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18/10/2013

às 18:49

A Simone ficou brava e acha que devo me apresentar em lugar de um beagle. Como não sei latir nem abanar a cauda, ela me quer testando remédios

As várias faces de um cretino perigoso: este é Daniel Andreas San Diego. Ele pode matar pessoas para proteger bichos

As várias faces de um cretino perigoso: este é Daniel Andreas San Diego. Ele pode matar pessoas para proteger bichos

Ai, meu Deus!

A Internet é bacana pra caramba, né? Mas tem, como tudo, um lado chatinho. Um deles é a gente ser “descoberto” por pessoas como uma tal “Simone”, que me envia o seguinte sobre o texto que escrevi a respeito da invasão do laboratório Royal (segue como veio, com uma gramática, digamos, beagle…):

“Pois, acho que fizeram pouco e o Reinaldo é um reacionário e a grande maioria desse país são hipócritas, porque assassinar criaturas inocentes é muito fácil, quero ver fazerem isso nos seus filhos, quer cura para a sua doença, então seja cobaia desses laboratórios e se você sobreviver ao experimento, gostaria de saber como foi a experiência!!!!”

Retomo
Viram? É gente assim que os black blocs da vida mobilizam, podem crer (quando eu era criança, dizia-se “podiscrê”!).

A Simone está lá escrevendo besteiras no seu computador porque, certamente, tomou a vacinas contra pólio, a tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba), a tríplice bacteriana (difteria, tétano e coqueluche), porque toma antibióticos quando algum agente patogênico, meio atrapalhado, a confunde com um de nós…

A Simone acha é pouco. A Simone quer é quebrar mais. A Simone agora só vai se tratar com mel e própolis. Mas vai ela mesma buscar os favos, depois de convencer as companheiras abelhas.

Entendi. Já que Roberto Carlos voltou a ser comentado nestes dias, a Simone nunca mais foi a mesma depois da música que o Rei da Censura dedicou às baleais, com versos magníficos como estes:
“(…)
E as baleias desaparecendo, por falta de escrúpulos comerciais…
Eu queria ser civilizado como os animais….”

Simone já atingiu o ideal de Roberto Carlos.

Outros ainda dizem que o Royal não faz remédio coisa nenhuma. Um deles afirma se testa lá é “batom para a vaca da sua mulher”. Hein? Minha mulher usa batom. Mas tira na hora da função. Aquele coisa meio gordurenta me incomoda… “Você não gosta de batom, é?”, desconfia Paula Lavigne, a suspicaz… 

As causas têm lá seus ideólogos, sabemos. Mas só sobrevivem e se tornam populares com o concurso dos idiotas.

Gente que é contra o uso de animais pela indústria farmacêutica e por cientistas — seguindo os princípios éticos que regulam a prática, é claro — não deveria jamais tomar um remédio da chamada alopatia — incluindo a anestesia em caso de cirurgia e de tratamento dentário. Só homeopatia e hipnose.

Por que dar atenção à Simone? Porque ela é uma legião. Há questões que são complexas, admito. É difícil entender que não se deve, por exemplo, indexar salários porque a correção contínua do ganho, segundo a taxa de inflação, rouba dinheiro do trabalhador em vez de beneficiá-lo. É o tipo de coisa que contraria o senso comum. Até porque não é menos verdade que uma inflação renitente, sem correção nenhuma, também empobrece o coitado.

Mas como é que a Simone não consegue entender que ou se testam remédios e vacinas em bichos ou se os testam em seres humanos? Se a Simone não quer que seja naqueles, então será nestes. Se ela não consegue compreender isso, começo a duvidar que consiga atravessar a rua em segurança ou levar o sorvete à boca sem o risco de acertar a testa.

Sustentando-se apenas nos membros inferiores, em posição vertical, é perfeitamente possível entender que defendo, sim, o uso de animais, desde que respeitadas as regras — tudo indica ser o caso do laboratório Royal. E não defendo apenas para que eu e os meus nos livremos ou nos curemos de doenças.

Também se beneficiam as criancinhas pobres da África — que, infelizmente, arrancam menos lágrimas dos contemporâneos do que os beagles. Beneficia-se a espécie. Mas a Simone quer é quebrar mais. Com um computador na mão. Sou capaz de jurar que ela também é contra a indústria farmacêutica e o capitalismo. Sempre com um computador na mão.

Dá para entender por que Daniel Andreas San Diego é um dos terroristas mais procurados pelo FBI. Como Simone, ele também acha que a depredação de laboratórioe é pouco. Ele decidiu explodir bombas em empresas que realizam testes com animais. San Diego acha que não há mal nenhum em matar pessoas quando se trata de proteger bichos. San Diego é um humanista destes tempos animalisticamente corretos.

Por Reinaldo Azevedo

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237 Comentários

  • Joao Luiz

    -

    22/4/2014 às 11:29 am

    A Simone precisa urgentemente de se arrumar, passar um batonzinho, vestir um casaquinho sintetico e arrumar um emprego decente. Ai sim a Simone vai brilhar.

  • Torres de Melo

    -

    23/11/2013 às 5:33 pm

    AMIGO. O PIOR DE TUDO É QUE A MEDIOCRIDADE TOMOU CONTA DESSE PAÍS. COM MEDÍOCRES GOVERNANDO ESTAMOS NUMA LOCOMOTIVA SEM MAQUINISTA E SEM FREIO. O DESASTRE É QUESTÃO DE TEMPPO

  • Hugo Wingeter

    -

    24/10/2013 às 7:16 pm

    Reinaldo Azevedo diz tudo aquilo que a gente pensa e não consegue expressar de forma tão completa. Gostaria de ver a sua opinião sobre a entrevista concedida pela “salvadora” de animais Luisa Mell no site do IG.

