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16/02/2012

às 18:38

Anti-semitismo – e inflação galopante – em pleno Sindicato dos Jornalistas de São Paulo

O Sindicato dos Jornalistas de São Paulo — sim dos jornalistas! — promove até o dia 29 (começou anteontem) um “curso” intitulado “A questão palestina e o conflito no Oriente Médio”. À primeira vista, parece tudo certo, não? Quem não gostaria de saber mais a respeito? O texto no site informa a quem se destina o tal “curso”, a saber: “Para jornalistas e estudantes de Jornalismo não sindicalizados e demais interessados”. É um curso pago, com “desconto” para grupos. A tabela é esta:
Para jornalistas sindicalizados e estudantes de Jornalismo pré-sindicalizados:
R$ 230,00 à vista ou 2 de R$ 115,00 ou 3 de R$ 100,00 (R$ 300,00)
Para jornalistas e estudantes de Jornalismo não sindicalizados e demais interessados:
R$ 300,00 à vista ou 2 de R$ 150,00 ou 3 de R$ 120,00 (R$ 360,00)

Uau! Como vocês verão, o arrazoado sobre o curso é tão requintado quanto a matemática financeira do sindicato. Notaram que a diferença entre o preço à vista e o a prazo para os sindicalizados embute uma majoração de 30,4% e, para os não-sindicalizados, de 20%. Isso em três meses!!! Ainda bem que o Sindicato dos Jornalistas não tem peso na cesta de preços que mede a inflação, não é mesmo? Isso à parte, vamos ao texto do sindicato que, sob o pretexto de combater o sionismo, mergulha no anti-semitismo mesmo! Ironia macabra: o curso será ministrado no espaço “Vladimir Herzog” — um judeu!

Reproduzo abaixo, em vermelho, o texto de apresentação do curso. Comento em azul.

O domínio do discurso sionista sobre a questão palestina durou muito tempo. Só a partir do final da década de 1970, com a abertura dos arquivos dos sionistas para conhecimento público, e com as pesquisas dos chamados “novos historiadores” israelenses, esse discurso começou a ser contestado e passou-se a dar veracidade às narrativas palestinas sobre a Nakba (o processo que levou à criação do Estado de Israel e as consequências desse processo para o povo palestino).
É espantoso que um órgão de classe, que representa, em tese ao menos, todos os jornalistas, se dedique a tal indignidade discursiva. Definir a palavra “nakba” como “processo que levou à criação do estado de Israel” é uma vigarice intelectual, uma farsa. A palavra quer dizer “tragédia” ou “desastre” e tem uma marca militante: define o que os palestinos chamam “êxodo” da população árabe quando se criou o estado de Israel. Boa parte das terras, não custa lembrar, foi comprada pelos judeus. Ainda que se possam debater as características e extensão da migração, não é essa a questão subjacente ao texto, não.
Só falam em “nakba” os que advogam a volta de todos aqueles que são chamados “refugiados” palestinos. Boa parte dos migrantes originais já morreu. Os hoje chamados refugiados, muitos divididos em campos espalhados por países árabes, são filhos, netos e bisnetos daquele grupo original. Foi a militância política palestina, que não aceitava a existência do estado de Israel, que concorreu para que não ganhassem a cidadania nos países onde nasceram. Estima-se o grupo original de migrantes em 700 mil pessoas. Hoje, essa população que a militância quer instalar em Israel somaria pouco mais de 4 milhões. É evidente que, se todos migrassem para Israel, o estado judeu seria extinto. E é preciso notar: a esmagadora maioria dos estimados 700 mil palestinos que deixaram a região o fez tangida pela guerra promovida pelos países árabes. É questão de fato, não de gosto. A Jordânia conferiu cidadania a uma boa parcela dos refugiados e a seus descendentes. Muitos, no entanto, continuam a viver em campos, em situação muito precária — a mesma realidade de outras nações árabes que não lhes conferem nem cidadania. Muito bem: o lugar em que os palestinos vivem com mais dignidade e com todos os direitos democráticos garantidos é mesmo… Israel! Sigamos com o texto do sindicato.

Nessa mesma época, especialistas responsáveis por pesquisas arqueológicas em sítios palestinos começaram a contestar a versão bíblica e propuseram uma nova teoria para explicar os textos sagrados – tarefa que o filósofo Benedito de Espinosa, usando conhecimentos de filologia e um estudo de muitos anos da Torá, já empreendera no século XVII.
É de arrepiar! O “Benedito de Espinosa” deve ser o Baruch Spinoza, hehe. Essa pegada supostamente “científica” busca deslegitimar Israel como a terra original dos judeus e, pois, pretende retomar a questão desde a origem, a saber: não se está questionando se os dois povos devem viver em seus respectivos estados. Nada disso! Essa abordagem sempre acaba concluindo que os israelenses têm de sair das “terras palestinas”. Não por acaso, recorre-se ao tal “Benedito”, justamente um judeu punido por… judeus.

Esses dois acontecimentos, na história e na arqueologia, seriam acrescentados aos casos levantados por pesquisadores palestinos em seu próprio país, com seu próprio povo, e mudariam a compreensão dos estudiosos sobre as raízes do problema que, iniciado em fins do século XVIII, até hoje abala a região da Ásia ocidental, ou Oriente Médio, conhecida como Palestina e Israel. Ao grande público, porém, esse conhecimento praticamente não chegou. As pressões sobre pesquisadores, autores, editoras, mídia, governos impediram a livre circulação desse novo saber. Por isso, não é de espantar que muitos jornalistas ainda não o conheçam. Trata-se de um assunto que, antes restrito a alguns círculos acadêmicos e políticos, somente agora começa a ser mais amplamente divulgado no Brasil.
Reparem neste trecho: “As pressões sobre pesquisadores, autores, editoras, mídia, governos impediram a livre circulação desse novo saber. Por isso, não é de espantar que muitos jornalistas ainda não o conheçam.” Estamos de volta à velha tese da conspiração judaica contra a verdade. É o retorno dos “Protocolos dos Sábios de Sião”. Os sionistas, esses malvados, seriam grandes manipuladores, sempre dispostos a contar a versão dos judeus. Ainda bem que vem agora a tal Baby para nos salvar.

No entanto, faltam referências aos que pretendem conhecer em detalhes a história de Palestina e Israel. A bibliografia, em árabe e em hebraico, dificulta ao leitor ocidental o acesso aos livros. Mas há muitos títulos em inglês, embora permaneçam desconhecidos do público por falta de divulgação. Há sítios confiáveis na internet, com fatos documentados, com rigor acadêmico, que podem ser consultados sem receio. Há organizações de direitos humanos que mantêm na web os resultados de suas pesquisas, também documentadas. Há juristas e advogados que deslindam os meandros jurídicos da questão, colocando artigos à disposição do público.
Notem que a “verdade verdadeira” está escondida em alguns meandros e livros quase secretos. Ela só precisa ser divulgada ao grande público. É o que o curso pretende fazer.

O objetivo do curso é abordar alguns dos principais pontos da questão palestina e contextualizá-los histórica e politicamente, para que o interessado possa conhecer um pouco da história de palestinos e judeus e iniciar sua própria pesquisa. Nesse sentido, será oferecida uma bibliografia básica, bem como alguns textos importantes para a compreensão do problema vivido por dois povos, o israelense e o palestino.
Como é? O interessado vai conhecer “um pouco da história dos palestinos e judeus”??? Bem, a boa-vontade com “os judeus” já está demonstrada, certo? O curso será ministrado por uma senhora chamada “Baby Siqueira Abrão”. Vamos ver quem é ela segundo o próprio sindicato.

Jornalista, pós-graduanda em filosofia política e relações internacionais com projeto sobre a questão palestina e suas consequências, Baby Siqueira Abrão também é autora de livros sobre filosofia, mitologia grega e divulgação científica. Mora em Ramala, Palestina, onde é correspondente do jornal Brasil de Fato e colaboradora dos sites Carta Maior e Opera Mundi. Veio ao Brasil para uma série de palestras, com o líder popular palestino Abdallah Abu Rahmah, sobre a questão palestina, com apoio da Embaixada Palestina no Brasil (embaixador Ibrahim Alzeben). Participou do Fórum Social Mundial (em 2012, Fórum Social Temático), em Porto Alegre, como representante do Comitê Popular de Resistência Não-Violenta contra o Muro e as Colônias de Bil’in (www.bilin-village.org; ver também www.popularstruggle.org) e do Palestinian Center for Peace and Democracy (PCPD, http://www.pcpd.org).
Bem, acho que isso tudo evidencia a independência intelectual de dona Baby. Sua companhia também não deixa a menor dúvida. O sindicato e o espaço Vladimir Herzog estão sendo usados para fazer proselitismo em favor da causa palestina e contra a exitência do Estado de Israel. O encadeamento do texto deixa clara a demonização do estado israelense. Pergunto: o sindicato abriria as suas portas para ministrar um “curso” sobre a outra versão? Acho que não.

O sindicato poderia promover um debate sobre a questão israelo-palestina? Poderia, sim. Não é o caso, como se nota. A entidade está é abraçando uma causa. Pela linguagem, é visível que se está questionando a própria legitimidade da existência de Israel, com o indisfarçável cheiro da acusação da “conspiração judaica”.

Encontrei um vídeo de dona Baby no Youtube. A sua abordagem sobre a questão tem momentos verdadeiramente indescritíveis, estupefacientes. Confesso que não tive paciência para ver tudo. Algumas pegadas, alguns momentos, já indicaram o tamanho da gigante intelectual.

Ela decide abordar o esforço empreendido pelas lideranças judaicas em favor da criação de Israel. A partir dos 5min13s, num momento raro de sofisticação intelectual e rigor histórico, diz Baby:
“Como a Europa, na verdade, não agüentava mais a questão judaica, que era muito complicada, inclusive em relação a trabalho e em relação a pessoas que se dispunham a fazer greves e tudo mais, eles [governos europeus} queriam é se livrar desse problema [os judeus]. Então eles [governos europeus] apoiaram, sim, eles apoiaram a idéia de que os judeus fossem pra muito longe da Europa (…)”

Aos 8min14s - “E eu conheço muita gente, principalmente os anarquistas israelenses, contra o muro, que já disseram que, havendo dois estados, eles vão mudar pra Palestina porque eles não têm nada para fazer num estado judeu”.

Acho que já está de bom tamanho, né? Como a gente pode perceber, nem judeus agüentam judeus, né, como já sabia o Benedito…

É o fim da picada!

Por Reinaldo Azevedo

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124 Comentários

  1. Sérgio Storch

    -

    27/02/2012 às 15:55

    Caro Reinaldo, esta pessoa realmente é de seriedade e caráter duvidosos. Temos testemunho de uma pessoa que assistiu à palestra que você mencionou, do líder palestino da resistência não violenta em Bil´in, Abdallah Abu Rahma, um líder autêntico palestino cuja linguagem nem porisso demoniza aos judeus e ao Estado de Israel. Essa senhora foi a tradutora. Minha amiga fala árabe fluentemente, e pôde constatar a vigarice da tradução, em tempo real, comunicando-a ao próprio Abdallah, em email que eu posso lhe enviar. Como muitos judeus no mundo todo e também em Israel, sou crítico à política israelense de ocupação dos territórios e às violações de direitos humanos por Israel (comparações com violências de proporções incomparavelmente maiores nos países árabes não as fazem menos criticáveis). Não concordo com vários dos pontos que você coloca (em especial a igualdade de direitos dos árabes em Israel), mas o teu vigor no desmascaramento dessa falsa intelectual é fundamental para que judeus e árabes no Brasil, e direita e esquerda, possam se unir na pressão aos governos do Oriente Médio (especialmente Netanyahu, cuja provocação constante com a construção de mais assentamentos é um insulto ao direito internacional) para que o processo de paz não volte à estaca zero.

  2. Geneuronios

    -

    24/02/2012 às 18:19

    Reinaldo, li o seguinte trecho de um livro de um escritor judeu …
    “Os sionistas transformaram o velho testamento, livro de teologia, em livro de história.
    No final do século XIX, eles não apenas inventaram um povo, mas também forjaram sua “história”. Isso aconteceu negando fatos históricos e transformando mitos em falsas verdades, para justificar a ocupação da Palestina e expulsão do seu povo.
    E como previsto, isso resultou na criação de uma entidade anômala, que vive até hoje uma grave crise de identidade.
    Sand explica que Israel se define como Estado judeu e democrático e isso é contraditório. Um país que discrimina um quarto de sua população, autóctone, os não-judeus, não é democrático.
    Shlomo Sand, no seu livro, mostra o primeiro passo ao rumo da verdadeira reconciliação e paz justa na região: reavaliar não apenas os mitos israelenses, mas também a própria ideologia sionista, com sua exclusividade “racial” e falsidade histórica.”
    Reinaldo, pretendo conhecer mais sobre a história do povo judeu, o livro deste escritor é confiável?

