Clique e Assine a partir de R$ 19,90/mês

TAM tem prejuízo em 2011 e reduz frota

A companhia aérea encerrou 2011 com prejuizo acumulado de 335,1 milhões de reais, ante lucro de 637,4 milhões no ano anterior

Por Da Redação 13 fev 2012, 09h02

A companhia aérea TAM encerrou 2011 com prejuízo acumulado de 335,1 milhões de reais, ante lucro de 637,4 milhões no ano anterior. No quarto trimestre, a empresa teve lucro líquido de 95,5 milhões de reais, uma queda de 36,4% na comparação anual, mas reversão de prejuízo sofrido no trimestre imediatamente anterior.

A geração de caixa operacional da TAM, medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação, amortização e aluguel de aeronaves (Ebitdar, na sigla em inglês), ficou em 611,9 milhões de reais no trimestre passado, expansão anual de 20,7%, mas queda de 28% sobre o período anterior. No acumulado do ano, o Ebitdar somou 2,157 bilhões de reais, praticamente em linha (0,5%) com o ano anterior, em que obteve 2,147 bilhões.

Já a receita líquida da companhia cresceu 14,2% em 2011, totalizando 12,994 bilhões de reais, enquanto no quarto trimestre ficou em 3,579 bilhões, 11 % a mais que o terceiro trimestre.

Mercado doméstico – A empresa, que está em processo de fusão com a chilena LAN estimou no balanço um crescimento da demanda no mercado doméstico este ano entre 8 e 11%. Apesar disso, a expectativa para o crescimento da oferta no Brasil é de alta de zero a 2%, numa estratégia de contenção de assentos no mercado semelhante à adotada pela Gol , que reduziu no início deste mês sua expectativa de aumento de capacidade de zero a 4% para entre zero e 2%.

Em 2011, a TAM aumentou sua oferta no Brasil em 9,5%, ante estimativa de incremento de 10 a 14%, em meio a uma redução no ritmo de expansão do mercado aéreo brasileiro no final do ano. Com isso, a expectativa da empresa para frota em 2012 foi reduzida em relação às 127 aeronaves de 2011 para 124 jatos.

Em termos de custos, o indicador Cask -de custo por assento por quilômetro- caiu 4,5% sobre o quarto trimestre de 2010, excluindo combustível, enquanto o yield geral, que mede o preço de passagens subiu 8,9% na mesma comparação, a 26,1 centavos de real.

(Com Agência Estado e Reuters)

Continua após a publicidade


Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique. Assine VEJA.

Impressa + Digital

Plano completo da VEJA! Acesso ilimitado aos conteúdos exclusivos em todos formatos: revista impressa, site com notícias 24h e revista digital no app, para celular e tablet.

Colunistas que refletem o jornalismo sério e de qualidade do time VEJA.

Receba semanalmente VEJA impressa mais Acesso imediato às edições digitais no App.

a partir de R$ 39,90/mês

Digital

Plano ilimitado para você que gosta de acompanhar diariamente os conteúdos exclusivos de VEJA no site, com notícias 24h e ter acesso a edição digital no app, para celular e tablet.

Colunistas que refletem o jornalismo sério e de qualidade do time VEJA.

Edições da Veja liberadas no App de maneira imediata.

a partir de R$ 19,90/mês