07/06/2011
às 17:57“Não podemos deixar que haja espaço reservado às pessoas brancas”. Quem fala? Ora, a ministra da Igualdade Racial!
O governador Sérgio Cabral, como a gente sabe, é o preferido das chamadas minorias que querem se comportar como maioria. Já defendeu a descriminação da maconha, acha o aborto como uma forma de diminuir a violência e a miséria, freqüenta as paradas gays e, na segunda-feira, assinou um decreto que reserva 20% das vagas em concursos públicos estaduais a candidatos que se autodeclarem negros ou indígenas.
Cabral não gosta muito da minoria dos bombeiros. Aí, se preciso, como diria o presidente João Figueiredo, ele prende e arrebenta. Para atacar Anthony Garotinho, também andou reclamando do “fundamentalismo” evangélico. Mas voltemos.
O governador decidiu instituir a cota sem dar pelota para a Assembléia Legislativa, por exemplo. Pra quê? Se os “movimentos sociais” querem… Cabral não teve o cuidado nem mesmo de mesclar o critério chamado “racial” com qualquer outro — o social, por exemplo. Eu me oponho a qualquer cota, deixo claro.
É evidente que se trata de um agressão à Constituição Federal. Mas quem há de recorrer? Não será o Ministério Público, certo? Qualquer outra entidade que o fizesse correria o risco de ser tachada de “racista”. Como o critério é autodeclaratório, não cabe a uma comissão do governo decidir: “Não! Você não é negro”. Aliás, se o fizesse, lembraria um comitê nazista…
A ministra da Igualdade Racial, Luíza Helena de Bairros, achou a decisão de Cabral o “ó” do borogodó e deu a seguinte declaração, cujo alcance estou tentando entender até agora:
“Na medida em que o senso demográfico mostra que existe uma maioria negra na sociedade, não podemos deixar que haja espaços reservados às pessoas brancas. A composição racial do País deve estar representada em todas as esferas.”
É mentira! O censo demográfico de 2010 aponta que são negros 6,3% dos brasileiros; autodeclaram-se “pardos” 43,2%; dizem-se brancos 49,9%; os índios são 0,4%, e os amarelos, 0,5%. Uma ministra da “Integração Racial” que decide seqüestrar os “negros” para a “categoria” dos “pardos” se autodeclara intelectualmente.
Trata-se de uma afirmação boçal, à altura da medida de Sérgio Cabral. Se uma gota de sangue negro torna negro o brasileiro, há de se supor que uma gota de sangue indígena o faz indígena, o mesmo ocorrendo com os amarelos, certo? Por alguma razão que só o racismo explicaria, a gota de sangue branco não torna ninguém… branco! Sigamos.
Se tudo for conforme quer a ministra, será preciso demitir os descendentes de orientais do serviço público e caçar suas vagas nas universidades. Com certeza absoluta, eles são mais do que 0,5%. E também estou certo de que os descendentes de índios são mais do que 0,4%. A propósito: se uma gota de sangue faz a raça, eu posso ser cacique ou pajé. Feitas todas as contas, com um bisavô índio, legítimo mesmo!, acho que posso me orgulhar, sei lá, de uns 25% de sangue aborígene, como diria Ayres Britto… Pode não parecer, eu sei, mas sinto em mim o espírito da floresta… Marina se diz “negra”. Eu sou “índio”. Vou lá reivindicar as minhas terras no Mato Grosso…
E fico aqui aguardando que a excelentíssima ministra me prove que existem “espaços reservados” para os brancos. Onde? Essa gente continua empenhada em fazer guerra racial no Brasil. Aliás, é assim que prosperam: dividindo os brasileiros, radicalizando o discurso em nome de uma suposta maioria inexistente, intimidando a maioria de fato. Porque a maioria de fato, convenham, continua a ser branca. Felizmente, não há lideranças empenhadas em transformá-la num privilégio.
Eu não tenho esperança de que a ministra saiba matemática, mas posso socorrê-la ainda assim. Ainda que todos os pardos que ela seqüestrou para a categoria dos negros aceitassem a sua categorização racialista, poder-se-ia dizer que os não-negros do Brasil são a maioria. Brancos mais amarelos foram 50,4%; com os índios, 50,8%. O chato pra ela é que os pardos são tão negros quanto… brancos!
Querem saber? Antonio Palocci e sua riqueza fazem parte de nossa miséria moral, política e intelectual episódica. Há uma outra, de fundo, sendo construída. Palocci é fruto do passado, expressão de um atraso pregresso. Já estamos marcando um compromisso com o atraso futuro. Em vez de mobilizar esforços para dar uma educação de qualidade a todos os brasileiros, de modo a capacitá-los para a competição, selecionando os melhores, estamos dando um jeitinho de dividir o país em raças, em classes, em gênero etc para não discriminar ninguém, especialmente os piores de qualquer cor. Negros, pardos, brancos, amarelos — e também os índios (com a licença do ministro Ayres Britto! )— precisam é de escola decente para aprender português, matemática, geografia, história, essas coisas que fazem a riqueza das nações…
Tags: racialismo


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143 Comentários
GILSON
-02/07/2011 às 22:18
O bom de tudo ..é que alguem começa a indignar-se com esse estado de coisa que assola o Brasil…ele está se tornando um pais de exceções….as minorias exigem privilégios..já era hora d eaguém reclamar….pela CF…”todos somos iguais perante a lei”….agora cada setor minoritario (hipócritamente) exige não direitos..mas , sim, vantagens….o negro quer…o deficiente quer..o idoso quer…agor os homossexuais….se continur assim vai chegar o dia em que minha filha vai dizer.:….-Pai!eu arrumei um namorado, é um “partidão”….ele é idoso, negro,deficiente..e gay!!! Sem preconceito!!! MAS É A DECADÊNCIA DE NOSSA SOCIEDADE!!!
Elton Melo
-02/07/2011 às 14:05
Gostei do texto, enquanto a discussão estiver no âmbito racial este país nunca será um país justo. A questão é que todo cidadão brasileiro, independente de suas origens, deve ser priorizado! Deve ter acesso á educação, saúde, lazer, um salário digno e á livre expressão religiosa e sexual. Colocar a discussão sobre: Que país somos e queremos ser no futuro? no âmbito racial, é ser imbecil. Também dizer que o Brasil, tem uma divida Histórica com os negros, índios, etc..também é indigno. O Brasil é uma jovem nação plural e que deve tratar os seus filhos por igual. Quem tem uma dívida histórica com o povo brasileiro, é Portugal; que deveria ser lavada a tribunais internacionais para responder pelo genocídio cometido com os índios brasileiros, com os negros brasileiros etc…. Se esquecem que o Brasil era colônia de Portugal? O Brasil, de fato enquanto país, só tem 189 anos.
cicero gomes santiago
-02/07/2011 às 13:44
vivemos cercados pela hipocresia racial, preconceituosa e discriminatoria criadas pelos politicos,no meu entedimento em 41 anos de idade, não vejo discriminação, racismo ou mesmo preconceito nenhum por causa de cor, credo ou opção sexual, mas sim pela posição social do individuo;
vejamos:
presidente dos estados unidos, é loiro?
quantos votos teve clodovil para dep federal?
o ator e atriz mais bem pagos do mundo? são brancos?
o rei do futebol, pelé, é loiro?
qual seria a reação da população “feminista”, se a propaganda da bombril com as mulheres metralando os homens, e se fosse o contrario?
e tem mais …
ecio
-02/07/2011 às 10:27
tambem concordo com o texto acima, e infelizmente só conseguiremos ver igualdade neste pais, quando os politico descendentes dos senhores de escravos sairem do poder deste pais.
ana gomes
-12/06/2011 às 10:58
o maior problema é a colonizaçao cultural: pegam um sistema de outro país e tentam aplicar aqui, que tem outra estrutura cultural, social e política. querem forjar um tipo de construçao que nao sei a quem interessa, racializar as relaçoes sociais. e nesses proprios paises, esse tipo de politica já foi revista e faz muitos anos.
a perseguiçao do atraso, a falta de educaçao, de pensamento critico, de estudos de consequencias, o primarismo de uma sociedade que nao tem objetivos concretos.
diltono587@terra.com.br
-09/06/2011 às 23:38
Eu sou mestiço, minha mãe era negra, mas, essa estupidez tem de acabar. Ah não fosse os brancos, como estarimos hoje?
Abraao Isvi Oliveira
-09/06/2011 às 19:53
Fabiana, Tenho um irmão de olhos verdes e bem branco que no vestibular se declarou NEGRO, pq? Nosso pai é negro, mas nossa mãe é branca, portanto quando lhe convém ele é negro e quando lhe convém é branco :P. No fim provo com isso que raça não existe, e a luta deveria ser para extinguir esse conceito retrógrado que só divide e nada acrescenta.
TITO 2
-08/06/2011 às 16:46
Já estamos chegando ao limite suportavel da irresponsabilidade. Eses petralhas estão dividindo o país
com essa guerra de classe social. Vai abaixo um dia comum
entre brasileiros trabalhadores que sustentam esses vagabundos:
Cuidado ao encontrar um velho amigo de Escola.
