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Ibovespa encerra semana com desvalorização de 1% e dólar sobe

O índice recuou, enquanto as principais bolsas globais registraram ganhos. A moeda americana encerrou o pregão cotada a R$ 5,61

Por Luana Zanobia Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 11 out 2024, 17h42

Após o pregão de quinta-feira, 10, fechar em alta, contrariando o desempenho negativo dos mercados internacionais, o Ibovespa apresentou comportamento oposto nesta sexta: o índice recuou, enquanto as principais bolsas globais registraram ganhos. Na semana, o Ibovespa acumula uma queda de 1%. O dólar, que havia caído ontem, avançou para R$ 5,61.

A valorização da moeda americana pode ser atribuída tanto à maior confiança na economia dos Estados Unidos, que está caminhando para um “pouso suave”, quanto às tensões crescentes no Oriente Médio. Em tempos de crises e conflitos, o dólar tende a se fortalecer por ser visto como um ativo seguro. No cenário doméstico, preocupações fiscais voltaram a pressionar tanto o câmbio quanto o Ibovespa.

Em entrevista, o presidente Lula defendeu a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para R$ 5 mil e afirmou que quem deve pagar impostos são aqueles que vivem de especulação e renda, criticando a isenção sobre dividendos.

“A declaração gerou mal-estar e pessimismo no mercado, com a bolsa em queda, o dólar em alta e estresse nos juros futuros, que já estavam subindo após o IPCA vir acima do esperado”, avaliou Fábio Louzada, economista e fundador da Eu me banco.

Contrariando o movimento de queda, a Vale registrou alta, impulsionada pela valorização do minério de ferro no mercado internacional.

Na próxima semana, o foco dos investidores estará nos próximos movimentos do Federal Reserve, com novos discursos de seus membros que podem dar pistas sobre a direção da política monetária do banco central americano. “Além disso, a temporada de balanços do terceiro trimestre continuará, com grandes empresas divulgando seus resultados, o que promete trazer volatilidade aos mercados, especialmente nos EUA e Brasil”, afirmou Mariana Conegero, especialista em mercado de capitais e sócia da The Hill Capital. Segundo ela, no cenário doméstico, as discussões fiscais continuarão a influenciar o mercado, com destaque para a possível revisão do plano de negócios da Petrobras, que já tem afetado o humor dos investidores.

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