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Bolsas europeias sobem puxadas pelas seguradoras

Por Da Redação 29 ago 2011, 08h39

Por Cynthia Decloedt

Londres – As ações das companhias de seguro e de resseguro sobem nesta manhã na Europa, depois de os prejuízos causados pela passagem da tempestade Irene pelos Estados Unidos (EUA) no fim de semana terem sido menores do que as piores expectativas do setor.

Às 8h24 (de Brasília), as ações da resseguradora Munich Re tinham alta de 3,3%, enquanto as da Hannover Re avançavam 3,2% e as da Swiss Re subiam 4,4%. As ações da Allianz registravam ganho de 2,7%.

As principais bolsas europeias seguiam no campo positivo: Paris tinha expansão de 1,82%, Frankfurt registrava alta de 1,44%; Lisboa subia 2,34% e Madri avançava 2,44%. Londres eta fechada por conta de feriado.

O furacão Irene passou pela costa leste dos EUA, causando inundações, derrubando árvores e arrancando telhados, mas causou prejuízos menores em Nova York, ao se enfraquecer para uma tempestade tropical.

“O pior cenário, de inundação da região baixa de Manhattan e das estações de metrô, não ocorreu”, escreveu a empresa de modelagem de risco Air Worldwide. A companhia, assim como suas concorrentes, a Eqecat e a Risk Management Solutions, ainda irão divulgar estimativas mais atualizadas, no final do dia.

Os prejuízos causados pelo furacão Irene variam de US$ 2 bilhões a US$ 3 bilhões, a maior parte causada em residências, enquanto as perdas totais devem chegar a aproximadamente a US$ 7 bilhões, segundo estimativas preliminares da consultoria Kinetic Analysis.

O analista da consultoria Equinet, Philipp Haessler, disse que os prejuízos inferiores aos estimados “são uma boa notícia para as duas resseguradoras alemãs e para a Allianz”. Ele estima que a Munich Re e a Hannover Re terão, cada, custos de cerca de 100 milhões de euros com Irene.

O analista do Silvia Quandt Research, Christian Muschick, disse que não irá alterar suas projeções de resultado para 2011. Mas observou que o elevado número de acidentes naturais esse ano no mundo, incluindo terremotos, tsunamis, ciclones e tornados, é suficiente para permitir que as resseguradoras elevem seus preços. As informações são da Dow Jones.

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