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Quatro funcionários do Santander foram demitidos após análise contrária a Dilma

Entre eles está a superintendente Sinara Polycarpo, funcionária do banco há mais de seis anos e responsável pela área que publicou a análise contrária ao governo

Por Da Redação
7 ago 2014, 14h34

O banco Santander demitiu quatro funcionários após a divulgação de uma análise prevendo cenário ruim para investimentos caso a presidente Dilma se reeleja, segundo informações da Folha de S. Paulo. Entre os demitidos está a superintendente Sinara Polycarpo, responsável pela área Select, e outros três funcionários, incluindo o que escreveu o texto enviado aos clientes. Sinara estava no Santander há mais de seis anos.

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Quando a análise do banco foi divulgada na imprensa, o Santander enviou comunicado afirmando que o texto não transmitia a opinião do banco e que não era papel da instituição induzir clientes ao voto. O banco disse ainda que havia tomado providências em relação aos responsáveis. Em seguida, o presidente do PT, Rui Falcão, afirmou que se tratava de “situação inadmissível” e “terrorismo eleitoral”. Já a presidente Dilma afirmou que o pedido de desculpas do Santander não havia sido suficiente. Ele queria mais – inclusive falar com o próprio presidente do banco.

O ex-presidente Lula também não hesitou em opinar – usando, inclusive, palavras ofensivas. Afirmou, em discurso a sindicalistas, que a analista que escreveu o texto ‘não entende p… (sic) nenhuma sobre o Brasil’. Coincidentemente, dois dias após o episódio, a prefeitura de Osasco cancelou um contrato de 2 bilhões de reais com o banco espanhol.

Além de cercear o Santander, o partido também protocolou uma representação impedindo que a consultoria de investimentos Empiricus veiculasse anúncios de suas análises prevendo a economia em apuros caso a presidente Dilma ganhe nas urnas. O tiro, pelo menos contra a Empiricus, saiu pela culatra: desde a censura petista, o número de clientes da consultoria quase dobrou.

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