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28/04/2010

às 5:15

A ADOÇÃO DE CRIANÇAS POR GAYS

Por unanimidade, a 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça reconheceu que casais gays têm o direito de adotar filhos. “Precisamos afirmar que essa decisão é orientação para que (…) sempre seja atendido o interesse do menor, que é o de ser adotado”, afirmou o presidente da Turma, João Otávio de Noronha.

O tribunal analisou ontem pedido da psicóloga Luciana Reis Maidana e da fisioterapeuta Lídia Guteres, ambas de Bagé (RS), que adotaram duas crianças, registradas, até agora, apenas em nome de Luciana. Em 2006, a Justiça gaúcha já tinha decidido em favor do pleito das duas, que querem o registro conjunto. Mas o Ministério Público entendeu que a decisão não tinha base legal e entrou com recursos no STJ e no STF. O Supremo ainda não se manifestou. O que penso a respeito?

Já me pronunciei aqui. Acho correto. Eu — que já chamei de fascistóide a tal lei que criminaliza a homofobia, por exemplo, e que considero detestável certa patrulha gay (aliás, a patrulha de qualquer “minoria”) — não encontro um único motivo para impedir casais gays estáveis de adotar crianças. No caso, as duas mulheres de Bagé estão juntas há 13 anos.

Há o que se pode e o que não se pode escolher. Ninguém é gay porque quer. E também não deixa de ser gay ainda que queira. Héteros e homos podem ser decentes e indecentes, morais ou imorais, promíscuos ou comportados, bons e maus pais e mães…

Como o segredo de aborrecer é dizer tudo, vamos lá: creio que casais heterossexuais, desde que ajustados (porque os há monstruosos, não é?) e com as devidas condições, devam ter a preferência na adoção. E a razão é simples: a criança terá certamente menos explicações a dar. Não vislumbro a possibilidade de que uma famílias com dois pais ou duas mães venham a ter o mesmo status da família tradicional.

Mas, para a criança, a possível estranheza provocada por pais ou mães gays é o menor dos problemas se a alternativa é permanecer em alguma instituição, sem afeto, sem atenção, sem cuidados. Homossexualidade “não pega”. E heterossexualidade também não — ou a esmagadora maioria dos gays não viria de lares heterossexuais.

“Então nisso você não está com a Igreja?” É, não estou. Até já deixei de fazer certas coisas por fidelidade à Santa Madre. Mas jamais deixei de dizer o que penso. Não conheço uma interdição explícita à adoção, mas não ignoro que essa família a que não me oponho é reprovada pelo Vaticano. Só peço a delicadeza que não igualem uma questão como essa a outras supostas “liberalidades”, como legalização do aborto, por exemplo.

Note-se: crianças abandonadas, no Brasil, são um verdadeiro flagelo social. Os orfanatos estão cheios. Parece que as famílias tradicionais não têm acorrido em seu socorro em número suficiente. Não posso crer que seja um ato de amor impedir que dois homens ou duas mulheres — dotados das devidas condições psicológicas, morais e financeiras — as adotem. Nesse caso, essa é minha escolha moral. E não me parece generoso, ademais, que uma pessoa impedida de escolher a sua sexualidade também seja impedida de ser feliz ao lado de quem ama.

Pronto! Lá vem a pancadaria!

PS - Há coisas que se impõem como imperativos morais e éticos. Dificilmente eu adotaria uma criança tendo, como tenho, filhas naturais. A hipótese de que poderia não amar com a mesma intensidade a adotada me aterroriza. Opor-se, seja lá em nome do que for, à adoção de crianças por casais gays impõe, é inescapável, um compromisso: dar àquele terrível “estoque” de crianças dos orfanatos um destino melhor do que aquele que lhes está reservado. Um princípio que se firma e afirma sobre a triste sorte de quem não tem escolha talvez deva ser repensado.

PS2 - O que vai em itálico é parte de um texto escrito aqui em 18 de março do ano passado.

Por Reinaldo Azevedo

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221 Comentários

  1. Adrielle Santos

    -

    14/05/2012 às 23:33

    Sou lésbica, sou assumida e independente da minha opção sexual, eu tenho que pagar impostos! Isso é fato! Já que eu tenho as mesmas obrigações que um heterosexual, por qual motivo eu nao tenho os mesmos direitos que ele? Eu não escolhi, porque se eu pudesse escolher minha opção, eu teria escolhido agradar essa sociedade ridicula, ipócrita e medíocre. Então, eu simplesmente dou graças ao MEU DEUS, e não ao Deus de vocês que os fez homem pra mulher e mulher pro homem. A diferença do meu Deus, é que ele me ensina que eu não devo julgar, e devo amar INCONDICIONALMENTE o próximo! Eu sou a favor da adoção e não é só pela minha opção não, mas sou a favor porque os heterossexuais que fazem filhos, as vezes são eles mesmos que não dão amor pra um ser humano que não pediu pra nascer e os jogam lá no orfanato, que os espanca e os maltrata e ainda querem dizer o que é certo ou errado. Concerteza um casal gay tem capacidade pra criar um filho, educa-lo e conscientiza-lo do que é a vida! a vida é ridicula! Existem vários preconceitos: Com os negros, com os anões, com os funkeiros, com os rapers, com os gays, e com o diabo a quatro! Só que felizmente, o tempo passou, e a sociedade tá mudando. Se um filho de casal hetero assistir televisão hoje, ele nao precisa de muito pra escolher ser gay, ja que pra voces é uma opção, ele vai virar siiiiim, mais não é assim, é uma coisa que já é nossa! Sendo assim, eu acho que cada um deveria cuidar da sua eva e do seu adão, e para de cuidar da vida dos outros, de querer discutir oq é melhor pros outros. Seu Deus te deu uma vida só amigo (a), preza bastante por ela, porque é uma vez só que você vive, e peça a Deus pelo seu filho, e não pelo filhos dos outros! Vlww, Beeeijos Evas e Adãos.. (mais pras Evas)

  2. isa

    -

    04/05/2012 às 1:53

    Bem, parece que agora está mesmo aberto o caminho para uma casta da sociedade, então, acostumem-se a ler noticias como a seguir:
    Primeiro como Thomas, agora como Tammy.

    Com direito a tratamento à base de hormônios, o menino Thomas Lobel, da Califórnia, está mudando de sexo e vem causando polêmica. Ele, que tem 11 anos e é filho de um casal de lésbicas, iniciou o processo aos 8 anos de idade.

    As mães do menino, que agora se chama Tammy, defendem a decisão do garoto, alegando que era melhor iniciar o processo de mudança de sexo já na infância, pois na puberdade tudo seria mais complicado e, nesse período, o número de suicidas com transtorno de identidade é muito maior.

    Segundo Pauline Moreno e Debra Lobel, uma das primeiras coisas que Tammy aprendeu a falar foi “Sou uma menina”. Outro fator decisivo para o incentivo das mães foi o fato de aos 7 anos ele ameaçou mutilar o próprio órgão sexual. Foi aí que o transtorno de gêneros foi diagnosticado e no ano seguinte iniciaram a medicação - implantada em seu braço esquerdo e que impedirá o desenvolvimento de ombros largos, voz grave e pelos faciais no menino.

    Segundo informações do Daily Mail, o tratamento hormonal permitirá à Tammy ter tempo de decidir se é isso mesmo o que quer. Caso decida parar de tomar a medicação, será possível passar pela puberdade como um garoto normalmente, sem, inclusive, afetar a sua fertilidade. Mas ao resolver se tornar uma mulher definitivamente, os remédios ajudarão no desenvolvimento de características físicas femininas, como o crescimento de seios.

  3. Franciélle

    -

    22/04/2012 às 22:29

    Bom, sou totalmente à favor da adoção de uma criança por casais homosexuais. Poxa,acham não é justo uma criança ser criada e educada por pais homosexuais? ah, então é justo crinças passarem praticamente a vida toda dentro de um orfanato, sem amor e carinho? Se ter pais heteros é o melhor, porque existe pais heteros que espancam os filhos, doam-os para orfanatos,jogam fora… entre outras coisas. Pra mim uma criança precisa de amor, carinho e educação, e um casal homo pode dar isso à elas. Ninguém é melhor do que ninguém para julgar. E para aqueles que dizem que isso não é o que Deus planejou, que isso é errado, Deus também diz que Julgar o próximo não é certo.

  4. Dani

    -

    15/04/2012 às 16:21

    Tarciane, por favor aprenda a escrever o português básico corretamente, para depois vir mostrar sua opinião sem nexo e intolerante.

  5. tarciane

    -

    28/03/2012 às 10:31

    eu acho isso um abisudo ñ tenho pre conceito mais nao sou afavor deus fez a mulher para o homem e o homem par a mulher

  6. Renato Vieira

    -

    27/03/2012 às 14:19

    Quem sabe dizer se Deus tivesse feito além de Adão outro homem, em vez de Eva,eles não teriam se apaixonado ou se amado? Da mesma forma se tivesse feito outra mulher mais Eva? Quem somos nós para julgar Deus? Nós que cremos nele e em sua PERFEIÇÃO. Eu não sei o que é um ser perfeito além de sua definição em palavras. Eu creio em Deus, mas no meu Deus. A definição de Deus é diferente para cada um. Não adianta querermos impor a idéia de que um Deus é melhor que o outro, isso não existe. Quem cre em algo fique com isso para si e basta, ninguém é melhor que ninguém.Usar o nome de Deus(em vão)para poder impor o seu ponto de vista, expor seu preconceito, é jogar baixo demais. Então, cada um com fique o seu Deus nessa história, embora ele seja muito importante nesses assuntos. Bom, já que eu tirei Deus da jogada o que sobra? O amor. Quem somos nós para julgar o amor dos outros, seja qual for o objeto de seu amor? O que está havendo? Além de querer definir do o outro tem que gostar, fazer, pensar, usar, também querem definir o que o outro tem que amar???? Onde foi parar o amai o próximo incondicionalmente? Ninguém escolhe sua sexualidade e muito menos o que ama, verdadeiramente ou não.
    Estou, como todos, manifestando minha opinião. Me perdoem por qualquer coisa escrita aqui mas me permitam expor minha crença: Deus é amor verdadeiro e só, não podemos compreender esse amor perfeito; o resto é egoísmo dos homens nas suas mais diversas variedades e camadas. Creiam no amor para depois crer em Deus.

  7. LUCINETE FERREIRA

    -

    14/03/2012 às 18:11

    Sou estudante de Psicologia e aprovo a adoção por casais gays, e em relação a Deus sabemos que existem muitos tipos de sexos, mais infelismente as pessoas ainda não tomaram consciência de que se tratam de seres humanos e não de animais, se Deus permitiu que existisse tantos tipos de sexo quem somos nos para julgar as pessoas, até por que Cristo disse quem não tiver pecado que atire a primeira pedra. um grande abraço e vamos respeitar o próximo com seus defeitos e qualidades pois os homosexuais tem uma grande qualidade que é o amor.

  8. RENATA

    -

    06/03/2012 às 12:53

    NAO COLOQUEM O NOME DE DEUS NESSA OPÇAO SEXUAL SUA, PARA ACHAR QUE ”DEUS ” ESTA APROVANDO ELE FEZ HOMEM E MULHER UM COMPLETAR O OUTRO, POIS NAO ACHOU BOM ELE ESTAR SÓ FEZ UMA
    {ADJUNTORA}

  9. clisten corgellys

    -

    12/02/2012 às 2:55

    pessoas homofobicas e pré-conseituosas, eu vi um documentario no canal bbc que mostratrava o resultado da pequisa de mais de 10 anos feita sobre essa questão de crianças serem adotadas po casais gays e lesbicas eo resulatdo mostrou que esas crianças não tiveram nenhuma auteiração mental nem piscologica sofreram preconceito mais defenderam seus pais com unhas e dentes porque tinha uma boa base piscologica e familiar e sim eram crianças normais, sou nutricionista e enfermeiro tenho uma vida boa sou casado a 7 anos gay e claro ja dei entrada pra adota e sei que sera muito bem cuidadda,mais do que essa pessoas como vc de mente pequena. ajudar ao ser tao fragio DEUS estar com migo e tenho a garantia que meu filho ou minha filha e3sta por vim CREIO NO MEU DEUS

  10. Priciana Alexandrino

    -

    20/12/2011 às 15:55

    sou totalmente CONTRA, colocar as crianças no meio de uma relação onde eles próprios escolheram não procriar, não deixar seu legado no mundo. Esta havendo uma inversão de valores imposta pelos veículos de comunicação em massa, A Televisão vêm programando as pessoas e padronizando o pensamento e cultura da população negativamente.. O que é bom pra mim posso desejar o mesmo pra todas pessoas da terra, certo? Porem podemos desejar que todas as pessoas da terra sejam homossexuais, irrefutavelmente NÃO , seria uma catástrofe , seria o fim da natalidade, o fim da vida, o fim do nascimento, e o fim do mundo.. na Bíblia menciona que quando não houver mais criança no mundo, é o fim.. a verdade é cruel, mas precisa ser dita e lembrada sempre..

  11. alexandre moreira

    -

    26/11/2011 às 18:54

    eu posso sim adotar basta eles aceitarem que eu , meu namorado adotemos juntos , hoje eu morro com um amigo muito guerido , nós queremo juntos adotar uma criança negra como filho que seja menino ou menina salve deus a lei 122 no brasil

  12. ricardo

    -

    14/11/2011 às 0:29

    Seu comentário está aguardando moderação

    olha so para calar aboca dessas pessoas homofobicas e pré-conseituosas, eu vi um documentario no canal bbc que mostratrava o resultado da pequisa de mais de 10 anos feita sobre essa questão de crianças serem adotadas po casais gays e lesbicas eo resulatdo mostrou que esas crianças não tiveram nenhuma auteiração mental nem piscologica sofreram preconceito mais defenderam seus pais com unhas e dentes porque tinha uma boa base piscologica e familiar e sim eram crianças normais,que gostavam do sexo oposto ou seja erão heteros.então isso prova que gays e lesbicas adotarem crianças não enterfere en nada no desenvolvimento fisico e piscologico da criança.so tem 2 coisas realmente ruim para as crianças a ignorancia das pesoas e maldade que preferem que uma criaça padessa seja estrupada e coisa pior nas ruas do que ser adotada por uma familia de gays que quer dar amor para ese serzinho que e jogado no lixo espancado estrupado e morto por quem adivinha, por heteros!! são vcs os heteros que fazer filhos ae e jogam no mundo e ainda queren tem o direiro de se acharem melhores que nos um dia todos nos vamos para um lugar chamado cemiterio não inporta se e gay hetero negro asiatico rico pobre.então vai cuidar da vida de vcs en ves de fica se entrometendo na vidas dos outros to cansado dessa ipocresia e so para deixar claro para os heteros vou adotar um menino e niguen tem nada aver com isso.o unico que tem direto de proibi alguma coisa e deus então niguen tem direto de manda na decizão me poupe.

  13. ricardonasci1988@hotmail.com

    -

    14/11/2011 às 0:27

    olha so para calar aboca dessas pessoas homofobicas e pré-conseituosas, eu vi um documentario no canal bbc que mostratrava o resultado da pequisa de mais de 10 anos feita sobre essa questão de crianças serem adotadas po casais gays e lesbicas eo resulatdo mostrou que esas crianças não tiveram nenhuma auteiração mental nem piscologica sofreram preconceito mais defenderam seus pais com unhas e dentes porque tinha uma boa base piscologica e familiar e sim eram crianças normais,que gostavam do sexo oposto ou seja erão heteros.então isso prova que gays e lesbicas adotarem crianças não enterfere en nada no desenvolvimento fisico e piscologico da criança.so tem 2 coisas realmente ruim para as crianças a ignorancia das pesoas e maldade que preferem que uma criaça padessa seja estrupada e coisa pior nas ruas do que ser adotada por uma familia de gays que quer dar amor para ese serzinho que e jogado no lixo espancado estrupado e morto por quem adivinha, por heteros!! são vcs os heteros que fazer filhos ae e jogam no mundo e ainda queren tem o direiro de se acharem melhores que nos um dia todos nos vamos para um lugar chamado cemiterio não inporta se e gay hetero negro asiatico rico pobre.então vai cuidar da vida de vcs en ves de fica se entrometendo na vidas dos outros to cansado dessa ipocresia e so para deixar claro para os heteros vou adotar um menino e niguen tem nada aver com isso.o unico que tem direto de proibi alguma coisa e deus então niguen tem direto de manda na decizão me poupe.

  14. Camila

    -

    10/11/2011 às 17:03

    Ser homossexual é uma opção, pois nem a medicina considera como doença e não é comprovado cientificamente o que causa essa opção sexual. A adoção de crianças por casais homossexuais é muito complexa. Se algumas pessoas tÊm essa escolha, que só envolva ela e o outro homossexual, pois como vai viver essa criança? De fato, ela vai ser excluída na escola, a sociedade não vai aceitar. Este pequeno ser humano vai sofre muito e quando crescer poderá virar um adulto com problemas, devido ao bullying sofrido na escola por ser criado por pais homossexuais. Será que essa criança vai aceitar que seus pais sejam homossexuais? A criança não tem culpa e não precisa ser envolvida em uma relação como essa. Ser algumas pessoas tem desejo por outras do mesmo sexo, sem problemas. Contudo, envolver crianças nessa situação é dispensável.