  3. Geneuronios

    -

    24/02/2012 às 9:44

    Sérgio-16/02/2012 às 22:47 …
    Moderador, favor retirar este comentário do Sérgio, ele está CHATEANDO com a Cassandra. O blog do Reinaldo NÃO é para isto, conforme você mesmo disse.

  4. Kaos

    -

    23/02/2012 às 13:48

    O que é o Estado senão a máquina teológico-política definitiva – e o que é isso senão a organização que se volta à monopolização da linguagem e se afirma pela chantagem permanente da dívida, tornando o todo incompleto para lhe completar na forma de dependência. Felizes foram os GERMÂNICOS ao cunharem numa única palavra, schuld, que resolve a presente questão: culpa e dívida, se podemos argumentar que andam de mãos dadas na nossa língua portuguesa, em alemão elas já estão compreendidas num único termo.
    O casamento JUDAICO-HELENICO que resulta no que chamamos de Ocidente gira em torno disso: se, por um lado, foram os JUDEUS que inventaram o Padre e a relação de dívida, isso só adquire o status atual no momento em que acontece o seu encontro com as instâncias da mediação trazidas pela própria filosofia platônica, uma sistematização da própria experiência política ateniense – não colocaria a política como uma filosofia primeira, mas como locus de conflito do qual verteu a filosofia.

  5. Kaos

    -

    23/02/2012 às 13:21

    MODERADOR EXPLICA: Caro Kaos, a área de comentários deste blog não é chat.
    Prezado MODERADOR: Favor eliminar os comentários do Sérgio, é conversa para os tais chats.

  6. Ricardo R

    -

    22/02/2012 às 23:38

    vamos ao fatos: como já dito antes: D. pedro II visitou a terra santa, e registrou fotos da desolacao e abandono. Já nesta epoca encontramvam-se povos árabes e judeus. No fim do seculo XIX, inicio do XX, iniciou-se o movimento judaico conhecido como sionismo, a volta ao lar, à terra santa, terra esta que alternava entre desertos e pantanos. os judeus imigrantes trabalharam a terra e desenvolveram-na. os senhores feudais arabes, que subjulgavam seu proprio povo, jogaram a sua culpa nos judeus. O eterno bode expiatorio. O resto nos já sabemos, judeus desterrados de nacoe arabes que foram acolhidos por Israel e arabes usados como bucha de canhao em uma regiao da qual identificavam como a grande siria – fronteira ao norte com a turquia e ao sul com o Egito. nao havia intencao de se formar estado Palestino, nem identidade palestina até a decada de 70. um estado judeu era uma afronta inaceitavel aos arabes, um enclave que deveria ser eliminado a qualquer custo. israel nao conquistou Gaza e Cisjordania dos Palestinos, mas do egito e da jordania (porque entre 1948 e 1967 estes paises nao criaram uma palestina?). Fracassaram pelos meios militares, e agora tentam erradicar os judeus e seu estado através de uma guerra de midia. alguem s elebra do stembro negro? grande massacre de arabes palestinos pelos arabes jordanianos! triste o papel do sindicato dos jornalistas que negam seu valoroso papel de informantes, para o de desinformantes.

  7. Ricardo R

    -

    22/02/2012 às 23:15

    os sindicalistas historicamente ligados a ideologia esquerdo -retrograda demoniza todos os aliados de seus inimigos – vejamos, se eles odeiam os Estados Unidos que sao aliados de Israel, tambem atacam estes. Esquecem os esquerdistas orfaos e carentes que Israel nasceu como nacao de cunho socialista, e que portanto ab initio recebeu apoio da extinta Uniao Soviética. Sao Requalques a flor da pele: a esquerda ainda nao curou suas feridas, primeiro pela surra que levaram dos militatares aliados do EUA, segundo pela queda e fim do comunismo, tentam se salvar levantando outras bandeiras. a da vergonha.

  8. Ricardo R

    -

    22/02/2012 às 23:15

    os sindicalistas historicamente ligados a ideologia esquerdo -retrograda demoniza todos os aliados de seus inimigos – vejamos, se eles odeiam os Estados Unidos que sao aliados de Israel, tambem atacam estes. Esquecem os esquerdistas orfaos e carentes que Israel nasceu como nacao de cunho socialista, e que portanto ab initio recebeu apoio da extinta Uniao Soviética. Sao Requalques a flor da pele: a esquerda ainda nao curou suas feridas, primeiro pela surra que levaram dos militatares aliados do EUA, segundo pela queda e fim do comunismo, tentam se salvar levantando outras bandeiras. a da vergonha.

  9. Kaos

    -

    22/02/2012 às 22:53

    Cadê meus outros dois posts??? A censura tá pegando???

    MODERADOR EXPLICA: Caro Kaos, a área de comentários deste blog não é chat. Comentários que “dialogam” com outros são deletados. Não é censura, é que não é a finalidade do blog nem temos estrutura para isso.

  10. Paulo

    -

    22/02/2012 às 18:38

    Esse tema, que versa sobre o conflito Israel-Palestina jamais será discutido com isenção, pois os dois lados partem de premissas antagônicas e inaceitáveis por ambos os oponentes, de parte a parte.
    O Estado de Israel foi criado com base em um movimento, dito Sionismo,que reinvindicava uma pátria para o povo judeu, iniciando assim um movimento migratório para a Palestina sob mandato britânico. Alegam os sionistas que aquela era uma terra sem povo, para um povo sem terra e, já que nunca houve nenhuma nação com o nome de Pàlestina,eles foram até muito condescendentes em aceitar a partilha da região, que a eles pertenceria por direito bíblico e que, na verdade, deveria se estender até a Mesopotâmea.
    De sua parte os árabes, desde o início da migração judaica, já vinham se preocupando com o destino de suas terras e procuraram se assegurar, com as autoridades mandatárias, que nenhum território lhes seria tomado e, com efeito, os britânicos decretaram leis que limitavam a chegada de judeus, cuja migração continuou mesmo assim, apesar de ilegal.
    O terrorismo, hoje em dia praticado por grupos árabes radicais, já era autóctone desde a estabelecimento das primeiras levas de judeus, dado a formação de grupos paramilitares judeus que visavam a expulsão de ingleses e árabes; o Irgum e a Stern Gang explodiam hotéis, mercados árabes, assassinavam soldados ingleses, autoridades, e sua ação culminou na Guerra de Independência, quando destruiram vilarejos árabes e provocaram a existência do que hoje chamam de refugiados.
    Em suma, os árabes não aceitam dividir um território, em que viviam, com outro estado em que de repente se tornaram minoria; aliás, como acham que Israel não existe, não aceitam nem falar em paz, já que seria inútil fazer a paz com uma entidade inexistente. Israel acha que foi magnânima em aceitar a partilha de sua terra prometida, mas ocupa, contra todas as recomendações e acusações da ONU, territórios que conquistaram durante a Guerra dos 6 Dias, iniciada é bom que se diga por Israel.
    No território, ocupado hoje pelo estado judeu, viviam famílias que nunca mais puderam retornar a seus lares; Israel acha que sairam porque quiseram; os descendentes dos desalojados querem voltar, mas isso é impraticável. Os árabes formam grupos radicais que praticam terrorismo abominável; Israel possui população minoritária de origem árabe que vive em situação humilhante e sem direitos elementares como o de se locomover livremente.
    As duas facções têm razões próprias rejeitadas pela outra parte; ambas cometem crimes mas não os querem assumir como tal.

  11. Luis Rafael Ribeiro

    -

    22/02/2012 às 0:22

    Prezados(as),

    Utilizo este espaço para reproduzir o texto do assim chamado “Objetivo 5″ do Comitê pela Libertação da Palestina, que em seu ‘caput’ diz o que segue:

    “5. Reivindicar e garantir, para a atuação em defesa da causa palestina, isenção de interesses particulares diretos, sejam políticos, religiosos, nacionais, de natureza comercial, pessoal ou de outros tipos. Apresentar-se para a sociedade visando alcançar o mais alto grau de inquestionabilidade, de reconhecimento e legitimidade, dos pontos de vista humano e moral, para a causa palestina. Estabelecer-se, de forma concomitante, frontal e afirmativamente contrário e averso a taxações, generalizações, perseguições ou ataques a quaisquer grupos humanos específicos, assim caracterizados por sua religião, etnia ou local de nascimento – em especial, aos Judeus, no sentido amplo do conceito.”

    Não é um texto elaborado e mesmo diretamente ligado às análises postadas neste blogue (seja com relação ao texto do curso da jornalista Baby Abrão, seja com relação ao parecer do jornalista que assina o blogue), mas sim, o texto elaborado pelo Comitê referido que trata das necessidades maiores de compreensão quanto ao judaísmo, e mesmo com relação ao sionismo, em suas diversas conotações ou práticas (atuais e históricas), no que tange a abordar ou a militar ou manifestar-se em favor e defesa (justa e legítima) aos direitos e à luta do povo palestino. Espero que assim também o compreendam.

  12. Luis Rafael Ribeiro

    -

    22/02/2012 às 0:22

    Um dos fatores mais insustentáveis para a legitimação da causa palestina, que o Comitê pela Libertação da Palestina visa confrontar diretamente, é que ela permaneça refém de eventuais incompreensões ou falhas morais de alguns que se apresentam como seus defensores ou mesmo porta-vozes.
    Não pode, o mérito da Libertação da Palestina, servir de instrumento para interesses específicos de determinado grupo, congregação religiosa, correntes ideológicas ou político-partidárias, que busquem agir de forma excludente a outros, ou a princípios gerais humanitários e universais.
    Menos ainda, para fins de propagação e incitamento de ódio contra demais grupos humanos, de forma descriteriosa, manipulada e francamente infundada e equivocada.
    É preciso que se adote formas expressas e inequívocas para se assegurar, à sociedade em geral, o caráter humanitário e justo da reivindicação mais profunda e urgente do povo palestino, que é o direito à sua autodeterminação, à sua existência pacífica, à reintegração de direitos de habitação e de livre-trânsito, bem como à garantia de seu bem estar e segurança social.
    Não desejamos fazer deste espaço um local próprio para condenar, confrontar ou mesmo debater, ao menos na esfera prioritária deste Comitê, as razões ou contrariedades de quaisquer organizações ou grupos humanos – religiosos, étnicos, políticos, ideológicos, com relação às suas próprias perspectivas e ideais diante da causa palestina.

    Apenas se resguardará, neste espaço de atuação, e como princípio de sua própria existência, a total tolerância e respeito a todas as formas de pensamento, ainda que não se coadunem às das pessoas em particular que desejarem nele atuar. Com isto, fica eliminado todo potencial deslocamento do foco de ação e de proposição do CLP para interesses não humanitariamente generalizáveis, independentemente de origem ou mérito de sua concepção. Da mesma forma, ficará necessariamente eliminada qualquer tentativa de propugnação, em nome deste Comitê, de ações e ideias explicitamente confrontantes com a livre assunção de ideologias e crenças religiosas ou mesmo com origens étnicas.

    E tendo em vista o elevado grau de desentendimento sobre a diferença existente entre um grupo humano em especial – os Judeus, ou o povo judeu, ou como possa ser conceituado -, colocado equivocadamente como grupo conflitante ou irreconciliável à própria razão da Libertação da Palestina, frisamos, neste ponto específico, e de forma eloquente e irrevogável, o seguinte:

    - Há que se respeitar, e compreender, a quem quiser ou desejar incluir-se como vigoroso e justo lutador da causa palestina, os anseios, as necessidades e a própria legitimidade da Memória Judaica internacional, por assim dizer.

    - Não se pode mais TOLERAR (muito menos respaldar), para a defesa da Libertação da Palestina, que com ela sobrevenham, imiscuídos, elementos de proliferação de ódio racial ou étnico. Que dela se façam alicerces, discretos ou explícitos, ao antisemitismo. Que dela se utilizem, para fins da mais baixa moral humana, de tergiversações, confusões ou analogias errôneas e inadequadas, com relação à própria memória do Holocausto judaico, ou seja, ao massacre objetivado e impetrado com fins programáticos, contra toda a sociedade judaica humana, ocorrida no período brevemente anterior e até o final da Segunda Guerra Mundial.
    - Não se pode, por fim, querer comparar, julgar ou afirmar graus de importância ou de prejuízo humano entre estes 2 fatos históricos tão distintos e tão particulares entre si, a despeito da sua conectividade histórica. Não foi o Holocausto Judaico menor ou menos preocupante para a História da humanidade do que a Ocupação da Palestina. O sofrimento palestino, individual e coletivo, decorrente da Ocupação, também é de uma grandeza que não pode ser comparada ao sofrimento das pessoas assassinadas ou perseguidas ante o Holocausto, tal qual, deve-se registrar, ao sofrimento e às mortes provocadas a outros milhões de seres humanos, de outros grupos específicos, ao longo de todas as guerras, vítimas também de perseguições religiosas, étnicas ou político-ideológicas. Todas estas situações devem ser dignas do mesmo grau de comiseração e consideração por parte da sociedade humana, sem possíveis analogias, que possam de um lado ou de outro provocar mágoas ou melindres. Todas devem ser igualmente lamentadas, e as razões que levaram a elas devem ser igualmente compreendidas e combatidas, por todos que persigam uma Verdadeira noção de Paz e de Justiça.
    ESTES ERROS, sórdidos e lamentáveis são, sob a assepção deste Comitê, provavelmente o maior de todos os prejuízos históricos contrários à própria causa palestina.

