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Dólar comercial volta a cair e fecha a R$ 5,445; Ibovespa recua 0,13%

Ações da Petrobras sobem mais de 1% com valorização do petróleo no exterior

Por Ana Paula Ribeiro 8 jul 2025, 17h27 •
  • O dólar comercial apresentou um alívio nesta terça-feira, 8, com os desdobramentos da política comercial dos Estados Unidos e a valorização das commodities. A divisa fechou em leve queda de 0,59%, cotada a R$ 5,445. O Ibovespa, índice de referência da Bolsa brasileira, caiu 0,13%, aos 139.302 pontos, em um movimento menos intenso que o pregão anterior – quando caiu 1,26%

    Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, explica que os mercados estão com um maior apetite ao risco após os EUA adiarem para 1º de agosto do início das tarifas recíprocas. Houve também uma valorização das commodities, o que beneficia as moedas de países produtores, como o Brasil. Na mínima do dia, a cotação chegou a R$ 5,435.

    “O desempenho positivo dos preços do minério de ferro e a recuperação do petróleo beneficiam moedas de países emergentes exportadores, resultando na valorização do real e do peso mexicano, apesar da alta do DXY observada na sessão”, explicou.

    DXY é o “dollar index”, indicador que mede o comportamento do dólar frente a uma cesta de moedas, operava em leve alta de 0,05% por volta das 17h (horário de Brasília), após  apresentar alta no início do pregão.

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    A valorização das commodities também beneficiou a negociação das ações da Petrobras (PETR4) Vale (VALE3), com elevação de 1,34% 0,13%, respectivamente. No entanto, isso não foi suficiente para o Ibovespa ficar em terreno positivo.

    Entre as quedas, destaque para TIM, Yduqs, RaiaBrasil. São todas empresas voltadas para o consumo interno. A desvalorização desses papéis pode estar ligada a uma interpretação dos investidores de que essas companhias serão afetadas pela desaceleração da economia esperada. Em momentos de ciclo de alta de juros, é esperado que o efeito da política monetária se dê mais sobre o consumo, como forma de esfriar a economia e controlar a inflação. A taxa Selic está em 15% ao ano e o Banco Central já sinalizou que ela seguirá elevada por um longo período.

     

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