  15. aianny

    -

    09/11/2011 às 14:31

    por essa ninguem esprava????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????

  16. Amaury

    -

    26/10/2011 às 1:39

    Incrivel como ainda tem gente que ta preocupando com a vida dos outros ‘-’ e poem deus na frete kkkkkk coitado do senhor deve ouvir isso 1 milhão de vezes por segundo por besteiras.
    Deixa o povo fazer o que queiser… não vai ser da nossa conta mesmo, e nem reclamado aqui ou lá vai adiantar, ja foi decidido no planalto

  17. Jayne

    -

    20/09/2011 às 9:27

    Eu sou contra! Meu senhor, aonde esse mundo vai parar? Deus fez o homem pra mulher, e mulher pra homem, e isso foi o que nos fez..já contra uma vontade enorme de Deus ele ter feito vc homem ou mulher, e vc nao aceitar e virar a sexualidade que ele nao te impôs. É escolha sua aceitar a decisão de Deus, nao tenho preconceito, antes tinha, eu assumo! Mas depois percebi que nao sao pela vontade deles. Mais a adoção de ”crianças”? Crianças que quando pequenas fazem tudo o que os pais manda, fazem tudo o que ver, ja vão crescer com um pensamento totalmente errado! Vivam sua vida, sem meter crianças nisso..qual a criança que vai gostar de saber que foi criada por gays ou lésbicas? Vcs tão juntos, beleza ngm tem nada a ver, mais querer meter criança nisso, por favor ne..elas nao tem culpa de nada, nao tem vontade de nada só sao feita pela vontade e ensinamentos de nós. Tudo bem, gays dará amor, ou tanto faz, mais deem amor só entre si, nao precisa serem distribuidos. Tenho meu namorado, homem é tão bom, tão prazeroso..pra que sendo mulher querer ter outra mulher? e homens muitos dizem que mulher é muito bom, pra q querer outro homem. Isso inoja as vezes em saber como é o prazer de todos os gays e lésbicas! Cada um tem sua conscientização, se quer ser SEJA. Ninguém deve se encomodar. Mas não envolva crianças,que o que me surpreendeu foi o casamento que foi aceito, mais o de adoção de crianças, aaaah isso é tenebroso! Vivam, beijem, abracem, curtam. Mais só vcs que estiveram essa escolha, nao façam com que as crianças se sintam culpadas por der sido criada por uma coisa que é CONTRA a vontade de Deus, e contra os nossos principios. Sei que muitas coisas fazemos contra a vontade de Deus, como errar, julgar. Mais assim como eu e muitas pessoas, temos que saber..quem nos ‘fez’ foi um HOMEM e uma MULHER! Então é assim que tem que ir adiantek se for permitido a adoção, a onde vai parar isso meu DEUS? :D

  18. Karen

    -

    26/06/2011 às 20:24

    Quero comentar sobre as palvras “mal colocadas” da Aldenora, não julgo e não quero ser julgada, mas nossa opção sexual parece que da poder a certas pessoas de se acharem maiores. Vou adotar um dia e isso tenho em mente a muitos anos, darei amor, conforto, estabilidade e principalemnte educação ao meu filho(a), agora me diga, quem é vc para dizer o que é certo ou errado? Sua familia deve ser perfeita não? espero que seja, pois apenas desejo o que quero para mim, uma familia feliz, cheia de complicações da vida. Você não acha que como ser humano temos muito mais para nos preocupar? exemplos claros: violencia, dor, corrupção, tantas maldades que não consigos entender e vc se preocupa que na hora de dar apoio e amor serão dois pais ou duas mães? reveja seus conceitos.

  19. dani

    -

    03/03/2011 às 14:56

    toda criança tem direito ha um lar e nao a uma rua, o fato de ser duas maes ou dois pais nao é pior do q ter arua as drogas ou a criminalidade como opçao.o maior preconceito é de pensar q homosexuais nao podem dar amor como os hETEROS!!! ao contrario nao abandonam ou até estrupam sewus filhos como muitos dos heteros fazem ABAIXO AO PRACONCEITO

  20. Gedeão

    -

    16/02/2011 às 5:31

    As famílias, na Grécia antiga, eram obrigadas a entregar os meninos com 7 anos de idade para serem ADOTADOS e educados pelo Estado (do qual as mulheres não participavam). Todo mundo hoje sabe o resultado disso…

  21. J. Silva

    -

    24/12/2010 às 1:15

    Primeiro parabenizo o blog pelo interesse em informações de grande utilidade sobre o tema. Sou professor, 32 anos e moro em Manaus - AM. Mas gostaria mesmo de tirar uma dúvida, se possível: gostaria de saber se um homossexual com todas as suas devidas condições psicológicas, morais, financeiras etc., e que viva sozinho, pode adotar ou não uma criança. Pois refiro-me a mim mesmo porque este é um grande sonho que tenho. Obrigado.

  22. Pollyana

    -

    06/11/2010 às 22:36

    Ah, então ser homossexual é ser imoral, e ser intolerante é ser burro. Concordo sim nessa adoção, não vejo problema. Basta educar e ter uma relacão aberta entre pais e filhos, que hoje em dia em casais considerados “normais”, às vezes não tem. Talvez casais de gays sejam mais carinhosos, deem mais atenção e tenho certeza que amor não iria faltar, isso é o q realmente importa.

  23. Aldenora

    -

    13/10/2010 às 12:34

    sou totalmente contra, isso virou uma praga coitada das crianças vão seguir o mesmo destino deses imorais, alguem precisa colocar ordem nessa bagunça.

  24. Vanessa Sizzinno

    -

    30/08/2010 às 22:05

    Reinaldo a verdade é que todos vamos para o inferno…E ninguém está livre, porque tudo que fazemos é pecado…Desde transar por prazer…se separar…ser infertil…falar mau do outro…mentir sobre o outro..passar por cima do semelhante…trabalhar no domingo…está tudo na biblia e é contra deus fazer estas coisas e o povo não faz? Pior ainda é fazer contrario o que está na biblia quando deus diz que não há ser humano hapto a apontar o outro, e as pessoas não fazem isso?Então vamos todos para o inferno, sendo gays ou não…Quanto a escolha da sexualidade se fosse escolha, os heteros poderiam ser gays quando tivessem vontade de experimentar e depois voltariam a ser heteros…Porque são heteros? Até hoje ninguém explicou…e não me venham falar que foi deus que fez, você nasceu assim…a unica coisa que deus não fez de fato foi a maldade, e pelo jeito é o que mais as pessoas tem em relação a outra. o amor ao proximo já foi esquecido a muito tempo.. Crianças devem ser adotadas mesmo, desde de que não sejam maltradas, não importa a sexualidade dos que adotam, se homosexualidade pegasse a maioria dos gays não viria de lares heteros…Se fosse assima seriam heteros também…é tanta ignorancia que dá vergonha de ser humano e ver que as pessoas usam o dom da racionalidade pra fazer o mau, acabamos com nosso habitat, com nosso alimento, com nossa agua,matamos uns aos outros a toa, e isso não é mau visto?Basta de tanta hipocrisia, o que o outro faz na cama pra mim pouco me importa, sendo uma pessoa bacana pra mim o resto é resto, muitos falsos profetas se levantam pra julgar, mas poucos sabem que a vida é ciclica e que somos vitimas de tudo que falamos . Por isso sou a favor sim da adoção…amor e carinho pode ser dado de qualquer um , desde que seja sincero …preconceito a gente sofre por ser gordo…amarelo …e o um dos piores pela cor da pele…e as pessoas falam que não tem …imagina…se estudassemos mais…nos informassemos mais..saberiamos pra que foi criado os dogmas e os infernos…

    Um abraço…pra todos e boa noite…

  25. fernando

    -

    05/08/2010 às 19:18

    Olá malta, quero deixar meu comentário sobre a adopção por um casal gay. Eu sou gay, sou a favor do casamento gay mas contra a adopção, sei o que passei na escola por este motivo sou contra.
    Muito se tem falado e debatido sobre este assunto, se temos ou não direito, se a lei dá direito ou não e se as pessoas estão a favor ou contra. Mas uma coisa ficou por falar a mais importante para mim, se as crianças aceitam e se estão preparadas para isso, porque a meu ver estes são sempre deixados de parte, nunca têm opinião a dar mesmo nos casos de homem mulher, e acho que quem deve ter opinião são elas, pois têm que estar preparadas para a escola, para tudo, para a sociedade e é nisto que nos gays não pensam, será que elas estão preparadas, será?
    Hoje em dia para uma criança é mais difícil enfrentar o mundo o dia a dia do que para o adulto, começa na escola na rua por todos os motivos são excluídos pelos amigos, gozados e mal tratados, desde não ter umas sapatilhas de marca ate o pai ser alcoólico ou a mãe prostitua é cruel mas é a realidade e o que se vai passar, vai ser excluída e gozada por ser filha de pais gays, vai ser a bicha da turma da rua etc. sem saber porquê na minha opinião acho mal.

  26. rafael

    -

    15/07/2010 às 21:20

    Acho absurdo, gays adotarem crianças, primeiro pra começa e gay, o cara ja nao concorda com o sexo q deus deu a ele,segundo como ficaria a mente dessa crinaça sem saber ao certo o q e uma mae de verdade, vivendo no meio de 2 gays, se ta e maluco onde esse mundo vai para…H.H

  27. vivi

    -

    22/06/2010 às 1:39

    boca maldita,quanta ignorança de certas pessoas ser gay não é contagioso,o assunto mudou totalmente de sentido estamos falando de crianças que poderiam estar aconchegadas em um lar!em relação a igrejas vemos casos de crianças sendo abusadas constantemente em familias de heteros e os padres que abusam de crianças?que perspequitiva esses abusados vão ter sabendo que vem de um ambiente cristão que deveriam acolher??sem comentarios,agora prefirem que crianças “mofem” em orfanatos , abrigos com tantos pais e maes querendo dar amor,carinho a esses filhos é desumano é cruel não devia nem ter ler,o carater e capacida d ser humano agora é medido com que tem no meio das pernas e como s usa!desacredtei

  28. lúcia

    -

    15/05/2010 às 17:10

    Particularmente, não concordo com a prática do homossexual, não é o caso de ser preconceituosa, mais tenho o meu próprio conceito com relação a esta prática. O homossexual não é doença, não é de nascença, pois não foi comprovado nem cientificamente e nem geneticamente. Assim ficando claro que deve ser uma preferência imposta ou aprendida. Portanto se fomos concordar com cada prática que a sociedade impõe por minoria de grupos e querer legalizar onde vamos chegar. Já pensaram se for legalizar as drogas, a pedofilia, o homossexual, onde chegaremos, pois o ser humano é insaciável, e cada vez querendo mais, onde fica os nossos principios.
    O ser humano tem que ser imposto limites.

  29. Dalla

    -

    05/05/2010 às 13:18

    É incrivel como ainda estamos presos a velhos preconceitos e atrelados a desculpa que é contra a religião, parece mais desculpa para não pensar no problema. Muita gente que discorda da adoção de casais homoafetivos nunca sentiu como é estar sozinho, não sabendo qual é o caminho do amanhã, principalmente para os adolescentes que simplesmente não sabem o que fazer depois que deixam a instituição que virou a sua casa. Sem família ou parentes qual caminho que ele vai seguir? Ficar na rua pedindo esmolas ou roubando? Talves se esses adolescentes tivessem sido adotados por casais homos ou mesmo eles tivessem um futuro melhor.
    Falar é fácil, agir é que são elas!

  30. Luciene

    -

    03/05/2010 às 16:10

    Sou gay, vivo com minha mulher há 20 anos e não pensamos em ter filhos, pela questão financeira.

    Em geral, não concordo com a maioria de suas idéias a respeito desse assunto, como você pode imaginar. Assim, me surpreendi com sua posição a respeito da adoção. Boas surpresas são bem-vindas.

    Uma dúvida surgiu: qual sua posição acerca do reconhecimento civil das uniões entre pessoas do mesmo sexo? Pergunto porque apesar de a surpresa ter sido boa, estranho que alguém que seja contrário a este reconhecimento defenda que essa união inclua filhos, já que o patrimônio amealhado em conjunto, a ser herdado por eles, pode ser pilhado por parentes. Defendo os mesmos direitos, sem distinção.

  31. Dúvida

    -

    03/05/2010 às 14:10

    Por que o casal gay não auxilia no orfanato, aliás uma é psicóloga.

    Quando adultas, as crianças adotadas não poderão entrar na justiça contra o estado, por ter lhes encaminhado para famílias
    não convencionais.

  32. Alexey Dodsworth

    -

    03/05/2010 às 2:22

    Tenho lido também - e aqui tenho me furtar para não rir - que tais adoções fazem parte de uma manobra militante gay, com a finalidade de criar minimilitantes. Quem argumenta isso delira. A massiva maioria dos casais homossexuais não demonstra o menor interesse em adotar crianças. Além disso, gays não são estéreis. Eles podem fazer filhos, se quiserem. Eu conheço mais de um homem homossexual que fez filhos com mulheres, elas mesmas homo ou heterossexuais. Nada impede que gays criem crianças que eles mesmos fizeram. Mas por que um gay ou uma lésbica que sintam este impulso paternal/maternal têm que fazer algo que lhes causa nojo [heterossexo], quando podem adotar uma criança? Bom para todos!

  33. Alexey Dodsworth

    -

    03/05/2010 às 2:19

    Antes de tudo, devo dar meus parabéns por sua honestidade intelectual.

    Apenas acrescentando: tenho percebido que um dos temores recorrentes de quem é contra a adoção por casais gays envolve a suposta “contaminação da homossexualidade”, o que de forma alguma se evidencia. O que se verifica, em crianças criadas por homossexuais, é que elas simplesmente não são preconceituosas, mas não se verifica inclinação homossexual em maior intensidade do que se verifica, por exemplo, em filhos de casais hetero.

  34. Eduardo

    -

    02/05/2010 às 20:04

    Boa noite a todos.

    1 - O que é “natural” hoje? Se é para ser “natural” vamos todos tirar a roupa e morar em cavernas sem remédios, fogo, energia elétrica, celular, etc, etc, etc. Nossas vidas são praticamente 100% “artificiais” neste sentido.
    2 - Sexo oral e anal entre homem e mulher também é “anti natural” viu gente? Ou você acha que só quando é praticado por duas pessoas do mesmo sexo deixa de ser “natural”?
    3 - Sobre adoção gay há um vídeo muito interessante de poucos segundos que diz tudo:
    http://www.youtube.com/watch?v=1o4YUY4feys&feature=related

  35. Kirk

    -

    29/04/2010 às 17:54

    ” “Precisamos afirmar que essa decisão é orientação para que (…) sempre seja atendido o interesse do menor, que é o de ser adotado”, afirmou o presidente da Turma, João Otávio de Noronha.”

    ?????????????????????????????????????????

    Huuummm…Então,tudo é permitido,DESDE QUE “sempre seja atendido o interesse do menor, que é o de ser adotado”!!!

    Eu tô louco,ou é isso mesmo???!!!

  36. Luís Guilherme

    -

    29/04/2010 às 14:23

    Ah, Reinaldo, li a decisão. Ela usa do “direito achado nas ruas” que você tanto condena. Qual a diferença? Você se contradiz, e gravemente, nisso.

    Uma coisa é você achar que os gays têm direito a adotar crianças (e eles têm, as duas crianças já tinham sido adotadas), outra coisa é dizer que os gays podem realizar seu delírio de botar o nome de duas pessoas do mesmo sexo nos documentos do menor (uma crueldade!), outra completamente diferente — e ainda pior — é apoiar uma decisão que fere (ou torce) a constituição por conta do “direito achado nas ruas”.

  37. Luís Guilherme

    -

    29/04/2010 às 13:31

    Reinaldo, um artigo de contraponto:
    http://trunc.it/7jxye

    Abraço!

  38. Marcos Crecchi

    -

    29/04/2010 às 11:31

    No fim de tudo a criança não tem direito de escolha, mas de circunstâncias impostas.

  39. Ogar

    -

    29/04/2010 às 2:57

    E last, but not least…Escolho meus amigos pela inteligência e pelo caráter, não pela sexualidade deles, que não é da minha conta…

  40. Ogar

    -

    29/04/2010 às 2:50

    BOOTLEAD,
    não sou homosexual…Mas conheço vários casos de homossexuais que criaram crianças, e para o seu espanto e perplexidade, coinscidentemente, NENHUMA delas se tornou homosexual!!…

  41. Teseu

    -

    29/04/2010 às 2:39

    Ainda me escandalizo com a IGNORÂNCIA HUMANA!!!!..
    Segundo alguns aqui, “À FAVOR DA NATUREZA” é deixar crianças abandonadas em orfanatos, quando sabemos outras crianças criadas por homosexuais, são absolutamente bem tratadas e felizes!!!!!!!……..
    VÃO PARA O TALIBÃ VCS, E SE AFOGUEM NA SUA IGNORÂNCIA!!!!!

