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O Roda Viva com Amir Klink

O entrevistado do Roda Viva desta segunda-feira foi o navegador brasileiro Amir Klink. Foram abordados, entre outros assuntos, suas experiências em alto-mar e em terra firme, as mudanças climáticas e a poluição dos oceanos – que para ele “é uma casquinha do problema” quando comparada à sobrepesca. Participaram da bancada de entrevistadores o biólogo Samuel […]

O entrevistado do Roda Viva desta segunda-feira foi o navegador brasileiro Amir Klink. Foram abordados, entre outros assuntos, suas experiências em alto-mar e em terra firme, as mudanças climáticas e a poluição dos oceanos – que para ele “é uma casquinha do problema” quando comparada à sobrepesca. Participaram da bancada de entrevistadores o biólogo Samuel Barreto, o escritor João Cordeiro e os jornalistas Matthew Shirts (site Planeta Sustentável), Peter Milko (revista Horizonte Geográfico) e Ana Clara Costa (Veja).

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  1. Comentado por:

    zariustra

    Excelente entrevista.
    Augusto, se um dia voce tiver que reprisar um Roda Viva, com certeza já está escolhido. Amir genio.
    Grande abraço.

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  2. Comentado por:

    rere

    Muito boa a entrevista. Só não consigo entender e me esforço em debalde, como é que uma pessoa que diz que tem muito medo do mar ( e disse mais de uma vez) se atreveu a partir sozinho para enfrentar seus perigos. Como as mentes humanas são estranhas!

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  3. Comentado por:

    Theodora

    Excelente entrevista. Amir Klink é uma inspiração de coragem, determinação e superação. É um exemplo para as gerações presentes e futuras. Desejo que seus projetos se concretizem e, que toda sua experiência e conhecimento, na construção de embarcações e navegação, façam escola!

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  4. Comentado por:

    Lis Biriti

    O Amir deu um dos melhores Roda Viva.

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  5. Comentado por:

    • Tania

    O convidado esteve ‘inspiradíssimo’ o tempo todo, mas, de início, narrando aquela corrida de obstáculos (maravilhosa para nós, um pouco menos para ele talvez), e vindo justo daquela referência pioneira, e que eu absorvi – até imagino que outros milhões também – na imagem impecável, do navegador perfeitinho, meticuloso, deixou aquilo tudo muito mais engraçado. E quanta gente ótima, do ramo, formando aquela bancada feliz, tudo casando a ponto de este homem que, naturalmente, até pela própria origem, deve ter a alma reservada – ali, sob os holofotes – compartilhar de modo espontâneo certos episódios íntimos de uma vida, que podem ter levado algum menino crescido a fazer as pazes com o ‘Pai patrão’: quase terapia coletiva, mas tudo muito leve, dito por alguém com a autoridade que vem da sabedoria adquirida na vivência. Imperdível esta edição com Amyr Klink! E algo me diz (grita) que a de segunda-feira próxima… promete!!!

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  6. Comentado por:

    Valentina de Botas

    Perfeito. Bancada objetiva e bem informada, o entrevistado sem medo das palavras (o episódio da mendiga na estrada, Augusto do céu!) entregou tudo sem deixar nenhum pensamento inconcluso nem ideia nenhuma opaca e a moderação deixando rolar o melhor e deleitando o telespectador. Amir falou de coisas muito sérias, desde a falta de políticas públicas para as grandes cidades até a poluição “invisível” dos oceanos. Uma lástima. A inquietude e o desassombro dele são contagiantes e o que disse sobre como as insuficiências ou precariedades brasileiras nos tornam criativos me fez lembrar uma história que conheço de perto: uma prima médica, formada pela UFPE, trabalhou alguns anos no setor de traumatologia de um hospital regional do agreste pernambucano, em condições desumanas para os médicos, imagine para os pacientes. Trabalhadores mutilados em acidentes no corte de cana, pessoas acidentadas nas estradas precárias locais e outros traumatizados formavam a maioria dos pacientes. Ela obteve uma bolsa para fazer o doutorado em Genebra, num complexo hospitalar universitário de referência mundial. A tese dela a respeito da cicatrização de músculos esqueléticos traumatizados interessou a um professor suíço que se tornou o orientador. Acontece que ela não conseguia reproduzir o tipo de trauma necessário no laboratório da universidade porque o orientador queria que ela cortasse o músculo da cobaia de tal modo, quebrasse um osso de outro, arrebentasse um nervo sem, bem, arrebentá-lo, e usando instrumentos que impediam as inevitáveis lesões secundárias aos traumas. Tudo suiçamente correto, preciso, controlado. Numa semana em que ele esteve ausente, ela “trabalhou” na cobaia do modo, digamos, do agreste pernambucano de produzir um trauma. Pois é. O trabalho dela é reconhecido porque evita sequelas graves antes muito mais comuns. Agora, Augusto, Magnoli no próximo programa será imperdível, eu o respeito muito porque é o que se espera de um intelectual: estuda e pensa, e pensa com honestidade, fora da caixa; além de ter um texto brilhante. Da última vez em que ele foi entrevistado, houve um confronto tenso entre ele, o chato Paulo Lins e o lamentável Paulo Moreira Leite. Magnoli foi corajoso, lúcido e desmontou tolices. Você conduzirá outro grande programa. Um beijo
    Um beijo, Valentina.

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