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Corte de IPI faz projeção para Natal subir a 8,5%, diz CNDL

Para a CNDL, as vendas na região Nordeste devem crescer mais

Por Da Redação 9 dez 2011, 08h52

A projeção para as vendas de Natal subiram de 6,5% para 8,5%, informou nesta sexta-feira o presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro Junior. A mudança foi causada pelas medidas apresentadas na semana passada pelo governo, que reduziu e até zerou o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de itens da linha branca. “No dia seguinte ao anúncio do IPI, no calor das novidades, tínhamos falado em aumento de até 9%”, comentou.

Segundo Pellizzaro Junior, a ação do governo resultará em um impacto positivo para as vendas do setor, até porque o segmento de eletrodomésticos é significativo, em função do valor agregado de seus produtos. “É preciso vender muita camiseta para ter o valor de uma geladeira”, comparou.

Apesar da elevação da estimativa da CNDL, o desempenho do comércio varejista no Natal deste ano não será tão forte quanto o verificado em 2010. Na ocasião, houve aumento das vendas de 12% nesta época do ano, em relação a 2009. Para o presidente da confederação, o tíquete médio deve se manter em relação ao ano passado, ou ter leve alta. “Antes do IPI, esperávamos uma queda”, disse. Pellizzaro não afirmou, porém, qual foi o valor do tíquete médio de 2010, alegando que há uma variedade muito grande de preços dos produtos escolhidos como presentes.

Região Nordeste – Na avaliação do presidente da CNDL, as vendas do varejo devem crescer mais na região Nordeste do que no Sul e Sudeste, em razão da diferença dos mercados consumidores. “Enquanto uns estão mais maduros e crescem menos, outros estão ainda verdes”, comentou.

(Com Agência Estado)

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