    Os fatos, claros e lúcidos, nesta questão, falam por si só:

    Não foi a integralidade da sociedade judaica internacional quem almejou, conquistou e ocupou a Palestina, desde os remotos primórdios, nas primeiras décadas anteriores ao estabelecimento do Estado de Israel – foi, isto sim, senão uma parte menor e pouco legítima dela, um conglomerado de interesses econômicos, militares e coloniais, dentre outros.

    Mesmo os judeus provenientes de diversas partes do planeta, em direção à Palestina, não nutriam, necessariamente, o desejo ou o ódio dedicados a tomar as terras e expulsar os palestinos lá residentes. Muito provavelmente, a maior parte destes não possuía sequer conhecimento das implicações históricas daquele processo de colonização. O seu direito de “posse” sobre as terras tomadas, permanece ainda questionável, independentemente de seu conhecimento sobre o crime cometido, mas necessário é relevar, ao menos em parcela, o dolo eventualmente subjacente.

    De resto, ainda sem querer esgotar a questão, não há que se falar ou sugerir controvérsias com relação ao próprio Holocausto judaico, fato histórico indiscutível que remonta ao massacre de cerca de 6 milhões de judeus. O Holocausto existiu, e suas consequências ainda perduram até hoje, sobretudo, na memória daqueles sobreviventes e de seus descendentes. Razão nenhuma há em se desejar questionar o fato histórico em si, como se isto pudesse angariar maiores ou melhores justificativas para a causa palestina.

    O Holocausto judaico pode ser colocado, seguramente, na condição de um crime histórico perpetrado por uma parcela relevante da Comunidade Internacional, a saber, pelos povos e dirigentes europeus à época em que foi cometido. Dele, em parte, e também equivocadamente, utilizou-se, à época, para o acometimento de outro crime, que foi o da ocupação e o desalojamento (com o massacre concomitante) da sociedade palestina nascida, instalada e residente na Palestina, no mesmo período histórico.

    Um crime jamais serve de legitimação a outro (ainda que talvez, segundo os criminologistas, possa servir para compreensão e justificação de fatos, mas não à aceitação ou concordância com eles).

    O que não pode mais perdurar é uma desvirtuada tentativa de se minimizar, esquecer ou erradicar da memória a existência e a ocorrência, de fato, de tal crime, com vistas a um abrandamento que pudesse servir, de alguma forma pragmática, à elevação dos direitos de vítimas terceiras dele (a sociedade palestina), até porque, estes direitos, como já foi resgatado e assentado, independem e de nenhuma forma se perderam em razão da perda maior das vítimas primeiras do mesmo crime.

    O Comitê pela Libertação da Palestina pretende, assim, galgar passos elevados em favor da Legitimação desta causa, a partir desta desmitificação e desta desvinculação entre analogias perversas e sequestrantes de direito assim tomadas e aceitas como tal, durante pelos menos algumas décadas, pela sociedade internacional, desde os primórdios da usurpação das terras palestinas, e dos massacres, desde então, dos seus nativos habitantes, até os dias mais recentes e atuais.
    [FIM]

  13. Daveslley Oliveira Cardoso

    -

    21/02/2012 às 17:28

    É evidente que Israel pertence ao povo judeu, tanto religiosa como territorialmente. Não estamos reivindicando nada, pois Israel é nosso. O que houve, de fato, foi a legitimidade da pátria em nível internacional, devidamente aceita e reconhecida pela ONU.

    O discurso da palestrante, sem a devida “vênia”, se encontra revestido de antissemitismo e afirma inúmeras tolices, dentre as quais a de que os judeus eram vistos como problema pela sociedade e governo europeus. Creio que ela esqueceu, ou fez questão de esquecê-las, as inúmeras contribuições que os judeus deram para a ciência em geral, a título de exemplo menciono: a teoria da relatividade, a produção de energia nuclear, a criação de equipamentos de manejamento agrícola que evitam erosões pluviais no solo, o processamento, a requisição e o armazenamento de dados em sistemas de jurisdição transnacionais para coibir e/ou combater violações graves aos direitos humanos com a criação da corte internacional de justiça e o Tribunal Penal Internacional.

    Inúmeros judeus contribuíram para a literatura brasileira com seus pensamentos e reflexões sobre o caráter e a índole humana como, por exemplo, as literatas Clarice Lispector, Débora Colker e Tereza Raquel, sem mencionar o papel brilhante dos filhos de israel na mídia brasileira e no jornalismo, sempre buscando transmitir a verdade dos fatos com clareza, integridade e objetividade.

    Creio que pessoas que ajudarem tanto a Europa como os demais continentes do mundo com sua sabedoria e com seus conhecimentos de economia e política tenham sido encarado como “problema”?

    O antissemitismo, na sua índole obscura e avassaladora, é mais uma questão religiosa do que política. Pois, diante da cegueira do ódio barato, principalmente quando divulgado a nível de palestra ou congresso, a racionalidade ironicamente se cala. Recusamos a refutar o absurdo!

    Somos o povo escolhido por Adonai, o Deus único e supremo ,e, apesar de feridos e perseguidos pelas injustiças e pelos desatinos sociais que aniquilam a verdade e fazem gracejar o erro, não perdemos a nossa fé, a nossa esperança e acima de tudo, nossa alegria.Confiamos no Altíssimo e Ele, na sua magnitude infinita confia em nós.

  14. George Gomes de Araújo

    -

    21/02/2012 às 17:24

    Por que os povos árabes, seja no Líbano, na Arabia Saudita e no Emirados Árabes Unidos não querem seus irmãos palestinos?
    Acaso, nós judeus, somos obrigados a aceitá-los em nosso território, já que não são nada da gente?

  15. Daveslley Oliveira Cardoso

    -

    21/02/2012 às 17:19

    É evidente que Israel pertence ao povo judeu, tanto religiosa como territorialmente. Não estamos reivindicando nada, pois Israel é nosso. O que houve, de fato, foi a legitimidade da pátria em nível internacional, devidamente aceita e reconhecida pela ONU.
    O discurso da palestrante, sem a devida “vênia”, se encontra revestido de antissemitismo e afirma inúmeras tolices, dentre as quais a de que os judeus eram vistos como problema pela sociedade e governo europeus. Creio que ela esqueceu, ou fez questão de esquecê-las, as inúmeras contribuições que os judeus deram para a ciência em geral, a título de exemplo menciono: a teoria da relatividade, a produção de energia nuclear, a criação de equipamentos de manejamento agrícola que evitam erosões pluviais no solo, o processamento, a requisição e o armazenamento de dados em sistemas de jurisdição transnacionais para coibir e/ou combater violações graves aos direitos humanos com a criação da corte internacional de justiça e o Tribunal Penal Internacional.
    Inúmeros judeus contribuíram para a literatura brasileira com seus pensamentos e reflexões sobre o caráter e a índole humana como, por exemplo, as literatas Clarice Lispector, Débora Colker e Tereza Raquel, sem mencionar o papel brilhante dos filhos de israel na mídia brasileira e no jornalismo, sempre buscando transmitir a verdade dos fatos com clareza, integridade e objetividade.
    Não creio que pessoas que ajudarem tanto a Europa como os demais continentes do mundo, com sua sabedoria e os seus conhecimentos de economia e política tenham sido encarado como “problema”?
    O antissemitismo, na sua índole obscura e avassaladora, é mais uma questão religiosa do que política. Pois, diante da cegueira do ódio barato, principalmente quando divulgado a nível de palestra ou congresso, a racionalidade ironicamente se cala. Recusamos a refutar o absurdo!
    Somos o povo escolhido por Adonai, o Deus único e supremo ,e, apesar de feridos e perseguidos pelas injustiças e pelos desatinos sociais que aniquilam a verdade e fazem gracejar o erro, não perdemos a nossa fé, a nossa esperança e acima de tudo, nossa alegria.
    Confiamos no Altíssimo e Ele, na sua magnitude infinita confia em nós

  16. Daveslley Oliveira Cardoso

    -

    21/02/2012 às 17:16

    É evidente que Israel pertence ao povo judeu, tanto religiosa como territorialmente. Não estamos reivindicando nada, pois Israel é nosso. O que houve, de fato, foi a legitimidade da pátria em nível internacional, devidamente aceita e reconhecida pela ONU.

    O discurso da palestrante, sem a devida “vênia”, se encontra revestido de antissemitismo e afirma inúmeras tolices, dentre as quais a de que os judeus eram vistos como problema pela sociedade e governo europeus. Creio que ela esqueceu, ou fez questão de esquecê-las, as inúmeras contribuições que os judeus deram para a ciência em geral, a título de exemplo menciono: a teoria da relatividade, a produção de energia nuclear, a criação de equipamentos de manejamento agrícola que evitam erosões pluviais no solo, o processamento, a requisição e o armazenamento de dados em sistemas de jurisdição transnacionais para coibir e/ou combater violações graves aos direitos humanos com a criação da corte internacional de justiça e o Tribunal Penal Internacional.

    Inúmeros judeus contribuíram para a literatura brasileira com seus pensamentos e reflexões sobre o caráter e a índole humana como, por exemplo, as literatas Clarice Lispector, Débora Colker e Tereza Raquel, sem mencionar o papel brilhante dos filhos de israel na mídia brasileira e no jornalismo, sempre buscando transmitir a verdade dos fatos com clareza, integridade e objetividade.

    Creio que pessoas que ajudarem tanto a Europa como os demais continentes do mundo com sua sabedoria e com seus conhecimentos de economia e política tenham sido encarado como “problema”?

    O antissemitismo, na sua índole obscura e avassaladora, é mais uma questão religiosa do que política. Pois, diante da cegueira do ódio barato, principalmente quando divulgado a nível de palestra ou congresso, a racionalidade ironicamente se cala. Recusamos a refutar o absurdo!

    Somos o povo escolhido por Adonai, o Deus único e supremo ,e, apesar de feridos e perseguidos pelas injustiças e pelos desatinos sociais que aniquilam a verdade e fazem gracejar o erro, não perdemos a nossa fé, a nossa esperança e acima de tudo, nossa alegria.

    Confiamos no Altíssimo e Ele, na sua magnitude infinita confia em nós.

  17. José Antonio

    -

    21/02/2012 às 15:19

    É o fim da picada um sindicato trazer uma antissemita para dar aula de palestina. O novo antissemita sempre se diz amigo dos judeus e anti sionista, como se houvessem sionistas que não fossem judeus. Isto é uma delinquência intelectual uma fraude.

  18. Olgadisse

    -

    21/02/2012 às 15:05

    atrás da senhora aparece o logo da PUC, ou seja, ela está falando para acadêmicos…. nessa linguagem, vamos dizer assim…. doméstica!!!! A PUC deveria se envergonhar de ceder seu nome para pessoas tão desqualificadas academicamente, sem falar no tema, logicamente. estou me atendo apenas à forma…. vai estudar dona Baby!!!!

  19. TERCÍDIO

    -

    21/02/2012 às 12:31

    Quem leu e compreendeu o comentário de nosso Rei, não precisa mais fazer esse tal curso. Ele já deu de graça o que jornalistas formandos ou não gostariam de saber. Mas tem uma coisa e podem escarafunchar, tem petralha de mente atrasada por traz desse negócio, eu aposto. Se os petralhas não se interssam em fazer uma lei que mande embora membros da AL-QUAEDA que estão aqui em nosso país, um curso desses é agua na bôca para essa gente de mente jurássica.

  20. OBSERVANDO O MUNDO

    -

    20/02/2012 às 0:38

    Desculpem o texto cheio de erros de digitação. Fiquei tão chocado com alguns comentários que me senti compelido a escrever rapidamente, e nem revi nada.

    Explico novamente uma parte do meus texto que talvez não tenha ficado clara: Algumas décadas atrás, aqueles que hoje chamam a si mesmo de “palestinos”, se diziam sírios (um povo que na antiguidade era chamado de arameu, um povo semita, como os atuais “palestinos”). A maior parte da população da Jordânia tem as mesmas origens dos “palestinos”, mas os jordanianos muito provavelmente são, em parte, descendentes dos antigos amonitas, um outro povo semita. Mas os palestinos declararam-se, desde umas poucas décadas, descendentes dos filisteus, um povo reconhecidamente extinto e NÃO SEMITA. Agora declaram-se descendentes de um outro povo extinto, minúsculo, e também não semita, os jebuseus. Sabendo que a genética diz que os “palestinos” são basicamente semitas, é evidente que ambas as versões são fraudulentas.

