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sábado, 7 de novembro de 2009 | 6:11- LULA, O VERDADEIRO E O FALSO. OU: UMA VISÃO FASCISTÓIDE DO PROCESSO DEMOCRÁTICO;


LULA, O VERDADEIRO E O FALSO. OU: UMA VISÃO FASCISTÓIDE DO PROCESSO DEMOCRÁTICO
sábado, 7 de novembro de 2009 | 5:55
Pus no ar ontem dois vídeos — na verdade, dois áudios — em que o humorista Barthô, de um programa chamado Chupim, da Rádio Metropolitana, concede entrevistas a uma rádio de Moçambique e a uma outra de Angola como se fosse Lula. A imitação é perfeita. Também nos dons do pensamento. O “falso” Lula fez o mesmo com um programa da Austrália, o que chegou a mobilizar até o GSI (Gabinete da Segurança Institucional). Embora, deixei claro, não endosse esse tipo de brincadeira, talento não falta ao imitador. Não só consegue imitar muito bem a, digamos, banda sonora da fala de Lula como reproduz com exatidão todos os cacoetes políticos de seu discurso, em que megalomania, mistificação e, freqüentemente, bobagens abissais se misturam. Abissais mesmo: na sua tirada mais surpreendente, Lula, real, disse que queria comprar os caças para evitar que alguém roubasse o petróleo do pré-sal… Nem o Barthô-Lula chegou a tal extremo de sandice. Ontem, o presidente, o de verdade, foi a um encontro do PC do B. E, mais uma vez, deixou seu imitador no chinelo.
Não tem jeito: quando Lula está na área, não há humorista que o suplante; não há ficção que o supere. Só que uma observação precisa ser feita: se as batatadas ditas por Barthô seriam irrelevantes mesmo que tivessem saído da boca do presidente real, o que disse ontem o presidente real é muito grave e indica intolerância com o regime democrático. E cabe ao PSDB, com a Constituição na mão, processá-lo.
A Folha publicou ontem que os tucanos estão se mobilizando para treinar 4.500 “multiplicadores de opinião” no Nordeste. O nome não-marqueteiro disso é “cabos eleitorais”. Atenção: é uma prática comum, ordinária, comezinha, regular, convencional, legal e habitual — e quantos adjetivos houver nesse paradigma — das disputas nas democracias. As campanhas de Lula de 2002 e 2006 contaram com milhares desses profissionais. Aquela idéia romântica de que só o militante do partido cuidava do assunto foi definitivamente arquivada.
Mas Lula não teve dúvida: comparou a decisão do partido com a ação de Hitler: “É um pouco o que o Hitler dizia para os alemães pegarem os judeus. Ou seja, vamos treinar gente para não permitir que eles sobrevivam”. É o fim da picada! O presidente da República está satanizando as oposições e tentando criminalizar uma prática política a que seu partido, mais do que todos os outros somados, recorre onde quer que dispute eleição. Ao fazer tal comparação, ofende gravemente a democracia e, obviamente, mas uma vez, banaliza o Holocausto, absurdo em que vem incidindo com espantosa freqüência. Tentar derrotar o PT, como a gente vê, é um ato contra a humanidade!!!
Ouçam de novo as entrevistas de Barthô-Lula. Não há nelas bobagem equivalente.
Cabe, ademais, lembrar que, em matéria de perseguição a judeus, Lula é que tem de dar expliações. Daqui a alguns dias, ele receberá com rapapés e salamaleques ninguém menos do que o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. Em recente entrevista à Folha, indagado, numa pergunta já infeliz, se os judeus não ficariam “bravos” com a visita de alguém que nega o Holocausto (como se esse fosse um assunto afeito apenas aos judeus), Lula afirmou que um chefe de estado não tem de pensar se seus atos vão desagradar judeus ou árabes (deve pensar que iranianos são árabes…). Em outras palavras, o Holocausto não lhe parece assunto grande o bastante para um chefe de estado…
Nas entrevistas do Barthô-Lula às rádios angolana e moçambicana, tendemos a nos solidarizar um tantinho com os entrevistadores, que seguem adiante, ouvindo aquelas batatadas com a maior seriedade. O de Moçambique, mesmo em meio a um suposto tiroteio, ainda cobra do “falso” Lula as palavras de encerramento… Por que os dois caíram? Seria só ingenuidade?
Não! É que Barthô, excelente imitador, construiu um Lula absolutamente verossímil. Em, suma, eles só caíram na pegadinha porque, com efeito, o verdadeiro Lula é o falso Lula.


