam terroristas, baderneiros ou bandidos, mesmo. O negócio é faturar dos “dois lados”.
prezados,
gente desprezível, perderam a bandeira com a eleição do lula .
VOCÊ DEVE TER ESTÔMAGO DE AVESTRUZ REINALDO, TEXTOS
DESSE TIPO DÁ NOJO SÓ EM LÊ IMAGINE AINDA COMENTÁ-LOS
Reinaldo, esse texto do Clovis Rossi é a Pedra da Roseta do jornalismo brasileiro e você nosso Champollion. A sua interpretação do texto não deixa dúvida razoável sobre como pensa um dos mais respeitados jornalistas engajados do Brasil. Trata-se de um pensamento baseado em fundamentos falsos, em dados falsos, com deduções falsas e com juízos de valor distorcidos. Se é assim que pensa o santo mestre, pode-se imaginar como pensam e agem os anjos caídos que atuam na Blogsfera.
Um abraço, Tostes
Grande Rei
Alguem precisa avisar esse dinossauro que já estamos no seculo 21, que a russia não é mais socialista, que berlim não tem mais muro, que a china é o país mais “capitalista” do mundo e que até cuba pode voltar a fazer parte da OEA.
Se esta tão saudosista, da sua juventude revolucionária, se quer matar a vontade de contestar tudo e a todos, deve se mudar pra Pyongyang e fazer seus protestos lá, mas como disse você, tem que ser lá, as margens do rio Taedong.
Pra essa gente, eu pago a passagem (só de ida).
Prezado General Azevedo, bom dia,
Este é um jornlista exemplar: um verdadeiro imbecil que jamais abriu um livro de direito e muito menos a CF. Não passa de mais um patife da esquerda que se diz um grande “cara” da imprensa, a tal da mídia.
PQP! Sem comentários…
Abração,
Acho melhor citar o cantor Belchior:” o presente, a mente, o corpo é diferente e o passado é uma roupa que não nos serve mais…” Acorda, Rossi, a fila anda para frente e não o contrário.
É ( i n a c r e d i t á v e l ) !
E tão sequelante quanto o efeito do varsol estragado que o pessoal do LER-QI, toma em jejum, pela manhã.
Reinaldo. O que me espanta sobremaneira é um dos maiores jornais do pais abrigar elementos de mentalidade tão tacanha quanto esse velho senhor, e demonstrando uma parcialidade doentia com os famigerados facinoras teleguiados pelo petismo obscuro, que a qualquer custo tentam impor sua ideologias anacrônicas e o seu velho saudosismo terrorista.
Grato.
Ao revelar estes esquerdopatas da imprensa você e o Diogo prestam um grande serviço de esclarecimento.
Clovis Rossi mama na mesma teta que Kenned Alencar… Deve estar louco por um programa qualquer de TV.
Volto a afirmar aqui: a esquerda brasileira, ou pelo menos uma parte dela, sente saudades da ditadura militar. A redemocratização deixou essa turma perdida; eles não sabem mais a que vieram. Alguns abraçaram a causa da ecologia, e desfilam suas tolices sobre aquecimento global e povos da floresta. Outros, porém, parecem perdidos nos anos 60 do século passado e fazem de tudo para levar umas borrachadas da polícia e se legitimarem. Existe um outro rupo, que chegou aos cofres públicos (a pior espécie de todas), mas isso é outra história…
Reinaldo,
clóvis rossi é daqueles sujeitos que acham que na época da deles tudo era perfeito. Estilo limpo, agradável de ler, mas conteúdo e indignações são os de uma mocinha da sexta série. O cara é um chato de galocha, com idade para ter criado um mínimo de juízo e perceber que as utopias que defendeu e defende foram e são fascistas.
O raciocínio de que estudante tem que ser solidário a quem faz greve é idiota. Se um grupo de alunos resolver fazer greve por aprovação de uma lei para instituir o linchamento público, o resto tem que aderir? Quer dizer que os 99,5% dos estudantes que sacaram o absurdo do pleito não podem julgar e ser contra? Têm que ser tapados como ele?
