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Ibovespa tem 4º recorde seguido após acordo comercial entre EUA e China

Os presidentes Donald Trump e Xi Jinping se reuniram nesta manhã na Coreia do Sul

Por Leticia Yamakami Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 30 out 2025, 17h13 •
  • O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, encerrou em leve alta de 0,10% nesta quinta-feira, 30, alcançando, pelo quarto pregão consecutivo, um novo recorde: 148,7 mil pontos. O dólar, por sua vez, teve alta e ficou cotado a 5,37 reais. A nova máxima histórica da bolsa vem após mais um corte de juros nos Estados Unidos.

    No exterior, o destaque foi o anúncio sobre a pausa de um ano na guerra comercial entre Estados Unidos e China. Nesta manhã, os presidentes Donald Trump e Xi Jinping se reuniram na Coreia do Sul e firmaram novos acordos. De um lado, os EUA aceitaram reduzir as alíquotas sobre importados chineses de 57% para 47%. De outro, a China aceitou liberar a exportação de terras raras e se comprometeu a retomar a importação de soja dos americanos, que havia sido totalmente suspensa.

    Todavia, o mercado opera de modo cauteloso após o corte de 0,25 ponto percentual na taxa de juros dos EUA. Apesar do otimismo em meio à decisão, Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed), banco central americano, afirmou em seu discurso que novas reduções não são garantidas. “Esse fato, alinhado ao acordo entre a Casa Branca e o Governo Chinês, faz o dólar subir, já que essa trégua valoriza a moeda americana no cenário global”, afirma Josias Bento, especialista em investimentos e sócio da GT Capital.

    No Brasil, o Bradesco (BBDC4) divulgou seu balanço do terceiro trimestre de 2025, com lucro líquido de 6,205 bilhões de reais, alta de 18,8% em relação ao mesmo período de 2024, mas abaixo das projeções do mercado. Em resposta, os papéis do banco desvalorizaram 3,45%.

    Os demais principais bancos do país acompanharam a alta do Ibovespa. Os papéis do Itaú (ITUB4) fecharam praticamente estáveis, enquanto os do Banco do Brasil (BBAS3) avançaram 2,21% e os do Santander (SANB11), 2,58%.

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