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Por que os soldados estão abandonando Mark Zuckerberg?

Nos últimos meses, quatro renomados cientistas de IA abandonaram a Meta; o êxodo do exército de Zuckerberg começa a suscitar preocupações

Por Luana Meneghetti Atualizado em 4 abr 2022, 13h14 - Publicado em 4 abr 2022, 11h53

A Meta Plataforms, empresa de Mark Zuckerberg, que reúne as redes sociais Facebook, Instagram e WhatsApp, está perdendo funcionários estratégicos. Nos últimos meses, quatro importantes cientistas de inteligência artificial abandonaram a Meta, segundo reportagem da rede CNBC. O êxodo do exército de Zuckerberg também começa a suscitar preocupações com o futuro da companhia.

Alvo de diversas crises, a Meta enfrenta a difícil missão de desdobrar o metaverso em uma realidade de negócios, enquanto assiste a sua base de usuários encolher. Pela primeira vez em seus dezoito anos, a empresa de Zuckerberg registrou queda no número de usuários, repercutindo em perda de bilhões de dólares do valor de mercado da empresa. Entre os especialistas e analistas de mercado, há cada vez mais preocupações com a obsessão do empresário pelo metaverso, um projeto que ainda gera bastante  desconfiança, e que deve levar anos para se tornar realidade.

Enfrentando um rival de peso na disputa pelos usuários como o TikTok e distante de verem o metaverso no centro das atenções, funcionários do laboratório de Londres começam a abandonar o barco. De nomes mais relevantes, já bateram em retirada os cientistas de pesquisa Edward Grefenstette, Ahmad Beirami, e Douwe Kiela, e o gerente de engenharia de pesquisa Heinrich Kuttler.

Os cientistas fizeram importantes aprimoramentos nas redes sociais da empresa. O movimento de saídas começou a ficar mais forte nos últimos dois anos. Muitos deles estão deixando Zuckerberg para se juntar à DeepMind, empresa britânica subsidiária do Google, desenvolvedora de sistemas de inteligência artificial. O cofundador do laboratório de inteligência artificial da Meta, Rob Fergus, deixou a companhia em 2020 para construir uma equipe de IA na DeepMind, em Nova York. Heinrich Kuttler também se juntou à equipe da DeepMind. Ahmad Beirami ingressou no Google e Douwe Kiela é agora chefe de pesquisa da startup de inteligência artificial Hugging Face.

A DeepMind foi fundada em 2010, tendo como cofundador o bilionário do LinkedIn, Reid Hoffman. A empresa especializada em desenvolver produtos de software de inteligência artificial foi vendida para o Google em 2014 por 600 milhões de dólares.

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