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Dívida bruta do governo vai para 73,2% do PIB

Percentual é o maior desde novembro de 2022, quando a dívida era equivalente ao PIB em 74,18%.

Por Larissa Quintino
31 Maio 2023, 12h20

A dívida bruta do país subiu para o equivalente a 73,2% do Produto Interno Bruto (PIB) e fechou em mês de abril em 7,5 trilhões de reais. Os dados são do Banco Central e foram divulgados nesta quarta-feira, 31. A elevação foi de 0,1 ponto percentual em relação ao mês de março deste ano.

A dívida bruta é calculada com base nas contas do governo federal, INSS, governos estaduais e municipais. É o maior nível desde novembro de 2022, quando a dívida era equivalente ao PIB em 74,18%. A Instituição Fiscal Independente (IFI) – ligada ao Senado – indica que até o final de 2023 a dívida bruta será de 78,1% do PIB.

“A implementação da PEC da Transição implica em um aumento significativo no gasto público em 2023, sugerindo um risco de volta a uma trajetória de elevação da dívida pública, após um superávit e queda da dívida temporários em 2022″. Segundo o economista, a nova proposta de arcabouço fiscal — aprovada na Câmara e que aguarda deliberação no Senado — tem um desafio na implementação e “consequentes ganhos de credibilidade e consolidação da regra, focando inicialmente na recomposição do nível de receitas, após as perdas com desonerações do ano passado e diante do aumento do gasto permitido pela atual versão do arcabouço para o ano que vem”, diz. 

Também foram divulgadas as contas do setor público consolidado, formado por governo federal, estados, municípios e empresas estatais. Houve superávit primário de 20,3 bilhões de reais em abril, abaixo do mesmo mês do ano passado, quando o saldo positivo foi de 38,9 bilhões de reais. O superávit primário considera que as receitas superaram as despesas, sem considerar o pagamento de juros da dívida pública.

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