30/01/2011
às 11:05“Hoje, para mim, o Islã significa apenas barbárie e crueldade”
Não deixe de ler na VEJA desta semana a entrevista que a iraniana Mina Ahadi (foto) concede à jornalista Thaís Oyama, seguramente a melhor entrevistadora da imprensa brasileira. Trata-se do testemunho impressionante de uma mulher que havia sido perseguida pelo regime do xá Reza Pahlevi, mas que só conheceu o inferno depois da revolução islâmica, que lhe tirou tudo. Ahadi mora na Alemanha e se declara uma ex-muçulmana: “O islamismo tornou-se uma ferramenta de manipulação política, e não uma religião restrita à esfera privada. Há muito tempo esse Islã deixou de fazer sentido. Hoje, para mim, ele significa apenas barbárie e crueldade.” Reproduzo abaixo alguns trechos na conversa. Não deixe de ler a íntegra.
*
A iraniana Mina Ahadi mora há catorze anos na Alemanha, mas pouquíssimos amigos sabem exatamente onde. Desde que ela criou o Conselho de Ex-Muçulmanos, entidade de apoio a pessoas que abdicaram da fé islâmica, passou a receber ameaças de morte que a obrigam a viver quase reclusa. Renunciar ao Islã é considerado entre muçulmanos uma ofensa grave, punível com pena de morte em países como o Irã, que Mina foi obrigada a deixar depois que os aiatolás tomaram o poder, em 1979. Então uma líder estudantil, ela foi perseguida pela Guarda Revolucionária, teve o marido executado e sua cabeça posta a prêmio. Conseguiu asilo político na Áustria e depois se mudou para a Alemanha, onde hoje chefia os Comitês contra a Execução e o Apedrejamento. Mina Ahadi falou a VEJA em um hotel em Colônia.
A senhora foi uma das pessoas que mais lutaram para que Sakineh Ashtiani - acusada de adultério e, mais tarde, de participação na morte do marido - não fosse executada por apedrejamento. Como se sentiu ao ouvi-la dizer em entrevista à televisão estatal: “Mina Ahadi, afaste-se de mim, não é da sua conta se eu sou uma pecadora”?
Sei que Sakineh está sob pressão e foi forçada a dizer isso para se salvar. Isso não me incomoda. Também seu filho foi obrigado a declarar diante das câmeras que acredita na culpa da mãe. Mas eu penso que Ahmadinejad (o ditador iraniano Mahmoud Ahmadinejad) vai precisar de outra vítima para demonstrar a sua força. Sakineh já está salva. Por quê? Graças à repercussão que o caso alcançou, o regime não pode mais executá-la - nem pública nem clandestinamente. O governo já está convencido disso. Apenas busca achar um meio de não sair desmoralizado do episódio. Todo esse processo, no fim, foi bom para o Irã. Chamou a atenção do mundo para a barbárie do regime. Antes do caso Sakineh, a preocupação dos países em relação ao Irã se limitava à questão nuclear.
(…)
Execuções públicas são freqüentes em Teerã?
Não.Ffazia muito tempo que isso não ocorria. Trata-se, claramente, de uma nova tática do regime para infundir o terror na população. As prisões estão lotadas. Há, inclusive, crianças e adolescentes aguardando fazer 18 anos para ser executados. Praticamente todos os dias eu recebo chamadas de condenados me pedindo ajuda.
(…)
A senhora pode descrever uma execução por apedrejamento?
Ela acontece em geral ao amanhecer. A pessoa condenada tem as mãos amarradas nas costas e é envolta em uma mortalha branca. Fica totalmente embrulhada nesse pano, o rosto também. Então, é colocada de pé num buraco fundo e coberta de terra até o peito, no caso das mulheres, e até a cintura, no caso dos homens. Dependendo da condenação, é o juiz quem atira a primeira pedra. Mas pode ser também uma das testemunhas. Se a vítima é uma mulher sentenciada por adultério, por exemplo, tanto o seu marido quanto a família dele podem lançar as primeiras pedras. A lei diz que elas têm de ser grandes o suficiente para machucar a vítima, mas não para matá-la no primeiro ou segundo golpe.
(…)
A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, posicionou-se publicamente contra a prática do apedrejamento, que classificou de barbárie. Qual a expectativa que a senhora tem desse novo governo?
O que eu espero da presidente Dilma é que ela faca o que seu antecessor não fez: que condene a situação dos direitos humanos no Irã e se recuse a manter relações diplomáticas com um regime assassino como o de Ahmadinejad, a quem Lula chamava de “amigo”.
