Estreia de “Impeachment” no Rio terá bate-papo com colunistas

Felipe Moura Brasil e Alexandre Borges comentam filme de Beto Souza e Paulo Moura

Neste domingo (23), no Cine Odeon, no Rio de Janeiro, a exibição em pré-estreia do documentário “Impeachment – O Brasil Nas Ruas”, do jornalista e cineasta Beto Souza e do cientista político e produtor de vídeo Paulo Moura, será seguida de bate-papo com os colunistas Felipe Moura Brasil (eu mesmo), da VEJA, e Alexandre Borges, da Gazeta do Povo, ambos autores da editora Record.

O acesso à sessão marcada para 19 horas se dará mediante uma doação mínima de R$ 30,00 para a Vakinha (Crowdfunding) de financiamento do filme, que pode ser encontrada neste link. Os nomes de quem realizar tal doação nesta semana constarão automaticamente na lista de convidados na porta do cinema.

(* Que fique claro: doação mínima de 30 reais dá direito a 1 ingresso; de 60, dá direito a 2; de 90, a 3, de 120, a 4…)

Este blog convida os leitores para assistirmos juntos não só a um registro especial do episódio político mais marcante da história recente do Brasil, mas também a uma viagem de 30 anos para entender o que aconteceu no país.

A obra reúne cerca de 30 entrevistados, entre juristas, ativistas e analistas políticos e econômicos, além de cenas memoráveis colhidas nas ruas por celulares e câmeras de manifestantes que exigiram a saída de Dilma Rousseff.

No bate-papo, do qual participarão os diretores, deveremos falar também sobre o que aconteceu após o impeachment, a delação explosiva da Odebrecht e as perspectivas para as eleições presidenciais de 2018.

Aguardamos vocês lá.

****

Informações:

Data: domingo, 23 de abril
Horário: 19 horas
Duração do filme: 60 minutos
Local: Cine Odeon
Endereço: Praça Floriano, 7 – Centro, Rio de Janeiro
Ingresso: doação mínima de 30 reais neste link.

Beto Souza e Paulo Moura, diretores do documentário “Impeachment – O Brasil Nas Ruas” (Adriano Vizoni/Folhapress)

Beto Souza
É bacharel em Jornalismo Gráfico e Audiovisual pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e possui mais de 25 anos de experiência no mercado audiovisual, como produtor e diretor. Assinou vídeos como Spleft, A Paixão Segundo Bruce e O Líquido do Amor, todos bem recebidos em festivais nacionais e internacionais. Nos anos 1990 diversificou seu portfólio, com trabalhos como o clipe Screw You Susie Doll, da banda DeFalla, vencedor do 1º Programa Demo MTV; até o curta-metragem A Morte No Edifício Império, sua estréia no cinema.

Na TV dirigiu os programas institucionais Cidade Viva e Terra Gaúcha, além de Rota 051, para a MTV. Também dirigiu alguns capítulos das séries Legalidade 40 Anos, Histórias Extraordinárias e Continentes de São Pedro para a RBS. E acumula experiências na direção de vídeos empresariais.

Em 2001, sua ficção em longa-metragem Netto Perde Sua Alma, cuja direção assinou com Tabajara Ruas, recebeu 13 prêmios em festivais nacionais e internacionais. Depois, produziu e dirigiu Cerro do Jarau, com o qual conquistou outros seis. A volta aos documentários se deu com Inacreditável – A Batalha dos Aflitos e Grêmio 10×0. Seus trabalhos mais recentes incluem os longas Dias e Noites, Enquanto A Noite Não Chega e Insônia.

Paulo Moura
Cientista político pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com doutorado em Comunicação pela PUC-RS, atuou por dez anos na produção de vídeos para movimentos sociais.

Participou da TV dos Trabalhadores do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC desde a cobertura da Constituinte de 1988 até a antevéspera da campanha presidencial de 1989. Após esta experiência muito próxima ao chamado “núcleo duro” do Partido dos Trabalhadores, afasta-se como ativista e torna-se um crítico contumaz da legenda.

Foi professor universitário por cerca de 20 anos e analista e consultor de marketing político. É autor dos livros “Comunismo ou Socialdemocracia”, resultado de sua dissertação de mestrado que analisava a relação do Partido dos Trabalhadores com o Plano Real; e “O Gauchismo no Marketing de Olívio”, estudo de caso da estratégia de marketing que venceu a eleição gaúcha de 1998; além de uma série de obras didáticas.

Envolvido com o movimento do impeachment desde sua origens, retoma a parceira dos anos 1990 com Beto Souza e desliga-se da universidade para dedicar-se exclusivamente ao documentário.

Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil

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  1. Felipe, vou declinar lamentando a oportunidade. Quem sabe depois você não disponibilize no Youtube

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  2. Centro da cidade, domingo, 7h da noite?! É só pra quem mora na zona sul.

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