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Ex-ministro de Dilma, Joaquim Levy deve ser novo presidente do BNDES

Economista, titular da Fazenda no governo da petista, foi convidado por Paulo Guedes; ambos estudaram na Universidade de Chicago

Por Machado da Costa Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 12 nov 2018, 14h36 - Publicado em 12 nov 2018, 09h24

O economista Joaquim Levy, ex-ministro da Fazenda no início do segundo mandato de Dilma Rousseff, foi convidado para assumir o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro. Levy, que atualmente é diretor financeiro do Banco Mundial, foi convidado pessoalmente por Paulo Guedes, futuro ministro da Economia, mas ele ainda não oficializou sua decisão. Veja apurou que a resposta deve ser positiva. A coluna Radar já havia antecipado a sondagem de Guedes a Levy.

No domingo, a colunista Sonia Racy, do jornal O Estado de S. Paulo, disse que Levy já estava esvaziando as gavetas na sede do Banco Mundial em Washington para retornar ao Rio de Janeiro e chefiar o BNDES.

Levy foi secretário do Tesouro Nacional no primeiro governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e assumiu o Ministério da Fazenda no segundo mandato de Dilma, com a incumbência de mudar o rumo da política econômica e equilibrar as contas públicas, mas ficou menos de um ano no cargo.

Assim como Guedes, Joaquim Levy passou pela Universidade de Chicago, onde se pós-graduou em Economia. Ele é bacharel em engenharia naval.

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Petrobras

Segundo fontes consultadas pela agência Reuters, também está praticamente certa a permanência de Ivan Monteiro no comando da Petrobras.

Assim, Bolsonaro e Guedes começam a estruturar sua equipe econômica. Outros nomes já estão praticamente fechados para áreas chave da economia. Mansueto Almeida, atual secretário do Tesouro Nacional, pode comandar a área da Fazenda dentro do superministério da Economia. A atual secretária-executiva da Fazenda, Ana Paula Vescovi, é um dos nomes mais cotados para comandar a Caixa Econômica Federal.

(Com Reuters e Estadão Conteúdo)

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