Outro dia estava no mercado, quando vi no final do corredor um amigo da época da escola, que não via encontrava há séculos. Feliz com o reencontro, me aproximei falando alto:
Osvaldo, sua bichona! Quanto tempo!!!!
E fui com a mão estendida para cumprimenta-lo. Percebi que o Osvaldo me reconheceu, mas antes que pudesse chegar perto dele, só vi o meu braço sendo algemado.
Você vai pra delegacia! - Disse o policial.
Eu sem entender nada perguntei: Mas o que eu fiz?
HOMOFOBIA! Bichona é pejorativo, o correto seria chama-lo de grande homossexual.
Osvaldo interferiu tentando argumentar:
Que isso doutor, o quatro-olhos aí é meu amigo antigo de escola, a gente chama-se assim na camaradagem!!
Ah, então você estudou vários anos com ele e sempre se trataram assim?
Isso doutor, é coisa de criança!
O policial já emendou a outra ponta da algema no Osvaldo:
Então você está detito também.
Aí foi minha vez de intervir:
Oque foi que ele fez?
BULLYING! Te chamando de quatro-olhos por vários anos durante a escola.
E nessa hora vi o Jairzinho Pé -de-pato chegando perto.
E já vendo a situação, mas, sem entender nada, vendo o Osvaldo algemado já foi falando:
Que porra é essa negão, que tu aprontou aí?
Aí não teve jeito. Fomos os três parar na delegacia.
Estamos respondendo processo por :
HOMOFOBIA - BULLYING e RACISMO.
Estão acabando com o país com leis esdruxalas.
Hoje o correto é passeata Gay, passeata da maconha, passeata das vadias etc.Aonde vamos parar?????
Trabalhador e pagador imposto vai preso, estrupador de conta bancaria e violador das leis estão a solta.
Renato Rasera
-08/06/2011 às 15:28
Recomendo ao blogueiro a leitura da Lei 12.288 de 2010. Um simples passar de olhos sobre o inciso IV do artigo primeiro o fará perceber que sua verborrogia não tem fundamento algum.
Se o dono do blog vive se declarando defensor da legalidade, o mínimo que esperamos é que conheça um pouco sobre leis. Se o sujeito se autodeclara pardo, ele é negro, por definição legal.
A não ser que este senhor defenda apenas as leis que lhe agradem…
Fabiana
-08/06/2011 às 14:32
Eu queria tanto ver um loiro de olhos azuis se AUTO-DECLARAR negro. Afinal, é esse o critério, não é?
Se alguém questionar, ele diria: “ah.. é que puxei pro meu pai, mas metade dos meus genes são negros.. logo, eu sou pardo”..
Danilo Max
-08/06/2011 às 12:43
“Negros, pardos, brancos, amarelos — e também os índios (com a licença do ministro Ayres Britto! )— precisam é de escola decente para aprender português, matemática, geografia, história, essas coisas que fazem a riqueza das nações…”
Perfeito, Tio Rei! Pode incluir entre aqueles que DEVEM aprender esta lição os seguidores do Paulo Freire. Sabe? Aquele que quis reinventar a roda na educação.
Francis disse:
-08/06/2011 às 11:59
Na minha modesta visão,essa história de cotas já me parece preconceituosa,pois coloca os negros como incapazes,ao invez de cotas por que não escolas
públicas de qualidade isso sim seria a formula
correta e justa para todos,negro,branco,indio marelo.
A pergunta que não quer calar é,e os brasileiros branco
pobre terão suas cotas?.
Talvez seja esperar muito de pessoas que acreditam o abor-
to como forma de diminuir a violência,liberalização da
maconha e ensinam OS LIVRO FOI EMPRESTADO,só com cotas dessa forma fica mais fácil controlar e dar o bote final.
Jean
-08/06/2011 às 11:49
Ao invés do Ministério da (Des)Igualdade Racial tentar impor o apartheid no Brasil, o MEC devia selecionar livros de qualidade para as escolas, promovendo assim uma educação de qualidade para os pobres (negros, brancos e pardos diga-se de passagem).
Jorge Silva
-08/06/2011 às 11:45
E ainda se define “Ministra da Igualdade Racial”? Se ele fosse realmente pela igualdade não trataria as outras raças de forma tão desigual…
Jorge Silva
-08/06/2011 às 11:31
Neste conceito de Pardo estão incluídos os quase 80% da população da região Norte, que na verdade é cabocla (Indio + Branco = Pardo). Segundo o IBGE Pardo não é só mulato, mas índios, mestiços e caboclos. Segundo a matemática dessa ministra Indio + Branco = Negro.
Cometa Halley
-08/06/2011 às 11:06
Gostei do “Por alguma razão, uma uma gota de sangue branco não torna ninguém branco”, porque até hoje não entendi quando dizem que o Obama foi o primeiro negro a chegar à Casa Branca. Não teria sido o primeiro mestiço? Ou o primeiro mulato? Ou qualquer outra classificação? Afinal, o homem tem 50% de sangue negro e outros 50% de sangue branco. Alguém poderia me explicar?
Carmen
-08/06/2011 às 10:25
Acho que estou velha eemburreci. No meu tempo não existia a denominação “pardo” e sim mulato (descendentes de branco com negro), fora o cafúcio e o mameluco. A expressão ficou feia de repente, racista. Daqui a pouco terei que pedir ajuda ao Chapolim Colorado para me defender, uma vez que tenho a ousadia de ser branca. Gostaria muito que o meu dinheiro “branco” não fosse usado por todos esses senhores. Será mesmo que perderemos todos os direitos civis e viraremos escravos? É isso mesmo que desejam? Posso então concorrer a essa vaga simplesmente dizendo que sou negra?E quanto a um negro dirigindo seu carro caro, continua sendo vitima da sociedade igual a um negro (ou até mesmo um branco) pobre? Realmente jamais gostei nem confiei no PT, e eles não decepcionaram nesse ponto.
Ana Paula B. S.
-08/06/2011 às 9:05
…Agora, quando alguém me chamar de branquela, branca azeda e por aí vai, vou fazer um B.O. por preconceito racial. O mérito das pessoas não está na cor de sua pele e sim na sua capacidade. Coitado do branco pobre , está totalmente desamparado.
Larissa Quartiero
-08/06/2011 às 8:47
Dica pros amigos que querem fazer concurso!
Eduardo
-08/06/2011 às 8:40
Eu sou favorável as minorias. Por exemplo, acho que deveria haver cota para quem estudou em escolas particulares, para os brancos. Afinal, temos que proteger as minorias não é?
Mundico
-08/06/2011 às 7:59
Por que será que a mioria dos ativistas negros são racistas? Essa senhora já é a segunda ministra petista que sofre da Síndrome Idi Amin Dada manifesta em declarações racistas contra os brancos.
Marcus Meyer
-08/06/2011 às 6:06
Ela, a ministra, toma como exemplo a própria existência. Se não fosse por esse papo de igualdade racial não teria como ocupar um ministério. Por sua falta de capacidade teria que se contentar com um cargo no 20º escalão!
Telmo
-08/06/2011 às 5:21
Olá -
Moro num bairro que tem grande número de judeus (embora eu mesmo não o seja). Conheço algumas dessas pessoas, e sei de histórias terríveis, em realidade iguais à pior coisa que tenham visto vocês em filmes. Naturalmente, estou falando da Segunda Guerra e do nazismo. Seque quero mencioná-las, a hora na carece de tanta bestialidade…
São histórias de superação de uma miséria física e emocional absoluta - algumas vividas por gente que não era senão uma criança (e pequenas, ainda). Ao contrário do mito antissemítico, a maioria absoluta era destituída de posses (mesmo porque os que as tinham foram roubados pelos nazistas…).
Para ir ao ponto: eu nunca vi essas pessoas chorando com autocomiseração e pedindo cotas para coisa alguma. Nunca! Eu acho que o conceito todo lhes seria estranho. O que sei dos que conheço foi uma gana de ir à luta, de criar seus filhos bem, do ponto de vista espiritual, intelectual e - por que não? - material.
Cotas são uma grande vergonha. É a admissão da incapacidade de se superar. Eu jamais confiaria em alguém que soube ser cotista. Por quê? Porque, andei lendo, para um curso de medicina no Rio Grande do Sul (Ufrgs) concorrem mais de 3.000. Mas cerca de 10 vagas, se bem me lembro, são para os autodeclarados negros. Mas não concorrem 3.000 autodeclarados negros para aquela vaga! Logo, vê-se o quão desnivelado é o preparo do condidato usurpador.
Também a minha família, de imigrantes, nada tinha. E, por favor, aos que dizem “ah, mas tinham uma gleba!” eu lhes ofereço a reflexão do que significa atirar-se para um outro lado do atlântico, portador de uma malinha com poucas roupas, e garantia de nada…Se uns prosperaram mais que outros, foi por esforço. O que outros não quiseram, meu bisavô quis, e assim fez fortuna.
