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Evento discutirá impacto da PEC do Teto sobre gastos sociais

Nesta sexta, o médico Dráuzio Varella e o secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Mansueto Almeida, vão debater sobre saúde

Um grupo de especialistas vai debater em São Paulo, em três diferentes encontros, os impactos da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241 sobre os gastos com a área social. A chamada PEC do Teto, que já foi aprovada em dois turnos pela Câmara dos Deputados e passará pelo Senado neste mês, pretende impor um limite para os gastos públicos.

No primeiro encontro, nesta sexta-feira, o médico e escritor Dráuzio Varella e Mansueto Almeida, secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, vão tratar dos reflexos da PEC sobre os gastos com saúde. O debate será no auditório do Hospital Sírio-Libanês, a partir das 11h45. As inscrições já estão abertas.

No próximo dia 25, a partir de 15h, o encontro terá como tema a pergunta “A PEC é um novo pacto social?” Os debatedores serão Oscar Vilhena, professor de direito constitucional da FGV e fundador da Conectas Direitos Humanos, Gilberto Dimenstein, jornalista, educador e coordenador do Catraca Livre, e a senadora Lúcia Vânia (PSB-GO). O evento será realizado no auditório do Museu de Arte Moderna (MAM), no Parque Ibirapuera.

O tema educação será tratado no terceiro encontro da série, marcado para o dia 2 de dezembro, às 15h, no auditório do Insper, também em São Paulo. Estarão nessa rodada o senador Cristovam Buarque (PPS-DF), Priscila Cruz, fundadora e presidente-executiva do movimento Todos Pela Educação, e Ana Carla Abrão, economista e secretária da Fazenda de Goiás.

A série de debates será realizada pela plataforma “Por quê? Economês em bom português”. Todos os encontros serão transmitidos, ao vivo, pelo porque.com.br e pela página do projeto no Facebook.

Comentários

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  1. Luiz Carlos de Siqueira

    Uma pergunta. É a Segurança Pública que está aos frangalhos em todo o Brasil?! Creio que o Lob da saúde é muito forte, mas lembrem-se: se não houver Segurança, nem médicos conseguirão trabalhar. Pacientes morrerão em casa por medo de irem ao hospital e morrer na rua! A Segurança Pública pede socorro!!!

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