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Previsão para inflação de 2025 recua, mas permanece acima do teto da meta

A estimativa da pesquisa semanal do Boletim Focus é que o IPCA encerre o ano a 5,55%

Por Camila Pati Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 28 abr 2025, 08h50 • Atualizado em 28 abr 2025, 09h29
  • Economistas e analistas de mercado consultados pelo Banco Central novamente revisaram para baixo a previsão da inflação para este ano.  A estimativa da pesquisa semanal Focus desde segunda-feira, 28, é que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência para a inflação, encerre 2025 a 5,55%, ante 5,57%, projetados na semana passada.

    A previsão do mercado continua apontando para uma inflação acima do teto da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3%, com limite de tolerância até 4,5%. Para 2026, a estimativa subiu de 4,50%, para 4,51%, acima do teto da meta. O IBGE divulgou na semana passada que a prévia da inflação ficou em 0,43% em abril, desacelerando 0,21 ponto percentual em relação ao indicador de março, quando a alta foi de 0,64%. No entanto, os preços dos alimentos continuam subindo.

    PIB e câmbio

    Para o PIB,  analistas  calculam uma expansão de 2%  em 2025 e, em 2026, 1,70%.  Em 2027, a projeção é de avanço de 2%. Para o dólar, a projeção para 2025 foi mantida em 5,9o reais. Para 2026, o câmbio estimado  recuou de 5,96 reais para 5,95. Para 2027, o mercado projeta que o dólar feche o ano vendido a 5,96 reais, um recuo de 0,03 centavos , na comparação com a semana passada.

    Selic

    Os analistas seguem projetando que a taxa Selic encerre o ano a 15%, mesma projeção há 16 semanas. As projeções da Selic para 2026 e 2027 também foram mantidas em 12,50% e 10,50% ao ano, respectivamente. A próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) está marcada para os dias 6 e 7 de maio. Em março, o Copom subiu pela quinta vez seguida a taxa básica de juros, levando a Selic para 14,25% ao ano. É o maior patamar desde 2016, auge da crise do governo Dilma Rousseff. No comunicado após a reunião, o Copom indicou que deve fazer mais um ajuste menor na taxa de juros na próxima reunião, indicando a permanência do ciclo de aperto monetário.

     

     

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