  42. Paulo Medeiros

    -

    29/04/2010 às 2:27

    Meu olho sangra ao ler esses comentários absurdos aqui.

    Nem a corja do PT, com José Genoino levado como exemplo, pensa de forma tão limitada.

    E muito me impressiona que profissionais do Direito (Juristas não) pensem dessa maneira. Levando alguns pontos de vista em consideração chego a acreditar que apoiariam gays sendo levados aos campos de concentração.

    Enfim, normalmente o que não conseguimos entender, rejeitamos.
    É o comum, jamais normal.

    Hail Hitler

  43. Victor

    -

    28/04/2010 às 23:55

    “Sou contra porque homossexualidade é contra a natureza”: ué, homossexuais são criados em laboratório? Não são naturais? Olha, dá desânimo… nem quero argumentar mais. As pessoas se atêm a seus preconceitos e só o tempo vai transformar isso. Seria tão mais simples dizer “não gosto porque não gosto, pronto!”; já disseram isso na minha cara e acho tão mais honesto do que invocar Deus, a natureza - coisas que as pessoas ignoram de todo. Um dia, esta nossa “humanidade precária”, como disse tão bem o Reinaldo no outro post, que por séculos achou justificação moral para escravidão, racismo, sexismo, etc, etc, evolui mais este passo, porque os cães ladram e a caravana passa.

  44. Julio

    -

    28/04/2010 às 22:47

    Você defendeu com afinco a instituição do crucifixo em tribunais, mas acha que o conceito de família é mais largo e menos necessário, ué? Família é família. Dar alimento para aqueles que querem mudar o conceito de família e substituí-lo por uma arremedo é lamentável.

    Além do mais, o ninguém está impedindo ninguém de ser gay, mas ser gay implica justamente não constituir família. Querer famílias gays é um atentado contra uma instituição cultural um pouquinho mais importante do que os crucifixos no tribunal.

  45. Claudio

    -

    28/04/2010 às 22:46

    Reinaldo;
    Parabéns pelo texto.

  46. Paulo Carioca

    -

    28/04/2010 às 22:38

    Sobre a causa da homossexualidade, especulada por alguns leitores, cito uma frase dita por meu tio-avô:

    Seria difícil explicar o sobrenatural, se fosse fácil explicar o natural.

  47. Paulo Carioca

    -

    28/04/2010 às 22:34

    Não se pode condicionar a educação de uma criança ao que ela “vai ter que dizer lá fora”. Um dia, todo mundo acaba tendo que lutar na vida. Por que não aprender desde cedo? O mundo é inerentemente perverso e competitivo. Mais importante do que encarar ou evitar as prováveis chacotas, é ter uma boa formação moral, afetiva e intelectual. Muitas das coisas hoje tidas por triviais foram conquistadas com lutas sangrentas. Precursores sempre foram bois de piranha. E o requinte da maldade é que muitos de seus beneficiários, hoje, são os mesmos que apedrejam os precursores do amanhã. Parabéns, STJ.

  48. -

    28/04/2010 às 22:26

    Reinaldo,

    É impressionante como praticamente todos os que não concordaram com o seu posicionamento fugiram do foco.

    Você não está discutindo se homossexualismo é pecado, ou não. Nem se é natural. Você está querendo dizer que NÃO EXISTE NADA PIOR DO QUE O ABANDONO. Se oferecem um lar para quem não tem, que assim seja, porque não é a opção sexual que determina quem é um bom ser humano. Entendi mal?

    O fato é que, por suas crenças, dizem que é pecado - o que é compreensível. Mas radicalizam, quando se sentem no direito de punir. Essa prerrogativa não pertence à Instâncias Superiores?

  49. Sobrinho querido

    -

    28/04/2010 às 21:33

    Tio Rei,
    nunca antes na história deste país concordei com vc. Mas agora concordo plenamente com seu post. Parabéns pela boa análise.

  50. Ricardo

    -

    28/04/2010 às 20:42

    Reinaldo, você está de parabéns.Como sempre!Tenho orgulho em ser seu comtemporâneo!Você com certeza é uma das pessoas mais importantes deste país.

  51. Praque

    -

    28/04/2010 às 20:34

    Discordância 3 – Motivos para gays não adotarem existem muitos. Você colocaria uma raposa para tomar conta de seu galinheiro? Você pagaria a um desses juízes aí com um cheque em branco apenas assinado? Você deixaria seu filho sair em uma excursão com um militante gay, em uma união estável que já dura treze anos? Entregar o filho dos outros é fácil.
    Discordância 4 – Gay é comportamento, ponto final.
    Discordância 5 – Dê uma olhadazinha, honesta, nas pesquisas sobre moralidade, decência, promiscuidade nos meios hetero e homo, antes de sair dando chutes como internautas, favor.
    Discordância 4 – Você prefere morar em Cuba numa bela, confortável e luxuosa mansão, com os irmãos castros no seu encalço ou em sua casa no Brasil? A criança abandonada não precisa só de comida, em primeiro lugar ela precisa de princípios. A comida escorre pelos seus intestinos mas sua mente a acompanhará pelo resto de sua vida e pela eternidade.

  52. BOOTLEAD

    -

    28/04/2010 às 20:00

    Boa noite Reinaldo!

    No meu tempo não existiam “gays”, só boiolas, baitolos, veados e muitos outros adjetivos, por exemplo, onde eu “trabalhei” também eram chamados de “dadacus” e “papacus” (os conhecidos troca-trocas, “gillettes”), porque eu acho que nesse tipo de “relação” o cara faz os dois papéis, não acredito que tenha um que só leva e outro que só manda ver, com certeza uma mão lava a outra, uma de cada vez claro, porque as duas juntas é humanamente impossível, mas para “criaturas” dessa natureza sabe-se lá, rssss. Bom, eu nunca entendi essa coisa, nunca procurei entender e nem pretendo.

    No caso de duas criaturas fêmeas, agora também nessa tal embalagem chamada “gay”, no meu tempo eram chamadas de sapatões (no masculino mesmo), lésbica era uma palavra digamos assim, meio pedante para a rapaziada usar, havia alguns que as chamavam de “safas”, descobri mais tarde que safismo (talvez o certo seria safadeza mesmo e não o antropônimo grego) também era usado para denominar tal prática.

    Agora, no caso do tema em questão, a adoção de crianças por parelhas do mesmo sexo, considero uma abominação, porque só um néscio ou um mal-intencionado para nos levar a crer que as crianças - não sei de qual sexo(s) são as mesmas aqui tratadas - não serão tendenciosamente levadas a adotarem o conjunto de idéias e valores das adotantes. Em suma no mínimo serão como se diz por aí em mais uma das inúmeras variantes desse obscuro mundo “gay”: Bissexuais.

    Antes que alguém venha com aquele manjado papo politicamente correto: “Ah! E se você tivesse um caso na família, ou se vier a ter…”, etc. Já vou avisando, não tenho graças a Deus e se tiver será isolado(a) da minha convivência, como também não mantive, até tomar conhecimento ou como se diz por aí “o(a) caboclo(a) sair do armário, não mantenho e pelo menos nesta vida não manterei nenhum tipo de relacionamento com essas criaturas. A não ser que a criatura me procure para pedir algum tipo de ajuda para se tratar, curar o vício, ou seja: SAIR DA ESCURIDÃO!

    COMME IL FAUT!

  53. Praque

    -

    28/04/2010 às 19:58

    Caro Reinaldo,

    Espero que não considere discordar de você pancadaria, pois discordo total, irrestrita, cabal e visceralmente.
    Discordância 1 - da 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça
    O direito brasileiro não reconhece o direito de casais gays adotar filhos. Não existe no direito brasileiro gays, nem casais gays, a não ser naquele direitozinho marxista achado nas latas de lixo.
    Discordância 2 - do presidente da Turma, João Otávio de Noronha da 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça
    Essa decisão não atende o interesse do menor e, neste caso, não é interessante que ele seja adotado.
    ….

  54. daniel

    -

    28/04/2010 às 19:41

    Você diz o obvio e causa polêmica? Estou impressionado com seus leitores, sei que ninguém é obrigado a concordar, mas para mim é como se alguém dissesse que é a favor da pena de morte para os gays. Porque se a opção sexual de alguém não é um crime, porque seriam punidos? Perdem o Direito a adoção…?

  55. CARLOS

    -

    28/04/2010 às 19:07

    Evidentemente é preferível que uma criança seja adotado por
    um casal gaya continuar num orfanado donde sairá para a rua e em seguida para a Fundação Casa.
    Quanto ao seu ponto de vista em relação a adoção de uma
    criança basedo na hipótese de não conseguir amar àquela tanto
    quanto a um filho biológico, não se preocupe, tenho três adotivos
    e um biológico e tenho muita dificuldade para distingui-los!

  56. -

    28/04/2010 às 19:03

    Reinaldo,

    penso que o ser humano é correto, ou não - e isso independe de sua opção sexual.

    Concordo com você, mas creio que deva haver um acompanhamento rigoroso, em qualquer adoção, seja por heteros, seja por gays.

    Permitida a adoção, a criança precisaria ser ouvida, periodicamente, por especialistas e, de preferência, sem a presença dos pais adotivos para que falem com expontaneidade.

    A medida evitaria muitos dos abusos a que inocentes são submetidos. Isso, sim, me parece bem mais importante do que o sexo dos pais.

  57. luisrobertosouza

    -

    28/04/2010 às 19:03

    Reinaldo,

    Brilhante e coerente este seu post. Apenas para reconfortá-lo quanto ao PS: eu e minha esposa somos um casal “normal”, saudável, em condições de gerar filhos biológicos mas que, por opção de vida, resolvemos ter filhos adotivos tão somente. E quisemos que não fossem parecidos conosco, que não fossem bebês e que não separaríamos irmãos. Assim, ganhamos Thalya com 3 e Nathan com 2 anos. Isso foi há 7 maravilhosos anos, plenos de amor e felicidade. E é amor incondicional o “amor dos filhos do coração”, tenha certeza disso.
    Para uma adoção ter sucesso bastam amor incondicional e construir a família sobre a verdade. Os meus sabem da verdade desde o primeiro dia e nos amam demais.

  58. jotapê

    -

    28/04/2010 às 18:59

    Reinaldo,
    sua intenção não era (presumo) fazer uma pesquisa sobre o assunto. Só que acabou virando.
    Costumo dar uns pitacos por aqui, na maioria das vezes concordando com os seus pontos de vista mas, desta feita, vou discordar de você.
    Parafraseando um dos comentaristas abaixo, quando diz que a situação “…é contra a natureza humana”, digo que discordo da decisão, e do seu posicionamento, porque acho que É CONTRA A NATUREZA. Ponto. E essa eu reverencio, antes e acima de quaisquer outros argumentos.
    Mas é preciso muito mais que isso para que eu deixe de ser um assíduo frequentador do seu blog. Como você diz no post seguinte, se quiser ler a mim mesmo, crio o meu próprio espaço.

  59. Cético

    -

    28/04/2010 às 18:34

    Reinaldo,

    Independentemente dessa questão da adoção por gays (não sei se seria adequado ou não), os argumentos religiosos são dogmáticos ao extremo. Não sei como você ainda consegue ser católico ou simplesmente cristão. Assim também são os islâmicos e os religiosos em geral. Justiça seja feita.

    É por isso que penso ser a cultura ocidental em geral distinta das demais culturas do mundo não pela religião cristã, mas pelo seu lado laico, nascido a partir do Humanismo renascentista e desenvolvido pelo Iluminismo.

  60. Incisiva

    -

    28/04/2010 às 18:33

    Por melhor que seja um orfanato, as crianças serão sempre números! Dei aula em orfanato. É triste ver um grupo de crianças sem identidade. Sem banhos quentes regulares, sem higiene adequada. E, apesar disso, vocês precisavam ver, elas sonhavam!Se elas têm chance de uma formação como indivíduos, recebendo amor, compreensão e vivendo uma vida digna, que sejam abençoados homos e heteros, que as adotem.
    O tema é polêmico!
    Precisamos somente aprender a afastar o véu do preconceito e da hipocrisia, colocando-nos de forma mais profunda para discutir e encarar assuntos, sobre os quais fazemos discursos desconhecedores, ralinhos, agressivos, para fugir da seriedade que eles implicam e propõem.

  61. Paulo Bento Bandarra

    -

    28/04/2010 às 18:27

    “Uma criança adotada, por pais ou mães de que orientação sexual forem, NÃO VAI TER VERGONHA DISTO!!..Conheço vários casos de indivíduos que foram adotados até por transexuais, e por acaso, NENHUM deles sequer é homosexual, e todos tem a sexualidade bem resolvida….”

    Pela Novíssima “Boa Nova” parece que o único sinal de doença mental é a pessoa ser heterossexual e monogâmico! Se for religioso então deve ser internado a isolado do resto da sociedade para não contaminá-la.

  62. Luis Fernando Oliveira

    -

    28/04/2010 às 18:18

    Neste ponto discordo completamente dessa decisão da justiça, e dos que a apoiam. Não é a questão de ser contra a igreja, e sim ir contra a Bíblia. Cristão que não são pautados por seguir a Bíblia como regra de Fé e Prática deveriam simplesmente deixarem de ser Cristãos. Contra isso não há argumentos de que o importante é o amor, o carinho, o lar. A Bíblia condena vêementemente o homosexulialismo, não é uma questão de religião, e sim de obediencia a palavra de Deus. Concordo que cada um tem seu ponto de vista, mas que cada um seja responsável por seus atos, e isto Deus cobrará no dia do Juizo Final

  63. Cético

    -

    28/04/2010 às 18:15

    O problema é o homossexualismo ou o teísmo ? Eis a questão.

  64. Observador Esperançoso

    -

    28/04/2010 às 18:04

    Reinaldo,

    Corajosa sua posição, aliás consistente com seus outros posicionamentos.

    Desafio as pessoas que discordam desta a visitar um lar de crianças abandonadas e sentirem na pele as carências, os olhares pedintes e as fromas de sedução que as crianças utilizam para pedir que você as leve para sua casa.

    E olhe que as instituições desse tipo que visitei são consideradas as melhores, referências em seu meio, e - desculpem se parece um regionalismo bairrista - no estado mais desenvolvido do país.

    Há muitas crianças vivendo circo de horrores, e para as quias essa possibilidade pode significar a diferença entre ter uma vuda ou não.

  65. TESEU

    -

    28/04/2010 às 17:47

    CONClUINDO…
    …demonstrativo de ignorância, preconceito, e egoísmo…

  66. Teseu

    -

    28/04/2010 às 17:45

    Quero ter o prazer de responder particularmente ao ALESSANDRI (?)..
    Pra começar, este seu nome é GAY, seja verdadeiro ou “nick”…
    Depois, o seu depoimento está recheado de preconceitos e ideias anacrônicas!!..”Adão e Eva”!..”bons costumes”..”perversão sexual”..”família tradicional”!!!…
    Uma criança adotada, por pais ou mães de que orientação sexual forem, NÃO VAI TER VERGONHA DISTO!!..Conheço vários casos de indivíduos que foram adotados até por transexuais, e por acaso, NENHUM deles sequer é homosexual, e todos tem a sexualidade bem resolvida….Criança precisa de amor, e o importante é que tenham pais ou mães que os amem!!!…Preferir crianças abandonadas num orfanato, é apenas d…

  67. Edson

    -

    28/04/2010 às 17:39

    “Há o que se pode e o que não se pode escolher. Ninguém é gay porque quer. E também não deixa de ser gay ainda que queira”.

    Reinaldo, tenho a impressão de que ninguém pode afirmar tão categoricamente isso. Nem a ciência nem ninguém.
    Sei de pessoas que deixaram de ser gays.
    Baseado em quê você afirma isso ?

  68. Jmendes

    -

    28/04/2010 às 17:29

    Olha, estou pendendo mais para ser a favor da adoção de crianças por casais gays.

  69. Sou a favor

    -

    28/04/2010 às 17:15

    Que um casal dito “normal” seja considerado como a melhor opção p/ adotar e criar uma criança é inquestionável.
    Mas na vida real as coisas não funcionam assim.
    TODOS os dias vemos notícias de pais que atacam as próprias filhas,portanto um hetero pode perfeitamente atacar sua filha adotiva,ou filho.
    Outra coisa,hoje em dia,é comum a separação.E depois um novo casamento,ou vários,entre os casais ditos normais.
    Neste caso como fica a cabeça das crianças,com um pai biológico,outro postiço,e por aí vai…
    Penso que se a união entre homossexuais for estável,nada pode impedir este par,de dar amor,abrigo e condições de crescimento normal a uma criança abandonada.