Cotas estão a manchar a dignidade dos brasileiros. É preciso que os que defendem cotas dêem uma boa olhada nas suas famílias e comunidade e reconheçam o que existem de atávico e retrógado, a falta de gosto pela leitura, o desprezo pelo saber formal - e caírem na real, que não será com projetos extraclasse de bater em latas que se formarão bons engenheiros, e nem com descontos “por pontos” em vestibulares, para a incompetência…
Aliás, onde estão as cotas para as minorias das minorias do Brasil (chineses, bolivianos, koreanos, etc.)? Não existem. Por que o movimento negro quer facilidades, e não justiça. Os índios entram na conta da cota simplesmente como tutelados por outros, assim como eram pela Funai…para fazer a bela composição carnavalesca, folclórica, grotesca e infantil da imagem distorcida que muitos brasileiros têm de seu país.
Damien
-08/06/2011 às 5:03
Decisão absurda e inconstitucional. A frase da ministra da (des)igualdade racial expõe seu despreparo e racismo. Cotas geram mais preconceito e agridem o mérito.
Ferrabraz
-08/06/2011 às 2:31
É isso mesmo Reinaldo, a riqueza de Palocci é parte de nossa miséria moral, política, intelectual episódica.
FRASE PERFEITA.
jramos
-08/06/2011 às 2:31
Dificil engolir comentários de gente como esta que diz fazer parte de um governo que defende a minoria e revelasse demagogo e futil, na verdade compra o apoio público com a falsa impressão de quer acabar com a miséria social.Enquanto criam cotas, Os MINISTROS DA CASA CIVIL continuar a privilegiar suas cotas afinal no governo do PT já é quinto que não rola, o ultimo diga-se de passagem acumulou uma cota de 20 milhões, isso sim é que é uma senhora cota. Façamos uma conta básica 20 milhões divididos pelos 16 milhões que o governo diz continuar na miséria, eu particularmente acho que é muito mais, acho que resolveria um bocado da miséria do país.
Rodrigo Silva
-08/06/2011 às 2:15
Sou favorável as cotas para negros em universidades( pelo menos durante uns vinte anos).Acho que deveria existir também um mínimo de negros em novelas, no cinema( em papéis relevantes), na tv, de uma forma geral.Nessa de concurso público não concordo.
Agora, sempre que o assunto de cotas vem à tona, vários dizem que no Brasil não existe racismo.Grande falácia!!!!!
Aqui existe racismo sim!
Penso também que as cotas são parte da resolução do problema.Junto tem que vir a educação de qualidade para a população.
Lucas
-08/06/2011 às 2:08
Mas isso é um descalabro! As cotas raciais que facilitam o acesso de negros ao ensino superior, em tese, não servem para corrigir séculos de discriminação e desigualdade? Ora, se é essa a função das cotas, os cotistas não deveriam se beneficiar somente delas para que pudessem se colocar em pé de igualdade com a chamada raça ariana brasileira (que só existe na cabeça dos burocratas esquerdopatas, oportunistas e mal intencionados), justamente para terem acesso ao mercado de trabalho, seja no setor público ou privado? Pelo amor de deus, aí já é demais! Esses imbecis que infestam as repartições públicas brasileiras e manipulam a realidade, ignoram o bom-senso, vomitam na isonomia e realizam absurdos impronunciáveis com a meritocracia, estão decidindo, por bem, impor à população, políticas públicas impregnada de uma ideologia tão estúpida que além de não promover igualdade porcaria nenhuma, só tende a criar uma cisão racial num país que se destaca, justamente, pela miscigenação e tolerância de seu povo. Isso sem falar, que para fechar com chave de ouro, instituem um “tribunal racial” para decidir quem tem e quem não tem um pé na cozinha! Aonde vamos parar? Tribunais deste tipo, que eu tenha ouvido falar, decidiam quem ia ou não para os campos de concentração na Alemanha nazista, ou quem era Tutsi e quem era Hutu em Ruanda. A gente precisa dar um basta nesses abusos, pessoas de bem, que formam a maioria da nossa população, não podem mais permitir que a injustiça seja institucionalizada disfarçadamente sob o manto do cada vez mais odioso “politicamente correto”.
rpjager
-08/06/2011 às 1:22
Como definir a raça de uma pessoa? Talvez usando esse “modelo”: http://en.wikipedia.org/wiki/File:Nuremberg_laws.jpg
Tenho medo que um dia essa piada vire verdade…
Fábio Olmo Pina
-08/06/2011 às 0:53
Se continuarem com essa palhaçada de cota racial não vai demorar para aparecer alguém defendendo os direitos dos brancos e aí a coisa pode ficar feia, será que esses idiotas cotistas não percebem o risco?
André
-08/06/2011 às 0:04
Essa ministra é racista, demagoga. E os cariocas? Vão tirar sarro da notícia tomando chopp. Bando de hienas.
Carla
-07/06/2011 às 23:59
Não consigo entender isso de índio. Índios deveriam viver nas florestas, com seus costumes… Mas a pessoa mora na cidade, quer ser servidor público e é índio??? Não me convence! No momento que vira servidor público, deveria automaticamente parar de se declarar índio (só descendente).
Rodrigo
-07/06/2011 às 23:45
Reinaldo, aqui em Vitória, ES, há lei parecida, que já foi impugnada pelo Ministério Público Estadual e declarada inconstitucional pelo Tribunal (faltando apenas a ratificação do Pleno). É a Lei n. 6225/04, regulamentada pelo Decreto n. 13249/07.
Olhe as pérolas: Art. 1º. A Prefeitura Municipal de Vitória reservará para o afrodescendentes
30% (trinta por cento) das vagas oferecidas em todos os seus
concursos para provimento de vagas nos quadros de carreira. (Lei n. 6225); Art. 1º. Para os efeitos da Lei n.º 6.225,
de 24 de novembro de 2004, o provimento de cargos nos
órgãos e entidades da Administração Direta e Indireta,
obedecido o princípio do concurso público de provas ou de
provas e títulos, far-se-á com reserva de 30% (trinta por
cento) para afro-descendentes. (Decreto n. 13249).
Pelo menos neste quesito Vitória tá mais “evoluída”.
Rodrigo
Cris Azevedo
-07/06/2011 às 23:24
Gemte
Pelo menos, olhando assim rapidinho, aqui o sangue negro passou rápido.
Mas, engraçado!, não me acho melhor, nem pior, que os japoneses, chineses, negros, mestiços, indios. Assim, sem abrir a boca, não vejo diferença.
Já conferi: como fêmea da “raça branca” tenho 2 peitos,. 1 bunda, 2 pernas, 2 olhos, 1 nariz de batatinha, etc. Vou ao banheiro fazer n. 1 e 2, menstruo, tive filhos, vezenquando fico gripada e em outras até vomito. Ah! E, depois dos 40, enxergo mais ou menos.Nasci pelos meios normais e, com certeza, vou morrer um dia.
Vejo as fêmeas das outras “raças” e, bolas, elas têm as mesmas partes e funcionam igual.Às vezes, o que muda é o QI, o das louras é famoso!
Por que essa mulher aí se sente tão inferior? Ela não faz cocô, é “bunda seca” ou algo assim? Ou ela pensa que é algum tipo de mico leão dourado, que precisa de proteção do IBAMA?
Confesso que muitas vezes EU me sinto inferior. Quando eu olho a Angelina Jolie, por exemplo, eu me sinto MUITO inferior. Mesmo! Será que vão criar cotas prá mulher que quer ser igualzinha à Jolie e não pode? Acho que não. Não somos exatamente uma minoria, heheehehe.
Alexandre
-07/06/2011 às 22:59
Já não bastasse o livro do MEC,agora essa pérola.
Lembrando a música do Marcelo Nova:
Esse caminho é tão comprido
Todo mundo tá f(beeeeeeep)dido!
Marcelo Monteiro
-07/06/2011 às 22:30
“Já estamos marcando um compromisso com o atraso futuro.”
Genial, Reinaldo!
Temos que resistir!
Abraao Isvi Oliveira
-07/06/2011 às 22:20
Para mim isso aí é só a promoção da subversão que levará o Brasil ao fundo do poço.
Adriano Loffredo
-07/06/2011 às 22:07
OBS:
Segue o link da notícia mencionada no comentário abaixo :
http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2011/06/estado-do-rj-decreta-reserva-de-20-para-negros-e-indios-em-concursos.html
Reinaldo, parabéns pelo blog e FORA HADDAD !
Abraao Isvi Oliveira
-07/06/2011 às 22:07
Eu sou filho de pai negro ( com traços brancos) e mãe branca cujo avo era negro, oq eu sou? Negro? Branco? Pardo? De cor sou branco, mas parte de minhas feições são de negro, mas isso não impede que eu pareça com meu avô que era branco, bem branco. Para mim esse negócio de raça é uma palhaçada e esse ministério está ai só para causar mais confusão.