  • BH

    -

    23/10/2013 às 1:13 pm

    Se a Simone é contra, eu defendo que ela seja a primeira da fila como voluntária. Afinal, quem não quer animais não é ela?

  • Graziela Cabrera

    -

    21/10/2013 às 2:23 pm

    http://easttowestskincare.com/2012/01/09/esclarecimentos-sobre-os-testes-em-animais-realizados-pela-industria-cosmetica/

    Para ajudar nos esclarecimentos. Aliás se usa computador é indiretamente a favor dos testes em animais…

  • Protestante Adiantada

    -

    21/10/2013 às 11:28 am

    Pois é Reinaldo, isto sem falar que estes hipócritas se esqueceram que shampoo, condicionador, sabonete, sabão, detergente, produtos de beleza e maquiagem de quase TODOS os tipos usam gordura animal.

  • Liliane

    -

    21/10/2013 às 9:24 am

    Reportagem de quem não acredita na evolução. Se o ser humano não evoluísse, não existiria tanta tecnologia, transportes eficientes etc…

    Os testes em animais são apenas de interesse político, das indústrias dos bioterios que fornecem equipamentos e animais para testes e para proteger as indústrias farmacêuticas, assim se um dia vc decidir processar por causa de algum efeito colateral que quase te matou, ou te deixou cego, ou algo pior, eles vão poder alegar que todos os testes em animais foram realizados.

    Qualquer idiota sabe que os verdadeiros testes começam qdo os remédios vão parar nas prateleiras das farmácias, pq vc acha que tantos remédios são retirados de uma hora para outra do mercado por terem causado mortes e várias deficiências?

    Hoje existem formas muito mais eficientes de testes e sim tem que testar em humanos, existe uma fila enorme de pessoas doentes que querem participar dos testes, mas mesmo assim é complicado pq um remédio que pode te salvar, pode tb me matar.

    Os testes em animais não funcionam pq é criada uma doença neles para testes desprezando completamente o fator externo. Muitas pessoas ficam doentes por causa da alimentação, por estresses do dia a dia, por um sofrimento muito grande e até por misturar medicamentos e nada disso é levado em consideração já que os bichos ficam isolados com um ambiente especial, comida balanceada e um estresse totalmente diferente do nosso. Isso sem contar que o organismo deles reagirão de uma forma totalmente diferente da nossa.

  • Santos

    -

    21/10/2013 às 7:59 am

    Infelizmente ainda temos idiotas sonhadores que utilizam-se de informações das tais redes sociais para espalhar asneiras. Onde e em que pais do chamado primeiro mundo e produtor de conhecimento científico na área farmaceutica, os testes com animais foram banidos? Qual a maravilha científica que simula as reações orgânicas de seres vivos? Então tá… Soro antiofídico será produzido onde? Nela? Não sobreviveria infelizmente. Sugestão a alienada de plantão, revoltada de computador e promotora da tese terceiro mundista de que os ricos exploram os pobres. Quer salvar os bichinhos? Apresente-se como voluntária junto com sua familia e os grupelhos que a seguem. Finalizando: não vale como mencionado por Reinaldo, a desonestidade de na primeira “dor de barriga” recorrer aos tais rémedios da industria farmaceutica capitalista, desumana e que só quer saber de lucro.

  • Beagle

    -

    21/10/2013 às 2:47 am

    Os tios grandes lá do Roy tinham trabalhado bastantão. Todo dia eles tavam lá, cuidavam da gente, e a gente ajudou eles a descobrirem um montão de coisas que vão ajudar muitas outras gentes. Aí um dia eu tava lá na boa conversando com o Manolo, ouvi um montão de barulhos e gentes correndo, do nada me pegaram no colo e me levaram pra fora de casa. No caminho, vi todo o trabalho dos tios grandes ser destruído pelos outros tios grandes. Não entendi, aquele trabalho ia ajudar eles, por que eles tavam destruindo? Só sei que fiquei triste vendo tudo aquilo…

  • FLORA

    -

    21/10/2013 às 1:10 am

    Se a Simone que salvar o beagles por quê depredou todo o laboratório? Agora, na boa Simone, se você precisar de um medicamento contra câncer, testa na sua mãe!

  • Maria

    -

    20/10/2013 às 11:57 pm

    É Lira… Você, sozinha, praticamente conseguiu compor uma sinfonia… E concordo realmente que é uma pena que muitos aqui não tiveram suas mães medicadas com a Talidomida… Talvez sem mãos ou braços não teriam a possibilidade de digivomitar suas falácias…

  • Cronos

    -

    20/10/2013 às 11:54 pm

    Sou contra a utilização dos animais.Está na hora de dar uma trégua aos coitadinhos.
    Na minha opinião,dever-se-ia usar como cobaias a imensa população carcerária,ociosa e louca para reparar os males feitos contra a sociedade através desse nobre gesto.