  21. OBSERVANDO O MUNDO

    -

    20/02/2012 às 0:15

    Alessandre Argolo

    No carnaval, você atacou de samba do crioulo doido. Os textos que ligam os judeus à terra de Israel são muito antigos que o sionismo.
    Se os árabes que viviam na Terra Santa, quando da partilha, e seus descententes, apenas dissessem “viviamos aqui quando da partilha, foi um erro os árabes quererem matar todos os judeus da Terra Santa, agora queremos viver onde viviamos, refazer a partilha”, então estaria tudo bem.

    Mas ao contrário disso, incitados pelos esquerdistas, aabandonaram seu direito líqüido e certo, e aifrmaram um monte de mentiras absurdas:

    1) Disseram que os judeus nunca viveram na Terra Santa, renegando milhares de evidêcnias arqueológicas, e dcumentos judaicos, gregos, romanos, egípcios, assírios, babilônicos, etc, todos comprovaamente muito antigos.

    2) Declararams-e descendentes do filisteus, um povo extinto, de religião comprovadamente pagã, marítimo, não semita, fabricantes de cerveja, que jamais habitou (desde sua chegada à região) em outro lugar que não o litoral sudoeste da Terra Santa, formando uma liga de cinco cidades-estado, todas litorâneas. Qual a evidência que apresentaram disso? Nenhuma!

    3) Agora, trocando a mentira anterior por outra muito mais absurda, eles se declaram descendentes de um povo muito menor e mais fraco que os filisteus, a pequena tribo dos jebuseus, da sobre a qual a história silenciou por quase três milênios.

    4)É muito provavel que boa parte da populão recentemente chamada de palestina seja descendente de povos muito mais numerosos e que mantiveram identidade étnica por muito mais tempo, como amonitas (de onde vem o nome da capital da Jordânia, Amam, que fica no mesmo local onde era o antigo reino de Amom), moabitas, assírios, arameus (que são os antigos sírios, e conforme amplamente comprovadoantres de chamarem-se, recentemente, a sí mesmos de “palestinos”, eles declaravam-se sírios), ismaelitas, heteus, egípcios, fenícios, etc.

    4) É apenas por razões políticas que os “palestinos” abandoam ascendencias muitos mais prováveis e querem obrigar o mundo a aceitar sua “história” reescrita conforme suas conveniências, uma “história” absurda e que vai contra toda a evidência. Ao rejeitar serem descendentes de povos muito maiores e mais permanentes, com evidência histórica e arqueológica até tempos muitomais recentes, e se declararam todos eles descendentes de uma tribo minúscula, sobre quem a história silenciou por cerca de três mil anos, os “palestinos” querem convencer o mundo que um lambari engoliu uma baleia.

  22. Augusto

    -

    19/02/2012 às 21:57

    Quando se lê que o texto de apresentação do “curso” inicia com a frase “O domínio do discurso sionista”, já se sabe antecipadamente que o que vem a seguir é um monte absurdos, uma verdadeira aberração, um hino ao preconceito. É compreensível: brasileiro não sabe a nem história de seu próprio país e vai se meter a dar pitaco naquilo que não conhece. Não será surpresa se a “professora” Baby transformar sua palestra num samba a ser cantado na marquês de sapucaí.

  23. Kaos

    -

    19/02/2012 às 14:41

    Alguém me explique, esta estória de que os judeus são o POVO ESCOLHIDO é encarada pelas pessoas como um fato histórico (portanto, existiu o tal deus e ele disse isto) ou é apenas uma tradição e faz parte da auto-determinação do povo judeu?

  24. mk

    -

    19/02/2012 às 13:55

    E sobre o massacre dos judeus moradores de paises árabes após a partilha da Palestina em 1947 ninguém fala.Não sobrou um judeu sequer nos países árabes.Os que conseguiram fugir jamais foram indenizados e não possuem o ‘direito ao retorno’.Sempre que se fala em Israel são dois pesos e duas medidas.

  25. Fabio

    -

    19/02/2012 às 12:29

    Gostaria de cumprimentá-lo pela brilhante matéria.

    Lamentavelmente, a esquerda tem se alinhado ao radical islamismo numa forma de buscar “enriquecer” sua pauta de combate pelo combate .

  26. Sérgio

    -

    19/02/2012 às 2:15

    “…censura que efetivamente existe em boa parte da mídia ocidental acerca de qualquer tese, seja ela histórica, arqueológica ou de qualquer outra área do conhecimento, que coloque em cheque as alegações habituais dos sionistas, máxime aquela que pretende estabelecer um direito sagrado, histórico, dos judeus sobre as terras nas quais foi instaurado o Estado de Israel,”

    Qual censura? Vc acaba de ter seu post publicado, não teve? Chega desse vitimismo palestinista. Ninguém está fugindo de debate nenhum. Qq pessoa pode questionar os fundamentos de QUALQUER nação do mundo, mas não dá para ficar só enchendo o saco de Israel. Por exemplo, muitas nações islâmicas ou foram obtidas por conquistas militares imperialistas ou foram desenhadas pelas potências ocidentais. Que tal discutirmos isso? Ou vc acha que isso é islamofobia?

    Dá um tempo.

  27. João Labrego

    -

    19/02/2012 às 0:03

    Dando continuidade ao meu post anterior quero citar também que a única coisa que vale a pena investir na vida é a tentativa que empreendemos em sentir algo de positivo pelo nosso próximo ou distante.

    Se não dá para sentirmos nada de positivo por alguém ou por um grupo de pessoas não vale a pena também cultivarmos sentimentos de ojeriza por eles.

    Temos sim, que aprendermos não a sermos diferentes pois isso todos nós já somos mas, por outro lado, aprendermos a ser indiferentes com aquilo que não nos interessa.

    Acho espantosa a nossa capacidade de não conseguirmos ser indiferentes à vida alheia.

    Parece-me que, por falta de vida própria, incomodamo-nos demais com os problemas do outro lado do mundo como se o Brasil fosse um paraíso e não tivéssemos problemas nenhum para resolver por aqui.

  28. João Labrego

    -

    18/02/2012 às 23:56

    Caro Reinaldo:

    Hoje, já com 48 anos de idade, sei como é difícil para mim distinguir o que é motivação infantil e motivação adulta em meu arcabouço de motivações humanas que me movem pela vida afora.

    Prezo muito o seu blog porque ele me leva a refletir sobre muitas dessas motivações que carrego em mim mesmo mas que por falta de um espelho verbal as mesmas ganham azo de seriedade.

    Hoje em dia dou razão às pessoas que me interessam e não mais às pessoas que sinto-me moralmente preso à elas e, dentre essas pessoas, cito em especial meus próprios familiares, os quais não souberam cultivar laços de amizade e solidariedade entre si, fazendo de tudo uma ingrata obrigação.

  29. Anónimo

    -

    18/02/2012 às 23:26

    a propaganda nazista sobre os islamitas.De Berlim eram transmitidos em ondas curtas .todo árabe que tinha um rádio ouvia Berlim . as raízes do ódio ,do terrorismo.inculcou na cabeça do mulçumano o anti-semitismo da Alemanha falida e vingativa.e para atiçar o fogo os comunistas.

  30. Papai Sabetudo

    -

    18/02/2012 às 20:02

    É uma questão muito delicada. Quem somos nós para opinar sobre problema tão pungente e de difícil solução? O problema não é conosco. Há um complicador em tudo isso: a visão política da questão sobre judeus e palestinos. Quem está com a razão? É muito difícil encontrar a resposta certa. Talvez nunca a encontrem e, mesmo que a tenham, a outra parte não a aceite. Eu não sou muito bom em julgar a questão alheia. Vejam: eu desisti de ser delegado porque qualquer apelo me comove. Basta que o acusado se vire chorando para mim: “Doutor eu não fiz nada!…”, que eu já fico me questionando: “É, ele me parece inocente…” Isto, para dizer o quanto me comovo com os problemas que acometem as pessoas. Não sirvo para isso!
    Esse movimento pro Palestina já vem tomando corpo no mundo e, aqui no Brasil, é visto com simpatia. A presidenta outro dia declarou que defende a Palestina na ONU e isso encoraja certos movimentos como os de agora nesse curso sob comentário. Se tivesse que tomar partido ficaria do lado dos palestinos que me parecem a parte fraca. Eu já disse como sou.
    Mas, são os próprios judeus o grande problema, veja-se, por exemplo, a desocupação da Faixa de Gaza. Houve o acordo político para retirá-los de lá, deixando-a entregue aos palestinos, os legítimos donos daquela região. Os judeus que teriam que deixar a área, receberam casas novas em Israel em troca das que seriam destruídas na Faixa, mais ajuda em dinheiro, mas, mesmo assim, alguns renitentes, se recusaram a deixar a terra, tendo que sair na marra, com a força policial de Israel nos seus calcanhares, no episódio conhecido como “Os Cinco Dias”, que resultou num documentário de Yoav Shamir. Imagine-se judeus sendo enxotados por judeus. Eles apelavam pros sentimentos dos militares: “Vocês não se envergonham de expulsar de suas próprias casas o seu povo?” Talvez eu vá dizer uma besteira: tirante a violência que a envolve, acho um “problema doméstico” essa questão entre judeus e palestinos! Será?

  31. Alessandre Argolo

    -

    18/02/2012 às 13:31

    Completamente descabida a comparação desproporcional que se fez entre a censura que efetivamente existe em boa parte da mídia ocidental acerca de qualquer tese, seja ela histórica, arqueológica ou de qualquer outra área do conhecimento, que coloque em cheque as alegações habituais dos sionistas, máxime aquela que pretende estabelecer um direito sagrado, histórico, dos judeus sobre as terras nas quais foi instaurado o Estado de Israel, com o que afirmam fraudes comprovadas como “Os Protocolos dos Sábios de Sião”. Quer dizer, pelo que foi escrito nesse texto sobre esse ponto, se existem os “Protocolos”, não se pode cogitar de censura às teses que contrariam as premissas nas quais o Estado de Israel foi criado, já que qualquer coisa neste sentido configura antissemitismo, mesmo que a realidade comprove a censura. Ao invés de mostrar que não há censura, único modo correto de enfrentar a acusação, Reinaldo Azevedo, fugindo do debate, termina usando uma falácia grotesca.

  32. tico tico

    -

    18/02/2012 às 12:24

    Os judeus são a pedra no sapato do islamismo e do comunismo. As duas forças mais malignas e nefastas do mundo. Ótimo seria se também fossem ateus, de quebra ficariam melhores ainda, e atingiriam a outra força escravizadora proveniente das fantasias do deserto.

  33. Heriberto Fernandes de Araújo

    -

    18/02/2012 às 11:37

    A razão do problema palestino tem sua origem na guerra dos seis dias, qdo os país arabeis, resolveram exterminar o estado de Israel, isto motivado pelos invasores arabes, e que os palestinos residente se retirassem para os país como Egito, Libano, Siria, Jordania,Iraque, Arabia Saudita, Iemem, Tunisia, Libia etc, e os mesmos não foram atendidos em sua ida para os mesmo, tiveram que se estebelecerem em campos de refugiados, não foram os israelenses que motivaram os mesmo a sairem de Israel, mais sim os invasores arabes, fazendo todo tipo de pressão psicologica, prometendo a palestina para os palestinos, e estes retornaria e teriam toda terra pronta e produtiva para eles viverem com as suas familias, eis a farça que os governantes arabeis aprontaram para os que viviam com tudo que o estado de Israel, tinha a oferecer a eles palestinos, até mesmo um estado palestino no futuro, deste que estes estivessem se organizados como estado palestino, e não como grupos terroristas e gananciosos por poder, hoje em Israel tem até parlamentar arabe-palestino representante no kermess, vivendo uma verdadeira democracia.

  34. Ana

    -

    18/02/2012 às 11:26

    Mas Reinaldo, você está fazendo o mesmo que os Israelenses estão fazendo!
    Por que não usa os intelectuais e historiadores que defendem a causa Palestina com lógica e elegância.
    Este é o jornalismo de manipulação de opiniões. O jogo sujo da mídia oficial em todo o mundo que ameaça de morte jornalistas independentes que escrevem a o que está se passado ao invés de criar ficções.
    Recentemente temos a Líbia como grande exemplo do jornalismo doutrinário. A CNN, Al Jazeera, BBC e todas as outras inventaram, rescreveram a história.
    Veja o Ben Wedeman. Veja o que fizeram com Susan Lindauer, o sociólogo Mahdi Darius Nazemroaya e Lizzie Phelan “Lizzie Phelan is saying she has now been blocked from her facebook and email. She said this is clearly to try and stop the truth from getting out about what is happening. She has also been informed by CNN journalists that she must stop saying in her Press TV etc updates that Al Qaeda is working with the rebels because she will be accused of being a traitor. Monday, 22.08.2011 16:00h”

  35. Tzweinstein

    -

    18/02/2012 às 1:03

    Pobres palestinos. Aqueles que se propõem a defender seus direitos, são tão, mas tão sem noção, que acabam lhes prejudicando, mais do que ajudando. “Entortam” a História com argumentos, tão, masd tão longe da realidade, dão tanto poder aos judeus, que muitos dos judeus preferem ler jornais árabes (onde são caracterizados como donos do mundo e dos bancos), do que outros jornais onde são expostos com seus problemas e dos israelenses. Aproveito para expor uma das várias pérolas, uma versão histórica recém descoberta, impressa em jornal paquistanês: (tradução em português após o texto em inglês.