Adriano Loffredo
-07/06/2011 às 22:05
Olá Reinaldo,
O instituto do concurso público existe p/ selecionar as melhores cabeças para a administração pública e não para reslover o problema do desemprego. Na reportagem que fala da criação de cotas p/ negro e índios em concursos do RJ, cito o seguinte trecho bastante esclarecedor : “Até hoje não existia nada que permitisse aos índios ter acesso ao governo. Agora poderemos ocupar órgãos públicos, ter nossa sala, nossa mesa, e mostrar um pouco mais da nossa cultura”, disse o índio Afonso Chamaskini, que vive na Aldeia Maracanã, um prédio que abriga descendentes de indígenas localizado em frente ao Estádio do Maracanã.”.
A pessoa em questão quer entrar p/ área pública não p/ dar sua contribuição em eficiência e trabalho. Ela quer é deixar alguns colares e cocares por lá p/ difundir sua “cultura”. É a total deturpação da finalidade do concurso público.
Renan Martins
-07/06/2011 às 22:04
Os progressistas só visam ao progresso no nome mesmo. Como podem deixar o mérito de lado, de maneira tão grosseira?
A medida só podia vir de onde veio mesmo… Se bem que os candidatos devem derrubar essa arbitrariedade, quando se virem prejudicados.
claudio Amaral
-07/06/2011 às 21:44
A representação negra aumentou, por culpa deles mesmos. Quem mandou presentear os negrtos com cotas nas universidades. agora todo mundo se diz que é descendente de negros. nada contra os mesmos. Mas sim, contra uma declaração dessa, vinda de uma ministra despreparada e complexada, que quer formentar essa intriga entre os negros e os brancos. Gente, tem certeza que essa mulher é a ministra da desigualdade racial? Ou da complexidade racial?
Quo vadis?
-07/06/2011 às 21:43
Essa tal de Luíza Helena consegue ser pior do que o Haddad. Ele nos transmite a sensação nefasta de vivermos na união soviética. A ministra do racismo nos dá a impressão de estarmos no paleolítico, gritando uga-uga. Todas as pesquisas genéticas mostram que mesmo na região Norderste a origem genética europeia do brasileiro é sempre maior do que 60%. A origem genética africana nunca chega a pouco mais de 20% - isso nas áreas de maior presença de população de ascendência africana. Ou seja, se formos aplicar o critério bucéfalo proposto por essa senhora, deveriamos ter reserva de vagas apenas para brancos !!! Ela tem uma linha de argumentação muito comum a grupos racistas. Eu ficaria mais satisfeito se ela fosse o ministro a cair. O Haddad poderia esperar para cair em 1989.
Amadeu
-07/06/2011 às 21:42
Essa Ministra é uma das militantes mais radicais do movimento negro na Bahia e está no Ministério por indicação de Jacques Wagner.
alfredo moacir scheuer
-07/06/2011 às 21:40
Essa criatura é mais uma tantas ignorantes que fazem parte desse governo inepto, corrupto, sem moral e… analfabeto. O analfabeto, autor dessa miséria moral, não conseguiu salvar a pele do pelego, mágico criador de dinheiro. Jaula nessa turba toda.
Lucia s
-07/06/2011 às 21:39
Levando-se em conta que na “geléia geral brasileira” todos temos sangue de todas etnias, é de uma imbecilidade geral a proposta da ministra QI PT, JÁ QUE QI DE INTELIGÊNCIA ANDA RARO NESTAS PARAGENS.
Vamos estimular o racismo, proteger por etnias, assim teremos o Brasil maravilha do idiotas de plantão.
Jeremias-no-deserto
-07/06/2011 às 21:22
Você põe o dedo na ferida e mostra que não há ninguém mais racista do que essa gentinha petista que arrota a defesa de cotas especiais para negros,integridade racial e outras baboseiras mil.Essa é apenas mais uma bandeira fajuta adotada pelo partido dos palanqueiros para angariar mais votos junto a essas minorias. Na verdade, eles querem passar aidéia que defendem a causa do “negro oprimido” e eles conseguem êxito satanizando a população branca.Mas o afeto que eles nutrem por essas minorias e´idêntica ao daqueles pastores “new evangélicos” com a comunidade que eles exploram.
Galileu Catolé
-07/06/2011 às 21:21
Uma idiotice de um Governador apoiada por uma Ministra. Duas idiotices.
Ana Paula
-07/06/2011 às 21:20
por que o ministro da igualdade racial não pode ser branco? isso também não caracteriza preconceito?
LIMA
-07/06/2011 às 21:15
REINALDO.
ALEM DA TAL MINISTRA EXISTE O TAL DE HADDAD. DEPOIS OS PETRALHAS FICAM COM RAIVA, PORQUE O TAL MOLUSCO JAMAIS SERÁ UM FHC. PARA CHEGAR LÁ É PRECISO COMER MUITA MANDIOCA.
Marcelo
-07/06/2011 às 21:10
Mais uma vez direto no ponto. Boa Reinaldo!
Vera L.
-07/06/2011 às 20:45
Reinaldo,
Quando vi Cabral assinando o tal “documento” lembrei de Lula. No auge da crise com os bombeiros ele resolveu mostrar algo “positivo”.
Cabral é um tremendo viga, mas ele nunca me enganou, desde quado o vi lá no início pedindo votos na rua da Alfandega.
A escola estadual no Rio está no mesmo patamar do Piauí e Cabral fazendo demagogia com cotas raciais.
Cabral é HIPÓCRITA, tratou aquele menino NEGRO com o maior preconceito e agora vem com essa demagogia. Onde estava a ministra da “igualdade racial” naquele tempo do vídeo? Ela SIM É RECISTA. ODEIA BRANCO.
Gaga
-07/06/2011 às 20:36
Dia destes ajudava neu neto em seus estudos de história. O tema era os avanços da Constituição de 1891, com ênfase aos direitos do cidadão, destacando-se a novidade ” todos serão iguais perante a lei”. Tantos brasileiros deram suas vidas para se chegar ao “iguais perante a lei” e hoje os boçais racialistas, indigianistas e homosexistas querem jogar essa preciosa e custosa conquista na latrina.
rod
-07/06/2011 às 20:31
O Brasil tá virando oficialmente um país racista, racista mesmo, no sentido original, da época dos racistas do século XIX e início do XX, não esse eufemismo “racialista”.
É preciso acbar com o SECAD
-07/06/2011 às 20:30
o que o Haddad fez com a educação? professor se tornou babá de menino mimado e rebelde. Se não aprender, o professor é que é punido.
Aleks
-07/06/2011 às 20:30
Brilhante!
É por isso que escolhi a educação como área de atuação profissional. A frase “mobilizar esforços para dar uma educação de qualidade a todos os brasileiros” é uma definição perfeita para o que me propus ao abraçar a área. E acredito que sua tese principal, da igualdade inerente na diversidade brasileira, é fundamental para educar os brasileiros como “cidadãos” do sec. XXI.
Vamos conseguir.
Obrigado por tudo.
É preciso acbar com o SECAD
-07/06/2011 às 20:26
essa questão é da responsabilidade do SECAD, orgao do mec que não serve para nada a não ser gastar dinheiro publico com materiais para “igualar as minorias”. Que mais está desigualando e sendo injusta.
Lucia Helena
-07/06/2011 às 20:22
‘Pera lá’, caro jornalista! “nossa miséria moral,intelectual e política”,uma vírgula!
Não existem 191 milhões de políticos nesse País, que Deus é pai!
Todos estamos com raiva,eu sei, mas você não pode jogar sua ira para cima das pessoas erradas. A GRAVIDADE JÁ CONFIGURADA é a de que, tanto os políticos quanto as instituições estão DEIXANDO DE REPRESENTAR seus mandantes.O fenômeno é mundial e não é recente, mas sua percepção o é. Prova disso é a primavera árabe e o caso da Espanha, por ex. A origem dos movimentos está completamente apartada de ideologias políticas, o que denota um claro sintoma de cansaço nas pessoas , coisa que no Brasil, começa a se notar.
É solar a percepção até do mais simplório brasileiro, acerca de um parlamento superficial, hipócrita e completamente descolado dos interesses da população.
Daí para a frente, sou capaz de concordar contigo em quase tudo que escreveu. E digo quase tudo, porque só acredito na eficácia da educação se vier acompanhada pela cultura. Aí sim; forma-se cidadãos educados,cultos e sobretudo críticos e não criaturas burocráticas adestradas para a eterna concordância.
Twittesoteric
-07/06/2011 às 20:17
“bisavô índio, legítimo mesmo!” Ahahahahahahahaha …
Iris Bittencourt
-07/06/2011 às 20:14
Estou vendo que um debate real não pode acontecer aqui. Não pode ser diferente.
Ahmed Jamal, veja os resultados do projeto genome. O primeiro ser humano era negro, todos nós são descendentes de uma mulher negra que morava em Tanzania 144.000 anos atrás. Os “brancos” apenas apareceram cerca de 50.000 anos atrás, 20.000 anos após dos asiáticos.
