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Vendas no varejo brasileiro subiram 6,7% em 2011

Por Da Redação 14 fev 2012, 11h17

Rio de Janeiro, 14 fev (EFE).- As vendas no varejo aumentaram 6,7% no mercado brasileiro no ano passado em comparação com 2010, informou nesta terça-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Essa expansão, que confirmou que o consumo interno é o motor da economia brasileira, foi, no entanto, inferior à registrada em 2010, quando o volume de vendas cresceu 10,9%, seu melhor resultado em uma década.

O aumento das vendas impediu que a economia brasileira, que segundo as últimas previsões cresceu aproximadamente 3% no ano passado, sofresse efeitos mais graves por conta da crise financeira internacional.

Por valor, as vendas do ano passado cresceram 11,5%, segundo o IBGE.

De acordo com o órgão, o volume de vendas em dezembro cresceu 6,7% em comparação com o mesmo mês do ano passado e 0,3% em relação a novembro.

O resultado confirmou a tendência de crescimento do setor no último trimestre, visto que dezembro foi o quarto mês consecutivo em que o volume de vendas aumentou no Brasil em comparação com o mês anterior.

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Segundo o IBGE, em dezembro as vendas no varejo completaram 38 meses consecutivos de aumento de valor.

Os dez setores analisados registraram alta nas vendas no ano passado, liderados pelo de equipamentos e material para escritório e informática, com uma expansão de 19,6%.

As vendas no varejo cresceram impulsionadas principalmente pelo setor de alimentos e bebidas, cujo volume subiu 4% em relação a 2010.

De acordo com um comunicado do IBGE, o desempenho reflete, sobretudo, o aumento do poder aquisitivo da população como consequência da alta dos salários e da renda, da redução do desemprego e da expansão do crédito.

Outro setor que registrou uma grande expansão foi o de móveis e eletrodomésticos (16,6%), seguido pelo de artigos farmacêuticos e médicos (9,7%) e o de livros, periódicos e revistas (5,9%).

As vendas de automóveis e peças de veículos aumentaram 6,1% em volume no ano passado, enquanto as de material de construção subiram 9,1%. EFE

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