Dilma e o analfabetismo “conecto”
sábado, 7 de novembro de 2009 | 5:49
Houve revolta entre os artistas que ainda restam no PT — quantos com patrocínio oficial, não sei — porque Caetano Veloso chamou Lula de “analfabeto”, “cafona” e “grosseiro” em entrevista ao Estadão. “Preconceito!”, gritaram alguns.
No encontro do PC do B ontem, Lula, uma vez mais, comparando-se a FHC, orgulhou-se de não ter diploma, mas de ser mais inteligente. Sei…
Dilma também discursou. Chamou a oposição de “patética e esdrúxula”, provando que, em matéria de grosseria, caso o projeto do PT prospere, ninguém sentirá falta do passado. E saiu-se com um outro adjetivo. Afirmou que a oposição é “desconecta”.
“Desconecta” é a versão analfabeto-chique de “desconectada”.
Lula já ensinou Tarso Genro a conjugar o verbo “intervir”. Agora precisa ajudar Dilma com os adjetivos formados com o particípio passado dos verbos.
PS — Acreditem: se Dilma for eleita, ainda que ela conseguisse melhorar tudo, uma coisa pioraria fatalmente: o português falado no Palácio do Planalto. Lula, perto de Dilma, é um verdadeiro Padre Vieira! Enquanto os jornalistas estivessem soltos, seria uma verdadeira farra!


Protogenices: ele continua na PF…
sábado, 7 de novembro de 2009 | 5:39
O delegado Protógenes Queiroz, infelizmente, enganou todo mundo ao informar que havia sido demitido. O meu “infelizmente” tem dupla aplicação: porque isso chegou a ser noticiado, aqui inclusive, e porque ele continua nos quadros da PF. Em suma, a demissão era só mais uma das suas protogenices. Vai ver estava com saudade do noticiáio.
O que se tem até agora é apenas uma recomendação da Corregedoria para que seja afastado por 60 dias, sem vencimento. O Ministério da Justiça nem mesmo decidiu se acata a recomendação.
Eis Protógenes: quando não dá pinta de herói, dá pinta de vítima. E, fica mais claro a cada dia, na história, ele não é nem o herói nem a vítima.


VEJA 1 - Vox Populi - Serra venceria no 1º turno
sábado, 7 de novembro de 2009 | 5:37
Na coluna Radar, de Lauro Jardim:
Serra 40%
Uma pesquisa nacional do Vox Populi concluída na segunda-feira passada confirmou a folgada liderança de José Serra na corrida presidencial. Ele tem 40% das intenções de voto. É mais do que o dobro dos 15% obtidos por Dilma Rousseff e mais do que o triplo dos 12% registrados por Ciro Gomes. Marina Silva ficou com 5%. Nesse quadro, Serra levaria no primeiro turno.
Aécio na frente
Quando Aécio Neves é apresentado como candidato tucano no lugar de Serra, constatou-se uma surpresa: Aécio superou Dilma Rousseff pela primeira vez numa pesquisa do Vox Populi. Ainda que seja por 1 ponto porcentual e, portanto, dentro da margem de erro. Aqui


VEJA 2 - Diogo: Lévi-Strauss e os moluscos do Brasil
sábado, 7 de novembro de 2009 | 5:35
“Aqui, Claude Lévi-Strauss descobriu o homem reduzido à sua condição de molusco. Perseguido pelo nazismo na II Guerra Mundial, ele tentou refugiar-se no país, mas Getúlio Vargas, o molusco que naquele tempo presidia o Brasil, fechou-lhe as portas”
Claude Lévi-Strauss descobriu o Brasil. O Brasil é assim mesmo: é descoberto e redescoberto continuamente, desde 1500. Se os portugueses, em 1500, descobriram o Brasil seguindo a corrente marinha, Claude Lévi-Strauss, quatro séculos mais tarde, em 1939, descobriu-o seguindo a linha telegráfica do marechal Rondon, em Mato Grosso. Ali, depois de se afastar da “escória de Cuiabá”, ele encontrou uma série de aldeias de índios em estado bruto, intocados pelos costumes do homem branco. Em particular, os nambiquaras.
Num de seus ensaios antropológicos, Claude Lévi-Strauss observou a indigência cultural dos nambiquaras e comparou-os a “uma raça gigante de formigas”. Eles se caracterizavam por ter orelhas grandes, por embriagar-se com “chicha”, por tocar uma música de uma nota só, por entreter-se cuspindo no rosto uns dos outros e por ignorar o estojo peniano devido à sua apatia sexual. Antes de Claude Lévi-Strauss, o geógrafo Edgar Roquette-Pinto já comparara os nambiquaras a “homens da Idade da Pedra”, acrescentando que a “pneumatose intestinal fá-los companheiros desagradáveis”. E o presidente dos Estados Unidos Theodore Roosevelt, que passara por lá em 1914, acompanhado pelo marechal Rondon, dissera que os nambiquaras eram “ingênuos e ignorantes como animais domésticos”.
O contato com os nambiquaras deprimiu Claude Lévi-Strauss. Ele passou a se perguntar: “O que viemos fazer aqui? Com que esperança? Com que finalidade?”. Ele só conseguiu encontrar a resposta alguns anos depois, quando estabeleceu as bases do estruturalismo: “O maior interesse oferecido pelos nambiquaras é que nos defrontamos com uma das formas de organização social e política mais simples que se possam imaginar”. E prosseguiu: “A diferente estrutura do aparelho digestivo de homens, bois e moluscos não indica diferentes funções de seus sistemas digestivos. A função é sempre a mesma, podendo ser mais bem estudada e compreendida em suas formas mais simples, como a de um molusco”. Aqui