Porém, todos os seres humanos são iguais em 99,9% dos seus genes, e o 0,1% não pode ser considerado diferenças raciais. RAÇA NÃO EXISTE. PORÉM, RACISMO EXISTE SIM, dado que é uma invenção dos “europeus” no século XV. Então, faz sentido que os europeus que vc citou eram racistas.
silvia m
-07/06/2011 às 19:59
Ela é ministra de que? Igualdade racial? Deveria ser desigualdade racial, pensando bem, melhor seria ministra dos negros já que os pardos incomodam tanto e os brancos ela quer dar sumiço.
Vamos lá pessoal:
Fora Haddad
Fora Luiza Helena
Fora Palloci, nunca mais apareça.
Fora Lula, não de palpite, estamos aguardando o comportamento de ex-presidente.
Fora Dilma
Fora PT
Educação decente para todos.
João Menezes
-07/06/2011 às 19:59
Reinaldo, faltou pedir licença ao ministrinho hadadd para os nossos alunos aprenderem. Hehehehe.
Ahmed Jamal
-07/06/2011 às 19:56
Aqui no Brasil se discute tudo de modo emotivo ou então com base na agenda política.
Elouquisa
-07/06/2011 às 19:55
Taí,gostei!Aqui na minha família temos um pé na senzala.Minha bisavó contava que tínhamos uma (tatara)avó negra escrava.Somos descendentes de negros porém somos brancos de doer os olhos!Temos portugueses e alemães também encrustrados no nosso DNA.E agora fico a pensar,que raio de raça nós pertencemos?Somos todos brasileiros,uma mistura de muitos povos que deu essa gente maravilhosa que está se deixando levar por pessoas mesquinhas e espalhadores de ódios e divisões.Muito em breve teremos um Brasil totalmente divido e cheio de ódio,como nunca antes neste País!
Ahmed Jamal
-07/06/2011 às 19:52
Aristóteles, Platão, Voltaire, David Hume, Broca, Darwin, Galton e todos quantos cuidaram de evolução e antropologia acreditavam na existência de uma ligação entre raça, inteligência e realizações culturais. Até mesmo Freud acreditava que existiam diferenças raciais até certo ponto.
Ricardo
-07/06/2011 às 19:49
Quem me olha diz que sou japonês… Mas como tenho ascendentes brancos, negros e indígenas, estou pensando seriamente em fazer um destes TESTES DE ANCESTRALIDADE para saber a porcentagem de sangue “de minorias” que tenho. Do jeito que as coisas andam, pode ser que eu precise de um atestado científico de negritude ou de indigeneidade para compor meu currículo!
Aliás, é muito possível que eu seja mais negro e/ou mais índio do que muita gente por aí que já está deitando e rolando com essas cotas raciais!!!!
beneesse
-07/06/2011 às 19:46
Esse Cabral não é o mesmo…Aquele…de 1.500…É?
Santa Maria, pinta ele tem.
Esperança
-07/06/2011 às 19:45
Estamos indo bem mal: Ministra da igualdade racial sendo preconceituoda contra os brancos. Ministro da Educação preconceito contra os heteros. Ministro(ex) da Casa Civil em vez de defender a presidente tendo que ser defendido. Procurador geral advogando em favor de quem deveria ser investigado. Ex presidente dando palpite e ordens como se fosse normal.E por ai vai…
Reinaldo neles!!
Abraço
Ahmed Jamal
-07/06/2011 às 19:42
Raça é mais do que uma mera questão de pele.
rosa
-07/06/2011 às 19:42
Negros puros não existem no Brasil, pelo menos os descendentes daqueles que chegaram ao Brasil como escravos. A única excessão, claro, são alguns (de certo a maioria) de africanos que recentemente vieram morar no nosso país por várias razões. Estão tentando tornar nossa sociedade, tão tolerante, numa sociedade dividida e cheia de rancores. Nem conhecem história. Que tal cobrar de algumas etnias africanas a escravidão e a venda de outras etnias para árabes e etc muito antes da descoberta do Brasil. Já pensou se agora os descendentes dos povos dominados pelos romanos fôssem cobrar dos italianos a escravidão de seus antepassados? Sou descendente de europeus e de povos dominados por eles. Esses povos foram tratar da suas vidas e construiram um mundo em que todos vivem uma vida confortável. Estudei em escolas públicas, batalhei, tive e ainda tenho vários amigos de outras “raças” que seguiram o mesmo caminho. Porque esses desorganizadores não vão trabalhar, estudar principalmente e procurar um analista?
Marcos
-07/06/2011 às 19:41
Perfeito Reinaldo!
Sergio Cabral é um rematado boçal. Acho que pior até mesmo - pasme - do que Lulla. Na civilização, o imbecil que não sabe sequer se expressar, disputaria, sem demérito para quem quer que seja, a vaga de um humilde barnabé. Aqui, pasmem, o sujeito é o governador de um Estado da importância como o Rio de Janeiro. Custo a crer que esse país tenha jeito, PQP…!
Celso Araujo
-07/06/2011 às 19:41
Reinaldo
Ela disse mesmo “senso” demográfico?
Ansiosa com s
-07/06/2011 às 19:38
Excelente texto, Reinaldo! Minha família é formada a partir de uma mistura que, com certeza, é a de muitos brasileiros: brancos portugueses e italianos, negros retintos e índio. Depois dessa mistura toda, eu me defino como parda. Recuso-me a ser chamada de negra. Ou branca.
Esses arautos das minorias insistem em classificar os pardos como negros. Mas quando o assunto é a abominável cota nas universidades, os pardos são considerados claros demais para serem candidatos. É o que acontece no tribunal de inquisição da UNB, por exemplo, quando um grupo de “entendidos” escolhe quem é negro e quem não é. Quem não se lembra do caso dos irmãos gêmeos há pouco tempo atrás, em que um foi considerado negro e o outro não? Estou farta dessas asneiras!
ilmarnasc
-07/06/2011 às 19:34
Rei.Confesso,que foi difícil responder ao senso,qual era a minha cor.Sou bem morena,cabelos pretos e lisos.Meu avô por parte de pai era mulato.Minha avó por parte de pai era Holandesa.E meu avô por parte de mãe era mulato e tinha o cabelo bem liso!Minha avó por parte da minha mãe era descendente de indios.Por fim eu me declarei parda.
E tenho primas loiras.É por isso que no Brasil fica difícil dizer se é branco ou negro.Essa ministra classificou os pardos como negros.Querem que o povo seja branco ou negro pela cor da pele.
Também sou contra a cota.O governo,tem é que se preocupar, com a educação do povo,e parar com essas besteiras de que negro é coitadinho.
Luiz
-07/06/2011 às 19:34
Caro REI, essa ministra “PARDA” nao sabe somar 2 mais 2, e por isso que o Brasil vai de ladeira abaixo.
Sergio G
-07/06/2011 às 19:32
Tem português do mec na frase:
.
Na medida em que o senso demográfico mostra que existe uma…
.
“Senso” é falta de senso…
FlaFriburgo
-07/06/2011 às 19:29
Reinaldo,
Ótimo post, mas dá uma olhadinha na grafia da palavra caçar. No caso, penso que deveria ser cassar.
Abraços e obrigado pelos seus posts sempre lúcidos.
LOZIO
-07/06/2011 às 19:29
olá reinaldo
Quase não entro por aqui , eu mais leio tu, mas neste teu post fizestes um arroubo que gostei, escrevestes como se estivesse falando como educador que és.
Parabens tribuno.
Até mais
Cleto de Assis
-07/06/2011 às 19:23
Acrescento à sua relação de disciplinas da escola decente: Ética. Foi o que faltou ao Palocci, que, com seus olhos amendoados, deve ser um italíndio.
João
-07/06/2011 às 19:22
Infelizmente é isso: no Brasil, RACISMO CONTRA BRANCOS É SINÔNIMO DE JUSTIÇA SOCIAL!!!
Hoje, são cotas. Amanhã, já será a câmara de gás.
Viva o Brasil dos chorões vitimistas!!
Justice
-07/06/2011 às 19:18
O problema das “minorias”, ou arautos das minorias, não se relaciona com a cor da pele, mas sim com a burrice, doença que não tem cura.
Leopoldo Dogher
-07/06/2011 às 19:16
“…espaços reservados às pessoas brancas”.
Onde, cara pálida?
O problema dessa gente não é só a prepotência, que é muita. Eles são despreparados, não conseguem articular nem as besteiras que inventam.
Eu sou contra as cotas,de qualquer tipo.
E não acredito em raças, muito menos as puras.