  70. maria

    -

    28/04/2010 às 17:09

    Nao sei se a crianca Vai suportar o bulling na escola ou outro grupo social .Posso afirmar que sofrera preconceito com certeza e e muito doloroso .Eu, como mae de uma jovem portadora de sindrome de down ,(que amo mais que tudo na vida) posso garantir que nao e facil superar. Costumo dizer que tenho uma ferida aberta no peito, nao por minha filha ter a sindrome ,mas pelo preconceito que a sociedade dispensa a ela. Embora ela tenha sido muito estimulada e atingido um grau de desenvolvimento muito bom e tratada como fora do padrao social . E por isso sofre toda sorte de restricoes.
    Seria justo essas maes gays expor essa crianca a esse ?Sei la…

  71. TANIA A

    -

    28/04/2010 às 16:53

    Perfeito. Incrível. Maravilhoso. Voce acerta, sempre. O que seria da gente sem você?

  72. Amoedo

    -

    28/04/2010 às 16:52

    Reinaldo,

    Acho que o STJ cometeu um grande equívoco.
    Primeiro, ao igualar as famílias naturais, com pai e mãe aos pares homossexuais, que nunca formam casal, pois são do mesmo sexo.
    Que tipo de formação uma casa assim pode oferecer a uma criança?
    Segundo, não se levou em conta que 90% dos casos de abuso sexual contra crianças, pedofilia e pederastia, são cometidos por homossexuais. Não se levou em conta o risco a que estão expondo os órfãos.

    Até.

  73. Antonio

    -

    28/04/2010 às 16:45

    As críticas sempre vêm com caráter religioso. É preciso lembrar que estamos em um Estado laico.
    Ademais, essa “verdade” de que homossexualismo não é uma coisa natural, é justamente criação da Igreja. Se não fosse da natureza humana, então porque surgiu? E não é criação recente, há relatos de casos por toda a história da humanidade.
    Caso a questão se tratasse de uma “opção” ou uma orientação sexual, garanto que muita gente não escolheria enfrentar esse caminho, ante a dificuldade de ter que enfrentar uma sociedade hipócrita e preconceituosa. Se não aprova, simplesmente afaste-se. Respeite a opinião alheia. Grosseiria gera grosseiria. Isso é violência.
    Lembrem-se, a generalização é burra.

  74. LIMA

    -

    28/04/2010 às 16:44

    REINALDO

    A MATÉRIA É MUITO POLEMICA, MESMO SE APLICANDO À LÓGICA. TODAVIA, NÃO CREIO QUE AS TENTATIVAS NESSE SENTIDO SEJAM CALCADAS EM DESAFETO. ACHO QUE O QUE LEVA OS GAYS A TENTAREM ADOTAR UMA CRIANÇA ORFÃ OU ABANDONADA, EM PRIMEIRO LUGAR, DEVE RESIDIR NO CARINHO E NO AMOR, QUE TAIS PESSOAS TAMBÉM TÊM PARA DAR.

  75. Mme Putzka

    -

    28/04/2010 às 16:39

    Carro senhorr Jean (3:33)

    Arrcaico comm dois acentos (á) é demmasiadammente arrcaico
    Se fosse comm dois assentos, serria demmasiadammente gay.

  76. Junior

    -

    28/04/2010 às 16:36

    A questão é, como sempre, a sexualidade de cada um e seus efeitos e o sexo não deveria ser o fator TRANVERSAL para todas as atividades do ser humano, pois é só…sexo e serve basicamente para…procriar ponto. Deveria ser inquestionavel, e nunca deveriamos esquecer deste fundamento, a partir disto, creio que usar a opção sexual como causa ou motivação para nossos atos, qualquer deles, inclusive a adoção, tenha premissa incorreta e falsa.

  77. Antonio

    -

    28/04/2010 às 16:35

    É uma lástima ver que ainda há muitas pessoas com uma visão estreita, errônea e preconceituosa contra os homossexuais. Não, o homossexualismo não se escolhe. Não, nem todos os homossexuais são promíscuos. A generalização é burrice.
    Sou a favor da possibilidade de casais do mesmo sexo poderem adotar, desde que estejam aptos para tanto, assim como ocorre entre casais heterossexuais.
    Não é indiscriminadamente que se entrega uma criança a qualquer casal que se proponha a criar alguém. Eles devem passar por uma avaliação, um assistente social deve acompanhar a vida do casal para ver se eles tem condições, econômicas e morais, de educar uma criança, assim como qualquer casal heterossexual.

  78. ney

    -

    28/04/2010 às 16:13

    Tem gente que se faz de desentendido ou não quer entender o que escrevemos, por exemplo o Victor escreveu tanta besteira que, fiquei impressionado com sua logica, se voce é gay é problema teu, mas garanto que seus pais nao tem vergonha e nen preconceito, mais que normal e logico, afinal voce é filho, e seus pais são marido e mulher, pelo que entendi, se voce ler melhor o texto então compreenderá o contexto, não leia as coisas pela metade, ou incompleta. Acho também que cada uma é cada uma, e sabe o rumo que toma em sua vida, então fica o teu livre arbitrio, mas não entende mau os outros, pois o maior preconceito que encontrei até hoje, foi dos gays em relação os normais (entenda normais)

  79. Iago José

    -

    28/04/2010 às 16:00

    Caro amigo Reinaldo.
    Concordo em gênero, número e grau. Certas coisas ainda impedem a sociedade de pensar racionalmente. A imbecilidade é uma delas. Casais gays adotarem crianças, desde que estejam aptos a isso, reduziriam os números de crianças em orfanatos, além de legitimizar algo que já é legítimo nos conceitos de sociedade moderna, sem preconceitos, afinal, homossexualidade não é crime e nem demérito para ninguém.
    Os filhos adotados por homossexuais, com certeza, terão de responder muitas perguntas, mas acredito que com o tempo, a cultura ética e moral das pessoas mude.
    Abraços,
    Iago José
    http://cafedeladroite.blogspot.com

  80. Roberson

    -

    28/04/2010 às 16:00

    Se alguém esta ajudando a outro, não importa aul seja o sexo, cor, nacionalidade, fé, etc… O que o importa é o respeito e o ato humano da ajuda. Por mais que um ofanato seja bem equipado, falta o carinho e amor sincero de um lar. Acho ótimo que aumente o numero de adoções. Quando vejo uma criança num orfanato, ou abandonada pelas ruas, penso em meus filhos, e imagino o que estas crianças devem sofrer sem um lar.

  81. Ricardo

    -

    28/04/2010 às 15:58

    Pois é, de uns tempos prá cá, quase tudo é feito em função de gays, lésbicas e assemelhados.
    Inverteu-se tudo e a sociedade, repleta de tecnicidades e teses mirabolantes, apoia incondicionalmente todas as reivindicações “politicamente corretas” dessa gente, não se dando conta do abismo que vai sendo aprofundado em prol do desmanche familiar. Triste sina esta do mundo em que vivemos.
    SE OS VIADOS SOUBESSEM O QUANTO É BOM TER (não ser) MULHER, SERIAM MULHERENGOS SÓ DE VIADAGEM!!!

  82. Victor

    -

    28/04/2010 às 15:54

    (afff… é meu 4º post, reinaldo. Desculpe, mas não resisto)

    Aos que se dizem preocupados com o “bullying” que as crianças vão sofrer (e que certamente nem dormem à noite preocupados com o que elas estão sofrendo AGORA nos orfanatos): ninguém, meus caros, entende melhor de bullying, é mais sensível ao bullying, sofreu mais bullying do que um gay. Podem estar seguros de que impedir que seus filhos adotivos sofram esse tipo de agressão e prepará-los para enfrentar o preconceito (com AMOR e afeto, que a fonte da segurança e da auto-estima de uma criança) são as preocupações mais óbvias de um casal gay que adota uma criança.

  83. pacifico

    -

    28/04/2010 às 15:44

    REINALDO SEMPRE ADMIRO SEUS TEXTOS. ADMIRO E ME FAZEM BEM. NESTE ASSUNTO PORÈM QUERO, AO CONTRÁRIO DA MAIORIA, TE DAR OS MEUS PÊSAMES. COMO DISSE O INDIGNADO, QUE ESCREVEU ACIMA:”NÃO PODE DAR CERTO. É CONTRA A NATUREZA”. EU ACRESCENTO É CONTRA OS PRINCIPIOS CRISTÃOS. UM ABRAÇO.

  84. Crítico

    -

    28/04/2010 às 15:36

    Quem disse que o homossexualismo é antinatural ? Eu já vi dois cães “trocando” e já li que os animais também praticam o homossexualismo.

  85. ney

    -

    28/04/2010 às 15:36

    Continuando, e multiplequem, então muitos vão dizer que sou preconceituoso, ou mesmo ate voce, mas a Palavra de Deus diz que Ele, Deus, ama o pecador, mas abomina o pecado, então todos nós somos dignos de misericodia de Deus, todos, somos iguais perante a Ele, mas temos que ser dignos também de sua Salvação, querendo ou não os seres humanos, então o que podemos dizer, a Lei maior é a Deus, a do homem é copia e não melhorada, mas a base é a Lei Mosaica. Então que fique claro, evangelicos é contra o pecado e não contra o pecador.

  86. Jean

    -

    28/04/2010 às 15:33

    Concordo contigo Reinaldo.
    A todos que fazem comentários arcáicos desejo que tenham filhos gays.
    Abracos.

  87. Pablo

    -

    28/04/2010 às 15:27

    Disse tudo. Parabéns!

  88. polimático

    -

    28/04/2010 às 15:25

    Não encontro um único motivo para impedir casais gays estáveis de adotar crianças.

    Pois é, mesmo Reinaldo Azevedo tem seus “momentos”…

    O que surpreende é que, sendo você um grande amante da lógica, a sua fala continue impregnada das observações feitas por gente como aquela sexóloga que sentou-se perto de ti na MTV. Nunca você se posicionou nesta questão da homossexualidade colocando-se ao lado de psicólogos e psiquiatras de prestígio. E há um simples motivo para isso: psicólogos e psiquiatras de prestígio não endossam a homossexualidade.

    Simples. Lógico.

  89. Luiz

    -

    28/04/2010 às 15:24

    ora, M.Rei, oq importa a opção sexual de quem vai adotar? Não entendo isso, desde que não seja um casal de tarados. Acho até que qualquer 2 pessoas deveriam ter aberta a possibilidade de se analisar isso, tipo uma mãe e filha que quer adotar, 2 irmãos, seilá, o mundo faz tantas curvas. A única necessidade de uma criança é a saúde financeira, física e mental de seus protetores e fim de papo sexista.

  90. Victor

    -

    28/04/2010 às 15:24

    Lendo os comentários, acho que duas coisas precisam ser ditas: 1) ser gay não é “anti-natural”; gays não surgiram de mutações genéticas provocadas em laboratórios ou por um vazamento nuclear, então não venham com essa. 2) os que se dizem “preocupados” com a cabecinha da criança (devem ser uns beneméritos…), lembre-se de que uma criança que cresce amada e amparada por pais gays não os vão ver com os mesmos olhos preconceituosos de vocês, ao contrário, terão orgulho deles e AMOR por eles. Tive amigos (gêmeos) que cresceram criados pela mãe (natural) e a parceira dela - são héteros e pessoas de excelente caráter; eu, que sou gay, cresci numa família tradicional, equilibrada e amorosa.

  91. ney

    -

    28/04/2010 às 15:06

    Continuando, por qwue Reinaldo, voce que é um homem da midia, não faz um grande movimento que abrangesse todas as instituições e as partes judiciais do pais, para melhorarem e facilitarem a adoção de crianças, uma campanha de conscientização a população a respeito de adotar não é escolher, e sim dar um lar, um nome, amor, respeito, justiça a essas crianças, mas é mais fácil ser a favor desta estranhezas, não é mesmo, e aparentemente voce conhece bem a Biblia, e Deus não fez somente homens ou somente mulheres para que fosse multiplicada o seres na terra, Deus não admite homossexualidade, Deus aceita o que bom e justo, e criou comtoda sabedoria homem e mulher para que se unem (casem), cont

  92. Meireles

    -

    28/04/2010 às 15:06

    Reinaldo, discordo do seu ponto de vista, o que vemos hoje são os gays sendo colocados acima do bem e do mal, podemos contestar o papa, o presidente até Deus,é um direito seu, mas se contestarmos um gay seremos considerados homofóbicos, condenados , processados até presos.Imaginem, um casal hétero tentando adotar uma criança do outro lado dois gays com o mesmo interesse pela criança, o que vai acontecer? Quem vai adotar esta criança? Com certeza o casal gay, porque se a preferência de adoção for para o casal hétero pode ter certeza a imprensa vai divulgar como caso de homofobia.E as crianças o que vai ser certo para elas quanto a opção sexual?

  93. Adriana Cristina Silveira

    -

    28/04/2010 às 15:03

    Reinaldo.
    Concordo com a decisão do STJ e com suas colocações.
    Acrescento que parece o destino ( ou Deus, se preferirem ) mas ontem, os jornais apresentaram o caso de uma “Procuradora de Justiça” que estaria maltratando uma crinaça de dois anos que estaria em fase de adaptação na adoção pretendida por ela.
    Para aqueles que têm dúvidas sobre a exatidão dos termos que deferiram a adoção pelo casal homosexual, pergunto: Será que esta Senhora - acima de qualquer suspeita - teve que apresentar as mesmas provas que o Casal, afim de ter deferida a guarda provisória?
    Justiça foi feita. Parabéns ao STJ!

  94. ney

    -

    28/04/2010 às 14:59

    Reinaldo, com todo respeito ao ser humano, mas teucomentpário a respeito de adoção por casais gays, sinceramente, gostaria que voce estivesse numa situação desta, voce ser adotado por um casal gays, e na escola te fizessem a seguinte pergunta, como chama teu pai, voce então responderia, meuchama-se, todo orgulhoso, JOSE DO PATROCINIO, e tua mãe Reinaldo, e voce talvez todo constrangido, pois talvez ja tenha consciencia, minha MAE SE CHAMA JOAQUIM DE ALMEIDA, que situação hein, talvez voce seria motivo de chacota, gozações e até mesmo ofença por parte dos colegas de escola, ou não é verdade, olha longe de mim preconceito, homofobia e outros sinonimos, sou contra tudo isso anormal.

  95. Cristina

    -

    28/04/2010 às 14:57

    Acho engraçados os comentários que levantam como impecilho para as adoções feitas por gays o fato do preconceito futuro que estas crianças poderão vir a sofrer. Qual preconceito, estes que estas pessoas mesmas disseminam hoje? Pois são elas que perpetuam este preconceito. E por acaso não existem crianças que não são criadas por “casais”, como aquelas dos lares mantidos apenas pelas mães (muitos “homens” só sabem fazer mas não criar). Ou as crianças criadas por viúvos e viúvas, ou criadas pelas avós. Também estas terão que dar explicações nas escolas, ou serão menos educadas que as demais? Tenho uma amiga que foi criada pelas duas irmãs mais velhas, e é tão normal quanto qualquer um.

  96. Flavia G.

    -

    28/04/2010 às 14:54

    É isso mesmo Luiza! O problema é o estereótipo que as pessoas criam, não imaginam gays tendo empregos, pagando impostos, fazendo compra no supermercado…
    Agora aguentar esses comentários de “valores cristãos” tb é bem chato viu! Desde quanto tem que ser cristão para ser ético, bom e decente?
    Rei: ótimo texto, como sempre!
    Um beijo

  97. Flávio

    -

    28/04/2010 às 14:52

    Deus criou homem e mulher. Um para o outro. Um completa o outro. É simples. Orfanatos em todo o mundo tem formado pessoas exemplares, homens e mulheres felizes. Orfanatos Fizeram e fazem o seu papel.
    É simples saber que toda criança tem o direito de ter pai e mãe. Não é nada simples para uma criança aceitar que seu pai faz sexo com outro homem, ou que sua mãe faz sexo com outra mulher, simplismente porque essa não é a natureza da humanidade. Nosso Criador e Senhor tem outros propósitos, os quais são perfeitos. E quem quiser mudar os seus fundamentos, que seja anátema!

  98. Luiza Correa

    -

    28/04/2010 às 14:48

    Tio Rei, não vou fazer aqui centro de discussão nem chat. Mas só uma pequena intervenção, please.

    Daniel Santos,

    Você em algum momento da sua vida escolheu ser hetero? Chegou aos 18, sei lá, e de acordo com seu livre-arbítrio disse: “é.. já decidi minha identidade individual. Vi os prós e os contras e vou ser hetero.” Não, certo? Você simplesmente é. Pois é. Com um gay é igual. A gente simplesmente é. Até porque se eu pudesse escolher ou mudar meus “hábitos” ou talvez “péssimos hábitos” -seguindo sua (infeliz) comparação com ladrões e assassinos -simples assim, escolheria ser hétero. Bem mais fácil, né? Inclusive para adotar uma criança, assunto do post.

  99. Carl

    -

    28/04/2010 às 14:41

    Reinaldo

    Este post poderia ter a assinatura da Marta Suplicy…..