  • Djeisa

    -

    20/10/2013 às 5:58 pm

    Vocês de um modo geral não parecem estar compreendendo o real motivo da ocupação. Primeiro: testes em animais só existem ainda por serem mais baratos, países de primeiro mundo não usam animais já tem alguns anos. Segundo: testes em animais são garantia de falha para empresas farmacêuticas, ou seja, se a medicação der errada eles colocam a culpa nos animais.Por exemplo, a benzina quando utilizada em seres humanos causou leucemia, mas nos animais não houve qualquer tipo de sintoma,o isoproterenol quando utilizado em humanos matou 3500 asmáticos, o arsênico só foi considerando cancerígeno em 1977 após matar inúmeras pessoas. Terceiro: grande parte dos testes no Instituto Royal eram feitos pra fins estéticos, não quer dizer que a maquiagem vai acabar, mas existem marcas como: natura, victoria secret´s, dentre outras que não testam em animais, eu inclusive uso-as. Quarto: claro que muitos dos ativistas que estavam lá usam medicamentos que foram testados em animais, mas isso não é mais necessário hoje em dia, não é porque a vida toda as coisas foram de um jeito que precisam ser pra sempre, se tem métodos alternativos tem pra ser usado. Quinto: a própria Anvisa desmentiu o Instituto, a Anvisa recomenda testes in vitro, considerando que testes em animais são pouco seguros, como eu citei acima, garante as empresas a margem de erro. Sexto: em um dos artigos que eu já escrevi sobre o assunto, existe um julgado onde a UEM – Universidade Estadual de Maringá, foi multada e obrigada a entregar todos os animais cobaias, porque ela estava testando nesses animais uma substancia farmacêutica que já estava em uso há 09 anos por seres humanos, ou seja, os animais estavam sendo explorados porque sim, não havia a menor necessidade. Há uma bestialização da vida desses animais e não está sendo mais tolerado nem por parte do Poder Judiciário. O mesmo ocorreu com a UFSC nesse ano, onde o Juiz Federal Marcelo Krás Borges, da Vara Federal Ambiental de Florianópolis expediu uma liminar proibindo a utilização de animais pela universidade. Para o o juiz Marcelo Krás Borges, não existe justificativa plausível para que a Universidade continue submetendo os animais a tratamento cruel e que cabe ao ente público, reservar uma parte do orçamento para a compra de equipamentos necessários aos experimentos científicos e cirurgias médicas experimentais e terapêuticas, tais como acontece nos países desenvolvidos, como Estados Unidos e Inglaterra. Então damas e cavalheiros que acham que a atitude dos ativistas foi em prol dos animais e está indo contra vocês, não sejam injustos, não vou nem dizer pra não serem burros porque não ofenderia um animal tão doce comparando ele ao baixo nível de vocês. Não li o texto por inteiro desse cidadão que acha que é jornalista porque quase tive uma parada cerebral, tem coisas que são tão ruins que o cérebro aqui não aguenta. E fica a pergunta senhores, se os animais são tão semelhantes para servirem nos testes, porque não são semelhantes para terem o mesmo direito a vida, a liberdade e a dignidade? São animais iguais humanos ou somos humanos iguais animais?

  • Flávio Kopp

    -

    20/10/2013 às 5:43 pm

    “porque toma antibióticos quando algum agente patogênico, meio atrapalhado, a confunde com um de nós…”

    Caramba Reinaldo!! Rasguei a cara de tanto rir aqui. KKKKKKKK

  • Jose Francisco

    -

    20/10/2013 às 5:29 pm

    Ativistas são como os ambientalistas, na maioria das vezes apenas desocupados contumazes que se valem da ignorância das hordas para implementar seus métodos doentios de defender seus ideais quase sempre burros !!!!!

  • Rita Moscardini

    -

    20/10/2013 às 12:59 pm

    Sou uma medica e foi com grande pesar que assisti as imagens de depredacao e vandalismo contra o Laboratorio Royal. As pessoas leigas nao entendem que fazer testes de farmacos em animais é uma necessidade maior para o bem dos seres humanos (que considero muito mais importante que os animais). Lamentavel.

  • Lira

    -

    20/10/2013 às 12:46 pm

    Bandidos agora não são chamados de ativistas ou manifestantes. Bandidos são chamados de políticos e parece q a maioria concorda com eles, pois esses mesmos manifestantes e ativistas foram pra rua pedir o fim da corrupção e colocaram o país pra pensar e questionar. Nessa hora eles eram manifestantes e agora são bandidos?????
    E a maioria q comentou aqui ainda se acha um ser superior???
    É superior o ser q destrói o mundo em q vive?? É superior um ser q mata pra estocar??? É superior um ser q mata seu semelhante por dinheiro, ganancia, inveja e vários outros motivos futeis???
    Seres humanos asquerosos!!!!

  • Lira

    -

    20/10/2013 às 12:35 pm

    A talidomida esteve ao mercado pela primeira vez na Alemanha em 1 de outubro de 1957. Foi comercializada como um sedativo e hipnótico com poucos efeitos colaterais. A indústria farmacêutica que a desenvolveu acreditou que o medicamento era tão seguro que era propício para prescrever a mulheres grávidas, para combater enjôos matinais.
    Foi rapidamente prescrita a milhares de mulheres e espalhada para todas as partes do mundo (46 países), sem circular no mercado norte-americano.
    Os procedimentos de testes de drogas naquela época eram muito menos rígidos e, por isso, os testes feitos na talidomida não revelaram seus efeitos teratogénicos. Os testes em roedores, que metabolizavam a droga de forma diferente de humanos, não acusaram problemas.
    A vacina contra Pólio atrasou por pelo menos 10 anos por causa dos testes em animais.
    A Declaração Universal dos Direitos dos Animais assegura que nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.
    50 Conseqüências Fatais de Experimentos com Animais

    Fonte: Americans for Medical Advancement

    1) Pensava-se que fumar não provocava câncer, porque câncer relacionado ao fumo é difícil de ser reproduzido em animais de laboratório. As pessoas continuam fumando e morrendo de câncer.[2]

    2) Embora haja evidências clínicas e epidemológicas de que a exposição à benzina causa leucemia em humanos, a substância não foi retida como produto químico industrial. Tudo porque testes apoiados pelos fabricantes para reproduzir leucemia em camundongos a partir da exposição à benzina falharam. [1]

    3) Experimentos em ratos, hamsters, porquinhos-da-índia e macacos não revelaram relação entre fibra de vidro e câncer. Não até 1991, quando, após estudos em humanos, a OSHA – Occupational, Safety and Health Administration – os rotulou de cancerígenos [1]

    4) Apesar de o arsênico ter sido reconhecido como substância cancerígena para humanos por várias décadas, cientistas encontraram poucas evidências em animais. Só em 1977 o risco para humanos foi estabelecido[6], após o câncer ter sido reproduzido em animais de laboratório.[7][8][9]

    5) Muitas pessoas expostas ao amianto morreram, porque cientistas não conseguiram produzir câncer pela exposição da substância em animais de laboratório.