VEJA 3 - Ainda bem que o Ceará pode esbanjar dinheiro!
sábado, 7 de novembro de 2009 | 5:33
Na coluna Holofote, de Felipe Patury:
Os novos voos da
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VEJA 4 - Olhem quem pediu, e levou, uma bolsa ditadura…
sábado, 7 de novembro de 2009 | 5:31
Por Alexandre Oltramari:
Dólares, reais e uísque
Comissão de Anistia, órgão subordinado ao Ministério da Justiça, foi criada há oito anos para tentar reparar os abusos perpetrados durante os 21 anos do regime militar. Desde então, já concedeu cerca de 30 000 indenizações, a um custo que ultrapassa os 4 bilhões de reais. É justo compensar pessoas que perderam o emprego ou tiveram a vida devassada por perseguição política de um estado ditatorial. As concessões sem critério, porém, estão desvirtuando a nobreza do propósito inicial. Na mamata do que está sendo chamado de Bolsa Ditadura, pegaram carona “perseguidos” de todos os tipos. Na semana passada, mais uma figura curiosa embarcou no trem. O economista Vladimir Poleto - aquele que admitiu ter transportado 1,4 milhão de dólares de Cuba, em 2002, para robustecer o cofre da campanha do presidente Lula, e que, em seguida, tentou anistiar a própria confissão alegando estar embriagado - também ganhou direito ao seu quinhão. Ex-assessor do ex-ministro Antonio Palocci, o economista revelou que apanhou o dinheiro clandestino de um funcionário da Embaixada de Cuba em Brasília, acondicionou-o em caixas de uísque e rum e transportou-o num avião Seneca para São Paulo, onde funcionava o comitê financeiro da campanha. A indenização a Poleto é uma das mais esdrúxulas já concedidas pelo governo. No início do regime militar, o economista tinha 8 anos de idade. No fim, estava com 29. De acordo com a ata do julgamento que lhe concedeu indenização, Poleto sofreu perseguição no período de 7 de dezembro de 1984 a 14 de janeiro de 1985. No calendário do governo, 39 dias de perseguição viraram um ano. Mas que tipo de perseguição, afinal, teria sofrido Poleto? Ele argumentou que foi “obrigado” a pedir demissão do Banco do Brasil no fim de 1986, quando os generais já estavam de pijama havia mais de um ano, por ter liderado uma greve. Queria, por isso, receber uma pensão mensal vitalícia de 2 600 reais. A Comissão de Anistia entendeu que Poleto foi perseguido com base em um documento no qual é apontado como “concitador de movimento subversivo”, mas negou-lhe o plano de aposentadoria. O relator do caso, cujo voto favorável à indenização foi acompanhado pelos de outros dois conselheiros, é Egmar Oliveira. Como Poleto, ele é ex-sindicalista. Como Poleto, ele é amigo do ex-caixa de campanha do PT Delúbio Soares. A indenização concedida ao economista com o dinheiro do contribuinte é de 13 950 reais - longe do que Poleto pretendia, mas suficiente para comprar ao menos 200 garrafas do seu uísque preferido.
Alexandre Oltramari |