(…)
Aqui, na Alemanha, a senhora criou um comitê para muçulmanos que renunciaram à fé islâmica, o que lhe rende ameaças de morte até hoje. O que a motivou a fazer isso? Acredito que, como eu, muitos imigrantes de países muçulmanos vieram para cá em busca de uma vida melhor, o que inclui mais liberdade. E essas pessoas não precisam estar fadadas a viver em uma sociedade paralela, em que as crianças não podem ter amigos de outro sexo ou freqüentar aulas de natação por causa de uma religião na qual, eventualmente, elas não acreditam mais. O que nós queremos é romper esse tabu, é apoiar as pessoas na decisão de libertar-se desse Islã que se voltou contra os muçulmanos.
A senhora se considera uma ex-muçulmana?
Sim, desde os 15 anos, quando deixei de fazer minhas preces. Nas últimas décadas, em muitos lugares, o islamismo tornou-se uma ferramenta de manipulação política, e não uma religião restrita à esfera privada. Há muito tempo esse Islã deixou de fazer sentido. Hoje, para mim, ele significa apenas barbárie e crueldade.
Tags: Irã, Mina Ahadi



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40 Comentários
Rodrigo
-13/04/2011 às 12:20
O que eu sinto é raiva e desprezo por essa “religião” infame. Sinto pena de quem se ajoelha para um “profeta” do mal (Maomé).
anonima
-03/04/2011 às 13:27
Mariana, eu sou muculmana, nasci e moro no Brasil, tenho muito orgulho da minha religiao e muita gente infelizmente alem de saber da verdade, esconde-a por varios motivos bestas. O isla nao e uma religiao nova, e a religiao de todos os profetas, em seu nome significa Paz, ela prega a paz e a tolerancia, e nenhum muculmano que segue a religiao como Deus mandou pode obrgar a fazer algo que ela nao queira nem a propria mae pode obrigar o filho a fazer algo que ele nao queira, o maximo e guia-lo e ensina-lo ao caminho certo da religiao. Aqui estou mandando para voce um site : http://www.sbmrj.org.br
Mariana
-04/02/2011 às 13:55
Alguém tem algum livro para indicar que retrate essa dura realidade islâmica?
juber
-31/01/2011 às 18:28
Permita-me Reinaldo corrigir a entrevistada:NÃO é de hoje que o islã representa a barbárie.È desde sempre.Um escritor disse:se não fosse a espada de Maomé o islã seria uma religiãozinha qualquer no Oriente.Quando o povo saudita quiz deixar o islã os califas promoveram a guerra da apostasia e cerca de 70.000 desse povo foram mortos e tiveram que retornar ao islã na marra.O mundo está em perigo e a imprensa está do lado de todas as esquerdas.
Ademar
-31/01/2011 às 15:34
realmente, o senhor B ia bem no comentário, mas derrapou na última curva: “O Irã é uma DITADURA, que não tem nada a haver com o Islam. Ou vamos dizer que o nazismo é produto do cristianismo, e que todo alemão é nazista.”
Ora essa, o Irã é uma ditadura ISLÂMICA, sim senhor, com polícia religiosa e tudo. E todos os países islâmicos (exceção, talvez, da Turquia) são ditaduras, umas mais, outras menos ferozes. Xiita ou sunita, pouco importa. Arábia Saudita é ditadura sunita. Irã, xiita.
Experimente tentar construir um templo não-muçulmano em qualquer um desses países, aí v. vai ver se existe ou não ditadura islâmica! E a relação cristianismo-nazismo é realmente absurda, mas não serve como contraprova da assertiva anterior, simplesmente porque a ditadura nazista foi única, não serve como paradigma.
Ademar
-31/01/2011 às 14:55
Legal ver uma iraniana queimar (ainda mais) o filme do apedeuta.
By the way, o mito do “bom selvagem” está totalmente ultrapassado. O mito do momento é o do “bom islâmico”. Mas também, o que esperar duma religião na qual o livro sagrado é uma cópia mal-feita da Bíblia? e o seu principal profeta, um picareta?
Ronny
-31/01/2011 às 12:42
Procurem alguma coisa sobre Ali Sina, o qual tem afirmado que o problema do Islam, mais propriamente, é seu livro sagrado, não seus seguidores. Segundo ele, os moderados, que costumam dizer-se os verdadeiros islâmicos, entendem tudo errado; seriam os radicais os que melhor entendem as palavras do profeta. É interessante! Sei que saiu algo traduzido no blog VeraDextra.