Carlos (Vulgo Zumbyy)
-07/06/2011 às 19:14
Aqui pensando… Vou diminuir os estudos, curtir um pouco minha vida, oras! Praia pela manhã. Veja bem Reinaldo, sou moreno claro, mas se eu me bronzear, no primeiro dia, fico avermelhado, no segundo, marrom, no terceiro dia, fico bem pretinho. Quero esses 20% . Só espero que depois não seja obrigatório mostrar a poupa da bunda. Se não, tô lascado.
jandira gomes
-07/06/2011 às 19:12
Esse Sérgio Cabral, melhor faria de fosse “sambeiro” como o pai dele, nunca vi esta criatura falar nada que prestasse. Se meteu na política via votos da terceira idade, até chegar ao Palácio Guanabara. É um falastrão, e ainda encontra uma “sanhassa” que assina embaixo as baboseiras que ele fala; está aberto o circo da hipocrisia. Não existe nada mais hipócrita do que essa gente defendendo cota disso, cota daquilo. Ministério da Igualdade Social, só podia ser idéia de desgoverno PTrálhia. Criar um Ministério desses, só pode ser para dar emprego pros amiguinhos do peito.
João
-07/06/2011 às 19:12
Por que não uma cota para maconheiros em concursos públicos? Eles não têm memória fraca? Acho justíssimo. Mandarei essa sugestão ao governador Cabral.
Daqui a pouco, a ministra Luiza Barros pedirá tb isenção de IR para os negros.
“Ora, quem esses brancos pensam que são para cobrar IR da gente? Será que eles nunca estudaram a histótia do Brasil? Eles já tiraram nossa liberdade e agora querem tirar nosso dinheiro também? Isso é racismo!”
E por aí vai…
E
Jo
-07/06/2011 às 19:08
PT : política da divisão .Divisão de homos e heteros ,
divisão de brancos e negros ,divisão de ricos e pobres .
Agora , o Haddad também gosta de multiplicar os
analfabetos .
Jackson
-07/06/2011 às 19:08
É o estlo lulopetista de governar. Sempre dividindo, semeando a discórdia, insuflando ódios. Só falta a ministra dizer que os brancos são também ruralistas, que destroem a natureza, que são culpados pela miséria e pela fome etc etc etc.
Olha ministra, quer saber de uma coisa? VÁ PRA TONGA DA MIRONGA DO CABULETÊ.
Weimar
-07/06/2011 às 19:05
BOM DE ARITMÉTICA E RUIM DE CORES. E VICE-VERSA.
Hoje acordei invocado (como faz o chefe da Dilma) e resolvi sair às ruas pra contar os pretos e os brancos. E lá fui eu: um preto, dois pretos, um branco.
Que diabo de cor será aquela lá? Vou botar entre os pretos. Continuando: três pretos, dois brancos, três brancos. E assim fui até me cansar. O negócio de contar, pra ser exato, é muito cansativo!
Parei ao meio-dia, e a coisa estava assim: 347 brancos, 339 pretos. Não podia ser já que, alertado pelo Alexis de Tocqueville (que honra! Tocqueville em pessoa!) de que o finado Abdias Nascimento, o famoso Abdias!, dizia ser da raça negra a maioria da nossa população, decidi recorrer aos préstimos de um amigo. Sou, de fato, ruim pra distinguir cores. Chamei o Zequinha, e com ele retornei às ruas desta que já foi a capital do Brasil. A primeira capital do Brasil! Que honra a minha falar de Tocqueville, de Abdias do Nascimento, diretamente desta metrópole, que já foi, repito, a primeira capital do Brasil! Quase perco a voz e a escrita!
Já na quinta pessoa que encontramos, o Zequinha me disse:
– Pra que, diabos!, você me chamou? São muitos os tons de preto e de branco. Com cinco pessoas, já anotei aqui cinco diferentes cores! Você é cego pra cores, mas eu não. Arranje outra pessoa pra essa tarefa boba!
E, dizendo assim, escafedeu-se o Zequinha levando minha esperança de verificar se é verdade o que diz um, ou o que diz outro. Vou fazer mesmo que o Tocqueville, vou ficar com o Abdias, que é autoridade. Sempre é bom apelar à autoridade de quem diz haver estudado. A gente não precisa provar nada, Não precisa de argumentos. É muitíssimo cômodo.
(Gostaria de ter escrito este comentário em linguagem cheia de bordados e babados, a de primeiro anista de Direito, estudante esforçado pra aprender e se amostrar, mas não sei mais como é que se faz isto, se é que algum dia já soube como fazê-lo (quase acertei agora!). Seria homenagem ao Alexis. Pena!)
Weimar
Noah Shuster
-07/06/2011 às 19:03
Parabéns para o excelente artigo, com especial destaque ao último paragrafo, nesse você se superou, é o retrato infelizmente de nosso Brasil e só vamos impedir a continuação disso, quando tirarmos essa gente do poder.
Veridiano
-07/06/2011 às 19:00
Sou negro, mas também sou contra as cotas para qualquer grupo racial brasileiro. Concordo com o argumento do Reinaldo e de demais pessoas que dizem que a ascensão dos negros e índios deve se dar com a melhoria do nível educacional do País. No entanto, com conhecimento de causa, percebo que os brancos brasileiros são, em sua maioria, racistas. Muitas vezes tive a impressão de eles estarem me perguntando o que eu estava fazendo na fila de cinemas, teatros e restaurantes da zona Sul do Rio, pois sentia um desconforto deles por causa de minha presença, como se eu estando ali tirasse o “glamour” da situação. Certa vez, uma mulher resolveu mostrar minha “insignificância” e me ofereceu balas, assim do nada. Devo esclarecer que não moro na zona Sul do Rio, porém adoro esta parte da cidade. Já percebei, também, que os garçons brancos detestam servir os clientes negros, pois se sentem inferiorizados porque esta situação desmonta a lógica deles que é a do negro servidor. O preconceito contra o negro no Brasil é muito sutil, mas existe. Pode acreditar. Não se trata de invenção ou complexo dos negros. Nota: a estátua de Zumbi dos Palmares, que fica no Centro do Rio, foi pichada de branco neste final de semana.
Jorge
-07/06/2011 às 18:58
Acho que vou pro aeroporto. O apedeuta malhou o pau nas pessoas claras de olhos azuis e agora essa ministra vem falar bobagem. Igualdade racial tipo democracia dos PeTralhas: “Todos são racialmente iguais perante a lei, mas alguns são mais iguais que os outros”. Haja paciência…
indignada
-07/06/2011 às 18:55
REINALDO, SEU ÚLTIMO PARÁGRAFO É O RETRATO NÚ E CRÚ DO NOSSO POBRE BRASIL. INFELIZMENTE ESSA GENTE SÓ QUER DIVIDIR O POVO BRASILEIRO E SER CONIVENTE COM A PÉSSIMA EDUCAÇÃO PÚBLICA. FAZEM ISSO PARA JUSTIFICAREM A FALTA DE ESCOLA DE QUALIDADE E AÍ ENTRAM OS BRANCOS TAMBÉM.
NÓS BRANCOS VAMOS LUTAR POR COTAS TAMBÉM, AFINAL ESTUDAMOS EM ESCOLAS PÚBLICAS.
HOJE NO BRASIL É PRECISO SER NEGRO, GAY E SER FAVORÁVEL A DESCRIMINALIZAÇAO DA MACONHA. NÃO SENDO ASSIM, SOMOS DISCRIMINADOS E FICAMOS FORA DO CONTESTO. DAQUI A POUCO VOU FICAR COM VERGONHA DE SER HETERO, BRANCA E NÃO TER NENHUM VÍCIO
Gabriel Birkhann
-07/06/2011 às 18:53
Sugiro que troquemo o “A ministra da Igualdade Racial, Luíza Helena de Bairros” por “A minitra da Idiotice Racional” (PT=RAZÃO 0)
Rodrigo L.
-07/06/2011 às 18:49
O sistema de cotas é imoral desde o princípio, pois nada mais é que a concessão de privilégios especiais a algumas pessoas em detrimento de todas as outras. O governo não está autorizado a fazê-lo, pois, além de imoral, é inconstitucional. Ora, se um brasileiro não pode cometer discriminação contra outro, baseado em raça, religião ou procedência social, sem incorrer em crime, como pode o governo fazê-lo, discriminando aqueles que não se enquadram no critério das cotas em favor daqueles que “encaixam”?
Sergio R.
-07/06/2011 às 18:48
Certeza que ela não estava falando de jogo de dominó? Não? Então é falta de senso com o censo.
desiludido
-07/06/2011 às 18:47
TIO REI faz tempo que não comento aqui[desde que noÇa guia foi eleita]EHEH desculpe,não resisti.Só queria sugerir a leitura do texto de LYA LUFT na VEJA desta semana chamado…CONCEITO E PRECONCEITO…
Se-Gyn
-07/06/2011 às 18:47
É um fantástico artigo, Reinaldo. Desnuda a estratégia dos racialistas com seus próprios argumentos e mesmos números que manipulam, à vontade. E o tom do artigo é mais do que justificado. Para ler e recomendar - o que vou fazer imediatamente. Parabéns! Esta é uma outra frente que as pessoas que acreditam no Brasil, na verdade e no futuro terão de travar, para restabelecer o equilíbrio na discussão posta…
Gabriel
-07/06/2011 às 18:46
É verdade, Reinaldo. Eu também tenho algumas gotas de sangue indígena e, de fato, sinto por vezes as vozes dos espíritos dos meus ancestrais ameríndios ecoando em minha alma. Percebo isso quando ando de pés descalços e sempre que tomo banho, ou quando colho alguma fruta do pomar de minha casa diretamente da Natureza — leia-se sem veneno. Mas certamente a experiência mais forte que tive desse sentimento verdadeiramente indígena foi quando vacilei, por uns momentos, no filme “Avatar”, e deixei-me levar pela vontade geral de trucidar os brancos cretinos que queriam destruir a floresta. Instintivamente fiz menção de puxar um arco-e-flecha para entrar na briga, mas acabei sacando o meu iPad 7.