VEJA 5 - A revolução que salvou o mundo
sábado, 7 de novembro de 2009 | 5:29
Há vinte anos, os alemães-orientais derrubaram o Muro de Berlim, libertando-se de quatro décadas de totalitarismo e enterrando para sempre a experiência comunista. Os efeitos do regime falido são sentidos até hoje na antiga Alemanha Oriental, mas prevê-se que em dez anos não haverá diferenças no país reunificado
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Diogo Schelp, de Berlim
Peter Turnley/Corbis /Latinstock![]() |
| A QUEDA Em 11 de novembro de 1989, dois dias depois de os alemães-orientais forçarem a passagem para o Ocidente, os guardas do regime comunista ainda tentavam, sem muita vontade, impedir que o muro fosse desmantelado |
Em Berlim, para lembrar é preciso olhar para baixo. As cicatrizes estão marcadas no chão da capital da Alemanha. Discreta, quase imperceptível, uma estreita faixa de paralelepípedos corta uma avenida de asfalto impecável, invade a calçada e desaparece sob a parede de um moderníssimo prédio. Em outros trechos, a menção ao símbolo maior da Guerra Fria traz uma mensagem mais direta: placas de metal encravadas no solo com a inscrição “Muro de Berlim - 1961-1989″ informam que por ali passava a barreira que dividiu a Alemanha, a Europa, a Terra. A queda do muro, em 9 de novembro de 1989, foi um desses eventos raros em que a ruptura com o passado é tão brusca que uma única data marca o início de uma nova era. O efeito mais óbvio daquela noite de outono berlinense, em que os alemães-orientais forçaram a abertura das fronteiras para o oeste, foi dar um fim ao conflito entre Estados Unidos e aliados no mundo civilizado e União Soviética. A Guerra Fria, como se chamava esse conflito, se não resultou em embate direto entre as duas superpotências nucleares, por causa do risco de aniquilamento total, configurou o planeta em metades capitalista e comunista que descarregavam a tensão permanente em guerras localizadas, como a da Coreia e a do Vietnã. Com a queda do muro, a Alemanha voltou a ser uma só nação e ficou evidente quem eram os vencedores: o capitalismo, a democracia, a liberdade. O ano de 1989 representou, assim, o fim da história para o comunismo, um regime que, nos países em que se instalou à força de baionetas, ceifou 100 milhões de vidas e eliminou o horizonte de progresso material e espiritual de quem estava sob seus tacões. Nos dois anos seguintes, o império soviético esfacelou-se por completo. Hoje, o sistema que o engendrou sobrevive como curiosidade quase que zoológica apenas numa ilha do Caribe e na metade de uma península asiática. Até a poderosa China, nominalmente comunista, aderiu ao capitalismo, embora esteja a milhões de anos-luz de ser democrática. Aqui


Em SP, Dilma diz que oposição é “patética e esdrúxula”
sábado, 7 de novembro de 2009 | 5:27
Por Fernando Barros de Mello, na Folha:
Em um discurso no qual falou pela primeira vez abertamente sobre a eleição do ano que vem, a pré-candidata petista ao Planalto em 2010, ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), chamou ontem a oposição de “patética” e “esdrúxula”. Dilma participou do congresso do PC do B, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Ela passou os 30 minutos de discurso fazendo comparações entre o atual governo e “eles”, como chamou a oposição. Lula também adotou tom eleitoral. O presidente citou reportagem publicada ontem na Folha sobre treinamento de 4.500 “multiplicadores” que o PSDB quer treinar no Nordeste: “É prática de Hitler”.
Coube a Lula resumir a noite: “Preciso tomar cuidado com a Dilma, porque o discurso dela está muito longo para quem é pré-candidata. Disse ainda que ela é quem “poderá consagrar a continuidade do projeto”.
Ao falar sobre a oposição, Dilma afirmou que “eles são patéticos” ao tentar dizer que o Bolsa Família é continuação de práticas como vale gás ou Bolsa Escola, programas do governo tucano de Fernando Henrique Cardoso e que “continuamos a política econômica”.
A ministra afirmou que na eleição vai comparar as duas gestões. “Vamos comparar o país que eles não souberam construir com o país do PAC, do Minha Casa, Minha Vida e da exploração soberana.”
Dilma falou da importância de alianças com PMDB, PC do B, PDT e PSB-que chamou de PSDB e pediu desculpas “por falar uma coisa feia”. Lula disse que a aliança que elegeu FHC em 1994, formada por partidos como o PMDB, foi a maior aliança “que a direita já fez”.
Presente do encontro, o peemedebista Sérgio Cabral, governador do Rio, disse que o “PMDB vai estar com Dilma”. Ao falar sobre ao artigo escrito pelo seu antecessor, que acusa o governo petista de “autoritarismo popular”, Lula disse que muita gente acha que a “inteligência está ligada à universidade” e que “isso é burro”.
“Um intelectual ficar assistindo um operário que tem o quarto ano primário ganhar tudo que ele imaginava que pudesse ganhar e não ganhou por incompetência é muito difícil”, disse. “A universidade te dá conhecimento, aperfeiçoamento. Inteligência é outra coisa.”