  100. Venezolano

    -

    28/04/2010 às 14:39

    Reinaldo,

    O GRANDE perigo que você não comentou no seu post é o de a Justiça CRIAR normas ANTI-LEGAIS. Não entro no mérito do assunto em si, mas o fato é que a Constituição é clara quanto à união estável ser entre um homem e uma mulher e as leis vigentes de adoção não permitirem essa hipótese.

    Um assunto a ser discutido? Certamente, pelas pessoas ELEITAS para esse fim, por meio das mudanças nos textos legais cabíveis.Uma coisa é ser a favor e clamar: que as leis sejam alteradas pelo Parlamento, eleito para isso.

    Esse ponto específico, da mudança por determinação judicial sem previsão legal, você não comentou. Você concorda com esse método?

  101. Roberto

    -

    28/04/2010 às 14:36

    Reinaldo,
    Acredito que o problema não é a criança ser adotada por homossexuais, mas sim até que ponto a sociedade como um todo aceita essa situação sem incorrer em preconceito contra o próprio casal e essa criança. De qualquer modo, temos que reconhecer que os tempos são outros e que paradigmas existem para serem confrontados e até mesmo quebrados. Talvez leve tempo para que isso venha ser considerado e aceito sem críticas e preconceito pela maioria da sociedade, mas até lá há um longo caminho a percorrer que passa principalmente pelas atitudes que esses “novos pais” tomarão na condução de seus “filhos”.

  102. Leila

    -

    28/04/2010 às 14:32

    É muito fácil ficar sentado no conforto do seu lar, em frente ao seu computador distribuindo preconceito por pura ignorância. Não sou gay, nunca tive atração por mulher e nunca me vi nesta situação, e daí. Mas eu conheço bem a tristeza daquelas crianças que estão em orfanatos, jogadas, esquecidas, que foram espancadas e maltratadas pelos seus “pais” heteros. Vocês acham mesmo que um ser humano que foi violentado por um pai hetero, que foi espancado por uma mãe hetero, quando for pra casa de um casal gay vai se sentir constrangido quando crescer? Eu respondo, não, por que onde tem amor o preconceito cai por terra. Não deveriam nem citar religião, pois não faltam padres e pastores estupradores

  103. Tatiana

    -

    28/04/2010 às 14:29

    Concordo com cada palavra sua, Rei.

    E não entendo direito a lógica dos colegas que prefeririam o orfanato à adoção. Minha opinião é que é fácil fazer tal opção quando se cresceu dentro de uma família, de um lar. Mal comparando, talvez, é mais ou menos o caso do povo que exalta o regime cubano, mas nunca morou lá. Além disso, vejam se há crianças querendo permanecer nos orfanatos, em qualquer país que seja.

    Se por alguma fatalidade minha filha, a Turquinha, perdesse todos nós, mil vezes um casal gay a um orfanato!

  104. Gaúcha

    -

    28/04/2010 às 14:28

    Luiza Correa disse “Ah, sim. Também sou cristã. Até porque que eu saiba Jesus Cristo veio aqui para pregar amor, ética e caridade. Não me vejo excluída em nada disso.” Se é só isso mesmo que vc pensa que Jesus Cristo veio fazer neste mundo, então NUNCA LEU OS EVANGELHOS. E se não leu os evangelhos (caso não saiba o que é são os 4 primeiro livros da Bíblia onde consta toda a pregação de JC no mundo) não pode dizer que é cristã! NÃO DIGA QUE É CRISTÃ!!
    Estou cansada desse papo de hoje em dia, que temos que aceitar e achar natural a união de gays…
    Bem, se é pra ter liberdade de pensamento e aceitarem os gays, ACEITEM TAMBÉM OS QUE NÃO ACHAM NORMAL ESSAS RELAÇÕES, SEM PRECONCEITO!!!!

  105. Alice

    -

    28/04/2010 às 14:24

    Reinaldo,

    Por incrível que possa parecer, ama-se igualmente, preocupa-se igualmente, educa-se igualmente. Falo por experiêcnia própria e pelo que tenho conversado com outros pais na mesma situação que a minha: com filhos naturais e adotados. É simplesmente inexplicável ver como pode o amor atingir tais proporções, mas é verdade. Portanto, adote sem medo de ser feliz. Há pais e mães de todo tipo: solteiros, casados, viúvos, divorciados, ausentes, presentes, adotivos.

  106. Claudio

    -

    28/04/2010 às 14:22

    Reinaldo, não posso resisitir a mais um comentário: o leitor Pedro Erik fala em “valores cristãos”. Eu fui criado na fé católica e sou como aquela parcela gigantesca da população brasileira: não-praticante!. Por que somente valores cristãos? Por que não valores budistas? ou do candomblé? afinal, há milhares de brasileiros que não são cristãos e definitivamente têm algo a nos ensinar a todos sobre esse polêmico assunto da adoção por gays.

  107. Claudio

    -

    28/04/2010 às 14:18

    Reinaldo, gostaria ainda de me dirigir aos seus admiradores, como o Mauricio Joffre da Silva, por exemplo, que disse em abril 28, 2010 às 10:56 am: “…imagine o trauma que essa criança vai sofrer no futuro, numa escola, no seu trabalho, enfim, em qualquer lugar, quando perguntarem: Qual dos dois (ou das duas) é seu pai ou sua mãe?”. Pois eu pergunto também: imagine o trauma de uma criança, ABANDONADA por todos, que cresce em um orfanato -quando muito- e que tem que responder à mesma pergunta, nas mesmas situações, dizendo que não tem pai, nem mãe. Isso sim é que é bom para a criança! ela que se vire (para não dizer outra coisa).

  108. Claudio

    -

    28/04/2010 às 14:11

    Engraçado…eu gostaria de saber se todos os heterossexuais, casados e solteiros, que aqui se posicionam contra a adoção de crianças por gays, são pais e mães adotivos. Gostaria ainda de saber se aqueles que não são pais e mães adotivos têm a coragem de se desgrudar de suas cadeiras, abrir mão de seu egoísmo, partir para um orfanato e adotar uma criança que não seja um recém-nascido! Então, ao invés de terem opinião formada sobre o assunto, não seria mais digno incentivar aqueles que têm, como eu disse, C-O-R-A-G-E-M e se dispõe a tentar, repito, tentar, tirar uma criança que seja de uma trajetória de privações, em todos os sentidos (amor, dinheiro, lar, individualidade, educação, etc)?

  109. Edinei s ?

    -

    28/04/2010 às 14:09

    Que pena Reinaldo, que você pense assim.Pena mesmo, dizendo-se cristão e apoiar um pecado que a Bíblia chama de ABOMINAÇÃO(Lev 18.22 e Lev 20.13);prática digna de morte(AOS que PRATICAM E APOIAM, Rm 1.32);EFEMINADOS e nem SODOMITAS são uns dentre outros que NÃO herdarão o Reino de Deus,(1 Co 6.10); a não ser que se arrependam (1 Co 6.11).ARREPENDAM-SE. Reinaldo, você neste assunto prega você mesmo; nós cristãos somos servos, devemos pregar a Cristo(2 Co 4.5).Você lê a C. de Honduras e a defende, por quê não lê a Bíblia e defende o que ela diz sobre este assunto ? Por quê não chama os homossexuais ao arrependimento, como a Bíblia ensina, livrando-os do inferno, ao invés de APOIAR suas práticas ?

  110. Claudius,MS

    -

    28/04/2010 às 14:05

    Tio rei
    corretíssimo no seu pensar e expresar. Sempre vejo os comentários a respeitos, e percebo que alguns nao se deram nem ao trabalho de parar um minuto e refletir em todas as possibilidades envolvidas. Muitas se vestiram de um manto de legalidade e moralidade para esconder hipocrisia e preconceito. Paciencia.
    Quem conhece a realidade dos orfanatos e meninos de rua se sente melhor depois dessa decisao. Somos gratos pela tua posição.
    POde nao fazer diferença áqueles que nao concordarem mas fará imensamente aos pequenos que procuram apenas carinho e alguem pra chamar de pai ou mae. E se forem dois, melhor presente de Deus nao haverá…

  111. ELSTIR

    -

    28/04/2010 às 14:04

    SUCINTAMENTE? Sou contra.

    Abraço,
    Elstir

  112. Naim

    -

    28/04/2010 às 13:52

    Lendo os comentários deste POST percebo que alguns não entendem o que lêem - ou querem tão-somente usar o espaço para desabafar, para serem “ouvidos”, esquecendo-se do contexto. Compartilho de sua opiniao e de sua exposição de motivos, Reinaldão.

    Abraços,

    Naim.

  113. Daniel Santos

    -

    28/04/2010 às 13:50

    Concordo com a possibilidade de adoção de crianças por casais gays.

    Discordo da afirmação de que não há escolha da sua sexualidade, pois da mesma forma que você é um intansigente defensor da democracia eu não abro mão do livre-arbítrio.

    Se numa questão tão básica quanto a identidade do indivíduo não há possibilidade de escolha então como nós vamos supor que ladrões, estupradores, assassinos e nós mesmos tenhamos a capacidade de mudar hábitos e valores. Não é a mesma coisa? Como sei o é determinação da natureza e o que é auto-imposto?

    Se não há escolha, não há opção por mudança e isso é uma condenação aos que dizem que decidiram mudar, mentiam antes ou mentem agora.

  114. Luiza Correa

    -

    28/04/2010 às 13:42

    continuando…

    Acho que poderia viver mil anos e nunca vou conseguir entender porque a minha vida privada incomoda tanto as pessoas.

    Mas enfim, vou levando como qualquer um. Ainda que infelizmente sempre rodeada de muito preconceito, e intolerância sem que eu nunca tenha feito mal nem a uma mosca.

    Quanto ao post, Reinaldo. O que falei acima diz tudo. Somos cidadãos e deveríamos ter os mesmos direitos. Aliás, a constituição diz isso, não?

    Ah, sim. Também sou cristã. Até porque que eu saiba Jesus Cristo veio aqui para pregar amor, ética e caridade. Não me vejo excluída em nada disso.

  115. Luiza Correa

    -

    28/04/2010 às 13:41

    continuando…

    Mas que simplesmente sentimos atração, amamos enfim, pessoas do mesmo sexo. Essa é a única diferença. Ponto. Eu, pelo menos, sou “casada” (infelizmente a lei não me permite tirar as aspas) há 20 anos e feliz com a mesma pessoa. Nenhum de meus amigos heteros têm ou teve um casamento tão duradouro. Todos, e são muitos, já se separaram mais de uma vez. Isso faz de mim melhor que eles? Não. Sou igual. Só talvez tenha tido mais sorte. Trabalho loucamente, pago meus impostos, cuido dos meus pais. Levo uma vida como qualquer pessoa de bem. Tenho uma saúde de ferro. Normal, nenhum desvio. Mas insistem em dizer que sou um anomalia. É triste.

  116. Luiza Correa

    -

    28/04/2010 às 13:40

    Oi Reinaldo,

    Eu sei que estou aqui representando a minoria, talvez, de seus leitores, mas sou uma delas e assídua. Sou gay, e geralmente fico não sei se surpresa ou triste ou sei lá o que com alguns comentários. Não que haja algum ofensivo, pelo contrário. Estão expondo suas opiniões diante do seu post normalmente. O que me incomoda é a colocação repetida que as pessoas fazem como se nós fossemos verdadeiros ETs, aberrações. Não estou aqui para levantar bandeiras, detesto isso, mas sim expor que, eu, como a grande maioria de gays, somos pessoas absolutamente normais, sim, por incrível que pareça e para surpresa de muitos.

  117. leo

    -

    28/04/2010 às 13:38

    Parada gay
    Rua gay
    Shopping gay
    Orgulho gay
    Semana gay
    Casal gay
    Direitos gays
    Padres gays
    Bandas gays
    Igrejas gays
    Pais gays
    Filhos gays
    Leis gays
    Defesa gay
    Gays gays

    Bons tempos em que gay era só a Enola (não o avião, se me entendem).

  118. Cris Azevedo

    -

    28/04/2010 às 13:36

    Rei,

    Logo me lembrei deste teu texto, que achei tão bonito!
    Outro dia mesmo vi um casal masculino com uma menininha. Tudo tranquilo, “pai e pai” muito cuidadosos e carinhosos e a menina me pareceu MUITO BEM!
    O que diriam os que nutrem preconceitos de duas amigas(os), amigas mesmo, heteros, que morassem na mesma casa e adotassem uma criança? Nada. Não diriam coisa nenhuma.
    Custa crer que exista ainda gente que pensa que um homossexual escolher sê-lo ou “pega” na educação que recebe. Não é assim. São porque…são.Como existe na natureza, também!
    O amor entre dois iguais pode ser bonito, carinhoso, intenso, leal.
    Um pai ou mãe gay sempre será, antes, um PAI e uma MÃE.
    Melhor que o vazio.

  119. Carlos Renato Fortes Vendramini

    -

    28/04/2010 às 13:35

    Não concordo com esse papo de adoção de crianças por casais gays não. Primeiro porque a criança não tem direito de escolha. Está sendo imposta uma situação. Gostaria que me mostrasse o que seria um “casal gay estável”. Isso é uma barbaridade. Isso é contra a natureza humana. Isso é contra a Família. É contra Deus. Isso é apenas o politicamente correto em ação.

    Gosto muito dos teus textos, mas as vezes você escorrega na maionese Reinaldo. As vezes me parece que você se deixa contaminar por um certo relativismo.

    Casais gays, por razões óbvias, não podem ter filhos. Será que precisaria ser mais claro? Sendo assim, é uma escolha deles esse tipo de relação. Querem aparecer, só isso.

  120. Pietra

    -

    28/04/2010 às 13:31

    Concordo que é melhor um lar a passar a infância em orfanato. Mas, neste caso, as crianças já eram adotadas por uma das duas companheiras (Luciana). Sendo assim, elas já estavam amparadas, adotadas! Gays podem adotar crianças sem a criança precisar obrigatoriamente de duas mães ou dois pais, não?

  121. Alessandri Campos

    -

    28/04/2010 às 13:26

    Rei, além da união civil dos homossexuais, o traiçoeiro 3ºPNDH do Partido dos Trabalhadores pretende também desenvolver políticas para promover ações voltadas à garantia do direito de adoção por “casais homoafetivos”. Que absurdo! A própria palavra “casal” está dizendo que casamento, do ponto de vista civil, religioso e legal é o acasalamento do macho e da fêmea, e no caso humano, do homem com a mulher, conceito e realidade social e política que se opõe naturalmente à união carnal de duas pessoas do mesmo sexo. Deus não fez Adão & Ivo; ele Fez Adão & Eva). Portanto, dar em adoção crianças para gays, que baseiam sua convivência na perversão sexual, como prática da dissolução dos bons costumes, seria a mesma coisa que transformar os prostíbulos em creches para o abrigo e educação de menores nas mãos de prostitutas avessas à convivência familiar de origem. Está na cara que uma criança adotada em ambiente de perversão, quando adulta (principalmente o homem), terá vergonha de aparecer na sociedade e ser apontado por caçoada de que é ou foi “filho de criação” de “casal” gays, além de achar que ninguém tinha o direito de entregar a formação e guarda de sua vida a quem não tivesse qualificação para criá-la (segundo os padrões tradicionais de nossa sociedade) até porque, como criança, não sabia o que era bem e o que era mal. Aliás, ultimamente a degenerescência e dissolução dos bons costumes tem se mostrado tão deplorável e insolente que o Sr. FHC chegou a pregar a descriminalização do uso da maconha em público. É preciso que a sociedade brasileira esteja atenta com estes estímulos negativos do famigerado 3ºPNDH, que pretende acabar, no Brasil, com as bases morais da família tradicional. É esta bagunça que o PT quer para o Brasil. E se Dilma ganhar, assim será.

  122. Sérgio Martins

    -

    28/04/2010 às 13:17

    Não se deve adotar crianças do “estoque” pelo fato de estarem no “estoque”. Adoção não pode ser um ato de justiça social, mas uma escolha individual para realização também individual. Pais que não podem ter filhos “de sangue”, ou que querem ampliar a prole e já não podem por meios naturais, que adotem crianças do “estoque” ou de fora dele. Para as crianças sem pais, a solução passa a) pela adoção de quem quiser e b) por soluções coletivas do Estado e de ONGs (estas do Bem!).
    Tenho duas filhas “naturais” e um filho “do coração”. Amo os três de paixão. Daria minha vida por qualquer um deles, acredite. Só falto pular na jugular do menino quando ele me lembra que é filho por escolha.

  123. myrian elizabeth

    -

    28/04/2010 às 13:11

    Os homossexuais deveriam em primeiro lugar, desalojar os festivos do cargo de interlocutores com a sociedade.
    Seria muito mais fácil terem acesso aos direitos que reivindicam, se fossem representados por pessoas sérias e de comportamento socialmente aprovado,
    Com relação aos casais homossexuais, são pouquíssimos os estáveis e na maioria, o que se conhece do comportamento sexual dos homossexuais, é que são volúveis e promíscuos.
    O comportamento da ala mais festiva é frequentemente indecente, ofensivo, escandaloso e provocador.
    Esse desafio à sociedade vigente só piora sua condição e dificulta sua aceitação. Eles são forçados pela nossa garganta abaixo.