Ney
-31/01/2011 às 12:12
A sede de se manter no poder é a fonte de todas as barbáries que ocorreram historicamente e acontecem neste momento no mundo. Desde Stalin, passando por Pol Pot e Fidel as diferenças são apenas quantitativas, mas os métodos são semelhantes. Hoje vemos nos radicais islâmicos a mesma desculpa ideológica para continuar a praticar horrores incompreensíveis e incabíveis no século XXI.
JULIÃO
-31/01/2011 às 12:09
O Islã está se tornando (ou sempre foi) uma religião totalitarista. Aliás, quase todas as religiões são, foram ou querem ser… Ainda bem que no ocidente já passamos dessa idade das trevas, ou não?
Ivan Roberto
-31/01/2011 às 9:48
Que Deus te proteja e te guie, Mina Ahadi!!!
Mulher corajosa.
Heriberto Fernandes de Araújo
-31/01/2011 às 9:16
Caro
Reinaldo
Gostaria de ver, é as religiões afro-brasileiras, levando as suas práticas, aos países islâmicos, e como eles teriam liberdades de propaga-las, ou seriam condenados pela forma de quererem converte-los as suas religiões. Democracia é sinônimo de liberdade, de expressão, cultos religiosos na suas demais práticas, sejam católicas, evangélicas, espíritas, ubanda, candomblé, satânista, seitas diversas, etc, como hoje vemos aqui no Brasil.
Mais eu aqui digo o que o salmista falou, feliz a nação cujo o DEUS é o Senhor.
Roubocoop
-31/01/2011 às 2:16
“O juiz atira a primeira pedra”. Parece piada.
ronaldo
-31/01/2011 às 0:33
Sr. B, nem poderia, já que o nazismo (e o comunismo) não eram regimes teocráticos, mas, de certa forma, até procuravam diminuir a influência do cristianismo e outras religiões (nenhuma instituição religiosa poderia dividir com o Estado Totalitário o domínio sobre a mentalidade do povo).
E quem fez a relação não foram os comentaristas, mas a própria sra. Mina Ahadi da entrevista e do assunto, creio eu, ela entende muito bem.
theo
-30/01/2011 às 22:51
Cuidado !!!
Por favor não vamos esquecer Mina Ahadi é COMUNISTONA do, hoje clandestino, Partido dos trabalhadores comunistas do Irã. Vocês bem sabem como é: Comunistas quer um estado laicicista (religion free state) para não ratear o poder com ninguém.Em outras palavras, a Senhora Ahadi quer substituir uma ditadura por outra.Só para ser claro,o comunismo, classicamente abordando, controla a economia e o poder político com auxílio militar, e os cidadãos ficam encurralados.
Jeremias-no-deserto
-30/01/2011 às 22:39
O Brasil não só deveria se afastar de regimes fundamentalistas islâmicos, mas condená-los com veemência.O islamismo não é uma crença religiosa, mas um feroz instrumento de dominação política dos povos árabes, geralmente mergulhados na mais obscura ignorância.O grande projeto do Islã é a dominação dos paises não islîcos e a destruição de sua fé, já que o Coraõ não admite a convivência pacífica com o infiel.
B
-30/01/2011 às 22:04
Há muito desconhecimento nos comentários, infelizmente.
Há confusão entre árabe e mussulmano. Sómente 10% do mundo islâmico é árabe. E há um grande número de árabes cristãos (coptas, maronitas, etc.). O Irâ não é árabe, sua população descende dos antigos persas, outra etnia. A maioria é shiita, diferente da maioria mussulmana mundial que é sunita. O Irã é uma DITADURA, que não tem nada a haver com o Islam. Ou vamos dizer que o nazismo é produto do cristianismo, e que todo alemão é nazista.
Francisco
-30/01/2011 às 21:53
Eu apenas gostaria que você, Reinaldo, comentasse a entrevista que Caetano Veloso concedeu a folha uol no dia de hoje, 30/01/2011. Eu ficaria contente de seus comentários.
garfiozo
-30/01/2011 às 21:45
reinaldo. conheçi um americano que ofereçeu 100 dolares para uma prostituta muçulmana( e ela negou) disse que dolares éra coisa do capeta chifrudo. isso sim é que fundamentalismo.
gaúcha indignada
-30/01/2011 às 20:30
E o Brasil íntimo e amigo deste ditador, assassino. Que vergonha.
caipira mermo
-30/01/2011 às 19:23
Reinaldo
Huxley tem um livro sobre governos teocráticos. Editado
em 1961,O MACACO E A ESSENCIA, mostra a religião como
parceira de um estado escravizante.Com a ironia, que
maneja tão bem,ele resume:Igreja e Estado,Ganancia
e Odio,Duas Pessoas-Simias num só Gorila Supremo!