    ?”It started with the Zionist conspiracy to divide the Christian Cat holism and challenge the authority of Pope in Rome. Therefore, Protestantism was given birth in Europe. England, the biggest imperial and colonial power became a Protestant state with its own Church of England that defied and challenged Papacy. It was the colonialist Protestants who sided and helped the Zionist movement and established Bank of England owned by the wealthy Jews of England.”
    http://www.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.siasat.pk%2Fforum%2Fshowthread.php%3F24482-Darwinism-and-Zionism&h=uAQGEZu8vAQG4QEfqnhXV16Q9m2q3KxPhg7wH4ss5GkNJJQ

    Começou com a conspiração Sionista para dividir o Catolicismo Cristão e desafiar a autoridade do Papa em Roma. ?Em decorrência disto, nasceu o Protestantismo na Europa. A Inglaterra, o maior poder imperial e colonial se tornou um Estado Protestante com sua própria Igreja da Inglaterra que desafiou o Papado. Foram os Protestantes colonialistas que aderiram e auxiliaram os movimento Sionista e fundaram o Banco da Inglaterra, propriedade dos judeus ricos da Inglaterra.

    Obs.
    1 – O Movimento Sionista foi proposto por Theodor Herzl em seu livro “O Estado Judeu”, em 1896.
    2 – A Reforma, que dividiu o Catolicismo, foi iniciada por Martin Luther em 1517.

    Considerando-se que os primeiros sionistas surgiram 379 anos APÓS a divisão do Catolicismo, não havia como eles pudessem participar deste cisma. No entanto, “entortando” um pouco a História, conseguimos com que participem de eventos anteriores à sua existência.

    SERIA CÔMICO SE NÃO FOSSE SÉRIO.

  36. Jose da Silva

    -

    18/02/2012 às 0:55

    Engraçado… Há cidadãos israelenses e que são muçulmanos que por nada desse mundo gostariam de mudar para o lado palestino. Há inclusive, parlamentares e aprtidos muçulmanos em Israel. Assim como todos os cidadãos daquele país podem criticar o governo sem que suas vidas sejam ameaçadas. Por quê essa tia não vai levantar a bandeira dela em “democracias” como o Irã e a Síria? Quantas “palestras” ela conseguiria fazer contra o governo antes que cortassem a língua dela? É, tem razão, é muito complicado e causaria confusão… que jornalistazinha meia-boca foram arruamr hein? Só para tungar uns trocos dos incautos…

  37. Fernando

    -

    17/02/2012 às 23:33

    Deturpação e desonestidade intelectual. Vale tudo para vencer a luta ideológica.

  38. OBSERVANDO O MUNDO

    -

    17/02/2012 às 22:40

    É interessante como os “amigos” dos palestinos os colocam sempre numa fria.

    Primeiro os convenceram a atacar constantemente os judeus que viviam na Terra Santa. Até que geraram grupos judeus de defesa mais organizados.

    Depois os convenceram, com muita propaganda, a deixarem suas casas e sairem do recém criado estado de Israel, prometendo que todos os judeus seriam mortos, e que as terras que haviam sido vendidas aos judeus voltariam de graça aos que as venderam.

    Depois os convenceram a inventar uma etnia palestina. Como ex-cidadãos do império Otomano, falantes do árabe, mas descendentes de muitos povos da região, os moradores da Terra Santa já teriam seus direitos pelo simples fato de serem moradores, mesmo sendo grande parte deles de imigração bem recente (fim do século XIX e início do século xx). Mas bastava dizer “como moradores da terra, temos direito a ela”. Mas, para os propósitos de justificar a chacina de todos os judeus, isso não bastava. Então inventaram primeiro que eram descendentes dos filisteus. Agora, inventaram que são os descendentes da pequena tribo dos jebuseus. Duas alegações que, não bastasse serem absurdas em si mesmas, são excludentes entres si.

    Um povo que está se destruíndo a si mesmo numa guerra inútil, em favor de interesses de terceiros… Como dizia aquele oficial militar egípcio: “lutaremos contra os israelenses, até o último palestino”…

    Que um dia decidam deixar de ser bucha de canhão de russos, árabes, sírios, egípcios, e esquerdistas em geral.

  39. Itamar Regazzo Porto

    -

    17/02/2012 às 21:26

    Esse vídeo chega a ser hilário! O nível intelectual dessa oligofrênica é comparável ao do sapo barbudo (agora sem barba). Ignorância histórica aliada a mau caratismo político geralmente é triste, mas nesse caso é cômico.

  40. Carioca

    -

    17/02/2012 às 20:55

    Primeiro ela diz que o judeus ultra ortodoxos não aceitam o Novo Testamento (?!?). Na verdade, todos os judeus não aceitam, uma vez que são livros cristãos. Depois ela diz que o Truman aproveitou um feriado nos EUA para aprovar o Estado de Israel na ONU. Faltou dizer que o próprio Brasil aprovou com o voto esplendoroso do Graça Aranha. Ainda diz que os judeus nativos da Palestina, não se dão bem com os sionistas. Uma mentira, que ainda abafa fato de que gerações de judeus, por séculos, viveram em todo o Oriente Médio e foram expulsos de suas terras por árabes depois da criação de Israel. A devolução dos palestinos às suas terras é um ponto repetido à exaustão pelos esquerdopatas. Mas nada se diz dos judeus expulsos de suas terras por todo o Oriente Médio. Ela menciona que a Palestina tem tradição na resistência pacífica!!! Então de onde vieram Yasser Araft, Hamas, Fatah??? Eram discípulos de Gandhi??? E só pra deixar registrado a Palestina já existia antes dos judeus chegarem lá e ser criado Israel. Por que nunca foi declarada um Estado antes ou depois da I Guerra e dissolução do Império Otomano? Por que a Síria não deu autonomia à Palestina? Os palestinos só são buchas de canhão dos outros povos árabes. Eles só servem para atazanar Israel. Se Israel acabasse, ela voltaria a ser subjugda pela Síria, Jordânia, ou qualquer outro país árabe.

  41. Vera

    -

    17/02/2012 às 18:49

    Jornalismo, Sociologia, Filosofia, Pedagogia, História, Geografia, enfim…, toda área de Humanas é vítima de uma verdadeira doutrinação marxista/esquerdista. E aí… é nisso que dá. Jornalismo como a Veja é exceção.
    Como a sociedade se livrará desse mal? Consciência, meus caros, consciência!

  42. Nino (SP)

    -

    17/02/2012 às 18:31

    ESSA É DAS BOAS!
    Parece que o pessoal do Sindicato dos Jornalistas leu seu post. Entrei no site para ver como eles apresentavam o curso e vi que o acesso à página sobre o curso de formação de terroristas não está mais disponível. Entrei em outros cursos para verificar, e os demais acessos estão ok. É bom que eles saibam que eles não podem! Abraços!

  43. selminha

    -

    17/02/2012 às 17:39

    Reinaldo, só você mesmo para descobrir tais coisas. Ainda bem. Poucos jornalistas têm conhecimento de História para responder a estes anti-semitas, mostrando a verdade dos fatos. Além disso, há muitos profissionais mal-intencionados, como o Vladimir Safatli. Ontem, no JORNAL DA CULTURA, ele falou uma série de inverdades e asneiras sobre a situação dos judeus e palestinos, a partir de uma reportagem que ele fez em Jerusalém e em territórios palestinos. Felizmente, a outra debatedora, Maristela Basso, respondeu à altura, quando ele disse que os lideres judeus não querem conversar com os palestinos: “É complicado tentar falar com quem não admite a sua existência, e quer ver seu povo todo exterminado” Safatli apenas baixou a cabeça, sem nada argumentar. Que tal? Isto é jornalismo?

  44. clarissa

    -

    17/02/2012 às 17:29

    Parabéns pelo texto!!! Sou jornalista e quando recebi o informe do sindicato fiquei mto p*** da vida. Cadê o pressuposto jornalístico de ouvir sempre ambos os lados? Onde fica a imparcialidade? É um absurdo colocar só o lado árabe para falar, ainda mais com esse pensamento tão extremista!

  45. Anônimo

    -

    17/02/2012 às 16:30

    Será o Benedito?!!

  46. Karlos Santos

    -

    17/02/2012 às 15:01

    Se tivesse que fazer um resumo eu diria apenas algumas coisas: Carta Maior e Forum Social Mundial. Basta que algo esteja ligado a um destes nomes para saber que é pura picaretagem. Apenas não entendo uma questão: será que o sindicato acha que existe o risco de surgir nova de jornalistas que não seja anti-semita? Pouco provável. GENTE IMORAL! Apenas uma curiosidade: foi dito algo sobre o terrorismo palestino que não livra a cara nem de crianças?

  47. pauloemanuel

    -

    17/02/2012 às 14:11

    Tirem suas duvidas sobre esta questão com as fotografias que Dom Pedro II tirou quando viajou para a Terra Santa ( este era o nome usado na epoca )uma pequena parte foi publicada no livro ” DE VOLTA A LUZ ” , a outra parte esta na Biblioteca Nacional em processo de recuperação; o que estas fotos mostram ? uma Jerusalem totalmente abandonada , uma “Palestina” às traças , Dom Pedro II chegou a lamentar o estado em que se encontrava a região

  48. Daniel

    -

    17/02/2012 às 14:01

    “[Os árabes] declararam uma guerrinha lá”! Incrível, ela não consegue disfarçar nem um pouco seu anti-semitismo.

  49. Daniel

    -

    17/02/2012 às 13:59

    “Os árabes têm uma certa pureza”. Esse mulher me deu nojo.

  50. clePTomaníaco

    -

    17/02/2012 às 12:49

    Qual será a razão de toda militante de esquerda ter cara de vovózinha malvada? Será porque elas são, de fato, vovózinhas malvadas?

  51. JOE BASH

    -

    17/02/2012 às 12:13

    Reinaldo, A tal da Baby está contando uma “estória” da cabeça dela e o sindicato dos jornalistas está dando a chancela de “otoridade” para ela no assunto…é muito feio o sindicato dos jornalistas não ter nenhum tipo de filtro para esse tipo de curso…não é a toa que os jornalistas estão cada vez mais desacreditados no Brasil – se mostram desinformados, erram no português, não sabem fazer perguntas, bajulam politicos, artistas e jogadores de futebol além de serem um expoente na divulgação do “coitadismo” e do politicamente correto

  52. Roder Rock

    -

    17/02/2012 às 12:11

    Em 5min13s, referente ao que esta Sra. diz, podemos responder com a progresso Israelense em todas as áreas; educação, agricultura, industria, cultura, etc., tudo foi com a ajuda importante dos Judeus “loiros” e “pele branca” com “traços” europeus, vindos principalmente da Europa. Quanto aos árabes em geral, eles ofereceram o que para os seus irmãos árabes-palestinos? Miséria? Revolta?
    O restante do que ela diz é o que chamamos de versão Árabe contra o Ocidente e contra o Sionismo. Ela mesmo diz o tempo todo que eles eram árabes e que nunca existiu uma nação independente palestina.
    Israel não é um Estado exclusivamente Judeu nem Sionista, ela caí em contradição em seu argumento tolo quando afirma que lá existem Judeus ortodoxos, seculares, cristãos, muçulmanos, anarquistas, pagãos, etc. Portanto, no Estado de Israel, todos são livres para exercerem seus direitos, inclusive os árabes-palestinos. O mesmo não podemos dizer na maioria de países árabes, lá seguir outra religião que não a muçulmana é quase uma sentença de morte. Então o Hamas,o Fatah, o Hesbollah no Líbano, não são ou foram organizações terroristas? UAL! Ela é capciosa. Ela acha que terrorista é o Estado de Israel e seus líderes. Se eu pagar para participar da palestra me deixariam argumentar com ela em público? Será democrático o debate ou lá só poderemos argumentar com assuntos engajados no tema da companheira? Seria interessante dar uma passadinha lá e fazer valer os 300.

  53. Sant`Anna

    -

    17/02/2012 às 12:10

    Além de tudo, ela diz que Oswaldo Aranha era anti-semita! A família Aranha deveria interpelá-la. Quanto nível!!!

  54. brasil 2022

    -

    17/02/2012 às 11:35

    E atenção, os árabes…..também são semitas.

  55. Daniel Amurab

    -

    17/02/2012 às 11:26

    Canalhice total, dá repulsa só de ler o o que esses jornalistas escrevem. Não há outro razão a não ser um pestilento anti-semitismo de esquerda que contaminou o jornalismo brasileiro.