Abs, MF
O cara é de uma amorfa ironia, voce reparou como o tom é suave, diria mesmo candido, pueril, como se quissese convencer pela bondade de suas palavras, tenta amainar o pau viria em seu lombo eheheh…
Rei, o molambo te adora kakakakakak
Essa suposta finura ao escrever apenas mostra sua melhor qualidade, a mediocridade.
burduna nelle !!!
Reinaldo,
“jamais imaginou ler”. Eu não. Esse enganador nunca me deixou seduzir por suas teses ridículas, pegando sempre carona em artigos dos outros. Pode esperar que vem muito mais, não só desse energúmeno, como de outros tantos que fazem, infelizmente, a mídia atual.
Realmente é o artigo mais boçal dos últimos meses porque só esse pessoal consegue realizar o impossível: se superar na estupidez a cada dia… realmente é impressionante o grau de idiotice e o nível em que chegou a F. de São Paulo. Totalmente lamentável.
Hair estreou de novo na Broadway.
Em setembro estreia o filme de Ang Lee sobre Woodstock.
Saudosistas de 68 e do flower power já têm programas.
Uma peça, a “revolta estudantil tropical” e um filme!
Muito me admira a Folha publicar tudo quanto é baboseira!
Caro Reinaldo:
Quando li a sigla LER, juro que achei que era LESÃO POR ESFORÇO REPETITIVO e aí pensei: gastaram o único neurônio pensando, pensando, pensando.
Só nos finalmente é que vi que é a tal Liga Estratégica Revolucionária. Que coisa mais pré 1968.
A polícia devia catar esta meia dúzia e levar direto para um museu de antropologia.
Pau e borracha neles que merecem
Até o velho Frias que gostava do Rossi deve ter se revirado no túmulo.
Santo Deus, a que ponto chegou a Folha de SP?
Se for para escolher um slogan de 68, fico com o clássico: “Pra quê ler jornais? Eu mesmo posso criar minhas mentiras!”
O Brasil precisa se livrar desse entulho, dessa mentalidade e trabalhar para tocar a vida pra frente.
Reinaldo,
um texto como este faz milagres entre os estudantes que não querem ser pautados por estes radicais do toddynho financiados pelas “ONGGs - organizações não governamentais governamentais”.
Parabéns.
Santo Deus, a que ponte chegou a Folha de SP?
Se for para escolher um slogan de 68, fico com o clássico “Pra quê ler jornais? Eu mesmo posso criar minhas mentiras!”
O Brasil precisa se livrar desse entulho, dessa mentalidade e trabalhar para tocar a vida pra frente. Afinal, vem uma tempestade pela frente e estamos carregando um monte de peso morto nas costas.
É, 1968 acabou, mesmo, e já não era sem tempo. Graças a Deus, o ccc de hoje é só o bicho de três cabeças (não-pensantes) clóvis cantanhêde cony.
Prometer o impossivel…Hum……..
Isso eh coisa para o Apedeuta bravateiro.
Ele sim que diz que antes de “entrar em campo” podia prometer de tudo.
Como disse a tua filha Rei…
“Credo, que gente nojenta.”
Reinaldo. Ainda bem que temos pessoas de bom senso dispostas a desmascarar pilantras. Pena que são muito poucas essas pessoas, mas você é a principal delas. Por favôr continúe assim.
Reinaldo,
eu já deixei de ler o Clóvis Rossi há anos, assim como deixei de ouvir outros “dinos” da imprensa e da TV que se crêem inovando o velho e com algo a ensinar.
Deixaram que suas idéias envelhecessem junto com os cabelos sem atentar para o conselho de Quental…
assim como nossos artistas do “bolsa-dendê” que se julgam criativos fazendo a mesma coisa há mais de quarenta anos…
O risível é que eles consideram ter alguma importância seus pontos de vistas a partir desta monovisão - superada - de mundo!
Realmente, estes jornalistas cada vez mais me causam espanto. A falha na lógica mais elementar é justificada pela saudade que o jornalista sente de sua adolescência. Tenta colocar nos jovens de hoje sua falta de juízo e a justificativa do pensamento errado que teve (e pior tem).
O texto do sr rossi me parece uma senhora de 60 anos, gordinha, de mini saia com franja e botinha.
Claudio Rossi, quando se faz muita plástica o resultado é bizarro, meu caro.
[...] Clóvis Rossi se supera e consegue escrever seu pior texto! Até agora… [...]