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Você está investindo bem o seu dinheiro?

Existem muitas alternativas à caderneta de poupança. Conheça as principais e veja como acompanhar o rendimento de suas aplicações bem de perto

Por Vanessa Daraya, de Abril Branded Content Atualizado em 15 jan 2019, 14h42 - Publicado em 28 out 2016, 15h54

Simples, segura e isenta de imposto de renda, a caderneta de poupança tem qualidades que justificam sua popularidade entre os investidores brasileiros. Mas esconde um problema: seu rendimento tem sido menor do que a inflação. Em 2015, por exemplo, a valorização da poupança atingiu 8,15%, contra uma inflação anual de 10,67%. Assim, quem aplicou suas economias na poupança perdeu dinheiro.

A boa notícia é que existem hoje muitas opções de investimento para serem exploradas, como os títulos de baixo risco e pouco complexos. “Alguns exigem aportes iniciais muito baixos, de 30 reais, e têm rendimento superior ao da poupança”, afirma Michael Viriato, professor de mestrado do Insper. Conheça as características dos principais.

Produtos emitidos por bancos

Ao aplicar em Certificado de Depósito Bancário (CDB), Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) ou Letra de Crédito Imobiliário (LCI), o investidor empresta dinheiro ao banco e é remunerado por isso. O que muda entre os títulos é o destino que o banco dará ao dinheiro e o imposto de renda, descontado apenas de quem optar por uma aplicação em CDB.

Mas é preciso prestar atenção ao tipo de remuneração. Na opção pré-fixada, a taxa de juros que o banco paga é determinada no momento da aplicação, o que possibilita saber exatamente o valor que será recebido no resgate. Se o título for pós-fixado, os juros pagos pelo banco no vencimento são baseados em uma taxa de referência, como a Selic, a taxa básica de juros. Essa opção costuma ser mais rentável, mas um pouco mais arriscada. Há também a versão pré e pós-fixada, em que o banco paga com base na variação da inflação no período do investimento, além de uma taxa de juros previamente definida.

Observe também a liquidez de cada aplicação: dependendo do tipo de investimento, o prazo de vencimento pode variar de um a três anos, impedindo o resgate antes do tempo determinado. Além disso, alguns investimentos, como o LCI, exigem um aporte inicial mais alto.

Fundos de investimento

Essa forma de aplicação reúne o dinheiro de diversos investidores sob a forma de pessoa jurídica. A estrutura é semelhante à de um condomínio residencial, no qual cada condômino paga ao síndico ou administrador para coordenar as tarefas. Ao aplicar em um fundo, o investidor contrata um gestor para acompanhar e tomar decisões. Um exemplo é o fundo referenciado DI, um investimento de baixo risco e com rentabilidade atrelada às variações da taxa DI, que costuma acompanhar a Selic.

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Como possuem CNPJ próprios, mesmo que a instituição vá à falência, os fundos não são afetados, apenas passam a ser geridos por outra empresa. Outra vantagem é que o aporte inicial pode ser pequeno. Mas preste atenção à taxa de administração e ao desconto de IR, cobrado duas vezes ao ano por meio do sistema de tributação conhecido como “come-cotas”.

Títulos públicos

Outra possibilidade é investir em aplicações de títulos públicos, com a ajuda de corretoras ou do Tesouro Direto, plataforma para negociação pela internet. Costuma ser uma opção segura e de baixo custo. Além disso, tem liquidez diária, ou seja, o valor aplicado pode ser resgatado a qualquer momento.

O Tesouro Selic, por exemplo, paga ao investidor a variação da taxa básica de juros. O investimento é acessível e com cerca de 70 reais já é possível fazer uma aplicação. Mas vale tomar cuidado com as taxas de administração cobradas pelas instituições financeiras. Enquanto algumas isentam o investidor, outras cobram até 2% ao ano. Há também o desconto de imposto de renda, com alíquota regressiva. Ou seja, quanto mais tempo o dinheiro ficar investido, menor será o desconto.

Atenção aos rendimentos

Como cada tipo de investimento tem seus prós e contras, a diversificação é uma prática recomendada, para que o risco de um investimento seja compensado pelo benefício de outro. Para isso, a ajuda de uma corretora pode ser útil. “A maioria dos nossos clientes são pessoas que estão saindo da poupança para investir em Tesouro Direto ou em renda fixa”, afirma Roberto Lee, CEO da Clear, corretora de valores digital do Grupo XP.

A Clear tem em seu portfólio diferentes opções de carteiras, que vão das opções mais conservadoras às mais arrojadas. Além de escolher a carteira mais adequada, é essencial acompanhar de perto as aplicações para o sucesso do investimento. “Só por meio de um bom acompanhamento é possível saber se o dinheiro está investido no lugar certo”, afirma Lee.

Especializada no fornecimento de instrumentos de negociação e de intermediação de investimentos, a Clear criou um aplicativo para smartphone que apresenta a evolução diária de cada aplicação. É possível escolher um período e visualizar a rentabilidade completa dos produtos da carteira, com informações de quanto eles rendem individualmente.

Atualizado todos os dias pela manhã, o aplicativo também oferece as melhores aplicações de acordo com o perfil do investidor. “Antes, se a pessoa quisesse sair da poupança e investir em outro lugar, tinha que estudar muito, fazer planilha. O que a gente faz é criar ferramentas para que a mudança seja confortável e simples”, diz Lee. Além do aplicativo, os investidores contam com vídeos tutoriais que explicam os principais conceitos e um canal de atendimento online que ajuda a sanar dúvidas. Para saber mais sobre os produtos da Clear, clique aqui.

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