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Conheça quais são as empresas mais afetadas pela taxa do visto H-1B

Amazon, Microsoft e Meta são algumas das companhias que podem ser mais afetadas pela nova taxação

Por Carolina Ferraz Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 24 set 2025, 14h51 • Atualizado em 24 set 2025, 15h05
  • Desde o anúncio de que o presidente Trump aumentou a taxa do visto de trabalho H-1B para 100 mil dólares, muitas empresas, e algumas delas até americanas, se viram em uma situação difícil, dado que grande parte dos funcionários que trabalham na área de tecnologia são estrangeiros.

    A Amazon lidera a lista, entre suas subsidiárias Amazon Com Services e Amazon Web Services, foram 12.391 trabalhadores contratados com vistos H-1B, segundo dados do Serviço de Cidadania e Imigração dos EUA. Microsoft (5.189) e Meta (5.123) aparecem logo em seguida. Fora da tecnologia, empresas como o Walmart, que também figura entre as maiores contratantes do programa, podem ser impactadas.

    Atualmente, existem cerca de 730 mil portadores do visto H-1B nos Estados Unidos. Embora representem uma pequena parcela dos 163 milhões de trabalhadores ativos em agosto, segundo o Bureau of Labor Statistics, eles ocupam funções cruciais em tecnologia, saúde e finanças. Em Nova York, por exemplo, os maiores beneficiários incluem bancos como Goldman Sachs, Morgan Stanley e Citigroup, além de consultorias como a McKinsey. Instituições acadêmicas, como Columbia e NYU, e médicas, como o Memorial Sloan Kettering Cancer Center, também aparecem entre as principais contratantes.

    Para a Casa Branca, a nova taxação busca proteger empregos domésticos. “O presidente Trump prometeu colocar os trabalhadores americanos em primeiro lugar, e essa ação sensata faz exatamente isso”, disse a porta-voz Taylor Rogers.

    Competição por emprego pode aumentar

    Especialistas, no entanto, alertam que a medida pode aumentar a competição por vagas e restringir a inovação. Enquanto grandes corporações como Amazon e Microsoft têm fôlego financeiro para arcar com os custos, startups, fintechs e empresas menores podem ser as mais prejudicadas, e trabalhadores estrangeiros, especialmente em cargos de entrada, podem ver as portas se fecharem.

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