  124. reynaldinho

    -

    28/04/2010 às 13:11

    Noticiário da terça feira;Procuradora do estado tortura criança com 2 anos de idade,adotada por ela no rio de janeiro.Onde está o erro na avaliação dessa adoção?O problema não é ser gay ou não o que precisa ser analisado é o carater da pessoa,ex: tem gari honesto e presidente da república ladrão.

  125. Letare

    -

    28/04/2010 às 13:09

    Reinaldo, desculpe-me, mas você se mostra incoerente em relação aos seus valores aqui descritos no blog. Quanto aos seus valores cristãos, como fica em relação aos ensinamentos bíblicos? Quanto aos valores democráticos, como fica em relação à Carta Magna brasileira feita em consonância os nossos valores éticos e morais, explicitados em “Título VIII Da Ordem Social, Capítulo VII Da família, da Criança …”em especial art.226 e art.227?Alguns artigos valem outros não?
    Já convivi ativamente com crianças em asilos, levando junto com grupo católico alimentos, remédios, afeto,acompanhamento médico e não existia nenhum horror lá. São crianças afetuosas, alegres e que amavam o lugar em que moravam

  126. Paulo Bento Bandarra

    -

    28/04/2010 às 12:59

    Pela sua argumentação a adoção por padres não teria problemas, pois “Ninguém é gay porque quer. E também não deixa de ser gay ainda que queira.”

    ” não me parece generoso, ademais, que uma pessoa impedida de escolher a sua sexualidade também seja impedida de ser feliz ao lado de quem ama.”

    Pela Novíssima “Boa Nova” a educação e a formação não possuem influência alguma, as coisas são assim mesmo, se criam do nada, aparecem do vazio, existem sem uma causa causada.

  127. Indignado

    -

    28/04/2010 às 12:55

    SOU CONTRA ! ISSO NÃO PODE DAR CERTO ! É CONTRA A NATUREZA HUMANA !

  128. myrian elizabeth

    -

    28/04/2010 às 12:48

    Acho que aqui divergimos.
    Imagine o tal “bulling” que essas crianças vão sofrer nas escolas? A opção dos adotantes já é uma controvérsia por si, causa infinitos problemas para os próprios, que dirá às crianças?
    Há, segundo a Globo, 27 mil casais à espera de de uma criança e 5 mil crianças à espera de pais, portanto há excesso de procura.
    Na opção consciente pelo homossexualismo, está implicada a esterilidade. Se o homossexual quer um filho, nada o impede de procriar por si mesmo. É a velha história de querer ir para o céu sem morrer.
    No limite, não tenho nada a ver com isso, mas não apóio.

  129. QUAKER

    -

    28/04/2010 às 12:47

    Discordo desta medida.O mais grave é que as pessoas despreparadas para constituir uma familia tem agora mais um artificio para continuar a colocar criaças no mundo por saber que aumentaram as possibilidades para pessoas muitas das vezes também desestruturadas a adotar uma criança.

    “Dois pais não substituem uma so mãe. Duas mães não substituem um pai”.

    Familia não é isto!
    O governo esta jogando para o povo, as responsabilidades e obrigações que são dele.
    Vai sobrar dinheiro para quem? O governo vai continuar arrecadando e os projetos sociais ele não tera mais que cumprir.
    Estão acabando de vez com a INSTIUIçÃO MAIS IMPORTANTE DA SOCIEDADE. A BASE DE A FAMILia…

  130. leo

    -

    28/04/2010 às 12:32

    …..familiar séria, ou as soluções apresentadas serão um remendo para um futuro problema, como esta que é apresentada agora, e cujo êxito ou não, só poderá ser apreciado adiante.
    Então o que fazer agora?
    Fazer o melhor, sem inventar novas fórmulas familiares além daquela que foi adotada pelo Criador, e que, pela maldade humana, mostra-se agora em certa decadência.

    Lá vem porrada (?)

  131. Ferrabraz

    -

    28/04/2010 às 12:30

    Parabéns pelas colocações sobre adoção.
    O que precisamos é reduzir a quantidade de orfãos e abandonados.

  132. Gustavo Silva

    -

    28/04/2010 às 12:30

    Parabéns pela posição corajosa, assumida às claras, como sempre.

  133. Maurinho

    -

    28/04/2010 às 12:27

    QUE É ISSO, MEU REI? eSTOU TE DESCONHECENDO AGORA, AMIGO… Pela primeira vez, vou discordar de vc, meu amigo de blog. Vc diz que concorda com a adoção desde que “ajustados e com as devidas condições”… eu lhe pergunto: Será que não há um único casal hetero que reúna as mesmas condições do casal homo? Você faz parecer que não existem filas de pais ansiosos, tementes a D-us, loucos para dar amor a uma criança.
    Outra: vc disse que não encontra um único motivo para que um casal sodomita adote uma criança… O motivo de D-us não é o bastante, para nortear nosso juízo?
    Desculpe pela sinceridade, amigo, mas não acho que devemos nos misturar com o mundo… nós não pertencemos a ele, afinal.

  134. Marcanjo

    -

    28/04/2010 às 12:22

    Se os “mui instruídos” contrários à decisão do STJ fossem um tanto “mui informados”, saberiam que o que emperra a adoção por casais “de homem e mulher” não é mera burocracia, mas esbarra na predileção pelos recém-nascidos (isto mesmo) do sexo feminino, pele e olhos claros (num país de mestiços, uma grande ironia!) e que tal “exigência” é, de fato, um empecilho. Outra questão a considerar e miseravelmente ignorada pelos “sentinelas da moral” é que a sua tão propagada temeridade de que gays influenciem negativamente na formação do adotado esbarra no fato de que os abusos contra menores se dão, na sua imensa maioria, por parentes e pessoas de inteira confiança da criança (pais, padrastos, etc.)

  135. Joca

    -

    28/04/2010 às 12:18

    Não posso crer que seja um ato de amor impedir que dois homens ou duas mulheres — dotados das devidas condições psicológicas, morais e financeiras — as adotem. Nesse caso, essa é minha escolha moral.

    Só existe esta escolha Reinaldo!

  136. ELEONORAFLEURY

    -

    28/04/2010 às 12:18

    REINALDO AZEVEDO,

    Uma coisa é um fato “ser polêmico” , outro é ele ser IDEFENSÁVEL !

    A sua abordagem inteligente e esta análise com tal abordagem justa, coloca as duas premissas perfeitamente coerentes quando discutidas, sob o prisma da VALIDADE

    PERENE E ETERNA
    dos BONS propósitos …

    PARABÉNS !

  137. César Bastos

    -

    28/04/2010 às 12:12

    Concordo com o comentarista arcs001, com o Pedro Erik e parabenizo o Álvaro, pela simplicidade e clareza de opinião. Hoje procura-se incutir na cabeça das pessoas que o que é comum, deva ser considerado normal. Não é assim. Normal é aquilo que segue a norma do fabricante, no caso Deus, que nos criou homem e mulher e isso é um casal (um macho e uma fêmea) os homossexuais no máximo formarão uma dupla. Como o amor entre duas pessoas passa por várias formas de atração, sem dúvida, no caso de homossexuais também haverá a atração genital. E eu imagino a cabeça de uma criança vendo semelhantes demonstrações.
    Lamento que num país em que o Estatuto da Criança e do Adolescente seja tão avançado a ponto de impedir qualquer castigo escolar sob pena de “traumatizar” a criança e o profissional do ensino seja tão massacrado em benefício do tão “bem estar” das crianças, se facilite dessa maneira esse tipo de adoção que, sem dúvida, vai trazer problemas muito sérios para essas crianças.

  138. MANOEL PERES ESTEVES

    -

    28/04/2010 às 12:10

    CONCORDO PLENAMENTE COM O PEDRO ERICK .

  139. J. Carino

    -

    28/04/2010 às 12:04

    Aqui no Rio, uma juíza acaba de ser pega maltratando a criança que estava em período probatório em sua companhia visando à possibilidade da adoção. Isso mostra que canalhice, monstruosidade, maldade nada teem a ver com orientação sexual.

  140. Enia

    -

    28/04/2010 às 12:04

    Salve Reinaldo meu farol , de mim você está livre de pancadaria
    mas não está livre da minha extrema admiração pois o modo como você trata desse assunto tão delicado com tanto respeito é admiravel .

  141. Akhenathon

    -

    28/04/2010 às 12:02

    Já havia lido o texto, parabéns por sua posição mais uma vez, Reinaldo. Para frustração de muita gente, que gostaria de ver em você um ultra-conservador estereotipado.

  142. Gregory

    -

    28/04/2010 às 11:59

    Sensato e equilibrado.
    Aplausos.

  143. 45 Eduardo Gonçalves 45

    -

    28/04/2010 às 11:59

    A partir do momento que esses grupos que se denominam em defesa dos homosexuais pararem de buscar por imposição sistemática e acusando e inflamando contra tudo e contra todos ,fica muito mais difícil a aceitação da escolha de vida de cada um ,que não interessa a ninguém,acredito que com o tempo as pessoas vão se aceitar sem nenhuma pré-condição,mas forçam tanto que o efeito é contrário, não há necessidade de afrontar e sim de conquistar pela razão ,as atitudes sensatas superam as atitudes impostas,imagina um cara ou a cara,chegar no sertão e começar a se beijar entre o mesmo sexo,o que acham que eles irão entender,nada,absolutamente nada ,será um grande choque ,usem o cérebro e pensem .

  144. @MauroVS

    -

    28/04/2010 às 11:56

    Sou a favor, independente do sexo, que um solteiro adote uma criança, pois há há viuvos que criam filhos sozinhos, o que é bastante difícil.

    É verdade o que disse o colega, para conceber um filho não é preciso ter bom carater. Contudo o mesmo caso vale para a adoção. Conheço um caso de um velhinho safado que para unir-se a uma senhora com 20 anos a menos que o idoso velhaco adotaram uma criança que está sendo criado como um monstrinho de futuro promissor. Essas aberrações passam despercebidas na adoção, acontece.

    Para um casal gay, vai depender do comportamento na avaliação psico-social de modo que não haja nenhum obste que possa causar constrangimento ao adotado.

  145. Victor

    -

    28/04/2010 às 11:54

    Dito isso (post anterior), Reinaldo, eu poderia escrever um tratado (na verdade, um desabafo) do quanto certos “movimentos gays” contribuem para a estereótipo do gay frívolo, promíscuo e extravagante. Entre os extremos do padre/pastor gay hipócrita e o gogo boy desvairado dançando no caminhão da parada gay, a maioria de nós é composta de pessoas sem bandeiras, decentes, que respeita e ama suas famílias, trabalha e só que cuidar da vida como todo mundo e viver bem com a sociedade a que pertencemos (lembrando que “sociedade” não é título a que faz jus um grupo específico, ainda que majoritário).

  146. Victor

    -

    28/04/2010 às 11:53

    Existem casais gays com condições de adotar e criar uma criança num ambiente moral e psicológicamente até superior ao de muitos casais héteros; sem surpresa, há também os casais gays desajustados que não oferecem condição nenhuma. Enfim, gays são humanos com todas as virtudes e defeitos que essa condição implica. Existe muita desinformação, e o preconceito dificulta que se esclareçam devidamente as coisas. Agora, alguém que nunca moveu ou moverá uma palha para ajudar uma criança abandonada vir comodamente dizer que prefere vê-la num orfanato a adotada por um casal gay (correto e decente) é hipocrisia pura e simples.

  147. Roberto Domingos

    -

    28/04/2010 às 11:50

    Sou contra, uma criança deve crescer ao lado de um pai e de uma mãe, adoção por gays são minoria e já temos diversos abusos a crianças documentados. Temos no Brasil filas de casais legitimamente unidos, de vida estável querendo adotar e não conseguem devido a restrições absurdas. Admiro o jornalista e dificilmente deixo de concordar ele, mas como católico estranho esse apoio.

  148. Míriam Martinho

    -

    28/04/2010 às 11:38

    Reinaldo, quando escreve sobre a questão homossexual, em geral estamos de acordo, como neste tema da adoção. E o que me surpreende de fato não é sua posição mas sim a de seus leitores em sua maioria. Diante dessas falas, tão preconceituosas, você não entende porque surgiu a ideia de um projeto contra a homofobia?
    E alguns ainda apelam para a Igreja, no sentido de embasar suas limitações, logo a Santa Madre que sempre foi tão conivente com a pedofilia de seus padres, pedofilia que - esta sim - macula uma criança para sempre.
    Deixo link http://contraocorodoscontentes.blogspot.com/ para seus leitores tentarem ver esses temas com um outro olhar. Abs.

  149. PP

    -

    28/04/2010 às 11:38

    Sr. Reinaldo
    Clapclap, muiots milhões de claps mais uma vez.
    A sedimentação da jurisprudência em Dde Família antecipa-se em muito à Lei, lógico (tivemos uma tia divorciada no fim dos 70, coitada, como sofreu, então).
    Caminho sem volta, e crianças amadas, cuidadas, educadas.
    No começo - como em todo processo - será esquisito ouvir “minhas mães” ou “meus pais” (será que será mãe 1 e 2? paizinho e paizão?), mas o amor vence a tudo!
    E o Brasil, sabemos, pode mais!
    Cordiais saudações
    Peepee, away pero no mucho

  150. Netto

    -

    28/04/2010 às 11:37

    Por que o governo não faz a sua parte e consiga fazer os orfanatos funcionarem dignamente? Pagando bons salários a profissionais qualificados e dando toda assistência necessária para a sobrevivência e um bom futuro aos seres humanos que ali estão desprovidos de pais biológicos?
    Nada acontece por acaso.

  151. André

    -

    28/04/2010 às 11:25

    continuando…
    para a existência desse grande número de crianças abandonadas.
    Respeitosamente,
    André

  152. Leta

    -

    28/04/2010 às 11:25

    Reinaldo, não concordo com você .A criança não tem de ser objeto de afeto particular de nenhum casal gay, para ser mais tarde objeto de discriminação pela tentativa de aceitação da condição não aceita culturalmente de seus pretensos pais.Nisto está a política. Isso já vem sendo tentando há muito tempo por projeto de Marta Suplicy, ainda dos anos 90 . Por que não ajudar crianças carentes, levar o seu amor aos asilos? Tantos casais heteros ficam na fila de adoção por quanto tempo até que sejam aceitos?

  153. André

    -

    28/04/2010 às 11:23

    Caro Reinaldo,
    Você insistentemente coloca que não podemos aceitar uma ilegalidade em nome de um bem imediato, mesmo que real, pois o resultado final será desastroso.
    Será que o raciocínio não vale também para atitudes imorais (ou pelo menos de moralidade discutível).
    A família tradicional é uma estrutura milenar que se enconra na base de todas as civilizações, tendo resistido ao teste do tempo.
    A pretensa “família homossexual” não passa de um experimento social cujos resultados são absolutamente desconhecidos.
    Mas uma coisa é certa. Os grupos que fazem pressão pela adoçaõ por gays são os mesmos que lutam contra todos os valores da família tradicional, cuja crise é o principal motivo..

  154. André

    -

    28/04/2010 às 11:18

    Caro Reinaldo,
    Você parte de uma premissa errada. Não faltam casais dispostos a adoção. Na verdade o número de casais nessa situação é maior do que o número de crianças disponíveis. Os problemas são a burocracia e principalmente o fato de as crianças procuradas serem de um grupo bastante específico no que toca principalmente a idade. O raciocínio segundo o qual a permissão da adoção por gays ajudará a diminuir o problema da adoção só poderá ser aceito se for provado que o perfil buscado por esses casais é diferente daquele procurado pelos casais heterossexuais.
    Alguma falha no raciocínio?
    Respeitosamente,
    André

  155. Crítico

    -

    28/04/2010 às 11:11

    Reinaldo,

    Nesta questão, ainda não tenho uma opinião formada, mas considero uma temeridade para a formação psicológica da criança, mesmo sendo os adotantes equilibrados, mais por conta da reação social à situação, na escola, por exemplo.

    Contudo, o argumento religioso, pretensamente bíblico, me parece absurdo. Aliás, não consigo entender como podem pessoas adultas e racionais abandonarem essas qualidades e se tornarem infantis e fantasiosas, em nome da religião; não consigo entender como ainda podem acreditar nos “fatos” bíblicos. É o mesmo que acreditar em “estórias da carochinha”.

    Um abraço.

  156. Marcio

    -

    28/04/2010 às 11:10

    Reinaldo

    Não tenho uma opinião formada sobre o tema.

    Somente espero que daqui a dez anos haja um estudo sério para verificar se a proporção dos casos de pedofilia em lares formados por dois homossexuais e com crianças adotadas é maior ou menor que em lares constituídos de forma tradicional.

    Saudações

  157. Tia Cris

    -

    28/04/2010 às 11:05

    Show de bola, Tio Rei. Texto absolutamente irretocável. Assino embaixo.

