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Corte nos juros e inflação menor elevam confiança do consumidor

O indicador voltou a subir depois de dois meses de queda, e voltou ao mesmo patamar de setembro, segundo a Fundação Getulio Vargas

Por Da redação
25 jan 2017, 08h38 • Atualizado em 4 jun 2024, 20h26
  • O Índice de Confiança do Consumidor voltou a subir em janeiro depois de dois meses de queda, para 79,3 pontos. A informação foi divulgada pela Fundação Getúlio Vargas nesta quarta-feira. A alta de 6,2 pontos compensa grande parte das perdas sofridas em novembro e dezembro e coloca o índice em níveis semelhantes a setembro (79,5 pontos).

    Segundo a instituição, apesar de as perspectivas para o empego estejam ruins e a incerteza estejam altas, a redução maior da taxa básica de juros, a Selic, e a queda do ritmo de alta dos preços foram consideradas positivas.  “A alta da confiança em janeiro está relacionada às expectativas de melhora do ambiente econômico com a queda na inflação e a aceleração do movimento de redução das taxas de juros prevista no curto prazo”, diz a FGV.

    Dentre os quesitos integrantes do ICC, o índice de expectativas, que mede o grau de otimismo em relação à situação econômica nos seis meses seguintes foi o que mais contribuiu para a alta da confiança em janeiro, avançando 8,3 pontos, para 88,1. O quesito que avalia a confiança na situação atual avançou 68,1 pontos, para 2,9.

    No dia 11, o Comitê de Política Monetária (Copom) surpreendeu o mercado ao anunciar o corte de 0,75 ponto porcentual da Selic. A redução no ritmo de alta da inflação, que fechou 2016 dentro do teto de 6,5%, a meta estipulada pelo governo, foi uma das justificativas para o ajuste maior que os 0,25 ponto porcentual feitos nas duas reuniões anteriores. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), índice oficial divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, encerrou o ano em 6,29%;

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