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Secretário do Tesouro dos EUA critica Greta e pede que ela estude economia

Segundo Steven Mnuchin, governo de Donald Trump é 'incompreendido' e EUA lideram implementação de energias limpas

Por Da Redação - Atualizado em 23 jan 2020, 11h50 - Publicado em 23 jan 2020, 10h47

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, perguntou nesta quinta-feira, 23, no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, “quem é Greta Thunberg?” e aconselhou a jovem ativista que estude economia antes sugerir mudanças a governos. Questionado em uma coletiva de imprensa sobre o chamado de Greta para que se abandone os combustíveis fósseis, Mnuchin afirmou: “Ela é a economista-chefe?… Depois de estudar economia na faculdade, ela pode voltar e explicar isso para nós”.

Durante entrevista coletiva ao lado do secretário de Comércio, Wilbur Ross, Mnuchin criticou duramente a ativista sueca de 17 anos. Greta foi convidada para visitar o Fórum e durante sua apresentação na terça-feira, reclamou do pouco que governos e empresas fazem para mitigar ou reduzir os danos “irreversíveis” para o planeta.

Mnuchin questionou o impacto econômico da mudança climática e a necessidade de eliminar completamente os combustíveis fósseis; ele aconselhou Greta Thunberg a se preparar e estudar para depois explicar sobre sua posição. O comentário foi feito depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, que também participou do Fórum, criticou os “profetas” que preveem um apocalipse climático.

Dirigindo-se à posição do governo Trump sobre o clima, Mnuchin disse que o posicionamento foi “incompreendido”. “Existe uma verdadeira má interpretação da política dos EUA. Deixe-me ser muito claro: o presidente Trump acredita absolutamente em ar e água limpos e em um ambiente limpo”. Segundo o secretário, os EUA lideram a implementação de energias limpas e redução de emissões e indicou que muitos países trabalham nessa direção sem receber pressão dos investidores. “No final das contas, o que é realmente importante para uma economia é a criação de empregos”, acrescentou.

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(Com EFE e Reuters)

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