  158. anônimo

    -

    28/04/2010 às 10:59

    Amigos,eu acho errado porque enquanto criança tudo bem,
    más quando cresce não,ai vira motivo de piada de gozação
    ai como é que fica ? Olha existe um outro meio de adoção
    até por solteiros só não sei como .

  159. Jeremias

    -

    28/04/2010 às 10:58

    Reinaldo, concordo plenamente com que o Marcelo (não o Branco) postou aki, cfreio sim que deve haver mudanças na Lei de adoção para que seja menos burocratica e seja tbem mais eficiente na sua analise do pedido de adoção. Agora dizer que é preferivel a adoção em função da criança, é simplesmente ignorar o fututo dela. Por uma serie de razões que podem acontecer no dia a dia dela, na escola, com os amigos, ja imaginou o qto de explicação ele vai ter que dar aos seus amiguinhos a respeito de seus “pais” ou “mâes”. Fica a pergunta de como vai ser a educação dessas crianças? Creio que temos que seguir o curso natural da vida e não aquilo que é anti-natural.

  160. Eustaquio Ferreira

    -

    28/04/2010 às 10:57

    Prezado Rei,

    gays ou heterosexuais, a verdade é que fala-se muito em adoção, mas tente adotar uma criança legalmente e voce verá que as coisas são muito complicadas.
    Eu e minha esposa (eu tenho tres filhos adultos do primeiro casamento, tendo ficado viuvo e casado novamente), resolvemos adotar uma criança, pois minha mulher não podia ter filhos.
    Gastamos com advogado,reviraram minha vida e de minha muler pelo avesso, e ficamos longos 6 anos esperando a sentença definitiva.
    FOI UMA VIA CRUCIS

  161. Gaúcha

    -

    28/04/2010 às 10:57

    Respeito sua posição porque respeito a liberdade de pensamento. Mas devo dizer que o “meu pensamento” é totalmente contra a adoção por gays. Se o assunto é ainda controverso para a sociedade, imagine os reflexos psicológicos que pode trazer para a criança que está desenvolvendo sua personalidade. Quanto à sua justificativa, devo dizer que me parece tratar as crianças como “objetos” a serem distribuídos, para aliviar a carga que os orfanatos têm no Brasil. O que “aliviará” nosso flagelo social é conscientização destas pessoas que só sabem CONCEBER e não CRIAR seus filhos.
    Tratar essas crianças como “estoque” é no mínimo cruel de sua parte.

  162. Mauricio Joffre da Silva

    -

    28/04/2010 às 10:56

    Não concordo com a adoção de crianças por gays, pelo simples motivo. Não podemos dizer casal gay, porque não é casal, são do mesmo sexo. O segundo motivo, imagine o trauma que essa criança vai sofrer no futuro, numa escola, no seu trabalho, enfim, em qualquer lugar, quando perguntarem: Qual dos dois (ou das duas) é seu pai ou sua mãe? Você que é favor desse absurdo, deixo aqui minha pergunta: Se você fosse um filho adotado por gays, você gostaria? Pense bem caso deseja responder

  163. Fernando

    -

    28/04/2010 às 10:56

    Concordo do alfa ao ómega! Até que enfim uma decisão que privilegia o amor verdadeiro e o bom senso. O resto é retórica.

  164. Marcelo (não o branco)

    -

    28/04/2010 às 10:55

    Para os que estão com o FRACO argumento de que um casal gay poderia confundir a cabecinha da criança, pergunto:

    Em toda a história da humanidade existiram gays. MUITOS.
    99% deles foram criados por casais ditos normais (homem - mulher). Que desculpa para esse fato vocês darão? Pai frouxo ou mãe durona? Mas que coisa! E como justificar isso por sua vez? Se esse pai é frouxo e foi também criado por um casal normal, como é que aconteceu isso? E se a mãe é durona, como explicar esse comportamento? Entendam de uma vez por todas que as pessoas nascem gays. Esse argumento de vocês é patético!
    Abaixo o preconceito! Deixem essas coisas para os admiradores de Che, Los hermanos Castro, Chavez, Lênin…

  165. Augusto

    -

    28/04/2010 às 10:54

    Eu sou contrário a adoção de crianças por homossexuais de qualquer sexo. Do meu ponto de vista, as crianças estariam melhor abandonadas. Não pretendo parecer agressivo mas tenho total repulsa por aqueles que apoiam tal medida.
    Pretender que um homossexual possa dar a atenção que uma criança precisa para se desenvolver com saúde física e mental, a mim que sou um ignorante neste assunto, parece o mesmo que pedir ao Zé Dirceu que ensine ética e honestidade.
    Peço antecipadas desculpas se em algum momento pareci ofensivo aos homossexuais. Meu objetivo é apenas expressar meu ponto de vista.

  166. Julio

    -

    28/04/2010 às 10:53

    Reinaldo, o problema de sua análise é que ela legitima uma instituição cultural que é eminentemente revolucionária. Você parece tão ponderado nas demais questões e nessa questão você simplesmente ignora o que é um princípio e o que é um caso concreto. Defender a adoção por parte de gays é um princípio ou uma “instância” social e cultural que você está defendendo, e isso está embutido dentro de uma cosmovisão específica.

    Outra coisa, você que é tão lógico, não percebe a falácia óbvia de imputar, em qualquer grau, a lotação dos orfanatos à proibição de adoção parte de gays. Qual é a relação de necessidade entre os dois fatos? Certamente não é uma relação causal, mas puramente acidental

    REINALDO RESPONDE
    Epa!!! Quem disse que eu atribuo a lotação dos orfanatos ao fato de os gays não adotarem crianças? Onde está escrito isso?

  167. Ana

    -

    28/04/2010 às 10:53

    Eu acho que elas merecem uma família tradicional. O motivo que você dá não tem muito sentido, pois não há famílias suficientes querendo adotar, uma vez que o que emperra é a burocracia?
    Reinaldo, você escolheria para você uma família tradicional ou não?
    Eu escolheria a tradicional, porque não suportaria o preconceito que há, escondido ou não, em todos nós.
    Bom dia.

  168. Rodrigo R.

    -

    28/04/2010 às 10:50

    Há evidencias suficientes que demonstrem que a homossexualidade não é fruto de escolha? Penso que existem tipos diferentes de homossexualidade. Quem diz isso não sou eu, mas a OMS, que caracteriza determinados casos de homossexualidade como patológicos.
    Se escolha não fosse, acho que não seria possível uma pessoa manter relações com ambos os sexos ou até mesmo viver uma experiência homossexual sem que isso a vinculasse para o resto da vida.
    Os fatos que possuo me dizem que o homossexualismo é uma preferência estética, tal qual minha preferência por morenas em detrimento das loiras. O que não posso concordar é que uma preferência estética seja fonte geradora de direitos.

  169. anonimo

    -

    28/04/2010 às 10:48

    Reinaldo, não concordo com a colocação “casal”, uma vez que para ser casal tem que ser sexo doferente, creio que neste caso especifico é par, parceiro, companheiro. Também tenho a opinião que nessa questão, vejo com grande preocupação “a criança” e digo porque, qual será a reação da criança qdo um amigo(a) perguntar a respeito do pai dela? como vai ficar sua cabecinha??
    Outra coisa, como vai ser a educação dada a essa criança?? Isso são perguntinhas basicas que ocorre normalmente na escola. Agora se vc for a um orfanato e perguntar a criança o que ela mais quer, ela vai responder que quer um pai e uma mãe. O STJ esta mais preocupado é com a adoção do que a criança.

  170. Reinaldo Rodrigues

    -

    28/04/2010 às 10:39

    Extremamente claro o que você expõe Reinaldo.Concordo plenamente.Amor não escolhe sexo, orientação sexual, cor ou religião. Quem tem amor pra dar, que o dê.

  171. João de Recife

    -

    28/04/2010 às 10:35

    Caro Reinaldo,

    Sua tese discrimina até o amor que se dá a um filho adotivo.
    Sei que você é uma pessoa Católica, e, portanto deveria lembrar que para Deus, nós “gregos”, fomos tomados por adoção.
    Você acha, então, que Deus ama mais um Judeu do que nós, filhos por adoção?

  172. Marcelo

    -

    28/04/2010 às 10:34

    Afonso disse:
    abril 28, 2010 às 8:52 am

    Eu, se fosse órfão, preferiria passar a vida toda em um orfanato a ser adotado dessa maneira.

    *****

    Cara, você não tem idéia do que está falando. Uma família é uma família. Ter dois pais ou duas mães é algo MILHÕES DE VEZES MELHOR DO QUE PASSAR A VIDA NUM ORFANATO.

    Sério, liberdade você tem para dizer o que quiser. Mas penso que isso que você disse é ignorância (no sentido do não-saber).

  173. Ivaldo

    -

    28/04/2010 às 10:34

    Sendo católico, compartilho com a posição da igreja. Não dá para defender alguns dogmas e desprezar outros.
    Não me interessa o “politicamente correto”, sou contra.
    Ataques pessoais não! tenho o direito de divergir.

  174. Gaucho

    -

    28/04/2010 às 10:32

    Nesse caso nao vejo nem como moral e ético, nunca fui de julgar, mesmo porque tive varios amigos gays e eu ainda tenho. Mesmo que um casal do mesmo sexo cubra de amor e carinho uma criança e essa criança seja no futuro uma pessoa bem instruída e educada, nao concordo, por um só motivo, nao é da nossa natureza esse tipo de atitude, tenho nojo de moralismo ou esse papo de ser ético, mas se seguíssemos o que a Sagrada Família nos quis passar, nao teríamos que passar por essas e tantas outras dirtorçoes de princípios. Que tal então um homem grávido? Ele tem direito também

  175. carlos amendola

    -

    28/04/2010 às 10:30

    O brasileiro, para adotar uma criança, passa por uma investigação rigorosa, antecedentes criminais, comportamento, condição econômica e outras coisas.
    Para ter um filho natural, o sujeito pode ser o pior dos piores, solteiro, ladrão, bandido, pedófilo, pobre, muito pobre, miserável. Pode ter uma, duas ou mais famílias, ou seja, pode fazer o diabo. Assim não há governo que aguente a multiplicação dos brasileiros.

  176. Mauricio Joffre da Silva

    -

    28/04/2010 às 10:22

    Gostaria de deixar aqui meu comentário a respeito não só do fato absurdo que se descreve. Fico pensando no trauma que essa criança terá no futuro, quando na escola, no trabalho, entre outros lugares, perguntarem, qual dos dois (ou das duas), é seu pai e qual é sua mãe. Até agora ninguém expos este fato. Este juiz que liberou a adoção por gays, que não dá para chamar de casal, pois não é, está completamente maluco.

  177. Frederico

    -

    28/04/2010 às 10:22

    Caro Reinaldo.

    Você está coberto de razão. Do meu ponto de vista, o que leva a repulsa dos casais gays é, em parte decorrente de suas próprias ações. Fomos criados em um país onde essa “cultura”anti gays foi predominante até pouco tempo. Então a mudança de “cultura”, sempre levará um tempo. O problema é que a ação de alguns gays, praticamente fazendo as preliminares do sexo em público, choca as pessoas. É absurdamente ostensiva e isso certamente incomoda as pessoas. Sou étero e acho que cada um que faça a sua opção, mas por ser étero, não preciso ficar “esfregando” a minha opção na cara dos outros.
    Grande abraço.
    Frederico

  178. eduardo

    -

    28/04/2010 às 10:20

    Não concordo com a adoção de crianças por casais gays. Não entendo que crescer em uma família divergente do modelo tradicional seja bom para uma criança. E não aceito essa alegação precipitada de que é melhor uma criança ser adotada por uma casal gay do que permanecer esquecida em um orfanato. Quer dizer que a negativa dada ao pedido de adoção de determinada criança por gays determinará que essa criança jamais venha a ser adotada? Outra coisa: Tenho verdadeira ojeriza por essa idéia de tomar “decisõas judiciais históricas”, “assumir posições de vanguarda”, ter a “coragem de quebrar paradigmas”, “fazer a sociedade avançar”, etc…Isso é mero proselitismo ideológico.

  179. Marcelo (não o branco)

    -

    28/04/2010 às 10:20

    Sou totalmente a favor e fiquei realmente feliz com a decisão.

    Duvido que um casal gay (seja homem-homem ou mulher-mulher) seja menos capaz de criar uma criança do que um casal hetero.

    Aliás, vendo o que temos por aí, arriscaria dizer (sem querer cair no risco do “preconceito às avessas”), que os heteros (a ala masculina) são plenamente capazes de abandonarem com frequência suas companheiras e filhos, numa muito boa (ou numa “nice”), para irem atrás de outro(s) rabo(s) de saia, deixando suas famílias em estado de destruição e miséria.

    Mulheres, sejam espertas. Não se juntem a qualquer traste. Escolham bem o pai de seus filhos.

  180. Oliveira.

    -

    28/04/2010 às 10:13

    Talvez poderia-se aproveitar este fato para retirar algumas travas da adoção que impede que o “estoque” de crianças continue alto nos orfanatos. Os impecilhos são muito grandes e continuarão grandes mesmo para casais homossexuais. Você mesmo citou os fatores : psicológicos morais e financeiros como condição para adoção, ora, casais heterossexuais, casados, ou não, mesmo em dificuldades financeiras podem ter filhos, adotar não. Creio que a lei da adoção deve ser revista.

  181. Pela Pátria

    -

    28/04/2010 às 10:07

    A homossexualidade ainda é uma nebulosa para a ciência. Como teorizar? Seria um “desvio” da natureza? É muito complexo.
    NÃO SE PODE JULGAR A HOMOSSEXUALIDA, MAS, SIM, O COMPORTAMENTO NA VIDA, NÃO SÓ DE HOMOSSEXUAIS, MAS DE TODOS. O QUE HÁ SÃO AS ESCOLHAS QUE CADA UM PODE FAZER NA VIDA.
    Quanto ao critério posto: o que seria pior? Ter um lar de um casal homossexual ou não ter? Sinceramente, levando em conta todos os aspectos, não sei.
    PS: Vejo o exemplo do Clodovil (que admirava) que amou sua mãe com uma reverência tocante.
    A imagem fica manchada por causa dessas passeatas (orgias) gays por ai.
    Como disse, A QUESTÃO É O QUE CADA UM FAZ DA VIDA.

  182. rita

    -

    28/04/2010 às 9:51

    Parabéns.
    Excelente texto.Claro e objetivo.
    Emocionante.

  183. Rods

    -

    28/04/2010 às 9:48

    REI.

    CONTINUO, COMO COMENTEI EM 18 DE MAIO DE 2009, DISCORDANDO DA SUA TESE E A JUSTIÇA BRASILEIRA, APARELHADA COMO ESTÁ, SERVE BOVINAMENTE A IDEIAIS IMPOSTOS POR UMA IDEOLOGIA CONDENÁVEL E COM MÚLTIPLAS VERTENTES.

    QUEM IRÁ AVALIAR SE OS CASAIS GAYS SÃO OU NÃO EQUILIBRADOS - HÁ FATOS CONSTATADOS DE QUE EM SUA GRANDE MAIORIA NÃO O SÃO - O JUDICIÁRIO? O ESTADO? ELES NÃO AVALIAM BEM OS MONSTROS QUE ESTÃO SOB SUA GUARDA E, COMO VC MESMO JÁ AFIRMOU, O ESTADO NÃO SABE ADMINISTRAR NEM UMA CRECHE DIREITO, IMAGINE UMA QUESTÃO COM NUANCES TÃO PROFUNDAS.

    IMAGINEM COM ESSA LAVAGEM CEREBRAL PRÓ GAYS, QUALQUER LAUDO DIVERGENTE SERÁ TIDO COMO HOMOFÓBICO.

    A COISA TÁ FEIA.

    Rods

  184. eidia

    -

    28/04/2010 às 9:42

    Criança precisa ser adotada por quem tem amor pra dar, carinho, vontade de ajudar na formação, educar, tentar dar a um ser humano uma vida digna, confortável, feliz. Fim.
    eidia
    http://www.oquevivipelomundo.blogspot.com

  185. Abreu 45

    -

    28/04/2010 às 9:34

    Reinaldo,

    Também não aprovo a homossexualidade, mas sem desconhecer sua existência, tanto com ela não me escandalizo como não admito a segregação de seus praticantes — desde que não atentem contra a decência, à dignidade, ao decoro e, enfim, ao respeito à sociedade, sem quererm deliberadamente insultá-la, com escândalos gratuitos. Tenho respeito pelos homossexuais e também tenho convicção de que a “opção” deles não é contagiosa.

    De modo geral, todos precisamos evoluir para aceitarmos as diferenças e sabermos respeitá-las, principalmente se em benefício dos que possam menos e sem prejuízo a mais ninguém.

    Parabéns por sua clareza.

  186. Ismael

    -

    28/04/2010 às 9:33

    Parabéns Reinaldo, é preciso valorizar sobretudo o aspecto humano. Há muito amor no ato de adoção e um casal estável, ainda que homossexual, é mais desejável, para a estabilidade emocional da criança. Crianças são inocentes, sem preconceitos, e com certeza homossexualidade não contamina.