Polícia do PA pede a prisão de líder do MST
sábado, 7 de novembro de 2009 | 5:25
Por Roberto Madureira e Rodrigo Vizeu, na Folha:
A Polícia Civil do Pará pediu a prisão preventiva de Charles Trocate, coordenador do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) no Estado. Ele é suspeito de ter ordenado atos de vandalismo em duas fazendas no sul do Estado na madrugada de quarta-feira.
O anúncio foi feito ontem pela governadora Ana Júlia Carepa (PT). Ela não deixou claro o motivo do pedido de prisão, que não tinha sido concedido pela Justiça até a tarde de ontem. A governadora disse somente que “há indícios fortes” de que Trocate é o responsável pelos crimes, mesmo sem sua presença física na região.
Três líderes do acampamento do MST Dalcídio Jurandir -que fica na fazenda Maria Bonita, um dos alvos da depredação- também foram identificados nas investigações.
Segundo as denúncias, um grupo de cem pessoas armadas invadiu as fazendas Maria Bonita, em Eldorado do Carajás, e Rio Vermelho, em Sapucaia, destruindo casas, equipamentos e tratores, agredindo funcionários e matando animais.
A primeira fazenda é controlada pela Agropecuária Santa Bárbara -que tem como sócio o banqueiro Daniel Dantas. O governo do Pará disputa na Justiça a propriedade da área.
Após a depredação, a governadora enviou 200 policiais para a região e determinou o cumprimento de ordens de reintegração de posse -em março deste ano, havia pelo menos 60 mandados não cumpridos.
Segundo Ana Júlia, “o MST declarou inclusive que perdeu o controle, portanto confessa que participou dos atos”.
Em nota, a Agropecuária Santa Bárbara atribuiu ao MST novos ataques. Ontem, diz a empresa, sem-terra obrigaram funcionários de uma fazenda a deixarem as suas casas. No dia anterior, um carro da fazenda teria sido alvejado por tiros.
O movimento voltou a negar a autoria dos atos de destruição nas duas fazendas no Pará.
Maria Raimunda César, da coordenação nacional do movimento, disse não haver provas da participação dos sem-terra e insistiu na possibilidade de que os próprios fazendeiros tenham feito a depredação para culpar o MST. Aqui


Confio em decisão técnica do STF, diz Azeredo
sábado, 7 de novembro de 2009 | 5:23
Por Andreza Matais, na Folha:
O senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) afirmou não entender como o ministro Joaquim Barbosa, do STF (Supremo Tribunal Federal), considerou um documento “falso” como prova do seu envolvimento com o mensalão mineiro. “É tão vagabunda a falsificação que o delegado [Luiz Flávio] Zampronha, que foi extremamente duro comigo, não considerou essa prova”, disse.
Trata-se de recibo de R$ 4,5 milhões com a assinatura do senador destinado às empresas de Marcos Valério. O documento, diz ele, foi montado pelo lobista Nilton Monteiro. Azeredo também rejeita a tese de que o esquema foi o embrião do mensalão que anos depois abalou o governo Lula.

FOLHA - O sr. acusa o ministro relator de usar prova falsa?
EDUARDO AZEREDO - Manifestei indignação de chegar ao STF um documento que é xerox. Não existe o original. É alguém pegar a assinatura num cheque, tirar xerox e escrever em cima.
FOLHA - Mas o documento consta na denúncia do Ministério Público e está nos autos…
AZEREDO - O delegado fez uma análise dura e não considerou esse recibo porque disse que era muito fajuto. O processo vem com tudo. Agora, no fim é que tem a decisão do procurador. E ele não considerou esse recibo como válido.
FOLHA - Como o recibo foi parar no processo?
AZEREDO - Ele [delegado] citou que recebeu isso de Nilton Monteiro. Não é possível que um país como o Brasil permita que um homem desse continue solto. Tenho que dar explicações, e o cara está solto.
FOLHA - Monteiro não participou da sua campanha?
AZEREDO - Teve uma relação com esse Cláudio Mourão [tesoureiro da campanha] num determinado momento e aí ele entrou nesse processo assim. Agora, como é que ele continua? Eu sei que ele tem ligações com um ex-deputado de Minas do PT. Eu não estou atacando o PT, não. [Eduardo] Suplicy me deu apoio, Tião Viana me ligou. Eu tenho respeito pelo Lula.
FOLHA - Outra prova que consta contra o sr. é a liberação de recursos de estatais para eventos que depois foram desviados para campanha.
AZEREDO - Não há nenhuma prova de autorização minha. Se não tem prova de que o Lula autorizou o Banco do Brasil, a Visanet, tá certo não ter incluído o Lula [no mensalão]. O que estou dizendo é que no caso dele considerou-se que as empresas tinham gestão própria. No meu caso, não se considera. Aqui


