Clique e Assine a partir de R$ 19,90/mês

Decepção com Ibope ajuda a derrubar o Ibovespa

Índice recuou 1,09% nesta sexta, sob impacto da Petrobras, cujas ações caíram 3,5%, e da manutenção das intenções de voto de Dilma Rousseff

Por Da Redação 8 ago 2014, 18h42

A BM&FBovespa ignorou nesta sexta-feira o otimismo que prevaleceu em Nova York e fechou em queda de 1,09%. Além da decepção com a pesquisa Ibope divulgada na noite de quinta-feira, sobre a corrida presidencial, há as expectativas em relação ao balanço da Petrobras, que será divulgado às 19 horas (horário de Brasília). A estatal figurou entre as maiores baixas desta sexta, com suas ações ordinárias (com direito a voto) recuando 3,5%.

Conforme mostrou a pesquisa do Ibope na noite de quinta-feira, Dilma Rousseff manteve os 38% de intenções de voto apontados anteriormente, enquanto os candidatos Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) oscilaram apenas um ponto para cima cada um, ficando com 23% e 9%, respectivamente. Num eventual segundo turno, a petista ganharia o pleito contra seus dois principais adversários. “A Bovespa vinha dando uma puxada com essa aposta de queda da Dilma na pesquisa. Hoje vemos a correção de uma aposta que se mostrou errada. Fora isso, só o balanço da Petrobras é que tem potencial para mexer com a Bolsa”, avaliou um operador de renda variável à Agência Estado, que não quis ter seu nome citado.

Leia também:

Petrobras trava embate para tentar reduzir conteúdo local de seus projetos

Outro analista ouvido pela Reuters, também em sigilo, afirmou que só a melhora de Aécio pode impactar positivamente a Bolsa nas próximas semanas. “A pesquisa foi um pouco mais do mesmo. Aécio Neves precisa melhorar nas pesquisas e não apenas manter para reforçar as apostas de vitória da oposição e animar o mercado”, afirmou.

Projeções apuradas pela Reuters para a Petrobras apontam lucro líquido de 7,04 bilhões de reais nos três meses até 30 de junho, ante os 6,20 bilhões de reais no mesmo trimestre do ano passado.

Já o dólar saiu do patamar de 2,30 reais nesta sexta, influenciado pela aposta no aumento das exportações decorrente da retaliação russa aos Estados Unidos e à União Europeia. A moeda norte-americana fechou em queda de 0,4%, depois de ter subido quase 1% na quinta-feira.

(Com Reuters e Estadão Conteúdo)

Continua após a publicidade


Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique. Assine VEJA.

Impressa + Digital

Plano completo da VEJA! Acesso ilimitado aos conteúdos exclusivos em todos formatos: revista impressa, site com notícias 24h e revista digital no app, para celular e tablet.

Colunistas que refletem o jornalismo sério e de qualidade do time VEJA.

Receba semanalmente VEJA impressa mais Acesso imediato às edições digitais no App.

a partir de R$ 39,90/mês

Digital

Plano ilimitado para você que gosta de acompanhar diariamente os conteúdos exclusivos de VEJA no site, com notícias 24h e ter acesso a edição digital no app, para celular e tablet.

Colunistas que refletem o jornalismo sério e de qualidade do time VEJA.

Edições da Veja liberadas no App de maneira imediata.

a partir de R$ 19,90/mês