Marcos F
-07/06/2011 às 18:46
Se eu, ao menos, acreditasse que essa Luiza tem tal convicção … Muito conveniente: fala besteira, pensa besteira, e consegue um emprego que uma pessoa coerente não consegue. Usa o PT que luta por criar a cizânia entre os brasileiros, e está feita.
“Dane-se o povo, dane-se o negro, f…” - pensa ela. “Eu só quero o meu.”
Atento
-07/06/2011 às 18:44
Reinaldo,
Achei esse um de seus melhores textos: informação, análise, ironia.
Que sirva de alerta para quem ainda não percebeu o que está acontecendo.
E vamos firmes e fortes rumo à boçalidade…
Rovison
-07/06/2011 às 18:44
Perfeito, Reinaldo. Pena que esta lúcida visão que nós conservadores defendemos não é a visão da maioria da imprensa e muito menos da universidade no Brasil. Que fututo nos aguarda, hein?
Tião bento, rj
-07/06/2011 às 18:42
O que não tem jeito não tem jeito. O acuo ainda consegue capturar, quw venha um tatu para confirmar. Agora piorou. Todo mundo tinha razâo. E agora josé? este govero j´teria queter acabado há muito tempo. Nem deveria ter começado. tudo vai recrudescer. Dihheiro;;;; O Brasil não é cuba nem Chavz. mIsceláneia. Borrou,
leo
-07/06/2011 às 18:42
Refeitas as contas, prezado Azevedo, o sr. tem apenas e tão somente 12,5% de sangue índio.
Por sua vez, calculo, ainda que sem base, que o seu sangue seja composto de 50% de europeu branco, e ainda 25% de não definido. Logo, o sr. é menos de meio-brasileiro.
Portanto, além de não poder reivindicar as terras do Mato Grosso, o sr., sendo apenas 19,75% de nativo e 80,25% de estrangeiro, está EM SITUAÇÃO IRREGULAR NO PAÍS, tendo para tanto, 30 dias a contar de hoje para regularizar sua permanência em solo pátrio, ou será deportado.
Ass: Governo Brasileiro do PT
Construindo um Brasil para brasileiros.
Paulo Bentes
-07/06/2011 às 18:41
Mas essa declaração da ministra não é racismo?
ou somente a raça negra não pode sofrer discriminação?
Pelo que sei a constituição assegura que todos são iguais perante a lei independente de raça,credo,opção sexual etc…
O que eu vejo crescer a cada dia é um tipo insidioso de racismo as avessas com a concordância cúmplice das autoridades desse (des)governo e o silêncio medroso da maioria que por conta de fatos históricos ocorridos no passado se deixou sequestrar por essa minoria selvagem e xiita que quer em prol de seus cargos e privilégios provocar uma cisão na sociedade brasileira.
Já não é mais possível discutir a sério o peso das contribuições de cada raça para a formação de nossa sociedade pq qualquer palavra mal interpretada(por eles que fique claro) pode levar a processos e até cadeia por “racismo”.
Até que ponto vamos aguentar calados essas sandices?
LCMarques
-07/06/2011 às 18:41
A única Lei que deveria existir seria proibindo que em todo e qualquer cadastro o cidadão tenha que declarar o seu credo ou etnia.
Não vejo nenhuma razão que se identifique o cidadão por credo ou etnia, somente criar discriminação e segregação.
nana
-07/06/2011 às 18:41
O problema no Brasil é que o artigo 5º não é respeitado porque a lei não funciona e a minoria se torna um monstro.
Dimas
-07/06/2011 às 18:40
Essa menistra não pode ser da igualdade, já que é racista.
Depois, se os branquelo são minoria, cota neles, né tia?
Anônimo
-07/06/2011 às 18:40
“não podemos deixar que haja espaços reservados às pessoas brancas”. Como assim, Bial????
Desde quando existem espaços reservados para brancos? Pelo que eu saiba, todos que passam fazem-no por MÉRITO,não existe a tal cota para branco, minha senhora!
Maria Clara
-07/06/2011 às 18:38
Quer dizer para gays, negros e deficientes pode.Pra branco não.Existe preconceito pior que este. Ora Ministra, vc. perdeu.Se branco é tão discriminado pela cor da pele, porque os negros fazem plastica para afilar nariz e esticam o cabelo para ficarem com a cara dos brancos? Minha senhora pare com seu preconceito senão a senhora será processada por racismo, branco tb.é gente, sacou?
BURRO
-07/06/2011 às 18:36
AFINAL DE CONTAS,PORQUE É QUE NO BRASIL AS PESSOAS MAIS IDIOTAS E COM AS IDEIAS MAIS ESTAPAFURDIAS COMO ESSA MINISTRA PROSPERAM TEM TANTA FORÇA?É GAY É MACONHEIRO,É SANTO DAIME,É ONGS …SÓ IDEIAS DE JIRICO MEU
,
Victor
-07/06/2011 às 18:35
QUEIMEM A CONSTITUIÇÃO
O sistema de cotas destrói o “principio do concurso público”. Ele afasta a máxima isonomia entre os candidatos; relativiza, com objetivos eleitorais, o que há de mais nobre nesse princípio: a vitória sobre as limitações inatas em cada um de nós; ele mancha a Constituição e cria uma classe de privilegiados.
Negros ou brancos, pobres ou ricos, todos nós temos limitações das mais variadas origens: sociais, físicas, psicológicas, etc. Para ser aprovado em um certame é preciso “derramar sangue”, como diz o egrégio professor Émerson Castelo Branco, e todos temos sangue para derramar. Todos: negros, brancos, pobres ou ricos.
Já existe em nossa legislação o instituto de vagas aos deficientes; um direito que deve ser tutelado por todos os de bom-senso; já que, isonomicamente, os deficientes concorrem entre si, por uma chance de inclusão social. E essa é a questão que nos aperta o coração: será que ao criarmos o sistema de cotas não estamos, também, dando oportunidade a negros e índios de lutarem de forma igualitária por um lugar ao sol? Acredito que a resposta seja não.
Existem diversos motivos para justificar minha resposta. Prendo-me a um somente: negros e índios não concorrerão entre si. Como não? Você pode está se perguntando. Não viu a lei? Vi sim. Eis a minha resposta: os 20% de vagas que serão destinados a eles não vêm de brancos, mas sim do serviço público como um todo. Vêm de todos nós brasileiros ou fluminenses, um povo multirracial. de fato, negros e índios têm todas as condições físicas e mentais de estudarem, vencerem suas limitações e lograrem êxito, como todos os demais cidadãos. Não se passa em concurso no ano da prova. A aprovação demora anos, ou décadas. E os privilegiados que obtiverem êxito, só estarão adiantando etapas do processo. Deveras, alguns nunca passarão, nunca terão chance, pois não tiveram acesso à escola primária e secundária de qualidade, infelizmente.
Sendo assim, os negros e índios que tiverem chance de passar, estarão concorrendo com os demais (os ditos brancos) de forma desigual; de maneira, inconstitucionalmente, privilegiada. Rasgando-se desse modo, mais uma vez, a Constituição. Logo, se não a respeitamos, então devemos queimá-la! Seria mais digno!
José Geraldo Coelho
-07/06/2011 às 18:34
Sou branquelo mas posso mostrar foto minha abraçado com minha avó paterna. Ela era uma negra de um metro e meio.
E daí? Sou branco, negro ou cafuçú?
A mim não importa. Sou o que sou independente disso.
Anônimo
-07/06/2011 às 18:32
Ufa!
Tô salvo!!!
Tenho 2 avós espanhóis, um avô francês e uma avó que é filha de índia com português!!!
Agora posso me sentir incluído!!!
Daqui a pouco vão criar cotas até pra comprar pãozinho na padaria!!!
É NOJENTO o que ocorre nos dias de hoje no Brasil!
Leio por aí o apoio à esse tipo de cois…É um absurdo!!!
Hoje em dia é quase um crime(ou no mínimo um “atentado à moral e bons costumes”) ser branco, ser classe média, ser católico, ser contra cotas, ser conservador, ser contra a liberdade do “maconhismo”, ser a favor da liberdade de expressão e de imprensa…
Tá difícil!!!
Silvia
-07/06/2011 às 18:29
É uma tristeza o atraso que essa gente custa ao Brasil.