Investigados patrocinam encontro da Polícia Federal
sábado, 7 de novembro de 2009 | 5:23
Por Andréa Michael, na Folha:
Dos 6 patrocinadores do 4º Congresso Nacional de Delegados de Polícia Federal, realizado entre terça-feira e ontem, em Fortaleza (CE), pelo menos 3 fazem ou já fizeram parte de investigações feitas pela PF: CBF (Confederação Brasileira de Futebol), CEF (Caixa Econômica Federal) e Petrobras.
A previsão de arrecadação total com patrocínios é de R$ 660 mil, mas nem todos já depositaram o valor compromissado na conta da entidade promotora do evento, a ADPF (Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal), segundo informou a Diretoria Financeira.
A organização do encontro, que inclui o trabalho de captação de recursos, segundo o presidente da associação, delegado Sandro Avelar, foi feita pela Haia Eventos & Turismo. “Não vejo nenhum conflito de interesses. Estamos trabalhando dentro da maior transparência, com as portas abertas e com a participação da imprensa”, disse Avelar.
“Nenhuma entidade consegue fazer um evento deste porte sem o apoio de patrocinadores. Estamos discutindo assuntos de interesse nacional”, afirmou o presidente da associação, referindo-se ao tema central do encontro, que é o combate à impunidade. Responsável pela Haia, Celina Frossard não respondeu a recados deixados pela Folha nos três últimos dias.
O nome dos patrocinadores foi estampado no site da associação, em panfletos e camisetas distribuídos no evento -que não se realizava havia cinco anos-, bem como em um painel no local.
A CBF foi a entidade que deu o maior patrocínio: R$ 300 mil. O presidente da confederação, Ricardo Teixeira, participou ontem, no encerramento do encontro, de um painel no qual foi discutido o tema segurança em grandes eventos, como a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016. Ele não quis comentar o assunto.
Teixeira foi investigado pela Polícia Federal desde o final da CPI do Senado, em 2001, quando relatório da comissão recomendou ações contra o dirigente e seus subordinados por crimes como evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Aqui


Jornais agora podem contestar atos de censura no próprio STF
sábado, 7 de novembro de 2009 | 5:19
Na Folha:
Os órgãos de comunicação já podem entrar com reclamações diretamente no STF (Supremo Tribunal Federal) quando se sentirem censurados. O acórdão do julgamento que derrubou a Lei de Imprensa saiu ontem no “Diário de Justiça”, e as contestações podem ser feitas com base no seu conteúdo.
O acórdão é o resumo do julgamento sobre a Lei de Imprensa (5.250/67). No fim de abril, o STF revogou integralmente a lei editada na ditadura militar (1964-85) que previa a censura, a apreensão de publicações e a blindagem de autoridades públicas contra o trabalho jornalístico.
Segundo o acórdão redigido pelo ministro Carlos Ayres Britto, os órgãos de imprensa não podem sofrer censura prévia, nem mesmo pelo Poder Judiciário: “Não há liberdade de imprensa pela metade ou sob as tenazes da censura prévia, inclusive a procedente do Judiciário, sob pena de se resvalar para o espaço inconstitucional da prestidigitação jurídica”.
Ele caracteriza a internet de “território livre”, já que não consta da Constituição qualquer citação sobre o tema: “Silenciando a Constituição quanto ao regime da internet (rede mundial de computadores), não há como se lhe recusar a qualificação de território virtual livremente veiculador de ideias e opiniões, debates, notícias e tudo o mais que signifique plenitude de comunicação”.


Militares aceitam maior presença do poder civil nas Forças Armadas
sábado, 7 de novembro de 2009 | 5:17
Por Tânia Monteiro, no Estadão:
Temas tabus nas Forças Armadas, o papel de “policial das fronteiras” e a submissão completa ao poder civil foram digeridos pela cúpula militar depois de um processo de negociação, comandado pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim. A articulação envolveu a promessa de orçamentos mais robustos para Exército, Aeronáutica e Marinha e a edição de um novo plano estratégico ao gosto dos militares.
O resultado é que o governo, como apurou o Estado com fontes militares, não vai enfrentar maiores problemas na caserna durante a tramitação no Congresso da proposta de alteração da Lei Complementar 97, que estende para a FAB e Marinha o poder de polícia e dá mais poderes ao ministro da Defesa.
No campo político, para que as resistências às mudanças fossem as menores possíveis, Jobim dedicou os últimos meses a promover diversas reuniões com lideranças partidárias, além de integrantes das Comissões de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara e do Senado.
O Estado antecipou ontem o texto que será encaminhado ao Congresso, segundo o qual as Forças Armadas estarão cobertas pela proteção legal para realizar operações típicas de manutenção da lei e da ordem. Pela proposta, em operações de vigilância na fronteira e demais ações ordenadas pelos Poderes constituídos, Exército, Marinha e Aeronáutica poderão revistar pessoas, veículos e instalações e fazer prisões em flagrante delito.
O projeto fortalece, ainda, o cargo de ministro da Defesa, que passa a ter comando operacional sobre as três Forças, que ficam, efetivamente, subordinadas ao poder civil. Segundo o novo texto, os comandantes das Forças passam a ter obrigação de apresentar ao ministro a lista de escolha dos militares a serem promovidos, assim como os nomes dos indicados para os respectivos cargos. No caso do emprego das Forças, a subordinação continua sendo ao presidente da República, comandante supremo, mas por intermédio do ministro da Defesa. Aqui