    São hediondamente hipocritas em discutir a legitimização da unica democracia da região, o país onde morreu menos gente em contraste com carnificinas de seus vizinhos. É so ver a Siria agora para ver o modus operandi desses regimes.

    Nenhum desses jornalistas chinfrins discute a legitimização da Síria, mesmo morrendo mais gente em alguns meses que toda a história do confronto Israel e Palestina. Mesmo tendo muito menos direitos que os árabes israelenses que podem usar bons hospitais, estudar em boas universidades e bom saneamento básico.

    Nenhum desses jornalistas vai se comover com um árabe xiita sírio sem dentes, sem direitos e que convive com bombardeios de seus proprios governantes.

    Eu acuso essa gentalha de tentar cegar o mundo com antisionismo parvalhado.

  56. Roder Rock

    -

    17/02/2012 às 11:24

    Segue um trecho da verdadeira história antiga da palavra “palestina” comprovada em estudos e escritos antigos (em português, tá?)

    “Os árabes inventaram uma entidade nacional dita “Palestina” especificamente só apartir da década de 1960, portanto 12 anos depois da criação do estado de Israel. Em vez de uma delimitação geográfica, começaram a chamar de “Palestinos” os Árabes que por lá viviam especificamente só para ganho político. Eles marcaram os Israelenses como invasores e reivindicam a área geográfica denominada Palestina como pertencendo exclusivamente aos árabes que hoje chamam de Palestinos.

    Não é a toa que dentro de Israel, por exemplo, eles próprios de denominam “Árabes-Palestinos” ou seja, são descententes de Árabes que viviam na antiga região denominada ‘Palestina”

    A palavra Palestina nunca foi derivada do árabe. É uma palavra inventada pelos romanos em torno de 135 dC a partir do nome de um povo de mar Egeu que se estabeleceu na costa de Canaã, os Filisteus ou Philistines, f?l?sti’nz/, f?l?sta?nz/, /f??l?st?nz/ ou /f??l?sti’nz/; ou ainda em hebreu antigo…; ??????????????? “Plistim”

    O nome “Filistina” foi escolhido pelos romanos para substituir o nome da “Judéia”, como um sinal de que a soberania judaica havia sido erradicada após as revoltas dos Judeus contra Roma.

    O que me deixa abismado é cobrar para dar tais palestras e muitos bobalhões pagam! Eu ensino de graça passando uns 5 links em portugues, inglês, árabe… de lambuja ensino a usar o “Google Tradutor” também.

  57. Qualé?

    -

    17/02/2012 às 11:14

    Não entro na questão dos judeus.Só sei que já participei do movimento sindical,de base,e descobri com o passar dos anos que,com raras exeçoes, o tal sindicalismo só serve a interesses partidários e pessoais e ainda traem os movimentos reivindicatórios dos trabalhadores.(parece que o sindicalismo patronal não é diferente pois apoiam o PT e mesmo o PC do B.É só ver quem os empresários financiam.)

  58. jaf

    -

    17/02/2012 às 10:37

    Se a opção de 3 pagamentos for: 0/30/60 dias, chegaremos a juros de 34,23%a.m. para sindicalizados e juros de 21,52%a.m. para não sindicalizados. Depois dizem que judeus é que gostam de dinheiro.

  59. Ali

    -

    17/02/2012 às 10:21

    Esse é um daqueles momentos de vergonha alheira, tamanha a estupidez e ignorãncia dessa figura. Nota-se que se tiver mais 3 minutos de discurso o braço direito dela levanta e espalma a mão num ângulo de 30 graus…só vai faltar o bigodinho, mas aí ela pede pra ministra da sucção…

  60. samuel

    -

    17/02/2012 às 10:11

    ABRÃO é um sobrenome árabe, como JACOB e outros. Árabe, lingua irmã do HEBREU

  61. luis

    -

    17/02/2012 às 10:09

    Acho incrível a qualidade desses “intelequituais”. Tem tanta gente falando besteira que muitos passaram a achar que podem falar qualquer coisa. Fala sério! O mais difícil de acreditar é que alguns jornalistas, que deveriam pesquisar e ir atrás do fato com isenção e não com visão ideológica, aceitem qualquer bobagem como verdade. Isenção se tornou artigo raro no Brasil. Uma vergonha para a classe.

  62. JOSE AMERICO

    -

    17/02/2012 às 9:56

    Reinaldo.
    Eu gostaria de saber a origem desta implicância, contra os Judeus? O por que? Qualquer mané fala mal de Judeu.
    Aguardo.

  63. Desiludido

    -

    17/02/2012 às 9:50

    Estão novamente lançando – pela milionésima vez – o filme Anti-semitismo: O Retorno. Só que agora devidamente disfarçado de anti-sionismo, para se tornar palatável.

    Mas será o benedito…

  64. Ismael

    -

    17/02/2012 às 9:50

    Essa história de livros secretos é bobagem, mas que a história demonstra que os judeus viviam concomitante com os árabes na chamada palestina desde antes de Cristo é incontestável. Inclusive, o Estado de Israel enquanto entidade nacional, separado do conceito de povos vivendo em cidades estado, só existiu durante alguns séculos antes da invasão romana. Já Estado palestino nunca existiu. O problema fundamental é que os muçulmanos são mesmo intolerantes, como o provam as condições de liberdade religiosa nos demais países do oriente, enquanto Israel, apesar do judaísmo ser indissociável do conceito de estado judeu, é tolerante.

  65. roby

    -

    17/02/2012 às 9:12

    Trezentos paus para ouvir esse besteirol ideológico? É, tio Rei, as associações de classe da sua profissão, no geralç, não têm mesmo de que se orgulhar; ainda prefiro as das ciências exatas. O pior é que “nosso” próprio governo tende a incentivar esse estado de coisas com suas atitudes de franca oposição a Israel. Ou seja: é provável que esse “curso” obtenha extremo sucesso — se a palestrante não for convidada ao Palácio do Planalto, de que não duvido.

  66. Agamenon

    -

    17/02/2012 às 8:25

    Cada dia um tema mais covarde que o o outro, acho que esses delinquentes esquerdopatas estão procurando pêlo em ovo, chifre na cabeça de cavalo, como dizia a vovó.
    Quem sabe um dia encontrarão.

  67. Agamenon

    -

    17/02/2012 às 8:22

    Isso não seria apologia ao racismo e a discriminação???
    Se for, não é crime?
    Então, os pilantras esquerdopatas anti-semitas devem ser imediatamente trancafidos.
    Penso que os judeus deveriam entrar com processos contra essa associação esquerdofrenica e seus componentes.
    V-A-G-A-B-U-N-D-O-S !!!

  68. ELOUQUISA

    -

    17/02/2012 às 8:05

    Rei,no nosso atual cenário político-jornalistico-pernóstico eu também não aguento mais certos brasileiros.Gostaria que,no paredão,esta senhora preferisse ir para a China,sem passagem de volta!Haja saco!

  69. Raskol: sindicato de jornalistas nojento, vagabundo, serviçal da esquerdalha fedorenta!

    -

    17/02/2012 às 7:31

    Era preciso que um jornalista judeu tivesse a coragem de fazer esse curso só para por tudo em debate.
    Jornalistas judeus, que tal entrarem nesse curso para eliminar o partido único do sindicato.
    Agora, um sindicato representa a todos – os judeus e não judeus – sendo deplorável que chame uma militante esquerdalhopata palestina para “ensinar”, dar um curso sobre esse tema, onde o fanatismo milita constantemente.
    E essa senhora, se escreve para o pasquim Carta Maior, onde aquele dis “pousa de” nãop pode ser séria. Ela é militante fanática. Isso faz parte da escola de fanatismo da esquerdalha vagabunda, preguiçosa, que não lê, não pensa, não pesquisa, preferindo engolir sapos barbudos e e ratos de esgoto.
    Coitada da meninada nova que começa a aprende jornalismo e já cai nas garras dessa fanática meliante.
    O sindicato deveria ser mais cuidadoso com seus filiados. Afinal, jornalismo é liberdade, o que não existe no Islã nem no comunismo. Prove o contrário quem puder.

  70. Carlos da Costa Aguiar

    -

    17/02/2012 às 6:12

    Puxa, que sabedoria dessa senhoura! Agora está explicado o porquê da islamizaçao da Europa: Nao tendo mais judeus por lá, os árabes encontraram um lugar tranquilo para se estabelecer.

  71. emeesse

    -

    17/02/2012 às 6:02

    A meu ver o importante nessa história toda é saber o que Deus pensa a respeito de tudo isso.
    A opinião dos judeus, sionismo, anti-sionismo,judaísmo, anti-judaísmo, palestinos, governantes europeus, do Benedeto, do caminhão dele, são totalmente irrelevantes.
    O que vale, o que tem real significado, o que importa é a posição de Deus nesse assunto.
    O curioso é que essa posição nunca é externada, por que?
    Deus pensa diferente dos todos os envolvidos, os argumentos de todos os lados caem por terra comparados com as decisões de Deus sobre esse tema.
    Resumo da ópera: O que Deus pensa sobre o assunto?!
    O que vale é essa opinião! Ou alguém discorda?

  72. conservadora pós moderna

    -

    17/02/2012 às 2:16

    SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE POLÍTICAS PARA A COMUNICAÇÃO PÚBLICA/
    CÂMARA DOS DEPUTADOS/ EM MARÇO DE 2012!

    Anote quem são os “mediadores”. Quanta inocência!…Quanta pureza de ideais!…

    PROGRAMAÇÃO

    :: 21 de março (quarta-feira) ::

    8 horas | Credenciamento

    8h30 | Mesa de Abertura

    Convidados:

    Deputado Marco Maia, Presidente da Câmara dos Deputados;
    Senador José Sarney, Presidente do Senado Federal;
    Deputada Luiza Erundina, Coordenadora da Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e pelo Direito à Comunicação com Participação Popular (Frentecom);
    Nelson Breve, Diretor-Presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC);
    Paulo Bernardo, Ministro das Comunicações;
    Helena Chagas, Ministra da Secretaria de Comunicação da Presidência da República;
    Rosane Bertotti, Coordenadora-Geral do Fórum Nacional pela Democratização das Comunicações;
    Deputado Bruno Araújo, Presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados;
    Senador Eduardo Braga, Presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado Federal.

    10h30 | Mesa 1 – Legislação: conceitos, outorgas e regulação do campo público
    Discussão sobre a necessidade de atualização da legislação do campo público, a complementariedade dos sistemas público, privado e estatal, o uso do espectro eletromagnético por emissoras do campo público, modelo de outorgas.

    Convidados:

    Luis Lazzaro, Coordenador-Geral da Autoridade Federal de Serviços de Comunicação Audiovisual (AFSCA);
    Prof. Marcos Dantas, da Universidade federal do Rio de Janeiro (UFRJ);
    Póla Ribeiro, Presidente da Associação Brasileira das Emissoras Públicas, Educativas e Culturais (ABEPEC);
    Jonas Valente, do Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social.

    Mediação: Deputado Emiliano José

    15 horas | Mesa 2 – Gestão: participação e controle social
    A permeabilidade da comunicação pública à sociedade, seus pleitos, suas avaliações, sugestões e críticas. A transparência e a participação efetiva da sociedade no processo de gestão.

    Convidados:

    Letícia Salas Torres, Diretora-Geral do Canal do Congresso Mexicano;
    Ana Luíza Fleck Saibro, Presidente do Conselho Curador da EBC;
    Regina Lima, da Ouvidora-Geral da EBC;
    Cláudio Magalhães, Presidente da Associação Brasileira de Televisão Universitária (ABTU).

    Mediação: Deputada Luciana Santos

    17 horas | Mesa 3 – Gestão: financiamento e autonomia
    As diferentes formas de financiamento no curto, médio e longo prazos, seus pontos positivos e negativos e as suas implicações na autonomia da comunicação pública.

    Convidados:

    Cynthia Fenneman, da American Public Television (APT);
    Senador Walter Pinheiro;
    Mario Jefferson Leite Melo, Coordenador da Frente Nacional pela Valorização das TVs do Campo Público (FRENAVATEC);
    Eduardo Castro, Diretor-Geral da EBC;
    Prof. Murilo Ramos, do Laboratório de Políticas de Comunicação da Universidade de Brasília (LaPCom/UnB).

    Mediação: Deputado Stepan Nercessian

    :: 22 de março (quinta-feira) ::

    9 horas | Mesa 4 – Regulação de conteúdo e diversidade na comunicação pública
    Como regular a comunicação pública para que ela cumpra seu papel na complementariedade dos sistemas, na regionalização e no fomento à diversidade.

    Convidados:

    Carlos Magno Castanheira, da Entidade Reguladora para a Comunicação Social – ERC / Portugal;
    José Antônio de Jesus da Silva, Coordenador-Geral da Federação Interestadual dos Trabalhadores em Radiodifusão e Televisão (FITERT);
    Ana Veloso, da Rede Mulher e Mídia;
    Juliana Cézar Nunes, da Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (CONAJIRA);
    Marco Altberg, Presidente da Associação Brasileira de Produtoras Independentes de Televisão (ABPITV).