Alberto Amorim
-07/06/2011 às 18:28
O fim da corda! Cotas para reduzir o Brasil a uma luta de raças? NAo, que sejam aprovados os melhores, que seja ofertada boa educação! Cota só serve para esconder o descaso do Governo Federal por aqueles que são esquecidos e largados. Por ser a maioria destes Pardo ou Negro, as cotas escondem a incompetência Federal em dar ao cidadão o que é seu por direito!
Ronaldo
-07/06/2011 às 18:26
Deixa ver se eu entendi!!!
Uma comissão formada por pessoas que eu não conheço vai olhar para a pele do meu corpo e vai decidir se sou negro ou não??
Não custa lembrar daquele caso dos irmãos gêmeos que prestaram vestibular para uma universidade; um deles entrou pelo sistema de cotas, o outro não; pois foi considerado de cor branca. Parece que o caso foi parar na justiça.
Paulo Bento Bandarra
-07/06/2011 às 18:25
Existe uma exceção que brancos poderão ter reserva. Ser for gay. Daí pode! No resto não tem reserva de nada, só de arrecadação de impostos para sustentar as benesses dos que tem algo diferente.
Mari
-07/06/2011 às 18:24
reinaldo, só você pra me fazer rir no meio de tanta tristeza e indignação… “pode não parecer, eu sei, mas sinto em mim o espírito da floresta” foi a melhor frase que li nos últimos tempos.
Fábio
-07/06/2011 às 18:22
Acredito que também tenho uma gota de sangue negro. Tive uma antepassada, há uns 3,2 milhões de anos na Etiópia chamada Lucy. Não sei quem a conheceu. Mas falaram que ela era quieta.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lucy_(f%C3%B3ssil)
Glorinha de Nantes
-07/06/2011 às 18:20
Eita! Que boa notícia! O Chefe da Casa Civil CAIU! Foi esse o estrondo que ouvimos! A opinião pública! Somos!
Lucaveira
-07/06/2011 às 18:20
Meu caro Reinaldo, pelo nível dos ministros do governo Dilma seria demais esperar que algo de bom saisse da boca de algum deles.
A Ministra só confirma o grau de ignorância e má fé desse governo.
Renata
-07/06/2011 às 18:19
E eu, que tenho ascendência indígena, européia latina e européia anglo-saxônica, como fico???
Weimar
-07/06/2011 às 18:17
DE UM TERREIRO, EM LEGÍTIMO BAIANÊS, PRA MINISTRA:
Ué, minha nêga, se os branco é maiuria, a tal da reserva deve sê pra eles, que é minuria. Ô num é assim, minha fia?
Chega pra cá pra levá do preto véio um cheiro no cangote e uns passo também. Ô minina levada, a Luizinha!
Weimar
Ex-petista
-07/06/2011 às 18:16
Ministra da Desintegração Moral.
Panqueca
-07/06/2011 às 18:16
Se isso que ella prega é Igualdade, não sei mais o que se pode chamar de Racismo.
contribuinte do IR
-07/06/2011 às 18:15
EU GOSTARIA QUE PEGASSE FOGO NA CASA DESSE IMBECIL!
Melissa
-07/06/2011 às 18:15
Caro e incansável Reinaldo. Quando será que este ciclo histórico infeliz terá o seu fim?
Ex-petista
-07/06/2011 às 18:15
Shariat,
se o indivíduo for judeu ou cristão, tem que fazer concurso.
Só é contratado sem concurso se for muçulmano.
Alexis de Tocqueville
-07/06/2011 às 18:14
O professor Abdias do Nascimento estava coberto de razão quando afirmava que a maior parte da sociedade brasileira é integrada por pessoas cuja pigmentação da pele é predominantemente negra. Faço tal afirmativa não para me contrapor àqueles que condenam a adoção de políticas de ação afirmativa em prol dessa ou daquela raça - conceito bastante discutível, aliás -, mas para refutar a tese segundo a qual os mulatos não podem se considerar negros. Sou visceralmente contrário à existência de cotas por entender que elas afrontam claramente o princípio da igualdade jurídica e a meritocracia, sem a qual nação alguma consegue atingir um alto patamar de desenvolvimento sócio-cultural.
Rafael
-07/06/2011 às 18:14
CAIU!!!!!!!!!
Carlos
-07/06/2011 às 18:13
Não falta. Dá pra subentender o adjetivo. Uma ministra que sequestra os “negros” para a categoria dos “pardos” se autodeclara acéfala mesmo.
Ex-petista
-07/06/2011 às 18:13
Quando me misturo ao povão, hehehe, tento ver essa tal maioria negra.
Não consigo ver nem 1/4 de negros ou pardos na rua. E olhe que até ando em bairros de gente diferenciada.
Talvez na Bahia. Ou melhor, talvez em Salvador haja mesmo essa maioria de negros.
Mesmo que os negros fossem maioria, o que a dona prega é a luta de raças.
Esse povo da esquerda não consegue viver em paz com ninguém?
Reynaldo-BH
-07/06/2011 às 18:12
Reinaldo, meu mestre. Caetanemos: já vejo o Sérgio Mobral a dançar alegremente na Cadelária: “eu sou neguinha, eu sou neguinha!” Junta em uma só manifestação três importantes apoios: dos negros, dos homoafetivos (putz!) e da galera do “vapor” (para dançar assim, só fumado…). Eu sou de um tempo que era feio dar (vcs sabem o que!) e era bonito fumar! Inverteram as coisas… Mas continuo fumando e deixando para outros estes modismos… PS: de Bolsonaro nada tenho, ok? Eu prefiro estar mais para Casseta e Planeta do que para Jair Bolsonaro. Simples assim…
Wittgenstein
-07/06/2011 às 18:12
Essa é a ministra da IGUALDADE RACIAL ou ministra dos negros?
Curumim
-07/06/2011 às 18:12
É preciso deixar claro na Constituição Federal que, a discriminação contra os brancos, também é crime. Assim, se poderá enquadrar, como racista, essa “ministra” da separação racial.
Shariat
-07/06/2011 às 18:11
Anão gay, filho de pai afro e mãe índia, precisa fazer concurso?
zamir anjos
-07/06/2011 às 18:11
Ë um espirito de vingança e ódio que domina mentes e corações desta gente.
Alem de guequetizar os heteros, querem também fazer o mesmo com os brancos, não importando se o sangue deles tem DNA negro.O que importa é a cor da pele, nem a filosofia da metafisica, tem valor para abrandar tais desejos de vingança.
Sergio
-07/06/2011 às 18:10
Reinaldo, seu artigo é brilhante! Lendo os seus textos, e esse em especial, sinto como se fosse a minha própria voz a manifestar a indignação diante desse monte de imbecis, arautos do atraso, que estão acabando com qualquer chance deste nosso maravilhoso país vir a ser realmente grande um dia.
Maurílio Dimas
-07/06/2011 às 18:09
Haja paciencia, se já não bastasse as tolices do Ministro Hadad, agora lá vem a ministra da igualdade racial…EITA BRASIL, estamos muito bem representados. Fico com vontade de perguntar quantos livros nossos ministros já leram? que intelectualidade medíocre! Será que não sabem que foi exatamente esta supervalorização da raça que “produziu” o NAZISMO???
Wittgenstein
-07/06/2011 às 18:08
Fique de olho Reinaldo, a petralhada pode querer instaurar isso no Brasil.
Suprema Corte de Nova Jersey decide que blogueiros não têm direito a sigilo de fonte http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2011/06/07/suprema-corte-de-nova-jersey-decide-que-blogueiros-nao-tem-direito-sigilo-de-fonte-924630267.asp
Memyself
-07/06/2011 às 18:07
Essa ministra tem cara e jeito de quem adoraria uma guerrinha racial. Coisa pouca, só matar alguns milhões de brancos.
ALGUEM ME AJUDA AI
-07/06/2011 às 18:07
A bocalidade e o mau-carater estao tomando conta desse Pais e nos brasileiros devemos estar atentos porque a coisa se encaminha para um caos planejado.Se fosse verdadeira a afirmacao da tal ministra de que a maioria da populacao eh negra,entao ja seria o caso de se comecar a praticar politicas para a minoria, isto eh, para os brancos, entao esta na hora de abrir cotas para brancos nas universidades,no servico publico e terminar com a ditadura dos bocais, eu me considero branco e nao posso usar uma camiseta estampada com a frase: Branco com muito orgulho”, ja um negro pode andar pela rua com a estampa: Negro com muito orgulho. Pois nada acontecera a este.Na verdade nem um nem outro deveria usar este tipo de declaracao, mas so vale para um lado.Tenho amigos e ate parentes negros e estes se envergonham do que estas autoridades andam fazendo, pois os diminui ao nivel da incapacidade, para serem eternamente tutelados.Claro que por tras de tudo isso estao as verbas, igualmente o tal mst nao quer reforma agraria, mas sim as verbas.
Norma Braga
-07/06/2011 às 18:03
Reinaldo, tá faltando um adjetivo no final dessa frase, não tá? Olhe:
“Uma ministra da “Integração Racial” que decide seqüestrar os “negros” para a “categoria” dos “pardos” se autodeclara intelectualmente.”