    6) Marcapassos e válvulas para o coração tiveram seu desenvolvimento adiado, devido a diferenças fisiológicas entre humanos e os animais para os quais os aparelhos haviam sido desenhados.

    7) Modelos animais de doenças cardíacas falharam em mostrar que colesterol elevado e dieta rica em gorduras aumentam o risco de doenças coronárias. Em vez de mudar hábitos alimentares para prevenir a doença, as pessoas mantiveram seus estilos de vida com falsa sensação de segurança.

    8) Pacientes receberam medicamentos inócuos ou prejudiciais à saúde, por causa dos resultados de modelos de derrame em animais.

    9) Erroneamente, estudos em animais atestaram que os Bloqueadores Beta não diminuiriam a pressão arterial em humanos, o que evitou o desenvolvimento da substância [10][11][12]. Até mesmo os vivisseccionistas admitiram que os modelos de hipertensão em animais falharam nesse ponto. Enquanto isso, milhares de pessoas foram vítimas de derrame.

    10) Cirurgiões pensaram que haviam aperfeiçoado a Keratotomia Radial (cirurgia para melhorar a visão) em coelhos, mas o procedimento cegou os primeiros pacientes humanos. Isso porque a córnea do coelho tem capacidade de se regenerar internamente, enquanto a córnea humana se regenera apenas superficialmente. Atualmente, a cirurgia é feita apenas na superfície da córnea humana.

    11) Transplantes combinados de coração e pulmão também foram “aperfeiçoados” em animais, mas os primeiros três pacientes morreram nos 23 dias subseq¸entes à cirurgia [13]. De 28 pacientes operados entre 1981 e 1985, 8 morreram logo após a cirurgia, e 10 desenvolveram Bronquiolite Obliterante , uma complicação pulmonar que os cães submetidos aos experimentos não contraíram. Dos 10, 4 morreram e 3 nunca mais conseguiram viver sem o auxílio de um respirador artificial. Bronquiolite obliterante passou a ser o maior risco da operação[14]

    12) Ciclosporin A inibe a rejeição de órgãos e seu desenvolvimento foi um marco no sucesso dos transplantes. Se as evidências irrefutáveis em humanos não tivessem derrubado as frágeis provas obtidas com testes em animais, a droga jamais teria sido liberada.[15]

    13) Experimentos em animais falharam em prever toxidade nos rins do anestésico geral metoxyflurano. Muitas pessoas que receberam o medicamento perderam todas as suas funções renais.

    14) Testes em animais atrasaram o início da utilização de relaxantes musculares durante anestesia geral.

    15) Pesquisas em animais não revelaram que algumas bactérias causam úlceras, o que atrasou o tratamento da doença com antibióticos.

    16) Mais da metade dos 198 medicamentos lançados entre 1976 e 1985 foram retirados do mercado ou passaram a trazer nas bulas efeitos colaterais, que variam de severos a imprevisíveis [16]. Esses efeitos incluem complicações como disritmias letais, ataques cardíacos, falência renal, convulsões, parada respiratória, insuficiência hepática e derrame, entre outros.

    17) Flosin (Indoprofeno), medicamento para artrite, testado em ratos, macacos e cães, que o toleraram bem. Algumas pessoas morreram após tomar a droga.

    18) Zelmid, um antidepressivo, foi testado sem incidentes em ratos e cães. A droga provocou sérios problemas neurológicos em humanos.

    19) Nomifensina, um outro antidepressivo, foi associado a insuficiência renal e hepática, anemia e morte em humanos. Testes realizados em animais não apontaram efeitos colaterais.

    20) Amrinone, medicamento para insuficiência cardíaca, foi testado em inúmeros animais e lançado sem restrições. Humanos desenvolveram trombocitopenia, ou seja, ausência de células necessárias para coagulação.

    21) Fialuridina, uma medicação antiviral, causou danos no fígado de 7 entre 15 pessoas. Cinco acabaram morrendo e as outras duas necessitaram de transplante de fígado.[17] A droga funcionou bem em marmotas.[18][19]

    22) Clioquinol, um antidiarréico, passou em testes com ratos, gatos, cães e coelhos. Em 1982 foi retirado das prateleiras em todo o mundo após a descoberta de que causa paralisia e cegueira em humanos.

    23) A medicação para a doença do coração Eraldin provocou 23 mortes e casos de cegueira em humanos, apesar de nenhum efeito colateral ter sido observado em animais. Quando lançado, os cientistas afirmaram que houve estudos intensivos de toxidade em testes com cobaias. Após as mortes e os casos de cegueira, os cientistas tentaram sem sucesso desenvolver em animais efeitos similares aos das vítimas.[20]

    24) Opren, uma droga para artrite, matou 61 pessoas. Mais de 3500 casos de reações graves têm sido documentados. Opren foi testado sem problemas em macacos e outros animais.

    25) Zomax, outro medicamento para artrite, matou 14 pessoas e causou sofrimento a muitas.

