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Mercados reagem a trégua parcial na guerra tarifária, mas tensão entre EUA e China segue no radar

Ibovespa busca recuperação com menor pressão no cenário externo e dados domésticos que sustentam alta

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 11 abr 2025, 11h06 • Atualizado em 11 abr 2025, 12h14
  • Os mercados globais operam com menor pressão nesta sexta-feira após o governo dos Estados Unidos anunciar um adiamento de 90 dias nas tarifas impostas a mais de 180 países — embora a China permaneça como exceção. A trégua parcial aliviou parte da tensão, mas os investidores seguem atentos à escalada do confronto comercial entre Washington e Pequim.

    Em resposta ao aumento das tarifas americanas para produtos chineses — que agora chegam a 145% —, o governo chinês anunciou a elevação de suas alíquotas sobre bens americanos de 84% para 125%. O movimento mantém o ambiente geopolítico volátil e reforça a cautela nos mercados emergentes. Às 11h, o dólar avançava e era cotado a R$ 5,91, em linha com a tendência de alta observada nos últimos dias.

    Na Europa, os principais índices acionários reagem com pessimismo à deterioração das relações sino-americanas, enquanto, nos Estados Unidos, as bolsas operam em campo positivo, impulsionadas por balanços corporativos. Resultados de grandes bancos, como JPMorgan e Wells Fargo, superaram as estimativas e oferecem algum alívio aos investidores, pelo menos no curto prazo.

    No Brasil, o Ibovespa tenta uma recuperação após encerrar o pregão anterior em queda. A agenda doméstica traz elementos que ajudam a sustentar o movimento: o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) — considerado uma prévia do PIB — mostrou expansão e reforçou a percepção de um primeiro semestre aquecido, puxado principalmente pelo agronegócio. Ao mesmo tempo, a inflação oficial medida pelo IPCA desacelerou em março para 0,56%, após ter registrado 1,31% em fevereiro, oferecendo algum espaço para discussões sobre política monetária à frente.

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