Com 50 anos,continua atualissimo.
Raskol: patologia da esquerda:-ANTIAMERICANISMO MELIANTE
-30/01/2011 às 19:18
Eu não sei o que é islamismo, mas de uma coisa tenho certeza. O ANTIAMERICANISMO propagado pela esquerda nefasta e orelhuda, daqui e de lá, tem feito muito mal e causado muito sofrimento.
A esquerda PTrtalheira, por exemplo, aprova tal qual seus satélites de aluguel - PSTU, PCdB, PCB, PCO e outros - tudo o que possa parecer, em suas mentes doentias, aquilo que tem sido a grande cunha, que impede a solidificação da liberdade, da fraternidade e da igualdade: o ANTIAMERICANISMO. Com as mentes poluídas por esse alimento patológico alguns coió-de-fivela, que nem sabem fazer o Ó com o copo, investem contra tudo que lembre liberdades democráticas ou tudo que, ainda que sendo bom para a maioria, não tem a autoria de seus DONOS, os PTralhas e os grupelhos que se alugam para estes.
A ignorância é terreno fértil, onde grassa o fanatismo e a amoralidade, grudando-se como craca e endurecendo as mentes de tal forma, que estas acabam por justificar as piores tiranias, vilanias e atrocidades.
Essa craca ainda persiste no Itamarati-tica dos nanicos. Para limpar é preciso muita democracia, muita liberdade e, principalmente, a demissão do rei-do-tártaro, o imundo, o traficante de vidas em favor dos tiranos, o advogado do diabo, quer dizer O ADVOGADO DOS DEMÔNIOS como AHMADINEJAD, CHAVEZ, EVO…..
jean
-30/01/2011 às 19:03
Olavo de Carvalho é muçulmano.
Célio Maia
-30/01/2011 às 18:14
Hoje?… Ai dos infiéis.
ricardo
-30/01/2011 às 17:56
você não pode nem querer deixar de ser muçulmano…e ainda ha gente que queira comparar o cristianismo com o islamismo…e o cristianismo cometeu barbáries? claro que sim, mas vamos e venhamos, essa época obscurantista já passou e todas as analises tem que ser feitas tomando-se como base o tempo em que o evento estava inserido…
ricardo
-30/01/2011 às 17:52
eh preciso ser implacável para desmoralizar e mostrar ao mundo quem realmente eh esse tal de Luis Inassiu, o amigo do tirano apedrejador..
Patricia Huxley
-30/01/2011 às 17:45
Deve ser um horror viver num lugar como esse!! Onde não se pode falar, pensar, agir, reinvidicar, protestar porque se paga com a própria vida. Mas comparar nossas mazelas ocidentais com as deste povo não é muito inteligente. Se por aqui pensar e reivindicar é direito legítimo, se ateu, judeu, evangélico, católico ou da umbanda uma opção, somos punidos com a falta de liberdade que a violência urbana nos inflige, com a estreiteza de horizontes que o salário mínimo nos impõe, com a corrupção que corrói as riquezas que produzimos e o total descaso da saúde e Educação. Toda dor dói igual.
duduvieira
-30/01/2011 às 17:15
…Olá meu prezado Tio ReY;
O que sei é que nós Ocidentais estão decepcionados com o Oriénte Médio… teve todos as oportunidades e chance de dar a sua virada..(tanto financeira, moral e política) mas não o fez.. não podemos entender… Berço de nossa civilização.. terra sagrada…prometida… Todos respeitamos e adoramos! E que vemos?uUma guerra tribal constante e sem fim, que remonta as trevas ou as cavernas… competição armamentícia para destruir o “Irmão, não interessa se Cristão, ou Mulçumano ou Judeu, interesse que é nosos irmão!!) inconcebíbel.. abomínável,,, não podemos acreditar no que está acontecendo. sds.
Mariazinha
-30/01/2011 às 16:51
E o imbecil do molusco ficou batendo palminha para o psicopta Armadnejad! O islamismo é uma religião assustadora, ainda bem que nasci cristã no ocidente. Aliás, muçulmano passa longe da tolerância religiosa, lembram da destruição das estátuas de Buda no Afeganistão?
Wannderley Luchemburgo, profeçor doutô de futból
-30/01/2011 às 15:14
“A contribuição do povo árabe se resume ao Zero”.