    26) A dose indicada de isoproterenol, medicamento usado para o tratamento de asma, funcionou em animais. Infelizmente, foi tóxico demais para humanos, provocando na Grã-Bretanha a morte de 3500 asmáticos por overdose. Os cientistas ainda encontram dificuldades de reproduzir resultados semelhantes em animais. .[21][22] [23][24][25][26]

    27) Metisergide, medicamento usado para tratar dor de cabeça, provoca fibrose retroperitonial ou severa obstrução do coração, rins e veias do abdômen.[27] Cientistas não estão conseguindo reproduzir os mesmos efeitos em animais.[28]

    28) Suprofen, uma droga para artrite, foi retirada do mercado quando pacientes sofreram intoxicação renal. Antes do lançamento da droga, os pesquisadores asseguraram que os testes tiveram [29][30] “perfil de segurança excelente, sem efeitos cardíacos, renais ou no SNC (Sistema Nervoso Central) em nenhuma espécie”.

    29) Surgam, outra droga para artrite, foi designada como tendo fator protetor para o estômago, prevenindo úlceras, efeito colateral comum de muitos medicamentos contra artrite. Apesar dos resultados em testes feitos em animais, úlceras foram verificadas em humanos [31][32].

    30) O diurético Selacryn foi intensivamente testado em animais. Em 1979, o medicamento foi retirado do mercado depois que 24 pessoas morrerem por insuficiência hepática causada pela droga. [33][34]

    31) Perexilina, medicamento para o coração, foi retirado do mercado quando produziu insuficiência hepática não foi prognosticada em estudos com animais. Mesmo sabendo que se tratava de um tipo de insuficiência hepática específica, os cientistas não conseguiram induzí-la em animais.[35]

    32) Domperidone, droga para o tratamento de náusea e vômito, provocou batimentos cardíacos irregulares em humanos e teve que ser retirada do mercado. Cientistas não conseguiram produzir o mesmo efeito em cães, mesmo usando uma dosagem 70 vezes maior.[36][37]

    33) Mitoxantrone, usado em um tratamento para câncer, produziu insuficiência cardíaca em humanos. Foi testado extensivamente em cães, que não manifestaram os mesmos sintomas.[38][39]

    34) A droga Carbenoxalone deveria prevenir a formação de úlceras gástricas, mas causou retenção de água a ponto de causar insuficiência cardíaca em alguns pacientes. Depois de saber os efeitos da droga em humanos, os cientistas a testaram em ratos, camundongos, macacos e coelhos, sem conseguirem reproduzir os mesmos sintomas. [40] [41]

    35) O antibiótico Clindamicyn é responsável por uma condição intestinal em humanos chamada colite pseudomembranosa. O medicamento foi testado em ratos e cães, diariamente, durante um ano. As cobaias toleraram doses 10 vezes maiores que os seres humanos. .[42] [43][44]

    36) Experiências em animais não comprovaram a eficácia de drogas como o valium, durante ou depois de seu desenvolvimento [45] [46]

    37) A companhia farmacêutica Pharmacia & Upjohn descontinuou testes clínicos dos comprimidos de Linomide (roquinimex) para o tratamento de esclerose múltipla, após oito dos 1200 pacientes sofrerem ataques cardíacos em conseq¸ência da medicação. Experimentos em animais não previram esse risco.

    38) Cylert (pemoline), um medicamento usado no tratamento de Déficit de Atenção/Hiperatividade, causou insuficiência hepática em 13 crianças. Onze delas ou morreram ou precisaram de transplante de fígado.

    39) Foi comprovado que o Eldepryl (selegilina), medicamento usado no tratamento de Doença de Parkinson, induziu um grande aumento da pressão arterial dos pacientes. Esse efeito colateral não foi observado em animais, durante o tratamento de demência senil e desordens endócrinas.

    40) A combinação das drogas para dieta fenfluramina e dexfenfluramina — ligadas a anormalidades na válvula do coração humano– foram retiradas do mercado, apesar de estudos em animais nunca terem revelado tais anormalidades.[47]

    41) O medicamento para diabetes troglitazone, mais conhecido como Rezulin, foi testado em animais sem indicar problemas significativos, mas causou lesão de fígado em humanos. O laboratório admitiu que ao menos um paciente morreu e outro teve que ser submetido a um transplante de fígado.[48]

    42) Há séculos a planta Digitalis tem sido usada no tratamento de problemas do coração. Entretanto, tentativas clínicas de uso da droga derivada da Digitalis foram adiadas porque a mesma causava pressão alta em animais. Evidências da eficácia do medicamento em humanos acabaram invalidando a pesquisa em cobaias. Como resultado, a digoxina, um análogo da Digitalis, tem salvo inúmeras vidas. Muitas outras pessoas poderiam ter sobrevivido se a droga tivesse sido lançada antes.[49][50][51][52]

    43) FK506, hoje chamado Tacrolimus, é um agente anti-rejeição que quase ficou engavetado antes de estudos clínicos, por ser extremamente tóxico para animais.[53][54] Estudos em cobaias sugeriram que a combinação de FK506 com cyclosporin potencializaria o produto.[55] Em humanos ocorreu exatamente o oposto.[56]

    44) Experimentos em animais sugeriram que os corticosteróides ajudariam em casos de choque séptico, uma severa infecção sang¸ínea causada por bactérias.[57][58]. Em humanos, a reação foi diferente, tendo o tratamento com corticosteróides aumentado o índice de mortes em casos de choque séptico. [59]

    45) Apesar da ineficácia da penicilina em coelhos, Alexander Fleming usou o antibiótico em um paciente muito doente, uma vez que ele não tinha outra forma de experimentar. Se os testes iniciais tivessem sido realizados em porquinhos-da-índia ou em hamsters, as cobaias teriam morrido e talvez a humanidade nunca tivesse se beneficiado da penicilina. Howard Florey, ganhador do Premio Nobel da Paz, como co-descobridor e fabricante da penicilina, afirmou: “Felizmente não tínhamos testes em animais nos anos 40. Caso contrário, talvez nunca tivéssemos conseguido uma licença para o uso da penicilina e, possivelmente, outros antibióticos jamais tivessem sido desenvolvidos.

