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Mercado repercute decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos

Ibovespa recuava, interrompendo seis pregões de alta, pressionado pelo aumento do custo do crédito e a maior atratividade dos investimentos em renda fixa

Por Luana Zanobia Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 20 mar 2025, 11h53 •
  • Os mercados reagem nesta quinta-feira, 20, às decisões de política monetária dos bancos centrais brasileiro e americano. Ambas as decisões já estavam amplamente precificadas, com o Banco Central do Brasil elevando a Selic em 1 ponto percentual, para 14,25%, e o Federal Reserve (Fed) mantendo a taxa de juros entre 4,25% e 4,5%. O Ibovespa, principal índice da B3, iniciou o pregão em alta, mas perdeu força ao longo do dia, interrompendo uma sequência de seis sessões consecutivas de ganhos. O movimento reflete o aumento das dificuldades para as empresas, provocado pelo encarecimento do crédito. Além disso, nesse cenário, os investimentos em renda fixa se tornaram mais atrativos em comparação aos ativos de renda variável, como as ações, que envolvem maior risco.

    Apesar da Selic beneficiar os investimentos de renda fixa, o aumento do fluxo de capital estrangeiro tem ajudado a sustentar o mercado acionário nos últimos dias em meio à um clima de maior incerteza nos EUA. Esse influxo ajuda, também, a segurar a cotação do dólar, que operava em leve alta, mas permanecia estável, cotado a R$ 5,67 às 11h. O leilão cambial realizado pelo BC nesta quinta pode ajudar a segurar a moeda em dia de maior cautela no exterior.

    Nos Estados Unidos, o Fed manteve a taxa de juros no intervalo entre 4,25% e 4,5%, alinhado às expectativas do mercado. Embora o movimento tenha sido amplamente antecipado, ele acendeu sinais de alerta sobre o futuro da política monetária americana. O Fed sinalizou maior incerteza no cenário econômico devido à política tarifária do governo Trump.

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