Universidade e barbárie: alunos dizem que Unip dá pen drive a quem falar bem da escola para o MEC
sábado, 7 de novembro de 2009 | 5:15
Por Simone Iwasso e Mariana Mandelli, no Estadão:
Alunos da Universidade Paulista (Unip) relatam que a instituição ofereceu um pen drive em troca de avaliação positiva no questionário socioeconômico do Exame Nacional de Desempenho do Estudante (Enade), que será aplicado amanhã. No questionário, o aluno dá opinião sobre infraestrutura, professores e métodos pedagógicos - informações usadas pelo Ministério da Educação para compor a avaliação final do curso.
Estudantes ouvidos pelo Estado afirmaram que, na semana passada, professores informaram que quem preenchesse o questionário de maneira favorável à universidade seria premiado com um pen drive. A Unip, instituição de ensino superior com maior número de alunos do País, afirma que presenteou todos os selecionados para fazer o Enade com o equipamento, como uma maneira de estimulá-los a fazer a prova.
Alguns estudantes contam que chegaram a participar de reunião no sábado passado para receber orientações sobre como preencher o questionário. Em redes sociais, como o Twitter, eles também relatam o ocorrido, alguns comemorando e outros ironizando.
A instituição nega relação entre o brinde e as informações do estudante no questionário. “Nós demos o pen drive como um presente para o aluno fazer a prova com vontade, sem relação com o questionário. Quem está dizendo isso está mal informado”, diz o diretor-geral da Unip, João Augusto Nasser. “Alguns alunos tiveram dúvidas com as perguntas e trouxeram para a gente. É um questionário complexo. Nós os ajudamos a responder. Demos orientações. Mas não tem relação com o pen drive”, diz.
No entanto, segundo um estudante do último ano de Jornalismo, foi preciso tirar uma cópia do questionário e entregá-lo ao professor para ganhar o pen drive de 4 Gb. O aluno, que pediu para não ser identificado, relatou que o combinado era responder de forma positiva e ganhar o brinde.
Uma estudante do primeiro ano de Publicidade da capital contou que uma professora marcou um dia para o preenchimento do formulário. Segundo a aluna, a professora teria dito o que responder sobre laboratórios, bibliotecas e professores da faculdade.
Para a estudante, o intuito era instigar sem transparecer.Ela também relatou que alguns alunos contestaram a professora e se retiraram da sala. O questionário ficou com a docente, que afirmou que tiraria cópias e devolveria o original antes do exame, juntamente com o pen drive. Aqui


EUA - Atirador de base militar teria gritado “Allahu Akbar!” antes de agir
sábado, 7 de novembro de 2009 | 5:13
Por Sérgio Dávila, na Folha:
No momento em que começou a disparar os tiros que mataram 13 pessoas, entre elas um civil, e feriram outras 27 na base militar de Fort Hood, no Texas, o major psiquiatra Nidal Malik Hasan, 39, teria gritado “Allahu Akbar!” -ou “Deus é grande!”, em árabe-, segundo relatos de colegas militares à imprensa local que até a conclusão desta edição não haviam sido confirmados pelas autoridades norte-americanas.
Horas antes dos disparos, ele é mostrado numa câmera de segurança de uma loja local trajando vestes religiosas brancas que lembram as usadas por alguns muçulmanos, segundo vídeo obtido pela emissora CNN.
E, antes de ir à base, na quinta-feira, Hasan pediu a sua vizinha que limpasse seu apartamento no dia seguinte e deu a ela vários objetos, entre eles o Corão, o livro sagrado do islã.
No começo do ano, agentes que monitoram sites extremistas islâmicos identificaram uma pessoa com o nome do major como autor de comentários que defendiam a atuação de atentados por homens-bomba, comparando-os aos pilotos camicases japoneses da Segunda Guerra e ao soldado que se joga sobre uma granada para salvar a vida dos companheiros.
Relatos de parentes do militar, que nasceu em Arlington (Virgínia), e é filho de imigrantes palestinos e frequentava mesquitas, dão conta de que ele reclamava de perseguição de colegas do Exército por ser muçulmano e que estava assustado com a iminência de ser mandado ao front do Afeganistão, o que deveria acontecer logo.
Conforme vão sendo revelados, os componentes religiosos adicionam um ingrediente potencialmente explosivo àquele que é um dos maiores ataques a uma instalação militar dos EUA, segundo o presidente Barack Obama, um acontecimento que o general George Casey, do Exército, que cuida do caso, qualificou de “um chute no estômago”.
“Nós ainda não sabemos o que não sabemos”, resumiu o secretário do Exército obamista, o republicano John McHugh, enviado pelo presidente para acompanhar os desdobramentos. Aqui


