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FMI vê chance de crescimento acelerar no Brasil a partir do 4º tri

Aposta do fundo é que economia brasileira comece a acelerar agora para ter desempenho melhor em 2020

O chefe de divisão de estudos regionais do hemisfério ocidental do Fundo Monetário Internacional (FMI), Jorge Roldos, afirmou nesta quarta-feira, 13, que há indícios suficientes que sustentam previsões melhores para o crescimento no Brasil em 2020. Segundo ele, o fundo projeta que a atividade voltará a acelerar já no último trimestre deste ano.

“O Brasil está crescendo um pouco menos de 1% este ano, mas nós podemos ver um número de medidas que podem acelerar o crescimento no ano que vem. A passagem da reforma da Previdência, outras reformas que estão nos planos, os efeitos positivos da política monetária. Vemos prospectos para o crescimento acelerar, começando no último trimestre deste ano e em 2020”, disse, após evento realizado na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP (FEA-USP).

A estimativa do FMI vai em linha com o que projeta o mercado financeiro. Para este ano, a aposta é que o PIB suba 0,92%. Em 2020, economistas apostam em uma recuperação mais robusta, com crescimento de 2%.

Crise no Chile

Roldos disse que a economia chilena deve ser afetada pelos conflitos no país, mas que a América Latina como um todo deve ser menos afetada.

“É obvio, olhando alguns indicadores principais chilenos, que terá um impacto negativo na economia. Mas temos que ver quais medidas o governo vai tomar para ver toda a história, quando o ano acabar, e como vai afetar o próximo ano”, disse, completando.

“O Chile representa apenas 5% do PIB da América Latina, então não esperamos que o impacto sobre a região seja grande. Em termos econômicos, diria que o ‘choque Chile’ para outras regiões não será muito grande”, disse.

Comentários

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  1. Severino Ferreira

    A nossa economia reage positivamente às reformas e melhora o nivel de confiança que continuaremos a fazer o dever de casa! A se confimar essa tendência poderemos reconquistar o grau de investimentos ainda nesse mandato presidencial!

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