    46) No início de seu desenvolvimento, o flúor ficou retido como preventivo de cáries, porque causou câncer em ratos.[60][61][62]

    47) As perigosas drogas Talidomida e DES foram lançadas no mercado depois de serem testadas em animais. Dezenas de milhares de pessoas sofreram com o resultado (*nota do tradutor: A Talidomina foi desenvolvida em 1954 destinada a controlar ansiedade, tensão e náuseas. Em 1957 passou a ser comercializada e em 1960 foram descobertos os efeitos teratogênicos provocados pela droga, quando consumida por gestantes: durante os 3 primeiros meses de gestação interfere na formação do feto, provocando a focomelia que é o encurtamento dos membros junto ao tronco, tornando-os semelhantes aos de focas.)

    48) Pesquisas em animais produziram dados equivocados sobre a rapidez com que o vírus HIV se reproduz. Por causa do erro de informação, pacientes não receberam tratamento imediato e tiveram suas vidas abreviadas.

    49) De acordo com o Dr. Albert Sabin, pesquisas em animais prejudicaram o desenvolvimento da vacina contra o pólio. A primeira vacina contra pólio e contra raiva funcionou bem em animais, mas matou as pessoas que receberam a aplicação.

    50) Muitos pesquisadores que trabalham com animais ficam doentes ou morrem devido à exposição a microorganismos e agentes infecciosos inofensivos para animais, mas que podem ser fatais para humanos, como por exemplo o vírus da Hepatite B.

    Tempo, dinheiro e recursos humanos devotados aos experimentos com animais poderiam ter sido investidos em pesquisas com base em humanos. Estudos clínicos, pesquisas in vitro, autópsias, acompanhamento da droga após o lançamento no mercado, modelos computadorizados e pesquisas em genética e epidemiologia não apresentam perigo para os seres humanos e propiciam resultados precisos.

    Importante salientar que experiências em animais têm exaurido recursos que poderiam ter sido dedicados à educação do público sobre perigos para a saúde e como preserva-la, diminuindo assim a incidência de doenças que requerem tratamento.

    Experimentação Animal não faz sentido. A prevenção de doenças e o lançamento de terapias eficazes para seres humanos está na ciência que tem como base os seres humanos.

    Q interessante seria se eas mães de vcs tivesse tomado a Talidomida enquanto grávida. Ela q foi amplamente testada em animais antes de ser colocada no mercado pra humanos…

    Se testes em animais fossem fiéis aos efeitos em humanos, nem precisaríamos ter medicina e medicina veterinária, afinal, os organismos são iguais neh…
    Ou não????

    Atualmente temos milhares de metodos alternativos, só não tem alternativa pra quem se considera superior pelo simples fato de ser humano.

    Provavelmente o mesmo ser superior q acredita em Adão e Eva…

  • walter lopes

    -

    20/10/2013 às 1:06 am

    REINALDO NA XXXXXXXX CASCUDA. (SIMONE)HEHEHEHEHEHEHEHEHE

  • Paula Costa

    -

    19/10/2013 às 10:27 pm

    Houve um tempo em q os melhores da humanidade, os santos, os heróis, os sábios, eram o padrão ouro da sociedade. A miséria moral e intelectual q hoje nos governa os substituiu pelos irracionais…

  • Beagle

    -

    19/10/2013 às 10:07 pm

    Deixa maltratar a gente não Reinaldo. Defende a gente, a gente não fez mensalão não, não temos maldade nenhuma

  • Renata

    -

    19/10/2013 às 10:00 pm

    E apenas complementando, discordo da forma como a questão foi conduzida, a invasão do local, especialmente considerando q o MP estava apurando denuncias foi , de fato, desnecessária e irresponsável.

  • Renata

    -

    19/10/2013 às 9:51 pm

    Pessoalmente nao sou lá MT fã de ter bichos de estimação em casa, dão trabalho e isso já tenho em excesso. Entendo sim os q defendem o uso de animais, entendo q estejam garantidos pela lei e e inegável o qto esses seres vivos contribuíram para os avanços da medicina, mas, confesso, q , nos dias atuais, tb nao me e simpática a idéia de usar bichos em experimentos . Evoluímos tanto, entao penso q já e chegada a hora de evoluirmos em novas direções , especialmente qdo se trata de uma vida, humana ou nao. Admitir que animais sao menos q seres humanos, poderia ser o passaporte para valorar outras vidas pelo que sao ou pelo qto tem, para ,por exemplo , defender o trafico de orgaos . Se a coisa avança, os interessados deixam de recorrer a ilegalidade e , sei la podem resolver levantar a bandeira de trafico humano para consertar problemas de saúde de ricos e poderosos, afinal pra q tanta pobreza? Pra q tanta gente faminta sem plena condicao de viver uma vida razoavelmente aceitável? Nao existe verdade absoluta;se existisse nao questionaríamos outras culturas q negam direitos a mulheres,, q consideram vacas sagradas, etc… Enfim, a evolução dos homens e de suas crenças e coisa q leva tempo e q demanda sim uma certa ” visibilidade” para opiniões divergentes .

  • Michel

    -

    19/10/2013 às 5:14 pm

    Então, como dizia minha vizinha: “melhor ouvir isso que ser cego…”

    Retificando e adaptando, melhor a Simone falar as besteiras dela do que nós vivermos em uma sociedade que os criminosos invasores almejam: a não democrática sob o domínio de quem fala mais alto.