  187. Almeida

    -

    28/04/2010 às 9:27

    Concordo com o Reinaldo em gênero, número e gráu. Será que para os que são contra a adoção por gays, é mais importante uma criança ficar “mofando” e infeliz em um orfanato? A maioria das pessoas que são contra a adoção por gays, não tem a coragem de adotar. Preferem que elas fiquem onde estão. Sou pai adotivo e quando o fiz, sofri pressão de familiares e amigos. Se fosse homossexual, com certeza não saberia lidar com a pressão e teria desistido. Hoje, minha filha do coração, me presenteou com uma linda neta. Estou e sou feliz pela decisão de anos atrás. Que os casais gays tenham o mesmo direito, de serem felizes e de fazerem alguma criança feliz. Pois Estado e Igreja não adotarão ninguém.

  188. Ed

    -

    28/04/2010 às 9:25

    Essa é uma daquelas questões onde o certo é tão óbvio que nem merece maiores reflexões.

    Pancadaria, então, só de quem tem serragem na cabeça.

  189. LUG

    -

    28/04/2010 às 9:19

    Para quem aceita como normal a sexualidade dos gays, tudo bem. Mas para os que consideram a homosexualidade um desvio da normalidade, aceitar que os gays adotem uma criança para evitar a estas o horror da criação em orfanatos, é escolher o mal menor, na minha opinião. Válido, talvez, mas mal. O desvio está lá. Sempre. Faz parte. E a criança, como fica? Não sei. Tenho dúvidas.
    Os gays vieram certamente de casais hetero. Os gays, como seres humanos que são, à semelhança dos heteros, terão evidentemente os mesmos problemas que estes, e o que é mais, carregam consigo, como parte de sua bagagem o desvio da sexualidade aceita como normal pelas sociedades atuais. Isto é bom? Repito: não sei.

  190. josé wanderley

    -

    28/04/2010 às 9:17

    Sempre que pensamos a solidariedade e até a fraternidade hoje, nos deparamos com questões não raro construídas por modismos e casuísmos. Também na questão da homossexualidade a homofobia nos reserva varias armadilhas morais. À pretexto de não sermos politicamente incorretos, temos que ser contra qualquer opinião que pareça contrariar a aceitação total do homossexualismo sem nenhum juízo de valor à princípio. Fico muito feliz quando vejo opiniões que contornam a armadilha politicamente correta e vão direto ao ponto como nesta. O respeito a todo ser humano individualmente ou coletivamente, não por pertencer a uma minoria ou maioria, é um pressuposto cristão e que se exerce no mais alto nível.

  191. Roberto Figueiredo

    -

    28/04/2010 às 9:16

    Prezado Reinaldo:

    De minha parte, ao menos, não vem pancada alguma.
    Concordo integralmente com seu pensamento!
    Identificação sexual não é escolha. Homossexualidade não se pega…
    Parabéns pela coragem e pela lucidez do texto!

    PS: também concordo contigo em relação ao aborto.

  192. José Eduardo

    -

    28/04/2010 às 9:10

    Parabéns mais uma vez por ter coragem de mostrar sua opinião de forma clara, sincera e honesta!

  193. Samuel Pavan

    -

    28/04/2010 às 8:58

    Caríssimo Reinaldo, concordo contigo em praticamente todos os teus pontos de vista, e, também por isso, dou ao menos uma passadinha aqui diariamente.
    Mas neste caso, não dá. Primeiro: pelo que me consta, há filas de casais naturais tentando a adoção. Os orfanatos cheios me parece que é muito mais decorrência de burocracias e lentidão do Judiciário. Segundo: penso que ao se permitir a adoção de crianças por casais gays está se preocupando muito mais com a satisfação destes (adultos) do que com as necessidades daqueles (seres humanos em início de desenvolvimento, indefesos). Terceiro: essa família é inconstitucional e ilegal (CC). Os gays que consigam que o Congresso mude isso primeiro.

  194. Alonso

    -

    28/04/2010 às 8:57

    Caro Reinaldo,

    Tenho uma filha adotiva e um filho biológico. Certamente os amo de forma diferente. Acho que os amaria de forma diferente quer fossem ambos adotivos ou biológicos. Isto não me “aterroriza”, pois racionalizo que proporciono à minha filha afeto, conforto, educação e um futuro muito mais promissor do que ela teria no orfanato do qual eu e minha mulher a “resgatamos”. Entendo que a mesma razão que o leva a ser favorável à adoção por casais gays deveria fazê-lo também favorável à adoção por casais que tenham filhos naturais…

    Abraço,

    Alonso

  195. Afonso

    -

    28/04/2010 às 8:52

    Eu, se fosse órfão, preferiria passar a vida toda em um orfanato a ser adotado dessa maneira.

  196. Morrissey

    -

    28/04/2010 às 8:48

    Tio Rei,

    Seu texto é excelente e reflete exatamente minha posição sobre o tema. Não há como negar que ter pai e mãe é melhor para a criança do que ter dois pais ou duas mães — no mínimo, a criança será menos alvo de questionamentos durante a infância e a adolescência. Principalmente durante a adolescência, em que uma certa confusão hormonal impera, a pessoa adotada poderá se sentir um tanto “estranha” em relação a seus colegas de escola ou amigos do bairro. Mas esses “custos” não são maiores do que o benefício de se viver em um lar (e não em um abrigo) e de se ter pessoas afetuosas como “caregivers”.

    Abraços Brasilienses!

  197. Netto

    -

    28/04/2010 às 8:47

    Esse tipo de adoção, discordo naturalmente. Acho interessante um juiz decidir sozinho sobre uma situação dessas. Caso lhe dissessem que um netinho (a) seu teria que passar uma temporada com um casal gay, acharia muito bacana sua resposta, suas considerações. Lembrando que o netinho de um juiz, de um rico, de um funcionário público, de um empresário, etc… perante Deus, tem o mesmo valor de uma criança carente de pais, habitantes de abrigos. Sempre optamos pela solução mais fácil, que nem sempre, é a mais sensata. Como tudo que vai volta (é uma Lei), depois reclamamos sem razão, dos efeitos, individual ou coletivamente.

  198. Marco Antonios de Souza

    -

    28/04/2010 às 8:40

    Voce com o sempre a favor da liberdade e da justiça.

  199. ORLANDO FURIOSO

    -

    28/04/2010 às 8:38

    A MELHOR FRASE: TEM HETEROS E TEM HOMOS SEM VERGONHAS E SAFADOS
    LEMBREM O CASO DO RENAN CALHEIROS POR EXEMPLO
    É UM HETERO DESQUALIFICADO
    FAZ FILHOS NAS MULHERES E DEPOIS MANDA OS LOBISTAS E EMPREITEIROS SUSTENTÁ-LOS. TEM HETERO MAIS SACRIPANTA DO QUE ESSE?
    ESSAS DUAS SENHORAS DE BAGÉ SAO MUITO HONRADAS E DIGNAS: ASSUMEM CORAJOSAMENTE SUAS OPÇÕES, NÃO FICAM NO ARMÁRIO E ASSUMEM A RESPONSABILIDADE DE DAR UMA VIDA NOVA E CONFORTÁVEL A DUAS CREIATURINHAS HUMANAS
    SÓ O PAPA PODERIA SER CONTRA SEMELHANTE AJUSTAMENTO SOCIAL. TODO MUNDO SAI GANHANDO: AS DUAS SWNHORAS, A SOCIEDADE E-PRINCIPALMENTE -AS DUAS CRIANCINHAS

  200. Rob7

    -

    28/04/2010 às 8:33

    Sou contra, principalmente de crianças pequenas de 2,3,4 e 5 anos, já que 50º ou mais da personslidade da criança e formada nessa idade, e muita confusão para os pequeninos. Agora a burocracia para adoções, deveria ser amenizada e se multiplicariam as adoções.

  201. Alê

    -

    28/04/2010 às 8:24

    Tio

    Quanta falta faz um Partido de extrema direita nestepaiz. Por que o que deveríamos estar discutindo é redução de natalidade e não sua consequencia. Mas os Tribunais só se pronunciam quando provocados (não é asim que o Douto Gilmar Mendes dizia?)
    Homosexualismo (entre outros) é uma disfunção (sem patrulha por favor, eu não estou dizendo que tem cura, só que está fora da normalidade esperada) mas a aceitação disto (entre outras coisas) como normalidade, acaba forçando a aceitação do comportamento por todos. Acho fantástico como uma minoria acaba monopolizando a atenção de todos. Tenho acusado a todos que não aceitam meu pensamento arcaico de Racistas, Heterófobos e outros impropérios

  202. John Coffee

    -

    28/04/2010 às 8:19

    Parabéns pela honestidade intelectual, Reinaldo Azevedo.

  203. PoPa

    -

    28/04/2010 às 8:14

    O grande erro de muitos homofóbicos é confundir homossexualidade com promiscuidade. E o grande erro de muitos defensores da opção sexual, é confundir promiscuidade com homossexualidade. Ser contra as “paradas gays” e demonstrações exageradas não é ser homofóbico! Casais homossexuais firmes e fiéis são tão normais quanto casais heteros. E essa deve ser a leitura de quem pode destinar crianças à adoção.

  204. j.freire

    -

    28/04/2010 às 8:10

    Reinaldo,
    gente que não presta encontra-se em qualquer lugar. Pessoas decentes podem ser gays ou hétero. Uma única exceção são os petralhas, esses não tem jeito.

  205. Pinto

    -

    28/04/2010 às 8:08

    Não vejo qualquer problema nisso. Caráter não tem nada a ver com preferência sexual.

  206. arcs001

    -

    28/04/2010 às 7:57

    Reaça!

    Progressista!

    Brincadeiras a parte, você acha mesmo que uma criança adotada por dois homossexuais (o aurélio não me permite utilizar a palavra casal) terá uma vida normal? Na pior das hipóteses você está privando a esta criança o direito de ser adotada por um casal, e ter uma família.

    A grande falácia desta história é dizer que a adoção visa atender às necessidades da criança, uma ova! Isso é um lobby da comunidade homossexual! Visa atender unicamente às suas expectativas!

    E sinceramente, ver você defender este tipo de ação tira completamente a esperança de haver uma voz estridente e sensata. Muitas vezes você era esta voz, infelizmente neste ponto não é.

  207. Advogado Bahiano

    -

    28/04/2010 às 7:54

    Como sempre, IRRETOCÁVEL!

  208. rafernandes

    -

    28/04/2010 às 7:53

    Reinaldo,

    Talvez, realmente, seja melhor a adoção por um “casal” gay do que permanecer num orfanato. Entretanto, não consigo digerir um diálogo do tipo:
    - Joãozinho, qual o nome da papai?
    - É Paulo, tia!
    - E o da mamãe?
    - É Sérgio, tia!
    Faça-me o favor……a gargalhada será ensurdecedora até numa classe do 1º ano do ciclo fundamental! E uma gargalhada coletiva traumatiza qualquer um, até o filho do Brucutu!
    O juíz pode achar que a adoção é melhor do que o abandono mas não podemos nos esquecer que uma infância e adolescência sujeitas à constante chacota dos coleguinhas é igualmente danosa à formação de qualquer um.

  209. Naiá

    -

    28/04/2010 às 7:52

    Reinaldo,
    Parabéns. Assino embaixo.

  210. Vando

    -

    28/04/2010 às 7:51

    Reinaldo, não vou crfiticar sua “santa e inquestionável” opinião. Acho que um dia diante de Deus você ainda terá coragem de dizer que o Altíssimo pode até discordar de você, que você o respeita e tal mas não deixará de dizer que na sua opinião Elestá “equivocado”. Só gostaria de saber uma coisa: você deixaria suas filhas serem criadas e educadas por um casal de lésbicas? E onde afinal vamos esconder aquele papo de que uma criança para ter um bom desenvolvimento psicologico preciso da presença do pai e da mãe? Ou você acha que na cabeça de uma criança ver duas mulheres, ou dois babudos, se beijando é a mesma coisa de ver um homem e uma mulher? Tenha santa paciencia!

  211. Victor

    -

    28/04/2010 às 7:49

    Enquanto alguns imbecis se opõem que seres humanos bem intencionados que se propoem a tornar uma criança abandonada, e sem amor, em um cidadão de bem, um juiz no Rio , mesmo como adoção provisória, permite que uma louca espanque e agrida verbalmente uma criança de dois anos de idade.

  212. Eduardo

    -

    28/04/2010 às 7:49

    Sou favorável que os gays tenham garantidos seus direitos civis, pensao, herança, propriedade etc., porém, discordo da adoçao de crianças por gays porque, em minha opiniao, a criança necessita da presença clara de pai e mae (ou apenas pai ou apenas mae!). A criança tem o direito de ter pai e mae ou apenas mae ou apenas pai, até que tenha maturidade suficiente para saber por que tem dois “pais” ou duas “maes”. Dentre outras consequências, imaginem o “bullying” que essa criança vai passar.

  213. Marcelo

    -

    28/04/2010 às 7:47

    Reinaldo, se pancadaria houver, será por parte da militância gay, que encara a homossexualidade como uma opção, e não como um destino inescapável. Por outro lado, como em todos os assuntos referentes à moral, aprendi a desconfiar de minha própria opinião ou de outros, por mais brilhantes que sejam. Prefiro ainda a orientação da Santa Madre, que conta com a assistência de um consultor privilegiado e tem 2.000 anos de experiência nas costas.

  214. Maria Helena

    -

    28/04/2010 às 7:29

    Já que você afirma com tanta convicção que “ningém é gay porque quer”, Reinaldo, poderia me dizer a causa dessa anomalia? E, por favor, não me corrija, quando eu falo “anomalia”, porque natural não é. Natural é procriação, é côncavo no convexo, é masculino x feminino… Pra mim, o resto é acomodação. Diga-me, então: o que determina essa acomodação? Não é ironia, é curiosidade mesmo. Até hoje, não encontrei uma explicação razoável pra tanta opção pela homossexualidade. E a única constatação que tenho é: quanto mais inteligente, mais tendente.

    REINALDO RESPONDE
    É a mesma causa que explica haver homossexuais entre outros mamíferos e até aves: o nome da cusa é “NÃO SEI E NINGUÉM SABE”

  215. Alvaro

    -

    28/04/2010 às 7:10

    Reinaldo

    Aprendi a admira-lo, e a respeita-lo, entretanto, lamento novamente sua postura quanto a adoção por gays. Lamento, não por mim, mas por vc mesmo, que se dizendo cristão e defensor da bandeira do cristianismo, parece escolher as cores que quer defender. Já lhe recomendei a leitura das cartas do Apostolo Paulo. Veja, para o cristão, esse caso não é questão de opinião, mas respeito aos ensinamentos bíblicos que é considerada à PALAVRA DE DEUS.

  216. Franklin Anagnostopoulos

    -

    28/04/2010 às 6:44

    Ai, ai, ai, ai…
    Não é pancada, é dúvida. Quanto a adoção de crianças por casais de lésbicas eu concordo e mais acho seguro. Quanto a homossexuais masculinos, não sei não. Na realidade, diante da dificuldade de adoção de crinças mais velhas, estas acabam “sobrando”., penso que o ideal é o modelo de “Aldeia Infantil SOS”. Lá há várias mães “profissionais”, sozinhas e que cuidam de várias crianças. O papel masculino é exercido por um supervisor que visita as várias famílias. Adoção não deve ser vista como um direito do pais mas como a opção ideal para as crianças.
    Homem sozinho ou casal de homens não deviam adotar, como já dizia a vovó, homem não presta.

    Um abraço

    Franklin

  217. OhMyGod!

    -

    28/04/2010 às 6:17

    Caríssimo.
    Aplaudo a decisão judicial, mas considero subjetivo o conceito (neste caso) do “mal menor” que se subentendo do texto.
    Explico. A adoção foi feita por uma das partes do “casal”, eis que não são “casados”, nem judicial, nem religiosamente. A criança terá o sobrenome da pessoa jurídica, que será a “mãe”, eis que será (?) vetado que tenha o sobrenome das duas. A adoção (eis que concordo plenamente com você!) deve ser em virtude das condições financeiras e morais da adotante, e não porque constitui “mal menor”, pelo número de crianças em orfanatos que “poderiam ser adotados por casais gays”.
    O que importa é que a criança tenha uma relação de “pais/filho” no novo lar.

  218. elianemoura

    -

    28/04/2010 às 5:44

    Apoiadíssimo!

  219. Pedro Erik

    -

    28/04/2010 às 5:38

    Reinaldo,

    Em alguns momentos, deparo-me mais conservador que você. Esse é um desses. O problema está nos orfanatos e na não adoção por casais tradicionais. Tenho receio do incentivo a adoção por casais gays. Entre um orfanato muito bem equipado e com profissionais competentes e que tenha valores cristãos e a adoção por casais gays, fico com o primeiro.

    Abraço,
    Pedro Erik


 

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