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Dez fatos revelam o poder e a riqueza de Pablo Escobar

Colocar fogo em US$ 2 milhões para aquecer a filha em um dia frio e gastar US$ 2.500 por mês com elástico para notas eram algumas das ostentações do colombiano; conheça mais

Por Da Redação - 23 set 2015, 11h54

Em agosto, a Netflix lançou Narcos, série que retrata a luta de um policial americano do Departamento de Narcóticos contra o tráfico de cocaína na Colômbia nos anos 1980. O país era ponto inicial da rota do produto que entrava com facilidade nos Estados Unidos e fazia muitas vítimas. Mas o foco principal dessa história é a caçada ao líder do Cartel de Medellín, Pablo Escobar (vivido pelo brasileiro Wagner Moura).

Pablo, o Rei da Cocaína, filho de um agricultor colombiano pobre, tornou-se, aos 35 anos, um dos homens mais ricos do mundo. El Patrón, como era conhecido, comandou o cartel que chegou a ser responsável por 80% do mercado global de cocaína. No auge, seu faturamento chegou atingir 420 milhões de dólares por semana.

O dinheiro era tanto que Pablo não sabia o que fazer com ele. Daí alguns caprichos dignos de um barão da droga, como gastar 2 500 dólares em elásticos para guardar as notas. O volume de notas, que crescia a um ritmo maior do que ele conseguia gastar, passou a ser guardado entre as paredes das casas de seus funcionários ou enterrado.

Outro de seus caprichos inclui o episódio em que ele pôs fogo em 2 milhões de dólares para aquecer sua filha – que estava com hipotermia – em uma caverna. Uma reportagem da Business Insider com base em entrevistas e livros sobre Pablo mostra o quão rico e poderoso ele era e parte do que ele fez com o dinheiro que ganhou.

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