  • Trè Belle

    -

    19/10/2013 às 5:02 pm

    Reinaldo a nossa cartilha de todo dia!!! E tem jeito de fugir???Naõnnnn né!!!!
    Reinaldo essa Simone está de brincadeira, ou ela tem os miolos moles mesmo??? Fiquei cá com muitas dúvidas!!!!!

  • Geneuronios

    -

    19/10/2013 às 4:59 pm

    “2014, o ano do arrePendimenTo”.
    Ao invés de argumentar, retrucar, eles querem é bagunçar, quebrar, invadir … Bala de metal em criminoso !!!

  • Geraldo Silva

    -

    19/10/2013 às 4:06 pm

    Nunca pode faltar a palavra hipocrisia ou suas variações nesses discursos. Vai perguntar essas pessoas o que significa “hipócrita” com certeza não saberão dizer. Ela que está sendo hipócrita, pois se é contra o uso de animais, que se ofereça para ser cobaia no lugar deles? Mas está justamente que é a favor fazer isso.

  • Fábio

    -

    19/10/2013 às 3:43 pm

    Simone aprovaria os atos de Mengele?

  • Tomazelli

    -

    19/10/2013 às 3:37 pm

    Parabéns, Reinaldo!

  • maria do carmo

    -

    19/10/2013 às 3:08 pm

    Simone vá procurar o que fazer. Existe tanta criança necessitando de ajuda, passando fome, usando drogas, roubando, matando, … Tanta coisa pra se pensar e fazer um trabalho para ajudar crianças carentes ou não e vc esta preocupada com laboratórios que tem regras e controles para executar tais serviços, com o intuito de salvar vidas humanas? Quem sabe uma auto-análise da sua vida ira fazer com que mudes de ideia.

  • Mazagaza

    -

    19/10/2013 às 1:55 pm

    ReinaldoXXXXXXXX na cascuda!

  • maria

    -

    19/10/2013 às 1:23 pm

    No fundo no fundo………
    Acho que como querem mudar o foco…..até isso agora eles fazem…………..sabe quem são eles, né? Tanto que os blacks blocs estão nesta, tendeu?

  • Marcos Biancardi

    -

    19/10/2013 às 1:15 pm

    Não é necessário irmos tão longe assim e nem invadir laboratórios, pois, faz pouco tempo até, fins do séc. XIX e séc. XX, quando valores importantes foram fulminados por processos “revolucionários” para construção de um “Novo Homem” – comunismo e nazistas, os dois fascistas -, seres humanos sofreram processos de funcionarem como cobaias para diversos tipos de testes. Bem, se alguém dúvida que aqueles tempos ainda suscitam interesse em muitos por nossa época, é só analisar o comportamento desses militantes da natureza e, dai, tirarem suas conclusões!

  • Antonio

    -

    19/10/2013 às 1:08 pm

    Acredito que a Simone não poderia servir para testar medicamentos no lugar dos beagles. Pelo que eu saiba muares não são usados para esse tipo de experimento.

  • Leonardo de Araujo Costa

    -

    19/10/2013 às 12:37 pm

    Caro Reinaldo,

    Com toda a certeza o digníssimo promotor, diligente em suas obrigações, deveria listar as pessoas que invadiram o Laboratório e coloca-las com ‘voluntários’ para os testes dos remédios. É o mínimo que se espera de uma democracia, haja vista, que em vários países civilizados os ‘delinquentes’ presos tem suas penas diminuídas caso se prestem a tais ‘sacrifícios’! Estamos falando de que mesmo?
    CIVILIDADE!!!!!!

  • José Domério

    -

    19/10/2013 às 12:27 pm

    Não sei se vi bem. A cibernética e a internet propiciam informações além da capacidade de lê-las, sem uma equipe. Talvez, neste contexto, você tenha se esquecido de mencionar ato semelhante do MST que destruiu pesquisas preciosas. Essas criaturas não têm a mínima idéia dos benefícios que usufruem da ciência e da pesquisa. Estão no estágio da magia para debelar os males da vida!

  • Audrey

    -

    19/10/2013 às 12:13 pm

    Então Reinaldo…você é um cara legal e tudo mais, deveras informado e tem os neurônios em uso, o que acho admirável.Gosto de você, sério mesmo…mas também gosto dos animais, então vamos fazer o seguinte, vamos relaxar? Tá um sol lindo aqui em Floripa, vou dar uma volta na praia e não vou ler mais o seu Blog pelo menos até segunda-feira, eu sei que você ganha para dar sua opinião, mas eu não…bye.

  • Ilson Barros

    -

    19/10/2013 às 12:10 pm

    Seria ótimo que a Simone ou outros “defensores” dos animais fossem até a porta dos laboratórios e se dispusessem a deixar que novos medicamentos fossem testados neles próprios, nos seus companheiros ou companheiras, nos seus filhos ou parentes.
    Eu, apesar de amar meus bichinhos de estimação, não me submeteria a ser uma cobaia, muito menos permitiria que meus filhos ou meu neto fossem uma cobaia.
    Entre eles e os bichos, que os bichos sirvam de cobaia.
    Só pode pensar no sentido contrário, quem tem menos inteligência que as cobaias…

  • jose eugenio de oliveira soares

    -

    19/10/2013 às 11:29 am

    Meu Caro jornalista,pouco escrevo no blog.Porem,como estudante de direito sou entusiasta de suas opinioes.Embora sendo jornalista,voce sabe sobremaneira licoes do direito propriamente dito.Tenho ca comigo que voce tambem faz ou ja formou-se em direito.Enfim,voce e meu guru tanto politica quanto no direito propriamente falando.A leitura diaria e um oasis no deserto eh,eh.Abracos.