    Mediação: Deputado Jean Willys

    14 horas | Mesa 5 – Distribuição do sinal, infraestrutura e operador de rede
    O desafio da universalização do acesso à comunicação pública passa pelo planejamento e implantação de recursos físicos, com bases normativas e legais, no sentido de se buscar a otimização desses recursos.

    Convidados:

    Takashi Tome, Pesquisador do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD);
    Caio Bonilha, Presidente da Telebras;
    Gunnar Bedicks, Chefe do Laboratório de TV Digital da Universidade Mackenzie;
    Antônio Vital, Presidente da Associação Brasileira de TVs e Rádios Legislativas (Astral);
    Telmo Lustosa, do Clube de Engenharia do Rio de Janeiro;
    André Barbosa, Superintendente de Suporte da EBC.

    Mediação: Deputado Paulo Pimenta

    17 horas | Mesa 6 — Interatividade, convergência e acessibilidade
    As novidades tecnológicas que impactam a produção e o consumo das mídias.
    Como o processo regulatório pode garantir aos meios públicos condições de acessar tais mudanças.

    Convidados:

    Prof. Luiz Fernando Gomes Soares, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ);
    Marcus Manhães, da Federação Brasileira de Trabalhadores em Telecomunicações (FITTEL);
    Mário Sartorello, Presidente da Associação das Rádios Públicas do Brasil (ARPUB);
    Prof. Pedro Ortiz, Diretor da TV USP;
    Sueli Navarro Garcia, Diretora da Secretaria de Comunicação da Câmara dos Deputados.

    Mediação: Deputada Rosinha da Adefal

    :: 23 de março (sexta-feira) ::

    9 horas | Plenárias Setoriais

    Emissoras Educativas
    Emissoras Universitárias
    Emissoras Legislativas
    Emissoras Comunitárias
    Movimentos Sociais

    15 horas | Plenário Final

  73. Jeremias-no-deserto

    -

    17/02/2012 às 1:56

    Essa deplorável senhora é o testemunho incontestátel do baixíssimo nível do jornalismo estatizado em nosso país.O comunismo ficou órfão de bandeiras depois do colapso da União Soviética e da queda do muro de Belim e, como primos-irmãos do nazismo, os comunistas elegeram os eternos bodes expiatórios,os judeus, como o alvo ideal ao seu ódio ancestral a tudo que se identifica com uma sociedade aberta e democrática. Daí o seu ódio à única democracia do Oriente Médio e aos Estados Unidos a maior sociedade livre do planeta.A propaganda regiamente patrocinada pelos árabes contra Israel toda conta da mídia brasileira já completamente domesticada pelo PT, partido que se identifica com os valores mais retrógrados da história, tais como o fascismo, o nazismo e o antissemitismo. É sintomático como cada vez se torna mais freqüente os “debates” nas televisões, os quais só trazem uma visão oficial da propaganda árabe sobre o conflito e raramente se observa a presença, nesses pseudo debates de observadores que tenham posições contrárias.Essa “jornalista” não faz outra coisa que não uma militância vergonhosa pró palestinos aqui no Brasil.

  74. Albert

    -

    17/02/2012 às 0:59

    Alguém reparou nos primeiros segundos do vídeo?
    Ela diz:
    “Free free Palestine, from the river to the sea, palestine will be free!”
    Isto significa que deste o rio (jordão) até o mar (mediterrãneo) ela quer palestina ‘livre’. O espaço para os judeus e Israel ficaria onde mesmo???

  75. Paulo R. Herrmann

    -

    17/02/2012 às 0:41

    Oque me asusta mais Reinaldo e ver as vezes comentarios na net de pessoas que tem um total desconhecimento de Historia nao falo de idealismo (Fundamentalismo) religioso.
    A um tempo atraz tinha minhas duvidas sobre a divisao ou nao de jerusalem, mais apos ler a entrevista do prefeio desta cidade tive a certeza que somente sera pocivel a liberdade de religioes e e cultos nesta cidade Historica se ela permanecer nas maos de Israel , e embaso minh afirmacao por conhecer amplamente a maioria das religioes e esta nao se baseia em teze e sim em fatos aprendi e comvivi(o) com muitos Musulmanos uma maioria gente de bela estirpe mais tambem conheci elementos estremamente radicais,radicais ate com os seus mesmos onde Musulmanos se matam entre si somente por fazer parte de diferente corentes num ato de Autoprofagia sera que esta senhora conseguiria esclarecer o porque que isto ocore.
    Tenho um amigo Sirio que e Musulmano e que a 3 anos atraz mostrava sua preucupacao sobre a nova posicao do precidente Assad que de uma certa neuralidade estava partindo para proteger alas mais radicais do Islamismo e ele me dizia que Assad poderia estar dando um tiro no Pe e que estas corentes apos comquistar espaco iriam usurpar o trono ao que me parece as suas previsoes estavam certas.
    Nao esquesao que na Siria asim como no Egito as religioes dentre elas Cristas ate entao comviveram numa certa armonia ou tolerancia VEREMOS O FUTURO e espero que belo bem da umanidade sertos precentimentos que tenho nao ocoram.

  76. Albert

    -

    17/02/2012 às 0:40

    Reinaldo,
    Como judeu fico estupefado diante de uma “aula” como esta.
    É distorcido desde a origem dos argumentos. Com criatura como esta não há diálogo.
    Se alguém distorce os fatos não há debate e argumentação possível. Podemos ter opiniões e leituras divergentes sobre fatos, mas sobre ficção fica difícil, não?

  77. Rodrigo

    -

    16/02/2012 às 23:23

    O mais engraçado quando se fala em “novo saber” e em ‘novos historiadores’ israelenses – que são todos marxistas panfletários – é que o maior crítico dos novos historiadores é, ele mesmo, um deles: Beny Morris.
    Só que hoje em dia, depois da revisão de todo o material da época e com a adição de outros liberados posteriorente, ele parece mais um dos ‘velhos historiadores’ – aqueles que acreditam em fatos e não em narrativas, em verdade histórirca e não em ativismo político.

  78. vf

    -

    16/02/2012 às 23:22

    O engraçado disso tudo é que os judeus continuam vivendo em todos os países do mundo, onde construíram patrimônio e constituíram suas famílias e, não causam problema algum, já os palestinos comandados por terroristas só provocam discórdia nos territórios onde vivem e são eles que querem o fim do Estado judeu, para os judeus não há problema em que se delimite um Estado Palestino. Essa senhora que vai ministrar o tal curso e aqueles que o estão promovendo deveriam se informar melhor sobre o que realmente ocorre com o povo palestino…

  79. Rodrigo

    -

    16/02/2012 às 23:15

    Também acho que anti-sionismo é só uma forma velada de anti-semitismo, mas não teve nada de velado aí.
    Quando o texto de apresentação do curso – que nem sei se foi escrito por essa mulher, mas que, com certeza, segue suas “idéias” – fala em “pressões” que “impedem a livre circulação do saber”, só estão repetindo o velho chavão do domínio judaico dos meios de comunicação. Se isso não é anti-semitismo então recomendo “Os Protolos dos sábios de Síão” para a Cassandra. Ela talvez até considere esse treco uma leitura de qualidade.

  80. Martha Alaíde

    -

    16/02/2012 às 23:15

    O que é isto ? “Aonde quer chegar este arquétipo de Siegfried Ellwanger” ? E vem destilar o seu veneno, vem distorcer os fatos da História dentro do sindicato dos jornalistas e, por ironia, na sala de Wladimir Herzog ? Isto é terrorismo, gente !!!!!!!!!

    Não vou me surpreender se daqui a pouco o sindicato abra as portas para um Ahmadinejad. Se não tivesse visto o vídeo, não teria acreditado nesta aberração.

  81. wilson

    -

    16/02/2012 às 22:56

    Rei o capeta está em voce! a Xuxuí tem uma concorrente
    de Espinozismo? Gol de Letra, está deflagrada a guerra
    das “progressistas” quero sangue, unhada e xingamento.
    E cuma? 360 pilas pra esta picaresca Sherazade tem
    addressing comition aí só tem.

  82. Sérgio

    -

    16/02/2012 às 22:44

    É o esquerdismo anti-semita, de longa data, mas aditivado pela versão soviética pós-67. E o pt-de-M segue a cartilha direitinho, como boas ovelhinhas esclarecidas por teorias conspiratórias.

    Simplesmente nojento e asqueroso.

  83. david muller

    -

    16/02/2012 às 22:04

    libia,siria e iran as democracias aliadas ao governo das trevas,protegem terroristas e genocidas e tem coragem de falar da UNICA DEMOCRACIA NAQUELA REGIÃO.
    ESTE GOVERNO DO PT VAI PARA LATRINA DA HISTORIA.

  84. osvaldo

    -

    16/02/2012 às 22:03

    Parece curso de formação de terrorista.

  85. Luiz Oliveira

    -

    16/02/2012 às 22:03

    Caro Reinaldo,
    Ex-gerente jurídico da EFM S/A, leio horrorizado o que o sindicato dos jornalistas está promovendo. O discurso revela uma ira profunda contra os judeus, uma hipocrisia sofisticada, uma arquitetura maquiavélica. Espero que esses embusteiros sejam rapidamente desmascarados, e o parabenizo pela excelente abordagem. Shalom, Salum, Paz.

  86. Ferreira

    -

    16/02/2012 às 22:03

    Como se não bastasse os terroristas do PT abortando a verdade da história brasileira,agora aparece uma jornalista filosofa da esquerda para abortar a verdade da história dos Israelenses.Penso eu, que no final da palestra,ela vai dizer que o culpado foi os EUA,com sua democracia e seu capitalismo.Palestras dos esquerdopatas sempre terminam assim.

  87. Sherlock

    -

    16/02/2012 às 22:00

    Rei,

    Já imaginou: levas de judeus fugindo de Israel para se abrigar sob as asas acolhedoras do Hamas ou do Fatah?? Essa gente perdeu de vez o bom senso.
    Mutatis mutandi, fico a pensar aqui, que o dia em que Cuba abrir suas fronteiras os americanos poderão finalmente fugir daquele país terrível e refugiarem-se todos na ilha da fantasia dos esquerdistas!

  88. suely

    -

    16/02/2012 às 21:59

    Informadores, formadores de opinião tendenciosos. Lamentável!

  89. david muller

    -

    16/02/2012 às 21:58

    não esperava outra abordagem no nazi-petismo e o governo das TREVAS é mais uma de suas criaturas das trevas a dizer blasfemias ,só lamento dizer que ainda terei o prazer de velos banidos da politica brasileira e todos devidamente resposabilizados.
    a pouco tempo EXISTIA UM OUTRO PARTIDO MUITO PARECIDO COM
    O Partido das Trevas que tentou elimanar israel agora faz parte da historia LEMBRE-SE DISSO.

  90. K.

    -

    16/02/2012 às 21:43

    Reinaldo,
    Todos os dias eu agradeço a Deus por suas inteligência, competência e coragem.
    Sindicato dos jornalistas??!!!
    Se esse é “embasamento” que os jornalistas terão para escreverem suas matérias sobre o tema, estamos no reino da boçalidade…

  91. mrbooz

    -

    16/02/2012 às 21:39

    Quando se começa a questionar o curso de jornalismo, cuja profissão independe ( 8 x 1)no Supremo,esse sindicato e a fenaj ainda não se dobraram à nova lei e fazem lobby para nova PEC para a volta do famigerado diploma.
    Como a grana parece curta por falta de sindicalizados que não mais dependem deles, tentam vender gato por lebre a uma legião de desinformados que acreditam que ser jornalista é pagar – caro – para ouvir uma história mal contada por alguém que parece não saber a diferença entre um boi preto e um branco.
    Certamente o preço inclui certificado de presença.

  92. Ricardo K

    -

    16/02/2012 às 21:35

    Impressionante a equivalência entre FORMA e CONTEÚDO desta senhora.

  93. Thiago

    -

    16/02/2012 às 21:32

    So da pra concordar em uma coisa com essa senhora: a questao eh realmente muito complicada. Pena que ela diga isso mas simplifique e parta pra demonizacao.
    Nesses 700.000 (numero aceito pela ONU e que eh muito contestado) estao incluidos ‘refugiados’ que sairam voluntariamente, que foram expulsos pelos proprios lideres arabes e tambem nao-nativos que emigraram para regiao alguns anos antes. Como explicar o crescimento vertiginoso dos arabes a partir de 1917?
    Leitura obrigatoria eh Efraim Karsh e Benny Morris. Pena que essa gente acha que dominou o assunto depois de ler Shlomo Sand e caricaturas de jonral.

  94. Ismael Silva - de Portugal

    -

    16/02/2012 às 21:23

    Essa gente mete nojo.