Indicado para missão americana no Brasil é vetado
sábado, 7 de novembro de 2009 | 5:11
No Estadão:
Sob pressão do lobby cubano-americano, o senador republicano George LeMieux bloqueou na noite de quinta-feira a nomeação de Thomas Shannon para a embaixada americana em Brasília. A tropa de choque cubano-americana do Comitê EUA-Cuba Democracia opõe-se à política de aproximação com Cuba implementada por Shannon na função de secretário-assistente para Hemisfério Ocidental no Departamento de Estado. Os cubanos-americanos ficaram particularmente irritados com a suspensão do veto a Cuba na Organização dos Estados Americanos, neste ano.
Arturo Valenzuela foi confirmado e deve assumir ainda este mês o cargo ocupado atualmente por Shannon, que é o principal posto diplomático para América Latina. Professor da Universidade Georgetown, o chileno-americano Valenzuela é bastante próximo da secretária Hillary Clinton e tinha bom relacionamento com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
O veto de LeMieux a Shannon foi uma surpresa. Na quinta-feira, a secretária de Estado Hillary Clinton telefonou para o senador Jim DeMint e garantiu a ele que os EUA reconheceria as eleições em Honduras no dia 29. DeMint acusava Shannon e Valenzuela de serem muito lenientes com o presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, e com outros partidários de Hugo Chávez. Com essa garantia, DeMint tirou o veto à indicação de Shannon e de Arturo Valenzuela, que mantinha desde julho.
O Senado preparava-se para aprovar a nomeação dos dois por unanimidade, quando LeMieux anunciou que bloqueava Shannon. Valenzuela foi confirmado e deve assumir ainda neste mês o cargo - principal posto diplomático para América Latina.
A política americana para a região está acéfala há meses e a principal embaixada da região está vazia. A ausência de um embaixador em Brasília e do secretário-assistente para a região está atrasando a visita de Barack Obama ao Brasil e outros países, provavelmente Chile, Uruguai e Colômbia. Aqui


Não! Protógenes não foi demitido
sexta-feira, 6 de novembro de 2009 | 21:57
Tinha poublicado aqui a seguinte nota:
A Polícia Federal finalmente demitiu o político Protógenes Queiroz, candidato a uma coisa qualquer pelo PC do B. Nada a acrescentar. Político faz política fora da PF. Ponto.
Errado
Era só mais uma protogenice. Veja nota da manhã deste sábado
Post alterado às 5h15 do dia 7/10/2009


O HUMORISTA BARTHÔ, NO PAPEL DE LULA, MOBILIZA ATÉ O GSI. ACREDITE: O CARA É MUITO BOM
sexta-feira, 6 de novembro de 2009 | 20:44
Está é do balacobao. Leiam o que vai abaixo:
GSI vai investigar entrevista de falso Lula para rádios internacionais
O GSI (Gabinete de Segurança Institucional) vai investigar o caso do falso “presidente Lula”, que deu entrevistas para rádios internacionais. O GSI quer saber quem está se passando pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
De acordo com o Blog do Boleiro, a assessoria do falso Lula entrou em contato com rádios oferecendo entrevistas exclusivas com o suposto presidente.
O assessor do falso Lula disse que o objetivo das entrevistas era garantir a segurança do Rio de Janeiro durante as Olimpíadas de 2016.
O blog informa que a fraude foi revelada porque a jornalista Beatriz Wagner, produtora executiva do programa de língua portuguesa da australiana SBS, desconfiou do e-mail enviado pelo falso assessor do presidente fictício.
Mesmo desconfiada, ela marcou a entrevista. O blog conta que um homem com uma voz idêntica à do presidente ligou para a jornalista na noite de quinta-feira --quando seria de manhã na Austrália.
De acordo com o blog, a entrevista durou 23 minutos. Além de falar da segurança do Rio, o falso Lula se referiu ao presidente norte-americano Barack Obama como “meu amigo escurinho”. Disse que o “mundo teve de engolir goela abaixo” a forma como o Brasil enfrentou a crise financeira mundial.
Procurada pela reportagem, a assessoria da Presidência informou que não comentará o caso.
Comento
A pessoa que deu entrevista à rádio australiana é o humorista Barthô, que faz parte do programa “Chupim”, da rádio Metropolitana FM.
Huuummm… Não que eu estimule este tipo de comportamento — refiro-me às falsas entrevistas, claro —, mas é inegável que o tal Barthô é engraçado e imita Lula com perfeição. E o imita não só nos rigores da fala, mas também nos dons do pensamento.
No primeiro arquivo, acima, Barthô, o falso Lula, concede uma entrevista à Rádio Nacional de Angola, diretamente do Morro dos Macacos. Reitero: a brincadeira pode ser de gosto duvidoso, mas que o humorista diz, em essência, o que Lula costuma dizer, bem, isso é inegável.
Abaixo, Barthô (Lula) dá uma entrevista a uma rádio de Moçambique diretamente do Pavão Pavãozinho…










PORRE COM DINHEIRO ALHEIO