  • Lucas

    -

    19/10/2013 às 11:16 am

    virei fã desse homem

  • moloc

    -

    19/10/2013 às 11:15 am

    Reinaldo.
    E muito mais simples do que parece, a Srta(A) Simone, deveria encabeçar um pedido de Lei, para permitir que ela e outros que pensam que nem ela, serem admitidas como objetos de experimento, é o sonho das Lab. de Pesquisas.
    A lei para testes de novos medicamentos em ser Humano, passa por um processo tão rigido até que o remedio chegue na prateleira, os Grupos de Controles, cujo pacientes os medicos monitoram, levam-se até 20 anos para que se produza um produto para consumo humano, entretanto a bactéria do Botulismo hoje serve como produto de beleza e acredito que as mulheres usam sem sentimento de culpa.
    O filme “eu sou a lenda”, nada mais é um exemplo, do que pode acontecer se não houver controle sobre a pesquisa.

  • Rodrigo

    -

    19/10/2013 às 11:07 am

    O ser humano de hoje tá ficando louco. É um ser que não tá nem aí para o próximo, para as crianças pequenas, mas que é capaz de matar por um cachorro. Já vi gente apoiando o aborto até com 1 mês de VIDA e achando um absurdo que tenham matado os filhotes de uma cachorra. Só pode ser frustração e complexo de se sentir um perdedor para querer colocar qualquer bicho no mesmo patamar ou superior que o do ser humano. Sou católico e os animais estão aqui como obra de Deus, para nos servir e nos ajudar. Isso é uma coisa óbvia. Não devemos maltratá-los INJUSTIFICADAMENTE, o que não é o caso.

  • nena

    -

    19/10/2013 às 11:04 am

    Socorro! Sou brasileira, branca, hetero, respeito orientações sexuais, nasci de pais normais, tenho religião, como frutas, verduras, carne, grãos, tomo remédios, muita água, fico doente, voto, pago impostos, tenho filhos, sou contra o aborto, não jogo papéis na rua, não sou natureba, socialista ou socialite, gosto de ler, de ouvir música, não uso som em alto volume, obedeço as leis de trânsito, as faixas para pedestres e as vagas especiais, não gosto de cerveja nem de futebol, admiro a Ciência, as boas maneiras, o respeito, o direito dos outros, a Filosofia, abomino a violência, a hipocrisia, a mentira, a demagogia, a megalomania, gosto e respeito a Natureza e, sobretudo PENSO e dispenso lavagens cerebrais. Sinto-me desprotegida, enojada, invadida, sofro bullying, e não vejo grupos, juízes, governantes, líderes midiáticos protegendo a minha espécie. Estaremos nós, eu e os meus iguais, destinados á extinção?

  • Paulo

    -

    19/10/2013 às 10:51 am

    Já vi que até aqui aparece quem chame a monetizacao dos piores bandidos por meio de sua utilização em testes para a indústria de nazismo. Chamou de nazista perdeu. Não existe componente étnico, racial, ou ideológico, é a coisa mais simples, um sujeito que fez mal de forma contumaz à sociedade deve ressarcir e não virar um come e dorme ativista das maiores atrocidades como faz a turma do PCC.

  • AlexSouza

    -

    19/10/2013 às 10:44 am

    Reinaldo, estive com o “Zé Lite e a Zelite” (aquele casal famoso – dizem ser da minha terra mas não acredito). Eles andam falando que políticos, juízes, promotores e advogados simpáticos à “causa” estão doidinhos, babando, para entrar no assunto em favor dos invasores, opssss, dos “ativistas”. Estão falando em “garantir direitos” dos manifestantes e coisa parecida. Será? Eles falaram que vem mais uma “jabuticada” por aí; essa parte eu não entendi…

  • Salomão Martins

    -

    19/10/2013 às 10:44 am

    Parabéns Reinaldo. Esta fase de radicalismos e falsa rebeldia tem que ser freado o mais rápido possível. Já está virando palhaçada. Adoro o seu sarcasmo.. “Tira o batom na hora da função” Quase morro de rir aqui… Parabéns pelo post.

  • Andre M. Andrade Jr

    -

    19/10/2013 às 10:30 am

    O medo dos governantes[no caso do presidente não é medo ,é política] de atuar com rigor nesses casos é que dá força aos jornalistas de se posicionarem a favor.Se o governador mostrar decisão e coragem os jornais apoiam e demitem os jornalistas e repórteres que só focam o lado populista e esquerdistas dos eventos.

  • Valeria

    -

    19/10/2013 às 10:15 am

    Eu já me pronunciei, isso é só o começo, os idiotas do sem terras a algum tempo atrás invadiram o laboratório da maior empresa de celulose do Rio Grande do Sul, onde trabalhei os 8 melhores anos de minha vida, eles quebraram tudo perdendo vinte anos de trabalho, é mole ou querem mais.

  • CW

    -

    19/10/2013 às 9:23 am

    Eles não estão nem aí para animal algum. Eles não sabem a diferença entre um cão e uma samambaia. A verdade para o ato é outra. Os ativistas não passam de bucha de canhão para os verdadeiros interessados. Para entender o que está acontecendo no Brasil, é só mergulhar na Rússia em 1917, onde “desapropriar os desapropriadores” era o neologismo para roubo. Movimento social se chamava Soviet. Minorias, eram células do partido. Tudo para criar o “novo homem” a ser hospedado no cemitério. E segue o enterro e o povo vendo paisagem!

  • Marcos

    -

    19/10/2013 às 9:17 am

    Quer dizer que: A partir desse evento bestial, se um grupo de vegetarianos ou de defensores dos animais quiserem invadir um frigorifico ou uma churrascaria e quebrar tudo, eles podem?

 

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