  95. Paulo Bentes

    -

    16/02/2012 às 21:12

    Israel é um oásis de democracia e tecnologia no Oriente Médio.
    Qualquer pessoa isenta pode ver isso.
    Qual país árabe naquela ou em outra região do mundo tem metade do sistema jurídico e das liberdades individuais que se desfruta em Israel?
    A Síria é uma ditadura sanguinária,assim como Iraque e Irã.
    Na Jordânia o rei mantém com mão de ferro os que discordam dele
    O Irã?Deste nem precisamos falar.
    Sugiro um teste a sra. Baby:Faça um discurso anti sionista e contra o governo em Tel-Aviv e veja o que lhe acontece;Nada,nada vai lhe acontecer.
    Agora faça um discurso similar mas trocando os judeus por iranianos e criticando o governo local em Teerã.
    O que a sra acha que vai lhe acontecer sra Baby,acha que volta pra casa?
    Pare de cuspir na cara da democracia que lhe é asseguradapor países como Israel e mostre toda sua valentia criticando uma ditadura(se sua ideologia seletiva lhe permitir isso).
    É no mínimo covardia física e intelectual achincalhar Israel,pois o ESTADO DE DIREITO JUDEU lhe assegura isso.

  96. Cláudius

    -

    16/02/2012 às 20:58

    Como se não bastasse o fato de que Baruch de Espinosa ter sido ” espancado ” pela Marilena Chauí.

  97. Idevam

    -

    16/02/2012 às 20:49

    Shalom 100% Sionista !!!

  98. Elisa Cristina

    -

    16/02/2012 às 20:47

    É muito complicado isso, isso é muito complicado, a coisa é mais complicada, é muito difícil, não é uma coisa fácil… Ficar ouvindo a repetição desse refrão, pobre e vazio fez com que eu perdesse a paciência para assistir ao vídeo a partir dos 3min e 39s.
    Elisa Cristina

  99. Célio

    -

    16/02/2012 às 20:41

    Quantos tolos metidos a cientistas tentam, a todo custo, recriar a história da humanidade… E ainda encontram antas bastantes para ouvir as idéias de jerico deles. Palestinos e judeus não são árabes, são todos descendentes dos levantinos, e têm o mesmo DNA no sangue. Até parece que essa rixa entre primos pobres e primos ricos, apartados entre si pelas religiões imiscíveis deles, precisa da alguma ajuda externa para manter-se. A única questão de fato é a briga por terra: a mesma que provocou centenas de milhares de mortes de indíos no Brasil… E com que moral algum descendente dos invasores daqui podem dar discursar sobre, p. ex., o domínio do discurso sionista? Continua difícil saber quem é o pior cego: o que não quer ver, o que não se enxerga, ou o que tem certeza de que vê.

  100. Titus Petronius

    -

    16/02/2012 às 20:18

    A Baby boa é a Consuelo…

  101. Durval Jr.

    -

    16/02/2012 às 20:11

    Lendo o que esta senhora disse, isso me deixa numa séria dúvida.
    Não sei se:
    1. Ela duvida da inteligência dos ouvintes
    2. Está sendo paga para propalar suas idéias esdrúxulas
    3. Foi doutrinada intelectualmente por anos a fio
    4. Possui algum tipo de patologia neurológica
    5. Todas as opções anteriores

  102. PARTIDO - PÊQUEPÊ

    -

    16/02/2012 às 20:11

    .
    CARISSIMO REINALDO,
    .
    ESSA SENHORA DEVERIA USAR BURCA E PERDER TODOS OS DIREITOS. SERIA CONSIDERADA APENAS E NADA MAIS QUE “UMA MULHER” … DAI ELA MUDARIA CORRENDO PARA ISRAEL PARA TER SEUS DIREITOS GARANTIDOS…
    .
    ACORDA DONA BABY ! QUER SABER A VERDADE ? OS POVOS ARABES DETESTAM OS PALESTINOS ! OS UNICOS QUE REALMENTE AJUDAM ESSE POVO, SAO OS JUDEUS DE ISRAEL !! VAI ME DIZER QUE NAO SABIA ?
    .
    DONA BABY, A SENHORA TAMBEM NAO AJUDA… ATRAPALHA
    .

  103. Fabio Carioca

    -

    16/02/2012 às 20:01

    Essa gente não se emenda, mesmo.
    O negócio é acabar com a civilização ocidental, não importa a que custo.
    Eles não se conformam com Israel, assim como não se conformam com os Estados Unidos, por razão óbvia: são nações que atingiram o auge de civilização, de evolução em todas as áreas, fazendo justamente o contrário do que eles dizem que é o certo: economia de mercado, baixa interferência do estado na economia, e conceitos morais fortes, que estruturam a sociedade com muito mais eficiência do que a ação do estado.
    Infelizmente, isso está uma praga na América Latina.
    Felizmente, isso está uma praga SÓ na America Latina.

  104. metamorfose cultural

    -

    16/02/2012 às 20:01

    Jesus Cristo era judeu. Antissemitismo é uma invenção “sionista”. Pouco paradoxal?

  105. Ideválter

    -

    16/02/2012 às 19:59

    Reinaldo,
    Noto que você costuma usar o adjetivo composto gentílico ou pátrio israelo-palestino, cujo primeiro termo (israelo) me soa estranho. Não encontrei essa forma adjetiva em gramáticas (Napoleão e Celso Cunha) nem em dicionários (Aulete e Aurélio). Ali só encontro os adjetivos: israelense, israelita e, mais raro, israeliano. Sinceramente acho feio e desnecessário esse neologismo, que, com certeza, não foi cunhado por você, pois já o vi em textos jornalísticos de outros escreventes.
    Abraço,

  106. Roberto Dhyly

    -

    16/02/2012 às 19:53

    Como sempre seu texto é parcial e obtuso quando o assunto é Israel. Voce não é obtuso, eu sei, então é apenas má fá.

  107. Felipe Flexa

    -

    16/02/2012 às 19:48

    Dá uma preguiça… Mas vamos lá.

    As descobertas arqueológicas apenas dizem que alguns fatos bíblicos não ocorreram como estão descritos. Um exemplo: Jericó não tinha muros na época aproximada da conquista de Josué. Em nenhum momento a arqueologia nega a ocupação de tribos israelitas na Palestina. Questiona apenas como ela foi feita. Acredita-se que foi uma ocupação extremamente pacífica.

  108. simas

    -

    16/02/2012 às 19:45

    É apenas um resumo ( singelo, diga-se, e mal elaborado ) das teses de shlomo sand ( a invenção do povo judeu ) e de edgar morin ( a questão judaica ). o mal elaborado fica por conta da natureza “ficha de leitura” que deixa transparecer o programa do curso. Os originais são melhores e tratam dos temas sem a inclinação que se percebe no texto do sindicato…pago? melhor comprar os livros e se dedicar à leitura com o espírito crítico.

  109. surfista prateado

    -

    16/02/2012 às 19:43

    É impressionante como estes vigaristas anti-semitas não desistem.

  110. metamorfose cultural

    -

    16/02/2012 às 19:37

    É e no futuro irão dizer que o sionismo é uma teoria da conspiração.

  111. Meier Ginzel

    -

    16/02/2012 às 19:35

    Reinaldo, como judeu fui ensinado por essa gentalha que prefiro que sintam odio e medo de mim do que sintam pena.

  112. Drakko

    -

    16/02/2012 às 19:32

    É possível imaginar que se fosse possível o sindicato convidaria os redatores do DerSturmer (jornaleco nazista muito popular na Alemanha de Hitler) para ministrar o tal cusinho.
    Por falar em sindicato, os esquerdopatas tupinambás-carnaúbas deram agora para eleger o antissemitismo como hit do momento. Para quem lota a boca para condenar o estapafúrdio “racismo da elite branca de olhos azuis” é no mínimo esquisito passar a conduzir “Jacobs” e “Sarahs” ao pelourinho do Hamas, né não?!
    Só por essas selvas latino-americanas os sindicalistas de re$ultado$ ainda conseguem numerário alheio para financiar o Whisky Chivas Regal 18 anos da pelegada deslumbrada e o Romanée-Conti (R$ 10.000 a garrafa) do “sofisticadíssimo” zé dirceu…

  113. Rfp

    -

    16/02/2012 às 19:22

    Vc gosta quando ela diz que os EUA disse que se não votassem com eles, eles iriam quebrar o país? Ou quando sem intenção disse que agora é a vez do Irã, que é a bola vez? E fala como quem não quer nada, é que lá tem muito petróleo !!!
    É isso aí….

  114. LCAM

    -

    16/02/2012 às 19:19

    Prezado Reinaldo,

    O tal muro do Comitê Popular de Resistência Não-Violenta da Sra. Baby Abraão foi objeto de respostas muito bem dadas por João Pereira Coutinho ao Sr. Vladimir Safatle em três artigos que podem ser encontrados em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/joaopereiracoutinho/1048131-resposta-a-vladimir-safatle.shtml .
    Trago a questão a baila para destacar a mesma nomenclatura e método empregado por essa gente que são martelados insistentemente até que seja um tabu pretender se contrapor a idéia que defendem. Abs.

  115. Democracia Vacina Anti-Petralha

    -

    16/02/2012 às 19:19

    ESSA INFELIZ ESTUDOU O QUE MESMO????ACHO QUE NADA DO NADA ,COM CERTEZA TEMOS QUE ACREDITAR EM DOIS ESTADOS O DE ISRAEL E O DA PALESTINA ,MAS SE DEPENDER DE MÚMIAS IGUAIS A ESSA ,SERÁ DIFÍCIL ACONTECER E ISSO ME PARECE COISA DE PETRALHA ENVOLVIDO ,AONDE TEM MERDA ,TEM PETRALHA SEMPRE ,COM CERTEZA NÃO VAI TER PÚBLICO SUFICIENTE PARA OUVIR BABOZEIRAS ,E EU NÃO SOU JUDEU ,NEM PALESTINO ,MAS DEFENDO OS DOIS ESTADOS LIVRES E DEMOCRÁTICO ,UM PRECISA DO OUTRO PARA TROCAS DE MÃO DE OBRA E UM SINDICATO QUE DIZ REPRESENTAR JORNALISTAS É PIOR AINDA COMETER ESSE ABSURDO.

  116. Angelo Losguardi

    -

    16/02/2012 às 19:15

    Salvou o vídeo? Sabe cumé, né, rapidinho ele some…

  117. Leopoldo Dogher

    -

    16/02/2012 às 19:12

    Sindicato dos Jornalistas de São Paulo???
    Não passa de uma piada sem graça.
    Nem lembrava mais que aquela porcaria ainda existia.

  118. Mauro Cruz

    -

    16/02/2012 às 19:04

    Tio Rei,proibir agora seria censura prévia, convenhamos…e não tenho nada contra ela dar sua versão da história mas faltou bom senso na escolha da sala.

  119. Gabriel Birkhann

    -

    16/02/2012 às 19:01

    É um “sub” nazismo disfarçado na vigarice intelectual de ‘alguns’ petralhas.

  120. Thales

    -

    16/02/2012 às 18:58

    Duas coisas me impressionaram nisso tudo: 1) a categoria “estudantes pré-sindicalizados”; 2) pessoas que teriam disposição de gastar mais de R$ 200 para fazer um “curso/lavagem cerebral” que não acrescentará nada no currículo. Imaginem um patrão dizendo: “você fez o curso ‘A questão palestina e o conflito no Oriente Médio’? Está contratado!”. Com essa quantia acredito que se dê para fazer um curso de oratória básica por aí…

  121. ricardo

    -

    16/02/2012 às 18:58

    acho realmente espantosa a desinibição total dessa gente ao criticar os judeus…

  122. Sergio Hora

    -

    16/02/2012 às 18:57

    Não! Ainda não é o fim da picada. Esta picada não tem fim, o poço não tem fundo…
    Estamos caminhando para um cenário dos mais aterrorizantes.
    Em tempo: esse panfleto que se denomina jornal, “Brasil de Fato”, não é aquele do chefão do MST, o Stedile?
    Será o que silêncio dos bons precisa mesmo é de um monumental estrondo para sair da sua absurda quietude? Todos os sinais estão dados, um monte de ações, iniciativas, movimentos já está em curso há bastante tempo – com pequenos recuos estratégicos, mas obsessivo como sempre.
    E ninguém se dá conta?
    Vamos mesmo esperar o estrondo?

  123. José Rubem

    -

    16/02/2012 às 18:50

    O João Pereira Coutinho tem esmagado com vontade o Vladimir Safado sobre esse assunto: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/joaopereiracoutinho/1048131-resposta-a-vladimir-safatle.shtml

  124. anarquista

    -

    16/02/2012 às 18:44

    Ofereço um vídeo,na íntegra,de Eduardo Suplicy ou Fidel Castro quem traduzir um dos dos votantes do S T F.São tantas palavras latinas,língua morta mas que revive nos membros do S T F.) são tantos sinônimos imcompreensivos que nem existem nos dicionários,que ao fim de 2 horas o presidente pergunta: ”Afinal vossa excelência é contra ou a favor”?
    Nem ele,e nem ninguém,entende.

 

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