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Guerra comercial de Trump eleva o dólar e pressiona o mercado

Moeda americana era cotada a R$ 5,86 às 10h30. A resposta retaliatória dos países taxados tende a aumentar ainda mais a aversão ao risco e elevar o câmbio

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 3 fev 2025, 11h03 • Atualizado em 3 fev 2025, 11h56
  • O mercado financeiro global reage com nervosismo às novas tarifas impostas pelos Estados Unidos, alimentando uma alta do dólar. A imposição de 25% sobre produtos canadenses e mexicanos, além de um aumento adicional de 10% sobre as importações chinesas, impulsiona a moeda americana, que, às 10h30, era cotada a R$ 5,86. A resposta retaliatória dos países taxados tende a aumentar ainda mais a aversão ao risco e elevar a cotação do dólar.

    A alta do dólar acompanha um movimento de valorização do índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, intensificando a pressão sobre o real. A fuga para ativos considerados mais seguros reflete o aumento global da aversão ao risco, à medida que investidores precificam os efeitos dessa guerra comercial.

    No Brasil, o impacto desse cenário externo se entrelaça com as incertezas domésticas. O Ibovespa, principal índice da B3, opera em queda, marcando 125,8 mil pontos, afetado tanto pelo cenário internacional quanto pelas dificuldades internas. O Boletim Focus revisou novamente para cima as expectativas de inflação, sustentando elevações na taxa Selic. Agora, os investidores aguardam pela ata do Copom, que deve trazer pistas sobre o futuro da política de juros no Brasil. Embora uma elevação de 1 ponto percentual na Selic já tenha sido precificada pelo mercado, a grande questão é até onde o Banco Central está disposto a ir para combater a inflação.

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