O que chamam de contribuições árabes são, na grande maioria dos casos, fruto do trabalho de outros povos do oriente médio que foram dominados e apagados da história pelo islamismo (esse mesmo uma triste mistura do judaísmo e cristianismo).
No youtube tem uma entrevista sobre as ‘contribuições árabes’ na Al-Jazeera com argelino Anwar Madek. Engraçada. Engraçada e triste. Lembra um pouco a situação do nosso Brasil. O entrevistado é quem afirma o que coloquei no início do comentário.
Perola
-30/01/2011 às 14:47
Mina Ahadi é muito corajosa.Poucos são os que, considerados pertencentes a uma religião,tem a coragem de afastar-se dela,seja ela qual for.Católicos batizam seus filhos imediatamente depois de nascer e os fazem católicos sem que sequer saibam o que é catolicismo.Outras religiões fazem a mesma coisa - é como se fosse uma “reserva de mercado”.E dificilmente o indivíduo,mesmo não acreditando mais,tem coragem de dizer que não crê.Deixa de ir ao culto,à igreja,à sinagoga,à mesquita.Mas se diz católico,protestante,judeu,muçulmano,etc.No caso de Mina Ahadi a renúncia ao islamismo,dita abertamente, traz perigo de vida.Há que ser mesmo muito destemida para fazer isso.
alvaro
-30/01/2011 às 14:46
Ontem, o regime do amigo do Lula, enforcou uma iraniana-holandesa de 45 anos. Foi enforcada porque protestou contra a legitimidade das eleições presidenciais de 2009.
Jose Figueredo
-30/01/2011 às 14:44
A contribuição do povo Arabe às civilizações são inegáveis.Com todo aquele sistema politico da lei do mais forte e mais rico,eles tem uma maneira toda peculiar de administrar reinos.Toda a rigidez religiosa e a forma por vezes cruel de guerrear.Suas espadas eram curvadas para não dar chance alguma para o inimigo se safar.Familias comandavam nações e a troca de governo muitas vezes se deram por morte do titular,assassinado por um familiar postulante ao cargo.Só especialistas para explicar o que se sucede hoje,quando islã avança gulosamente na área fértil, em fanatismo.Fanatismo é perigoso em todas as áreas e culturas,na religiosa é palco das maiores tragédias.Alguem já escreveu isso em algum lugar:é preciso mudar para que continue tudo como era antes,(povo pacificado,vivendo em paz,prosperando,nações convivendo harmoniosamente.É uma quase UTOPIA,eu falei quase.Pode ser possivel se existisse uma quase “UTOPIA”,antes nunca foi assim.O petróleo faz governos poderosos,deveria o povo compartilhar das benesses.Com boa vida,saúde,edução,cultura,segurança.(não estou falando de Brasil,hehehe)
José Abreu
-30/01/2011 às 14:35
Cruz Credo!!! É o inferno?
Com todas as mazelas o ocidente é o paraíso!
Maria josé Diniz
-30/01/2011 às 14:19
Mina Ahadi tem toda minha admiração.
Canibalismo
-30/01/2011 às 14:15
Parece que nessa religião, o islamismo, só falta a prática do canibalismo. É um horror.
SW
-30/01/2011 às 12:29
Muito bem. O Ocidente e de um modo geral, o cristianismo, já passou por fases de fanatismo e crimes bárbaros, mas embora alguns esquerdas usem isso para defender as teocracias islâmicas, omitem o fato de que passamos por tantos movimentos que consolidou nossos valores como liberdade, separação de estado e igreja e democracia, entre eles, o Iluminismo, o Renascimento e as revoluções Americana e Francesa.
Rodrigão
-30/01/2011 às 12:19
Ela disse o que todos sabemos mas não dizemos por medo de represália, e por conta do politicamente correto.É chic hoje respeitarmos mesmo àqueles que queimam as igrejas cristãs e obrigam os contrários a “esconderem-se”.
Sabem aquela piada do cara levando “fumo”,mas é obrigado a dizer que está gostando?Pois é, assim é com respeito aos que não respeitam os cristãos.
arilson sartorato
-30/01/2011 às 12:02
NÃO SEI COMO ALGUÉM EM SÃ CONSCIÊNCIA PODE CHAMAR O ISLÃ DE RELIGIÃO, NEM A FAMIGERADA IGREJA CATÓLICA NA IDADE MÉDIA FEZ O QUE O ISLÃ FAZ HOJE.
Sandra
-30/01/2011 às 11:59
TERRÍVEL!!!!!
Terrível que uma pessoa tenha de seguir uma religião na marra. Terrível que quem esteja dando as regras dessa religião sejam assassinos.